Boeing entrega primeiro 777 de taxa aumentada de produção

A Boeing entregou o primeiro 777 construído na taxa aumentada de produção de 8,3 por mês, ou 100 aviões por ano. O avião, um 777 cargueiro, foi entregue à Korean Air. Nos últimos 32 meses, o programa 777 aumentou a sua taxa de produção duas vezes. A taxa foi de 5 para 7 por mês em 2011, e agora para a mais alta taxa de todos os tempos de 8,3 por mês.
Nigéria recebe os dois primeiros helicópteros Bell 429 na África

A Bell Helicopter anunciou no dia 27 de fevereiro a entrega de dois helicópteros Bell 429s, um para a Ala Aérea da Polícia Nigeriana (NPAW) e outro para a Agência de Gerenciamento de Emergência da Nigéria (NEMA). Estas aeronaves nigerianas são os primeiros helicópteros Bell 429 entregues no continente africano. A NPAW irá utilizar o Bell 429 para vigilância, aplicação da lei, e projeção de forças. A NEMA vai voar o helicóptero para o apoio a desastres e missões de apoio humanitário.
Sikorsky Aerospace Services seleciona avançado conjunto de aviônicos da Cobham para modernizados helicópteros S-61
A Sikorsky Aerospace Services (SAS) anunciou no dia 25 de fevereiro seus planos para equipar os modernizados helicópteros Sikorsky S-61T com uma avançada suíte de aviônicos fornecidos pela S-TEC Corporation / Cobham Comercial Systems (Cobham) baseada em Mineral Wells, Texas. No início de 2010, o Departamento de Estado dos EUA entrou num acordo IDIQ (indefinida entrega indefinida quantidade) para comprar até 110 modernizados helicópteros S-61 para as missões de transporte de passageiros e de carga em todo o mundo.
Lockheed entrega para USAF o sétimo HC-130J Combat King II

A Lockheed Martin entregou no dia 26 de fevereiro um HC-130J Combat King II para Base Aérea de Davis-Monthan, Arizona. A aeronave número "5716" é a sétima dos 15 HC-130Js que serão atribuídos ao Comando de Combate Aéreo (ACC) depois da assinatura do contrato inicial em 2008.
Duas aeronaves executivas Gulfstream G150 de uma mesma empresa atingem a marca de 10.000 horas de voo
A Gulfstream Aerospace comemorou no dia 24 de fevereiro um marco para as sua frota de aviões de médio porte G150. Dois G150s, que são de propriedade e operados por uma empresa de energia multinacional norte-americana, recentemente ultrapassaram de forma combinada a marca de 10.000 horas de voo. Essa conquista foi realizada sem incidentes e levou apenas cinco anos.
Edra começa a fabricar Super Petrel LS de número 300 que será entregue a um cliente do Pará
A Edra Aeronáutica está comemorando a fabricação do Super Petrel de número 300. A aeronave anfíbia brasileira, presente em mais de 20 países, atinge a marca de 300 unidades fabricadas em Ipeúna, no interior de São Paulo, e quer acelerar ainda mais o ritmo de produção para os próximos anos, com o início da comercialização nos Estados Unidos.
Helibras lança selo para comemorar 35 anos de fundação

Para celebrar os 35 anos de sua fundação, em 14 de abril de 1978, a Helibras acaba de lançar um novo selo que acompanhará a logomarca da empresa em todas as publicações e eventos. Com o slogan “Novos rumos, a mesma paixão”, o selo é uma das novidades que serão lançadas para comemorar o sucesso da empresa nesses 35 anos de atividade.
A Helibras teve início dentro do CTA (Centro Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos Campos, como resultado de uma licitação internacional do governo para produção de helicópteros no Brasil. Após dois anos, a empresa se instalou em Itajubá, Minas Gerais, para produzir o helicóptero AS350 Esquilo.
Bem que o Brasil poderia ter uns desses…
Já que estamos amiguinhos dos americanos não seria melhor uns Boeing CH-47D/F Chinook ?
… se bem que de padronização nossa força de asas rotativas tem é nada. Helicópteros Americanos, franceses e russos.
Tá louco? Isso é caríssimo de operar! Lembro de um programa, acho que do discovery turbo, aonde esse monstro não tinha nenhum problema, só o custo da hora de voo…isso aí é um rafale com rotor…
6ª economia do mundo….
Esses helicópteros são realmente incríveis!
Esta é uma máquina que nos seria muito útil, mas de custo operacional elevado. A desistência da compra deu-se por isto.
O Peru ainda tem 2 Mi-26 e só consegue voar porque fez uma parceria com uma empresa de exploração de petróleo na Amazônia, eles estavam parados e esta empresa pagou a grande revisão em troca de um determinado número de horas para transporte de material pesado na selva.
http://www.pilotfriend.com/photo_albums/helicopte…
Esta foto diz tudo
http://www.aerospaceweb.org/question/helicopters/…
HAHAHAHAHAHAHA. Ele levando o Chinook foi louco hein. kkkkkkkkkkkkkkkk. Eu ainda acho que esses helis russos principalmente para empresas privadas em regiões remotas ainda venderão muito.
Ver essa foto do Mi26 carregando o Chinook não tem preço heheh
Relojoeiro
Pq esse tempo curto em seu nick ???
Sobrecarregado no trabalho…
A culpa é de um infeliz que, em algum ponto da história, inventou algo chamado "iniciativa privada" hehe
abraços
Com todos os poréns, a FAB chegou a considerar o Mi-26 para o então Programa CH-X em 2002, visando um grande (na verdade, exagerado) suporte aos radares móveis do Sivam. O CH-X foi cancelado em janeiro de 2003, sob a justificativa porca do tal Fome Zero, aquela ação social político-assistencialista que nunca funcionou — e virou desculpa perfeita para todo tipo de inépcia…
Felizmente a FAB não entrou no H pesado, seria um prejuízo mante-lo alem de ter pouca utilidade.
A tendencia de muitas F. Aéreas é ficar somente com Sar e C-Sar para resgatar suas tripulações, para no calor da batalha não depender de Helis do Exército.
Caro W.Strobel, como eu disse, a operação dos Mi-26 seria um exagero exibicionista (e obviamente perdulário) para a FAB. Mas a justificativa política foi idiota. Um folclórico senador governista me mandou, na época, um telegrama fonado tentando justificar o cancelamento desse negócio. Até hoje eu leio aquilo e percebo que o parlamentar não tem a menor idéia do que se tratava o CH-X. E esse despreparo de pessoas influentes em assuntos militares continua…
Interessante Armand Assante. E por acaso vc teria algumas informações do fundo do baú sobre a desclassificação do Su-35 no short list do nosso FX2?
Obrigado.
Caro Andre Bacha, não tenho nada que todos aqui não saibam: nos momentos finais do então Su-35BM, houve certa falha de comunicação com os russos, as pessoas não se achavam; depois, a influência maléfica e covarde de um assessor para assuntos internacionais (disfarçada de "prudência"), que se pelou de medo da reação dos EUA e teve a opinião muito levada em conta; seguida da displicência dos russos com alguns prazos para o oferecimento de certas garantias técnicas, principalmente em relação a peças. Por fim, veio uma reuniãozinha porcaria, onde o desconfiado pessoal da FAB não se pronunciou de forma muito assertiva em favor do Sukhoi — embora os pilotos que tiveram o prazer de voar o Su-35 tivessem voltado de lá positivamente impressionados. Então, uns burocratazinhos que não sabem a diferença de pitot e pilot bateram o martelo… Ah, até o último momento (dele), o João Verdi, da Avibras, assegurou que eles estavam com os russos nos FX…