
A BAE Systems pretende fechar um acordo de venda de 12 caças Eurofighter Typhoon com o Sultanato de Omã. (Foto: BAE Systems)
A BAE Systems da Grã-Bretanha, lutando contra o aperto dos orçamentos de defesa europeus e americanos e ansiosa para recuperar as encomendas perdidas, está perto de vender 12 jatos Eurofighter Typhoon para Omã, de acordo com fontes próximas ao negócio. Analistas estimam que a venda pode chegar à US$ 2 bilhões para a maior fabricante de defesa da Europa.
“A BAE Systems e Omã estão perto de um acordo para 12 caças Eurofighters,” disse a fonte à Reuters nessa terça-feira.
A BAE também está em negociações para fornecer 60 caças Eurofighters para os Emirados Árabes Unidos (UAE) se o negócio do estado árabe do Golfo com a Dassault da França não der certo, disse uma das fontes.
Os Emirados Árabes Unidos esperavam finalizar um acordo de US$ 10 bilhões com a Dassault no ano passado, mas as negociações falharam depois que os Emirados Árabes Unidos disseram que os termos eram nada competitivos e impraticáveis.
“A competição de caças nos Emirados Árabes Unidos tem ainda um longo caminho a percorrer,” disse uma fonte próxima às negociações.
No início deste ano, o consórcio Eurofighter da BAE perdeu com a venda de 126 caças para a Índia, que escolheu o Dassault Rafale como preferencial licitante.
Mas o consórcio Eurofighter, composto pela BAE, pela italiana Alenia e o gigante grupo aerospacial e de defesa europeu EADS, tem uma alterada proposta pronta se o negócio da Dassault der errado na Índia.
O Eurofighter também concorre numa licitação para fornecimento de caças para a Malásia.
A BAE em maio assinou um acordo de 1,6 bilhão de libras (US$ 2,5 bilhões) para fornecer à Arábia Saudita seu jatos de treinamento Hawk para treinar os pilotos que vão voar nos Eurofighters já encomendados da empresa britânica.
O acordo prevê algum alívio bem-vindo para a gigante de defesa britânica.
A Arábia Saudita – o maior exportador mundial de petróleo – assinou um contrato com a BAE em 2007 para comprar 72 aviões Typhoon, 24 dos quais foram entregues à Real Força Aérea da Arábia Saudita. O acordo Salam, como é conhecido, está avaliado em cerca de 4,5 bilhões de libras.
As conversações entre a BAE e a Arábia sobre alterações no preço do negócio ainda estão previstas para serem concluídas no segundo semestre de 2012.
Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

































bem,mais um decidindo,enquanto isso no Brasil o GF vai empurrando com a barriga.
Bom, espero que realmente aconteça tal venda, o sultanato de Omã terá uma real capacidade dissuasória, mas a coisa é bem mais política do que comercial. O Tufão é bom? Sim! Sem sombras de dúvidas! Mas Omã não faria um melhor negócio comprando duzias de F-16´s pelo valor pago por apenas uma dúzia de Typhoons? Sim! Mas os países do golfo, principalmente os exportadores de petróleo, precisam de uma Inglaterra forte economicamente, pois os petrodólares estão todos aplicados no sistema financeiro inglês. Essa venda será de muito bom tamanho na economia de ambos!
Para a indústria aeronáutica da Grã-Bretanha, o Sultanato de Omã deve ser tão decidido quanto o Brasil, mas por motivos diferentes. Rodeado de ameaças, levou somente 24 anos para tomar alguma atitude para a renovação de sua aviação de caça junto aos europeus (depois daquela furada de 1988, quando encomendou 8 Panavia Tornado, escolheram até os dois tons de cinza que iriam ter, mas desistiram logo depois). Pena eles não terem uns F-5E/F para repassar à FAB, mas o Iêmem é próximo e ainda deve ter alguma sucata guardada…
Mais um sucesso para os Efas !! Um caça Magistral!
É o sultão se protege com os Typhoon.É burro de certo!?
Bom, agora traduza.
Tumbém num intindi…
Eu tambêm queria saber a tradução disso