O pacote de transferência de tecnologia dos caças F18 Super Hornet ao Brasil poderá ser “ampliado” na medida em que seja aprofundada a cooperação e a confiança entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil e entre as companhias dos dois lados envolvidas no projeto. Segundo o vice-presidente do Programa Boeing F/A-18, Mike Gibbons, o mesmo o tratamento foi dado pela companhia aos seus atuais clientes desse segmento de defesa.
“O Brasil e os EUA precisam um do outro. Os EUA precisam do Brasil para estar seguro. Por isso, se o Brasil comprar os F18 Super Hornet e tornar-se um aliado dos EUA, a parceria a confiança mútua vai se expandir, e a transferência tecnológica será estendida para um potencial adicional”, afirmou Gibbons ao Estado. “A transferência tecnológica para os nossos atuais clientes está em contínua ampliação, na medida em que aumenta a parceria e a confiança dos dois lados”, completou.
Desde o ano passado, a Boeing tem demonstrado seu especial interesse na ampliação de negócios com o Brasil. Abriu um escritório em São Paulo, enviou como sua representante a ex-embaixadora americana em Brasília Donna Hrinak e, recentemente, fechou acordos com a Embraer para o aperfeiçoamento do A-29 Super Tucano e para apoio nas vendas do cargueiro KC-390 aos EUA e a outros países.
A Boeing também fechou parceria com a AEL, subsidiária no Brasil da israelense Elbit Systems, para o fornecimento de novas telas do painel de controle (como as de um vídeo game de última linha) para os seus caças, inclusive os eventuais F18 a serem entregues ao Brasil. A companhia americana faz dessas parcerias com a Embraer e a AEL exemplos da cooperação que pretende manter com outras empresas brasileiras, seja como fornecedoras de peças e partes ou como parceiras na concepção de futuros aviões.
“O Brasil tem a opção de construir o seu próprio caça. Mas oferecemos uma melhor oportunidade para suas empresas que vierem a construir componentes, já em fase de desenho, para os novos Super Hornet e outros projetos futuros da Boeing”, afirmou Gibbons. “Esse é um trabalho de alta qualidade e mais durável. Além dessa vantagem em curto prazo, queremos oferecer melhor valor agregado para o desenvolvimento de novas aeronaves.”
A rigor, a promessa de transferência tecnológica americana não traz o adjetivo “irrestrito”, presente na oferta da concorrente francesa, a Dassault, com seus caças Rafale. A qualificação pesou na disposição do então presidente Luis Inácio Lula da Silva de dar preferência nesse negócio à França, em 2009.
O compromisso americano está escudado sobretudo na palavra do presidente dos EUA, Barack Obama, que concorre à reeleição em novembro. Em visita ao Brasil, em abril passado, o secretário da Defesa, Leon Panetta, garantiu a ampla transferência tecnológica, inclusive nas áreas sensíveis, se o governo Dilma Rousseff optar pelos Super Hornet. Mas a palavra final sobre tal questão pertence ao Senado americano.
O Senado, na opinião de Gibbons, não teria como recuar. A Boeing, salientou ele, estaria preparada para iniciar a produção assim que fosse fechado o pacote de produção industrial. “Estamos prontos este ano, se for preciso”, afirmou Gibbons, sem deixar transparecer o desapontamento da Boeing com a nova postergação, desta vez para o final de dezembro, da decisão do governo brasileiro sobre o FX2. A expectativa criada pelo próprio ministro da Defesa, Celso Amorim, era de anúncio do vencedor em junho.
No mês passado, o ex-chanceler Amorim extraiu dos três concorrentes do FX2 – a americana Boeing, a francesa Dassault e a sueca Saab – a promessa de congelar suas ofertas de venda até 31 de dezembro. O anúncio deve ser feito antes dessa data.
Esse processo de compras vem se arrastando desde 1998, quando o governo Fernando Henrique Cardoso lançou o programa FX para substituir os Mirage 3 da Força Aérea Brasileira (FAB) com 16 novos caças. A gestão de Lula continuou o processo até 2005, quando o enterrou. Dois anos depois, foi lançado em Brasília o FX2, para a compra de 36 caças.
Segundo o vice-presidente do programa F18 Super Hornet, a Boeing entende ser essa uma decisão que extrapola a aquisição de um produto de defesa. Envolve também a escolha de um país como forte aliado em matéria de segurança e de uma companhia como parceira das empresas brasileiras. “Não estamos frustrados com o novo adiamento. O Brasil será capaz de tomar uma decisão em médio prazo.”
Desde 2007, a Boeing sintetiza sua oferta ao público como a de melhor custo benefício. Os caças F18 Super Hornet já foram testados inúmeras vezes em combate. O preço é um dos segredos da oferta. Mas cada unidade da mesma aeronave vendida para a Marinha americana custou US$ 60 milhões. Dependendo dos requisitos a serem agregados ou descartados pela FAB, custará mais ou menos esse mesmo valor.
Fonte: Denise Chrispim Marin / Estadão
Dica do amigo Symon. Obrigado






































O unico problema desse avião é o Senado dos EUA
Unico Problema desse Aviao e que so Promessa
"Os EUA precisam do Brasil para estar seguro." hahahahahahaha
Também achei uma tremenda forçação de barra.
"O pacote de transferência de tecnologia dos caças F18 Super Hornet ao Brasil poderá ser “ampliado” na medida em que seja aprofundada a cooperação e a confiança entre os governos dos Estados Unidos e do Brasil"
É, por que hoje, eles não confiam em nós.
Então
AAHH Vá
Rafael C… é disso que eu to falando, depois de muitas parcerias e mostras de confiança durante décadas, sendo que nunca causamos nenhum problema ou tenhamos feio ameaças aos EUA….mesmo assim ainda não somos sufucientemente confiaveis.
Então
AAHH Vá, tambêm
Se o Brasil fizer uma proposta de parceia a India, ucrania, Russia ou França etc etc… com certeza não seriamos tratados desta forma.
Tanto que França nos ajuda $$ nos Subnucleares e Ucrania faz parceria com os foguetes VLS.
Já os eua sobretaxão nossas exportações pra eles, e nos proibem de possuir qualquer tecnologia acima de um ipad.
Bem dito, nosso programa espacial finalmente caminha. Mas os EUA só nos colocaram em roubadas, em vias de mão unica, e "estão espacial internacional" foi um grande erro que não nos agregou nada. Sair daquela parceria e firmar outra com a Ucrânia tem sido muito mais produtivo.
Para Ohhh..
O Brasil deu um baita calote na Estação Espacial..
Assim como deu em outros projetos, tais como um telescópio no Deserto de Atacama e sei lah onde mais.
Parece que você e seus colegas dos comentários acima não vivem nesse mundo, pois no país que eu moro além de não cumprir com acordos científicos, espaciais e etc..não é nada confiável, em outras épocas o tio-san jamais nos ofereceria parceria mas os tempos mudaram e o tio-san amoleceu!
Eu só reparei, que a tecnologia que eles querem nos transferir é só da fuselagem e do display do cockpit e nada mais, nada de Radar AESA, integração de armamentos, motores…
Com os americanos, se fecharem a compra com a Boeing, a transferência de tecnologia irá ser feita aos poucos, com o tempo, talvez não seja nem necessário gastar tanta verba. Mais adiante isso poderia ser negociado, com preços mais convidativos. Como exemplo, temos o nosso Forevis-5. A FAB já tem o total domínio de sua manutenção. Infelizmente, dormimos no ponto (perdemos o bonde da história – pois poderíamos já ter um caça nacional fabricado com base na sua tecnologia – já nos anos 80 ou 90).
A Boeing, quem sabe, poderá ajudar a desembaraçar a questão da venda dos Super Tucanos. E ainda tem o KC-390, avião com bom potencial no mercado militar. A Boeing teria um concorrente à altura do Hercules, ou melhor: um projeto realmente novo, mais avançado.
Concordo, e digo mais: além de Boeing e Embraer se complementarem, Brasil e EUA se complementam: o primeiro tem potencial a ser explorado em alimentos, energia e minérios (justamente o que os EUA precisam), e o segundo tem tecnologia de ponta e processos de negócios maduros (justamente o que o Brasil precisa)…
Espero que, dessa vez, a parceria seja séria e os EUA não estejam apenas balançando a cenoura na frente do burro…
Balançando a cenoura na frente do burro. Essa foi boa Edu.
Amigos,
Não sou especialista no assunto, mas acho que tática completa prevê o uso de duas cenouras alinhadas, com o burro no meio do caminho.
A da frente nunca poderá ser alcançada, senão o burro para para comer.
Tem a outra cenoura que vem por trás. Se o burro demorar para andar ou andar devagar ela… CHOMP!!
É melhor não ser burro ou não ter patrão.
Abraços,
Justin
"com a Boeing, a transferência de tecnologia irá ser feita aos poucos, com o tempo"
Pra isto existe um contrato a ser assinado no FX-2, não preciza ficar negociando (implorando) aos "poucos com o tempo" depois.
Cada um que me aparece, sem noção
Rafael,
Um contrato, no caso em questão, não impede que outros sejam sejam assinados, no decorrer de sua realização. Para isso, não haverá necessidade de implorar, mas demonstrar que bons frutos serão colhidos, se sua execução for realizada com seriedade por ambas as partes. Escrevi isso de forma teórica, presumindo que o Brasil e os EUA terão boa-fé, se isso ocorrer.
Não precisa ser ofensivo nas sua dissertações, Rafael.
Mas, se não respeita minha opinião, respeite as regras de Português (forma correta: "precisa").
Retificando:
Errado: "Não precisa ser ofensivo nas sua dissertações, Rafael."
Certo: "Não precisa ser ofensivo nas suas dissertações, Rafael."
Sobre regras de portugues, eu não cuido muito não, pois são apenas comentários rapidos e não um trabalho pra de faculdade.
Sobre ser ofensivo, é o meu jeito de escrever mesmo, não é nada pessoal com vc.
Porem algumas opiniões me deichão triste, pois são uma pequena mostra dos pensamentos de nossa população e explicão porque estamos nesta defasagem tecnológica e sempra achando que relações com os EUA nos trarião beneficios, sendo que nosso principal vendedor de armas em toda nossa história foram justamente os EUA, e não conseguimos tirar nada de bom nisto, basta ver a situação que estamos atualmente.
ESTA NA HORA DE MUDAR DE FORNECEDOR.
Mas não sei o que acontece na cabea de muita gente, que fica achando motivos e desculpas pra continuar a comprar tudo que vem do norte.
Você disse que os EUA SEMPRE foram os principais vendedores de armamentos para o Brasil. Pelos equipamentos VENDIDOS DIRETAMENTE (falo isso no sentido de aquisições de aeronaves, navios e veículos NOVOS) por eles para o Brasil que eu vejo atualmente, digo-lhe faz muito tempo que eles não nos vendem.
As opções aí estão: um francês, um sueco e um estadunidense. Escrevi dentro das possibilidades apresentadas: o produto da Sukhoi foi excluído e os produtos chineses sequer foram cogitados.
Se o Brasil não está tirando vantagem disso é porque não temos um bom histórico no cumprimento de acordos (dê uma olhada no que escrevi mais adiante e verá que não somos santos).
Agora por favor, sem ofender, melhore a gramática: deichão – deixam (correto);
trarião – trariam (correto);
explicão – explicam (correto).
Sei que não se trata de uma tese universitária, mas os leitores desistem logo de ler quem escreve de forma errada. Sei que algumas letras podem faltar quando se tecla (o que é normal e perdoável, pois também sou vítima disso). Não vamos escrever num português castiço (que é tedioso e arrogante), mas … deixa prá lá. Espero que considere isso uma ajuda, sem ofensas, repito.
Mudar de fornecedor? Então está na hora de comprarmos equipamentos de quem? Da França? Também temos uma grande quantidade de equipamentos de origem francesa.
Aliás vale lembrar que fora as aeronaves fabricadas pela Embraer, o restante é tudo (praticamente) americano e francês.
Comprar dos russos? Muito difícil!!
Então sobrou quem?
Se dominamos boa parte da tecnologia dos F-5 foi de pura teimosia de nossos engenheiros, que conseguiram melhorar aquele lixo. Pois se dependesse da parceria e know-how de nossos "yankees brothers", estaríamos com o que restaria das primeiras células. E essa de entrarem em conjunto no projeto do KC390 seria como entrar no final do segundo tempo num time que tá ganhando, se fosse furada, eles nem o mencionariam.
Que eu me lebre, nos anos 70 e 80, o Brasil tentou praticar o que se chama de engenharia reversa (caso conhecido foi o dos mísseis Roland, do EB). Daí, não ter conseguido desenvolver equipamentos bélicos mais avançados. O Brasil não tinha dinheiro, como a China tem hoje em dia para praticar isso impunemente (até o momento).
Nossos engenheiros sofreram para botar e manter os F-5 no ar, mas, infelizmente, não conseguiram o know-how para desenvolver um caça pelo menos similar em tecnologia.
A China, infelizmente, vai continuar fazendo engenharia reversa até quando quiser, pois tem a mão de obra mais barata (produz quase tudo que é industrializado), o maior mercado consumidor, e é o maior credor dos EUA, além de ser a economia que mais cresce no mundo há décadas. Confesso que é algo que me dá medo.
Piramboia,
Eu penso seguinte: a associação da Embraer com a Boeing tem um ar misterioso. Estamos vendo que as vendas dos ERJ's estão em queda, o Super Tucano não decola com um pedido considerável de uma Força Aérea, tão menos decolará nos EUA. Então chego a conclusão de que a Embraer, nos próximos anos colocará todas as suas fichas no KC-390. Se vier o Super Hornet também dará um segundo suspiro na Embraer. Agora para matar o assunto do FX-2, acredito que nos próximos 5 anos a marinha dos EUA solicitará um substituto do F-18, que nós sabemos que entre solicitação e início de operação fica em torno de 10 a 15 anos, ou seja, se por acaso o SH for comprado pelo Brasil, com menos de 15 anos ele já estará sendo substituído nos EUA.
O substituto já existe, é o F35.
"Mais adiante isso poderia ser negociado, com preços mais convidativos."
Meu nobre, já é difícil eles honrarem os contratos assinados (com o Brasil) nessa área, que dirá assinar alguma coisa agora e querer negociar cláusulas no futuro. E pra ser justo com os americanos, nesse caso qualquer um torceria o nariz.
Peço para ler minha resposta a Rafael. Falo isso no plano teórico. Havendo boa-fé das partes signatárias (se for assinado e se as duas assim tiverem) e seriedade no seu cumprimento. O Brasil também nunca foi um santo. A tentativa de engenharia reversa queimou bastante a credibilidade tupiniquim. Além do mais, nos anos 80,o então presidente Sarney decretou a moratória, que jogou uma pá de cal em qualquer pretensão a nível de investimentos civis e/ou militares.
Um exemplo recente de que o Brasil não cumpre os acordos:
a Estação Espacial Internacional. De cabeça, parece-me que ficamos encarregados de construir "containers". Acordo festejado na mídia, assinado e postergado indefinidamente, pois envolvia tecnologia dos materiais e nas suas montagens. O governo do então presidente FHC, não repassou as verbas necessárias, não cumpriu os prazos e fomos substituídos por outros fornecedores (não me lembro se dos EUA ou de outra Nação).
Portanto, quem deve desconfiar de quem?
Não sou pró-EUA, pró-CE, só estou sendo sensato, imparcial. Vc não acha que o Tio Sam não deve desconfiar de um País tão instável na área de defesa? Pois assina-se o contrato do FX-2 neste governo. Nas próximas eleições, vamos supor, a oposição ganha e vai querer questionar todos o contratos assinados, vai querer importar 100%(como ela sempre gostou. Quem tem boa memória, que se lembre) ao invés de fabricar pelo menos uma parte. Ou então, o PT se mantém no poder, se não houver reeleição, o mandatário opta pelo Rafale. Resultado: instabilidade total!!
Caro Andre, não se acabe de rir sozinho. Hahahahaha
Esse Gibbons, pelo menos, tem senso de humor, não é chato como o francês Merialdo…
hehehe mais senso de humor tem os Russos caro Armand. Eles até hj falam que estão concorrendo no nosso F-X2!
Ampla transferencia de tecnologia? Parceria? Nossa, que coisa. Pena que o equipamento oferecido ao Brasil pelos EUA não é o F-35 da LM. Alias, do ponto de vista militar, me parece mais interessante uma parceria com a Lockheed Martin do que com a Boeing. Esta parceria permitiu que a Coreia montasse F-16 sob licença, além de transferir tecnologia para que a mesma estivese em condições de criar o KAI T-50 Golden Eagle. Alias, o que será que sai primeiro? F-35 ou FX-2 Brasileiro? Isto deveria ter acontecido com a gente há uns 20 anos atrás.
O Brasil, pra variar, sempre chegua atrasado, pega o bonde andando e ainda quer sentar na janelinha.
A Boeing estaria preparada para iniciar a producao… acho que ainda nao entenderam que devem produzir os super tijolos aqui… ou o Brasil muda tudo e compra de prateleira.
Com a Venezuela no Mercosul, acredito que o texto esta defasado, desatualizado… Agora talvez o Brasil tenha matado a opcao F18E/F na FAB.
Os EUA precisam do Brasil para estar seguro, kkkkkkkk da exploração do pré-sal isso sim, de quebra liberam a transferencia do parafuso da asas
Há empresas petrolíferas americanas explorando o pré-sal, com o aval da Petrobrás e do governo federal. Isso sem contar a Ford, GM, Microsoft, Apple, Google, etc…
Olha pessoal, a mulher perdeu o controle… Nos últimos dias, tem falado nada com coisa nenhuma… Parecendo discurso de bêbado… Com o PIBinho mais claro que nunca e a turminha aparelhada no poder, ela não terá nenhuma ajuda criativa/inteligente para sair dessa. O Poder está com os camaradas e compadres dos sindicatos, gente sem capacidade para gerenciar a situação. Até então, surfaram na onda criada pelo governo FHC, mas a receita de rigidez fiscal, estabilidade econômica e tolerância zero com a inflação já não dá mais conta do atual momento. Demissões, desindustrialização, crescimento perto de zero. O futuro é negro para esta turma que desejava ficar no poder mais que o III Reich. O ponto de inflexão na história pode ter sido a crise no Paraguai. De lá pra cá, só atrapalhadas, e estamos perto de sermos varridos do Clube bRICs, devido a baixa performance, por sinal medíocre. Brasileiros individades, carga tributária mais elevada do Mundo para sustentar a máquina das saúvas no Estado, tudo colabora para uma situação insustentável que os joagadores em campo hoje não entendem e não sabem como reagir.
Neste horizonte sombrio, não existe abertura, espaço para tocar no tema FX2! O barco está afundando rápido demais e o populismo vai bater a porta de cada brasileiro daqui pra frente. Lembro que as Universidades Federais estão paradas e provavelmente os alunos perderão o ano letivo. O custo para a sociedade e o sinal dado as empresas (na sua grande maioria estrangeiras) é bem claro. Não invistam no Brasil, enquanto podem investir na China, Índia e Leste Europeu, além de continuar a cuidar de suas equipes nos Estados Unidos.
[ ]s
Wolf,
Infelizmente sou obrigado a concordar com você. A situação da economia só tende a piorar, e num cenário de deterioração econômica, fica virtualmente impossível continuar a sonhar com caças de ultima geração. Aquilo que já foi encomendado e pago (subs e helis), deverão (possivelmente) ser completados. Mas mesmo estes terão seus cronogramas e programas alterados. Não se surpreendam se daqui algum tempo o governo disser que subnuc não é necessário para nações pacificas. Mas o mais provável é que ele morra de inanição como o vls. Nosso próximo caça serão os F-5 suiços, a medida que forem dando baixa.
Wolfie:
O amigo está de parabéns! Comentário lúcido e preciso. De fato, a turminha hoje no poder aproveitou-se das reformas efetuadas por FHC para apostar em um modelo econômico Burro: Superávits na balança de pagamentos sustentados pela exportação de commodities para a China e o pesado intervencionismo estatal na economia. Enquanto havia ávida procura dos chineses por matérias primas o modelo funcionou e os "Cúmpanhêros"no poder jactavam-se de estar ensinando o dever de casa aos países desenvolvidos. E também superestimaram demais os tais BRICS quando praticamente todos eles possuem graves problemas estruturais. E enquanto isso as reformas que se fazem necessárias, em especial a tributária e a da legislação trabalhista, foram jogadas para as calendas. E agora o barco está afundado, algo que apenas os nossos amigos apologistas do "Brasil – PuTênfia" e integrantes do Foro de São Pulo teimam em não reconhecer.
"em especial a tributária e a da legislação trabalhista" esqueça caro Tireless. Isso nunca vai acontecer por aqui!
"E enquanto isso as reformas que se fazem necessárias, em especial a tributária e a da legislação trabalhista, foram jogadas para as calendas"
E continuarão, nobre colega. Pelo menos enquanto não unificarmos os calendários eleitorais do país (eleição de dois em dois anos é phod@. Que político, em sã consciência, vai querer mecher na CLT em ano eleitoral?
E acrescente aí, ainda, as reformas política (pra acabar com essa put@ria que virou a política nacional) e administrativa (por uma maior eficiência e o fim do nepotismo e dos "cargos de confiança").
Saudações.
Concordo plenamente!! São praticamente 10 anos se aproveitando da dita "Herança Maldita". 10 anos sem votar nada!!
Todas as reformas necessárias foram deixadas de lado durante todo este tempo. Agora nossa industria está indo embora atolada em impostos abusivos, energia caríssima, burocracia, falta de infra-extrutura e mão de obra qualificada.
O nosso tempo passou novamente!! A fila anda. Não investimos em educação. Não votamos as reformas necessárias. Não diminuimos o custo-Brasil. E mais uma vez nossa chance passou.
Espero que suas previsões sejam exatas, tenho falado a tempos que está mais que na hora de revezarem o poder, esta ditamole parece eterna, como vc disse eles se perderam, o Hugo tá mandando demais em toda a América do sul, por mais incrível que pareça o Paraguai e Uruguai estão sendo os primeiros a reagirem a essa maré vermelha .
A segurança pública está um caos, todos os dias nós assistimos latrocínios na TV, notícias de assassinatos de policiais a educação e saúde viraram peixes pequenos.
Como pensar no FX-2 ???
Revezamento do poder, isso tem que acontecer no Brasil.
Alerto que outros partidos de esquerda estão usando desse discurso de revezamento para eles assumirem o poder, tudo maquiagem.
Ulisses Guimarães já dizia " que em política até as brigas são combinadas ".
O Brasil tem que estar acima de ideologias.
O futuro é negro se as coisas não mudarem.
E que tal revesar o poder no estado de São Paulo? onde a tucanalhada manda e desmanda há 20 anos, transformando o estado em perfeito ninho (tucano) da corrupção
A onda criada por FHC, foi a onda da apequenar o país o maximo que pode.
Melhor deixar o discurso panfletário de lado meu amigo! Até porque a política externa "ativa e altiva", em especial sob o tacão do Sr. Megalonanico, foi um fiasco. Ou você quer que eu os enumere aqui?
Imprresionante reprodução!
parece que estou escutando o William Bonner e os outros ancoras da globo, no seu esforço cotidiano para convencer o Brasil e os brasileiros que tudo vai mal e que agora sim,vai! vamos conseguir emplacar nossos canditados pró yankees no goveno do país…
E "surfaram na onda criada pelo governo FHC"? O que vc bebeu? Uma garrafada de Globo, com Veja e FSP ? cuidado… isto derrete o cérebro!
Do jeito que vc pinta o Brasil então a Europa e os EUA já foram pro saco há muito tempo.
Concordo com o pessoal!
A situação econômica desse país está muito complicada, na verdade o situação complicada é a que está por vir.
Como os senhores sabem o segundo mandato do FHC passou por uma crise financeira internacional e segundo ele era gravíssima e teve que recorrer ao FMI.
O governo Petralha se aproveitou das bases do governo anterior mas é importante lembrar que o governo petralha não passou por crise internacional, os bancos brasileiros em especial não tinham negócios com o cerne da crise americana e européia, digo isso pois o governo petralha vende a história de que o brasil venceu a crise, mas como venceu um inimigo que nunca existiu para o brasil?? ahahaha
O crescimento do PIB é pífio e sempre foi, acontece que o rei sol abaixou a guarda e facilitou crédito como jamais houve nesse país, dai o povo se deslumbrou pois nunca tinha visto isso e comprou comprou e se individou. E mais uma vez o governo petralha vendeu o crescimento de 2 anos como o "novo brasil", o resultado dessa farra estamos vendo agora, o PIB voltou ao normal + a soma da festa (inflação).
Por que devemos nos preocupar??
Porque esse governo não tem plano, não tem solução!
Como isso atinge as "forças"??
É a primeira que recebe cortes, no mundo todo..
No brasil soma-se a falta de motivos para investir, o que foi aprovado talvez honrem os contratos na conhecida morosidade de décadas como o sub-nuclear, vls, guarani (que acredito eu que em 10/15 anos estejam substituindo os urutus) já a fab terá que se contentar com tampax mas só quando os forevis começarem a cair.
Esses acordos da Boeing com a Embraer, e essa sinalização da Boeing de uma possível melhora na condições da atual proposta, demonstra que os americanos estão procurando uma reaproximação. No entanto devemos considerar alguns pontos, a saber.
1) Aliado para os EUA significa "alinhado".
2) Hoje possuimos independência na política externa e no comércio exterior.
3) É evidente também que não temos para eles a mesma importância estratégica de uma Coréia do Sul,Japão,Israel e etc.
Sendo assim o máximo que poderíamos vir a ter com os EUA, é uma Parceria Estratégica com uma magnitude mais ampla da que hoje temos com os franceses. Isto aumentaria a "confiança" entre as partes e minimizaria os possíveis vetos do Senado Americano.
Jaguar:
1) Nem sempre ser aliado é ser alinhado. Basta ver que a Alemanha não endossou a intervenção da OTAN na Líbia;
2) Nossa política externa não é independente mas sim se norteia por equívocos de cunho ideológico(P.ex. o acordo farsesco de Teerã). Quanto ao comércio exterior o mesmo baseou seus superávits apenas em exportação de commodities para a China, fazendo a alegria apenas de meia dúzia de fazendeiros e do Eike Batista;
3) Se não temos aos olhos dos EUA o mesmo prestígio que gozam Coréia do Sul, Israel, Japão etc, isso se deve muito mais às picuinhas de cunho ideológico que apontei acima. E embora a turma do Foro de SP adere tachar esses países de "vassalos yankees", o fato é que tanto em indicadores sociais, educacionais e indústria de defesa eles estão muito à frente de Banânia, A.K.A "Brasil – PuTênfia"
Pra mim o maior equívoco de cunho ideológico deste país foi quando aquele diplomata brasileiro tirou os sapatos num aeroporto dos EUA, mesmo tendo imunidade pra não se submeter a essa vergonha. Isso foi nos idos de FHC, que como presidente foi(?) um ótimo sociólogo.
Caro Jaguarr…
Não é bem por aí.
1) Aliado é ser alinhado com o interesse do outro. Isso independe de qualquer país.
2) Política externa é independente até bater de frente com o interesse de outros países. Após isso, deve haver concenso de metas para minimizar divergências… Ou seja, a decisão passa a ser atrelada a outros e não é mais 100% autônoma…
3) O Brasil é sim extremamente importante para os EUA. Seja como for, é a economia mais sólida da Améria Latina e ponto de apoio dos países da região, sendo um líder natural. Para os EUA, manter o Brasil ao seu lado, é quase como manter a América do Sul ao seu lado, politicamente falando.
Eu não quero parecer um SPAM, mas eu já falei: A solução é KAI FA-50 Golden Eagle no lugar dos F-5 e 12 "Gripadinhos" para o GDA. Pior que tá Não vai ficar!
Está cada vez mais claro os Super Hornets em Anápolis hein?
A Boeing está jogando tão pesado que conseguiu reverter por duas vezes a decisão do FX-infi a seu favor quando o pelego-mor já estava decidido pelo avião francês. Agora com essa negociação com a principal (e única) empresa aeroespacial latino-americana o governo não têm mais para onde correr tanto politicamente quanto economicamente.
10 ANOS DE PT no governo e tudo foi onda surfada do FHC…
Hum tá bão, quer dizer TUDO que ocorreu FORA deste maldito FX-2 para as FFAAs brasileiras, KC-390, Guarani, Scorpène, SubNuc, base/estaleiro Itaguaí, END, Livro Branco, satélite SGM, Lei da indústria de Defesa, Projeto Vant Falcão, Míssel A-Darter, Míssil MAR, aquisição dos NaPOaOc ingleses e etc e etc…
Nada disso presta, só o FHC que não fechou o FX-1 é que presta…
Vai entender este povo de direita e fanboy yankee…
P.S. Quem AINDA achava que a proposta yankee cobria TOT já deve ter caído do cavalo se tiver o mínimo senso de interpretação de texto.
A "ampliação" está condicionada ao Brasil não arrastar demasiado puxando a coleira e ao Brasil só querer andar na direção que o Tio Sam considera a correta.
Quem não tem vergonha do seu complexo de vira-lata e tem total ausência de senso de brasilidade pode continuar a torcer pelo Super Tijolão e ser um vassalo americano de corpo, alma e coleira.
Sensacional.
Me desculpe! Mas estas reformas são fundamentais.
A reforma de previdência (principalmente do funcionalismo público e militares), por exemplo, poderia aumentar enormemente os recursos para o reequipamento de nossas Forças Armadas, investimento em pesquisa-tecnologia. Caso você não saiba o orçamento de Defesa do Brasil é o 8° maior do mundo (dados de 2010). Porem cerca de 70 a 80% é gasto com pagamento de pessoal, militares reformados e pensões. Portanto não tem cabimento discutirmos aumentar nosso orçamento de Defesa, quando na realidade a verba existente é mal gasta.
A reforma da previdencia feita no Governo FHC não foi a ideal. Diversos pontos, principalmente relacionados a mudanças no pagamento de aposentadorias e pensões de funcionários públicos e militares não passou no congresso. Para se evitar um fiasco total, decidiu-se por uma reforma dita "possível", que é a legislação em vigor atualmente.
Obviamente que as compras militares efetuadas pelo Governo Lula foram muito maiores que o governo FHC, mas isto não muda o fato que o Governo Lula surfou por 8 anos na dita "Herança Maldita" de FHC. Aliás Lula só foi reeleito e agora Dilma foi eleita, devido aos frutos desta herança maldita.
Não precisa concordar comigo. Basta você ler um pouquinho que você verá que tenho razão.
Esse país tem histórico de perder boas oportunidades!
Eu nunca vi os EUA tão dispostos a fazer parceria com o brasil como visto nesses ultimos anos, brasil esse que é uma piada e merecia tomar uns tapas do tio-san, mas sabe como é o tio-san não é mais o mesmo e dai piadas como brasil e tantos outros acabam se achando relevantes.
concordo plenamente,oportunidades de ouro principalmente ,no fim da segunda guerra em que fomos aliados e lutamos na mesma trincheira,tinhamos que ter nosso assento cativo na ONU,conquistado no campo de batalha,e cedendo bases de nosso país aos EUA,ajudando no esforço de guerra,no céu no ar e no mar,perdemos oportunidades na guerra fria por não ser forte e não saber barganhar,jogar com a Rússia e os EUA,com o fim do regime militar,e do declíneo da URSS,o governo cívil,só fizeram uma coisa corrupção,e voltar ao passado para a comissão da verdade,olhando com picuinha para o passado esquecendo de quanto nosso país e grande,e como sempre perdendo grandes oportunidades.
Que grande besteira!!
Nossa entrada do lado aliado foi comprada pelos EUA. E fomos muito bem pagos. Não gastamos nada durante a guerra. Todos os equipamentos usados na Itália foram fornecidos e pagos pelos EUA. Até a ração dos soldados foi fornecida pelos EUA. A nossa entrada na guerra foi comprada. Apenas para aumentar o "coro" anti-nazista. O Estado-Novo só tinha afinidades com o Governo Nazista. Não tinha nenhuma afinidade com a democracia.
Caso você não saiba o Brasil chegou a encomendar milhares de caminhões, canhões e outras armas junto ao Governo Nazista. Aliás o primeiro carregamento chegou a ser entregue. Os lotes seguintes não foram entregues devido ao bloqueio do Atlantico e posterior entrada do Brasil na guerra do lado Aliado.
Jamais fizemos por merecer um assento no Conselho de Segurança. Diversos outros países mais envolvidos no conflito também não possuem assento no CS da ONU.
Nossa Marinha navegava até poucos anos atrás com navios praticamente cedidos (preços irrisórios) pelos EUA para as nações amigas.
Não estou aqui defendendo os EUA. Mas até hoje não fizemos por merecer sua confiança. Sempre ficamos em cima do muro.
Esse FX brasileiro vai acabando matando todos de raiva, "acho" que os fabricantes para ver o fim do FX…., vai brigar para fornecer de graça esses caças, eles pensam: "Pobres brasileiros" rsss…..
Revezamento no poder , continuísmo não é saudável .
Quanto a adquirir isso e aquilo , não é favor, é obrigação.
Apesar do monte de partidos políticos na prática temos sempre dois, algo como republicanos e democratas dos EUA.
S H para o BR
Estas declarações da Boeing são uma demonstração cabal que para os EUA, negócios de empresas privadas e política de estado são indisolúveis, intimamente ligados.
Há uma especie de "estatismo político/indústrial" aí, profundamente enraizado na maneira esatdunidense de fazer negócios comm outros países…
Golpes de estado e derrubadas de governos aconteceram e acontecem frequentemente, a partir da iniciativa de empresas privadas estadunidenses apoiadas pelo governo, ou vice-versa: empresas norte-americanas apoiando o estado do EUA em iniciativas desestabilazadoras contra outros estados.
Não se imagina(por exemplo) a Embraer dizendo para os compradores do KC-390 que "na medida em que seja aprofundada a cooperação (alinhamento) e a confiança ( subserviência) entre os governos do Brasil e vc, país comprador, deixaremos que produza algumas telas coloridas aí no seu país…"
Bom, talvez seja hora do Brasil fazer isto também…
São pensamentos como os seus que deixam cada vez mais o Brasil marcando passo. Nacionalistas radicais (tanto da esquerda como da direita) assim pensam, formam opiniões, pressionam e geram constrangimentos na hora de se decidir pelo avanço de uma Nação.
Vc sinonimou das piores formas as palavras cooperação e confiança. Se por acaso você observar as nações "alinhadas", "subservientes" aos EUA, verá o quanto elas são "atrasadas". Vou dar 02 exemplos:
Coréia do Sul e Taiwan. Outros exemplos: Israel, Cingapura, Malásia, Tailândia (está chegando lá!).
As primeiras empresas capitalistas que entraram no mercado chinês, foram as americanas (preciso dizer mais alguma coisa?). Estas Nações, antes de tudo, se fizeram respeitar.
O Chile adquiriu equipamento americano (F-16) e veja a reportagem acima sobre o domínio de sua manutenção em tão pouco tempo. O Chile é uma Nação que se faz respeitar. Vai surpreender a todos nós daqui a alguns anos. Sejamos mais pragmáticos, pois.
O que mais me impressiona nos debates é controle policio ideológico quase Stlinista realizado pelos "camaradas" de plantão policiando opiniões que contra dizem as "marravilhas do Brasilputênfia", bastou mostrar a realidade e a turma do "Gilberto Rezende" aparece…
Vamos ver ele em 2014 com a "nau" fazendo agua por todos os lado, os que garantiram para si ad eternum o bolsa ditadura" vão ser os primeiros a abandonar o navio, porbre de nós que precisamos trabalhar para sobreviver e sustentar esta corja…
Na pratica a transferência de tecnologia é uma ilusão que franceses e suecos estam propondo para a gente, nenhum povo dá os seus segredos tecnicos-militares ao outro assim de graça, Há coisas que não tenhem preço, Os Estados Unidos estam sendo mais sinceros e realistas. Há conteudos que não podem ser transferidos assim do nada, Eu acho que é mais importante abraçarmos a maior familia da industria aeronautica (BOEING) pois somente assim iremos desenvolver. Os nossos pilotos todos sonham em pilotar um F-18 E/F Super Hornet, Com a aquisição de 36 unidades para a FAB e mais 48 para a Marinha,O brasil se transformará na potencia militar que todos nos sonhamos. Primariamente ao dominio da tecnologia de produção do avião é necessario dominar primeiro as tecnicas de utilização operacional do meio.