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Gripen NG mais caro do que esperado

Publicado em 27/07/2012 por em Militar

O caça Saab Gripen NG durante o farnborough International Airshow. (Foto: Shaun Schofield)

As Forças Armadas da Suécia terão que de cortar bilhões de coroas suecas no próximo ano caso queiram pagar para colocar em produção o novo Gripen NG, de acordo com um relatório da emissora nacional da Suécia, a Sveriges Radio (SR).

Os militares em março apoiaram uma porposta anteriormente votada no Riksdag, de que a Suécia devia desenvolver até 10 jatos Gripen do modelo E/F.

Mas de acordo com a SR, o exército e o governo em maio receberam uma previsão de custo da empresa Saab Group Defense, um valor supostamente muito acima do que era esperado.

Em janeiro, a SR informou que o preço esperado do desenvolvimento do novo jato chegaria à aproximidade 32-33 bilhões de coroas (US$ 4,7-4,8 bilhões), mas este número tem aumentado significativamente desde então, de acordo com a emissora.

Isso coloca uma nova pressão sobre ao já curto orçamento de defesa das Forças Armadas da Suécia, que já tinham chegado à conclusão de que economias precisam ser feitas e que as decisões políticas sobre se futuros cortes adicionais ou novos investimentos do governo devem ser tomadas.

Várias fontes revelaram ao SR que os militares na segunda-feira estarão informando o governo que bilhões de coroas suecas devem ser cortados a partir do desenvolvimento de outros previstos sistemas de armas para 2013 e 2014, para ser capaz de apoiar o desenvolvimento do novo jato Gripen.

Ao mesmo tempo, o exército já fez vários alertas de que vários outros sistemas de armas estão precisando uma atualização urgente.

O Tenente-General Jan Salestrand das Forças Armadas da Suécia não estava disposto a divulgar quaisquer detalhes, mas disse a SR que está uma situação complicada.

“Uma atualização é necessária se queremos ter um sistema de força aérea para década de 2020 e além de 2030, para se igualar ao desenvolvimento no resto do mundo. Ao mesmo tempo, do ponto de vista militar, isso não pode ser feito a qualquer preço”, disse ele a emissora.

Fonte: The Local – Tradução: Cavok

 

60 Respostas

  1. Ilya Ehrenburg

    Quanta surpresa…

  2. Julio quer Ca&ccedil

    Desculpe a ignorancia, mas eles não deveriam estar investindo no desenvolvimento de um caça de 5ª Geração? Estranho, não ouço nada a este respeito, tanto em relação aos suecos como aos franceses. Como será daqui há vinte anos? Suecos e franceses oferecendo Gripens e Rafales ao mercado enquanto americanos, russos, chineses e japaneses oferecem caças furtivos? Não é meio sem sentido?

    • Nenhum europeu possui um projeto de 5ª geração, os ingleses e outros no F35 o resto é Typhon, Rafale e Gripen. Melhor ficar debaixo do tio, pega uns F15s e parte para o F35 ou parte para junto dos japas, meio difícil para nós, os caras são muito bons.

    • Brazilian Nightmare

      O fato de não termos notícias de um caça de 5ª geração francês ou sueco, isso não quer dizer que não existam projetos, correto? Outra coisa para as empresas suecas e francesas desenvolveram um caça de 5ª geração, o governo dos respectivos países tem que sinalizar com isso, não? Isso ainda não aconteceu com a Suécia e a França. Mas a França tem um projeto de um um UCAV furtivo, o nEUROn projeto esse que tem a participação da Itália, Suíça, Grécia, Suécia e Espanha. A experiência nesse projeto poderia ser usada em um caça de 5ª geração.

      • Nick

        Caro Brazilian Pesadelo,

        Os suecos desenvolveram estudos iniciais de um caça de 5ªgeração chamado FS2020. Mas é para uma era pós-Gripen. Se tivesse recursos, talvez estariam com esse projeto acelerado para entrar em vôo daqui 10 anos, mas pelo jeito um demonstrador em escala real deverá demorar uns 20 ou mais.

        No meu entender o Brasil deveria comprar o projeto e desenvolve-lo em um configuração adequada à END e as necessidades operacionais da FAB, seria o substituto dos A-1 e F-5EM. E esse desenvolvimento poderia seguir o modelo do KC-390, aumentando a escala de encomendas e parceiros de risco no desenvolvimento.

        Video do projeto FS2020:
        http://www.youtube.com/watch?v=B-_BvFadE7w

        []'s

    • Nick

      Caro Julio,

      Os europeus estão focados mais nos UCAVs. Talvez desenvolvam um caça tripulado conjunto para substituir o Gripen, Typhoon e Rafale.
      Como esses caças sairão da linha de frente por volta de 2030/2040, o desenvolvimento de um substituto deve começar por volta de 2020, no máximo.

      E se forem espertos, farão apenas um único tipo de caça para a maioria dos países europeus, deixando o orgulho nacionalista de lado. Caso contrário, o F-35 agradece.

      Sobre a notícia, confesso que estou um pouco desapontado com os suecos. :)

      []'s

  3. W.Strobel

    Por isso a necessidade de arrumar uma parceria, estes custos tem que ser divididos.

    • Wallace

      Ninguem quer ser trouxa o suficiente pra arcar com este jato sueco que so recebe reprovacoes por ser um projeto de alto risco e defasado. O Gripen C ja se deu mal em desempenho ficando abaixo de um velho Hornet. Ainda bem, que o Brasil nao entra nessa armadilha sem futuro e cada vez mais cara.rss

      • HMS TIRELESS

        E entrar na outra arapuca onde Francês finge que transfere tequinúlugia e os macaquitos aqui montam Rafale como kit revell? Sem chances meu caro! Meu consolo é saber que o Rafale não será o caça da FAB. Aliás a FAB não terá mais caças no que depender do atual ciclo político.

  4. Vinicius Almeida

    Alem de atrasado, agora vai estar acima do preço, quem vai querer isso?

  5. RR

    Camaradas,

    Nada mais natural que fique mais caro para a Suécia.

    Primeiro, não há mais parceiros com quem dividir o custo. Segundo, não há escala por conta da quantidade até aqui pretendida ( cerca de 80 para a Suécia e os 22 suiços ). Evidente que os custos estrapolem o que foi originalmente previsto…

    Contudo, a verdade é que ainda assim será mais barato para manter que o Rafale e o F-18… E não deverá nada a eles…

  6. Wolfpack

    Você olha para o desenho desta aeronave e observa que sua plataforma está no limite. Tanques conformais sobre a fuselagem e na rais das asas. A Saab tenta aumentar as capacidades deste caça, mas ele não foi originalmente pensado para este fim. Fica algo remendado e estranho. Um Falcão Bkl52/60 apresenta melhor balanço entre o que entrega x custo de operação.
    O NG é uma aberração que muitos entendidos apostaram suas fichas, e o desejavam na FAB, por lobby ou algum banner em seu site, ou mesmo uma viagem de férias para Estocolmo.
    Como o FX2 morreu. Não corremos mais o risco que agora está com a Força Aérea da Suécia e da Suíça.
    [ ]s

    • HMS TIRELESS

      Mas por outro lado corremos um risco maior: O de simplesmente não ter força aérea Wolfie

      • Gilberto Rezende-Rio

        Tá bão a Armée de L'Air é uma miragem então ???

        Quem é maior a força aérea, a Francesa ou a Sueca ???

        • HMS TIRELESS

          Como é de costume você entendeu tudo errado meu caro Giba. O alerta que faço aqui diz respeito ao Brasil posto que com a morte virtual do FX-2 e baixa dos aparelhos atualmente em serviço o Brasil corre o risco de simplesmente ficar sem força aérea. Foi isso o que eu quis dizer. E por favor não venha dizer que a maravilhosa (The) END, o glorioso Livro branco de Defesa e o virtuoso ciclo político atual vão dar ao Brasil Super-mega-hiper caças furtivos de 5ª/6ª geração sem nenhum para fabricado "peluzamericanú mau" que os fatos são incontestes e cristalinos e desmontar o mito do "Brasil – PuTênfia"

  7. RR

    Camaradas,

    Tudo isso vem principalmente do fato de não haverem outros parceiros para dividir os custos. Logo, nada mais natural que fique mais caro para a Suécia, que necessita de renovação de forças, não pode esperar, e consequentemente terá que por mais dinheiro…

    Contudo, não há nada referente ao preço do caça em si ou ao custo de operação por unidade…

    • Roberto B.

      Prezado RR .
      A minha pergunta neste caso seria :
      _ Por que será que não existem outros parceirso para dividir os custos ?
      Outra questão :
      _ Porque os utilitários do Gripen nã se manifestam para a futura renovação de suas frotas ?

      • Nick

        Caro Roberto B,

        Sobre a 1ª questão, porque o projeto do NG visou atender primariamente atender a substituição dos Gripen C/D atuais da FAS. E ao mesmo tempo fornecer tecnologias para um Gripen C/D + . A Suécia já sabendo antecipadamente que o custo de desenvolvimento de um novo caça não seria pouca coisa, buscou parcerias através das concorrências na Índia e no Brasil.

        Mas provavelmente será a Suiça a parceira no desenvolvimento final do Gripen E/F.

        Sobre a 2ª questão: O Gripen C/D ainda é um caça atual. Pode esperar tranquilamente mais uns 10 anos até a necessidade de upgrades, que coincidentemente, é o prazo planejado pela Suécia para a finalização do Gripen E/F. ;)

        []'s

      • RR

        Roberto B.,

        Quando pensou-se no Gripen NG, o que a Suécia propos foi uma aeronave que atendesse o mercado de exportação. Logo, estava previsto que deveria haver comprador externo para diluir os custos do desenvolvimento, compartilhando tecnologia se necessário ( caso do Brasil ). Esse comprador apareceu na forma da Suiça, contudo os suiços optaram por uma encomenda pequena, que não cobriria os gastos. Daí que outras necessidades surgiram. Detectou-se a necessidade de modernização/renovação da frota e os suecos simplesmente optaram por não esperar e resolveram pagar tudo do próprio bolso. Isso foi dito em reportagem anteriormente publicada aqui mesmo no Cavok…

        E isso tudo por que? Porque a Suécia é uma nação de recursos limitados. Embora seja tecnologicamente avançada, não está em posição de avançar sozinha com muitos programas militares avançados. É pra tanto que, como a reportagem do Cavok mesmo apurou, estão "desvestindo um santo para cobrir outro"…

        No tocante aos outros operadores de Gripen, veja que a frota de Gripen exportada é relativamente nova, da década de 2000 ainda. Logo, comprar uma nova aeronave agora, tendo em mãos uma aeronave que já é avançada e ainda tem uso previsto para além do ano 2030, é algo que não teria muito sentido…

        • RR, avançada? não teria sido o Gripen C que decepcionou a Força Aerea Suiça? que ficou abaixo do F-18 deles?…

          • RR

            Francisco AMX,

            É o mesmo Gripen que é hoje utilizado por cinco forças aéreas que não querem largar o osso…

            Caro amigo, não se baseie em relatórios de comparações como esses, pois eles exprimem a realidade para apenas um país ou um grupo fechado. Lembre-se que essa mesma Suiça preferiu selecionar Gripen NG em detrimento do Rafale…

            Que dizer então de outros países que preferiram outras escolhas, tais como Marrocos, que preferiu o F-16 Block50 ao Rafale… Isso quer dizer que o F-16 é melhor que o Rafale? Evidente que não… Talvez seja melhor para os marroquinos, mas não para os outros. Entende onde eu quero chegar? Comparações como essa podem acabar exprimindo somente uma realidade localizada ou momentânea; que são alusivas as necessidades e condições daquele momento ou a um cenário específico. O que é melhor para um pode não ser melhor para outros…

            • RR, relembrando, vazou um relatório da força aérea suiça, nunca contestado pelo governo e sim uma explicação dando conta, em saia justa, de que a Suiça optou pelo preço tão somente, e que o relatório desabonador teria sido o da versão C, esta que o amigo insiste em colocar no mesmo nível do Rafale e F-16B50… é isso que eu não acho certo.
              E vamos falar sério RR, onde o F-16 e F-15 levou do Rafale foi apenas pela pressão americana aliada ao preço atraente, onde o quesito técnico falou, o Rafale parece ter suplantado os concorrentes…
              Sobre "melhor para um não ser para outro" veremos numa guerra… ainda bem que a Suiça sempre está do lado certo… rsrsrs, não resisti à ironia… mas fando sério, até quando este país vai continuar sobrevivendo do sangue dos outros???

              abraço RR

              • RR

                Francisco AMX,

                No caso específico do Gripen C, ele realmente está no mesmo nível de um F-16 block50, com desempenhos muito similares ( exceto pela velocidade ), e não deve nada ao Rafale F2 ( eletrônicamente falando; sempre me restringi a comparação a termos eletrônicos e tecnologia embarcada, e não ao desempenho da máquina em si quando comparo o Rafale ao Gripen, já que são aeronaves de categoria diferente, de qualquer forma ).

                Quanto a Suiça… eu não diria que ela está sempre do lado certo. Eu diria que ela nunca faz oposição a quem está ganhando… e nunca deixa de "bater um papo" com quem está perdendo… digamos assim…!!!

                Sobre o que é melhor ou não… Veja o seguinte exemplo: de um lado a Alemanha, com Tiger, Panthers… e do outro a Russia com seu T-34 como cavalo de batalha… O T-34 era superior ao Tiger ou ao Panther? Evidente que não. Contudo, qual era o mais barato e fácil de manter? O T-34. E quem ganhou a guerra nós sabemos. Teria a Russia conseguido produzir tanques suficientes para repor suas perdas se tivesse investido em um tipo como o Tiger ( bem mais sofisticado, porém caro, de manutenção exigente e de produção dificil )…? E se a Alemanha tivesse investido o que investiu nos Tiger e Panthers em um modelo mais modesto, porém bom o bastante ( investir mais na produção do Panzer IV, talvez )? Creio que é algo a se pensar…

                E sobre pressão americana… Veja a Arabia Saudita, que preferiu Typhoon… Eles poderiam muito bem ter aderido ao Rafale ou somente ao F-15, mas compraram o Typhoon… Porque? Pressão inglesa? E o que dizer então dos Typhoons austriacos…? Eles poderiam ter solicitado Rafales, não? Prezado amigo… a pressão de fato existe, mas ela se dá mais em torno do preço atraente e da situação política. No caso específico da Coréia do Sul, eles tem a China e a Coréia do Norte como preocupação e, dentro desse cenário específico, os EUA terminam sendo os parceiros mais confiáveis. Entende? Não é uma pressão em si, mas a situação política regional. Já no caso da India, tem-se o compromentimento da França em repasse tecnológico e cooperação com projetos locais, como a turbina Kaveri para o TEJAS, e ( provavelmente ) pesou o fato do Paquistão ser abastecido com caças F-16… Por fim, um caso totalmente diverso, o Marrocos não viu necessidade num caça caro como o Rafale sendo que, no entender deles, o F-16 cobria bem as necessidades locais e seu desempenho foi considerado bom o bastante pra eles. Ou seja, não se julga somente o desempenho das máquinas em si, mas a política local e os objetivos das forças envolvidas nas compras. Não há lógica em comprar o mais caro sendo que o de preço mediano faz o que se precisa… E, por outro lado, existem situações em que investir numa solução mais cara torna-se necessário; caso dos indianos com sua necessidade de ToT…

              • HMS TIRELESS

                Desculpa Broe mas se por um lado o Viper levou no Marrocos por conta do seu preço atraente, não fi o que aconteceu em Cingapura e Coréia do Sul. Nestes dois países o Eagle venceu tecnicamente o Rafale. Se por um lado a capacidade de dogfight do Rafale mostrou melhor, por outro ele perdeu em velocidade, alcance, radar e capacidade armas ou seja, o F-15 entrega uma capacidade estratégica maior que a do Rafale.

                Abração Broe!

                • Realmente, em se falando de capacidade estratégica o F-15 é mais "cuiudo"… mas convenhamos, se o Rafale fosse americano e o F-15 francês… ia dar Rafale na cabeça… :)
                  abraço bruxo!

  8. Wagner

    Acredito que a Europa toda devia se unir e projetar seu proprio Caça de quinta geração, tão poderoso quanto o Pak FA ou F 22.

    Tipo, um projeto de longo prazo, com primeiro prototipo para 2020. Seria o sucessor do EFA.

    Se a França e a Suécia se unissem a GB e Alemanha, sairia um excelente caça.

    Teria que ter vetoração, supercruise, stealth, aesa europeu, e todos os mais avançados sistemas.

    Creio que eles conseguiriam isso. Poderiam ate atrair parceiros de fora, para abaixar o custo.

    • Nick

      Caro Wagner,

      Racionalmente é o que eles(os europeus) deveriam fazer. O problema começa na hora de saber quem vai liderar o projeto, quem vai fabricar o que, quem vai fazer a montagem final, etc. Só não podem repetir os erros do Eurofighter/Rafale. Um acabou por se criar várias linhas de montagem, o outro um único país teve que bancar o projeto/desenvolvimento para apenas seu país, o que elevou de forma astronômica seus custos unitários de produção.

      []'s

  9. bom, depois de ler "esperneios" tentando defender o indefensável, só posso dizer: a mágica foi desvendada! nada mais natural! este Gripen E/F proposto custará 2 F-16… vou agora esperar uma correção da Jane´s, sobre aquele "estudo" ridículo, baseado em suposição…

  10. Giordani RS

    Tudo se resume a uma única coisa: Só é possível prever custos. Não fixá-los.

    gripen ng + braZil = AMX II

    • Nick

      Caro Giordani RS,

      Se o Gripen NG + Brasil = AMX II, já seria um avanço gigantesco. :)

      Mas é bom lembrar que a participação do Brasil no NG teria menos riscos: Se a Suécia assinar 80 caças ao mesmo tempo que o Brasil assinar 80, já estaria ok.

      []'s

  11. RR

    Francisco AMX,

    O amigo não tem porque duvidar do estudo da Jane´s. Se considerarmos tudo o que já foi exposto, como o fato dos componentes do Gripen C voarem com outras aeronaves ( F-18, T-50, TEJAS ), a arquitetura aberta, e ser monomotor, fica claro do porque o Gripen ser mais barato.

    De certo que o Gripen E/F terá um custo de aquisição superior ao atual F-16 block50. Afinal de contas, será uma aeronave mais avançada… Se fosse "chutar", diria que seu preço flyaway será próximo ao do F-18 E/F para a USN ( algo como 65 milhões de dólares ), dependendo da escala de produção…

  12. Nao devemos esquecer deque este valor pode abaixar e muito se aumentarem o n de avioes encomendados,tudo dentro da normalidade,aparecendo os parceiros o preço unitario cai !

  13. RENATO DE MELLO MACH

    não vai sair nada GF tem gastos mais importantes para o país.

  14. Galileu

    O brasil é interessante, quer ToT (END) mas não entra em um programa, diga-se de passagem o NG é o ÚNICO que atende as exigências..

    O gripen é a alternativa aos F16, tem escala e capacidade para ser um ótimo cavalo de batalha! Duvido que o custo operacional dele é maior que um F16.

    Mas concordo que pelo fato desse país não ser sério e já termos provas do que isso significa (AMX), não acho legal ver o gripen aqui pois demoraríamos 15 anos para o ver totalmente operacional ahahahahah

    Que venha tampax, ou os 36 de prateleira pro GDA, e o resto montado aqui (revell) para substituir os Forevis, tipo 1 caça por ano, a velha conhecida escala das forças, nada que em 30 anos a fab não esteja substituindo os forevis. ahahahahha

    Mas lembre-se senhores está mais fácil a fab fechar as portas e ficarmos somente com a aeronáutica.

  15. 5 bilhões de dólares para desenvolver um caça? Isto é muito barato!! Por mais que os custos de aquisição aumentem, ainda será uma boa opção. Obviamente o grande problema é ainda a incerteza quanto ao seu sucesso comercial, oque pode impedir um preço mais competitivo.

    O interessante é que o tempo passa e as oportunidades passam. No início do FX-2, todos acreditavam que o Gripen NG seria o vencedor. O tempo passou e o Rafale se tornou favorito, inclusive de nosso ex-presidente. Hoje o favorito parece ser outro. A parceria entre Boeing/Embraer e a necessidade de novos aviões de abastecimento/transporte presidencial, fizeram do Super-Hornet o novo favorito.

    A escolha do Super-Hornet seria muito boa para a FAB. Além de ser uma aeronave com escala de produção, não custa um absurdo para adquiri-lo e mantê-lo. Parece ser a opção mais equilibrada. Com a grande quantidade de aeronaves em serviço, há um grande mercado para atualizações e upgrades, oque garantiria o seu constante desenvolvimento pelas próximas décadas.

    Há de se levar em conta também que o tempo para substituir nossas aeronaves está se esgotando. Os M-2000 serão totalmente retirados de serviço até o final de 2013 e os primeiros F5-EM serão retirados em 2016. Portanto não há tempo para cancelar o FX-2. A dúvida que fica é se serão somente 36 aeronaves. Caso o contrato fosse assinado hoje, os primeiros caças encomendados chegariam provavelmente em 2014/2015, portanto após a retirada de serviço dos M-2000. Além disso já em 2016 estaríamos retirando os primeiros F5. Fica claro que 36 aeronaves serão insuficientes para substituir as eronaves a serem aposentadas.

  16. Gilberto Rezende-Rio

    O que acontece ao Gripen NG aconteceu a maioria dos projetos aeronáuticos militares…

    Lembram das promessas iniciais de quando custaria o F-35…

    Pois é quando o projeto sai da FICÇÃO DO PAPEL (onde SEMPRE esteve o Gripe NG ou Gripen E/F) é uma DROGA…

    REALITY IS A BITCH…

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