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Indonésia e Coreia do Sul adiam programa de desenvolvimento do caça KFX/IFX

Publicado em 01/03/2013 por em Militar
Concepção artística do caça de geração 4,5 que está sendo planejado pela Indonésia em conjunto com a Coreia do Sul.

Concepção artística do caça de geração 4,5 que está sendo planejado pela Indonésia em conjunto com a Coreia do Sul.

Um oficial sênior da Indonésia disse nesta quinta-feira, dia 28 de fevereiro, que o processo de cooperação entre a Indonésia e a Coréia do Sul no desenvolvimento conjunto de um caça avançado foi adiado devido a transição de poder no governo sul-coreano.

“O processo vai ser adiado em um ano e meio devido a recente transição de poder na Coreia do Sul. O novo presidente tinha acabado de ser empossado no país. O novo governo precisa de mais dados para convencer o parlamento”, disse Pos Hutabarat, potencial diretor geral de defesa no Ministério da Defesa da Indonésia, durante um seminário na indústria de defesa discutido em Jacarta.

Ele acrescentou que o adiamento do projeto conjunto no desenvolvimento do caça de 4.5 geração chamado de KFX / IFX vai desde janeiro de 2013 até junho de 2014.

“Os projetos conjuntos serão retomadas em junho de 2014″, disse ele.

A Indonésia contribui com 20 por cento dos fundos totais necessários para financiar o projecto conjunto. A parte da Coreia seria cumprida por empresas estatais sul-coreanas.

O caça KFX teria um tamanho intermediário entre o F-16 e o F-35.

Os jatos de caça KFX / IFX terão o nome de código F-33. De acordo com as empresas, o avião deverá ter uma capacidade ligeiramente abaixo do caça furtivo F-35 dos EUA, que é reconhecido como um avião de quinta geração.

Sob o acordo inicial, o avião de combate seria produzido em 250 unidades. A Indonésia receberia 50 unidades produzidas até 2020. Cada aeronave deverá custar entre US$ 70 e US$ 80 milhões no início.

“Podemos obter um valor do jato de 50 a 60 milhões de dólares cada, porque estamos participando no desenvolvimento do avião novo”, disse Pos, citado pelo detik.com.

Ele disse que a Indonésia enviou 30 engenheiros para estarem envolvidos nos trabalhos de projeto do avião, na unidade de defesa KAI no sul da Coreia do Sul.

Fonte: NZ Week – Tradução: Cavok

 

10 Respostas

  1. FoxDelta

    Eu estava colocando fé nesse projeto KFX / IFX, creio que vai ser meio difícil depois de um ano e meio o projeto ser retomado , vamos aguardar para ver.

  2. eEUcomISSO [Tassio Bruno]

    estou na espera d ver um mock-up do aviao japones

  3. Nick_Fry

    Esse KF-X tá ficando interessante, mas é mancada não ter uma baia interna de armas.

    []'s

  4. ECO_CHARLIE

    O Brasil poderia entrar neste projeto para substituir os A-1. Seria uma parceiria interessante. Desenvolver um novo caça absorvendo novas tecnologias, mas sem devaneios inúteis, bem pragmático e objetivo, sem "tecnologias mirabolantes". Não precisamos de um caça que seja superior aos caças norteamericanos. Seria muito bom para a indústria, para a FAB e para o país como um todo.

  5. Galileu

    Eu já previa, nenhum tem experiência a ponto de criar um 5G

  6. WRStrobel

    O problema é que os vizinhos, China, Rússia e Japão estão desenvolvendo seu 5ºG e muitos críticos acham que estão gastando dinheiro com um caça novo que vai ficar um pouco acima do desempenho de um F-16 que eles ja tem em grande quantidade.

    Por outro lado quem o defende diz que a Coreia do Sul deve adquirir um 5ºG pronto, tipo F-35 e lançar seu F-33 próprio 4.5G para desenvolver sua indústria local. A data de jun/2014 é para cair no início do próximo ano fiscal, pois seria difícil conseguir aprovação de recursos para este ano fiscal. A industria local terá mais um ano para fazer um lobby pesado junto aos parlamentares.

  7. Armand Assante

    Que “carinha de Gripen”…

    Se um raio caísse, sem matar, e unificasse as intenções stealth dos perdidos Coréia do Sul (KF-X), Indonésia (IFX), Suécia (FS-2020), Turquia e até o Japão (ATD-X) — que relevaria suas diferenças históricas com os coreanos, nos fundamentos do caça, antevendo que os “inimigos” maiores deles são China e Rússia, nessa ordem — acho que poderia sair uma bela aeronave bimotora de 5ª geração daí…

    Se o Brasil não fosse um país de governo de pibinhos e beocices, como perder ou não saber fazer parte (politicamente) de um PAK FA, poderia até ser integrado a uma megainiciativa dessas.

    Por fim, até a Dassault, se não exigir a chefia do programa e sair emburrada quando não conseguir (isso, caso não seja absorvida pela EADS nos próximos anos ou acabe vindo a fechar post-Rafalem), poderia também fazer parte dessa maluquice técnico-aeronáutica.

    Mas, é pura fantasia. Um Eurofighter deu muito problema só com quatro países integrados, imagine esse, com 7 (sete!) e nem todo mundo tecnicamente no mesmo nível ou disposto a partilhar certos conhecimentos com um “sócio”…

  8. Andre Bacha

    Pessoal, boa noite.

    Não era pra nós estarmos envolvidos nesse projeto?

    Sds.

    • Nick_Fry

      Caro André Bacha,

      Com certeza. Turquia (TAI), SAAB, LM e Boeing já estão em entendimentos para participar desse projeto. O bonde é agora. E para isso esse FX-2 tem que terminar de qualquer jeito, para passarmos para a próxima fase, em que esse caça se encaixaria perfeitamente.

      []'s

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