
Um caça F/A-18F Super Hornet da RAAF durante demonstração no Australian Air Show 2013, em Avalon. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
O Pentágono notificou o Congresso nessa quinta-feira sobre os planos para venda de 12 caças F/A-18 Super Hornet da Boeing e mais 12 jatos de guerra eletrônica EA-18G para a Austrália. O negócio avaliado em US$ 3,7 bilhões surge como um impulso para os esforços da Boeing de expandir suas vendas externas em função de uma esperada queda nos contratos com o Pentágono.
A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou o Congresso dos EUA no dia 27 de fevereiro sobre a possível Venda Militar Estrangeira para a Austrália de até 12 aeronaves F/A-18E/F Super Hornet e 12 aeronaves EA-18G Growler, além de equipamentos associados, peças, treinamento e apoio logístico.
No pedido feito pelo Governo da Austrália, está uma possível venda das 24 aeronaves e mais: 54 motores F414-GE-402 (48 instalados e 6 sobressalentes), 2 dispositivos de admissão do motor, 35 sistemas de radar AN/APG-79, 70 MIDS-LVT (Multifunctional Informational Distribution System Low Volume Terminals) AN/USQ-140 ou sistemas conjuntos de rádio táticos RT-1957(C)/USQ-190(V), 40 Sistema Integrados de Contramedidas AN/ALQ-214, 24 Conjuntos de Receptores de Contramedidas de Guerra Eletrônica AN/ALR-67(V)3, 72 lançadores de mísseis guiados LAU-127, 15 canhões M61A2 Vulcan, 32 óculos de visão noturna AN/AVS-9 ou dispositivos de sistemas de visão noturna com pontaria, 40 interrogadores combinados com transponder AN/APX-111, 80 sistema de comunicação AN/ARC-210/RT-1990A(C), 100 dispositivos de gerenciamento digitais KG-60, 36 sistemas de navegação de precisão, 30 Sistemas de Designação Distribuídos (DTS) AN/AYK-29(V), 4 cases de planejamento de missão do DTS AN/PYQ-21, 24 pods ATFLIR AN/ASQ-228, 40 Simple Key Loaders AN/PYQ-10, 80 módulos Modo 4/5 KIV-78, 48 estações de trabalho de gestão COMSEC (CMWS), 24 sistemas de contramedidas de guerra eletrônica AN/ALE-47, 80 Sistemas Conjuntos Montados no Capacete (cueing JHMCS), e 400 decoys rebocados por fibra ótica AN/ALE-55.
No pedido também está incluído a integração de sistemas e testes, ferramentas e equipamentos de teste, equipamento de apoio, peças de reposição e reparação, publicações e documentos técnicos, treinamento de pessoal e equipamento de treinamento, translado das aeronaves e apoio de reabastecimento e outros elementos relacionados de logística e programas de apoio.
A aprovação do Pentágono não significa que a Austrália compre as aeronaves. A Austrália deve decidir essa compra na metade do ano.
A Boeing tem contratos para caças Super Hornets com a Marinha dos EUA até 2015, e o novo pedido poderá postergar um pouco mais a linha de produção.
A Austrália está buscando com isso preencher uma importante lacuna de sua defesa aérea devido aos atrasos e custos do programa F-35. Originalmente a Real Força Aérea Australiana (RAAF) deveria receber seu primeiro F-35 este ano, mas depois dos atrasos a primeira aeronave Joint Strike Fighter deverá chegar na Austrália somente em 2020.
A RAAF já possui 24 caças F/A-18F Super Hornets e possui um contrato para modificar 12 deles para versão de guerra eletrônica EA-18G Growler, além de legados F/A-18 Hornets.






































Há um boato que o F-18 SH é o novo caça da FAB. Será??
Se isso proceder vai ter muito neguinho cortando os pulsos por aqui..rs!
Apenas um boato, e como em geral acontece, falso.
E ainda tem quem diga que os australianos estão insatisfeitos com os Seus SHs. Imagine se estivessem contentes. Azar do F-35, sorte do SH. Caso se conforme a opção canadense, onde parece uma obviedade que o SH está melhor posicionado para ganhar, podemos esperar mais vendas.
HMS..
Caso o F-18 ganhasse a concorrência do FX-Infinitum, será que poderiam vir alguns modelo Growlers ??..o que vc acha?..
Obs: Acho que o F-35 só será totalmente operacional a partir de 2018
Olha, a Australia , no primeiro lote de f-18, comprou uns pacotes para equipar um F-18 F no padrão Growlers. Dessa forma, dependendo da missão ele poderia ser equipado como caça/bombardeiro ou guerra eletrônica.
Acho que esse seria o melhor mundo para a FAB, caso venha o F-18, manter algumas unidades com a capacidade de fazer esses dois papeis, e isso é algo que os outros 2 caças do Fx não tem.
Agora, pelo que entendi, eles estão comprando mais 12 unidades exclusivamente para guerra eletrônica.
Enquanto ficamos no nhénhénhé e no mimimi do FX-2, os Australianos vão comprando F-18 em suas várias versões enquanto aguardam o desenvolvimento do F-35. Cadê o Dreher???
[]'s
Austrália é um país lacaio…
Quem imita um lacaio, o que é?
A Austrália está muito longe de ser um lacaio e sim um país aliados aos EUA por possuírem pontos e interesses em comum há bastante tempo. Lacaios sim eram todos aqueles países do leste europeu mantidos sob a opressão das armas sob o guarda chuva de Moscou nos tempos da guerra fria. Tanto que na primeira oportunidade debandaram geral. Lacaio é a Síria que precisa se agarrar a Moscou até hoje para não sucumbir….
Caro Ilya,
Lacaio ou não, o fato é que eles não ficam enrolando em decisões e $$$ para a Defesa. Estão modernizando o equipamento militar deles, sem ficar no discurso de "somos a 6ª economia do mundo, merecemos uma cadeira no CS da ONU", e ao mesmo tempo, tendo caças de 3ªgeração, um NAE que não sai da reforma, "MBTs" quase novos LEO 1A5, etc.
[]'s
A Austrália está adquirindo e reformando armas o tempo todo, e verdade seja dita essa aquisição ainda é pouco, a Austrália faz parte do Grande Reino cuja Escócia tá querendo pular fora .
Na verdade ainda, a Austrália vive entrando nas guerras dos outros mas também pensa por si e se preocupa mo está acontecendo em seu redor; geopolítica né? .
Paquistão ,Índia, China , Japão , Vietnan , Coréia do Norte e seus cogumelos de fogo, EUA, Rússia , todos ali não se entendem, possuem problemas fronteiras e brigam por qualquer ilha ou pedaço de isopor flutuando e sujo de óleo.
Todos ali presentes fazendo exercícios militares se preparando, treinando, espionando, mas nós do Brasil não precisamos nos preocupar com movimentações ao nosso redor, somos do futebol, carnaval , copa, olimpíada …
http://www.publico.pt/mundo/noticia/londres-comec…
Não se esqueça que segundo o nosso governo, o que o provo Brasileiro tem de melhor é CArnaval , FUtebol e SAmba (CAFUSA).
Nosso negócio não é defesa, ou educação, somos o pais da CAFUSA.
Vetoração jáá !!!!
F 18 Vetorado !!! seria um debulho de aviao. Muito melhor que o lixo do Piramyd.
Caro Wagner… Não é possível vetorar um tijolo.
Seremos uns completos otarios se comprarmos os SH..a FAB sabe das falcatruas dos Ianks…rsrsrsr,,embargos com os misseis anti-radiacao..mar 1……VLS…..F5……satelite….radar…..etc etc.'so nao ve quem nao que…..nao sou vermelhucho…mas o melhor e unico que poderiam nos vender TOT total sao os russos..sera que podemos confiar neles>??? so Deus sabe….. abracos a todos do CAVOK..
Eu vou te dizer, eu não sei o que é pior…..zzzzzzz……
general-lee,
Qualquer um pode embargar quem quiser a qualquer hora e por qualquer motivo…
Sobre ToT, é improvável que os russos possam fazer melhor que os franceses, americanos ou qualquer um outro. E os motivos são simples: propriedade intelectual e segurança… Mesmo que se permita uma montagem licenciada de tudo, em qualquer equipamento militar existem muitos componentes que são secretos. Pode até ocorrer uma parceria na qual aquele que é tecnologicamente mais avançado faz uma assessoria, mas o resultado é por conta de quem está aprendendo… A rigor, quem quer tecnologia, investe em capacitação local e corre atrás…
RR:
"Qualquer um pode embargar quem quiser a qualquer hora e por qualquer motivo…
——————–
"E qualquer um pode e tem todo o direito de reagir ao embargador, com muitos e justos motivos"
Porque pau que bate em Chico também bate em Francisco…
Fred,
Por certo que sim! Todo o país tem o direito de se posicionar em caso de sofrer um embargo. E todo o país que fornecer um produto de defesa a qualquer um que possa representar ameaça no futuro, também tem seu direito soberano de embargar e evitar a operação de seu produto por mãos alheias.
Fred,
Por certo que sim! Qualquer país tem o direito de se posicionar se sofrer embargo. E qualquer país também tem o direito de embargar se por ventura sentir-se ameaçado por um material de defesa que poderia cair em mãos alheias…
EUA venderem para Austrália, Israel, Turquia e Canadá não vale. São clientes tradicionais que compram qualquer coisa vendida pelos americanos. Quero ver contratos novos com novos clientes. Tá difícil!
Caro AntonioKings1,
O mercado de armamentos, é guiado em grande parte pela ligações político-estratégicas. Ou seja, nações aliadas/amigas aos EUA, comprarão deles, do mesmo modo que nações que não gostam dos EUA, procurarão outros fornecedores (Russia, China). E nessa briga ainda temos a Europa que procura vender em qualquer lugar, mas seus produtos tem um preço maior.
[]'s
A questão é essa: os países 'neutros' não tem comprado muito dos EUA. Temos visto muitas notícias de concorrências ou vendas em que os EUA não aparecem,
Antoniokings1,
Entre materiais e serviços, os americanos vendem a todos os cantos do planeta… F-16 para Marrocos, Black Hawk e Sea Hawk para o Brasil, equipamentos de defesa diversos para a Índia, e por aí vai…
E a Índia, maior comprador de armas do mundo atualmente, tem feito maciças compras de armas dos EUA. E fora paupérrimos países africanos e asiáticos, ninguém tem comprado muitas armas da sua pátria amada….
Os indianos nada fazem de mais. Sempre mantiveram duas, ou três linhas de fornecedores para cada tipo de arma, ou vetores…
Convém não distorcer um precedente histórico, para ajustar a vossa cantilena ideológica e patronal.
Sds.
Concordo quando você diz que a Índia sempre possuiu 2 ou 3 linhas de fornecedores. Ocorre que os EUA nunca estiveram entre elas. E agora vemos maciças compras de armas americanas pelo hindus tais como os P-8, AH-64 e CH-47. E fique sossegado pois a pátria amada a qual eu me referi acima não é a Rússia…
HMS, quer prova maior da inferioridade do SH frente ao Rafale? esta foi um golpe duro ao SH… falem o que quiser… mas os indianos poderiam comprar qualquer caça, inclusive deveria ser o SH… mais barato e tal… mas na hora do "vamo vê", os Indianos descobriram que o SH seria vítima dos F-16 Paquistaneses… rsrsrs
Francisco AMX,
A rigor, a eletrônica do F-18 E/F é superior em praticamente tudo ao que está disponível no F-16 block 50. Mesmo que o combate encurte para o visual, a eletrônica superior do F-18 ainda poderá fazer a diferença… Somente se o F-16 conseguir entrar em um dogfight definitivo com o F-18 é que as chances poderão ser maiores para o caça da Lockheed. Mas mesmo assim, ele já teria entrado no alcance superior do APG-79 a muito tempo, o que significa que teoricamente já teria sido derrubado…
Prezado amigo…. A superioridade do Rafale frente ao F-18 E/F é teórica… A tecnologia embarcada em ambos é muito próxima. No que diz respeito a sistemas defensivos, com a suite eletrônica AN/ALQ-214 e o sistema ALE-50/55, me arrisco a dizer que o F-18E/F é superior… A única vantagem clara do Rafale frente ao F-18 E/F é sua manobrabilidade, mas aí seria o mesmo caso do F-16, isto é, ele teria que encurtar a distância e entrar em dogfight definitivo, torcendo para que o HMD do F-18 E/F não o pegasse antes… E quanto ao sensor IRST do Rafale, é improvável que apresente uma imagem de uma aeronave do tamanho de um Hornet a uma distância superior a 35km ( ou seja, dentro do alcance do APG-79 e virtualmente na NEZ do AIM-120C… ). Por fim, o upgrade previsto para o F-18 E/F tornará ambas as aeronaves virtualmente iguais…
E quanto a escolha indiana, ela provavelmente deveu-se outros fatores além das excelentes qualidades do Rafale, tais como o apoio técnico oferecido pelos franceses.
RR, em 2003, depois de exterminadas as principais defesas Iraquianas em Bagdá, vários F-16 em missões Wildwisel, voando baixo, com 2 Harms, não conseguiram lograr o êxito em tese esperado… uma coisa é a teoria de capacidade de acerto, outra é a efetividade real medida… isso é o que acontece comumente em combates aéreos, e é por isso que os pilotos não "gastam" suas armas em disparos "superdimensionados" pelo fabricante… no final, estas diferenças de alcance radar e míssil, são suplantados pela adversidades, pelo menor RCS, pelos recursos efetivemente mais modernos de fusão de dados (que o SH não tem!!! é algo bem básico, até tem matérias falando sobre as atualizações de fusão "melhorada" recentemente… proposta… nada que chegue perto da solução integrada do Rafale, meu amigo… nele está tudo integrado, desde a defea ao ataque, OSF + Damocles + Spectra + RBE + Mica IR e EM, além dos sensores diversos espalhados pelo caça tanto antenas ativas e emissores, como unidades opticas na deriva…. a situacional de um piloto de Rafale é muito mais eficiente… a escolha Indiana foi pelo mais moderno vetor, o mais capaz e de maior taxa de sobrevivência frente aos inimigos em potencial, fosse como o amigo diz, era só escolher o Rafale de cara, sem toda esta celeuma, como fizeram Arabia Saudita e Japão… Israel… até mesmo a Coreia com aquela "concorrência" de carta marcada… abraço!
sem esquecer… a Austrália…. na minha opinião, se vc não que o Rafale… não coloque ele na "disputa", pois se for por efetividade/capacidade… até chegar o F-35, full, não tem para ninguém em multipropósito.
Broe!
As concorrências não são iguais umas às outras. O Rafale ganhou na Índia mas na Suíça,embora tenha preenchido com folga todos os requisitos, os helvéticos simplesmente disseram "Vamos comprar o mais barato. Vamos de Gripen". Aqui no Brasil, pode acontecer coisa mais ou menos parecida. É fato que no presente a proposta do Rafale não é a melhor para a FAB e o país senão vejamos:
Primeiro tem a inevitável questão de custos. Embora recente reportagem da Jane´s tenha atestado que a hora de vôo de Rafale seja mais barata que inicialmente estimado, ainda é mais cara que a do SH por exemplo (24.000 doletas versus 15.346).
Outro aspecto diz respeito à Transferência de Tecnologia, que deveria ser a vantagem principal do Rafale. Conforme as notícias recentemente veiculadas os indianos estão experimentanto muita dificuldade em obter o referido compromisso dos franceses. E olha que ali são 126 aeronaves com mais 60 opções e não três dúzias…….
Parcerias industriais: A Dassault prometeu auxílio no desenvolvimento dos caixões das asas do KC-390. Ocorre que é uma promessa que eles não podem cumprir visto que a Dassault não tem experiência com aviões de grande porte tampouco cargueiros militares. A Boeing esperou o momento certo e agiu. Assinou diversos acordos de parceria com a EMBRAER onde em um deles está justamente previsto auxílio no desenvolvimento do novo cargueiro, agregando a expertise de quem produz jatos comerciais de a grande porte e o atual referencial em cargueiros militares.
Finalizando Broe, é como eu digo: O tempo da Dassault no FX-2 passou. Agora a bola está com a Boeing.
HMS, estamos falando de capacidade e não de preço!
se os Indianos quisessem preço ficariam de F-16 ou Mig-29…
… não exagera bro, os franceses apenas pediram a liderança do projeto, que ao meu ver, pode custar caro ao Indianos deixar a HAL como "chefona"… sobre promessas, o amigo é defensor de uma que não passa de promessa… o NG… 
Sobre a Boeing e o SH no Brasil, que venham e sejam bem vindos!!!!!! pois acredito que se der SH é pq tiveram outros "acertos"… um bom avião com uma boa negociação comercial… abrangente…
as me desculpe, se formos falar de aviões… não importando de onde eles sejam ou onde estejam, o Rafale papa o SH em todas! quem quer uma arma eficiente, realmente moderna, compra Rafale… F-35 não está pronto e não se sabe o que será, e os F-22 não estão a venda, e, na minha opinião, não compensam mesmo… se para os donos não é facil… imagine para os "plebeus"…
Eu discordo Broe! Na Coréia do Sul venceu o melhor. Embora inferior no Dogfight o F-15E é superior em todos os demais aspectos.
Francisco AMX,
De nada adianta ter toda essa fusão de dados se os sensores não são equivalentes… O sistema de defesa do F-18 E/F é totalmente integrado, respondendo automaticamente as ameaças, e é mais completo. Como a motorização é mais potente, isso leva a um sistema de geração de energia mais potente, o que significa equipamentos mais poderosos. Ou seja, ele é bom onde mais importa… Concordo que o Rafale levaria significativa vantagem em um ambiente de guerra centrado em redes e estando sob área dominada, mas se ele for por conta própria em área disputada, sem contar com o apoio de outros meios, aí suas chances são discutíveis, para dizer o mínimo…
Quanto a RCS, ambos são virtualmente iguais.
Sobre mísseis, pode ter a certeza de que se o piloto puder aproveitar a vantagem de poder lança-lo antes, ele irá faze-lo… Não vai simplesmente aguardar pela melhor solução de tiro… Lembre-se de que o míssil não precisa acertar. Basta obrigar o inimigo a bater em retirada e é missão cumprida…
Quanto a concorrências, é bem verdade que qualquer país poderia ter escolhido o que quisesse… Os australianos, por exemplo, poderiam ter optado por qualquer aeronave de qualquer procedência, como já fizeram no passado. Mas preferiram o F-18 E/F. E por que? Porque é uma das aeronaves mais avançadas disponíveis no mercado, já desenvolvida e perfeitamente capaz de coloca-los na vanguarda do sudeste da Asia e daquela parte do Pacifico por pelo menos mais 15 anos…
RR, esta conversa de que o Rafale não tem potência é uma besteira… a relação peso potência dele é muito melhor que a do SH…, negar que o Rafale tenha uma suite mais avançada e moderna em termos de fusão não dá RR… sem chance… sobre RCS eu nem vou mais falar… cansei…, ao contrário do que o amigo pensa, se o inimigo não for derrubado e volta para te "buscar"… não vai esperar na base um ataque devastador e certo! um avião como o Rafale não vai "sair correndo"… nem mesmo o SH… é sobrevivência futura… pode-se debandar mas voltar num instante imediato… ainda mais estes aviões que tem grande autonomia… se uma força debandar como vc fala, já perdeu a guerra antes desta começar…
Na Austrália foi decisão política notória… ficar com fornecedor americano. pura e simples decisão política! lembra das "reclamações" dos australianos? de que o sistema não funcionou como o esperado? APG-79… este mesmo que o amigo credita tanto…
pode até ser que os Australianos tenham a arma mais moderna da região, mas não fariam diferença alguma frente ao poder numérico chinês… por exemplo… logo a India terá a arma mais mortal da Asia…
Antoniokings1,
Entre equipamentos de defesa e serviços, os americanos vendem para todos os cantos do mundo… F-16 para Marrocos, produtos diversos para a Índia, Black Hawk e Sea Hawk para o Brasil, e por aí vai…
depois" da venda dos A-29" para os EUA, tenho quase certeza que o nosso vetor é f-18, resta saber qual variante o Brasil vai comprar. Sou muito mais SU-35 que é um vetor multifuncional completo com guerra eletronica, ar-ar e ar-terra e tudo que tem direito.
A Índia está comprando pesado dos EUA. A usar a sua régua sua pátria amada anda patinando feio na busca de novos clientes meu caro….
Se o Brasil optar pelo F-18 também, Ótimo. Será o melhor que já tivemos. E do jeito que as coisas vão indo muito melhor mesmo que outro tampão já que os Mirages tem o “vencimento” marcado já Pra dezembro deste ano. O F-18 também teria a vantagem de equipar a marinha sem custos adicionais SE optássemos por um novo Nae. (O que é improvável já que nem 36 avioezinhos conseguem sair do papel). Além do mais o pacote do SH e o melhor.
_RR_ ,
O que tu dissestes é uma verdade, concordo inteiramente que qualquer escolha será um risco do " berço explêndido ", por essa visão , então não deveríamos retirar do FX-2 os russos, e acho ainda que os americanos deveriam por nossas supostas ligações como aliados , inclusive em guerra, terem feito a melhor, a mais completa , a mais perfeita , a mais irresstrita proposta para o FX-2 , e ainda , sair de cima do muro nas questões do Atlântico Sul, se assim o fosse , seria F-18 desde criancinha.
ABS que pode significar um abraço ou
que pode significar sistema de freio em relação ao caso, inclusive com bolsa inflável de proteção, pra gente não se machucar de novo.
StadeuR,
Aí é que está! A proposta do F-18 E/F para o Brasil é simplesmente a mais completa já feita para qualquer cliente latino-americano e mesmo de outros continentes. Reafirmo que ela não deve em nada a proposta francesa e que somente os suecos foram além, com a sua proposta de desenvolvimento conjunto de uma nova aeronave de combate.
Sobre os russos, realmente acredito que seria interessante te-los nas finais do FX2, pois pressionaria os outros concorrentes ainda mais por um preço competitivo.
StadeuR,
Aí é que está…! A proposta do F-18 E/F para a o Brasil é simplesmente a melhor já feita para qualquer país latino americano, sem precedentes na história recente. Não deve em absolutamente nada para a proposta francesa. Somente os suecos foram além, oferecendo parceria no desenvolvimento de uma aeronave de caça.
Sobre os russos, até acharia interessantes se eles permanecessem no FX2. Seriam com toda a certeza, um fator de peso sobre os demais concorrentes para que melhorassem os valores de suas propostas.
Deve muito no que tange a transferência de tecnologia.
Não sejamos tolos.
Ilya,
A proposta da Boeing vai muito além da aeronave, e engloba as mais diversas áreas. Há, inclusive, a proposta por parte da Boeing para instalar um centro de pesquisas no Brasil. Isso, de certa forma, é inédito, e poderia contribuir para o desenvolvimento de tecnologias futuras no Brasil, que poderiam ser aplicadas conjuntamente em produtos futuros.
E vale lembrar que a Boeing é uma gigante. Sua carteira de produtos vai muito além de aeronaves militares… Cooperações poderiam ser criadas nas mais diversas áreas, auxiliando a expansão do da industria aeronáutica do Brasil como um todo…
http://www.cavok.com.br/blog/?p=52342
Galante Ilya Ehremburg:
Você sabe tão bem quanto este escriba que ToT, ou "transferênfia di tequinúlugia" é uma falácia. Os indianos estão descobrindo a duras penas e olha que trata-se de 126 aviões e não 36.
Estamos próximos de uma definição quanto ao FX2, sendo o último passo dado pela USAF na escolha do ALX para função COIN no Afeganistão, e o segundo passo uma contra partida brasileira. Tem que ser um jogo de ganha ganha, carne pra Rússia sistemas AAA para o EB, Tucanos pra Tio Sam, Vespas para a FAB. A Presidente não deixar este legado maldito para seu sucessor. Assim espero. O Rafale e o Gripen cansaram de esperar. A Dona Dilma, na verdade, sonha com uma solução local, Embraer, mas esta não sabe das barreiras econômicas e tecnológicas de tal emprendimento. Super Hornet mais perto via FMS.
Estamos longe de qualquer definição. Muito longe.
E ligar as duas dezenas compradas para o programa LAS com a escolha para o FX-2, serve como muleta retórica/ideológica sem qualquer fundamento no mundo real.
Caro Wolf,
Concordo, agora seria um momento político perfeito para a presidente anunciar o FX-2. Ela já tem sua justificativa no caso do SH, com essa venda dos Super Ts. Se ela estava aguardando um fato que pudesse fazer a escolha pelo Vespão, ela o tem. Se não fizer nada, o FX-2 morreu mesmo, e com ele a aviação de caça da FAB, ficando esta apenas com missões de Transporte, Transporte Executivo, Patrulhamento do Pré-Sal e Policiamento Aéreo contra o narco-tráfico.
[]'s
De novo o mesmo assunto ahahaha
Pessoal entendam uma coisa, muito difícil vir qualquer caça do Fx2, pelos mesmos motivos de sempre que resumindo se chama descaso com a defesa.
Vi em outro blog que estavam curiosos pra saber o que a Dilma iria dizer sobre Fx e etc…, oras, ela não irá dizer nada. Outro dia um repórter perguntou o que ela achava sobre tal assunto do qual não me lembro agora mas era algo que não vai bem no país, ela disse que não falaria sobre isso, ou seja, a corja finalmente se deu conta que NÃO deve satisfação a imprensa e nem aos 8% de cabeças pensantes do país, pois o povo NÃO quer nem saber.
Quer mais exemplo disso o Min. de Minas e Energia que perguntado por um reporter sobre de onde o GF iria tirar os bi para o desconto na energia, ele disse: "isso é um problema meu e do GF" ahahahahahahahaha, sim, eles acham que o nosso dinheiro, é deles! ahahahahahahaha.
Francisco AMX,
Eu não neguei nada acerca do potencial da rede integrada do Rafale… Apenas expus o óbvio, que são suas limitações de energia por conta da motorização menos potente; isso inclusive alegado publicamente. Se a geração de energia é menor, os sistemas a bordo tendem a ser menos poderosos… Simples assim… Ou seja, mesmo que ele tenha uma consciência situacional maior, o fato é que a menor amplitude dos sensores limita essa consciência. E isso é um problema, se a área de atuação for uma área disputada onde não há cobertura de outros meios. É por essas e outras que os franceses se debruçam tanto em um motor mais potente para, pelo menos, atender clientes externos…
Se a decisão dos australianos fosse meramente política, e considerando que eles estão dispostos a bancar F-35, poderiam ter optado por uma variante do F-15… A rigor, ps australianos poderiam muito bem ter escolhido o que bem quisessem. Lembre-se de que eles mesmos são antigos operadores de Mirage…
Por fim, creio que o vetor mais poderoso dos Indianos será o FGFA… Afinal, será ele a ponta de lança da força aérea daquele país e ( tudo indica ) seu único quinta geração… O Rafale foi escolhido para ser o vetor mediano, uma parte do Low do conceito deles. É para tanto que o nome do concurso é MMRCA ( Medium Multi-Role Combat Aircraft – Aeronave de Combate Média Multi-Role ). Os verdadeiros pesos pesados serão os Su-30 e FGFA….
Francisco AMX,
Creio que o amigo está raciocinando basicamente em dogfight e no sensor IRST do Rafale, mas o fato é que existe um caminho longo para se percorrer até que se chegue a uma solução de tiro nesses termos.
- Primeiro, passar despercebido por um dos radares mais potentes já instalados em um caça ( mesmo que o RCS do Rafale seja baixo, o fato é que ele provavelmente seria detectado a uma distância superior a 80km ).
- A seguir, torcer para que o IRST consiga um "look" preciso a distância segura, o que ocorreria somente a uns 30km no setor frontal ( com sorte )…
A rigor, o Rafale teria todas as chances se estivesse com um apoio ao seu lado ( AWACS, aeronaves de guerra eletrônica, radares de solo e outros ). Mas no combate um contra um ( sem apoio de ninguém ), as chances do Rafale são discutíveis…
RR, claro que são discutíveis… tanto que estamos discutindo
…
Amigo, eu sou crente que o Rafale é, e nada mais natural, uma aronave mais moderna que o SH, que é um F-18, aeronave dos anos 60/70 em soluções, não se faz milagre, apesar de a Boeing alardear… assim como anda fazendo com o SH frente ao F-35 no Canadá, nada de anormal…
O RCS do Rafale compensa a diferença radar do SH, nenhum combate até hoje, BVR, foi além dos 40km… mesmo hoje, os alvos F-4, voando em linha, sobrevivem, em média, 3 surtidas, frente a um AMRAM C-7 disparado a 20/30km, estamos falando de um alvo que não revida, com RCS de mais de 30m2… ah e estou falando do Rafale de hoje, sem AESA e Meteor…