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Acordo nos EUA com Super Tucano coloca unidade de defesa da Embraer em destaque

A aeronave A-29 Super Tucano em voo sobre a Floresta Amazônica. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

A aeronave A-29 Super Tucano em voo sobre a Floresta Amazônica. (Foto: Sgt. Johnson Barros / Agência Força Aérea)

CLIPPING_logoCom o seu primeiro contrato militar com os Estados Unidos na mão, a unidade de defesa da fabricante de aviões brasileira Embraer atingiu seu grande momento, estabelecendo-se como um player global, enquanto o resto da indústria precisa lidar com orçamentos reduzidos de governos em todo o mundo. O avião de ataque leve que a Embraer fornecerá para os EUA no Afeganistão ilustra como a empresa, que é mais conhecida pelos jatos regionais que fornece a companhias aéreas como a JetBlue, está subindo no ranking das 100 maiores fornecedoras de armas do mundo.

Um design robusto e de baixo custo fizeram do Super Tucano da Embraer o mais popular para missões contra insurgência da África à Ásia, onde o aumento da riqueza advinda de recursos naturais tem estimulado os gastos com defesa, cenário diferente daquele de austeridade na Europa e nos Estados Unidos.

O foco em mercados externos e nas ambições crescentes das forças armadas brasileiras fizeram da Embraer uma das poucas empresas no mundo a crescer as operações no segmento de defesa. “Há alguém mais otimista assim com defesa? Certamente nada que o investidor dos EUA possa apostar. Nada nesse hemisfério”, disse o analista Myles Walton, do Deustche Bank, em uma entrevista. “A Embraer é a base do complexo militar na América Latina, por meio de uma combinação de execução, sorte e em ser a companhia certa no momento certo.”

As ações da Embraer na Bovespa chegaram a atingir a máxima de cinco anos nesta quinta-feira, após o Pentágono declarar a empresa vencedora na licitação, na noite da véspera. Mas no decorrer do pregão, os papéis devolveram os ganhos, com analistas afirmando que o corte de gastos no orçamento de defesa dos EUA pode tornar a Força Aérea norte-americana menos propensa a exercer opções de compra por mais aviões Super Tucano. A ação da Embraer encerrou em baixa de 0,77%, a R$ 16,72.

A divisão de defesa da Embraer espera ter um crescimento de receita em até um terço neste ano, compensando a queda nas entregas de jatos comerciais a companhias aéreas e cancelamentos de pedidos por jatos executivos. O boom de defesa brasileira também está atraindo parceiros poderosos para a Embraer, da unidade de helicópteros da italiana Finmeccanica SpA e da fabricante de robôs israelense Elbit Systems até a Boeing, que intensificou o trabalho com a Embraer de forma considerável no ano passado.

Boeing beneficiada

Boatos sobre a escolha do Super Hornet no F-X2 depois da compra dos Super Tucano pelos EUA surgem nos bastidores. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class (SW/AW) Ryan D. McLearnon / U.S. Navy)

Boatos sobre a escolha do Super Hornet no F-X2 depois da compra dos Super Tucano pelos EUA surgem nos bastidores. (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class (SW/AW) Ryan D. McLearnon / U.S. Navy)

De fato, a Boeing pode ter sido uma das grandes vencedoras da decisão de quarta-feira. A parceria entre Washington e Brasília pode ajudar a aposta da Boeing em um negócio bilionário de venda de caças ao Brasil, disse uma autoridade brasileira à Reuters, classificando o acordo da Embraer como um “desenvolvimento muito bom” para a fabricante americana.

No ano passado, a presidente Dilma Rousseff congelou uma concorrência por no mínimo 36 caças, após os EUA revogarem um acordo anterior com a Embraer devido a ações legais movidas pela rival Beechcraft.

Autoridades brasileiras deixaram claro para os parceiros dos EUA no início deste ano que uma perda da Embraer na nova licitação seria ruim para as chances da Boeing no contrato brasileiro por caças, segundo uma fonte com conhecimento das discussões.

Fonte: Reuters

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41 Respostas

  1. Sayd_Jarrad

    E o Oscar vai para….

    F-18….;)

  2. Aluado_sp

    Essa venda sera vantajosa se abrir as portas para o mercado militar americano e seus aliados.

    Só os EUA poderiam comprar 100 aeronaves facilmente.

    Mesmo ficando só nessas 20, já abre um precedente…

  3. general-lee

    O Oscar foi para a………BOING……kkkkesses americanos nao dao ponto sem nó,kkkkkkk seremos uns otarios se comprarmos os SH….sds

  4. R22

    Espero que este contrato realmente abra novos mercados para a Embraer. Não só para o ST mas quem sabe também para o KC-390 que agora tem a parceria da Boeing.

  5. ECO_CHARLIE

    Tem que pensar em novidades também. O ST já está pronto e colhendo os louros. Porém devemos saber que ele nem de perto se compara ao sucesso alcançado pelo T-27, que vendeu quase 500 unidades. Agora é bom partir para desenvolver um novo produto, já que a empresa decidiu apostar firme no setor de Defesa e Segurança. Não deve ser tão complicado desenvolver um novo caça tático para substituir o A-1. Um caça com alta tecnologia, mas de conceito simples que não demande investimentos astronômicos e se auto inviabilize. Lá na Embraer tem muita gente competente, só precisa de um "empurrão". Em dez anos é posssível colocar em operação um caça nesses moldes para quando nossos A-1 estiverem sendo desativados. Contudo o principal fomentador deste programa tem que ser o Governo Federal. Ao meu ver a FAB necessita de cerca de 100 aeronaves deste tipo para se adequar às necessidades do país. Dessa forma seria possível constituir quatro grupos complletos com dois esquadões cada. É um sonho possível, mas…

    • Nick_Fry

      Caro EcoCharlie,

      Se o vencedor do FX-2 for realmente o F-18E, e as ToTs incluídas nesse contrato forem pra valer, a primeira coisa que a FAB/GF deveriam fazer depois de assinado o contrato do F-18E é iniciar o projeto de um caça leve, com características levemente furtivas, usando o máximo dos equipamentos contidos no F-18E. E claro, conseguir países parceiros para dividir a conta do desenvolvimento e dar mais escala para esse futuro caça.

      []'s

      • _RR_

        Nick_Fry,

        Aqui vou discordar do amigo… Se é para ter uma aeronave nacional, que tenha a maior quantidade possível de itens que possam ser produzidos no país com tecnologia própria, ou no mínimo montados sob licença. Para o que não puder ser feito dessa forma, o melhor seria buscar no mercado os itens de preço mais competitivo e que atendam aos requerimentos necessários, independente de onde seja… Caso contrário, pode ficar inviável, tanto politicamente quanto financeiramente…

        Mas vou concordar que existe a necessidade de um parceiro para dividir os custos e dar escala ao produto.

        • 1maluquinho

          E qual seria o nome desteperfeito parceiro heim….Lhe garanto que não chamasse Boeing….Como ja cansei de repetir,olhem pra China e pra India que não eram nada e muito mais atrazados do que nós e hoje são alguma coisa na vida graças a Russia então porque nós ensistiriamos com aqueles que jamais permitiram nossos avanços,sempre nos boicotaram,sabotaram,condicionaram e ainda nos monoplolizam.
          A garota de programa cansou de ser explorada,cresceu e tomou personalidade.De agora em diante terão de nós aqueles que realmente nos tragam vantagens efetivas pois de estorinhas enfeitadas de neon ja deu…..

      • _RR_

        Nick_Fry,

        Aqui eu vou discordar do amigo… Se é para ter uma aeronave nacional, que seja com a maior quantidade possível de itens desenvolvidos localmente. Quanto aos componentes que necessariamente terão que vir de fora, pode-se muito bem optar por algo que seja oferecido no mercado e que cumpra os requisitos, pelo menor preço possível…

        • Nick_Fry

          Caro RR,

          A idéia é buscar o máximo de comunalidade entre o F-18E e um futuro caça leve nacional(em parte ao menos). Um caça leve, porque o F-18 E é pesado. E como caça leve, é inviável o mesmo ter baias internas de armas. É claro que maior % de componentes nacionais/nacionalizados deve ser um objetivo, mas não podemos por exemplo esperar 20 anos para a Mectron terminar um radar AESA nacional. Devemos sim conseguir as licenças de alguns equipamentos como o radar, os sistemas de EW, Os motores, afinal até os Indianos conseguiram as licenças, porque não nós?

          Muitos duvidam da viabilidade de um caça leve, mas eu acredito que existe sim essa viabilidade desde que uma encomenda inicial de 200 seja alcançado. E poderia ser um caça Embraer/Boeing, porque não? Afinal, eles não tem um caça leve no portfólio deles, algo no nível do Gripen C, Tejas, KAI-FA50. Esse caça poderia ser uma solução, e com vantagem sobre os citados por incluir maior furtividade, adequado à realidade do século 21. São elocubrações….. :)

          []'s

          • _RR_

            Nick_Fry,

            Perfeito! Concordo com seu raciocínio. Interessante que realmente não há um produto da Boeing para atender a faixa dos caças leves…

            Apenas penso que não haveria problema algum em adotar componentes de outras procedências, desde que cumpram com os requisitos necessários e que permitam um custo acessível para a aeronave. Contudo, seu raciocínio é lógico. Se o escolhido no final for o SH, então faria todo o sentido desenvolver uma aeronave com o máximo possível de componentes do mesmo, com o intuito de facilitar a logística e, provavelmente, barateando os custos…

            • ECO_CHARLIE

              Isso deve servir para os três concorrentes. A transferência de tecnologia só será útil se usarmos ela em um projeto nacional. Os componentes comuns que puderem ser fabricados aqui devem ser utilizados, enquanto que componentes críticos que sejam complicados de se desenvolver aqui, devem ser adquiridos diretamente do fabricante do avião escolhido e ou desenvolvidos em parceria.

              • _RR_

                ECO_CHARLIE,

                A ToT também é importante para manter a aeronave voando no país cliente. Poder produzir as peças com as mesmas especificações de forma totalmente independente, significa poder descartar o fornecedor externo. E para isso, deve haver uma transferência efetiva de diversas informações sensíveis… Contudo, por questões de segurança e propriedade, nem tudo pode ser transferido. De fato, não creio que qualquer fabricante que seja possa transferir tudo…

                No final, a única maneira de ser 100% independente é desenvolver sozinho… Mas como isso é caro, existe a necessidade de se ter parceiros, e estabelecer com eles acordos firmes de parceria, com clausulas e obrigações bem definidas para todos os lados.

      • Francisco AMX

        Nick, concordo… temos que por pressão para eles nos repassarem as tecnologias do SH! todas!

    • A Embraer não fará isso. Hoje, todo o seu pessoal de desenvolvimento está concentrado no KC-390.
      Desenvolver um novo avião faria as ações da Embraer caírem ( desenvolvimento gera muito gasto ), e nenhum investidor que colocar dinheiro em uma empresa onde seus gastos só aumentam.
      Hoje não existe a necessidade de se desenvolver um avião nesses moldes. O Melhor seria reativar a linha de produção de AMX, e buscar novos mercados, como o próprio Afeganistão.
      O AMX e o A-29 são os melhores vetores, em seu segmento, existente no mundo. O KC-390 tbm será.
      O mais legal da Embraer é isso, seus produtos são sempre os melhores.
      Com relação a Boeing…. e ao FX2
      Eu sinceramente gostaria que o Brasil cancelasse esse FX-2, e fizesse logo um FX-3 só com aviões de 5G ou 4G++ (SU-35)…. eu gostaria muito de ver a FAB voando em um vetor Russo, por acreditar que eles são os adequado para nossas forças, por conta do tamanho das aeronaves e da sua robustez, Brasil e Russia são semelhantes em tamanho, e a doutrina de trabalho russa seria mais adequada para nós, do que a nossa atual.
      POREM…. como eu tenha a certeza absoluta que isso não acontecerá.
      Que venham os F-18.
      Eles são os melhores para a nossa atual doutrina, com certeza o nosso armamento atual ( utilizado nos A-1, T-29 e F-5, são compatíveis com o F-18, e a curva de aprendizado dos nossos técnicos e a adaptação a nossa doutrina seria menor.
      Repito
      Que venham os F-18 e logo.
      E parabéns a Embraer.
      Vida longa e próspera.

  6. 1maluquinho

    Os iludidos e os baba-óvos insistem na mesma musiquinha associando ESTA CONSEÇÃO e não venda pois nada vai ser produzido no Brasil e exportado nem um misero arrebite.
    Então voces acham mesmo que nosso governo depois de fazer beiçinho para a Dessault que molhou a mão de civis e milicos durante muito tempo e ja no começo do governo Dilma começou a mamarem na Boeing e tambem na LM empurrarão goela abaixo dos Brasileiros 36 F18 carecas,banguelas e chipados podendo esta festança sem o total repasse de tecnologia e sensiveis chegar a 120 aeronaves é achar mesmo que o dinheiro do contribuinte Brasileiro é capim e pior ainda acharem que o arrecadado com o sacrificio de nosso sofrido povo é esterco para adubar horta alheia né….Brasileiros assim deveriam todos serem passados a fio de espada para servirem de exemplos aos demais.

    • renato

      não entendi, voçê esta com raiva do bando de corruptos franceses, ou da corja de espertalhões americanos?
      porque de qualquer modo é o mesmo dinheiro publico.

      • StadeuR

        Você não conhece o Maluco, ele fica com raiva de qualquer um que não seja russo … ele é vermeluXo. rs rs rs

        • 1maluquinho

          Sou a favor de quem realmente vier transferir tecnologia que nos proporcionara avanços.Nossos militares e nossa industria de defesa depende disto.Não me importa a cor da nadega do boneco.
          è simples olhem para a India e a China a 20 anos eramos muito mais avançados do que eles em tudo e se hoje eles são potencias militares,atomicas e aeroespaciais foi graças a tecnologia Russa.Qual autosuficiencia adiquirimos dos condicionadores ocidentais que sempre nos monopolizaram?Nenhuma!
          Assim como não gosto de comunistas e bolivarianos detesto o expensionismo intransigente e segregacional anglo-sionista.
          Me importa apenas o Brasil e os Brasileiros e pra mim politicos são todos bandidos e ideologistas seus cumplices.
          Lugar de baba-ovo e traira é na vala com a cara cheia de aço.

          • StadeuR

            """Assim como não gosto de comunistas e bolivarianos detesto o expensionismo intransigente e segregacional anglo-sionista.
            Me importa apenas o Brasil e os Brasileiros e pra mim politicos são todos bandidos e ideologistas seus cumplices.
            Lugar de baba-ovo e traira é na vala com a cara cheia de aço."""

            Concordo, mas vc então foi mudando muito e aos poucos , não eras assim :

            """Assim como não gosto de comunistas e bolivarianos…"""

    • teropode

      Quanto ressentimento no seu comentario senhor DONO da VERDADE,desde os tempos do PB que tens um abito de tentar desqualificar o comentario de outros ,talves tenha uma dificuldade de conviver com pessoas que pensam diferentes de ti,mas tens o direito de digitar a asneira que bem intender,apenas aceite o fato deque da mesma maneira que ha babas ovos ,ha tambem narcisistas se achando relevantes !!!!!!

  7. teropode

    Pois bem ,textos sendo censurados aparte,eu acho que os iludidos ,baba ovos e narcisistas de plantao devem saber que alem de vender a licença para fabricaçao dos ST ,nada mais justo porque ,tudo que recheia o ST vem de fora,entao so compraram a planta da casa,ja que o resto e´fruto da inventiva americana,e nao devemos esquecer disto,equipamentos americanos que equipam avioes da embraer ,geram emprego no brasil,e molham a nossa horta,deveriamos mandar para o paredon sao aqueles que viajam na maionese e se perdem no abismo da coerencia! (sera que passa)

  8. teropode

    Nao entendo os censuradores,um texto cheio de ataques gratuitos aos ditos babas ovos,sendo sugerido ate o suas decapitaçoes passa e um texto que faz um contra ponto aquele besteirol e´censurado ,se formos seguir aquele pensar ,nao deveriamos vender soja,minerio de ferro, petroleo e etc,porque estes gerao mais empregos e renda para aqueles que os compram !

  9. alexandre

    Maluquinho tava sumido, realmente não gosto do SH, mas é um excelente caça, e se for realmente feito um contrato de tot como foi no PROSUB e que estamos colhendo os resultados, acho válido , pior é ficarmos nessa masturbação sem fim e literalmente com PORRA nenhuma escolhida.

    • 1maluquinho

      Alexandre
      Voce acredita que os simpaticos Irmãos Cains do Norte ficaram bonzinhos e que desta vez podemos acreditar neles?Eu nunca acreditarei!Eles nos invejam,nos cobiçam e são contra nossos avanços.

      Muita coisa rolou meu caro inclusive interferencia externa de todo tipo mas jamais me calarei pois lutar pela liberdade propria,de seu proprio povo é a maior de todas as honras para um Brasileiro.

  10. 1maluquinho

    Aqueles que se dizem Brasileiros e se contentam em ver o Brasil apenas como uma linha de montagem com percentual secundario nacionalizado e na dependencia de externos antes de pensarem em rotularem os outros de vermeluxos,bolivarianos,amarelos ou xiitas deveriam se olharem no espelho e rotutularem a si proprios com baba-óvos

  11. Nick_Fry

    Caro Chicão,

    3 links daqui mesmo do CAVOK: http://www.cavok.com.br/blog/?p=52342 -> 14/07/2012, Boeing propõe aumentar sua proposta de ToT, amparada inclusive por uma série de acordor firmados entre o MD do Brasil e o SD dos EUA.
    http://www.cavok.com.br/blog/?p=53053 -> 02/08/2012 -> Vários fornecedores do F-18E vem ao Brasil firmar acordos e procurar empresas que possam integrar na cadeia de "supliers" do Vespão.
    http://www.cavok.com.br/blog/?p=56598 -> 23/10/2012 -> Visita da GE Aviation firmando acordos com algumas empresas brasileiras.

    Além disso temos uma série de acordos firmados entre a Boeing e a Embraer, inclusive publicados aqui.

    Ou seja, no quesito ToT, inicialmente do SH era o pior dos 3, mas eles melhoraram e muito a proposta, talvez igualando o do Rafale, e perdendo somente para o do Gripen que era afinal desenvolver conjuntamente a aeronave.

    Mas, para repassar as tecnologias, temos que ter empresas capacitadas a receber, e um projeto onde aplicar os mesmos. Por isso que consideraria extremamente importante definido o FX-2, o início do "FX-3" que seria um caça de 5ª ou "quase 5ª" geração, em parceria, onde as empresas nacionais que recebessem as tecnologias do SH pudessem aplicar as mesmas. Caso contrário, não vai adiantar nada querer todas as tecnologias seja do SH, Rafale ou do Gripen .

    []'s

    • 1maluquinho

      Mas não se propõe e mesmo que se comprometesse não permitiriam abrir tudo e se não abrir tudo de um excelente projeto velho que ja chegou a seu limite de expandir-se melhor é pegar Sukhois mesmo consecionados ou Rafales onde ganhariamos muito mais em know how.
      O Brasil não busca apenas rearmar-se mas sim ter autosuficiencia e ceder-mos agora a qualquer um dos fornecedores que a anos buscamos entendimento é abrirmos mão de nossa autodeterminação.
      A escolha dos caças não é a mais essencial no momento e deixa-la em segundo plano é a mais sabia atitude assim ganhando cada vez mais trunfo e poder de barganha.
      Nossas maiores deficiencias e nosso maior objetivo no momento são defesas aereas e a criação do sistema aeroespacial de defesa que são os mecanismos que nos darão real poder de dissuasão.
      Ainda não é dessa vez que Saito Jaspion ganhara mais uma medalhinha Yankee e um traje completo de astronauta da NASA.

      • _RR_

        1maluquinho,

        A escolha dos caças é sim da mais alta prioridade! Os Mirage 2000, ao que tudo indica, serão desativados ao final desse ano. Com isso, é praticamente certo que os F-5M de outros esquadrões terão que fazer rodízio em Anápolis para salvaguardar a região até que o GDA seja dotado de F-5M, e esses mesmos F-5M já vão começar a parar de voar na segunda metade dessa década. É um dos piores cenários possíveis, pois aeronaves que deveriam ser poupadas para dotar os demais esquadrões de alguma reserva técnica e ampliar a utilização do vetor como um todo, terão que voar, o que provavelmente esgotará ainda mais essas aeronaves já cansadas…

        Quanto a defesa aérea, se estiver falando de mísseis anti-aéreos, qualquer país dotado de boa capacidade SEAD pode encontrar maneiras de supera-la. A rigor, uma defesa aérea é composta dos sistemas de defesa terrestres e das aeronaves de caça. São meios que se combinam para forma-la. As armas anti-aéreas sozinhas nada mais são que meios basicamente defensivos, podendo eventualmente serem parte de uma rede capaz de compor armadilhas para um atacante. Para tudo o mais, como impor-se diante de um adversário, são necessários meios aéreos, ou seja, caças no ar.

        • 1maluquinho

          Isso pode ser resolvido com qualquer compra de prateleira meu caro.A maior deficiencia Brasileira é defesas aereas a unica arma capaz de causar grandes perdas e pesadas baixas a um superior invasor e nosso foco agora esta nela e na criação do sistema aeroespacial de defesa.Graças a Deus parece que o bom senso fez politicos,privados e militares pensarem iguais e quanto a acharem que a Embraer por contratos de transferencia de secundarios esta obrigada a fazer o jogo da Boeing de uma olhadinha nessa materia e perceba que a Embraer vinha em segredo se entendendo com os Russos muito antes do governo tomar alguma decisão.Ve se a Boeing madrinha da Embraer esta la meu caro _RR_ http://www.flightglobal.com/news/articles/picture

  12. Livio Telles

    Super Tijolaaaao 18…naaaaaooooo…..e ainda uma versao downgraded bem caprichada pro Brasil engolir….rs O Tio Sam…. a vida toda…. fez isto !!!

  13. 1maluquinho

    O velho Osires Silva dizia que deveriam delegarem a FAB e a EMBRAER que juntas licitariam consorcio para os caças serem fabricados do zero em territorio nacional.Da ideia do velho pra ca muita coisa mudou inclusive a ganancia e o entreguismo.
    O que vemos são politicos,privados e alguns militares ansiosos por obterem lucros e beneficios proprios.Foram todos estes que sempre desmereceram o serio e profundo trabalho realizado por nossos tecnicos da FAB.
    Entregaram o setor defesa a privados sem know how que associaram-se a gananciosos externos dos segmentos.
    Algumas coisas parecem estarem mudando e como tudo na area de sensiveis militares no Brasil é levado no mais alto segredo o bom senso cada vez ganha mais força.
    Se abrir tudinho o que queremos leva se não abrir não leva.Não estamos pedindo e sim pagando.Não existe nada que seja inegociavel,mas acharem que nos transformariamos em escudeiros para assim termos acessos tirem o cavalinho da chuva,sem nenhuma chance.

  14. Budhas

    A questão é que o Brasil, não da cadencia de produção e por isso perde tecnologia já poderíamos ter caças de geração 4 ou 4+, e não pagarmos absurdos por ele.
    Com a produção do Xavante e depois com o AMX, alcançamos algumas tecnologias sensíveis à época, mas paramos a produção e não desenvolvemos mais nada. ( perdemos a tecnologia avançada da época ).
    Os Russos e Indianos nos ofereceu participação no desenvolvimento do PAK/FA, e nós rejeitamos, era pra estar participando de um projeto de um caça de 5 º geração.( Falaram que os Russos não eram confiáveis e este vetor nunca sairia do papel ).
    A Suécia nos ofereceu participar do projeto do Gripen NG, e mais uma vez perdemos o bonde. "aviãozinho de papel e que não serve ao Brasil",( o detalhe que ele é varias vezes superior aos nossos F-5, mas mesmo assim não serve ).
    Na área naval o mesmo aconteceu, não demos continuidade as fragatas classe Niteroi.( modernos navios nos anos 80) demoramos mais de uma década para lançarmos a Barroso, que quando lançada ao mar já estava "obsoleta"
    E não me lembro se foi a Inglaterra ou a França que convidou o Brasil para desenvolver as novas fragatas e como sempre nos recusamos.
    Agora quer pagar um absurdo na tal TOT
    Não adianta pagar caro e absorver tecnologia se não tivermos cadencia de produção, por isso concordo que oque for adquirido com o TOT dos caças tem que ser rapidamente aplicado na fabricação de um novo avião, a Turquia quer desenvolver um de 5º geração se una a ele e desenvolva um em conjunto. ou que ajude os coreanos com o 4º++ deles.

    • Willi_am

      O problema é que sempre ouve conflito com relação ao desenvolvimento militar. Estávamos em um patamar financeiro inferior a muito pouco tempo. Hoje as coisas são diferentes, pelo menos financeiramente falando. Me parece que o foco mudou. Só espero que esta 'vontade' não morra com o próximo governo e que os planos sejam executados na forma como tem que ser de verdade.
      Espero também que continuemos nosso crescimento interno para que possamos alavancar estes projetos de forma definitiva. Nos anos 80 e 90 nos arrastamos com estes projetos, tudo muito simplório. Como o colega disse, se tivéssemos dado continuidade estaríamos hoje a anos luz de distancia do nosso atual conhecimento… Vamos continuar observando pra ver o que acontece…

    • Willi_am

      O problema é que sempre ouve conflito com relação ao desenvolvimento militar. Estávamos em um patamar financeiro inferior a muito pouco tempo. Hoje as coisas são diferentes, pelo menos financeiramente falando. Me parece que o foco mudou. Só espero que esta 'vontade' não morra com o próximo governo e que os planos sejam executados na forma como tem que ser de verdade.
      Espero também que continuemos nosso crescimento interno para que possamos alavancar estes projetos de forma definitiva. Nos anos 80 e 90 nos arrastamos com estes projetos, tudo muito simplório. Como o colega disse, se tivéssemos dado continuidade estaríamos hoje a anos luz de distancia do nosso atual conhecimento… Vamos continuar observando pra ver o que acontece…

  15. _RR_

    Livio Telles,

    A rigor, não creio que há versão downgraded do F-18 E/F. Até mesmo porque, isso é desnecessário… Os americanos tem coisa mais avançada que o F-18E/F e é óbvio que conhecem as vulnerabilidades de seu próprio equipamento, podendo neutraliza-lo em caso de necessidade… Ademais, um simples embargo deixaria as aeronaves no chão, de uma forma ou de outra… Lembrando que isso vale pra qualquer equipamento de defesa de qualquer procedência…

    A bem da verdade, as versões de F-16, F-15 e F-18 fornecidas pelos americanos a seus clientes são em tudo similares as usadas por eles próprios… E há alguns casos, como os F-16 E/F dos Emirados Árabes Unidos, em que o equipamento é claramente superior as variantes utilizadas por eles mesmos. A diferença é para quem eles fornecem…

    Por fim, é como eu disse… Eles não tem porque fazer diferente. E por dois motivos:

    - Eles tem o F-22, B-2 Spirit, centenas ou mais de mísseis Tomahawk e armas nucleares em pilhas…!

    - Se eles não fornecem equipamento avançado, perdem mercado para franceses, russos e outros…

  16. Willi_am

    Venham de onde vierem estes aparelhos que precisamos, que possam servir 'exclusivamente' ao interesse do povo brasileiro. Qualquer coisa fora disto é inadmissível. Não quero julgar ninguém, cada um tem uma visão, mas ela tem que ser amparada pela imparcialidade sempre. é sobre o futuro do nosso país e dos nossos filhos que temos falado. isto é sério e perigoso ao mesmo tempo.

    Mesmo que Otan ou quem quer que seja possa destruir o mundo várias vezes, precisamos ter um mínimo possível de dissuasão. Se quisermos independência temos que criá-la pra ontem, garantindo que não sofreremos interferência externa neste processo. Qualquer oferta externa que traga algum tipo de interferência deve ser descartada. Nesta área é tudo ou nada.

    Se o fim da vida de alguns aparelhos se aproxima deveríamos substituí-los sem prejudicar nosso plano de desenvolvimento na área, com projetos em paralelo, mas de forma completamente independente.

    Eu não sou um expert em assuntos militares. Cuido da segurança da área de TI de muitos lugares e sei que com segurança não se brinca. Mais cedo ou mais tarde algo sempre acontece. Antecipar é essencial, sempre.

    • _RR_

      Willi_am,

      Concordo, principalmente quando diz que devemos levar adiante projetos paralelos e de forma independente… Esse é realmente o caminho. Quem quer fazer alguma coisa, desenvolve por conta própria.

      Contudo, é perfeitamente aceitável admitir parceiros, principalmente para dividir custos e dar escala a qualquer produto. Adicione a isso o fato de que pode-se juntar tecnologias para se conseguir chegar a algum lugar.

      É como disse anteriormente… De inicio, pode-se adicionar peças de onde quer que seja num projeto, substituindo-as por itens de origem nacional a medida em que forem sendo desenvolvidos. Existem muitas alternativas no mercado, de baixo custo, e que podem ser incorporados com pouquíssimos riscos.

    • 1maluquinho

      Meu caro amigo.
      O governo da indicios para ter despertado em quais sejam nossas emergenciais carencias e elas chamam-se defesas aereas.Não estaremos apenas comprando 3 baterias pantsir mas na verdade a conseçao de produzi-las como se fosse armamento nosso.As veremos sobre carretas nacionais,blindados nacionais e embarcaçoes nacionais.Tambem estamos muito interessados no sistema defesa aeroespacial e ele eh a alma sisfron e o SISDABRA.Creio que poderemos ter tampoes sendo ate mesmo SU30SM a versao mais nova.Nao de ve ser escolhido agora o FX2/3 ele deixou de ser prioridade.Poder de dissuasao se faz com baterias de misseis de curto,medio e longo alcance e com um sistema de defesa aeroespacial onde os caças devem serem escolhidos para encaixarem-se nele então porque os escolher antes,so porque meia-duzia de emplumadinhos e outros tantos aficcionados esquisofrenisam.Que esquisofrenizem kkkkk

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