
O caça F-35B, que será destinado para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e para o Reino Unido, é a mais complicada das três versões. (Foto: Lockheed Martin)
O caça F-35 vira um pesadelo financeiro e tecnológico para os EUA, que avaliam se vale a pena gastar US$ 400 bilhões no desenvolvimento e fabricação de um concorrente para os drones
Enquanto o Brasil cogita importar o caça F-18 Super Hornet, que voa desde 1995, os Estados Unidos estudam o que fazer com o sucessor dele, o F-35 Lightning 2, a arma mais cara da história. Com custo estimado de desenvolvimento e construção na casa dos US$ 400 bilhões, o avião – que foi concebido para ser o principal armamento da Força Aérea, da Marinha e dos Fuzileiros Navais americanos – deveria ter entrado em operação no campo de batalha em 2010. Mas as complicações de montar um único caça para três forças com necessidades diferentes fizeram com que o Pentágono, de maneira pouco usual, adiasse o início das missões do F-35 indefinidamente. Hoje, a estimativa mais otimista, e não oficial, é de que o jato comece a guerrear apenas em 2016.
Aquele que pode ser o último caça tripulado desenvolvido pelos EUA – já que os drones, aviões-robôs, são cada vez mais comuns – é uma maravilha tecnológica que sofre com os mandos e desmandos. “O desafio de criar um só avião para três forças americanas não tem precedentes”, disse à ISTOÉ Richard Aboulafia, vice-presidente da consultoria americana Teal Group, especializada em projetos de defesa. Ao mesmo tempo que precisa substituir aeronaves da Força Aérea, o F-35 também deve resistir aos castigos nas curtas pistas dos porta-aviões da Marinha e decolar e pousar verticalmente, como um helicóptero, nas operações em terra e no mar dos fuzileiros.
O F-35, que voou pela primeira vez em 2006, também se tornou o único caça a sair da linha de montagem da Lockheed Martin, no Texas, enquanto o desenvolvimento de sistemas críticos, especialmente os eletrônicos, ainda era feito. O resultado: uma conta de US$ 370 milhões em consertos de aviões já comprados pelos militares. Além disso, uma característica crucial da aeronave – sua quase invisibilidade a radares (stealth) – se torna cada vez mais questionável. “Sensores e computadores melhorados estão acabando com o stealth”, disse à revista “Time” o almirante Jonathan Greenert, chefe de operações navais dos EUA.
O custo de cada aeronave, estimado em US$ 160 milhões, também assusta potenciais compradores que poderiam ajudar a reduzir a conta final. “O clube de nações dispostas a gastar esse monte de dinheiro é extremamente limitado”, diz Aboulafia. Os cortes de gastos por causa da recessão, aliados a um cenário em que grandes conflitos entre nações são pouco comuns, fazem do F-35 uma arma cada vez menos viável, embora igualmente mortal.
Fonte: IstoÉ – Lucas Bessel
Dica do amigo Francoorp. Obrigado






































Mesmo concordando que esse projeto não tem volta, tem que ser finalizado, pelo montante de dinheiro investido nele, continua sendo um projeto com falhas e gastos exorbitantes…Vejo que o F-35B vai ser o tendão de Aquiles dos Americanos.
400 Bilhões de Doletas no desenvolvimento é uma indecência mesmo… alguém encheu o Bolso sem piedade!!
160 milhões a unidade também é especulação por enquanto… alguns sites dizem que pode passar de 200-250 milhões a unidade, e mesmo assim também é especulação!
O Certo é que já se considera o fim do programa, mesmo com 100 unidades já produzidas… acho que um pouco mais na produção em série, tem uma matéria aqui no Cavok mesmo falando da centésima unidade… , mas mesmo assim, o F-35 se for cancelado, se desaparecer será simplesmente por seus deméritos de projeto ambicioso demais, paga o preço da modernidade, mesmo assim, muitos projetos pioneiros deixaram de existir exatamente pelo preço da modernidade ser alto demais!
O que vier por ai será muito determinante no futuro da aviação de 5° geração!!
Valeu!!
Francoorp,
Não se encerra programa com 100 unidades produzidas… Um outro ponto: tem dinheiro de diversos aliados da OTAN nesse projeto. Não há volta… Custe o que custar, a aeronave vai ficar pronta. Até mesmo porque, os americanos não tem escolha que não seja levar adiante. O prejuízo de se parar agora poderia ser ainda maior…
Será?? vamos ver, eu tô nem ai, o Brasil não ia entrar nele mesmo!!
Te deixei uma resposta sobre embargos ontem lá no outro tópico… se quiser ler ou responder:
http://www.cavok.com.br/blog/?p=62684
Valeu!
Francoorp,
Respondendo ao seu comentário no outro post…
Seus argumentos são válidos, mas há de se entender o seguinte: se o Brasil sofrer um embargo e os outros países deixarem comprar de nós, o prejuízo econômico será enorme… A economia brasileira depende por demais de sua base agrícola e não é nenhuma mega potência industrial ( apesar de ser a maior da América Latina )… O que quero dizer é que antes de as coisas melhorarem, haverá muito prejuízo. Empresas brasileiras irão falir. Outras tantas, das quais o país depende, poderão se retirar. E o resultado seria uma recessão ou até mesmo um retrocesso econômico impossível de ser sustentado… Observe que o Brasil ( diferente de Russia, Cuba e outros exemplos do século XX ), já está inserido no mundo globalizado, de modo que depende de suas exportações de manufaturados, e não somente de sua exportação de matérias primas… Aí, acaba-se numa "sinuca de bico"! Podem muito bem continuar comprando as matérias primas ( as quais o Brasil não se pode dar ao luxo de deixar de vender, sob pena de afundar ainda mais a economia ) e embargar os manufaturados que produzimos… E para esses itens manufaturados, sempre haverá outro fornecedor. Percebe? O Brasil, nessa sua atual fase de crescimento, não pode deixar passar ou recusar mercados consumidores ( exceto os casos de produtos de defesa, os quais o Brasil deve evitar vender para qualquer um )…
Sobre as "pessoas para quem não se deveria vender", isso poderia incluir qualquer país contrário aos interesses do Brasil em curto, médio e longo prazo. Também aí estão inclusos países cujos governos notoriamente são notoriamente hostis e podem desestabilizar uma região. E, claro, podemos incluir nessa lista países que tem relações inamistosas com nossos clientes tradicionais. Mas devo lembrar que tudo isso é variável… Países que hoje são ameaças, no futuro podem ser aliados, o que permitiria uma venda de um equipamento de defesa. Enfim, é uma situação volátil. Por isso existe a necessidade de analise de para quem está se vendendo, para que esse não atrapalhe os interesses do Brasil em um possível futuro…
Não sei porque o amigo respondeu aqui neste tópico mas.. considerando… Leiam também as respostas da primeira postagem no: http://www.cavok.com.br/blog/?p=62684
Já pra abrir o assunto, se o Brasil tiver poder de veto no Conselho se segurança da ONU, pode vetar qualquer embargo contra seu país ou um país que tenha interesse… já pra deixar claro!
A Agricultura é a base para a sobrevivência a um embargo, tendo água e terras cultiváveis, nosso povo consegue sobreviver, juntamente com um sistema de saúde que funcione….
Se empresas brasileiras falirem o BNDS, Caixa, BB, E o Banco Central podem muito bem assumir essa falência, ressuscitar empresas exatamente como se faz na Europa, veja o caso Parmalat, para o mercado interno… as empresas que dependeriam muito de exportações sem duvida penariam, mas mesmo assim o BNDS foi feito pra isso mesmo, salvar e criar empresas no Brasil… e empresa alguma que o país depende se retiraria daqui, pois como disse no outro post, as empresas que poderiam desertar do Brasil seriam nacionalizadas como retaliação a um embargo… Recessão todos passam, o Brasil mesmo nos anos 80 afundou de uma forma complexa, e economia sob embargo é diferente de uma aberta ao mercado internacional, então pode-se regular muito bem para funcionar somente com a produção interna, como a URSS fez durante todo o século 20, vivendo do que tinha no seu território, com economia voltada pra isso… certo, aqui não seria o estado a administrar, então o risco de ficar pra traz é minimo!
Observe que não existem verdades absolutas, o Brasil está inserido no mundo Globalizado mas pode muito bem sobreviver fora dele devido aos recursos do seu território, não existe sistema divino onde todos morrem se saírem dele, a globalização não é divina, pode-se muito bem viver sem ela se tiver sob embargo, muitos países ainda sobrevivem e sobreviveram sem ela, o que demonstra que nós também podemos, basta como disse antes, seguir os passos que falei no outro post!!
Dependência de exportação somente se deve por causa de dividas no exterior, devido a compra de equipamentos, serviços, produtos importados etc… pois assim usa-se o capital arrecadado das exportações para se pagar em moeda internacional os equipamentos industriais, produtos que não produzimos aqui ou serviços técnicos de alto nível que ainda não dominamos, é isso que gera a dependência das exportações, pois para pagar isso tudo serve dinheiro reconhecido no mercado internacional, EM CASO DE EMBARGO acabariam-se todas essas importações e também não teríamos exportações, e assim o equilíbrio viria imediato, passaríamos a viver do que é nosso, do que temos aqui, e não deveríamos mais pagar nada de divida anterior, já que em caso de embargo negaríamos a divida com todo país embargador… mas isso está no outro post, já coloquei isso lá, claro e cristalino na explicação e até em exemplificação… porque veio trazer isso aqui neste post fazendo de conta que não tinha ainda falado nisso??O AMIGO ESTÁ REPETINDO ARGUMENTO QUE JÁ DEBATI NO OUTRO POST? Pra quem lê agora FAVOR VISITAR O POST COM LINK ACIMA!
Então não tem sinuca de bico alguma, podemos sim deixar de vender se não tivermos mais que pagar o que deveria ser importado… isso é claro, é básico na economia, te serve renda internacional se deve pagar por produtos ou serviços internacionais, que recebem em moeda internacional… dentro da economia interna é outra coisa, é o mercado interno que regula, e se tiver recessão, será por razões internas não internacionais em uma economia sob embargo seguindo o que já exemplifiquei antes aqui e la no outro post!!
Além do que a humanidade sempre viveu isolada por toda a sua história, hoje é um pouco diferente, somente se quiser viver dentro do sistema que impõem certas regras globais como exemplifiquei acima,compra venda com moeda global… mas fora delas retorna-se ao isolamento, e mesmo assim uma civilização pode muito bem sobreviver se tiver o básico pra isso, como água, terras cultiváveis, industria, saúde publica, capacidade de formação técnica, etc!
Os demais países SOMENTE COMPRARIAM ALGO QUE DESEJAMOS VENDER, se não querem vender pra nós produtos manufaturados porque estamos sob embargo, então também não DEVEMOS VENDER NADA pra eles, colocando assim eles também em crise devido a menor oferta de matérias primas industriais,, como o Nióbio por exemplo… mas isso também eu já expliquei e exemplifiquei no outro post…
(CONTINUA…)
(CONTINUAÇÃO…)
Paiseco de 3° categoria como o Iraque não sobreviveria, teria que vender algo pra poder ter remédios, alimentos, roupas, etc, por FALTA de industria interna, matéria primas industriais, capacidade técnica, terras cultiváveis, etc… país pequeno assim deveria vender sem ter que comprar algo importante devido a embargo, mas o Brasil não, o Brasil pode fabricar tudo somente com sua industria, Agro-Industria, matérias primas e capacidade técnica que formamos em nossas universidades… OBVIAMENTE DEVERÍAMOS MELHORAR A EDUCAÇÃO, pra gerar tecnologias de ponta, mas na primeira fase do embargo deveríamos pensar primeiro na sobrevivência da nossa população… e já exemplifiquei no outro Post isso muito bem, já está claro e cristalino isso, como funciona na realidade!
Percebe então? o Brasil sobrevive a tudo quanto é embargo que impuserem, pois podemos muito bem fabricar o que é básico por aqui mesmo, comer o que plantamos por aqui, depois deveremos aumentar a qualidade técnica.. o atual crescimento do Brasil se deve ao que já expliquei antes, coisa de balança comercial, mas com embargo e sem balança comercial, a realidade da fase atual do Brasil muda, deveria viver somente do que produz em seu próprio território, e tudo ficaria muito bem obrigado, lembrando que em retaliações a embargos comerciais, deixaríamos de vender imediatamente qualquer tipo de matéria prima fazendo o preço no mercado internacional subir afetando assim de proposito as nações que nos embargariam, pois deveriam pagar mais para produzir no mercado internacional, e também em retaliação negaríamos divida externa, e nacionalizaríamos empresas multi-nacionais ou com participação de capital estrangeiro e ainda confiscaríamos os projetos industriais das mesmas servindo de base para um novo modelo de desenvolvimento industrial baseado nos técnicos que formaríamos por aqui, em nossos SENAI, SENAC, e universidades melhoradas, coisa que paiseco por ai também não pode fazer, por isso deve vender forçadamente pra pagar esses serviços especializados no mercado internacional, nós os produziríamos aqui mesmo !
Por fim falei no outro post também sobre isso de "Quem não deveríamos vender", e fui claro no que tange países contra o nosso interesse, isso é claro, seria burrice vender pra quem poderia ameaçar nosso interesse, mesmo que seja USA, Rússia, China, etc…essas potencias mesmo não vendem certos produtos industriais umas pras outras, justamente por esse questão de conflito de interesses, faríamos o mesmo que eles fazem! Governos que são hostis a quem?? E seria de nosso interesse que desestabilizassem uma região??? Depende do nosso interesse… se for hostil a um nosso concorrente tudo bem, podemos vender, se vai desestabilizar uma região e tira-la da influenciária de outra potencia, tudo bem também… não vejo problema algum!
O risco diplomático de nações que hoje são aliadas se tornarem inimigas amanhã é normal e não deve servir de fator de impedimento, todos passam por isso no jogo internacional, analise de risco não significa medo de arriscar, temos sim que arriscar, pois se não fizer isso não se vence… e isso também coloquei no outro post… que parece não ter lido, E RECOMENDO O LEITO AQUI FAZER UMA VISITA LÁ NO OUTRO POST pra perceber os argumentos claros que já foram citado, e que estranhamente o colega parece não ter lido!
Valeu!
Francoorp,
Tudo o que falou acima funcionaria bem na teoria… Mas na pratica temo que seria bem diferente… Empresa que não vende, vai a falência; simples assim. É bem verdade que o BNDS pode dar suporte, mas os recursos são limitados. Nunca haverá dinheiro para tudo. São milhares de empresas pelo país que dependem de exportações. Se elas forem prejudicadas, poderemos estar falando de milhões ( exatamente! MILHÔES! ) de empregos que se perderiam. Criar-se-ia um verdadeiro caos econômico; algo de proporções bíblicas!
É evidente que o Brasil tem uma reserva impar de recursos naturais, mas isso não garante nada… Mesmo a industria básica de alimentos ou que dependa diretamente de recursos "in natura" perderia mercado, e produto que perde a necessidade de ser produzido significa demissões… Mesmo que o mercado interno seja capaz de absorver com o tempo, o fato é que seriam anos e anos de recuperação. No que tange a nossa industria, está muito longe ainda de se igualar ao que há de melhor em outros países. A capacidade de manufatura presente no Brasil ainda é primária se comparada ao que existe em Europa e EUA. Eu me arrisco a dizer que o Brasil está ainda umas duas décadas de evolução do que se chamaria de 1º mundo. E o pior: se o Brasil se ver em situação de isolamento, sua industria terá que caminhar sozinha, o que significa que não poderá contar com cooperação de fora. Ou seja, como o Brasil está naturalmente atrasado, os outros países já terão avançado quando o Brasil pensar que já chegou lá… Simples assim… A rigor, a melhor maneira de evoluirmos, é caminharmos junto com o mundo, trocando experiências, e não nos isolando… Por isso digo que a essa altura da história, o Brasil não pode se arriscar a sofrer embargo, sob pena de ficar atrasado no tempo.
Vamos observar dois exemplos:
- Cuba. Houveram progressos em educação e saúde, mas a economia da ilha permaneceu estagnada, sem possibilidade de crescer por si mesma. Que o digam suas carangas da década de 50! É um país vintage!
- Japão. Como em Cuba, houveram progressos notáveis em educação. Contudo, tornou-se uma economia aberta e forte, cooperando em tudo e com todos da melhor maneira possível. Mesmo tendo que importar 80% do que consome, se tornou a segunda economia do mundo.
Será que se o Japão fosse embargado teria se tornado o que é?
Prezado, deixar de importar é suicídio… A economia brasileira tal como é hoje é virtualmente dependente do que importa. Evidente que com trabalho e afinco pode-se substituir o importado, mas levaria tempo… Produzir por si mesmo é muito mais complicado, principalmente se levarmos em conta peças complexas que necessitam de uma manufatura refinada em processos que demandam anos de estudo e desenvolvimento… Seria um otimismo demasiado pensar que o Brasil seria capaz de produzir um item sensível em um período curto de tempo…
RR
Lembrando que com cadeira no C.S. da ONU ninguém embarga o Brasil! E alias tudo foi colocado de forma muito prática por mim, totalmente pratica, pouca teoria!!
Empresa que não vende pra quem… em caso de embargo, pro exterior ou pro mercado interno??? Se for pro exterior, bem já deixei claro que seriam revertidas para o mercado interno, ponto, simples assim!! E tendo essas empresas revertido seu mercado consumidor para o interno, salvaríamos MILHÕES DE EMPREGOS, pois essas empresas deixariam de viver do Mercado internacional, o que aumentaria a concorrência no mercado interno e melhoraria os produtos e serviços, até mesmo os preços e a distribuição da riqueza, pois quanto maior a concorrência interna melhor o mercado!!
A questão do dinheiro, tendo o governo o controle e a tecnologia da Casa da Moeda e medidas econômicas bem estruturas, não faltará para abastecer o mercado interno, pois o Brasil não é o Iraque, o Gabão, ou outros paísecos por ai, não precisa de DINHEIRO DO EXTERIOR pra gerar dinheiro ao seu interno, já que até o papel moeda e dinheiro metálico somos capazes de produzir e regular no interior de nossa economia… OBVIO SE A ECONOMIA INTERNA FOR BEM MODELADA, e não ser como os anos 80 onde se imprimia dinheiro pra pagar despesa do governo!
País que não tem casa da moeda(95% das nações do mundo), nem mesmo moeda independente(Equador) sim sofreriam com um embargo atingindo a economia interna, para o Brasil bastariam politicas econômicas claras e auto-produção de valor monetário!
Anos e anos de recuperação não fazem medo em ninguém… não é um argumento de impedimento, E NÃO DISSE QUE NOSSA INDUSTRIA SE IGUALARIA AO QUE A DE MELHOR NO MUNDO, somente disse que como base ela sobreviveria a um embargo, e cresceria, e com o passar do tempo sim, se desenvolveria e competiria… com o tempo, não como o brasileiro pensa tudo no "Agora", no "Prá Já".
E cooperação de fora é exatamente o argumento que coloquei sobre "A melhoria da educação interna" e "Capacitação Profissional" .. isso estava claro, pois em embargo ficaríamos sem técnicos estrangeiros, então deveríamos melhorar o SENAI, SENAC, Universidades Federais, Estaduais, etc… exatamente como a Rússia fez no Século 20, tendo Físicos, Químicos, Engenheiros de alto nível… E ISSO O BRASIL PODE FAZER, BASTARIA UMA DÉCADA SEGUNDO ESTUDOS RECENTES DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO… mas isso estava claro, o amigo é que parece não ter lido o meu comentário e fica repetindo argumento que já bati com exemplos claros e práticos!
E Amigo, falando sério, VEJO QUE JÁ BATI TODOS OS SEUS ARGUMENTOS, pois está desvirtuando o que falávamos colocando a frase "a melhor maneira de evoluirmos, é caminharmos junto com o mundo, trocando experiências, e não nos isolando…"… veja bem, veja bem.. o tema não era que o isolamento é a melhor forma de se avançar, NÃO ERA ESSE O TEMA QUE DEBATÍAMOS, o tema ERA O BRASIL VENDER ARMAS PRA TODOS E SOFRER EMBARGO… E discutimos como sobreviver ao embargo, caso viesse, eu digo que é possível sobreviver e o amigo diz que não é possível o Brasil sobreviver… Não é que eu disse que a estrada para a glória do Brasil é o isolacionismo, nada disso, isso ai não era o que eu dizia, eu dizia somente de COMO O BRASIL SOBREVIVERIA A UM EMBARGO, e coloquei COMO, PORQUE, E QUAIS AS BASES PRA ESSA SOBREVIVÊNCIA…
"O MEDO DE EMBARGO NÃO É IMPEDIMENTO PARA LUTAR PELOS NOSSOS INTERESSES", isso que eu disse desde o inicio, e demonstrei na pratica o por que não devemos ter medo de lutar por nossos interesses, pois o Brasil sobrevive a embargos!
(Continua…)
(Continuação…)
Comparar o avanço do Brasil embargado com o embargo cubano é desconsiderar tudo o que já expliquei antes, isso aí é repetição politica barata, não é baseada em fatos científicos de manufaturamento e transformação de bens de consumo e derivados agrícolas…. desconsiderar o que eu expliquei com tanta paciência, pois a nossa capacidade industrial é COMPLETAMENTE DIFERENTE DE CUBA EM TODOS OS ASPECTOS… se o amigo não quer debater com bases cientificas mas politicas basta falar… é totalmente irracional comparar os dois parques industriais, a capacidade de matérias primas industriais, o nível de geração de tecnologia gerada por capacitação técnica da população interna, capacidade de reciclagem e agrícola… o QUE CUBA TEM DE MATÉRIA PRIMA INDUSTRIAL E DE INDUSTRIALIZAÇÃO com relação ao Brasil, o mesmo em agricultura, o mesmo de geração tecnologia, à parte sanitária??? Como o senhor vem comparando alhos com bugalhos assim?? Posicionamento politico, obvio, pois em fatores normais de estudo econômico não tem a minima base cientifica uma comparação do gênero!! Isso ai é baixar o nível do debate… Cuba é diferente do Brasil em tudo se tiver que usar somente o que tem ao seu interno pra sobreviver a um embargo…
Novamente o amigo tentou enganar, saindo do tema com comparações totalmente fora do sentido do que falamos… pois o Japão cresceu em economia internacionalizada, novamente fugiu do tem de embargos.. o Japão tinha que obedecer pois perdeu a 2° GM, vive com o conformismo de que NUNCA PODERÁ DESOBEDECER UMA POTENCIA MUNDIAL, pois não tem matérias primas, nem mesmo terras cultiváveis, nem água, nem mercado pra consumir sua produção, É TOTALMENTE DEPENDENTE DE IMPORTAÇÕES DE TODOS OS TIPOS, ate mesmo em alimentos, completamente diferente do Brasil que já expliquei antes, nas outras postagens, temos tudo pra sobreviver a um embargo… O BRASIL PODE DESOBEDECER E SE TORNAR MAIS UM JOGADOR DE NÍVEL!
Mais uma comparação completamente fora da realidade cientifica… o Japão sob embargo morreria no prazo de uns 6 meses, dois anos, dependendo de suas reservas estratégicas.. completamente diferente do Brasil… como faz uma comparação dessas sabendo que o Japão não tem nada de seu, o amigo mesmo disse que eles importam 80% de tudo… como usa esse argumento no tema "Sobreviver em caso de embargo??" Entendi, o amigo parece não conseguir distinguir o joio do trigo dentro do tema embargo internacional… pois até agora só vi comparação totalmente fora das realidades do que serve pra sobreviver, do que serve para o Brasil sobreviver!
O Brasil mesmo sendo atrasado em relação aos outros ainda pode mesmo sob embargo, DEIXAR DE IMPORTAR… É ESSA A POLITICA INDUSTRIAL DO BRASIL DESDE SEMPRE… chama-se "Substituição de Importações, essa sempre foi a base da nossa politica industrial, sempre, desde sempre!
Então não é suicídio deixar de importar, pois é isso que o Brasil sempre buscou como o caminho da redenção, da independência, da Auto-Suficiência… o Brasil sempre buscou isso mesmo, substituir importações! A economia do Brasil não é incapaz de gerar tecnologia internamente, certamente leva tempo, mas chegaríamos lá, e sem ter que obedecer nenhuma nação estrangeira somente por medo tempo de desenvolvimento longo…. esse também não é um fator de impedimento, não é uma "razão pra borrar as calças com medo de embargo"!
Valeu!
Francoorp,
Primeiramente, não desvirtuei absolutamente nada. Apenas emendei assuntos relacionados. Afinal de contas, o assunto embargo envolve danos políticos e econômicos.
Conselho de segurança da ONU?! Acredite, isso não é tão simples como você acredita… Não se esqueça que existe a necessidade de aprovação por parte dos cinco grandes antes… É bem verdade que pela sua economia, tamanho da população e extensão territorial, o Brasil já deveria ser membro do conselho permanente, mas sem poderio militar, isso fica impossível. Veja que o Brasil está a anos luz de distância de outros países nesse ponto. E mesmo que um dia seja potência, nada é garantido… Veja o caso de Índia e Paquistão. Ambos são potências nucleares e eles tem cadeira cativa entre os grandes?
Amigo… como o Brasil vai conseguir fazer o seu consumidor interno consumir o era exportado também…? Evidente que com o tempo o mercado iria absorver, mas tem a mínima noção de quanto tempo levaria pra isso? O amigo fala como se fosse simples; num passe de mágica! Não é. A perda repentina de mercado não pode ser preenchida rapidamente como sugere. Haveria a necessidade de se realocar a produção para atender somente a demanda interna para evitar a quebradeira ( o que representa demissões ). E o pior ( um paradoxo, de fato ): o mercado interno ficaria saturado de produtos não vendidos, o que faria o preço despencar ( sem mercado cativo, não há a necessidade de consumo ). Isso é perigoso, pois quando se projeta a produção de uma empresa, é para atender a determinados mercados; ela dimensiona sua escala de produção e LUCROS para isso. Se ela perde um dos mercados, o produto encalha. E se for vender o excedente nos outros mercados, o excesso do produto faz o preço cair. E como ela esperava por um lucro dentro de uma faixa específica, ela acaba é tendo prejuízo ( o que muitas vezes acarreta falência )… Daí o temor das empresas sobre o embargos…
Casa da Moeda? Gerar dinheiro? Meu caro, porque você acha que todo o governo do mundo que tem uma casa da moeda tem pavor de imprimir dinheiro a torto e direito? Inflação! O fluxo do dinheiro tem que ser regulado ou ele simplesmente desvaloriza! Simples assim! Ou seja, pode pegar todo o Plano Real e jogar na lata do lixo se fizerem isso! Lamento dizer, mas o que o amigo pensa em fazer aqui é utópico… Na teoria, com uma economia capaz de absorver todos os danos econômicos de um embargo EM CURTO TEMPO, isso seria possível, mas entenda que o Brasil NÃO É uma economia assim ( mesmo empanturrada de recursos naturais ). Nenhuma é… Enquanto houver a necessidade de manter relações externas para segurar as industrias ( e SEMPRE haverá essa necessidade ), o que o sugere é IMPRATICÁVEL!
Repito mais uma vez: ter somente recursos naturais não garante absolutamente nada! Sem ter os processos necessários para replicar o que se perde, não se produz! Simples assim! Prezado, eu não duvido das chances do Brasil sobreviver a um embargo. A duras penas, o Brasil SOBREVIVERIA! O que eu ponho em cheque nesse caso é a capacidade de evolução tecnológica no período do embargo. Somente formar engenheiros, como você diz tão enfaticamente acima, é apenas o primeiro passo… Essa mão de obra tem que adquirir proficiência, e isso leva tempo. Após adquirir essa proficiência é que se começa a produzir algo por si só. Veja o caso dos chineses, quebrando cabeça a décadas para fazer motores aeronáuticos e simplesmente não consegue. E por que? Porque necessita de gente especializada devidamente formada e com experiência válida para reproduzir qualquer coisa que seja. Se isso não é um argumento claro, então não sei o que seria…
O amigo também usou diversas vezes ao longo desse debate o exemplo da Russia. Meu caro, observe o que os russos fazem hoje e o que os países ocidentais fazem… A tecnologia avançada que permite micro-computadores, I Pad´s, e toda essa parafernália somente foi possível pela troca de experiências entre empresas ocidentais dos mais diversos países. Uma inventava uma coisa; outra inventava um outro item, ambas as empresas combinavam e o resultado era um produto muito mais avançado do que se todo mundo resolvesse ficar "batendo cabeça" sozinho, como a Russia fez… E seria menor ainda a possibilidade de sair alguma coisa se o país permanece embargado e sem a possibilidade dessa troca de idéias. E até onde sei, nenhum país embargado produz tecnologia nesse nível…
Por fim, você diz que bateu meus argumentos. Eu não considero assim, pois respondi a altura com argumentos e exemplos válidos.
Mas vamos chegar a um meio termo! Eu acredito no Brasil! Mas a política tem que ser responsável. O Brasil pode lucrar muito sem ser agressivo, fazendo políticas responsáveis com o resto mundo, e assim servindo de exemplo para outros e ganhando mais e mais a aceitação no mercado internacional e o respeito de todos. Assim, com trabalho e dedicação, o Brasil poderá conquistar o seu merecido lugar entre os grandes.
Correção.
Onde está escrito: "…ponho em cheque nesse caso…"
O correto é: "…ponho em xeque nesse caso…"
RR… Será uma resposta longa, mas espero que seja esclarecedora…
Com armas nucleares e poder econômico o conselho de Segurança vai ter que aprovar o Brasil dentro dele… Não existem deuses, somente nível de poder… é assim que funciona, sem poder militar ou de destruição em massa não se entra no CS da ONU!!
Alias, o amigo parece não entender isso, e isso é muito pratico!!
Índia e Paquistão não tem poder econômico e financeiro pra bancar custos altos que possam ser pedidos pelo conselho de segurança, como grandes doações à Banca Mundial, FMI, etc… e vejo que não entendeu isso também, pois não teria feito essa pergunta sobre os dois países!!
Olha, o que seria exportado, e já falei isso antes e parece que não conseguiu entender, seria colocado no mercado interno, e o ramo industrial que fosse gerar produtos em excesso, seria convertido, isso eu já disse… entendeu? Conversão de produção industrial pra não gerar excesso!
Nunca sugeri que tudo seria feito em pouco tempo, isso é interpretação tua, eu somente coloquei os passos que adaptaria a economia interna ao embargo.. O TEMPO DE ADAPTAÇÃO NÃO IMPORTA COMO FATOR DE IMPEDIMENTO, NUNCA FALEI EM CURTO PRAZO JÁ PRA ESCLARECER… obviamente tudo passa por um tempo de adaptação… não deve ser temido, mas aceito como realidade pratica… e vamos lá, vou repetir novamente pois parece que o colega não consegue entender os pontos básicos dos meus argumentos, e o caso da casa da moeda é muito claro a respeito disso…
Não tem passe de mágica algum, mas soluções, as empresas não falirão e não gerarão desemprego, porque o estado brasileiro e os bancos estatais fariam como a EUROPA FAZ HOJE, salvando empresas falidas, mudando de ramo as que tiverem saturando o mercado, dividindo em partes grandes conglomerados, mantendo sempre seus trabalhadores nelas através de incentivos fiscais ou tributários ou ainda por imposição legal, já que o governo faz leis, o que explico em breve… e enfiando dinheiro nelas com novo capital de giro, não dinheiro do mercado internacional, não dinheiro imprimido, mas dinheiro dos impostos, fazendo uma limpeza administrativa, pagando os fornecedores, mudando as leis trabalhistas ou arindo créditos bancários ou de impostos para a empresa e etc…
E isso aconteceria nos primeiros meses do embargo, onde o estado poderia impedir a demissão e a produção que gerar excesso inicial de produtos no mercado interno… o estado pode fazer isso, alias, o estado pode fazer tudo o que quiser, não é a lei do mercado quem manda dentro de uma economia embargada, mas o estado, basta baixar um decreto ou lei parlamentar onde seria o estado a pagar o salario do trabalhador que poderia perder o emprego nos primeiros meses ou até a conversão da produção da indústria, ou até mesmo mandar todos em férias coletivas pagando salario mais baixo, até que a indústria esteja convertida, pagando um percentual do salario do trabalhador abatendo nos impostos que a empresa já deve ou em créditos de impostos para a empresa quando ela voltar a produzir, ou imprimir dinheiro pra pagar tudo isso e retirar o dinheiro do mercado aumentando os juros gradualmente durante determinado período, estabilizando tudo novamente com o tempo … esse tipo de medida já poderia anular completamente os efeitos do risco de demissão em massa inicial do embargo, e ainda aumentaria os investimentos do estado na economia, já que compraria máquinas que já são fabricadas aqui obviamente, novos edifícios, novas rederes de comunicação, nova eletrificação predial, etc!
O Outro ponto, o mercado interno não aceitar o produto ou seu excesso de produção, onde também explico novamente que ao INVÉS DE DEIXAR O MERCADO INTERNO CONSUMIR TUDO O QUE SERIA EXPORTADO, poderia-se também, modificar o produto para entrar em outro tipo de mercado consumidor interno, POR EXEMPLO o mercado da energia verde, ou da metalurgia pra quem exporta matéria prima metálica, ou o de construção civil no caso da extração de madeira pra modificar as toras em andaimes ao invés de exportar toras, e o mercado interno não absorveria essas toras todas na fabricação de móveis, e assim não se saturaria o mercado interno, já que passariam a fabricar outras coisas com a madeira além de móveis… explicar mais passo a passo que isso eu não consigo… fica até repetitivo…
(Continua…)
(Continuação)
Então assim, as empresas não falirão, não terá desemprego, não se o estado intervier na economia, não digo administrando-a, mas modificando a área de atuação das empresas e dos produtos, os direitos dos trabalhadores, etc… NENHUMA EMPRESA OU BANCO FALI SE TEM O ESTADO PRA SALVAR… pergunta isso pra qualquer economista do mundo e todos te dirão o mesmo, o estado não deixa falir se quiser salvar, e vimos isso na crise USA 2008, onde os USA imprimiram um mar de dinheiro aumentando a divida publica com o Banco Central que é privado, não digo independente como é o MPU ou TCU aqui, mas tem legitimidade de impressão… aqui é diferente, é uma fundação do estado, controlada pelo estado, mas lá nos USA no fim quem vai pagar a conta é o imposto do cidadão!
E quanto ao produto encalhar, bem, pode-se reduzir a produção para o mínimo que a empresa tiver que fazer, e fazer isso com todas as empresas que estejam nessa situação, e aumentar o consumo do estado, das prefeituras, ou simplesmente tentar vender no mercado negro internacional… as empresas no capitalismo também fazem assim quando os estoques estão pra encher, elas reduzem a produção, depois de encher totalmente, algumas dão férias coletivas, dão os produtos como garantia aos bancos, e continuam recebendo capital de giro, e depois de esvaziar ou reduzir os estoques, retorna-se ao trabalho… isso também existe em todo o mundo, pergunta pra economista pra ver… e podemos fazer o mesmo aqui, o estado poderia garantir o capital de giro, e depois que votar à produção, retira-se novamente o dinheiro em excesso do mercado interno com impostos mais altos ou juros mais altos!
Novamente vejo que o colega não entendeu oque eu disse sobre ter a casa da moeda… realmente a capacidade de entendimento do brasileiro é baixa, muito baixa… vamos lá:
- O amigo falou que com o tempo faltaria dinheiro no mercado interno devido a falta de dinheiro das exportações… bem, isso é falso em parte, seria verdade se não tivéssemos a casa da moeda como muitos países do planeta, o mercado interno se regula com o dinheiro interno… olha, eu sei que deve ser regulado o fluxo de dinheiro ao interno da economia, NÃO FALEI QUE DEVERIA-SE FAZER DINHEIRO LIVREMENTE, NÃO SEI DE ONDE TIROU ESSE ENTENDIMENTO… tanto é que eu disse na postagem anterior, claramente e copio aqui:
"já que até o papel moeda e dinheiro metálico somos capazes de produzir e regular no interior de nossa economia… OBVIO SE A ECONOMIA INTERNA FOR BEM MODELADA, e não ser como os anos 80 onde se imprimia dinheiro pra pagar despesa do governo! "
- Vou traduzir pra você ta: Tem que regular no interior da economia o fluxo de papel moeda e dinheiro metálico produzido pra não repetir os erros dos anos 80… conseguiu entender agora o que eu disse… pois vejo que não entendeu da primeira vez já que veio falando:"casa da moeda tem pavor de imprimir dinheiro a torto e direito? Inflação! O fluxo do dinheiro tem que ser regulado ou ele simplesmente desvaloriza! Simples assim!
- viu???… EU NÃO FALEI QUE IMPRIMIRA DINHEIRO A TORTO E A DIREITA, FALEI DO CONTROLE CLARAMENTE… e colocando os anos 80 na conversa eu falei exatamente sobre inflação e ainda te disse o porque da inflação que tivemos com a impressão irresponsável de dinheiro… não viu onde está?? copio de novo, assim o amigo entende né: e não ser como os anos 80 onde se imprimia dinheiro pra pagar despesa do governo! entendeu agora… eu não falei nada disso que o amigo entendeu e veio querendo bater com argumentos que tem nada a ver com o que eu disse… e por isso que falo que está desvirtuando o debate, pois eu falo e você continua não entendendo… mas entendeu assim errado.. porque será??Então seus argumento não valeram, pois foram contra algo que eu não disse… entendeu agora o que eu estava falando antes???
Viu, eu mesmo disse anteriormente que deveríamos REGULAR A PRODUÇÃO E A ECONOMIA INTERNA PARA ADAPTAÇÃO… não sei porque veio falando isso ai, sendo que eu mesmo já coloquei o argumento de forma clara.. vejo que não consegue entender o que falo! Isso não é utopia, pode-se fazer, pouco importa o tempo, 10 ANOS seriam um bom período de adaptação… não vejo por que ter medo, afinal 10 anos passam rápido! E digo 10 anos pra tudo o que for problema de adaptação que aparecer, pra adaptar o Brasil a tudo em caso de embargo!!
(Continua…)
(Continuação)
O Brasil é uma economia assim, CAPAZ DE RESISTIR A EMBARGO E VIVER DO QUE TEM DENTRO DELA, e alias, gostaria que me explicasse, detalhadamente como eu fiz, por que considera que o Brasil não é uma economia assim, capaz de suportar os baques de um embargo, pois eu coloquei tudo com minimas explicações, e não termos generalizados como está fazendo desde o inicio do debate… eu expliquei o porque da industria, da agricultura, so sistema financeiro, do mercado interno, e tudo em detalhe, não fiz afirmações genéricas como essa ai tua: "Na teoria, com uma economia capaz de absorver todos os danos econômicos de um embargo EM CURTO TEMPO, isso seria possível, mas entenda que o Brasil NÃO É uma economia assim ( mesmo empanturrada de recursos naturais ). Nenhuma é… "
Por que não é em detalhe?? Por que nenhuma é em detalhe?? Vir repetir economês de revista que fala "Sem comércio exterior é morte certa" é fácil, mas quero saber o porque a economia não sobrevive por si só com o que tem dentro, sendo que essa é a base pra tudo na economia de um país, trabalhar a micro-economia com o que tem de recursos interno, DEPOIS VEM O COMERCIO EXTERIOR… mas isso não falam na revista né!!!
Julga como impraticável mas ainda não vi argumento sólido pra isso… onde está o argumento válido pra ser impraticável sendo que eu coloquei tudo o que seria PRATICADO nos detalhes para se sobreviver e depois da adaptação prosperar à um embargo… NÃO É MÁGICA, O ESTADO FARIA EXATAMENTE COMO EU DISSE, NADA FORA DISSO… está tudo em detalhe nas minhas palavras durante o debate, vejo que não leu muita coisa que eu disse, ou se leu não entendeu… pois está repetindo coisas já batidas..
Repito mais uma vez, ter recursos naturais não garante absolutamente nada sem modificações da economia interna como está hoje, deve-se adapta-la, e isso eu já falei mil vezes aqui… adaptei a industria, adaptei a agricultura, adaptei o sistema econômico, adaptei a administração publica da educação e da saúde, e tudo mais que aparecer será adaptado também… o amigo parece que não entendeu que os recursos naturais sozinhos não fazem nada, tudo deveria ser adaptado, e demonstrei essas adaptações e o amigo não respondeu nenhuma delas à altura, pode ler tudo de novo, confira você mesmo…
A Capacitação técnica vem com o tempo e com o INVESTIMENTO NA MESMA , leva 20 anos pra fazer um motor aeronáutico, bem, que sejam 20 anos então, qual é o problema?? O tempo não é importante caso sofra-se um embargo, sobreviver sim!!
A Rússia bateu cabeça sozinha e competiu diretamente com os USA em todos os aspectos importantes, como Aeronáutico, Espacial, Técnico militar, Armas Nucleares, Químicas e Biológicas, e até na guerra informatica, pois vai ver se os USA conseguem derrubar a Rússia na segurança informatica do estado, tentam desde os anos 80-90 e nunca conseguiram penetrar nas defesas informáticas russas, nem mesmo depois do colapso soviético! Certo, não competiu no setor de bens de consumo como o iPad ou tênis Nike… Mas no que tange a sobrevivência sob embargo a Rússia foi totalmente capaz de gerar as tecnologias que serviram, mesmo sem comércio internacional, vivendo somente de seus recursos internos, administração publica, e capacitação cientifica eficiente!! E ISSO É INEGÁVEL!!
Então, ainda dentro do tema, pra sobreviver a um embargo a tecnologia de sobrevivência é mais importante que as de consumo, e isso também já falei desde sempre no debate, o amigo não viu, pois o importante é adaptar pra sobreviver, e sendo um embargo um ATAQUE COVARDE CONTRA UMA POPULAÇÃO, onde o objetivo é matar o máximo de civis para derrubar um governo e tentar impor uma ordem direta sobre nação, vejo que a Russia que cito sempre como exemplo foi muito bem nesses aspecto por todo o século 20, não só sobrevivendo, mas também respondendo à altura!!
(Continua…)
(Continuação)
O que seriam politicas responsáveis?? Responsáveis pra quem? O que é responsável?Quem define o que é ser responsável? Diz, ser mais um na fila, aceitando o que outros julgam como "Certo" pra não correr riscos de embargo, deixando assim de praticar um ato em favor de seu interesse direto, por medo de ser considerado "Agressivo"??? Não isso que disse no final pareceu um discurso de revista cosmopolitan… tem nada a ver com a politica internacional que é suja e mesquinha!!
Quanto a afirmação do amigo: "Por fim, você diz que bateu meus argumentos. Eu não considero assim, pois respondi a altura com argumentos e exemplos válidos." Bem, eu não vejo assim… VAMOS POR PARTES: a parte da casa da moeda confirma isso já de cara, eu falei uma coisa e veio com outra que eu não disse, e até mesmo repetiu o que eu disse… assim como a da agricultura e industria interna sendo a base pra sobreviver a um embargo e o amigo veio colocar Cuba e o Japão na conversa ou como exemplo dos problemas de um embargo, sendo que tem nada a ver com a realidade do Brasil, não servindo como exemplo em nada… e a parte da conversão industrial então, tanto batida em tema militar, principalmente no que resguarda a 2° GM, mas que o amigo parece não conhecer esse tema de conversão industrial em tempo de crise, e tem ainda a parte das exportações de matéria prima bloqueadas pra prejudicar os embargadores também, o amigo respondeu que no fim venderíamos matéria prima e não compraríamos material de ponta… que isso, funcionou com o Iraque, mas o Brasil não é o Iraque, simplesmente não venderíamos nada pra forçar o mercado internacional a derrubar um embargo contra nós, pela mesma razão que a Venezuela não sofre u embargo, e que está la na outra postagem: http://www.cavok.com.br/blog/?p=62684 !
E no tema sobrevivência a um embargo vei colocando que a Rússia não gerou os belíssimos meios da economia de consumo… novamente fugindo do tema, pois a Rússia gerou tudo o que que precisava pra sobreviver à falta de comércio internacional por todo o século 20, vivendo de sí mesma… ENTÃO CONFIRMO O QUE EU DISSE, seus argumentos não foram à altura do tema, já debati com muitos outros colegas na internet, e acho que posso dizer, que tinham bem mais conteúdo do que os do amigo… e principalmente não fugiam do tema, ficavam no tema e tinham colocações muito precisas e cientificas em pauta…
Olha que eu pensei em um monte de argumentos que o amigo poderia devolver, e que EU TIVE QUE ESTUDAR NESSE 3 DIAS NOVAMENTE, E QUE O AMIGO SEQUER CITOU… OU SEJA, NÃO SABE DOS DETALHES… SABE O QUE A PROPAGANDA DIZ… Veja onde pensei que tocaria mas não disse nada, principalmente na área da Agricultura e Industria interna, como:
- Irrigação e fontes de água(base da sabotagem inimiga que impôs o embargo),
- Fertilizantes (base da indústria de armas químicas),
- Maquinas industriais de precisão(realmente seria um problema em caso de embargo),
- Fontes de Energia Renováveis (temos as Hidroelétricas mas não toda a projetação),
- Distribuição de Produtos para indústria, como moldes, e novos materiais industriais avançados, seria também um problema,
- Rede de Infraestrutura de Comunicação no Brasil que é um ponto crucial na moral da população no fronte interno durante um embargo,
- Concentração geográfica da indústria militar estratégica em São Paulo e que seria alvo de misseis de cruzeiro, já que embargo também pode trazer certas incursões armadas,
- Atraso nas obras do PAC em todo o país, o que dificultaria o controle da distribuição eficiente da produção agrícola, e infra estrutura leva décadas pra serem concluídas.
- Máquinas Agrícolas, que também seriam um problema, e que são a base da indústria pesada civil, e que seria a primeira a ser convertida para militar em caso de embargo…
- E por ai vai… seriam necessários uns 10 anos pra se adaptar… e todos eles eu encontrei um argumento valido por enquanto, e esperava o amigo tocar no assunto!
(Continua…)
(Continuação)
Então vemos vários temas que o colega sequer colocou na mesa, e quando tocou foi em modo generalizado… e noto por falta de conhecimento dos mesmos, pois não hesitaria em expô-los no debate, eu estava aqui me preparando… toda noite estudando os meandros da economia interna, métodos industriais e agrícolas, desenvolvimento tecnológico, pra ver que tipo de adaptação seria viável pra resistir a um embargo… mas o amigo veio somente com argumento de tipo revistas e televisão, tipo Cuba e Japão, aquilo ali foi triste hein, eu fiquei desapontado com esses exemplos, até um pouco nervoso, pois eu me preparando e me vem com uma dessas… mas não perdi o meu tempo, aumentei meu conhecimento sobre o assunto, e é muito complexo… o amigo não colocou nada de detalhado como coloquei por todo o debate… mesmo que eu as vezes também generalizasse, mas eu melhorava em cada parte… realmente eu espera um pouco mais do colega, sério, mas tudo bem, no fim é como diz o poeta, pra quem não tem o conhecimento técnico obviamente: "Muitos não veem as coisas como são, mas veem as coisas como ELES são!"
Obrigado pelo tempo que dedicou, e no fim ficamos assim, eu continuo acreditando de forma pratica que o Brasil resistiria a um embargo se fosse necessário, e que não deveria temer caso deseje lutar por seus interesses no mundo contrariando o interesse de outros!
Valeu!!
Francoorp,
"O estado manda" virgula…! A capacidade de intervenção financeira do Estado é e será sempre limitada… Um embargo não afetará somente uma ou duas empresas. Afetará centenas, se não milhares delas! Acredita mesmo que o Estado terá dinheiro para acorrer milhares de empresas…? Creio que já expliquei isso… Antes de salvar alguma coisa, o Estado QUEBRARIA!!!
O amigo parece que hesita em não reconhecer as lógicas empresariais básicas!
Não existe isso de realocar empresa pra produzir outra coisa, ainda mais nos dias de hoje, quando o que conta no mercado é a especialização da mão de obra! Numa situação como a que propõe, ter-se-ia que retreinar TODA a mão de obra! E isso consome tempo e dinheiro! Então, com a empresa realocada, ter-se-ia que ganhar proficiência na produção para atingir um nível satisfatório no produto. Ou seja, além da empresa perder o mercado anterior, terá que entrar como novata em outro mercado, torcendo por aceitação de seu novo produto! É como realocar a uma grande montadora de carros para começar a produzir do zero aeronaves comerciais! Seria problemático, pra dizer o mínimo…
E quanto a produto, penso também já ter explicado em meu comentário anterior… SEMPRE que um produto ou matéria prima tiver que ser realocado para outro lugar por conta do embargo, HAVERÁ EXCESSO DELES! E isso independe de pra onde eles forem! O que ocorrerá será um barateamento perigoso desses produtos e matérias, e cujos lucros poderão não compensar o investimento.
A Índia é sim uma potência econômica ( tanto que faz parte dos BRICs ) e militar, e isso não garantiu nada a eles quanto a conselho de segurança…
Que eu posso dizer… O amigo quer me parece partir da premissa de que o Brasil é um país que já tem tudo o necessário para a sua industria ou que poderia suprir-la em pouco tempo com os itens necessários para sobreviver a um embargo… Eu parto da situação atual, na qual o Brasil é um país com uma industria ainda ascendente e cuja a industria com real valor tecnológico agregado ainda tem muito o que crescer, e não estaria em condições de sobreviver ainda por si mesma por conta dos itens básicos que tem NECESSIDADE de importar ( e que poderia perder em um embargo )… Ou seja, partimos de pontos de vistas bem diferentes… E se duvida do meu ponto de visada, procure por si mesmo quantas empresas BRASILEIRAS ou que tenham capital nacional no Brasil produzem itens verdadeiramente sensíveis, com tecnologia avançada agregada e que podem compor produtos… Estamos a anos de distância dos outros nesse quesito…
Quanto ao exemplo de Cuba e Japão, pensei ter sido bem óbvio… De um lado, um país embargado e que não progride. Do outro uma economia aberta e que prospera… Evidente que é país diferente do Brasil, e que não possui os mesmos recursos naturais, mas a essência do problema é a mesma! A sua industria poderosa jamais existiria se não se relacionasse com os demais países para agregar e compartilhar tecnologia, o que seria impossível com embargos. O amigo parte da ideia que é somente ter recursos naturais que o resto se resolve… E não é assim. Recursos naturais são apenas uma parte. Existe a necessidade de se poder manufaturar os recursos. E é aí o grande entrave! Sem a troca de experiências vitais com o mundo ocidental, o Japão jamais teria chegado a ter a capacidade manufatureira que tem hoje.
Prezado… A Russia competiu em todos esses campos com o mundo ocidental e… quebrou… É a maior prova de que uma economia isolada não sobrevive… Os chineses perceberam isso e abriram-se para o mundo… A Russia não é exemplo de nada para o Brasil. Exemplos são países que com tão pouco fizeram muito mais que o Brasil fez nos últimos 50 anos… Aí cito Japão, Coréia do Sul… Esses sim são modelos de eficiência e cooperação com o mundo a serem seguidos.
Por fim, politicas responsáveis são aquelas que atendem aos interesses do país em curto, médio e longo prazos. Logo, correr o risco de sofrer embargos por uma venda de um equipamento de defesa a um cliente indesejável não é o que eu poderia considerar de política responsável…
Enfim, gostei de debater contigo. Foi uma boa oportunidade para exercitar minhas crenças, revisar meus pontos de visada e reforça-los.
Um abraço, Francorp!
RR
O estado manda e basta, não tem virgula.. o estado não quebra… rola divida, faz o que quiser em uma economia sob embargo ou em crise, regula, transfere recurso, aloca, congela preços como era na URSS até a queda politica, e ponto!
Eu sou empresário, reconheço exatamente o que é legislação comercial, Jurisdição econômica, finanças e contabilidade, direito administrativo, e todas as lógicas empresariais, o amigo é que não sabe!
Existe realocação de empresas, acontece na Europa, eu mesmo vi isso na Calábria onde o governo dava galpões grátis sem aluguel, e em Parma com a Parmalat que sofreu intervenção estatal, EXISTE ISSO SIM,.. o amigo pode pesquisar na internet, tem ai, e fio o estado italiano que fez isso!
O Amigo não entendeu, o Brasil tem o que crescer, não tem nada pronto, mas pode melhorar a industria sem precisar importar nada, leva tempo pra gerar o que precisa, mas no fim, consegue, não tem que temer embargo algum!
Cuba não vale como exemplo pois não tem o parque industrial ou recursos naturais como ferro, por exemplo, pra fazer funcionar um parque industrial, DEVE IMPORTAR RECURSOS DE TODOS OS TIPOS e não tem parque industrial pra transformação, e essas duas temos no Brasil, Recursos e industria… e o Japão não tem capacidade de sobrevivência da população sem importação de alimentos, totalmente o contrario do Brasil… e acho que isso era bem obvio, realidades diferentes do Brasil! Compartilhar tecnologia é uma ilusão, tecnologias são compradas ou desenvolvidas, nunca compartilhadas!
Prezado… A Rússia colapsou politicamente primeiro, depois que veio o colapso econômico devido as mudanças verso o capitalismo, sem o colapso politico não teria o econômico, sabe o por que ???… Porque a economia era governada pelo estado politico, depois que acabou o controle politico do estado a coisa foi pro fundo! Mas isso até garoto de 16 anos sabe…
Responsáveis são quem correm atras do próprio interesse… cliente indesejável… indesejável pra quem?? Pra potente estrangeiro?? Já falei disso!
Viu, confirmo tudo o que eu disse antes, alhos com bugalhos, eu não tenho crenças, não acredito em nada, não tenho ponto de vista pra ser reforçado além de que o Brasil não deve obedecer ninguém!!
Abraço!!
Se fosse aqui no Brasil dos mensaleiros eu acreditaria…kkkkk
Symon, vc voltou !! Estava com saudades de vc, os outros americanofilos sao muito chatos !!
KKKKKKKKKKKK !!!
Pensei que vc iria escrever mais aqui para defender o F 35…
Outra coisa, o Stealth nunca me convenceu ao 100%… sempre soube que a melhoria dos sensores um dia alcançaria o avanço da invisibilidade aérea, sempre foi assim no mundo militar, uma arma moderna e na vanguarda sempre vem alcançada pela tecnologia de neutralização do oponente… e vemos aqui mesmo a confirmação disso:
“Sensores e computadores melhorados estão acabando com o stealth”, disse à revista “Time” o almirante Jonathan Greenert, chefe de operações navais dos EUA.
Valeu!!
Francoorp,
Isso é questionável… Esses mesmo sensores e computadores melhorados também poderiam tornar um caos a vida das aeronaves de geração 4.5, tornando-as inviáveis…
Em suma, ruim com o stealth, pior sem ele…
é…mais caro q o f-22, o mais caro caça da historia — correto?
oq dizer?…ao meu ver tá tudo tao errado…e n escondo meu olhar torto para a lockheed. ela faz coisas incriveis, mas incrivelmente caras.
Xiiiiiiiiiiii. Será que o Chinês vai chegar na frente ou o russo ??? Ou será contra informação.?????
Do jeito que está indo, não só o chinês mas o russo e o iraniano. kkkkk!
A sua pátria amada precisa antes aprender a fazer motores aeronáuticos decentes e não esses meia boca que soltam pecinha….
Não sei porque fica nervoso, "tempos de violência" ????, atividades físicas como dança ajudam. Não falei nada demais.
http://www.youtube.com/watch?v=Ik-RsDGPI5Y
Não era para você não meu bom amigo! Não se esqueça que desde lá do plano Brasil que nossa relação sempre foi bastante cordial….
Principalmente o iraniano, tendo em vista a informação que nos tem sido mostrada em vários sites….
Será que o Chaves morreu em dezembro ou em janeiro.. kkk
Os esquerdopatadas sonham e sonham.. kkkkk
O tal PaK ou Pac nem saiu do chão e os karas babam ovo.. kkk
"Não sei porque fica nervoso"
Gostou né???
Com o dinheiro gasto nesse programa os americanos poderiam ter aperfeiçoado o já avançado F-22… Poderiam deixar um F-22 full só pra eles e uma versão downgrade para os aliados. A USAF poderia fazer um mix de F-22+ com o Silent Eagle.
A versão F-35C poderia ser substituída pelo Silent Hornet, que a Boeing pretendia desenvolver … Quero ver como será barato manter um caça full stealth embarcado…
Já a versão F-35B… O q poderiam ter feito? Um novo avião "from scratch"? Um novo harrier?
Não entendo a necessidade da US Navy para esta versão, sendo que eles estão cheios de super carriers. Os americanos já utilizaram aeronaves de asa fixa de seus LHD em algum conflito?
Para os “marines” o F-35B substituirá os Harrie. Eles já tem uma doutrina de combate e uso de aeronaves VSTOL. Além disso não só os Marines precisam desta versão. Os Ingleses tem dois Naes saindo do forno que foram projetados para operar a versão B do F-35. (Pelo menos inicialmente pois serão equipados com rampas e se não me engano não possuem catapultas)
Artigo absolutamente impreciso,tendencioso e com fortes dados de falta de realidade,sem falar nos erros. Se eu der credibilidade a ele deverei também aceitar que o Qaher 313 é um arma eficaz.
Nada a ver a colocação do Qaher313… isso ai foi somente uma tentativa baixa de desacreditar um artigo que é bom, tem até almirante USA nele, consultor de nível etc… se fosse noticia a favor dos projeto sem dúvida estaria dando crédito a ele!
Essa frase do Almirante americano é fatal, a tecnolgia stealth está na corda bamba, e ai fica evidente os outros problemas como sacrificar o desempenho e capacidade de armas para ser stealth para no fim ser visto por novos sensores, se é assim é melhor estar pilotando um F15 ou um Su 35.
Já ouviu falar em contra informação? Pois é, nessa época em que os chineses tentam invadir os computadores do G. Americano (4.800 vezes por dia), oq é melhor doq colocar algumas contra informações no jogo?
desde sempre disse que o unico problema pro F-35 era o preço…tarde de mais pra voltar atrás
Alguem ainda tem alguma duvida ?
O F-35 gordinho vai receber uma bela pá de cal.
Nitidamente, os americanos já estão de saco cheio.!!
Nunca gostei deste jato mesmo, pra ser muito franco.
Que decepcão.. $$$ centenas .. de bilhoes de dólares jogados no ralinho.!!
O F-22 agradece e, agora, ressurgirá das cinzas.rss
E ainda tem um certo aloprado, contrário ao Rafale, que sonhava em ver o F-35 voando no Brasil.
Coitadinho do Mr. indefensavel, hoje, está emburrado com esta noticia..rss
he he he sonhe…kkk
Nada de novo nesta matéria. Mas dizer que o programa está ameaçado é um exagero. Não sou fan do F-35, mas esse programa chegou naquele ponto onde não tem volta. Não existem alternativas ao F-35. E não venham com caças de 4.5ª geração, quando China, Japão, Russia e Índia desenvolvem os seus 5ª. Do mesmo modo ainda temos Coréia do Sul e Turquia com seus projetos.
Também gostaria de ver uma versão "C" do F-22 com muitas das tecnologias desenvolvidas para o F-35. Talvez algumas ele absorva na forma de um MLU. Mas reabrir a linha de produção acho difícil.
[]'s
De fato, esse tipo de notícia fundada unicamente em suposições totalmente sem lastro funciona como tábua de salvação para aqueles que defendem vetores de 4.5G que custam quase o mesmo que um caça de 5G…….ainda mais quando esse mesmo vetor jamais poderá chegar perto em tecnologia com o F-35……Realmente,dor de cotovelo e ressentimento ideológico são uma lástima…
Este artigo resume o que tenho dito a muito tempo neste blog…
O tempo do F35 passou, é desnecessário no cenário geopolítico mundial, a arma mais cara de todos os tempos perdeu o bonde da história…
Se custou U$400bi até aqui, será necessário mais do que isso para concluir o programa e corrigir suas falhas…
É um projeto tecnologicamente maravilhoso… mas condenado… tem a mesma utilidade hoje em dia que o projeto Apolo para enviar homens na lua… nenhuma….
O F-35 é o caça mais esperado do Mundo..
Israel só não atacou o Irã ainda porque não recebeu os seus. Se tivesse só quatro já teria acabado com o Irã.
O resto é conversa para nanar bovinos.
É Symon… mas parece que os caras cansaram de esperar…
Israel acaba com o Irão hj só com o que tem, não precisa de F35… eles tem uma das FA mais bem treinadas do mundo…
Só não fizeram pq não tem autorização do tio sam…
Edson_,
Eu diria que o tempo do F-35 não chegou ainda ( e provavelmente jamais chegue )… Por isso tanta polêmica em torno dele… Mas no geral, os mesmos questionamentos presentes hoje também estavam presentes no surgimento do F-22 e, ao seu tempo e de outras formas, do F-15, F-16, F-14… Havia apenas um agravante antes: existia antes uma União Soviética… Hoje, como já comentei antes, fica difícil justificar uma aeronave tão sofisticada quando o adversário real usa fuzis, RPGs e quando muito um MANPAD… Portanto, o papel do F-35 passa ser dissuasório na maior parte do tempo.
Contudo, não se pode negar a sua utilidade em um cenário provável de guerra contra um país sofisticado. A bem da verdade, qualquer força armada é equipada e dimensionada debruçando-se nos prováveis conflitos futuros ( por menor que seja a possibilidade deles acontecerem ). Em outras palavras, garante-se a supremacia antes mesmo da guerra começar. Foi assim que alemães conquistaram suas vitórias fulminantes no inicio da Segunda Guerra Mundial. E curioso, que a mesma Alemanha fornece exemplo do contrário, quando invadiu a Russia com uma força bem treinada, porém não tão bem dimensionada e despreparada para as condições do território russo… Enfim, vence é quem se prepara… E os americanos estão fazendo isso…
Resposta muito bem elaborada como sempre _RR_.
Só faltou ponderar o lado econômico deste cenário… se os EEUU continuarem a torrar os tubos neste projeto, logo não terão grana para manter em dia sua espinha dorsal…
Apenas como exemplo cito como consequência o envelhecimento do inventário da Usaf…
Abç.
Edson_,
Concordo com o amigo. Dinheiro sempre é limitado e há de se listar prioridades… A frota da USAF realmente está envelhecendo e precisa-se pensar em um substituto convicto já num médio prazo.
Embora eu não acredite que a USAF opte por fabricar mais F-16, sempre é uma possibilidade adotar-se um tampão ou um complemento menos oneroso ( como os australianos provavelmente farão com seu "mix" de F-18 E/F e F-35 )…
É louvável. Os americanos já provaram que não ficam olhando o bonde passar. E quem não gostaria de ver um F-35 em suas forças?? Eles estariam 100% certos se o momento fosse outro, isto também não quer dizer que estão errados…. o problema está no seguinte: quem vai pagar a conta?? principalmente nos dias de hoje…
Aviões Stealths sempre foram um grande problemas, e sempre apresentaram grandes falhas, tanto que, até hoje, o único 5G em serviço NUNCA entrou em uma batalha, e ainda não teve o seu batismo de fogo, mesmo estando a quase 10 anos em serviço.
Não adianta, hoje, os aviões que ainda cumprem as missões são os bons e velhos 4G.
Certo foia Russia, que desenvolveu o seu 4G++ e só agora está indo para o 5G, e mesmo esse, ainda com varias características semelhantes ao 4G++
Eu sempre disse aqui que esse negócio de colocar inúmeras capacidades em um único avião para subistituir tantos outros ao mesmo tempo não iria dar certo e com certeza ficaria caro demais. Os americanos não aprenderam nada com o F22, que apesar de ser um avião mais simples por não incluir algumas das capacidades do F35 como decolagem e pouso vertical, também estourou o orçamento e impediu a USAF de adquirir as 600 unidades que pretendia para substituir o F-15. Eu não gostaria de ver o F-35 no roll daqueles aviões que nunca foram utilizados( quem tiver a oportunidade para pesquisar…), mas pelo andar da carruagem tá dificil. Que sirva de exemplo para outros paises. Acredido que os americanos e seus parceiros vão dar um jeito só que já está ficando caro demais.
Os ianques são trapalhões, as coisas lá só dão certo porque eles tem muita grana, é simples assim.
O problema é que a grana já não é tanta como antigamente. Ficarão como o menos importante dentre os grandes impérios da história. E ainda se sentem no direito de plagiar a águia romana, que indecentes…
Se os americanos, com todos os seus recursos e engenharia estão tendo problema, pode apostar que russos e chineses estão experimentando coisas piores em seus projetos Stealth. A diferençaé que devido ao fato dos EUA serem uma democracia, esses debates terminam tornando-se públicos, algo que a autocracia russa e o totalitarismo chinês, regimes que abertamente praticam a censura e o controle de conteúdo jornalístico, acham inaceitável. Como resultado da ausência de notícias aliada à propaganda estatal, determinada parcela de pessoas termina por acreditar piamente que a engenharia desses países seria superior à norteamericana
AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH !!!!!!!!
E eu nao disse nada… KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK !!!
O Vader deve estar com uma bela dor de cabeça hoje… daquela beeeem fortes… KKKKKKKKkkk !!
Tireless
Vc sabe que se tivessem gasto 100 Bi para atualizar os F 22 para um super caça de ataque, teria sido bem melhor.
O F 35 foi o erro. E lembrando que o F 22 nao é bom apenas devido a sua stealth, ELE TAMBEM TEM SUPERCRUISE E VETORAÇÃO.
Pensei que você não gostasse do F-22 Wagner!
Eu sou forçado a reconhecer que para combates ar ar de longo alcance ele atualmente é o melhor do mundo, dadas condições igualitarias.
Isso pq os pilotos da Luftwaffe disseram, e nao os proprios norte americanos…
Agora, sobre a capacidade operacional real e plena dele, isso é outra historia…
E quem tomaria o lugar do F-35 havendo um eventual cancelamento , um F-22 multi-função ,com capacidade embarcada ou algum drone quais são os projetos hoje de aeronaves robos para substituir as aeronaves tripuladas ?
Eduardo Ramos,
Uma versão embarcada do F-22 por certo seria mais cara ainda que o F-35C… E padece do problema de simplesmente não existir… Para se conceber uma aeronave naval a partir de um modelo terrestre, há de se relevar uma estrutura reforçada e peças preparadas para suportar os rigores de se operar em um porta-aviões. Seria mais complexo do que seguir a diante com o F-35C…
Sobre projetos não tripulados, existem vários. Apenas alguns exemplos: os americanos levam a cabo o X-47; os europeus entraram como NEURON; e é certo que chineses e russos também estudam o conceito.
Os americanos que arquem com o preju, esse é o preço de querer estar a frente. Se a Russia tivesse o Su50 do projeto original e não a gambiarra, acho que ninguém lá estaria ligando pra preços ahahahaha
O que uma tradução equivocada (obra e graça da Quanto É, e não do CAVOK diga-se) não faz. A referida "entrevista" na verdade trata-se de trecho de um artigo escrito pelo aludido almirante a uma revista de assuntos navais, reproduzida pelo "Washington Time", que assim diz:
"The admiral, a former submarine commander now in the first year of a four-year term, writes of advances in radars and computers that can detect even the best stealth planes as they near a target."
Traduzindo corretamente
" O almirante, um antigo comandante de submarino agora em seu primeiro ano de um mandato de 4, escreve que avanços de radar e computadores PODEM DETECTAR MESMO AS MELHORES AERONAVES STEALTHQUANDO AS MESMAS ESTIVEREM PERTO DE SEUS ALVOS"
Ou seja: em momento algum ele afgirmou que os referidos avanços iria acabar com a tecnologia Stealth mas sim expressou receio que os referidos avanços poderia resultar na detecção das aeronaves perto de seus alvos. Ocorre que a detecção de aeronaves steath perto dos alvos invariavelmente levaria a um menor tempo de reação das defesas ou seja, a tecnologia furtiva terrminou por cumprir o seu papel.
HMS, o que seria o "perto"? perto o suficiente para poder lançar suas armas? ou perto de poder lançar suas armas? isso ficou vago… ou seja: podemos interpretar dubiamente e para os 2 lados (atacante e defensor), ou seja, o furtivo pode deixar de ser furtivo justamente no momento que precisa, ou seja, no alcance dar armas do defensor… logo, o tempo de reação pode ser tão suficiente quento adequado… mas claro, melhor ser furtivo do que não ser… mas tem um preço aceitável para isso… e, me parece, até agora não se atingiu a "meta"… mas, como quem ganha a guerra não é quem gastou menos e sim quem tem maior aporte… na verdade os USA poderiam ter um caça que custasse 500 milhões (já tem… o F-22!) , mas que colocasse a sobrevivência da nação em segurança… valeria a pena?! para mim seria um gasto desnecessário, dado a superioridade numérica alcançada, com relativa qualidade… foi assim por muito tempo, e assim se construiu a maior força bélica que o mundo conheceu/conhece…
Broe:
De fato a palavra perto pode suscitar diversas interpretações. Ocorre que como você terminou por matar a charada, é melhor ser furtivo que não ser. Ou seja: uma vez que os referidos avanços em radares e computadores não serão utilizados apenas contra plataformas furtivas, pode-se imaginar que iriam simplesmente inviabilizar as plataformas de geração anterior. Assim, embora dotados de superioridade numérica, não parece ao amigo lógico que um poder aéreo como o norteamericano realmente precise de uma massa crítica de vetores furtivos para as cruciais primeiras 48-72 horas de uma guerra?
Abração Broe!
Bem colocado, e ainda tem outro ponto, a tradução correta seria:
" O almirante, um antigo comandante de submarino agora em seu primeiro ano de um mandato de 4, escreve que avanços de radar e computadores podem detectar mesmo as melhores aeronaves stealth ENQUANTO AS MESMAS SE APROXIMAM de seus alvos"
Quer dizer que é bem vaga a declaração do oficial americano, ele não diz que o avião tem que estar "perto" para ser detectado, mas que pode ser detectado conforme se aproxima do alvo. Por se aproximar pode significar que um avião stealth faz um reabastecimento em vôo a 600 km do alvo e inicia a "pernada" em direção ao alvo, logo "se aproximar" é um termo bastante elástico. Fica em aberto se o avião seria detectado antes de, por exemplo, lançar uma JDAM contra o alvo.
Francisco AMX,
Seja como for, aí creio que depende da potência do radar. Evidente que quanto mais potente o equipamento, mais longe ele enxergará e mais longe ira detectar o que quer que seja.
Sobre Bagdad, por exemplo, não há provas de que algum F-117 foi detectado pela defesa iraquiana. Por outro lado, no Kosovo, um sistema que poderia ser considerado antigo, porém modificado de modo a ser mais capaz, fez um F-117 de vítima. E hoje já se sabe que foi longe de ser um "tiro acidental", mas também ( tudo indica ) foi a "queima-roupa".
A rigor, se formos considerar a maioria dos sistemas de médio alcance por aí, como Pantsir, Bamse, Spyder, pode-se dizer que a aplicação de armamento como SCALP e mesmo o AASM, pode ser considerada segura, independente do vetor… O problema seria algo mais "parrudo", como um S-300… Aí é que se coloca a necessidade do stealth, para tentar uma maior aproximação com menos risco…
Só o FATO que já se está falando abertamente em cancelamento do JSF já é inimaginável. Semana passada foi um general da USAF, esta semana um ex-almirante, semana que vem eles plantam uma crítica de um oficial general dos Marines…
Isto me parece uma tentativa de lenta fritura via imprensa, tipo um lobby político muito comum nos EUA onde uma coisa desagradável que tem de ser feita é PREPARADA com boa antecedência numa escalada de matérias desfavoráveis para preparar a opinião pública para uma decisão já tomada.
A partir do anúncio que o Departamento de Defesa dos EUA reduziu os parâmetros de desempenho do F-35, ME PARECE que encheram os pandulhos do Pentágono com os desmandos da Lockheed Martin…
Esta batata do F-35 começa a ASSAR em fogo brando, bem devagar e com CALMA, MUITA CALMA…
Gilberto Rezende,
Ou a crítica é simplesmente um "sacode geral" pra que o projeto caminhe…
Com a OTAN em peso junto ao caça, os americanos não podem se arriscar a cancelar. Teriam que devolver os bilhões investidos pelos seus aliados, que dependem desse projeto para substituir suas linhas de frente…
Lenta fritura… aqui no Brasil chamaríamos de "Batata Assando"… realmente parece que estão preparando o pessoal pra segurar um eventual cancelamento sem muito tragédia…
Concordo com o ponto do amigo, parece bem possível, mas os fatos veremos em breve, se é isso ou somente um sacode mesmo pra cosia parar de consumir recursos que agora são limitados!
Valeu!
Você agora resolveu fazer claque com o ressentimento ideológico do Giba Francoorp?
O F-35 já está em ponto de não retorno Francoorp. Não será cancelado. E com todos os problemas vai entrar em serviço e ser superior às plataformas de 4.5 G atuais
Disseram o mesmo do Comanche anos atras…
Giba:
Como de costume você vem com um post ideologicamente enviesado e factualmente equivocado. A entrevista do referido Almirante aconteceu ano passado ou seja, o movimento de "fritura" que você alega simplesmente não existe. Sem falar na distorção total das declarações do general da USAF. Mas a gente entende afinal você precisa torcer desesperadamente pelo fisco do F-35 afinal apenas assim o seu vetor preferido para o FX-2, que tecnologicamente apenas equivale aquilo que os americanos já possuíam com o F-15/F-16, consegue vender um pouco mais…
HMS, mas o Mirage-2000 não está no FX-2… é o Rafale, que está mais próximo do F-22, aliás, tão próximo que já fotografou ele no OSF e no HUD…
Eu fico imaginando é a cabeça do contribuinte americano…. é dinheiro que não acaba mais…
POR MIM QUE SE DANEM, TOMARA QUE O PROJETO INTEIRO E A LOCKHEED TERMINEM NO BURACO DEVIDO A ARROGANCIA DELES !! E LEVEM A PORRA DO PARTIDO REPUBLICANO JUNTO !!