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Dois primeiros caças Mirage 2000 da Índia partem para modernização na França

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

Os dois primeiros caças Mirage 2000 da Força Aérea da Índia partiram para modernização na França na manhã dessa segunda-feira, dia 5 de dezembro.

O primeiro lote de dois jatos de combate Mirage 2000 da Força Aérea Indiana (IAF) partiu para atualização nas instalações da Thales, a gigante aeroespacial de defesa da França, como parte de um acordo de US$ 1,35 bilhão para a frota de 51 aviões do tipo na Índia.

“Dois aviões – um monoplace e um biplace – decolaram nessa segunda-feira para Base Aérea de Istres, na França, devendo chegar na terça-feira, dia 6 de dezembro, depois de escalas em dois países no golfo e duas paradas na Europa”, disse o diretor da Thales no país, Eric Lenseigne.

“A atualização vai começar imediatamente após a chegada da equipe do projeto, de 22 membros da Força Aérea indiana e da Hindustan Aeronautics Ltd (HAL). Isso é o que chamamos de uma Mid-Life Update (MLU). Levará alguns anos,” disse Lenseigne.

Segundo fontes, os pilotos e alguns membros da equipe não poderiam ter pedido por um caminho melhor de vôo, e destino. Suas escalas foram encaixadas para o Qatar, Egito, Turquia e Grécia, antes de chegar em Istres, na Riviera Francesa, a noroeste de Marselha.

Lenseigne explicou que durante a atualização das duas aeronaves em Istres, uma pequena equipe de especialistas da Thales também deve visitar Bangalore para a atualização de outros dois jatos Mirage 2000 nas instalações da Hindustan Aeronautics.

“As datas de entrega não foram fixadas ainda. Poderia ser a qualquer momento no primeiro semestre de 2013. Tanto em Istres como em Bangalore, também haverá uma transferência simultânea de tecnologia, de modo que as atualizações restantes podem ser feitas pelo lado indiano”, disse ele.

A Índia anunciou um contrato no final de julho com as duas empresas de defesa da França – a Thales e a Dassault – para modernizar a sua frota de 51 jatos de combate Mirage 2000, que foram adquiridos entre 1982 e 1986. Os detalhes sobre o tamanho do negócio não foram divulgados.

Mas funcionários do ministério haviam dito que iriam trabalhar num valor acima de US$ 4 bilhões, se forem considerados outros investimentos, como US$ 500 milhões para uma nova unidade em Bangalore para a Hindustan Aeronautics e US$ 1 bilhão para novas armas e adições relacionadas.

Em Istres, a aeronave vai receber uma atualização de aviônicos, sistemas de combate, eletrônica de capacidade militar, cockpit de visão noturna, sistemas avançados de navegação, sistema de identificação amigo ou inimigo (IFF), radares e as suites guerra.

De acordo com Lenseigne, a Thales também está trabalhando em projetos que realizará como parte dos offsets para modernizar os Mirage 2000. A Índia, como muitos países, pede aos fornecedores de defesa que invistam parte do dinheiro do projeto localmente para componentes fontes ou como investimento.

“Temos em mente cerca de 15 propostas importantes cobrindo o exército, a marinha e a força aérea. Estes são, em grandes áreas de defesa aérea, equipamentos de nova geração para aviões de combate, como sensores e radares marítimos. Nossos parceiros estão sendo selecionados”, acrescentou.

Uma gigante de US$ 16,5 bilhões em mercados de defesa, segurança, aeroespacial e de transportes, a Thales tem hoje 68 mil funcionários em 50 países. Na Índia, iniciou suas operações ao longo de cinco décadas atrás e também tem joint ventures com a Rolta e a Samtel, e um braço de software global em Chennai.

Fonte: Economic Times – Tradução: Cavok

 

Eurocopter demonstra o helicóptero Tiger na LIMA 2011

O helicóptero de combate Tiger da Eurocopter se apresentará em voo durante a LIMA 2011 na Malásia. (Foto: Eurocopter)

A Eurocopter está preparada para enviar uma proposta da sua mais recente geração de helicópteros de ataque Tiger para reforçar a capacidade de defesa da Malásia, quando a empresa apresenta o helicóptero de combate provado em combate durante as demonstrações de vôo que acontecem na Langkawi Maritime & Exhibition Aerospace (LIMA) 2011, na Malásia.

Em um forte sinal de seu compromisso em atender as necessidades operacionais dos setores militar e civil da Malásia, a Eurocopter vai destacar o Tiger e outros membros da sua linha de produtos de helicópteros durante o evento LIMA desta semana no International Exhibition Center Mahsuri. Em particular, o Tiger vai participar na exibição diária de vôo, mostrando as suas capacidades que oferecem exatamente aquilo que a Malásia pretende no seu plano de defesa, se antecipando a um futuro pedido de proposta (RFP) de helicópteros de ataque que o país deve divulgar em breve.

 

Holandeses preocupados com mais atrasos no programa JSF

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

A Holanda é uma das nações parceiras do JSF e vai decidir no começo de 2012 a quantidade a ser adquirida do novo caça. (Foto: Lockheed Martin)

Um possível atraso na primeira série dos aviões Joint Strike Fighter não vai necessariamente afetar a entrega dos dois aviões de teste holandeses, segundo o Ministério da Defesa da Holanda. O chefe do programa JSF disse que deve ser abrandado. A Lockheed Martin deverá entregar o primeiro avião de teste da Holanda em agosto de 2012 e a segunda em março de 2013.

O Vice-Almirante da Marinha dos EUA, David Venlet, disse que a produção do oficialmente chamado F-35 Lightning II (Joint Strike Fighter) deve ser diminuída após os testes dos últimos 12 meses terem revelado potenciais rachaduras e pontos fracos na fuselagem do avião de caça.

“A maioria deles são pequenos, mas quando você unir todos eles e empacotá-los e olhar onde eles estão no avião e quão difícil foi para descobrir de comprar o jato, o custo é que asfixia o projeto”, disse o vice-Almirante Venlet.

Ele ressaltou que a segurança e o desempenho não foram comprometidos. As irregularidades significam que partes da estrutura do avião deverão durar menos tempo. O vice-almirante chamou de um erro os primeiros aviões já estarem sendo produzidos, enquanto os modelos ainda estarem sendo testados.

O Pentágono encomendou 30 aviões este ano. O número deve aumentar a cada ano, de modo que até 2017 cerca de 200 aviões serão entregues à Força Aérea dos EUA. Os EUA planeja comprar mais de 2.400 F-35s num custo de 283 bilhões de euros. A Holanda está se preparando para tomar uma decisão final se deseja substituir sua frota de F-16s pelos modernos JSFs depois de 2015.

A congressista do partido trabalhista holandês Angelien Eijsink quer mais clareza sobre um possível atraso. “Há problemas com os sensores e o assento ejetor e eu posso listar mais dez problemas.” Ela disse que já estava ciente dos problemas com a estrutura do avião.

O ministro da Defesa Hans Hillen deve visitar o Pentágono e a Lockheed Martin no próximo ano, quando ele vai descobrir mais sobre os desenvolvimentos. O programa JSF tem sido marcada por atrasos e problemas técnicos.

Fonte: Radio Netherlands – Tradução: Cavok

 

Marinha da Índia vai adquirir mais 12 aeronaves de reconhecimento marítimo Boeing P-8I

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

A primeira aeronave P-8I para Marinha da Índia quando realizava seu primeiro voo a partir da unidade da Boeing em Renton, Washington. (Foto: Boeing)

A Marinha indiana vai adquirir mais 12 aviões de reconhecimento marítimo de longo alcance (LRMR) Boeing P-8I para ampliar sua capacidade de vigilância aérea sobre as águas territoriais e da zona econômica exclusiva da Índia. Este pedido é adicional aos 12 aviões do mesmo tipo já encomendados.

O almirante chefe da Marinha indiana, Nirmal Verma, disse numa entrevista que a marinha estava satisfeita com o progresso dos oito primeiro P-8Is que estão sendo construídos pela Boeing através de um pedido feito em 2009 e que a segunda ordem de mais quatro aeronaves estava sendo preparada, e possivelmente será oficializada dentro do atual ano fiscal que termina em março de 2012.

Posteriormente, está planejado a aquisição de mais 12 aeronaves P-8Is para a vigilância marítima e proteção das águas indianas e interesses, elevando o total para 24, acrescentou Verma.

A costa indiana ultrapassa os 7.500 km, além de que existem vários territórios insulares e com interesses econômicos além das costas leste e oeste.

Até agora, a Marinha indiana vem utilizando antigas aeronaves de reconhecimento marítimo da era soviética. Mas, após o ataque terrorista em Mumbai no dia 26 de novembro de 2009, o governo aprovou as oito primeiras P-8Is dentro de um prazo de três meses após o atentado. Mais quatro foram aprovadas no início deste ano.

Na verdade, foi o primeiro ministro Manmohan Singh mesmo quem pediu ao Ministério da Defesa para garantir a modernização da Marinha após o ataque de 26/11, em que 10 terroristas paquistaneses facilmente conseguiram se infiltrar em Mumbai e mataram 166 pessoas e feriram mais de 300.

Pode-se notar que houve uma virtual paralisia do governo na modernização da defesa após o governo VP Singh instituir um inquérito em 1989 sobre o polêmico acordo de armas Bofors com a Suécia. A Guerra Kargil sobre ocupação paquistanesa no Himalaia, dentro da Índia, desencadeou a primeira rodada de modernização e o 26/11 a segunda.

Verma disse que a aeronave P-8I é a plataforma mais avançada de reconhecimento marítimo com uma capacidade de observar até mesmo pequenos barcos e destruir submarinos hostis. A Índia é o primeiro cliente de exportação dessa aeronave, e a vantagem é que a Índia vai se beneficiar dos sistemas de alta tecnologia que estão sendo desenvolvidos para a Marinha dos EUA, que encomendou 117 aeronaves.

A maioria das especificações das marinhas dos EUA e Índia são supostamente as mesmas, mas os detalhes estão, compreensivelmente, sendo mantidas em segredo.

Haverão alguns componentes indianos, porém, graças à offsets e transferência de requisitos tecnológicos. A Bharat Electronics Ltd da Índia já começou a fornecer o seu sistema Data Link II para facilitar a comunicação do P-8I dentro do espaço aéreo indiano, e com os ativos navais e terrestres.

A aeronave multimissão marítima para os EUA, designada P-8A Poseidon, tem uma capacidade de ampla área de vigilância e de lançar mísseis anti-navio Harpoon e mísseis de ataque ao solo, cargas de profundidade e torpedos contra submarinos e submarinos não tripulados. A aeronave também pode realizar missões de Inteligência Eletrônica (ELINT) com seu altamente sofisticado radar Raytheon APY-10 e sistemas de guerra eletrônica Northrop Grumman.

O primeiro P-8I indiano, que voou pela primeira vez no dia 28 de setembro, na presença de oficiais da Marinha indiana, deve ser entregue em janeiro de 2013. O primeiro P-8A da Marinha dos EUA voou em abril de 2009 e deve a ser entregue meados de 2012. Os militares da marinha indiana periodicamente visitam a fábrica da Boeing em Renton, no estado de Washington, para monitorar o progresso do projeto e a instalação dos sistemas especificados.

Verma disse que espera que todos os P-8Is possam ser entregues em cerca de 6-7 anos, mas não deu o calendário previsto.

Fonte: Indo-Asian News Service – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Elbit Systems of America recebe contrato para modernizar HUDs de caças F-16 Block 30 e Block 50 da USAF

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

A Elbit Systems of America fará a modernização dos HUDs dos caças F-16 Block 30 e Block 50 da USAF. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Elbit Systems of America, LLC, uma subsidiária da israelense Elbit Systems Ltd., recebeu um contrato de quantidade e data indefinida (IQID) de cinco anos para entrega no valor de até US$ 38,5 milhões da Agência de Defesa Logística Ogden para a fabricação de Confiabilidade e Manutenção (R??&M) do Módulo Eletrônico de Montagem (EMA) para os Wide Angle Conventional Head-Up Display (WAC HUD) para todas as aeronaves F-16 Block 30 e Block 50 da Força Aérea dos EUA (USAF). Até à data, a Elbit Systems of America recebeu pedidos iniciais, no valor de US$ 3 milhões dentro do atual contrato.

O Wide Angle Conventional Head-Up Display (WAC HUD) apresenta dados críticos do voo e de missão que normalmente são exibidos dentro do cockpit num painel de instrumentos e projeta a informação numa superfície transparente em frente do piloto, permitindo que ele possa ficar focado a maior parte do tempo para fora do cockpit e criando uma maior consciência situacional.

Este contrato é a aplicação integral do valor na Proposta de Alterações de Engenharia (VECP) apresentado pela Elbit Systems of America para substituir o antigo módulo eletrônico localizado dentro do WAC HUD. A seção de Serviços e Soluções de Suporte da Elbit Systems of America desenvolveu o novo design em conjunto com sua afiliada, a Elbit Systems Electro-Optics Elop Ltd. (Elop). Os conjuntos utilizam o antigo sistema óptico, mas substitui o antiquado chassis, tubo de raios catódicos (CRT) e controle eletrônico da unidade associada com a tecnologia atual. O novo design reduz o número total de peças, reduz o consumo de energia e melhora significativamente o tempo médio entre falhas (MTBF)

Comentando sobre o prêmio, o Presidente e CEO da Elbit Systems of America, Raanan Horowitz, declarou: “Temos o prazer de oferecer aos operadores do F-16 este HUD atualizado e permitir uma maior disponibilidade de missão através de uma ordem de magnitude em termos de confiabilidade do negócio de Soluções de Serviços e Suporte da Elbit Systems of America, uma empresa líder no fornecimento de inovação para apoio ao sistema de baixo custo. Para o HUD do F-16, temos uma parceria com a Força Aérea dos EUA para desenvolver uma solução que reduz significativamente o custo do ciclo de vida. Isto é especialmente importante considerando-se as pressões de orçamento enfrentadas nos dias de hoje pelos militares dos EUA.”

 

VÍDEO: “Too Late Baby”, o novo comercial da Breitling

A famosa marca de relógios Breitling, da Suíça, divulgou seu mais novo comercial, chamado de “Too late Baby”, que mostra uma das aeronaves da frota da marca de relógios, um P-51 Mustang especialmente preparado, voando em Bonneville Salt Flats, Utah, uma famosa pista usada para bater recordes de velocidade sobre rodas. Como sempre, com um elenco de belas pessoas e um toque de humor, o comercial destaca o uso do relógio e a aviação. O vídeo foi produzido pela Aiborne Films e o piloto da aeronave nas cenas em voo é Nigel Lamb, piloto patrocinado pela Breitling durante a Red Bull Air Racing. Espero que a Anna não se atrase…

 

Crie sua própria pintura de um 787 Dreamliner

Quer criar sua própria pintura de um 787 Dreamliner? Então clique na imagem acima.

A Boeing lançou um novo site onde você poderá criar sua própria pintura do 787 Dreamliner. No novo site ‘Design Your Own Dreamliner’, o visitante poderá desenhar e aplicar uma nova pintura na aeronave utilizando ferramentas que podem ser usadas para detalhar um 787 Dreamliner tridimensional, que pode ser girado em 360º para você ver como ficou sua criação. Depois de criado, seu projeto de pintura pode ser divulgado no Facebook. Quem sabe a Boeing não escolhe uma de suas pinturas para um próximo avião da companhia. Para quem quiser dar asas a imaginação, o site para criar sua pintura do 787 pode ser acessado aqui. Bom divertimento!

 

Helicóptero russo Ka-32A11BC é certificado no Brasil

O helicóptero Ka-32A11BC, certificado no Brasil, pode ser utilizado no combate a incêndios. (Foto: Russian Helicopters)

O helicóptero multifuncional russo Ka-32A11BC com hélices coaxiais recebeu hoje o certificado de tipo no Brasil. Este certificado permite que o Ka-32A11BC trabalhe no mercado brasileiro no setor de aviação civil e possa ser utilizado como proteção contra incêndios, nas tarefas de busca e salvamento, bem como helicóptero para trasporte de carga e realizaçáo de obras de construção específicas que não podem ser realizadas por transporte convencional.

Em dezembro de 2010 a holding “Russian Helicopters”, que é parte de Corporação Industrial Unida Oboronprom, assinou o contrato de fornecimento do helióptero multifuncional Ka-32A11BC com a operadora brasileira de helicópteros – a Helipark Taxi Aéreo. O fornecimento está programado para o ano 2012. Este helióptero está planejado para ser usado como transportador comercial de carga industrial no sistema “estilingue”.

A aquisição de Ka-32A11BC foi um projeto piloto da Helipark Taxi Aereo para ampliar a quantidade de modelos no seu parque de helicópteros e a primeira encomenda deste modelo entre opradores de helicópteros brasileiros.

No futuro a companhia náo exclui aumentar o volume das encomendas deste tipo de helicóptero. No caso da confirmação de novos contratos com a holding “Russian Helicopters” e a Helipark Taxi Aereo, poderá ser criado um centro russo-brasileiro de serviço e ensino para manutenção técnica dos helicópteros Ka-32A11BC.

Anteriormente, em novembro de 2010, a companhia Atlas Taxi Aereo comprou dois helicópteros de transporte russos Mi-171B1 que também possuem a certificado do tipo no Brasil.

A certificação do helicóptero Ka-32A11BC no Brasil foi realizada em acordo com agenda de produção e fornecimento e foi um estágio importante na realizaçáo deste contrato.

Hoje os helicópteros Ka-32A11BC tem o certificado nas maiores regiões do mundo nomeadamente em ambas Américas, na Europa e Ásia. Em particular, no ano de 2011, o helicóptero que recebeu o certificado no Brasil, recebeu a certificação na Índia, e em 2009 na Europa (certiciafo de tipo EASA.IM.R.133). Em 2008, o Ka-32A11BC foi certificado na China, Indonesia, Coréia do Sul, e em 2007 no Chile, em 2005 no México. Em 2006, no Canadá, o helicóptero recebeu o suplemento do certificado de aeronavegabilidade que permite que ele possa transportar os passegeiros comercialmente (o certificado próprio foi recebido ainda em 1998).

Hoje os helicópteros do tipo Ka-32, de vários modelos, estão sendo usados com sucesso por operadores nacionais na Espanha, Portugal, Colômbia, Suíça, Canadá, Coréia do Sul, Taiwan, Japão, China e outros paises, e por companhias estrangeiros por meio de leasing no Chile e no Brasil.

Este helicóptero é o único no transporte de carga no estilo “estilingue” e uso como guindaste aéreo em montagem das construções de grande altitude. O esquema coaxial das hélices do helicóptero Ka-32A11BC tem uma série de vantagens no voo pairado de precisão e na manobrabilidade que permite a realização das tarefas de montagem mais complicadas. O Ka-32A11BC pode realizar um amplo espectro das tarefas incluindo combate a incêndio horizontal por meio de jato de água.

O helicóptero Ka-32A11BC foi desenvolvido pela Kamov, que é parte da holding “Russian Helicopters”. A produção em série do Ka-32A11BC está establecido na planta em Kumertau. Até hoje foram construídos mais de 140 helicópteros, com a metade deles já trabalhando em mais de 30 países no mundo.

 

Airbus começa a entregar as oito aeronaves CN235 adicionais para Força Aérea da França

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

A primeira das oito aeronaves CN235 adicionais para a Força Aérea da França, a 193 '62-HA', foi entregue para DGA da França. (Foto: Airbus Military)

A Airbus Militar anunciou no dia 5 de dezembro que o Centro de Testes de Vôo da Direction Générale de l’Armamento (DGA), parte do Ministério da Defesa da França, recebeu a primeira das oito aeronaves de transporte aéreo médio CN235 encomendadas pela DGA francesa no ano passado. Estas oito aeronaves adicionais serão operadas pela Força Aérea Francesa, junto com os 19 exemplares que já estão em serviço. O último dos sete aviões restantes encomendados será entregue até o final de 2012. As aeronaves serão operadas pela Escadron de Transport 62 em Creil-Senlis.

O CN235 pode transportar até seis toneladas de carga e sua cabine pode ser rapidamente e facilmente reconfigurada para diferentes missões de transporte: soldados, pára-quedistas, evacuação médica, carga, ou uma configuração mista de carga e tropas. Incorpora ainda um sistema especializado de carregamento para cargas paletizadas.

A Airbus Military destaca a flexibilidade e a confiabilidade do CN235, que tornou o modelo uma ferramenta ideal para a Força Aérea Francesa na realização das missões militares tradicionais e cívicas para o benefício da sociedade. Seu desempenho de decolagem e pouso curtos (STOL) e sua capacidade em operar em pistas despreparados e semi-preparadas permitem que o CN235 possa operar mais próximo do teatro de operações junto com outras aeronaves. Isso é muitas vezes crucial quando o CN235 é usado para o transporte de ajuda humanitária após um desastre natural, permitindo a rápida entrega de suprimentos mais perto de onde eles são necessários.

“Estamos muito orgulhosos que a Força Aérea Francesa confiou mais uma vez na Airbus Military e na sua gama de produtos para reforçar a sua frota. Os oito aviões CN235 encomendados da França incorporam as mais recentes tecnologias e sistemas para garantir o melhor desempenho nas missões que irão realizar após a sua entrada em serviço”, disse o chefe de programas da Airbus Military, Rafael Tentor.

A Força Aérea Francesa já opera 19 aeronaves CN235. O Centre d’Essais en Vol do Governo francês também opera três Airbus Military C212s. Até o momento, a Airbus Military já vendeu 211 aeronaves CN235 para 32 diferentes operadores.

 

Irã alega ter abatido uma aeronave não-tripulada RQ-170 dos EUA

A aeronave não-tripulada RQ-170 Sentinel, a qual os EUA começaram a utilizar no Afeganistão em 2009.

A agência de notícias Islamic Republic News Agency (IRNA)do Irã divulgou nesse domingo que os militares iranianos haviam derrubado uma aeronave não-tripulada de reconhecimento dos EUA na fronteira leste do Irã, embora o Pentágono tenha dito que não existam indícios que a aeronave tenha sido derrubada. No entando uma aeronave não-tripulada norte americana está desaparecida desde o domingo, conforme confirmado pelo próprio Pentágono.

Segundo a agência de noticias iraniana, a aeronave abatida seria um Lockheed Martin RQ-170 Sentinel, conhecido pelo meio militar como Besta de Kandahar, quando foi utilizado pela primeira vez sobre o Afeganistão em 2009, sendo oficialmente reconhecida pelos EUA em 2010. O RQ-170 é um veículo aéreo não-tripulado que possui muitas característica e detalhes ainda sigilosos, e portanto caso seja confirmado que foi abatido e esteja nas mãos dos iranianos, será um duro golpe nos EUA. A aeronave não-tripulada de reconhecimento dos EUA realizava uma missão próxima da fronteira iraniana, num momento de tensão na região, após Londres determinar sanções econômicas ao banco central do Irã em conexão com o programa iraniano de enriquecimento nuclear.

No entanto, essa não é a primeira vez que Irã anuncia que derrubou drones norte americanos ou israelenses, muitas vezes sem confirmação e sem provas. A IRNA disse que o RQ-170 “foi abatido com poucos danos e está em poder de militares iranianos”, embora tenha usado uma foto de um UAV britânico Raven, parecido com o Sentinel norte americano.

O Pentágono divulgou uma nota da ISAF (International Security Assistance Force) da OTAN, onde diz que “o UAV (veículo aéreo não tripulado) dos EUA que os iranianos estão se referindo pode ser uma aeronave de reconhecimento desarmado que estava voando uma missão no oeste do Afeganistão na semana passada”. Mas também não negou a notícia iraniana.

Informações detalhadas do RQ-170 permanecem em segredo.

Segundo os militares dos EUA, os operadores perderam o controle da aeronave e estavam ainda buscando maiores informações sobre o que aconteceu, mas que não havia nenhum indício da aeronave não-tripulada ter sido abatida.

Em janeiro o Irã havia dito que tinha derrubado dois aviões teleguiados não-tripulados de reconhecimento na área ocidental do Golfo. Em julho, o Irã disse ter derrubado um avião espião não-tripulado dos EUA sobre a cidade santa de Qom, perto de sua usina nuclear de Fordu.

 

OPERAÇÃO ÁGATA 3: Jatos da FAB realizam missões de reconhecimento a partir de Vilhena (RO)

Um piloto aguarda na cabine de um RA-1 e Vilhena durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

A Força Aérea está baseada na cidade de Vilhena, sul de Rondônia, na fronteira oeste do Brasil. Caças A-1, A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 BlackHawk, avião de reconhecimento R-35 e de transporte C-95 Bandeirante e C-98 Caravan movimentam o aeroporto da cidade durante a Operação Ágata 3.

As aeronaves A-1 e RA-1 do Esquadrão Centauro, da Base Aérea de Santa Maria (RS), foram destacados para Villhena para missões de reconhecimento na Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Nessa operação, a FAB está cumprindo as missões de reconhecimento aéreo. As informações coletadas nos voos sobre a região de fronteira são usadas em apoio ao Exército, Marinha, Receita Federal, FUNAI, IBAMA, ABIN e órgãos de Segurança Pública.

Um helicóptero H-60L registrado na câmera termal do RA-1. (Foto: Agência da Força Aérea)

Além disso, as aeronaves da Força Aérea Brasileira estão preparadas para cumprir missões como interceptações de aviões em voos irregulares ou até o ataque de alvos no solo.

Uma aeronave de reconhecimento R-35 Learjet durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Com 77 mil habitantes, Vilhena (RO) é uma posição estratégica para as Forças Armadas do Brasil. Na cidade, funciona um Destacamento de Controle do Espaço Aéreo e o aeroporto tem um pátio de estacionamento construído para operações militares. Durante a Ágata 3, Rio Branco (AC) e Cuiabá (MT) também recebem aviões da FAB durante a Operação, além das Bases Aéreas de Campo Grande (MS) e Porto Velho (MS).

As aeronaves no novo pátio de manobras em Vilhena. (Foto: Agência da Força Aérea)

A área de operações tem aproximadamente 8 mil quilômetros de extensão e envolve toda a região de fronteira do Brasil com o Peru, a Bolívia e parte do Paraguai. O principal objetivo da Operação Ágata 3 é combater o tráfico de drogas, armas, além de crimes ambientais e fiscais, como o contrabando.

Uma aeronave RA-1 chega para pouso em Vilhena. (Foto: 3º Grupo de Aviação / Agência da Força Aérea)

Acompanhe os detalhes da Operação no hotsite www.agata3.defesa.mil.br

Fonte: Agência Força Aérea

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
Aumentando a “realidade” do seu simulador com o A-29 Super Tucano e o Track IR
Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

Virtual Marcelo Magalhães
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Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

Virtual Oswaldo Claro
Sempre alerta
Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

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