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Embraer

Caças F-35 retomam os voos em Edwards

Publicado em 06/02/2012 por em Militar

O caça F-35 "AF-1" sendo preparado para o voo na Base Aérea de Edwards. (Foto: U.S. Air Force)

O caça F-35 Lightning II “AF-1″ voltou a voar na última sexta-feira, dia 3 de fevereiro, na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, depois que a equipe de força integrada de teste recebeu e instalou o primeiro pára-quedas devidamente embalado para ser montado na caixa localizada na parte superior do assento ejetável fabricado pela Martin Baker Aircraft Corporation.

O conjunto do para-quedas foi instalado no assento ejetável do caça F-35 “AF-1″ da manhã de sexta-feira e o avião voou mais tarde naquele dia. Outros três conjuntos de mais caixas contendo pára-quedas devidamente embalados foram recebidos e instalados durante o fim de semana, permitindo que as aeronaves adicionais possam retornar ao vôo em Edwards ainda nessa semana. Mais caixas devem ser recebidas nos próximos dias para serem instaladas nos jatos remanescentes de Edwards, nos nove jatos em Eglin AFB, Flórida, e nos jatos em fase de montagem nas unidades de produção do F-35 em Fort Worth, Texas.

O vôo de sexta-feira em Edwards foi o primeiro desde o dia 26 de janeiro, quando as operações de alta velocidade no solo e de voo foram temporariamente suspensas na Base Aérea de Edwards, Califórnia; na Base Aérea de Eglin, Flórida; e nas intalações de produção fo F-35 da Lockheed Martin em Fort Worth, Texas, após descobrir que os pára-quedas estavam indevidamente embalados nas aeronaves de testes e de produção. A causa aparente foi devido à indevidamente elaborados processos de embalagem nos assentos ejetáveis -21 e -23?. Os pára-quedas embalados de forma errada foram colocados numa posição de 180 graus diferente da necessária.

Embora os pára-quedas indevidamente embalados poderiam ser sido usados para fornecer um pouso seguro, teria tornado mais difícil para o piloto guiar a sua descida após. A suspensão temporária dos testes de vôo não se aplica as 8 aeronaves F-35 de teste da Estação Naval de Patuxent River, Maryland, que tem uma versão anterior do assento ejetável, com o para-quedas devidamente embalado no assento.

 
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Embraer leva número recorde de jatos ao Singapore Airshow 2012

A Embraer vai levar cinco aeronaves executivas para o Singapore Air Show. (Foto: Embraer)

A Embraer terá a sua maior participação, em número de aeronaves, na edição 2012 do Singapore Airshow, que será realizada de 14 a 19 de fevereiro no Centro de Exposições Changi (CEC). No total, estarão em exposição estática cinco jatos das áreas de aviação executiva e comercial da Companhia. É a primeira vez que a Empresa leva um número tão grande de jets ao Singapore Airshow.

Farão a estréia na feira o jato comercial EMBRAER 190 (E190), e os jatos executivos Lineage 1000, da categoria ultra-large – que é baseado na plataforma do E190 –, e o Legacy 650, da categoria large. A Embraer também mostrará os jatos executivos Phenom 100 e Phenom 300, respectivamente das categorias entry-level e light, e apresentará um modelo do Legacy 500.

Uma das aeronaves que a Embraer levará para Cingapura será o Legacy 650.

A Embraer estará localizada no chalé CD51 e realizará duas coletivas para a imprensa na feira, que ocorrerão na Sala de Conferências 3, no Hall de Exposições do CEC:

  • Terça-feira, 14 de fevereiro, às 13h – aviação executiva
  • Terça-feira, 14 de fevereiro, às 15h – aviação comercial

A Embraer está presente na região da Ásia Pacífico desde a introdução, em 1978, do EMB 110 Bandeirante na Austrália, onde este modelo de aeronave ainda continua em serviço. Em 2000, a Embraer estabeleceu um escritório regional em Singapura para o desenvolvimento de negócios e aumento da presença na região, além de abrir um escritório em Beijing, com o mesmo objetivo na China Continental. Atualmente, a frota de aeronaves da Empresa na região aumentou significativamente; praticamente 180 aviões comerciais estão em operação na Ásia Pacífico, com pelo menos uma aeronave da Embraer decolando a cada 45 segundos. A frota de jatos executivos da Embraer na Ásia Pacífico aumentou firmemente desde a primeira entrega de Legacy, em outubro de 2004. Em Singapura, a Embraer mantém um escritório de representação, bem como um centro de distribuição regional, que armazena peças de reposição e onde é mantida uma equipe regional de suporte de material, atendendo às necessidades de clientes em toda a região.

 

Motor do Legacy 500 é acionado pela 1ª vez

O jato executivo Legacy 500, fabricado pela Embraer.

A Embraer realizou a primeira partida do motor do Legacy 500 no dia 17 de janeiro, na sede da Empresa em São José dos Campos, interior do Estado de São Paulo. Este foi o segundo marco mais importante do programa de desenvolvimento do jato executivo da categoria midsize, após a apresentação oficial do avião em 23 de dezembro de 2011.

Uma série de avaliações preliminares – como testes de APU e primeiro reabastecimento – foram realizados no dia anterior à partida do motor. Os testes do motor são essenciais para a avaliação dos sistemas relacionados, como elétrico, ambiental (ar condicionado), hidráulico, sangria de ar e lógica do FADEC (controle eletrônico do motor), bem como integração do motor com os aviônicos.

“O sucesso da primeira partida de motor reflete a robustez do conceito concebido pelos nossos engenheiros”, disse Luciano Castro, Diretor do Programa Legacy 500 da Embraer – Aviação Executiva. “Isto foi possível devido à ampla utilização de bancadas de ensaio (RIG) para testar os sistemas antes da disponibilização da aeronave. Isto nos dá a confiança de que teremos uma campanha de testes em vôo e certificação suave.”

O motor Honeywell HTF7500E, que equipa o Legacy 500 e futuramente o Legacy 450, durante testes em 2010.

Todo o processo está sendo registrado e as informações obtidas comparadas com as projeções da engenharia. Após a realização do teste do motor em potência máxima e a integração dos sistemas, os testes de taxiamento a baixa velocidade começarão.

O primeiro vôo do Legacy 500 está programado para o terceiro trimestre de 2012.

Lançado em 2008, o Legacy 500 é um jato executivo de médio porte que estabeleceu um novo paradigma na categoria midsize. O interior projetado em parceria com o Grupo BMW DesignworksUSA oferece espaço e estilo inigualáveis. A aeronave terá a maior cabine e o melhor isolamento acústico da sua classe. Piso plano, altura de cabine de 1,82 metro, ótima pressurização e toalete a vácuo são outras características de destaque do Legacy 500 que complementam o desempenho superior e os baixos custos operacionais.

O avançado sistema aviônico da Rockwell Collins – Pro Line Fusion™ – oferecerá um amplo alerta situacional com interface altamente intuitiva. Os motores de última geração HTF7500E, fabricados pela Honeywell, incorporam as mais recentes tecnologias para atender aos requisitos de desempenho com aprimorada eficiência em termos de consumo de combustível, facilidade de manutenção, baixos custos operacionais e reduzido nível de emissão de ruídos e poluentes, diminuindo o impacto ambiental. O jato será o mais rápido da sua categoria e o único equipado com o moderno sistema eletrônico de comandos de vôos fly-by-wire, tecnologia de última geração que aumenta a segurança das operações e o conforto dos passageiros, além de reduzir a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.

O Legacy 500 levará até 12 passageiros e é projetado para ter alcance de 5.560 km (3.000 milhas náuticas) com quatro passageiros ou 5.190 km (2.800 milhas náuticas) com oito passageiros, ambos incluindo reservas de combustível NBAA IFR. Estas características permitirão aos clientes voar do Rio de Janeiro para Chicago, nos EUA, com uma única parada em Caracas, na Venezuela.

 

Turbulência a frente na concorrência dos caças indianos

Publicado em 06/02/2012 por em Militar

Na Índia, o caça Eurofighter foi apresentado pelos pilotos da Força Aérea da Alemanha.

Ao preferir o jato Rafale francês, em vez do caça Typhoon britânico, eles rejeitaram, de acordo com o primeiro-ministro, uma “excelente aeronave com capacidades muito melhores”.

Como se atrevem, disseram os parlamentares, pois tínhamos dado a eles 1,2 bilhão de libras em ajuda? Um jornal ainda culpou a decisão a família Gandhi.

A verdade sobre o “fracasso” da Grã-Bretanha para conseguir o negócio e os milhares de empregos que irão sustentar – é diferente. O jogo ainda não acabou.

Mas se tivemos uma derrota, ela não teve nada a ver com os Gandhis, ou com a ajuda. Será por causa dos nossos próprios erros.

Especialistas em aviação militar disseram ao The Sunday Telegraph que os cortes britânicas de defesa desempenharam um papel fundamental na decisão da Índia ao preferir a França para o contrato. Mas eles disseram que o acordo ainda pode ser resgatado para o Reino Unido.

“Para David Cameron dizer que o Typhoon tem capacidades muito melhor é embaraçoso, e digo isso como um forte defensor da aeronave”, disse Jon Lake, editor de defesa da revista Arabian Aerospace, e um especialista em aquisição asiática.

“Teria sido verdade dizer que tem um melhor potencial do que o Rafale, mas graças a avareza do nosso Tesouro, e os tesouros das nações de outros parceiros do Typhoon, que o potencial ainda não foi realizado ainda.”

A chave para a decisão da Índia, disse uma fonte sênior de defesa em Nova Deli, foi o desejo do país de um radar e um conjunto de armas que já existem no Rafale – mas que não estão presentes no Typhoon.

O jato francês pode lançar um amplo conjunto de armas inteligentes, incluindo, um míssel cruzeiro lançado no ar, o míssil anti-navio Exocet, e o AASM, uma bomba guiada com precisão de alcance extendido, uma capacidade que lhe permite ser lançado de mais longe, reduzindo o risco para o piloto da aeronave.

Um dos fatores que pode ter favorecido o Rafale na Índia foi o conjunto de armas e sensores disponíveis. (Foto: Armée de L'Air)

O Rafale também tem um pod avançado de reconhecimento e o mais recente radar matriz eletrônica digitalizada (AESA). Essa combinação de capacidades demonstraram ser altamente eficaz na recente guerra sobre a Líbia.

O Typhoon não tem atualmente nenhuma dessas coisas. A RAF mal possui o Storm Shadow, equivalente britânico ao Scalp – junto com o míssil anti-tanque Brimstone, um pod de reconhecimento, e o radar.

Esses recursos, além do radar, estão atualmente disponíveis em jatos Tornado da RAF e foram muito usados pelos britânicos na Líbia. Mas sua chegada no Typhoon foi adiada pelos cortes de defesa.

“Para os indianos, é tudo sobre a credibilidade”, disse Lake. “Se os indianos acreditassem em tudo que o consórcio Eurofighter havia dito, então em 2018 o Typhoon fará tudo o que Rafale faz agora. Mas eles claramente não acreditam, e eu não os culpo, dado o histórico do programa de atrasos e estouros de orçamento.

“No momento, o Typhoon pode lançar uma bomba guiada a laser, e é isso. A combinação entre Typhoon e Tornado foi bastante eficaz na Líbia. Mas por conta própria, o Typhoon era menos versátil do que o Rafale.”

Tim Ripley, da Jane’s Defence Weekly, disse: “A RAF estão desesperados por armas adicionais para o Typhoon, mas é algo que o Tesouro vem tentando evitar fazer. Este é um teste crucial da retórica do Governo e sua política de exportação. Os indianos podem perguntar por que eles deveriam comprar esse kit para o seu próprio caça (Typhoon), se não vamos colocá-lo no nosso”.

O Typhoon é construído por um consórcio de quatro nações: Grã-Bretanha, Alemanha, Itália e Espanha. A campanha de marketing indiano foi levada pelos alemães, uma decisão que o Sr. Lake descreve como “claramente louca” dado os laços históricos da Índia com a Grã-Bretanha.

A cultura e a estrutura da Força Aérea da Índia ainda é fortemente influenciada pelas suas origens britânicas, com hierarquia idêntica e uniforme quase idênticos aos azuis da Força Aérea Britânica.

“Os Typhoon que eles enviaram para a Índia (para avaliação) eram alemães, pilotado por alemães, mas os alemães têm uma cultura completamente diferente”, disse Lake.

“Foi ação uma inepta.”

A britânica BAE Systems foi mais tarde levada para a competição em reconhecimento evidente ao erro.

Apesar destas falhas, ambas as fontes indianas e britânicas de defesa afirmam que o contrato ainda pode ser resgatado para o Typhoon.

Um porta-voz da BAE disse: “A avaliação feita na semana passada era basicamente uma visão do Comitê de Preços. Há um caminho muito longo a percorrer antes que haja um contrato assinado. Está longe de ser um negócio feito.”

Embora o Typhoon esteja atualmente menos bem armado do que Rafale, ele é provavelmente a aeronave mais capaz.

Especialistas dizem que ele pode oferecer uma maior taxa de destruição em combate ar-ar do que o jato francês.

“Se eles comprarem o Rafale, os indianos terão de continuar a contar pelos próximos 30 anos com seus Sukhoi para o domínio aéreo”, disse Lake.

“Está tudo bem se você está lutando no Paquistão. Mas se você está lutando contra a China, que também tem Su-30s, você não vai ganhar.”

Comercialmente, o Rafale tem um histórico de “vitória” nesta fase de uma competição.

A aeronave foi selecionada como uma concorrente preferencial para uma encomenda de 60 caças para os Emirados Árabes Unidos, mas, então, tornou-se “não competitiva e inviável em termos comerciais” pelo cliente, embora existam relatos na semana passada que poderia estar de volta na corrida .

O Typhoon esta novamente na disputa como fornecedora dos caças para os Emirados Árabes Unidos. O Rafale foi preferido pela força aérea suíça, mas o governo suíço escolheu o caça rival Gripen. A suposta compra pelo Brasil também esta longe de se materializar.

O Rafale foi avaliado pelos indianos como mais barato que o Typhoon.

Os preços oferecidos pelos dois candidatos são secretos. Mas os números oficiais relativos aos gastos com a Grã-Bretanha sobre o Typhoon, em comparação com os gastos da França sobre o Rafale, parecem sugerir que o jato britânico é ligeiramente mais barato, embora a ciência é muito imorecisa e os números dos custos para a mesma aeronave podem variar até 40%, dependendo sobre o que está incluído.

Lake disse: “Eu desconfio que os indianos vão descobrir que os valores não são satisfatórios e não estão incluido as coisas.”

No entanto, mesmo se o Typhoon vença no final, não será a bonança de empregos para os britânicos.

Pelo avião ser um esforço conjunto entre quatro nações, a Grã-Bretanha só tem uma quota de 37 por cento do negócio. E talvez a parte mais importante do negócio para os indianos é que eles querem mais da metade – e talvez até quatro quintos – da aeronave a ser fabricado na Índia.

Mesmo com os jatos sendo fabricados na Índia, os componentes substanciais ainda seriam britânicos – mas pode acabar com menos de um quinto do trabalho real.

Em outras palavras, a Grã-Bretanha pode acabar com menos de 10 por cento do trabalho de produção sobre o negócio.

Ainda é um bom negócio, disse Tim Ripley.

“O valor real não está na montagem dos aviões”, disse ele. “Está no envolvimento no seu apoio futuro e desenvolvimento ao longo dos próximos 40 anos, sua linha de produção está sendo mantida, e está sendo incorporado por umas das mais importantes economias e nação do mundo.

“É o sistema de suporte de vida para a indústria aeroespacial militar britânica. É por isso que é tão importante que nós tenhamos esse direito.”

Fonte: The Telegraph, via Plano Brasil

 

Stratolaunch inicia construção da fábrica em Mojave

A gigantesca aeronave Stratolaunch será fabricada em Mojave, na California.

A Stratolaunch Systems, a nova empresa formada em dezembro por Paul Allen para construir uma aeronave gigante projetada por Burt Rutan, e que pretende lançar cargas úteis em órbita da Terra, começou a construção de uma unidade de produção e um hangar junto ao Mojave Air e Space Port, na Califórnia. Durante o próximo ano, a empresa pretende cortar um par de fuselagens de aeronaves 747-400 para aproveitar peças e subsistemas para ser integrados no novo avião.

“Hoje marcamos o início de uma jornada emocionante para nós”, disse Gary Wentz, CEO da Stratolaunch. “Estamos ansiosos por muitos anos de grande trabalho em Mojave”. Os dois novos edifícios juntos compreendem cerca de 180.000 pés quadrados de espaço de trabalho e escritórios.

A instalação de fabricação deverá ser concluída no final deste ano, e o hangar tem uma data de conclusão prevista para meados de 2013. O Stratolaunch, que será o maior avião do mundo, vai pesar 1,2 milhões de libras, com uma envergadura de 385 metros. Os planos são para ter seis motores a jato, como os usados ?nas aeronaves 747, e os motores do foguete SpaceX de Elon Musk. Os voos de teste estão previstos para 2015.

Para saber mais sobre o projeto, e ver um vídeo, clique aqui.

 

ANA cancela voos de longa distância de suas aeronaves Boeing 787 Dreamliner

Publicado em 06/02/2012 por em Comercial

A companhia aérea japonesa All Nippon Airways já recebeu cinco aeronaves Boeing 787 Dreamliner. (Foto: AP / SL)

A agência Seattle Times relatou que o cliente de lançamento do 787 da Boeing, a All Nippon Airways (ANA), teve que cancelar dois dos seus primeiros 10 vôos do Dreamliner entre Tóquio e Frankfurt, devido a “um mal funcionamento do sistema dos flaps”. A primeira rota de longa distância do Boeing 787 começou a operar no dia 21 de janeiro.

Um porta-voz da ANA disse que a companhia cancelou o vôo do dia 26 de janeiro que partiria de Frankfurt e outro vôo no dia 30 de janeiro que sairia de Tóquio. Os passageiros de vôos foram transferidos para outros aviões.

Após um dos aviões Boeing 787 ser reparado na Alemanha, a ANA levou o avião sem passageiros para sua base de manutenção no aeroporto de Haneda, em Tóquio.

Tudo indica que “um erro temporário no software de computador que monitora os controles da aeronave” foi identificado como causa do problema.

A Boeing se recusou a comentar sobre as falhas, apesar de admitir o problema, mas afirmou que já possui um plano de reparos e que não há nenhuma preocupação com a segurança num curto prazo.

Originalmente, a ANA planejava intensificar a voos diários de e para Frankfurt no dia 1° de fevereiro. Isso foi agora adiado até março, depois de atrasos na entrega dos novos jatos 787 previstos para dezembro.

O atraso ocorreu devido a novos problemas surgidos em paineis de materiais compostos que garantem a rigidez da fuselagem, que se desprenderam parcialmente depois de voos de testes. O problema teria sido detectado numa das aeronaves destinadas à companhia japonesa ANA e em duas outras destinadas a Qatar Airways. O Seattle Times afirmou que a Boeing agora está examinando todos os aviões já fabricados, ocasionando a demora na entrega.

Até o momento, a ANA já recebeu cinco aviões 787. O da rota Frankfurt – JA805A (cn 34514/31) – é o único configurado para voos de longa distância.

 

Helicópteros russos serão fabricados na China

A China vai fabricar os helicópteros Mi-2 na fábrica Xiao.

Na China é criada uma empresa que dedicar-se-á ao fabrico de helicópteros russos Mi-2A. Segundo a agência Xinhua, um acordo neste sentido foi alcançado entre o fabricante russo Rostvertol e a empresa aeronáutica chinesa Xiao.

De acordo com a parte chinesa, a nova unidade industrial, a ser construída até final de Julho nos arredores de Pequim, não apenas assegurará a montagem anual de até 100 helicópteros civis ligeiros Mi-2A, mas também funcionará como oficina de reparação de helicópteros russos da série Mi para a Região Asiática.

Fonte: A Voz da Rússia

 

Polônia solicita novas armas e pacote de apoio para seus caças F-16

Um dos caças Lockheed F-16D Block 52 da Força Aérea da Polônia.

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou o Congresso dos EUA no dia 2 de fevereiro de uma possível Venda Militar de Exportação para a Polônia de um pacote de armas e manutenção para os seus caças F-16, bem como equipamentos associados, peças, treinamento e apoio logístico, avaliado em US$ 447 milhões.

O Governo da Polônia solicitou uma possível venda de 93 mísseis táticos AIM-9X-2 SideWinder Block II, 4 mísseis de treinamento CATM-9X-2, 65 mísseis AIM-120C-7 AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missiles), 42 bombas de 500 libras GBU-49 Enhanced Paveway II, 200 bombas GBU-54 JDAM (Joint Direct Attack Munitions) de 2000 libras, 642 bombas de uso geral BLU-111 de 500 libras, 127 bombas de uso geral MK-82 de 500 libras, 80 bombas de uso geral BLU-117 de 2.000 libras, 4 bombas inertes de uso geral MK-84 de 2.000 libras, 9 módulos centrais do motor F-100-PW-229, 28 dispositivos de visão noturna e mais 6 tubos intensificadores de reposição, 12 pods de Instrumentação Autônoma de Manobras de Combate Aéreo P5, um Sistema de Planejamento Conjunto de Missão e cinco anos de acompanhamento, em serviços de suporte e apoio logístico para a frota de caças F-16 da Polônia, peças de reposição e reparação, apoio e equipamento de teste, publicações e documentação técnica, revisões do sistema e upgrades, treinamento de pessoal e equipamentos de treinamento, e outros elementos relacionados de apoio ao programa.

A Força Aérea da Polônia já opera com esses armamentos solicitados e não terá problema em assimilar os novos armamentos para seus 48 caças F-16C/D Jastrz?b Block 52 (36 do modelo monoplace e 12 do modelo biplace).

O arquivo original em PDF pode ser acessado diretamente no site da DSCA.

 

Air Astana encomenda quatro novos Boeing 767-300ERs e três 787-8 Dreamliners

Publicado em 06/02/2012 por em Comercial

A companhia aérea Air Astana, do Cazaquistão, encomendou da Boeing três novas aeronaves 787-8 Dreamliner. (Foto: Air Astana)

A Air Astana, a companhia aérea de bandeira nacional do Cazaquistão, concordou em encomendar quatro novos Boeing 767-300ER e três Boeing 787-8 Dreamliner, num negócio avaliado em 1,3 bilhão pelos preços de tabela.

De acordo com a Air Astana, a encomenda de aeronaves é a maior da história da aviação civil do Cazaquistão. Os novos Boeing 767-300ER serão entregues em 2013 e 2014 e os Boeing 787 em 2017 e 2019.

Numa conferência de imprensa no dia 4 de fevereiro, em Almaty, Nurzhan Baidauletov, presidente da Air Astana e o diretor-gerente do fundo soberano Samruk-Kazyna, acionista da maioria da companhia aérea, disse que a introdução do Boeing 787-8 “vai colocar a Air Astana entre as principais companhias aéreas do mundo em termos de funcionamento da mais alta qualidade, de serviços aéreos ambientalmente amigáveis”.

A Air Astana, que já opera com jatos Boeing 767-300ER, encomendou quatro novos 767-300ER diretamente da Boeing. (Foto: Air Astana)

Baidauletov também disse que a Air Astana não exigiria do Estado ou dos fundos de acionistas para as compras, mas “irá financiar a nova aeronave através de uma combinação dos seus próprios instrumentos de caixa e financeiros através do mercado aéreo de financiamento.”

Peter Foster, presidente da Air Astana, disse que os novos 767 da Boeing serão equipados com winglets e substituirão os dois 767-300ER que a companhia aérea está locando, bem como substituir progressivamente os seus Boeing 757 alugados.

Foster disse que o Boeing 767-300ER provou ser capaz de operar de forma eficiente em todas as rotas atuais da Air Astana, sem restrições. Ele também disse que o Boeing 787-8, com o seu superior alcance, permitirá à companhia lançar rotas sem escalas para os Estados Unidos, Austrália e África enquanto seus planos de negócios se desenvolvem.

No dia 4 de fevereiro, a Air Astana também anunciou os resultados operacionais não auditados de 2011. O lucro líquido da companhia aérea diminuiu 19 por cento, para 61,9 milhões dólares. As receitas cresceram 16 por cento, para US$ 760 milhões. A capacidade cresceu 15 por cento e o número de passageiros transportados pela Air Astana cresceu 16 por cento sobre 2010, para pouco mais de 3 milhões.

Durante 2011, a Air Astana lançou seus três primeiros jatos regionais Embraer 190 e um Boeing 757 adicional. Ela lançou novos serviços para Samara, na Rússia e Tbilisi, na Geórgia, e aumentou as frequências na maioria de suas outras rotas.

Air Astana é uma joint venture entre a Samruk Kazyna (que tem uma participação de 51 por cento na companhia aérea) e BAE Systems PLC (que detém 49 por cento). A companhia aérea vai marcar 10 anos de operações em maio de 2012.

 

Nova companhia aérea regional dos EUA vai operar jatos Embraer

Uma aeronave Embraer 170 nas cores da nova companhia aérea regional dos EUA, a California Pacific Airlines.

A California Pacific Airlines, uma nova companhia regional com sede em Carlsbad, California, recebeu o aval da primeira fase do processo junto a Federal Aviation Administration para a certificação de vôo comercial, e em breve deve iniciar o serviço, inicialmente com aeronaves Embraer 170.

A Fase 1 de aprovação é “um marco importante para a certificação FAA, que é uma das mais rigorosas no mundo da aviação comercial”, segundo o fundador e CEO da companhia aérea Ted Vallas.

A companhia arrendou seus primeiros dois aviões, que deverão ser entregues em março ou abril de 2012. A empresa espera iniciar suas operações entre a metade e o final do terceiro trimestre. A California Pacific Airlines, que deverá também ser chamada de CPair, pretende operar a partir do Aeroporto de Carlsbad McClellan-Palomar, na Califórnia, com voos iniciais para San Jose, Oakland, Sacramento, Las Vegas e Phoenix.

Após receber suas duas aeronaves Embraer 170 previstas, a companhia aérea pretende expandir suas operações, e com crescimento previsto, arrendar aeronaves Embraer 190, que oferece maior capacidade de passageiros e carga, mas com uma comunalidade operacional com o jato E170.

Dica do amigo Edson. Obrigado ;-)

 

VÍDEO: Lockheed F-22 Raptor, o caça do domínio aéreo da USAF

Quem curtiu o vídeo do clássico caça P-51 Mustang, agora pode assistir a um novo vídeo divulgado essa semana pela Lockheed Martin de seu caça de superioridade aérea F-22A Raptor, o primeiro e até então único caça de quinta-geração em operação atualmente. O F-22 teve apenas 187 aeronaves introduzidas em operação na Força Aérea dos EUA, mas marcou a história com sua tecnologia e capacidades ainda únicas que não conseguiram ser alcançadas por caças adversários, como velocidade supercruzeiro. além disso possui alta manobrabilidade, permitindo realizar impressionantes manobras em voo graças a seus motores com empuxo vetorado. Apesar de ainda não ter sido batizado em combate, o simples fato de existir na frota da USAF, oferece um grande poder de disuasão dos EUA sobre seus inimigos, servindo de parâmetros para o desenvolvimento de novos caças de quinta geração na Rússia e na China.

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
Aumentando a “realidade” do seu simulador com o A-29 Super Tucano e o Track IR
Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

Virtual Marcelo Magalhães
Um Boeing 707 voando há mais de 50 anos
Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

Virtual Oswaldo Claro
Sempre alerta
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