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Al Fursan dos Emirados Árabes Unidos fará estreia na Europa no RIAT 2012

Os pilotos da equipe Al Fursan da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Katsuhiko Tokunaga)

A equipe Al Fursan (Os Cavaleiros) da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos irá apresentar no Royal International Air Tattoo (RIAT) na Base da RAF de Fairford, em Gloucestershire, nos dias 7 e 8 de julho.

O esquadrão Al Fursan utiliza sete aeronaves de treinamento a jato Alenia MB339 nas suas apresentações. (Foto: Katsuhiko Tokunaga)

Com suas sete aeronaves italianas Alenia Aermacchi MB-339A, a equipe se apresentou pela primeira vez no Dubai Airshow, em novembro passado, para celebrar o 40º aniversário dos Emirados Árabes Unidos. Os pilotos de caça foram treinados em voos de formação pela equipe de demonstração aérea da Força Aérea italiana, a Frecce Tricolori, que também voa nesse tipo de aeronave.

Alan Peaford, Editor-Chefe, da publicação Arabia Aerospace, disse: “A Al equipe Fursan surpreendeu a todos no Dubai Airshow, em novembro, quando ela fez sua primeira aparição com uma performance incrível. A estréia internacional da equipe no Bahrein roubou o show.

“Vir para o Reino Unido e para a Air Tattoo é um passo importante até para a equipe e realmente coloca os pilotos dos Emirados Árabes Unidos na frente de uma audiência mundial. Acredito que eles vão surpreender as pessoas com suas habilidades e profissionalismo. Vimos que os Emirados Árabes Unidos mudaram a percepção mundial do golfe, futebol e corridas de cavalos – Acho que poderemos estar prestes a fazer o mesmo no mundo da apresentação aérea.”

As aeronaves do Al Fursan são pintadas predominantemente em preto e dourado para representar as areias douradas do deserto e o óleo negro que está sob ele. Geradores de fumaça produzem a fumaça vermelha, verde, branca e preta para representar as cores da bandeira nacional.

O líder da equipe Al Fursan, o Tenente-Coronel Nasser Ahmad, disse: “Os pilotos da Al Fursan e seu Diretor de Pessoal, o piloto Brigadeiro Khaled Omar, têm o privilégio de representar o seu país no maior show aéreo militar do mundo. Para nós, o Air Tattoo oferece uma importante oportunidade para troca de idéias, construção de relações e compartilhamento de nossa experiência com outras equipes militares de exibição. Será uma honra realizar a nossa exibição acrobática no Reino Unido em julho, que dedicamos aos nossos novos amigos britânicos e europeus. Igualmente, a equipe Al Fursan ficará muito orgulhosa de pintar o lindo céu britânico com as cores da bandeira dos Emirados Árabes Unidos.”

Durante as apresentações, a equipe Al Fursan utiliza fumaça nas cores vermelha, verde, branca e preta, as mesmas cores da bandeira dos Emirados Árabes Unidos.

O Marechal do Ar, Sir Stephen Dalton, chefe da RAF, disse que estava contente de acolher os seus parceiros árabes. Ele disse: “Estou muito contente que a Al Fursan concordou em se apresentar no Air Tattoo deste verão. Esta será a primeira exibição da equipe na Europa e eu acho que não há lugar melhor para a equipe demonstrar a sua mestria voando no que é um dos maiores show aéreos militar do mundo”.

 

Trigésimo piloto da USAF atinge a marca de 2.000 horas de voo na aeronave espiã U-2

O Major Mark pousa a aeronave U-2 enquanto seu wingman segue com um carro na pista no dia 10 de fevereiro de 2012, após o voo onde Mark atingiu a marca de 2.000 horas de voo na aeronave de reconhecimento da USAF. (Foto: 1st Lt. Victoria Porto / U.S. Air Force)

O trigésimo piloto na história de 57 anos dos aviões de reconhecimento em grande altitutes U-2 Dragon Lady atingiu o marco de 2.000 horas de vôo durante um vôo sobre Sudoeste da Ásia, no dia 10 de fevereiro de 2012. O piloto, voando a partir de uma base não especificada no teatro, está destacado desde a Base Aérea de Beale, na Califórnia, e está voando junto com o 99° Esquadrão de Reconhecimento Expedicionário.

O piloto Major Mark, nativo de Mobile, Alabama, cujo nome completo não foi divulgado por razões de segurança operacional, tem voado as aeronaves U-2s por dez anos. Ele também tem 1.900 horas de voo como piloto de bombardeiro B-52. Mais de 900 pilotos já voaram o U-2 ao longo de sua história e apenas quatro registraram 2.500 horas de vôo.

 

VÍDEO: Resumo do programa de testes do F-35 na Base Aérea de Edwards em 2011

A Lockheed Martin divulgou um vídeo hoje sobre o resumo das operações da equipe de testes de vôo do 461° Esquadrão de Testes de Voo da USAF com os caças F-35A na Base Aérea de Edwards, Califórnia, no ano de 2011, considerado o “ano dos primeiros”, quando a frota de caças destinados para Força Aérea dos EUA conseguiu realizar o maior número de objetivos até então no programa de desenvolvimento do Joint Strike Fighter. Da expansão vôo envelope para sistemas de missão e testes de reabastecimento aéreo com um KC-10, até o uso do sistema de sensores integrados. No vídeo pode-se ver o uso do Sistema de Abertura Distribuída (DAS – Distributed Aperture System) e também depoimentos de pilotos de testes das diversas forças dos EUA, comentando a comunalidade de operação dentre as três versões.

 

IMAGENS: Terceiro caça Su-35S nas cores da Força Aérea da Rússia

Publicado em 19/02/2012 por em Militar

O terceiro caça Sukhoi Su-35S (Su-35S-3), já com as cores da Força Aérea da Rússia, durante seu voo de translado para o 929° Centro de Testes de Voo. (Foto: White / Russianplanes)

No site Russianplanes.net surgiram fotos recentes do terceiro caça Sukhoi Su-35S (Su-35S-3, número de série 01-03) já nas cores da Força Aérea Russa (número de cauda “03 vermelho”). O avião, fabricado na KNAAPO através de um contrato assinado em 2009 com o Ministério da Defesa da Rússia para o fornecimento de 48 aeronaves, fez seu primeiro vôo no dia 17 de janeiro de 2012.

A terceira aeronave de série do Su-35S realizou o primeiro voo no dia 17 de janeiro, e foi transferido essa semana para o Centro de Testes de Voo em Akhtubinsk. (Foto: White / Russianplanes)

As novas fotos foram feitas numa base aérea na região de Irkutsk, onde a terceira aeronave Su-35S fez uma escala durante seu translado de Komsomolsk-on-Amur para o 929 GLITs VVS (Centro Nacional de Ensaios em Vôo) em Akhtubinsk.

A Força Aérea da Rússia encomendou 48 caças Su-35. (Foto: White / Russianplanes)

O trabalho de montagem dos seguintes caças está adiantado, e até 2013, cerca de 18 caças Su-35S serão entregues para a Força Aérea da Rússia. Veja a seguir um vídeo do caça Su-35BM durante apresentação no MAKS 2009.

Texto: Rustam, direto da Rússia – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

IMAGENS: Helicóptero Wildcat finaliza testes a bordo da fragata HMS Iron Duke

O helicóptero AgustaWestland AW159 Wildcat da Royal Navy se aproxima para pouso no convés de voo da fragata HMS Iron Duke. (Foto: MoD UK / Crown)

A próxima geração de helicóptero da Marinha Real britânica, o Wildcat, completou 20 dias de exigentes ensaios a bordo do HMS Iron Duke, lançando as bases para as futuras operações. O Wildcat aterrissou cerca de 400 vezes no convés de voo da fragata durante o dia e noite, em várias condições climáticas, enquanto o navio navegava ao largo das costas do sul da Inglaterra e norte da Escócia.

A fragata baseada em Portsmouth procurou as condições meteorológicas mais difíceis em todo o Reino Unido desde que o Wildcat chegou no seu convés – sucessor do Lynx que atua na frota – para ajudar a escrever o livro de regras de operação para o novo helicóptero.

A partir de 2015, o Wildcat será o principal helicóptero usado pelas fragatas da Marinha Real, incluindo a Iron Duke e os navios do Tipo 23, e destróieres nas operações ao redor do globo.

Os testes com o Wildcat a bordo do HMS Iron Duke foram realizados nas mais difíceis condições climáticas na costa da Inglaterra e da Escócia. (Foto: MoD UK / Crown)

Embora o Wildcat pareça com a variante final do Lynx MK8, atualmente em serviço com a Air Arm Fleet, é classificado como um novo helicóptero – ele lida de forma diferente desde o começo, não apenas devido aos novos motores e a cauda diferenciada que marca o Wildcat diferente de seus antepassados.

Como resultado, um novo livro de regras tem de ser escrito para definir o que são conhecidos como ‘limites operacionais do helicóptero no navio’ – as diretrizes para as seguras operações do Wildcat, de dia e de noite, em várias condições climáticas, e com cargas diferentes.

Para isso, o Wildcat precisava ir para o mar. Ele passou por dois períodos de 10 dias de testes a bordo do Iron Duke, uma em meados de janeiro, e a segunda no início deste mês, nas regiões desde as águas ao largo da Costa Sul até na região costeira ocidental, Mar da Irlanda e no litoral norte da Escócia, com a fragata procurando por condições climáticas adequadas para estabelecer os limites das operações seguras do Wildcat.

O Wildcat realizou 390 pousos a bordo da fragata Type 23 HMS Iron Duke. (Foto: MoD UK / Crown)

Ao todo, o Wildcat pousou no convés de vôo do Iron Duke 390 vezes, incluindo 148 pousos noturnos – 76 deles usando óculos de visão noturna.

Do ponto de vista do Iron Duke, o novo helicóptero certamente impressionou. O Comandante Nick Cooke-Priest, o comandante da fragata, disse:

“O Wildcat é uma aeronave muito capaz, um sucessor completamente valorizado do Lynx, e uma vez que estiver totalmente maduro irá oferecer uma capacidade melhorada de forma significativa para o domínio marítimo.”

O protótipo ZZ402 realizou uma breve visita ao Iron Duke pouco antes do Natal, quando os pilotos e técnicos testaram alguns dos princípios básicos, tais como se o sistema de recuperação de convés de vôo poderia puxar o Wildcat para o hangar, se o Wildcat caberia no hangar, se ele pode ser facilmente reabastecido e rearmado e se ele se ‘comunica’ com os sistemas de comando da fragata, todos estes dando positivo.

Dois pilotos de teste da Fleet Air Arm avaliaram o protótipo e definiram a dificuldade e a carga de trabalho necessária para cada desembarque em cada condição de tempo diferente ou estado do mar, enquanto uma infinidade de sensores registraram mais de 4.000 itens diferentes de dados dos motores do helicóptero, rotor e transmissão.

Vídeos transmitiram imagens de todas as posições da tripulação, tensões e distensões de todo a estrutura e pás de rotor, parâmetros do motor e caixa de velocidades e material de cargas.

As tripulações aproveitaram para testar outros sensores do helicóptero Wildcat em condições de voo em mar aberto. (Foto: MoD UK / Crown)

As pontuações da tripulação e as cargas de dados estão sendo analisados ??por peritos (que deve durar até perto do final do ano) para definir os limites para operações de dia e noite do Wildcat no mar, em diferentes condições e com cargas diferentes.

Além dos pilotos de testes, dois engenheiros de teste de vôo, engenheiros aeronáuticos, especialistas em instrumentação e pessoal de voo a bordo (para realizar a manutenção no protótipo e movê-lo dentro e fora do hangar da fragata) – totalizando quase 30 pessoas – estavam espremidos a bordo da fragata do Tipo 23, que estava equipado sensores precisos de movimentos do navio e de vento para os testes.

A equipe de testes usou a oportunidade para o Wildcat manobrar no mar pela primeira vez, para testar os seus sistemas de missão, cockpit de visão noturna e sistemas de navegação, abrindo caminho para os deveres do helicóptero na linha de frente daqui três anos.

O Comandante Priest Cooke disse que o helicóptero é “ideal para a natureza e amplitude das operações navais”, e acrescentou que:

“Os comandantes devem estar muito animados com o potencial Wildcat”.

Enquanto os Wildcats abrem seu caminho ao longo da linha de produção na fábrica da AgustaWestland em Yeovil, o ZZ402 vai continuar seus estudos, incluindo testes de radar, sensores eletro-óticos e kits de navegação, e a realização de disparos de mísseis.

O primeiro dos 28 Wildcats da versão naval deve ser entregue a sua futura base da Estação Naval da Royal Navy de Yeovilton, dez dias antes do Natal, para os ensaios com o 700° Esquadrão Aéreo da Marinha.

 

USAF adia substituição do T-38 para 2020

Publicado em 19/02/2012 por em Militar

A frota de jatos de treinamento T-38 Talon da USAF deverá continuar voando até 2020, quando os novos jatos do programa T-X devem receber a capacidade operacional. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Força Aérea dos EUA confirmou na última proposta de orçamento que vai atrasar o plano de colocar em operação um substituto para o treinador avançado Northrop T-38 Talon por três anos. A proposta do orçamento Fiscal 2013 revelado no dia 13 de fevereiro adia a capacidade operacional inicial para o programa T-X do ano fiscal de 2017 para o ano fiscal de 2020, de acordo com o Comando de Treinamento e Educação Aérea (AETC).

A assinatura do contrato também foi adiada um ano, agora para o ano fiscal de 2016, disse o AETC. Mas o comando disse que continua empenhado em substituir o T-38, que entrou em serviço há 51 anos.

“Eles estão chegando ao fim do seu ciclo de vida”, disse o AETC.

As aeronaves T-38Cs também são incapazes de executar determinadas funções que são necessárias para treinar completament os pilotos para os caças Lockheed Martin F-22 e F-35s, como reabastecimento em vôo e manobras aéreas além de 5Gs.

A USAF atualmente usa o caça Lockheed F-16 para completar a lacuna na formação dos pilotos que se deslocam a partir do T-38 para o F-22. A demanda deverá aumentar drasticamente à medida que o F-35 entra em mais números na frota da força aérea até o final da década.

Pelo menos cinco fabricantes de aeronaves já estão se preparando para concorrer ao projeto.

A BAE Systems se uniu com a Northrop Technical Services para oferecer o treinador Hawk. A Lockheed planeja oferecer o T-50 Golden Eagle, que é fabricado pela Korea Aerospace Industries (KAI). A Alenia Aeronautica está oferecendo o T-100, uma versão fabricado nos EUA do M-346 Master.

Enquanto isso, a Boeing revelou um novo conceito para um treinador fabricado para este propósito, com uma cauda em V e um único motor. A divisão aeroespacial da Northrop também pode considerar uma oferta separada.

Enquanto isso, a USAF ainda opera mais de 500 jatos T-38, e o programa T-X pretende adquirir entre 300-350 novos jatos.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

 
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Sierra Nevada estuda meios de evitar atraso na entrega das aeronaves Super Tucano para USAF em abril de 2013

Publicado em 18/02/2012 por em Brasil, Militar

A aeronave Embraer EMB-314 foi a vencedora da competição LAS, mas aguarda decisão do tribunal federal dos EUA. (Foto: Embraer)

A Sierra Nevada Corporation (SNC) anunciou hoje que está explorando maneiras de mitigar os atrasos no cumprimento do cronograma de entrega de abril de 2013 para o primeiro avião pedido sob o contrato de Apoio Aéreo Leve (Light Air Support – LAS) da Força Aérea dos EUA (USAF). A SNC foi escolhida vencedora do contrato no final de dezembro, mas devido a uma ação movida pela concorrente desclassificada para o contrato, foi impedida de iniciar o trabalho. Num documento de informação emitido no final de janeiro, a Força Aérea admitiu que esperava que a entrega da aeronave fosse ser adiada devido ao atual litígio.

A aeronave a ser fornecida é o Embraer A-29 Super Tucano. Ele será usado no Afeganistão para realizar treinamento de vôo avançado, reconhecimento aéreo e operações de apoio aéreo leve. É parte integrante dos planos dos EUA para fornecer ao governo do Afeganistão uma formação local avançada e aviões de combate capazes de facilitar a capacidade desse país de segurança interna.

Em um artigo publicado no dia 15 de janeiro, o Brigadeiro General Tim Ray, comandante do Comando Aéreo de Treinamento da OTAN no Afeganistão, chamou o A-29 Super Tucano de “sob medida” para a missão de contra-insurgência do Afeganistão. “O Tucano é a aeronave mais cinética, mais ofensivo que eles têm, e eu tenho certeza que será um grande impulso moral às tropas no solo quando enxergarem ele nos céus. É o tipo de plataforma para o solo, para a luta e mais importante, é fácil de manter”, disse ele.

“Reconhecemos a importância dessa aeronave que com sucesso poderá terminar a missão dos EUA no Afeganistão”, disse Taco Gilbert, General de Brigada aposentado da USAF, e vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios de ISR na SNC. “Dadas os prazos e dados de recentes relatórios sobre um final potencialmente acelerado para as operações de combate americanas na região, nós estamos olhando todas as opções possíveis para acelerar a produção e o cronograma de entrega. No entanto, até a ordem de parar o serviço ser retirada, não podemos fazer qualquer movimento a este respeito.”

A Força Aérea dos EUA emitiu uma ordem para temporariamente parar os trabalhos no dia 04 de janeiro em resposta a uma ação movida pela Hawker Beechcraft no Tribunal de Ações Federais dos EUA. Essa ação visa julgar a eliminação da Hawker da competição LAS. A Força Aérea notificou a Hawker Beechcraft em novembro que sua proposta não estava na faixa competitiva e que ela havia sido desclassificada da competição. A Força Aérea baseou a sua determinação na constatação de que “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta [da Hawker Beechcraft] tornam a proposta dela tecnicamente inaceitável e resulta num risco de capacidade de missão inaceitável missão.”

O A-29 Super Tucano está pronto para missão de combate e é comprovado. Ele está atualmente em uso, com seis forças aéreas ao redor do mundo, realizando operações de apoio à contra-insurgência e de apoio aéreo aproximado. A aeronave LAS será feita na América, por trabalhadores norte-americanos. A Embraer está investindo milhões de dólares no desenvolvimento de uma unidade de produção de novas aeronaves militares em Jacksonville, Florida, criando pelo menos 50 novos empregos de alta tecnologia no processo. Mais de 88 por cento do valor em dólar da aeronave A-29 Super Tucano vem de componentes fornecidos por empresas norte-americanas ou de países que se qualificam sob o Buy America Act. Ao todo, mais de 70 empresas norte-americanas irão fornecer peças ou serviços relacionados com este contrato, oferecendo mais de 1.200 postos de trabalho em todo o país.

“A SNC, a Embraer, e todos os membros da nossa equipe estão comprometidos com a missão de LAS e para trazer um fim bem-sucedido para as operações americanas no Afeganistão”, disse Gilbert. “No entanto, isso só vai acontecer se nós pudermos equipar os afegãos com as ferramentas e o treinamento necessários para desenvolver a sua capacidade própria de contra-insurgência. Estamos olhando como podemos acelerar o nosso processo. Esperamos que haja uma solução rápida para os processo litigiosos e um fim nos atrasos desnecessários deste crítico programa.”

Fonte: Avionics Inteligence – Tradução: Cavok

Dica do amigo e colaborador Ricardo von Puttkammer. Obrigado ;-)

 

F-X2: Para Saab, batalha dos caças não está perdida

O caça Gripen NG Demonstrator da fabricante sueca Saab. (Foto: Saab Group)

Desde que a francesa Dassault fechou contrato para venda de 126 caças Rafale à Índia, a discussão sobre a licitação brasileira foi reacendida. Tudo porque o ministro da Defesa, Celso Amorim, dirigiu-se a Nova Délhi logo após a decisão e pôde pedir esclarecimentos diretos a seu homólogo indiano sobre a escolha. De lá para cá, fontes dos governos francês e brasileiro, ouvidos pelas agências de notícias, têm apontado que os Rafale serão a opção também do Palácio do Planalto. Na mesa de negociação, as outras fabricantes – que aguardam com certa ansiedade o desfecho da novela militar que já dura mais de quatro anos – recusam-se a desistir. Uma delas é a sueca Saab, que fabrica o caça Gripen. Bengt Janer, diretor da Saab-Brasil, garante que a companhia continua no páreo. Ainda que reconheça que a Suécia não dispõe do mesmo peso político dos Estados Unidos (sede da Boeing) e da França, o executivo demonstra confiança em que a sua é a melhor proposta.

Há cerca de dois anos, a Saab foi a companhia que obteve a melhor avaliação da Força Aérea Brasileira (FAB) no processo de licitação dos caças. Contudo, a opinião do órgão, por incrível que pareça, não é determinante na escolha. Tanto que a venda quase foi fechada em 2009 para a Dassault porque o ex-presidente Lula passava por uma espécie de “lua de mel” diplomática com o líder francês, Nicolas Sarkozy. Depois que as conversas entre ambos azedaram, a Boeing – outra empresa que participa da licitação com seus F-18 Super Hornet – intensificou seu lobby. Já no governo Dilma, a movimentação ganhou o apoio de um garoto-propaganda e tanto: o próprio presidente Barack Obama, durante visita oficial ao país, no início de 2011.

Desde então, o processo de licitação foi atropelado por cortes orçamentários, faxina nos Ministérios e problemas de ordem macroeconômica. A presidente Dilma decidiu, então, a deixar o assunto para depois. Mas essa fase pode estar no fim. De acordo com Janer, a expectativa da Saab é que algum tipo de definição saia já neste primeiro semestre. “Até onde sabemos, a decisão está na mesa da presidente”, afirmou o executivo em entrevista ao site de VEJA. “Fizemos tudo o que o governo pediu para essa licitação – e justamente por isso estou confiante de que estamos bem no projeto.”

A visita do ministro Celso Amorim à Índia para conversar sobre o Rafale não alterou o andamento do processo de licitação, colocando novamente a Dassault em vantagem?
A visita, na nossa avaliação, foi uma coincidência. Viagens de ministros são planejadas com antecedência. Eles têm uma agenda a cumprir e não decidem uma coisa como essa do dia para a noite só porque um contrato de compra foi fechado na Índia. Além do mais, essa é uma decisão da presidente Dilma.

Em que estágio estão as negociações para a compra dos caças?
Até onde sabemos, a decisão está na mesa da presidente. Não há novidades sobre isso desde o início do ano passado, quando o governo afirmou que a licitação estava paralisada. Contudo, temos a expectativa de que haja uma decisão ainda no primeiro semestre.

Quais parcerias a Saab tem desenvolvido no Brasil no setor de Defesa?
Criamos no ano passado, em parceria com o governo sueco, o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CIBS), em São Bernardo do Campo (SP). A função desse centro é desenvolver projetos em parceria com universidades, empresas privadas e órgãos públicos – de modo a trazer ao país ideias inovadoras que surjam na Suécia e que possam melhorar o cotidiano da população. São projetos para as áreas de energia limpa, segurança pública e sustentabilidade. O curioso é que muitos deles vêm da indústria da Defesa e depois são aplicados ao dia a dia das pessoas. Além disso, oferecemos cem bolsas de estudos para brasileiros irem estudar na Suécia. Em resumo, estamos claramente administrando o centro como forma de buscar uma parceria de longo prazo com o Brasil, o que independe, inclusive, do resultado da licitação dos caças.

O contrato da Saab com a Suíça, fechado também recentemente, pode ter algum efeito na escolha brasileira?
Espero que tenha um efeito positivo, pois o que propusemos é que a transferência de tecnologia permita até mesmo que a produção brasileira seja utilizada pela Suíça. Nossa proposta é de parceria total, em que 40% do desenvolvimento da aeronave e 80% da estrutura do caça sejam feitos no Brasil. Nossa ideia é estabelecer uma parceria entre a Saab e a indústria nacional brasileira para vender aeronaves para outros países. E a nossa política de transferência de tecnologia é a mais adequada ao que o Palácio do Planalto quer.

Mas há o fator político.
Sim, a Suécia talvez não tenha o peso político dos Estados Unidos ou do outro país (a França). Contudo, a tecnologia que temos e estamos dispostos a compartilhar é adequada às necessidades do Brasil. Nós ouvimos muitas vezes que a presidente Dilma quer que a parte de inovação seja desenvolvida no país e que as parcerias são essenciais. Foi isso que propusemos. Fizemos tudo o que o governo pediu para essa licitação – e justamente por isso estou confiante de que estamos bem no projeto.

Fonte: Ana Clara Costa, Veja

 

BAE Systems vence contrato para modernizar sistema ESM dos bombardeiros B-2

Publicado em 18/02/2012 por em Militar

A BAE Systems será responsável pela fabricação e instalação do novo sistema de Medidas Eletrônicas de Apoio (ESM) dos bombardeiros B-2 da USAF. (Foto: U.S. Air Force)

A BAE Systems recebeu um contrato da Northrop Grumman – Aerospace Systems para fornecer os sistemas de Electronic Support Measure(ESM) para uso em todos os 20 bombardeiros B-2 Spirit. Esta atualização do ESM será uma substituição completa do atual sistema antigo AN/APR-50. Com este contrato, a BAE Systems agora fornecerá os sistemas de Guerra Eletrônica de todos as três de plataformas stealth da Força Aérea dos EUA: as aeronaves F-22, F-35 e B-2.

“Como resultado de uma competição extremamente rigorosa para um sistema ESM modernizado para o B-2, a Northrop Grumman está satisfeita com a seleção da BAE Systems como nossa principal parceira para fornecer uma resposta rápida, e de acessível capacidade defensiva para o militar”, disse Dave Mazur, vice presidente da divisão de Ataque de Longo Alcance da Aerospace Systems. “Modernizar o sistema defensivo do B-2 é fundamental para a supremacia contínua do ataque de longo alcance e que será realizada através do extenso conhecimento no portfólio de tecnologia ESM da BAE Systems.”

A Northrop Grumman selecionou a BAE Systems num processo de licitação com as históricas e maiores indústrias fornecedoras de Guerra Eletrônica, para substituir o legado sistema ESM AN/APR-50 de mais de 30 anos. O sistema, em conjunto com o receptor de alerta radar, detecta ameaças eletrônicas encontradas pela B-2 e proporciona o conhecimento da situação das ameaças detectadas para a sua tripulação.

“Como provedor de capacidade semelhante nas aeronaves de caça de 5ª geração, a BAE Systems é bem adequada para modernizar as capacidades de ESM da frota de B-2″, disse Brian Walters, vice-presidente e gerente geral da BAE Systems Combat Electronic Solutions. “O B-2 é um avião capaz de realizar missões de longo alcance, que deve ter uma cautela no planejamento de missão e uma consciência situacional excepcional para atingir os seus objetivos através das altamente desenvolvidas defesas inimigas cada vez mais sofisticados. Nosso sistema ESM fornecerá as tripulações um alerta em tempo real das ameaça e uma consciência situacional dos emissores de ameaças, permitindo que as equipes possam alterar sua rota de vôo planejado através do espaço aéreo em litígio, e com segurança completar sua missão.”

O B-2, também conhecido como o Stealth Bomber, é a principal aeronave de ataque em profundidade projetada para penetrar as densas defesas anti-aéreas e lançar armas convencionais e nucleares. A Northrop Grumman é a fabricante da plataforma B-2 da Força Aérea dos EUA e principal contratante para todos os trabalhos de modernização do B-2 envolvidos com a extensão da vida de serviço da aeronave até 2058.

O trabalho do sistema ESM será realizado em Nashua, NH, e Cambridge, Massachusetts.

 

Rolls-Royce alcança dois marcos com motores para avião de caça Typhoon

Publicado em 18/02/2012 por em Militar

O caça Eurofighter Typhoon possui dois motores EJ200 fabricados em parte pela Rolls-Royce.

A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, acaba de alcançar dois marcos significantes no programa EJ200, o motor utilizado pelo popular avião de caça Eurofighter Typhoon. O primeiro deles foi a recente entrega à BAE Systems da 300ª unidade do motor EJ200, construída nas instalações da Rolls-Royce em Bristol, no Reino Unido.

O segundo grande feito foi a 500ª unidade do motor Tranche 2, produzido pela Rolls-Royce em nome do consórcio Eurojet. Ambos equiparão aeronaves do tipo Typhoon, pertencentes à Força Aérea Real Saudita (ARAF).

Nick Durham, presidente da divisão de Negócios em Defesa da Rolls-Royce, celebrou os números de sucesso. “Essas entregas ilustram o progresso do programa EJ200 e destacam os benefícios que nossos clientes percebem em nossa tecnologia de ponta.”

A Rolls-Royce monta e testa motores EJ200 em nome da Eurojet, de quem é parceira importante, em serviço para as forças aéreas do Reino Unido e da Arábia Saudita. Atualmente, o equipamento está em serviço nas forças aéreas de países como Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha, Áustria e Arábia Saudita.

O EJ200 demonstrou excelente desempenho e confiabilidade ao equipar o Typhoon durante a Operação Ellamy, liderada pelo Reino Unido na Líbia em 2011. Mais de 6.000 horas de voo em missões de combate foram registradas sem haver rejeições do motor durante o destacamento.

Em 2010, a Rolls-Royce celebrou um contrato de serviço inovador no valor de £ 865 milhões com o Ministério da Defesa britânico para fornecer à RAF, Força Aérea Real do país, um nível garantido de disponibilidade para os seus motores EJ200 até 2018.

 

FAB recebe terceira aeronave P-3AM Orion

A FAB recebeu a terceira aeronave P-3AM Orion para as missões de patrulha marítima. (Foto: EADS CASA / FAB)

A equipe do Grupo de Acompanhamento e Controle na Empresa EADS-CASA (GAC-CASA) recebeu, em Sevilha, Espanha, a terceira aeronave P-3AM do contrato de modernização assinado pelo Comando da Aeronáutica por meio da Comissão Coordenadora para o Programa da Aeronave de Combate (COPAC). O FAB 7200 (P-3A – Orion Modernizado) foi trasladado ao Brasil pela tripulação do 1º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação (1º/7º GAv – Esquadrão Orungan), que irá operá-lo na proteção do litoral brasileiro, da Amazônia Azul e de seus recursos naturais. A aeronave chegou a Salvador (BA), sede do esquadrão, no dia 11 de fevereiro.

O P-3AM Orion devolve à Força Aérea Brasileira a capacidade de detectar, localizar, identificar e, se necessário, afundar submarinos. É o que o jargão militar chama de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês). A Aviação de Patrulha não realizava missões ASW desde a desativação do P-16 Tracker, em1996. Os atuais P-95 “Bandeirulha”, aeronaves menores e com diferenças operacionais, não oferecem essa possibilidade.

Além da capacidade ASW, o P-3AM também carrega armamentos como os mísseis Harpoon, capazes de afundar navios de guerra além do alcance visual. Com quatro motores, a aeronave tem grande autonomia, podendo permanecer em voo durante 16 horas – isso equivale a uma viagem de Recife a Madri sem escalas. Os sensores eletrônicos embarcados na aeronave são os mais modernos que existem. Tudo isso confere ao P-3AM a capacidade estratégica de vigilância marítima de longo alcance.

O P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, assinada com a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área de mais de 6 milhões de km² (praticamente todo o Atlântico Sul).

A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando responsáveis por derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, rastrear a embarcação, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.

Fonte: COPAC/ Agência Força Aérea

 

Aviação Virtual

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Histórias da Aviação Comercial

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Asas Antárticas

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Sempre alerta
Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

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