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MMRCA: Escolha do vencedor previsto para daqui 10 dias

Publicado em 15/01/2012 por em Militar

O contrato MMRCA precisa aguardar mais uns dias para sair a decisão.

O vencedor do acordo multi bilionário para 126 aviões de combate destinados para a Força Aérea Indiana está previsto para ser anunciado nos próximos 10 dias. O consórcio europeu EADS com o Eurofighter Typhoon e francês Dassault Rafale estão na corrida final para a competição global de Aeronave de Combate Média Multimissão (MMRCA) da Força Aérea.

O processo para determinar o L1 (menor lance) está em andamento e deverá ser decidido em mais dez dias, disseram principais fontes da Força Aérea nesse domingo. Conforme o processo de escolha da defesa, o menor preço é considerado o vencedor do contrato.

As duas empresas europeias estavam competindo com empresas americanas Lockheed Martin e Boeing, russa MiG e sueca Saab, para o concurso. Mas com exceção do Eurofighter e do Rafale, o restante foi excluído da competição pelo Ministério da Defesa após julgamentos da avaliação em campo.

No dia 4 de novembro do ano passado, do Ministério da Defesa abriu o lance comercial das duas empresas finalistas, e desde então tem estado ocupado para determinar o menor preço.

O lance do Eurofighter é apoiado por quatro nações parceiras, incluindo a Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido, enquanto o do Rafale é apoiado pelo Governo francês.

Questionado sobre os planos do Exército de aumentar suas brigadas de aviação, incluindo com helicópteros de ataque, as fontes da Força Aérea disseram que esta seria uma proposta muito cara e que um monte de dinheiro seria necessário para elevar tais brigadas.

No dia 12 de janeiro, o Chefe do Exército General VK Singh disse que a força está planejando aumentar a Brigada de Aviação em todos os seus treze esquadrões.

Fonte: The Economic Times – Tradução: Cavok

Dica do amigo Symon. Obrigado ;-)

Nota do Editor: Sendo assim, não será também na semana que vem que sairá o resultado…

 
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Mirage da Força Aérea Francesa colide com caça F-15 da Arábia Saudita durante exercício

O caça Mirage 2000D da Força Aérea Francesa participava de um exercício no norte da Arábia Saudita.

Um avião de caça Mirage 2000D da Força Aérea francesa colidiu em voo com um caça F-15C da Real Força Aérea Saudita durante a manobra conjunta Green Shield na província de Tabuk nesse sábado, informou a Agência de Imprensa Saudita (SPA). A aeronave Mirage 2000D pertencia ao EC 3/11 da Base Aérea do Djibouti.

O Mirage colidiu no ar com um F-15C da Real Força Aérea Saudita.

Os pilotos das duas aeronaves conseguiram ejetar e chegar com segurança no solo, conforme relatório divulgado pelo Ministério de Defesa da França.

O acidente ocorrido no sábado, dia 14, foi o segundo para a Real Força Aérea Saudita na província noroeste em menos de um mês. No último mês de dezembro, no dia 22, um jato Hawk caiu durante uma missão de treinamento em Tabuk, depois de colidir com um pássaro. A colisão levou a uma avaria num dos motores do jato, forçando o piloto a ejetar da aeronave, disse o relatório.

As autoridades sauditas estão investigando as causas do acidente.

Dica do amigo Symon. Obrigado ;-)

 

Cinquenta anos do recorde de voo de longa distância do bombardeiro B-52H

A tripulação do histórico voo do bombardeiro B-52H. (Foto: U.S. Air Force)

No último dia 11 de janeiro, há cinquenta anos atrás, em 1962, uma tripulação de oito aviadores embarcou num feito histórico que levou eles numa viagem pela metade da distância do mundo e reafirmou a dominação da América no mundo de longo alcance capacidades de ataque da aeronave.

Pilotando o mais novo modelo de bombardeiro de longo alcance, o Boeing B-52H Stratofortress, os tripulantes quebraram 11 recordes de distância sem escalas e velocidade em curso, para a sua classe de aeronaves e na época, quando eles concluiram com êxito um voo de mais de 21 horas sem reabastecimento em voo, voando cerca de 12.500 milhas ao redor do globo. Operação Persian Rug (Tapete Persa) foi o nome dado ao voo fundamental.

A jornada recorde começou na Base Aérea de Kadena, Japão, com o avião e a tripulação estando em missão junto a 4136ª Ala Estratégica na Base Aérea de Minot, no momento.

O curso do B-52 levou a tripulação em pontos chaves em todo o mundo, incluindo Tóquio, Japão; Fort Worth, Texas, e Washington, DC, entre outros, com destino final na Base Aérea de Torrejon, na Espanha.

O recorde anterior para o mais longo vôo sem reabastecimento (classe C – Aviões Motorizados) tinha sido anteriormente realizado por um avião de reabastecimento em vôo, o KC-135 Stratotanker.

Tendo sido apresentado como uma nova e melhorada edição do B-52s, o modelo H provou o seu valor, executando a missão histórica em menos que um ano após o primeiro voo do modelo.

De acordo com relatos da época, os oficiais de comando no Comando Aéreo Estratégico, a autoridade que comandava o B-52H, estavam ansiosos para demonstrar a sua nova capacidade encontrada.

O modelo H havia sido renovado de várias maneiras diferentes de seu antecessor, o modelo G.

Primeiro, houve uma renovação completa do motor da aeronave que proporcionou uma melhor eficiência de combustível. Em combinação com turbofans recém-concebidos, que permitiu um aumento da distância de vôo em aproximadamente 2.500 milhas, sem reabastecimento. Seu armamento defensivo também foi mudado para um rápido sistema de tiro simples com uma metralhadora Gatling que tinha uma taxa ajustável de fogo entre 3.000 e 6.000 tiros por minuto.

A aeronave também foi modificada para ser uma portadora de mísseis na antecipação ao programa Skybolt, mas mais tarde foi reconfigurada subsequentes ao cancelamento do programa.

O General Thomas S. Power, então comandante do SAC, elogiou a conclusão do voo, afirmando que o vôo de mais de 12.000 milhas sem reabastecimento demonstrou a capacidade intercontinental do B-52H Stratofortress.

“O vôo provou que as aeronaves do SAC têm a capacidade de chegar a destinos alvos em qualquer área do globo”, disse Power.

O Presidente John F. Kennedy parabeniza a tripulação do voo recorde com o B-52H. (Foto: U.S. Air Force)

O Presidente John F. Kennedy também elogiou a equipe pelo seu trabalho em concluir com sucesso a missão. Mais tarde, ele convidou a equipe em Washington, DC, para pessoalmente felicitá-los por suas realizações.

A execução da operação Tapete Persa tem sido uma das várias exposições que a poderosa família B-52 tem demonstrado ao mundo. Até hoje, o B-52H continua a exercer a sua posição de potência na vanguarda da missão de dissuasão nuclear sob a liderança do Comando da Força de Ataque Aéreo Global. Dos 102 originais B-52Hs fabricados, cerca de 80 ainda estão em uso ativo hoje.

Este ano marca os 50 anos desde a última entrega do B-52H Stratofortress para a Base Aérea de Minot e sua interrupção na produção, e o Comando da Força de Ataque Aéreo Global homenageou ele ao proclamar 2012 como o Ano do B-52.

Texto: Senior Airman Jose L. Hernandez, Minot Air Force Base Public Affairs – Tradução: Cavok

 

USAF destaca mais 12 caças F-16 e 240 militares para Coreia do Sul

Publicado em 14/01/2012 por em Militar

Um caça F-16C Fighting Falcon decola da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul, no dia 10 de janeiro, seguindo para a Base Aérea de Kunsan, na Coreia do Sul. (Foto: Senior Airman Kenny Holston / U.S. Air Force)

Cerca de 240 militares e 12 aeronaves de caça F-16 Fighting Falcon da USAF, sediados na Base Aérea de Shaw foram destacados para Base Aérea de Kunsan, na Coréia do Sul, para uma programada implantação de três meses com início no dia 15 de janeiro. O 55º Esquadrão de Caça, ativado como o 55º Esquadrão de Caça Expedicionário, partiu no dia 10 de janeiro e irá trabalhar ao lado dos parceiros da aliança Coreia do Sul-EUA para manter a paz e a estabilidade na região.

Nove caças F-16C do esquadrão 'Shooters' na linha de voo da Base Aérea de Shaw, antes de partirem para Coreia do Sul. (Foto: Senior Airman Kenny Holston / U.S. Air Force)

“O 55º Esquadrão de Caça ‘Shooters’ foi destacado para apoiar o compromisso de longa data dos Estados Unidos para trabalhar com nossos grandes amigos e parceiros, a República da Coreia”, disse o coronel Charlie Moore, comandante da 20ª Ala de Caça. “Nós sempre estamos prontos para implementar o poder aéreo de combate e os militares da Força Aérea para apoiar a nossa Estratégia Nacional de Defesa.”

Um caça F-16C realiza as últimas verificações antes de partir para a Coreia do Sul. (Foto: Senior Airman Kenny Holston / U.S. Air Force)

Outros 200 militares da Força Aérea e adicionais 12 caças F-16Cs da Base Aérea de Hill, Utah, estão atualmente destacados em Kunsan como o 421º Esquadrão de Caça Expedicionário. Sua implantação programada começou no dia 3 de dezembro de 2011, e está programada para durar cerca de três meses.

Uma aeronave C-5B Galaxy foi usada para levar o equipamento de apoio, e os militares seguiram num C-17 Globemaster III. (Foto: Senior Airman Kenny Holston / U.S. Air Force)

“A Aliança Coreia do Sul-EUA nunca foi tão forte”, disse o tenente-general Jan-Marc Jouas, comandante da 7ª Força Aérea das Forças Aéreas do Pacífico, junto a Base Aérea de Osan, na Coréia. “Essas implantações reafirmam nosso compromisso de fornecer o poder aéreo de combate e capacidades de direito em defesa da República da Coreia.”

Texto: 20th Fighter Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

 
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Sikorsky seleciona fornecedores para o helicóptero S-97 Raider

O helicóptero S-97 Raider da Sikorsky compete para ser o novo helicóptero de reconhecimento armado e ataque leve do Exército dos EUA. (Foto: Sikorsky Aircraft)

A Sikorsky Aircraft Corp selecionou 35 empresas para se juntar a sua equipe de montagem de dois protótipos dos helicópteros S-97 RAIDER que serão avaliados pelos militares dos EUA. Auto-financiado pela Sikorsky e pelos membros de sua equipe, o programa irá demonstrar o RAIDER nas aplicações militares com o inovador design do helicóptero Sikorsky X2, que provou sua capacidade em 2010 ao dobrar a velocidade máxima de cruzeiro dos helicópteros convencionais.

A Sikorsky anunciou a sua equipe de fornecedores durante o Simpósio e Exibição de Aviação ILW da Associação do Exército dos EUA, em National Harbor, Maryland. A maioria dos membros da equipe do RAIDER são empresas baseadas em 20 estados dos EUA. São as seguintes empresas selecionadas:

Estruturas: Aurora (Virginia, Mississippi); Cytec (California, New York); East/West Industries (New York); Fischer (Alemanha); Hexcel (Connecticut, Utah); PPG (California); Triumph Group (Washington).

Aviônica: Avionics Instruments (New Jersey); BAE Systems (New York); Eaton (Mississippi); Esterline Control Systems (California, Illinois, Washington); Garmin (Kansas); Goodrich (Florida, Minnessota); Hamilton Sundstrand (Connecticut); Honeywell (Arizona); Lockheed Martin (New York); Northrop Grumman (California).

Propulsão: Ametek (New York); Ducommun (New York); Eaton (Michigan); General Electric (Massachusets); Honeywell (Arizona); Liquid Measurement Systems (Vermont); Meggitt-USA (Georgia, California); Spectrum (Connecticut); TIGHITCO (Connecticut).

Rotores e transmissão: Emerson-McGill (Indiana); Fatigue Technology (Wash.); FAG Canada; Goodrich (N.Y.); Hamilton Sundstrand (Connecticut, Illinois); Kamatics (Connecticut); LORD Corp. (Pensylvania); Pankl Aerospace (California); Parker Aerospace (California, Georgia); Schultz (California); SIFCO (Ohio); Triumph Group (Utah, Michigan).

Pás do rotor: Cytec (California, New York); Eagle Aviation Technologies (Virginia); Hexcel (Connecticut, Utah); Rotating Composites (Connecticut).

Como o helicópteros demonstrador X2, o único motor do helicóptero S-97 RAIDER contará com rotores principais coaxiais de contra-rotação e uma hélice propulsora traseira para oferecer velocidades de cruzeiro de até 220 nós (253 mph) e com velocidades de até 240 nós (276 mph) ou superior.

Com um peso bruto máximo de cerca de 11.000 libras, o helicóptero RAIDER vai oferecer um desempenho operacional pleno em velocidades e altitudes mais que duas vezes a capacidade dos atuais helicópteros táticos leves.

O cockpit do Raider contará com assentos side-by-side para dois pilotos. Para as missões de reconhecimento armado e de ataque leve, a aeronave pode transportar uma variedade de sensores e armas montadas externamente, com a flexibilidade para realizar missões prolongadas com munição e combustível adicional. Na configuração utilitária leve ou de operações especiais, a cabine do helicóptero irá transportar até seis soldados.

 

Equipe agiliza testes e entrega B-1B com capacidade de apoio aéreo aproximado aos combatentes

Publicado em 13/01/2012 por em Militar

A aeronave B-1B Lancer agora passa a realizar missões de apoio aéreo aproximado. (Foto: U.S. Air Force)

A equipe de teste de desenvolvimento na Base Aérea de Edwards, California, em parceria com uma equipe de teste operacional do Texas acelerou os testes e entregou para os combatentes uma aeronave B-1B Lancer que pode encontrar e atacar alvos em movimento em apoio aéreo aproximado para as tropas terrestres ainda mais rápido do que antes.

A fusão dos testes de desenvolvimento e operacional foi feita para consolidar os recursos num apertado cronograma, feito por membros do 419º Esquadrão de Voo de Teste e de Força Tarefa Combinada de Poder de Bombardeio Global e pelo 337º Esquadrão de Testes e Avaliação da Base Aérea de Dyess, no Texas, que trabalharam para garantir que a atualização do B-1 estivesse pronta para as operações de combate em janeiro.

Os membros dos dois esquadrões, 419º FLTS e 337º TES, realizaram uma série de testes que culminaram no dia 15 de novembro, completando a Laptop Controlled Targeting Pod Phase II.

O pod designador laser localizado na parte de baixo do B-1 é uma das partes focadas nos testes realizados em Edwards em novembro. (Foto: Kate Blais / U.S. Air Force)

“Durante a Operação Iraqi Freedom e a Operação Liberdade Duradoura, ficou claro que o B-1 precisava de uma capacidade adicional de suporte a cenários de apoio aéreo aproximado”, disse Christina Ryskey, a engenheira chefe do projeto e engenheira de pod de designação do B-1 junto ao 419º Esquadrão de Voo de Teste e de Força Tarefa Combinada de Poder de Bombardeio Global.

Essa capacidade veio na forma do Laptop Targeting Pod Phase I.

“A primeira fase integrou um pod de designação, mas ainda era necessário que o operador do sistema de armas inserisse manualmente as coordenadas derivadas do pod designador”, disse o major David Marten, o comandante de esquadrilha e piloto do B-1 no projeto junto ao 419º FLTS. “Isso somente permitiu que o pod fosse útil contra alvos fixos.”

Apesar da Fase I permitir que o B-1 fizesse a interface com o pod de designação, ele provou ser um recurso limitado, pois não havia recursos automatizados da informação do pod que voltavam para o avião. Embora as coordenadas fossem derivadas do pod, a inserção manual dos dados aumentava o tempo e diminuia a capacidade do B-1 para atingir um alvo em movimento.

A solução veio com a Laptop Targeting Pod Phase II.

“Agora, com a segunda fase, não só temos a capacidade de completar o ciclo do pod designador, mas também incluimos a capacidade de lançar bombas a laser direcionadas a partir do B-1″, disse o tenente-coronel Hans Miller, comandante do 419º FLTS e diretor da força combinada de teste do bombardeiro. “Assim, não só eu posso rastrear e identificar os alvos no chão, como eu posso atacar os alvos terrestres em movimento em velocidades altas e baixas. Isso é uma capacidade fundamental que temos com esta melhoria.”

Um laço de comunicação concluído entre a aeronave e o pod de designação permite a importação direta das coordenadas, encurtando a cadeia de ataque, que é um aumento significativo na capacidade no campo de batalha, disse Marten.

“Os caras no chão pedindo apoio aéreo terão suas bombas chegando de forma mais rápida e com mais precisão”, disse ele.

“Se nos dizem que há um alvo nas proximidades, através das tropas terrestres, posso adquirir visualmente com o pod, obter a localização exata, importar diretamente essa informação para o sistema de armas e atacá-lo”, disse o major Michael Jungquist, o oficial de armas do projeto junto ao 419º FLTS. “O pod de designação informa onde a arma exatamente tem que ir e pode refinar o alvo com lasers do pod. Eu vou ser capaz de colocar as armas num alvo, mesmo que não seja o lugar onde ele estava quando eu comecei a olhar para ele.”

A Laptop Targeting Pod Phase II é uma auto capacidade que permite que o laser do B-1 possa rastrear os alvos, atualizando constantemente as suas coordenadas e empregando as bombas GBU-54 Laser Joint Direct Attack Munition (Laser JDAM).

A Capt. Tara Jackson, uma oficial de sistemas de armas de teste operacional do B-1B durante os testes de integração do pod com o sistema de armas, realizado no mês de dezembro. (Foto: Jet Fabara / U.S. Air Force)

“Com a Fase II, os B-1s possuem uma precisão semelhante ou maior de qualquer outra aeronave de apoio aéreo, mas agora combinado com um alcance global, maior carga útil e tempo de permanência em voo fornecidos por um bombardeiro estratégico”, disse Marten.

Além dos resultados de testes favoráveis e com os recursos atualizados, o planejamento e a execução dos testes foram importantes peças do quebra-cabeça, porque o tempo entre o início do teste até a entrega operacional foi de apenas 8 meses.

“Outro grande sucesso do teste de novembro foi de que era um grande exemplo de teste operacional e de desenvolvimento integrado”, disse Miller. “Nós trabalhamos numa linha do tempo pequena e apesar de alguns problemas que foram encontrados em um teste, e correções que foram apresentados e fixadas, nós fomos capazes de atender a essa recomendação dos operadores e implantar um cronograma para que isso pudesse ser entregue para o combate e ser utilizável para as tripulações de combate saindo na próxima implantação.”

A aeronave B-1 que agora está sendo preparada em janeiro deste ano é um B-1 com mais recursos para apoiar o esforço de serviços comuns.

“Nós tínhamos um cronograma para atender uma ordem de melhor apoiar as tropas no solo”, disse Jungquist, “e nós estamos fazendo isso acontecer.”

Texto: Kate Blais, 95th Air Base Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

 

Volaris finaliza encomenda para 30 aeronaves Airbus A320neos e 14 A320s

Publicado em 13/01/2012 por em Comercial

Concepção artística da aeronave Airbus A320neo nas cores da companhia aérea mexicana Volaris. (Foto: Fixion / Airbus)

A companhia aérea mexicana de baixo custo Volaris assinou um contrato de compra de 30 jatos A320neo e 14 A320, firmando um memorando de entendimento assinado no dia 16 de novembro. De acordo com a Airbus, a compra da Volaris representa a maior encomenda de aviação comercial já feita por uma companhia aérea no México. A Volaris também é a primeira companhia aérea do México a encomendar o A320neo, e anunciará a seleção do motor para as aeronaves numa data posterior.

Desde que iniciou suas operações em 2006, a Volaris tornou-se uma das três maiores companhias aéreas do México, tendo rapidamente expandido a sua rede em todo o país e para os Estados Unidos.

As 44 novas aeronaves da Família A320 da Volaris são equivalentes a mais que o dobro de toda frota atual de Airbus da companhia, apoiando os planos de expansão e renovação da frota. A Volaris opera atualmente 34 aeronaves Airbus e tem encomendados 58 aeronaves, incluindo os aviões encomendados nessa quinta-feira.

“A chegada dos novos A320 é uma ótima notícia não só para Volaris como para o meio ambiente”, disse Enrique Beltranena, CEO da Volaris. “É uma boa notícia também para todos os nossos clientes. Os novos aviões nos permitirão reforçar nossa estratégia de preços baixos para beneficiar um número maior de mexicanos, enquanto a sua eficiência de combustível e confiabilidade permitirá que a nossa frota, a mais nova no país, possa ser ainda mais amigável para os céus mexicanos.”

A Volaris já opera uma frota de aeronaves Airbus, incluindo o A320. (Foto: H. Goussé / Airbus)

“Esta encomenda é importante – não apenas como a maior da história da aviação do México, mas também na medida em que aumenta a já forte parceria da Airbus com uma das principais companhias aéreas no país”, disse John Leahy, diretor chefe operacional de clientes da Airbus. “Além disso, a Volaris ficará entre as primeiras companhias aéreas na América Latina a se beneficiar com os excelentes recursos do A320neo, incluindo uma redução de 15 por cento no consumo de combustível e emissões de gases.”

Mais de 8.200 aeronaves da família A320 já foram encomendados e cerca de 5.000 entregues a cerca de 340 clientes e operadores em todo o mundo.

A família A320neo da Airbus terá uma comunalidade de mais de 95 por cento com a atual família de jatos A320.

De acordo com a Airbus, isso irá tornar os aviões da família A320neo de fácil ajuste para as frotas existentes, e os jatos de nova geração vão oferecer até 500 milhas náuticas (950 km) a mais de alcance ou duas toneladas a mais de carga útil num determinado intervalo do que as atuais aeronaves da família A320.

 

Alenia North America participa de simpósio nos EUA sobre o programa T-X da USAF

Publicado em 13/01/2012 por em Militar

A aeronave Alenia M-346, designada T-100 para a competição T-X nos EUA. (Foto: Alenia)

A Alenia North America esteva participando de um Simpósio do Comando de Educação e Treinamento Aéreo em San Antonio, no Texas, nos dias 12 e 13 de janeiro de 2012. O simpósio proporcionou uma oportunidade para a Força Aérea e os participantes da indústria para aprendizado e para trocar ideias.

Em preparação para o programa de novo treinador da Força Aérea dos EUA, o programa TX, a Alenia North American está trabalhando com outras empresas do setor e examinando continuamente o treinamento dos pilotos da Força Aérea. No Simpósio, a Alenia demonstra a interoperabilidade do Sistema de Treinamento no Solo do jato T-100, que estará em rede com uma aeronave de treinamento Hawker Beechcraft T-6B utilizando o software de simulação e tecnologias desenvolvidas pela CAE, Alenia North America e Hawker Beechcraft.

Além disso, a Alenia está realizando apresentações detalhadas sobre os componentes que compõem o Sistema de Treinamento no Solo T-100, incluindo o Capacete com Informações Geradas no Viso (HMD) TARGO, usado pela Força Aérea Italiana nas aeronaves T-346a.

 
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L-3 e BAE Systems formam parceria para o programa T-X da USAF

Publicado em 13/01/2012 por em Militar

A aeronave de treinamento avançado Hawk AJTS compete nos EUA no programa T-X. (Foto: BAE Systems)

A BAE Systems informou que a L-3 Link Simulation & Training está se juntando a equipe Hawk Advanced Jet Training System (AJTS) como uma parceira exclusiva para competir no programa T-X da Força Aérea dos EUA. Como um dos principais fornecedores da BAE Systems, a L-3 Link vai liderar o projeto e integração do Sistema de Treinamento Baseado no Solo (GBTS) do Hawk AJTS para a Força Aérea dos Estados Unidos.

A equipe planeja oferecer o Hawk AJTS como uma substituto ao venerável, mas envelhecimento treinador T-38 Talon. O Hawk AJTS será exclusivamente adaptado para atender as necessidades da Força Aérea dos EUA, fabricado nos Estados Unidos, com o envolvimento de uma forte cadeia de fornecimento dos EUA.

O Hawk AJTS efetivamente integra os elementos reais e sintéticos no solo e no ar para o treinamento com sucesso dos pilotos de combate de aeronaves de 5ª geração como o F-35 Lightning II e o Raptor F-22. É atualmente o único sistema totalmente integrado operacionalmente, pronto para treinar os pilotos de combate da Força Aérea dos EUA.

A L-3 Link é líder mundial no número de sistemas de simulação de vôo militares que permanecem ativamente no serviço atualmente. Isso inclui ser o fornecedor líder mundial dos avançados F-22, F/A-18, e sistemas de simulador do F-16, que empregam tecnologias atuais que são diretamente aplicáveis ??ao programa T-X.

 

Mais helicópteros W-3WA Sokol para o Exército Polonês

A PZL-Swidnik recebeu um contrato para fabricar mais 5 helicópteros W-3WA Sokol para Força de Defesa da Polônia.

A PZL-Swidnik assinou novos contratos com o Ministério de Defesa Nacional da Polônia para o fornecimento de cinco helicópteros W-3WA Sokol e a atualização de outros 14 helicópteros. A fabricação e as atividades de atualização serão feitas na fábrica da PZL-Swidnik na Polônia.

Os cinco novos helicópteros W-3WA Sokol serão configurados para o transporte VIP e usados pela Força Aérea Polonesas para prestar serviços de transporte de militares de alta patente e funcionários do governo. Apresentando excelente capacidade operacional, o W-3A provou ser um helicóptero muito eficaz, robusto e confiável em todas as condições. As entregas das cinco aeronaves serão concluídas até o final de 2013.

Contratos distintos para a modernização de 14 helicópteros também foram assinados compreendendo a atualização de quatro helicópteros W-3 Sokol para a configuração armada W-3PL Gluszec, a revisão e atualização de oito helicópteros Mi-2 e a atualização de dois helicópteros W-3 VIP com um sistema FADEC (Full Authority Digital Engine Control).

 

Wildcat inicia testes no mar com a embarcação HMS Iron Duke

A versão naval do novo AgustaWestland Lynx Wildcat começou o longo período de testes no mar no Canal da Mancha com a fragata HMS Iron Duke. (Foto: UK MoD)

O Wildcat, o helicóptero de próxima geração da Marinha Real britânica, já começou seus ensaios ainda mais extensos, juntando-se a uma fragata no mar pela primeira vez. O sucessor do confiável Lynx, que serviu a Marinha e ao Exército admiravelmente desde a década de 1970, vai passar o próximo mês voando a partir do HMS Iron Duke no Canal da Mancha, como parte de seus ensaios ainda mais extensos.

O Wildcat é a próxima geração de helicóptero multi-função leve para servir tanto o Exército como a Marinha no futuro. A variante da Marinha do Wildcat será a base de operações de helicópteros em destroieres e fragatas da Marinha Real, com 28 pedidos para o Arm Air Fleet.

Apesar da aeronave se parecer com a antecessora – com a excepção da sua cauda distintiva que melhora a estabilidade do helicóptero – as características Wildcat são suficientemente diferentes para justificar um extenso ensaio de vôo do Lynx, definindo os parâmetros dentro dos quais ele poderá operar com segurança.

Wildcat já foi anteriormente para o mar, com um pouso na parte traseira do navio de treinamento de aviação RFA Argus na costa sul da Inglaterra, em meados de novembro de 2011.

A versão naval do Wildcat decola da fragata HMS Iron Duke. (Foto: Crown / UK MoD)

E o protótipo ZZ402 realizou uma breve visita ao HMS Iron Duke pouco antes do Natal, quando os pilotos e técnicos testaram alguns dos princípios básicos.

Os ensaios foram realizados com o navio parado na Base Naval de Portsmouth. Para os ensaios dos Limites Operacionais do Helicóptero no Navio atualmente em curso, o Iron Duke e o Wildcat foram destacados no mar.

Uma equipe de mais de 30 especialistas se uniu a fragata Tipo 23 para a avaliação, e o navio também foi equipado com instrumentos especializados para registrar todos os aspectos dos ensaios.

Inicialmente os ensaios seriam realizados em Lyme Bay, antes do Iron Duke prosseguir cada vez mais para o oeste, com o intuito de buscar mau tempo para ajudar a definir os limites operacionais do helicóptero “sobre o envelope completo de operações” (cargas e pesos levados pelo Wildcat em todos os tipos de condições climáticas).

Os ensaios devem ter início por volta de fevereiro 2012, após o qual um tempo de cerca de nove meses será necessário para analisar e avaliar todas as informações recolhidas.

 

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