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Australia recebe mais dois helicópteros CH-47D Chinook que eram do Exército dos EUA

Dois helicópteros CH-47D Chinook da Força de Defesa da Austrália (ADF) em operação no Afeganistão. (Foto: Australia MoD)

O Ministro de Defesa da Austrália, Stephen Smith, anunciou no dia 1° de fevereiro que a frota de Chinook da Força de Defesa Australiana (ADF) aumentou para sete após a chegada de mais dois helicópteros CH-47D Chinook na unidade de Townsville, Queensland. Esta aprovação do Governo ocorreu em novembro do ano passado, para compra dos dois Chinooks ex-Exército dos Estados Unidos, após a perda de um Chinook da ADF em operações no Afeganistão em maio de 2011.

O ministro disse que os novos Chinooks entrarão num período de manutenção e profunda modificação para trazê-los até a mesma configuração da existente frota de Chinooks da ADF. Ambos os Chinooks estão programados para serem entregues ao Exército australiano, para apoiar as operações, em meados de 2012.

Os CH-47Ds serão usados para várias tarefas, incluindo movimento de tropas, transporte de equipamentos ao campo de batalha, busca e salvamento e de socorro. Smith observou que os Chinooks são helicópteros de carga altamente capacitados, desde que entraram na ADF em 1995, tanto nas operações na Austrália como no exterior. Eles estão implantados na Operação Slipper no Afeganistão desde 2006, e vem realizando um excelente serviço para a ADF e para as Forças de Assistência de Segurança Internacional (ISAF), e estão em alta demanda em todo o Afeganistão devido ao seu desempenho superior em condições de altitude elevada e quente.

A atual frota de helicópteros CH-47D será totalmente substituída por sete novos CH-47F Chinooks até 2016.

 

Austrália revisa cronograma de compra de 12 caças F-35

Publicado em 03/02/2012 por em Militar

A Austrália tinha planos para adquirir até 100 caças F-35, mas até agora se comprometeu com dois caças, e avalia compra de mais 12. (Foto: U.S. Air Force)

A Austrália está revendo seu cronograma para a compra de 12 conturbados caças F-35 Joint Strike Fighters, disse o ministro da Defesa nessa segunda-feira, depois dos Estados Unidos anunciarem uma reformulação de sua programação de compra para os futuros aviões de guerra.

A Austrália é um parceiro de financiamento para o desenvolvimento do JSF, que o Departamento de Defesa descreve como sendo o maior programa de caças da história. O programa JSF da Lockheed Martin Corp tem sido incomodado por repetidos aumentos de custo, bem como dos prazos de entrega.

A maior parte do financiamento para o caça vem dos Estados Unidos, enquanto o Canadá, Turquia, Grã-Bretanha, Itália, Noruega, Dinamarca e Holanda também estão financiando como parceiros.

O Ministro da Defesa da Austrália, Stephen Smith, disse na segunda-feira que Canberra só está contratualmente obrigada a aceitar a entrega de dois dos aviões. Eles ficarã baseados nos Estados Unidos e estarão disponíveis a partir de 2014 para treinamento dos pilotos australianos.

Smith disse que a Austrália está reconsiderando a sua programação de compra de outros 12 aviões para os três anos seguintes.

“Vamos agora levar em consideração se o cronograma para a compra desses 12 Joint Strike Fighters deve ocorrer no mesmo período,” disse Smith a repórteres.

Smith está preocupado que qualquer decisão dos EUA para reduzir o número de jatos adquiridos para suas próprias forças possa criar um outro aumento de custos.

Smith disse em agosto do ano passado que iria anunciar em 2012 se a Austrália irá investir num caça alternativo, como o Boeing Super Hornet para garantir que os atrasos no cronograma não comprometam as capacidades da força aérea da Austrália.

A Lockheed Martin, em conjunto com a Northrop Grumman e a BAE Systems, está construindo 2.400 dos jatos da próxima geração de caças para os EUA, bem como para as nações parceiras. Mas o custo do programa saltou de US$ 233 bilhões para US$ 385 bilhões. Algumas estimativas sugerem que ele pode chegar a até US$ 1 trilhão em 50 anos.

A Austrália havia planejado comprar até 100 dos novos caças por 16 bilhões de dólares australianos (US$ 17 bilhões).

Mas o governo vai anunciar neste ano não mais do que 14 a ser comprados por cerca de 3 bilhões de dólares australianos.

A Austrália tem 71 F/A-18 Hornets legados que irão estão sendo modernizados para voar até 2020.

A Austrália recebeu no ano passado os quatro últimos do 24 caças F/A-18F Super Hornet adquiridos por 6 bilhões de dólares australianos. Os Super Hornets, fabricados pela Boeing, em conjunto com Northrop Grumman, GE Aircraft Engines e a Raytheon, foram encomendados em 2007, para manter as capacidades da Real Força Aérea da Austrália (RAAF) durante a transição para o JSF na próxima década.

Fonte: The Hindu – Tradução: Cavok

 

Aerolineas Argentinas aposenta frota de aeronaves 747 após 33 anos

Um Boeing 747-400 da Aerolineas Argentinas, numa das visitas a capital gaúcha. (Foto: José Arthur / Cavok)

A companhia aérea Aerolineas Argentinas aposentou nesta quarta-feira o último dos aviões de sua frota de aviões Boeing 747 Jumbo, após 33 anos de serviço, informou a companhia em comunicado.

O último voo de um Jumbo da companhia argentina decolou de Madri e pousou nesta quarta-feira em Buenos Aires, onde a tripulação foi saudada pelo presidente da empresa, Mariano Recalde. “O B-747 foi, até o surgimento do Airbus A-380 há poucos anos, o maior avião comercial do mundo. A Aerolineas Argentinas foi a primeira e única empresa que incorporou este tipo de aeronave em toda a América Latina”, afirmou Recalde.

Segundo ele, o voo desta quarta-feira “encerra um ciclo” iniciado em janeiro de 1979, quando chegou ao aeroporto de Ezeiza – na região metropolitana de Buenos Aires – o primeiro dos 13 aviões que a Aerolineas comprou ou alugou da fabricante americana Boeing.

A Aerolíneas Argentinas vem substituindo a frota de Jumbo por aviões Airbus A340, de fabricação europeia. A companhia está sob gestão estatal desde 2008, quando, em meio a uma severa crise interna, o governo argentino decidiu estatizar a empresa, até então controlada pelo grupo espanhol Marsans.

Fonte: EFE, via Terra

 

Força de Auto-Defesa Marítima do Japão adquire o sistema de detecção de minas a laser para seus helicópteros MCH-101

Concepção artística do sistema ALMDS da Northrop Grumman montado num helicóptero MCH-101 da Força de Auto-Defesa Marítima do Japão. (Foto: Northrop Grumman)

A Força de Auto-Defesa Marítima do Japão adquiriu quatro sistemas de detecção de minas a laser para equipar seus helicópteros no intuito de ajudar a proteger seu litoral e para auxiliar o tráfego marítimo que diariamente entra e sai dos portos do país. Esta é a primeira venda direta comercial do Airborne Laser Mine Detection System (ALMDS) da Northrop Grumman Corporation para uma marinha internacional.

O sistema de detecção de minas é baseada num laser e utiliza um tubo com um feixe de detecção de luz e imagens (LIDAR) para detectar, classificar e localizar minas marítimas localizadas perto da superfície. Com alta taxa de capacidade e ampla área de cobertura, o sistema transmite um feixe em forma de leque do raio laser para estabelecer a sua faixa de busca, e depois depende do movimento para a frente do helicóptero para varrer a luz sobre a água como uma “vassoura”.

Quatro câmeras são posicionadas para cobrir a mesma área iluminada pelo feixe do laser. Como as imagens são recebidas pelo sistema, um algoritmo automático de reconhecimento de destino escolhe as potenciais minas como objetos e armazena suas imagens para a classificação por operadores da frota a bordo, usando ferramentas computadorizadas de análise pós-missão.

 

Estados Unidos confirmam que não ofereceram o F-35 para Índia

Publicado em 03/02/2012 por em Militar

O caça F-35 JSF não foi oferecido para Índia, conforme informação do Pentágono. (Foto: JSF)

Depois de perder para os franceses, os EUA afirmaram que seus aviões de combate F-16 e F-18 teriam fornecido plataformas imbatíveis para Índia com tecnologias comprovadas, mas disse que não haviam oferecido para Índia os seus mais avançados jatos F-35 Joint Strike Fighters (JSF).

“Estamos extremamente confiantes de que o F/A-18IN e o F-16IN teriam fornecido aos indianos plataformas imbatíves com tecnologia comprovadas para sua Força Aérea, a um preço competitivo”, disse a porta-voz do Pentágono, Comandante Leslie Hull-Ryde. “Como você sabe, nossas plataformas são derivadas de caças de combate provados e representam a vanguarda de tecnologias comprovadas”.

A reação do Pentágono veio um dia depois da Índia anunciar que a Dassault da França ganhou um pedido de US$ 10,4 bilhões para suprir a Força Aérea Indiana com 126 Aeronaves de Combate Médio Multimissão (MMRCA) na Índia, e um dos maiores do mundo tratando de defesa.

Mas Hull-Ryde disse que não fez nenhuma oferta para vender o F-35 Joint Strike Fighters (JSF) para a Índia, depois que Nova Délhi rejeitou as propostas dos dois caças americanos junto com as propostas do caças russo e sueco em abril de 2010.

O Pentágono somente havia oferecido fornecer informações sobre o JSF caso a Índia indicasse um interesse na compra, disse ela.

“Se a Índia indicasse interesse em adquirir o JSF, os Estados Unidos estariam preparados para fornecer as informações sobre o JSF e suas exigências (infra-estrutura, segurança, etc) para apoiar o planejamento futuro da Índia”.

Fonte: The Economic Times – Tradução: Cavok

Dica do amigo Symon. Obrigado ;-)

 

França espera selar acordo de venda do Rafale para os Emirados Árabes Unidos em abril

Publicado em 03/02/2012 por em Militar

O acordo de venda do caça francês Rafale com os Emirados Árabes Unidos vem se desenrolando a quase 4 anos. (Foto: Dassault Aviation)

A França poderá selar um acordo há muito esperado com a Dassault para vender pelo menos 60 caças Rafale para os Emirados Árabes Unidos em abril, virando o que parecia ser uma causa perdida, disse o jornal francês La Tribune nesta quinta-feira.

O jato fabricado na França surgiu nessa terça-feira como licitante preferencial numa competição de US$ 15 bilhões para fornecer 126 aviões de combate a Índia, levantando esperanças de uma venda que iria aumentar o orgulho nacional francês e restaurar o brilho do seu setor de aviação.

Citando fontes não identificadas, o jornal disse em seu site que o presidente Nicolas Sarkozy irá para os Emirados Árabes Unidos em março ou início de abril, quando o contrato estiver suscetível de ser finalizado.

O acordo, potencialmente avaliado em US$ 10 bilhões está sendo trabalhado desde 2008, mas foi posto em dúvida em novembro, quando o quarto maior exportador de petróleo do mundo disse que os termos propostos eram “não competitivos e impraticáveis.” Ele pediu detalhes de uma aeronave rival, o Typhoon, fabricado pelo consórcio Eurofighter.

“Tudo foi desbloqueado (entre os Emirados Árabes Unidos e a Dassault),” disse uma fonte não identificada ao jornal La Tribune.

Uma fonte do governo francês disse à Reuters que Paris estava à espera de ouvir os Emirados este mês. A Dassault e o Ministério da Defesa da França não quiseram comentar.

Sarkozy marcou um ponto comercial com o anúncio desta semana em que os anos de lobbying haviam empurrado a Índia mais perto de comprar o Rafale e vai tentar obter ganhos políticos antes da eleição presidencial de abril, em que ele está ficando para trás nas pesquisas com o candidato rival socialista, François Hollande.

Os Emirados Árabes Unidos tem pressionado para os motores da aeronave serem atualizados com empuxo extra e para um melhor radar, disseram fontes da indústria.

O La Tribune disse que havia alguns detalhes técnicos ainda a serem resolvidos, mas que eles eram fáceis de resolver. Ele acrescentou que, como parte do acordo, Paris levaria de volta os existentes caças Mirage 2000 dos Emirados, também fabricados pela Dassault.

Falando após o anúncio da Índia, o Ministro da Defesa francês Gerard Longuet insinuou que poderia haver mais acordos futuros.

“Boas notícias são como preocupações, elas voam em esquadrões”, disse ele. “Esse (acordo) é o início de um esquadrão de boas notícias.”

Uma vitória francesa nos Emirados Árabes Unidos também poderia levar a novos contratos na região árabe do Golfo, que compartilha a preocupação do Ocidente de que o Irã esteja usando seu programa de energia nuclear para desenvolver armas, uma acusação que Teerã nega. A Arábia Saudita assinou um contrato de armas com os EUA no valor de quase US$ 60 bilhões no ano passado.

O Catar, um aliado próximo da França, disse no ano passado que queria substituir sua frota de caças Mirage em 2012, e possivelmente compraria entre 24 a 36 unidades do Rafale. O Kuwait, em 2010, disse que também está considerando a compra de caças Rafale para substituir sua frota de antigos caças Mirage.

De acordo com analistas, os países do Golfo estão olhando para ter o mesmo avião por razões de interoperabilidade, bem como diferenciando-se do maior poder militar do Golfo, a Arábia Saudita, que usa caças norte amricanos F-15 fabricados pela Boeing.

“Meu desejo é que os Emirados Árabes Unidos tomem uma decisão que permita que os dois vizinhos que desejam interoperabilidade com ele possam tomar as suas decisões”, disse Longuet em janeiro, quando perguntado sobre potenciais contratos no Catar e no Kuwait.

“Se eles tem a sensação de ausência de uma decisão, eles vão procurar noutro lado. Por enquanto eles estão interessados, mas eles só vão decidir realmente se o primeiro fizer o pedido.”

Fonte: Reuters – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

 

Marinha dos EUA destaca suas aeronaves de guerra eletrônica Growler para o Japão

Publicado em 03/02/2012 por em Militar

Uma aeronave de guerra eletrônica EA-18G Growler do VAQ-141 'Shadow Hawks' pousa a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush (CVN 77). (Foto: Mass Communication Specialist 2nd Class Eric Tretter / U.S. Navy)

Autoridades da Marinha dos EUA anunciaram no dia 3 de fevereiro que as navas aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler em breve farão parte das forças navais destacadas na frente de batalha (FDNF), operando a partir da Unidade Aérea Naval (NAF) de Atsugi, no Japão. A Marinha está ciente das operações que afetam a comunidade de Atsugi e coloca grande ênfase em trabalhar próximo dos seus vizinhos no Japão.

O Esquadrão de Ataque Eletrônico (VAQ) 141 ‘Shadow Hawks’, que voa os EA-18G Growlers, irão substituir o pessoal do VAQ-136 ‘Gauntlets’, que voam com o EA-6B Prowler, na NAF Atsugi. A Marinha está substituindo suas VAQs com as aeronaves EA-6B Prowler para os novos EA-18G Growler, devido ao fim da vida útil operacional dos Prowlers. Como parte da FDNF, os Shadow Hawks serão atribuídos a Ala Aérea Embarcada (CVW) 5. Os Growlers devem chegar no Japão no início do segundo trimestre de 2012.

Os EA-6B dos Gauntlets serão deslocados para a Estação Naval de Whidbey Island, Washington, para a transição com o EA-18G. Após a conclusão desta operação, a CVW-5 terá quatro esquadrões de caças de ataque Super Hornet e um esquadrão de ataque eletrônico com Growler, tornando-se a ala aérea embarcada mais capaz da Marinha dos EUA.

O Growler é uma variante da família F/A-18, que combina a comprovada plataforma do F/A-18F Super Hornet com um conjunto sofisticado de guerra eletrônica. A aeronave mantém todo o desempenho da plataforma validada do F/A-18F e inclui a mais recente tecnologia de guerra eletrônica que fornecem ao Growler a capacidade de executar uma ampla gama de vigilância eletrônica embarcada, defesa e missões de ataque contra os radares e redes de comunicações do inimigo.

A transição para uma unidade implantada na linha de frente é chamada de uma mudança de estrutura exterior da força (OFSC). Esta OFSC faz parte do plano de longo alcance das FDNF da Marinha para girar as unidades mais novas e mais capazes para a linha de frente. Aumentar a capacidade das FDNF apoia o “compromisso dos Estados Unidos com a defesa do Japão e da segurança e estabilidade da região da Ásia-Pacífico.

 

Primeiro Mi-24 modernizado das Forças Armadas da Ucrânia entrará em operação em março

A Ucrânia deve colocar em operação em março seu primeiro Mi-24 modernizado.

Uma versão atualizada do helicóptero Mi-24 será adotada pelas Forças Armadas Ucranianas a partir de março de 2012, disse nessa terça-feira Andriy Artiushenko, o diretor de desenvolvimento e aquisição de armas e equipamentos militares do Ministério da Defesa da Ucrânia.

“O Mi-24 modernizado passa agora por testes em uma das unidades de treinamento do Ministério da Defesa. Em março vamos colocar ele em serviço”, disse ele.

De acordo com Artiushenko, as primeiras versões de produção do helicóptero serão enviadas para as Forças Terrestres para usá-los na prestação de medidas de segurança do campeonato de futebol da UEFA, o EURO 2012, na Ucrânia. Com este propósito, o orçamento do Ministério da Defesa teve um aumento para completar a modernização do helicóptero”, acrescentou.

Ele acrescentou que o trabalho está também em andamento para atualização do helicóptero de transporte Mi-8MT.

O funcionário do Ministério da Defesa observou que os países membros da OTAN estão interessados ??no helicóptero ucraniano, porque esta aeronave é perfeita para o uso na resolução das tarefas no Afeganistão.

Ele também disse que Motor Sich começou a modernizar o helicóptero Mi-2, que está previsto para entrar em operação no novo serviço das Forças Armadas da Ucrânia – as Forças Especiais.

Fonte: HeliHub – Tradução: Cavok

 

Coreia do Sul tem orçamento apertado para aquisição de novos caças

Publicado em 02/02/2012 por em Militar

O caça F-35 da Lockheed Martin, um dos competidores no programa FX-III da Coreia do Sul. (Foto: Lockheed Martin)

Crescentes preocupações sobre o custo de aquisição de modernos jatos de caça surgem na Coreia do Sul, enquanto relatórios do governo revelam que a Coréia poderá ter que gastar pelo menos 1,8 trilhão de wons (US$ 1,6 bilhão) a mais para manter fiel o plano original.

Seul está atualmente planejando a compra de 60 avançados caças multi-função e um pacote de itens para operá-los, como um sistema de treinamento de pilotos e munições, com um orçamento de 8,29 trilhões de wons (US$ 7,43 bilhões).

O governo separou apenas 5,95 trilhões de wons (US$ 4,79 bilhões) para a compra das células e motores.

Um relatório secreto da Assembléia Nacional para os gastos de defesa de 2012 mostra que todos os três jatos que são considerados para a última fase e final do programa de aquisição de jatos de combate do país (FX-III), estão acima do orçamento previsto.

O que está planejado ser investido no programa FX-III da Coreia do Sul.

Baseado num relatório do Instituto Coreano de Análises de Defesa (KIDA), estima-se que custaria 6,93 trilhões de wons (US$ 6,21 bilhões) para obter as células do Lockheed Martin F-35, o avião mais barato entre os três candidatos.

O preço do Typhoon da European Aeronautic Defense and Space Company (EADS) e do F-15 Silent Eagle da Boeing foram estimadas em 7,78 trilhões de wons (US$ 6,97 bilhões) e 8,35 trilhões de wons (US$ 7,48 bilhões), respectivamente.

“Simplificando a média dos três, pode-se deduzir que custaria adicionais 1,83 trilhão de wons (US$ 1,6 bilhão)”, observou o relatório.

A revisão parlamentar destacou que a baixa estimativa do governo é também baseada no pressuposto de que a taxa de câmbio permanecerá em ? 1.050 por dólar. Atualmente, um dólar é trocado em 1.127 ?, até 77 ? acima da previsão.

Ele alertou que o custo real de aquisição da nova frota de aeronaves será muito maior do que o previsto, se o dólar dos EUA continuar a ser forte frente ao won.

No entanto, um alto funcionário da Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) minimizou a preocupação, dizendo que o preço provavelmente vai ir para baixo quando os três candidatos competirem uns contra os outros.

“É verdade que todos os três caças estão fora do nosso orçamento, mas a DAPA espera que os participantes da competição FX-III devam oferecer uma redução dos seus preços em até 15 por cento, a fim de ganhar o negócio multibilionário”, ele afirmou.

O funcionário disse que a DAPA irá suspender o programa de aquisição de caça para mais uma rodada de estudos de viabilidade, se o custo sobir mais de 20 por cento acima do orçamento original.

De acordo com uma fonte da indústria, a DAPA disse aos representantes das três empresas estrangeiras de defesa que o preço será responsável por 30 por cento de todos os fatores que determinam o vencedor da acirrada competição.

A DAPA lançou um pedido de proposta (RFP) nesta segunda-feira para o FX-III. A Sukhoi da Rússia, que foi listada como um dos quatro candidatos no ano passado, decidiu retirar-se da competição.

A Coréia adquiriu 60 caças F-15s da Boeing, que venceu tanto o FX-I como o FX-II, em 2002 e 2008.

Seul planeja receber as propostas dos três possíveis licitantes, para o projeto FX-III, até 18 de junho, e realizar os testes e avaliações até setembro, antes de escolher o vencedor em outubro.

O governo eliminou dois principais requisitos obrigatórios iniciais numa tentativa de obter mais empresas a entrar na competição, para enfrentar o maior negócios de armas do país.

Fonte: The Korea Times – Tradução: Cavok

Nota do Editor: Duas observações que chamaram minha atenção. A primeira é que o o valor do caça F-35 seria o menor dos dois concorrentes, o F-15 Silent Eagle e Eurofighter. E a segunda seria que o Gripen não estaria concorrendo e acredito nem deva concorrer, apesar do representante estar presente na reunião de segunda-feira.

 

Empresa francesa terá dificuldade com contrato dos Rafale para a Índia

Publicado em 02/02/2012 por em Militar

O caça Rafale da fabricante francesa Dassault foi escolhido pela Índia como melhor proposta no programa MMRCA. (Foto: Dassault)

A Índia anunciou na terça-feira a vitória da Dassault, empresa francesa que produz os jatos Rafale, em um processo de licitação para fornecer caças para o governo indiano. O anúncio foi visto como uma vitória para os francesas, mas segunda analistas a transação ainda não está garantida, e a companhia francesa pode enfrentar dificuldades para atender às exigências indianas.

As negociações são de interesse do Brasil. Nos últimos anos, o governo brasileiro negocia a compra de caças para renovar a frota da Força Aérea Brasileira, que hoje se encontra sucateada. A Dassault é uma das empresas envolvidas na negociação, concorrendo com a Boeing, dos EUA, e a Saab, da Suécia.

Segundo a impresa francesa, o acordo com a Índia ainda não está totalmente assegurado para a Dassault.

Analistas dizem que a realidade pode em breve acabar com a euforia inicial pela seleção dos Rafale. “Negociações para a cooperação industrial continuam, e a Índia exige muitas concessões por parte da empresa para a indústria local”, diz Endre Lunde, um especialista em tecnologia militar.

Depois de vencer a licitação, os franceses tentam fechar um contrato com a Índia. Segundo analistas, os termos podem ser muito favoráveis aos indianos. A Dassault tentou, nos últimos anos, vender os caças Rafale não só para o Brasil, mas também para Suíça e Emirados Árabes Unidos, mas sem sucesso. O ministro da Defesa francesa chegou a anunciar que ou os Rafale eram vendidos, ou a produção seria interrompida, o que forçou a empresa a aceitar muitas exigências para conseguir fechar um contrato.

Pelo contrato, serão 18 caças entregues nos próximos 36 meses, e os outros 106 jatos serão contruídos na própria Índia. A principal exigência, que foi assegurada pelo próprio presidente Nicolas Sarkozy, é a transferência de tecnologia, e a Índia quer melhorar sua tecnologia militar com urgência. A dificuldade será transformar o desejo dos dois países em um acordo aceitável para as duas partes.

Outro ponto que a negiciação Índia-França interessa para o Brasil é em relação ao preço dos caças. A Dassault apresentou valores consideravelmente menores aos indianos do que ao governo brasileiro, mas o custo do acordo final, que inclui treinamento e manutenção, pode ser consideravelmente maior.

Fonte: Revista Época, Bruno Calixto

 

Cebu Pacific adquire 8 aeronaves Airbus A330

Publicado em 02/02/2012 por em Comercial

Concepção artística de um Airbus A330-300 nas cores da Cebu Pacific. (Foto: Fixion / Airbus)

A Cebu Pacific, a maior companhia aérea de baixo custo das Filipinas, está prestes a se tornar uma nova operadora do Airbus A330. A companhia aérea selecionou o avião para o seu novo serviço de longo percurso, que terá início no terceiro trimestre de 2013. A companhia aérea pretende adquirir até oito Airbus A330-300 aeronaves na forma de leasing.

A capacidade de longo alcance do A330 permitirá que a Cebu Pacific possa oferecer os serviços diretos de Manila para a Austrália, Oriente Médio e partes da Europa, bem como para os EUA. A companhia aérea irá configurar a aeronave numa disposição de assentos de classe única, para pouco mais de 400 passageiros.

A Cebu Pacific opera atualmente 10 aeronaves A319 e 19 Airbus A320s na rede já existente nacional e regional, com outros 23 aviões Airbus A320 e 30 aeronaves A321neo encomendadas.

 

Aviação Virtual

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