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Índia coloca em operação os primeiros helicópteros Mi-17-V5 recebidos da Rússia

Os primeiros helicópteros Mi-17-V5 da Força Aérea da Índia foram colocados em operação nessa quinta-feira. (Foto: DPR Defence / Força Aérea da Índia)

O primeiro lote de helicópteros Mi-17-V5, de um contrato assinado com a Rússia em 2008, foi introduzido em serviço na Força Aérea da Índia, disse o serviço de imprensa da Rosoboronexport nessa sexta-feira. A Rosoboronexport é a agência estatal responsável pela exportação de artigos militares na Rússia.

A Força Aérea da Índia já recebeu 20 unidades dos helicópteros Mi-17-V5. (Foto: DPR Defence / Força Aérea da Índia)

“A cerimônia, que contou com o inistro da Defesa da Índia, A Kurian Anthony, foi realizada na Base Aérea Indiana de Palam, localizado nos arredores de Delhi,” disse o comunicado.

De acordo com o serviço de imprensa da Força Aérea da Índia, um contrato para o fornecimento de 80 helicópteros Mi-17-V5 foi assinado em 2008. O primeiro lote destes helicópteros, um total de cerca de 20 unidades, já chegou na Índia. A produção dos helicópteros restantes ocorre na fábrica de helicópteros da Kazan, disse a Rosoboronexport.

A Índia deverá receber todos os 80 helicópteros Mi-17-V5 até 2014. (Foto: DPR Defence / Força Aérea da Índia)

Todos os 80 helicópteros devem ser entregues até 2014. O preço do contrato, segundo a imprensa indiana, foi de US$ 1,34 bilhão. Segundo a imprensa local, a Índia também pretende adquirir mais 60 helicópteros deste tipo.

As versões mais recentes do helicópteros Mi-17 é considerado um dos símbolos da indústria da aviação russa – uma grande proporção de encomendas desse helicóptero está previsto para essas máquinas lendárias”, disse a Rosoboronexport.

A Força Aérea da Índia pretende adquirir outras 60 unidades do Mi-17-V5 posteriormente. (Foto: DPR Defence / Força Aérea da Índia)

O Mi-17-V5 – uma atualização mais recente do Mi-8MT – foi desenvolvido com base na experiência em combate. O helicóptero é projetado para transportar carga e pára-quedistas no interior da cabine e cargas volumosas no cabo externo.

Segundo a empresa, Anatoly Isaikin, citado pelo serviço de imprensa, o comissionamento da força de combate da Força Aérea da Índia de um lote grande de novos Mi-17-V5 é um evento significativo para a cooperação russo-indiana. “Tenho certeza de que a cooperação técnica e militar russo-indiana vai continuar a crescer de forma constante e rapidamente”, disse ele.

Texto: Rustam, direto da Rússia – Tradução: Cavok

 

Caças F-16 são acionados pelo NORAD para interceptar Cessna 182

Caças F-16 foram acionados nessa quinta-feira para interceptar um monomotor Cessna 182 que havia violado o espaço aéreo temporariamente restrito sob Los Angeles. (Foto: AFRES)

Dois caças F-16 da Força Aérea dos EUA, sob a direção do Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano (NORAD), interceptou nessa quinta-feira um aeronaves da aviação geral nos arredores de Los Angeles, logo após o meio-dia, pelo horário local.

Os dois caças F-16 partiram da Base Aérea da Reserva de March, no Condado de Riverside, Califórnia, para responder a uma violação temporária da restrição de vôo feita por um avião Cessna 182 em Los Angeles. Após interceptar a aeronave, os caças F-16 acompanharam o voo até que ela pousasse sem incidentes no Aeroporto de Long Beach, por volta das 12:30 hora local, onde o avião foi recebido pela polícia local.

Dentro da aeronave invasora estavam cerca de 20 quilos de maconha. O espaço estava restrito no momento pois o Presidente Barack Obama estava a bordo do helicóptero que voava sobre a região.

 

Boeing entrega o primeiro A-10 Thunderbolt com nova asas

Publicado em 17/02/2012 por em Militar

A Boeing entregou para Força Aérea dos EUA o primeiro A-10 Thunderbolt com o novo kit de asas. (Foto: Alex R. Lloyd / U.S. Air Force)

A Boeing e a Força Aérea dos EUA comemoraram no dia 15 de fevereiro a entrega da primeira aeronave A-10 Thunderbolt II com nova asas, numa cerimônia na Base Aérea de Hill. A Boeing está sob contrato com a Força Aérea para entregar 233 conjuntos de asas até 2018.

“Este conjunto de asas reforçadas dará um reforço e uma nova base para a frota de aeronaves A-10 continuar operando de forma contínua até 2040,” disse Mark Bass, vice-presidente e gerente geral de Manutenção, modificações e upgrades para a Boeing Defense, Space & Security. “A Boeing continua a ser uma parceira empenhada em garantir que os A-10s continuem a ser um sistema de armas preparado, confiável e viável para a Força Aérea dos EUA.”

A primeira aeronave A-10 Thunderbolt com novas asas foi entregue na Base Aérea de Hill. (Foto: Boeing)

O programa de substituição das asas do A-10 é um exemplo da contínua expansão da Boeing para trabalhos que não são da plataforma da Boeing. Os conjuntos de asas são produzidos na fábrica de produção da empresa em Macon, Geórgia, com parceiros da Korean Aerospace Industries. Eles são entregues ao cliente do Centro de Logística Aérea da Força Aérea em Ogden.

A Boeing entregou o primeiro kit de novas asas para os A-10 da Força Aérea em março de 2011. Após a junção das asas na aeronave e a validação e verificação das asas, os pilotos da Força Aérea voaram o avião no primeiro vôo em novembro.

 
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Caças F-35 navais iniciam testes com armamento

O caça de teste F-35B "BF-3" iniciou os testes com armamentos no dia 19 de dezembro, na Estação Naval de Patuxent River. (Foto: Andy Wolfe / Lockheed Martin)

Os caças F-35B e F-35C Lightning II iniciaram os testes com armamentos na Divisão de Aeronaves do Centro de Guerra Aérea da Marinha na Estação Naval de Patuxent River, Maryland. O Major C. R. “Jimi” Clift, do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA voa na aeronave de teste BF-3 do F-35B Joint Strike Fighter, no dia 19 de dezembro de 2011, com uma bomba de teste inerte GBU-32 de 1.000 libras num compartimento interno de armas, o qual foi aberto para testes de armamentos.

Importantes testes de armas para as versões navais F-35B e F-35C estão previstas para 2012, incluindo o ajuste de controle, transporte cativo, razão de queda e testes de lançamentos aéreos.

O F-35B é a variante do Joint Strike Fighter para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, capaz de decolagens curtas e pousos verticais para uso em navios anfíbios ou em aeródromos expedicionárias, oferecendo uma capacidade de combate aéreo extra para a Força Tarefa de Ataque ao Solo dos Fuzileiros. O F-35B atualmente está passando por testes e avaliações, na Estação Naval de Patuxent River, antes de ser entregue à frota.

 

Avaliação dos caças Gripen, Rafale e Eurofighter à prova de fogo na Líbia

Publicado em 17/02/2012 por em Militar

A Suíça escolheu o caça Gripen da fabricante sueca Saab, apesar das críticas de especialistas. (Foto: Saab Group)

Os três aviões que estavam competindo na Suíça em 2011 foram utilizados durante a operação da OTAN na Líbia. Um especialista militar francês realizou uma avaliação do seu desempenho em campo.

Jean-Dominique Mercher, reconhecido especialista em questões militares, escreve um blog sobre o assunto, o Secret Défense. O jornalista era conhecido por seus sábios conselhos nas páginas do Libération, e ele agora trabalha para a revista Marianne. Nascido em Besançon ele conhece bem a Suíça: seu exército, e suas instituições políticas.

Jean-Dominique Merchet analisa os três aviões que disputaram para substituir os caças F-5 Tiger suíços. Particularmente, através do seu envolvimento na Operação Harmattan da OTAN sobre a Líbia, melhor do que a avaliação, uma prova de fogo para o Rafale, o Gripen e o Eurofighter.

O Dassault Rafale foi “excelente, mas frágil”

O caça francês Rafale demonstrou ser o mais versátil durante a operação na Líbia.

Jean-Dominique Merchet: Foi excelente. Ele completou todas as missões para as quais foi projetado. Ele fez as missões de caça, reconhecimento, de ataque ao solo, e bombardeio estratégico. O Rafale tem operado tanto a partir do solo como do mar.

Não houve perda. Sem falhas. Forte entusiasmo dos soldados que operavam o sistema Rafale. Ele certamente tinha um monte de horas de manutenção como ocorreu com todos os aviões modernos desta geração, que são frágeis como F1. Mas pelo menos nós atingimos os objetivos.

Saab Gripen “leve, menos eficiente”

Os caças Gripen foram usados apenas nas missões de reconhecimento durante a Líbia. (Foto: Sergeant Johan Lundahl / Ministério de Defesa da Suécia)

Jean-Dominique Merchet: Ele foi destacado para missões de reconhecimento. O Gripen sueco participara de qualquer ataque. Mas foi o quadro das suas obrigações assumidas sob a OTAN e permitidas pelo parlamento sueco. O que ele poderia fazer? Os suecos são pessoas sérias em segurança. Só que o Gripen não é uma aeronave da mesma categoria como o Rafale. É mais leve, menos poderoso: e é também mais barato.

EADS Eurofighter “Um caçador não puramente versátil”

O caça Eurofighter é um puro caça, focado nas missões de defesa aérea. (Foto: UK MoD / Crown)

Jean-Dominique Merchet: Este é um caça puro. Interceptador concebido durante a Guerra Fria e destinado a combater os caças e bombardeiros soviéticos. Já fazem 10 anos que os britânicos estão tentando fazê-lo evoluir. Na Líbia, a maioria de seus ataques ao solo foram deixados para os Tornados. Além disso, eles realizaram suas missões em conjunto: um Tornado para cada Eurofighter. Não é uma aeronave versátil. Seria muito bom para o policiamento aéreo, mas não para o resto.

E se você estivesse na Suíça, Jean-Dominique Merchet, o que escolheria?

Jean-Dominique Merchet: Honestamente, eu sou francês. O avião que vai movimentar nossas fábricas na França: o Rafale!

Fora os aspectos nacionalistas: a aeronave Rafale e Gripen são projetadas para serem versáteis. Tecnologicamente superior, o Rafale foi validado pelos suas missões na Líbia e no Afeganistão. Na sua categoria, é a única aeronave comparável com o norte americano F-18.

O Gripen é uma aeronave que pode ser adequada para as ambições multitarefas da Suíça. Só que as avaliações não foram boas, e sequer foi considerada suficientes para policiar o espaço aéreo. Fui surpreendido com a primeira leitura das revelações na manhã de domingo.

“Se a missão é apenas para policiar o céu, o Eurofighter poderia ser mais apropriado: este é um interceptor. Se a missão for, provavelmente, de policiamento aéreo: a frota de F/A-18 é mais que suficiente!

Fonte: Le Matin – Trdução: Cavok

Dica do amigo Justin Case. Obrigado ;-)

 

Indonésia pretende aumentar sua frota de jatos de combate e de aeronaves de vigilância

Publicado em 17/02/2012 por em Militar

A Força Aérea da Indonésia pretende adquirir dezenas de novos caças durante esta década, entre jatos F-16 (foto acima) e Sukhoi Su-30.

À medida que a força aérea indonésia trabalha em seu plano para colocar em operação cerca de 150-160 aviões de combate em 12 esquadrões, ela está começando a estudar a forma de substituir sua frota de caças F-5s.

Os planos atuais representam apenas uma “força mínima essencial”, com a força aérea real precisando ser muito maior para fornecer toda a gama de capacidades militares para um país do tamanho da Indonésia, disse o chefe da força aérea ACM Imam Sufaat, durante a Singapore Air Show. A força atual conta com sete esquadrões equipados com aeronaves de combate.

O atual plano de modernização de caças da Força Aérea da Indonésia está colocando em campo uma frota integrada de Sukhoi Su-30MK2 e Lockheed Martin F-16s, com este último composto por 24 aeronaves F-16 Block 25 que estão sendo atualizados para o padrão Block 52 e quatro F-16 Block 25 e dois F-16 Block 15 que serão utilizados como peças sobressalentes. Os F-16 devem ser entregues até julho de 2014 para formar dois esquadrões adicionais.

O chefe da força aérea vê a necessidade de mais caças F-16 e Su-30. Enquanto uma decisão do modelo ainda precise ser feita para substituir os F-5, o F-16 é o atual favorito.

Crescente frota

A frota de caças Su-30 deve crescer nos próximos três anos, bem como, com dois aviões para serem entregues em 2012, 2013 e 2014. A Indonésia ainda está em processo de finalizar os planos para um pacote de armas para os caças, com interesse num míssil de médio alcance.

Na metade do ano também deve chegar o primeiro dos 16 aviões Super Tucanos para substituir os aviões OV-10 Bronco, além do primeiro de 16 jatos de treinamento T-50 sendo entregue pela Korea Aerospace Industries no ano que vem para substituir os jatos Hawk Mk.53s.

O restante da frota de jatos Hawk deve ser substituída pelo caça sul-coreano KF-X depois da Indonésia se juntar ao programa de desenvolvimento.

Para ajudar a controlar os caças, a Indonésia está visando adquirir aeronaves de alerta aéreo antecipado e sistema de controle (AEW&C), embora a decisão não deve ser esperada antes de 2014. Mesmo que a força aérea esteja comprando aeronaves de transporte C-295, o chefe do serviço diz que o país estaria procurando uma aeronave maior do que o conceito AEW apresentado pela Airbus Military. A aeronave AEW vai precisar de mais resistência do que o C-295 pode oferecer, ele observa.

A frota de aeronaves de vigilância marítima CN-235s está sendo atualizada – com mais três sendo acrescentadas para a Marinha – e a nova aeronave de patrulha marítima Boeing 737 também deve receber uma atualização.

Fonte: Aviation Week – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Rússia deve desenvolver duas versões de caças de quinta geração

Publicado em 17/02/2012 por em Militar

Além do atual Sukhoi T-50, na foto acima, a Rússia pretende desenvolver um outro jato de quinta geração para aumentar a competividade entre os fabricantes.

Os fabricantes russos de aeronaves devem desenvolver pelo menos dois protótipos competitivos de um caça de quinta geração, disse o vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin, nesta quinta-feira.

“As duas versões do futuro avião de caça devem ser desenvolvidos para incentivar a concorrência”, disse Rogozin numa reunião com parlamentares russos.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, o futuro caça deve possuir todas as características técnicas de um caça de quinta geração, incluindo elementos de tecnologia stealth, velocidade de cruzeiro supersônico, aviônica altamente integrada, sistemas eletrônices e de controle de fogo.

O existente protótipo T-50, desenvolvido no âmbito do programa PAK FA (Sistema de Aviação Futura para Força Aérea Tática) pela Sukhoi Aircraft Design Bureau, fez seu vôo inaugural no Extremo Oriente da Rússia em janeiro de 2010, e fez sua primeira aparição pública no show aére MAKS-2011 perto de Moscou em 17 de agosto de 2011.

Existem atualmente três jatos de quinta geração T-50 em testes, e um total de 14 aeronaves está previsto para vôos de testes até 2015.

O T-50 deverá entrar em serviço em 2016 e gradualmente substituir os caças MiG-29 Fulcrum e Su-27 Flanker na Força Aérea Russa.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

 

Israel decide adquirir jatos de treinamento M-346 da Itália

Publicado em 17/02/2012 por em Militar

Israel vai adquirir 30 jatos de treinamento avançado M-346 Master fabricados pela empresa italiana Alenia Aermacchi. (Foto: Alenia)

Israel chegou a um acordo preliminar de US$ 1 bilhão para compra de 30 jatos de treinamento M-346 italianos, fabricados pela empresa Alenia Aermacchi, disseram oficiais de defesa israelenses nessa quinta-feira. O acordo, que ainda precisa da aprovação formal do governo, marcou o final de uma longa competição entre a Itália e a Coréia do Sul para esta lucrativa venda. Os novos jatos substituirão os antigos jatos Skyhawk que estão sendo usados pela Força Aérea de Israel por 40 anos.

Itália vai retribuir a compra de Israel através de uma compra de US$ 1 bilhão em equipamentos de defesa israelenses, disse o Ministério de Defesa de Israel.

O diretor geral do ministério, Udi Shani, disse que o acordo de offset permitiu que Israel pudesse fazer a compra num grande momento de “dura realidade orçamental”.

A Coreia do Sul esperava vender suas aeronaves T-50 para Israel e tinha emitido uma contraproposta de US$ 1,6 bilhões, incluindo a compra do caro sistema anti-foguetes Iron Dome, disseram responsáveis pela defesa. Enquanto Israel considerava suas opções, a Coréia do Sul reclamava da falta de transparência no negócio.

Os funcionários falaram sob condição de anonimato porque eles estavam discutindo as deliberações internas.

Em uma carta à Coreia do Sul, Shani escreveu que “após análise cuidadosa de ambas as propostas, e na conclusão de um longo a abrangente processo de revisão, foi decidido que a proposta italiana foi a escolha mais eficiente para o Ministério de Defesa israelense.”

Ele citou a adequação dos jatos para as “necessidades diretas” da força aérea israelense, o custo e as “significativas condições de offsets.”

Outro funcionário do estabelecimento de segurança acrescentou que “nossos pilotos já voaram dezenas de missões para testar os jatos de treinamento, na Coréia do Sul, bem como na Itália. Muitos parâmetros foram examinados, especialmente a qualidade de segurança de treinamento e preço. Durante estes testes, chegamos a a conclusão de que, além das vantagens profissionais, os aviões italianos seriam mais baratos para operar.”

Antes do acordo, Israel pediu à Itália esclarecimentos sobre um incidente em que um dos jatos de treinamento do país caiu em Dubai. Pensou-se inicialmente que o acidente, que ocorreu há alguns meses, pudesse afetar os resultados do concurso.

“Os italianos divulgaram todos os dados necessários, fotos e as conclusões do inquérito sobre o acidente, e ficamos sabendo que o acidente foi resultado de uma avaria no sistema elétrico do avião que é um protótipo e não um avião que havia saido da linha de produção”, disse um funcionário da defesa israelense.

“Esta anomalia é característica apenas de protótipos e não é relevante para a linha de produção.”

A decisão decepcionou Seul, mas o estabelecimento de segurança de Israel não acredita que levará à suspensão da cooperação de segurança com os coreanos.

“Houve uma competição, e em todas as competições há um lado perdedor”, disse um funcionário da defesa da Coreia do Sul.

O Ministério da Defesa rejeitou as afirmações de que não deveria ter feito a compra durante um período de cortes orçamentários. “Os aviões Skyhawk que nossos pilotos estão usando para o treinamento tem mais de 40 anos”, disse um oficial da Força Aérea.

“A Força Aérea de Israel determinou que continuar a usá-los seria muito oneroso, devido a repetidos problemas técnicos, e eles podem colocar os pilotos e até mesmo os cidadãos do Estado de Israel em perigo.”

O negócio só tem a aprovação inicial e precisa de autorização oficial do ministro de defesa de Israel, o governo e o parlamento israelense.

O Ministério da Defesa disse que o acordo deverá ser aprovado, e os aviões devem ser entregues em 2014.

Fonte: YnetNews – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Itália corta encomenda de caças F-35 como parte do reajuste no orçamento de defesa

Publicado em 16/02/2012 por em Militar

A Itália vai diminuir de 131 para 90 a encomenda de jatos F-35 da Lockheed Martin. (Foto: Phaedra Loftis / Lockheed Martin)

A Itália vai reduzir a sua encomenda planejada com a Lockheed Martin para jatos de combate F-35 e reduzir o tamanho das forças armadas como parte dos cortes de gastos na defesa, disse o ministro da Defesa Giampaolo Di Paola.

A Itália vai comprar 90 caças F-35s e não o número originalmente planejado de 131, disse Di Paola em Roma, em depoimento perante uma comissão conjunta de defesa nas duas casas do Parlamento. A nação precisa reduzir o tamanho do poderio militar em cerca de 30.000 soldados e 10.000 civis, adicionou o ministro.

Di Paola disse que a Itália “já investiu 2,5 bilhões de euros” (US$ 3,3 bilhões) no F-35, na parte que devem ser fornecida pela Finmeccanica SpA, maior contratante de defesa da nação. “Tínhamos o compromisso de compra de 131 jatos, mas agora a revisão do programa nos leva a crer que a meta de 90 aeronaves pode ser alcançada, um terço a menos”, disse ele.

O anúncio é mais um golpe para a Lockheed Martin baseada em Bethesda, Maryland e seu programa militar F-35 Joint Strike Fighter, o mais caro dos EUA. O Departamento de Defesa dos EUA vai cortar US$ 1,6 bilhão do programa F-35, parte de US$ 18 bilhões no corte proposto em armas no orçamento que o presidente Barack Obama enviou ao Congresso no dia 13 de fevereiro para a campanha de 1° de outubro.

“Overhaul” italiano

A revisão de defesa da Itália ocorre em meio a uma solicitação do primeiro-ministro Mario Monti para domar as finanças públicas depois do contágio da crise da dívida do país a elevar os custos de financiamento do país para níveis recordes. Os rendimentos dos títulos italianos caíram desde Monti em dezembro empurrado por 20 bilhões de euros em cortes de austeridade e do Banco Central Europeu emprestar fundos ilimitados de bancos para três anos, sustentando a demanda por dívida soberana.

Di Paola disse ontem numa conferência de imprensa de Roma que a Itália gasta 70 por cento de seu orçamento de defesa em pessoal. Ele disse hoje que o efetivo militar poderá ser cortado durante a próxima década, reduzindo os novos recrutas e a transferência de pessoal. Nos próximos cinco anos, “haverá uma redução de 30 por cento nas estruturas de defesa”, disse ele.

Uma redução na encomenda de F-35 “não é boa notícia” para a Finmeccanica, que deverá montar a aeronave na Itália, disse Christophe Menard, analista da Kepler Capital Markets em Paris. Ainda assim, “o reequilíbrio da despesa para o equipamento é um fator positivo para Finmeccanica”, mesmo que ela “vai levar tempo a concretizar em números e ordens superiores”.

Fonte: Bloomberg – Tradução: Cavok

 

Embraer entrega 300º jato executivo Phenom

A Embraer entregou o 300° jato executivo Phenom. (Foto: Embraer)

A Embraer entregou recentemente o 300º jato Phenom, dando seqüência a uma série de conquistas que incluem a montagem e o vôo inaugural da primeira aeronave produzida nas instalações da Empresa em Melbourne, Estado da Flórida, EUA, inaugurada há um ano. Recentemente, a Embraer transferiu as operações mundiais da sua unidade de aviação executiva do Brasil para Melbourne, onde criará 200 empregos para engenheiros e técnicos em uma região muito atingida pelas demissões provenientes do programa espacial Shuttle.

“Com a entrega deste Phenom 300 para um cliente norte-americano, o 300º da linha Phenom, a Embraer atingiu uma importante marca”, disse Robert Knebel, Diretor de Vendas da Embraer para a América do Norte – Aviação Executiva. “O sucesso dos Phenom pode ser constatado pela diversidade dos nossos clientes, que inclui indivíduos, empresas, universidades, propriedade compartilhada, fretamento, escolas de vôo e celebridades. Cinqüenta por cento das entregas de Phenom foram para clientes norte-americanos e 30% para latino-americanos. Outros 17% foram para a região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA) e 3% para o mercado asiático.”

As entregas cresceram bastante desde dezembro de 2008, quando o Phenom 100 entrou em operação. Em 2009, foram entregues 98 unidades; em 2010, 126; e em 2011, 83.

Desde 2000, a Embraer não somente estreou no dinâmico mercado de jatos executivos, como também lançou sete novos produtos para atender desde a categoria entry level, com o Phenom 100, até a ultra-large, com o Lineage 1000. Os jatos Phenom são uma inovação e foram os primeiros projetos novos do segmento de jatos leves, que possuía vários produtos derivados de outros existentes.

O Phenom 100 tem capacidade para até oito ocupantes e sete opções de interior, projetadas em parceria com o BMW Group DesignworksUSA. Com alcance de 2.182 km (1.178 milhas náuticas), incluindo reservas de combustível NBAA IFR, é capaz de voar de São Paulo para Montevidéu sem escalas. O jato confirmou ser o mais rápido e com a maior capacidade de bagagem da categoria entry level. O Phenom 100 tem uma avançada cabine de pilotagem e possui um lavatório traseiro privativo como alguns de seus diferenciais competitivos.

O Phenom 300 atinge 839 km por hora ou 453 nós (KTAS), e voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros). Com alcance de 3.650 km (1.971 milhas náuticas), a aeronave é capaz de voar de Brasília para Buenos Aires sem escalas, incluindo reservas de combustível NBAA IFR.

 

Suíça prefere caças Gripen mas abre possibilidade para outras ofertas

Publicado em 16/02/2012 por em Militar

O caça Gripen foi escolhido na Suíça, mas o ministro de defesa do país disse que pode avaliar outras propostas. (Foto: Saab)

A Suíça pode considerar alternativas para os 22 jatos Gripen que se comprometeu a comprar da Saab para substituir seus caças antigos, disse o seu ministro da Defesa nessa terça-feira. Junto com seus chefes militares, Ueli Maurer, em entrevista coletiva, disse que o governo estaria pronto para analisar todas as outras sérias propostas dos concorrentes.

Maurer tem estado sob pressão para justificar a escolha da aeronave depois que um jornal suíço publicou extratos de dois relatórios secreteos de testes que mostram que o Gripen saiu inicialmente pior do que se pensava nos testes contra os caças rivais.

Os relatórios dos testes publicados pelo Sonntagszeitung sugeriu que o Gripen não “atende aos requisitos de capacidades mínimas esperadas” para realizar as missões de policiamento aéreo.

Maurer, na terça-feira, descreveu o Gripen como “satisfatório”, segundo uma escala de classificação usada em todo o processo de avaliação geral.

A disputa Suíça demorou três anos avaliando como substituir os seus velhos caças Northrop F-5E/F Tiger, comprados em 1976 e 1981. Em novembro, o governo optou por comprar 22 caças Gripen JAS39 por um preço de 3,1 bilhões de francos suíços (US$ 3,4 bilhões).

Maurer disse na época que a oferta da Saab, era consideravelmente mais barata do que as propopstas rivais do caça Rafale fabricado pela Dassault Aviation da França e do anglo-alemão-italiano Eurofighter Typhoon da EADS.

A Dassault disse ter feito uma nova proposta na Suíça para tentar vender seu Rafale.

“O gabinete escolheu o Gripen, pois preencheram os requisitos técnicos… e foi o avião mais rentável e o único avião que poderia ser financiado com o orçamento disponível”, disse Maurer na terça-feira.

Mesmo além de disputas sobre o fornecedor, a compra de caças é controversa já que o governo terá de cortar gastos com educação e na área agrícola para financiar a encomenda.

Segundo reportagens de jornais mais recentes, a Dassault apresentou uma contra-oferta para fornecer a Suíça com 18 jatos Rafale por 2,7 bilhões de francos suíços em vez de uma demanda inicial de 4 bilhões de francos para 22 jatos.

Maurer disse na terça-feira que o governo não havia recebido quaisquer ofertas formais. “Pedimos que os franceses fizessem uma oferta mais concreta”, disse ele. “Se nós realmente tivermos uma oferta mais baixa, poderíamos avaliar ela.”

Desde a decisão do governo suíço, o Rafale da Dassault emergiu como o concorrente preferido para ser fornecido a Índia. O Brasil também é provável que escolha o Rafale, disseram fontes do governo à Reuters.

O governo suíço vai apresentar ao Parlamento um pedido de compra em junho, que será considerado pelas comissões de segurança, tanto no alto escalão como no mais baixo nível militar. A decisão final sobre os jatos está prevista para o final de 2012.

Fonte: Reuters – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Aviação Virtual

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Histórias da Aviação Comercial

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