Facebook Twitter Gplus Flickr Pinterest LinkedIn YouTube E-mail RSS
magnify

Embraer

IMAGEM: Primeiro C-130E produzido pela Lockheed é retirado de operação na USAF

O último C-130E a ser retirado de serviço na USAF, é também o primeiro do tipo a ser fabricado pela Lockheed, visto na imagem acima no momento que chegava na Base Aérea de Edwards, onde ficará exposto no museu localizado na base. (Foto: Ethan Wagner / U.S. Air Force)

O primeiro C-130E a ser produzido pela Lockheed Martin, matrícula 61-2358, foi o último Hercules do tipo a ser retirado de operação na Força Aérea dos EUA. A aeronave decolou da Base Aérea de Little Rock, Arkansas, no dia 1° de maio, e chegou na Base Aérea de Edwards, California, onde ficará exposto no Museu do Centro de Testes de Voo da Força Aérea dos EUA.

Uma cerimônia está sendo planejada para a inauguração da exposição da histórica aeronave. A frota de C-130E será totalmente substituída pelos modelos mais recentes J, que são mais avançados tecnologicamente, mas mantém o nome Hercules.

 

VÍDEO: Lockheed entrega último caça F-22 Raptor para a Força Aérea dos EUA

Autoridades militares e civis posam na frente do último caça F-22 produzido para USAF. (Foto: ohn Rossino / Lockheed Martin)

A aeronave F-22 “10-4195″, o 195° e último caça Raptor entregue para a USAF (Força Aérea dos EUA), foi entregue hoje numa cerimônia realizada na unidade da Lockheed Martin em Marietta, Georgia. O caça será levado para Base Aérea Conjunta de Elmendorf-Richardson, e será integrado no 525° Esquadrão de Caça da 3ª Ala de Caça. A seguir, um vídeo produzido pela Lockheed para celebrar a entrega histórica do último F-22 produzido.

Participaram da cerimônia autoridades da Força Aérea dos EUA e executivos da Lockheed Martin, bem como autoridades nacionais, estaduais e locais. Participaram também diversos funcionários que participaram da fabricação do único caça stealth de quinta geração em operação no mundo.

“Não há mais qualquer nação que queira nos fazer mal ou qualquer adversário que queira nos ameaçar, pois eles não tem qualquer dúvida de que suas ações terão consequências – e que eles vão ser responsabilizados e que a nossa resposta será implacável”, disse Robert J. Stevens , presidente e CEO da Lockheed Martin. “A própria existência deste avião – o avião – alterou o panorama estratégico para sempre.”

O primeiro caça F-22 partiu da Lockheed para a Força Aérea dos EUA no dia 7 de setembro de 1997. Atualmente, os 187 Raptors estão atribuídos em sete bases nos EUA e são operados pelo serviço ativo da Força Aérea, Guarda Aérea Nacional, e pelos pilotos do Comando da Reserva da Força Aérea. Além dessas 187 aeronaves da ativa, outras oito foram fabricadas para testes e desenvolvimento.

Os ensaios de voo ocorrem na Base Aérea de Edwards, Califórnia, o desenvolvimento de táticas operacionais continua na Base Aérea de Nellis, Nevada, o treinamento de pilotos ocorre na Base Aérea de Tyndall, Flórida, e as aeronaves F-22 operacionais estão atribuídas a Base Aérea Conjunta de Langley-Eustis, Virgínia; Base Aérea Conjunta de Elmendorf -Richardson, Alaska; Base Aérea de Holloman, New Mexico; e Base Aérea Conjunta de Pearl Harbor-Hickam, Havaí.

 

Hawker próxima de entrar com pedido de falência

Publicado em 02/05/2012 por em Militar

A aeronave de ataque leve AT-6 é um dos produtos oferecidos pela Hawker Beechcraft. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft está nos estágios finais da preparação de um pedido de falência – um depósito que poderia ocorrer no mais tardar nessa quinta-feira, de acordo com um relatório do Wall Street Journal.

O relatório, que cita fontes não identificadas próximas ao assunto, diz que a Hawker chegou a um acordo de reestruturação da dívida com seus credores e, em breve entregará a propriedade para “vários fundos de cobertura” após dar entrada no Chapter 11.

Rumores de falência já giravam em torno da conturbada fabricante de aeronaves baseada em Wichita há meses. A Hawker reconheceu em seu recente relatório anual com a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) que a falência era uma opção que estava sendo considerada.

A empresa, no mês passado entregou cerca de 350 anúncios de demissões e também solicitou a SEC para não registrar seus títulos.

Fonte: Wichita Business Journal – Tradução: Cavok

 

VÍDEO E IMAGENS: Boeing apresenta novo design de winglet para o 737 MAX

O novo conceito de winglet aplicado num 737 MAX. (Foto: Boeing)

A Boeing apresentou hoje um novo design de um winglet conceito para o Boeing 737 MAX, chamado de Advanced Technology winglet. De acordo com a Boeing o novo winglet proporcionará aos clientes do 737 MAX até um 1,5 por cento de melhoria adicional no consumo de combustível, dependendo da distância. Veja a seguir um vídeo da Boeing monstrando a aeronave com o winglet conceito.

“O Advanced Technology winglet demonstra o esforço contínuo da Boeing para melhorar o consumo de combustível e o valor correspondente ao cliente. Com esta tecnologia e outras que estão sendo construídas para o MAX, vamos estender nossa liderança”, disse Jim Albaugh, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes. “Incorporando essa tecnologia avançada na concepção do 737 MAX, ela vai dar aos nossos clientes ainda mais vantagem no atual volátil ambiente dos preço dos combustíveis.”

O novo winglet Advanced Technology desenvolvido pela Boeing para a linha 737 MAX. (Foto: Boeing)

Comparado com a tecnologia atual de winglets, que fornece até 4 por cento de consumo de combustível a longas distâncias, o winglet Advanced Technology proporciona uma melhoria de combustível total de até 5,5 por cento nas mesmas rotas longas.

O novo winglet conceito deve reduzir em 1,5 por cento a mais do que a previsão original do 737 MAX. (Foto: Boeing)

“O conceito é mais eficiente do que qualquer outro dispositivo winglet no mercado de aviões de corredor único, porque o aumento da extensão efetiva da asa é exclusivamente equilibrada entre as partes superior e inferior do winglet”, disse Michael Teal, engenheiro chefe do projeto, 737 MAX.

No entanto, em janeiro, a Airbus já havia registrado uma patente para winglets voltados para baixo, permitindo incorporar um design de winglet similar, o que poderá acarretar em processos na justiça pelo conceito.

 

Vocalista do Iron Maiden lança empresa de aviação no Reino Unido

Publicado em 02/05/2012 por em Comercial

Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, apresentou nessa quarta-feira sua empresa de manutenção de aeronaves no Reino Unido.

O vocalista do grupo Iron Maiden Bruce Dickinson vai diversificar seus negócios com uma companhia para fornecer serviços a empresas aéreas no Reino Unido, segundo informou nesta quarta-feira o jornal Daily Mail.

A expectativa é de que a Cardiff Aviation Limited crie cerca de 1 mil novos empregos na região sul do País de Gales nos primeiros 18 meses de operação. Os primeiros clientes devem ser conhecidos até o final de maio, segundo afirmou Dickinson.

A empresa fará serviços de manutenção em aeronaves até o porte de um Boeing 767 e vai fornecer treinamento para suporte técnico, de acordo com a publicação. “Estamos negociando com grandes e pequenas companhias aéreas que se mostraram interessadas”, disse o vocalista.

Fonte: Terra

 

Empresa holandesa assegura verba para compra de aeronaves de caça para treinar pilotos da OTAN

Publicado em 02/05/2012 por em Militar

Caças chineses Chengdu J-10 estão entre os modelos avaliados pela empresa holandesa E.C.A. para treinamento de combate de pilotos da OTAN.

A capacidade da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) de realizar um treinamento multinacional poderá se transformar num sistema composto por 24 aeronaves de caça conforme está sendo proposto por uma empresa privada holandesa, a E.C.A., baseada em Schiphol.

O conceito denominado de força integrada adversária (IOPFOR) está sendo promovido pela empresa E.C.A. Program, que poderá ter uma nova frota de 24 caças de combate de propriedade privada prestando um serviço de treinamento com aeronaves “inimigas” (aggressor) para países da Aliança.

Entre as plataformas candidatas estão o Chengdu J-10, o RSK MiG-35 e o Saab Gripen, com o executivo da ECA e gerente do programa IOPFOR Tenente Melville Cate, esperando anunciar uma seleção em meados de maio.

Com sede em Schiphol, a empresa conseguiu levantar € 283 milhões (US$ 375 milhões) para apoiar o programa, mas a atual verba permite apenas operar com 14 caças. Para operar na totalidade, o investimente precisa ser de € 430 milhões, embora o Ten Cate tenha dito que o valor até o momento já é “considerado um sucesso”.

“Continuamos comprometidos com as 14 aeronaves, e uma perspectiva de financiamento que temos mais do que precisamos para agora”, acrescenta.

A ECA já havia detalhado anteriormente seus planos de aquisição e operação de aeronaves equipadas com sistemas dos caças de 5ª geração, como radar de varredura eletrônica ativa, capacidade de voo supercruzeiro (voar a velocidade supersônica sem utilizar pós-combustor), equipamento de guerra eletrônica, entre outros.

Além de fornecer aviões que vão realizar combates simulados, o programa IOPFOR também vai ter a disposição de embarcações de guerra, sistema de link de dados, comando e controle, acesso a imagens de satélite comercial, além de outras forças simuladas.

A empresa holandesa pretende realizar uma demonstração de três semanas e um exercício de avaliação para as forças da OTAN e outros países aliados no começo do próximo ano, onde segundo o Tenente Cate vai permitir que a empresa mostre seu conceito operacional “sem reservas” de cenário.

 

Caças Typhoon pousam em Londres para exercício referente aos Jogos Olímpicos

Caças Typhoon da Real Força Aérea britânica chegaram na Base da RAF de Northolt, em Londres, para participar de um exercício militar que serve como preparativo para defesa aérea dos Jogos Olímpicos. (Foto: SAC Neil Chapman /Crown / RAF)

Quatro caças Typhoon da RAF chegaram hoje na Base da RAF de Northolt para participar de um grande exercício militar com o objetivo de testar a segurança para os próximos Jogos Olímpicos que serão realizado em Londres. As aeronaves foram destacadas da Base da RAF de RAF Coningsby.

A chegada dos jatos – que é a primeira vez que aviões de combate são estacionados na Base da RAF de Northolt desde a Segunda Guerra Mundial – marca o início de um treinamento especializado que irá resultar num aumento da atividade aérea sobre Londres e os condados ingleses.

O exercício Olympic Guardian vai durar 8 dias, e envolve outras aeronaves militares. (Foto: SAC Steve Buckley / Crown / RAF)

O exercício que tem o nome de Olympic Guardian, deve durar oito dias e vai colocar aviadores, soldados e marinheiros com seus esquadrões nos céus do sudeste britânico. O exercício vai até o dia 10 de maio e é provável que as pessoas vão notar um aumento na atividade aérea, altamente visível nos horários de pico (particularmente nos dias 5 e 6 de maio).

O exercício integra as forças adicionais que estão sendo utilizadas para garantir a segurança dos Jogos Olímpicos – que incluem helicópteros Puma da RAF – juntamente com a Royal Navy (Marinha Real Britânica) e helicópteros Lynx do Exército – levando equipes do regimento de atiradores de elite da RAF para interceptar aeronaves no espaço aéreo restrito, e as aeronaves de vigilância aérea, incluindo aeronaves AWACS E-3D Sentry e helicópteros Sea King ASACS (vigilância aérea e sistema de controle) da Royal Navy.

No solo, a RAF está fornecendo adicionais sistemas terrestres de radares móveis (Tipo 101), enquanto o Exército está implantando observadores aéreos, mísseis de Alta Velocidade (HVM) e sistemas de mísseis Rapier, que também fornecem a capacidade de detecção radar, para oferecer camadas adicionais de cobertura de radar. A decisão final sobre a implantação desses recursos ainda está para ser tomada pelo Governo.

O Secretário de Estado da Defesa, Phillip Hammond, disse: “Embora não exista nenhuma ameaça específica para os Jogos, nós temos que estar prontos para ajudar no fornecimento de uma Olimpíada segura e protegida para que todos possam desfrutar. O fato de que nosso caça estado-da-arte Typhoon ser baseado em Northolt destaca o compromisso do Ministério da Defesa e de nossas Forças Armadas para manter a segurança pública num momento em que o mundo estará nos vendo.”

O Air Vice-Marshal Stuart Atha, Comandante do Componente Aéreo para a Segurança Aérea dos Jogos Olímpicos disse: “À medida que assumem este treinamento essencial, haverá uma presença visível e audível de aeronaves Typhoon da RAF e helicópteros militares que operam acima de Londres e dos condados ingleses. Haverá também vôos que ocorrem durante todo o período do exercício, para permitir que os pilotos e outras forças possam se familiarizar com a operação no espaço aéreo de Londres e dos condados. Temos procurado limitar a quantidade de voos para o mínimo necessário para garantir que nossas forças estejam prontas para o seu papel importante oferecendo segurança aérea para os Jogos Olímpicos, equilibrando isso contra a necessidade que temos para reduzir as perturbações a um mínimo. Mas esperamos que as pessoas entendam a necessidade deste treinamento muito importante, e agradecemos a elas por seu apoio forte e contínuo.”

Essa é a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que aeronaves de combate pousam na Base de Northolt. (Foto: SAC Steve Buckley / Crown / RAF)

O exercício irá testar os procedimentos que as tripulações militares usarão para interceptar e se comunicar com as aeronaves que violem o espaço aéreo restrito durante os Jogos Olímpicos, e as ações que os pilotos devem tomar em resposta. Os pilotos que entrarem no espaço aéreo restrito podem esperar por uma interceptação de caças Typhoon, ou helicópteros militares.

 

Pentágono quer reativar aeronave com laser embarcado para conter ameaça norte coreana

A aeronave 747 usada como plataforma de testes para o sistema de laser embarcado, que foi enviada para o cemitério de aviçoes no Arizona, agora poderá voltar a ativa. (Foto: U.S. Air Force)

O programa de mísseis da Coreia do Norte parece estar se movendo para trás, com seu mais recente lançamento fracassando mais cedo do que o seu teste de 2009. No entanto, os republicanos ainda querem em vôo um canhão laser para destruir os mísseis balísticos e parar as “ameaças” de Pyongyang.

Em fevereiro, a Agência de Defesa Anti-Mísseis anunciou o vôo de teste final da Aeronave com Laser Embarcado (ABL – Airborne Laser), um 747 equipado com um canhão de laser que se tornou um símbolo de desperdício de armamentos do Pentágono. Apesar de 16 anos e bilhões de dólares em desenvolvimento, o jato não pode de forma confiável explodir um míssil nos ensaios. E mesmo que tenha feito o trabalho, o sistema iria custar 92.000 dólares por hora para voar, e teria que ser usado apenas sobre no local do míssil para fazer a sua detonação. Assim, o jato foi finalmente mandado ao cemitério de aviões da Força Aérea no Arizona, onde ele iria se juntar a milhares de outras aeronaves militares que os EUA não querem ou precisam.

Ou pelo menos, esse era o plano. Agora o painel de Forças Estratégicas do Comitê das Forças Armadas do Senado está dizendo: não tão rápido. Na sua definição do orçamento do Pentágono para 2013, a subcomissão está solicitando que o chefe da Agência de Defesa de Mísseis repasse “os custos envolvidos com o retorno da aeronave com laser embarcado para um estado de prontidão operacional” para que ela possa continuar a ser testada, e com isso poderia “estar pronta para ser implantada, numa contingência operacional, se necessário, para responder a ameaças rapidamente em desenvolvimento da República Popular Democrática da Coreia.”

A disposição, referida pela primeira vez pelo InsideDefense.com, é mais um sinal do grau em que o pensamento mágico se insina no debate de defesa antimísseis. Na mesma marcação, o painel de forças estratégicas pede que o exército começe a trabalhar num sistema interceptador na Costa Leste dos Estados Unidos – apesar da Agência de Mísseis de Defesa dizer que não é necessário. E a subcomissão pediu um radar descartado e notoriamente frágil (também conhecido como “a bola de golfe gigante da Morte”) para estar também pronto para o serviço.

O assunto sempre inspirou um pensamento sonhador, é claro. Newt Gingrich lançou a ideia de ataques de laser para parar o lançamento de mísseis da Coréia do Norte em 2009. (E que não é o mesmo que trazer os mil esquemas loucos nascidos durante a Iniciativa de Defesa Estratégica da década de 1980.) Mas com Washington em meio a um impulso de austeridade, e com mais de 274 bilhões de dólares já gastos em tecnologia anti-míssil, a desconexão entre sonhos de mísseis de defesa e a realidade de defesa de mísseis parece particularmente aguda.

A subcomissão quer quase US$ 75 milhões reservados para “preservar a força de trabalho qualificada, que estava envolvido no programa de testes do ABL e para acelerar a experimentação com o desenvolvimento da próxima geração do sistema de energia dirigida.” (Isso é, Washington fala em mais armas de raios.) A experimentação deveria incluída no “teste planejado do sistema Phantom Eye” – uma escolha aparentemente ímpar, desde que o experimental drone movido a hidrogênio foi apresentado como uma aeronave espiã, e não uma aeronave de ataque. Mas o mundo de defesa antimíssil tem uma maneira de incentivar escolhas aparentemente estranhas. Colocar um laser em aeronaves fabricadas pela Boeing, projetadas para permanecer no ar por cada vez mais dias, dificilmente ainda vai ser qualificado como estranho.

Fonte: Danger Room (Wired) – Tradução: Cavok

 

Esquadrão Pioneiro realiza primeira manobra com o Bandeirante Modernizado

A aeronave C-95M Bandeirante que foi modernizada realizou um exercício em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. (Foto: Tenente Carvalho / FAB)

O Terceiro Esquadrão de Transporte Aéreo (3º ETA) realizou, no período de 11 a 26 de abril, na cidade de Cabo Frio, o Exercício Operacional GAMA. O principal objetivo da manobra foi a elevação e manutenção operacional das equipagens de combate. Foram realizadas missões de transporte aéreo logístico (TAL), voos de formação com duas aeronaves e navegações à baixa altura (NBA) com lançamento de carga.

O efetivo do Esquadrão Pioneiro junto ao Bandeirante modernizado. (Foto: Tenente Carvalho / FAB)

O Esquadrão Pioneiro foi apoiado pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Comunicação e Controle (1º/1º GCC), que disponibilizou uma complexa infraestrutura de comunicação e auxílio à navegação aérea; e pelo Batalhão de Infantaria Especial do Galeão (BINFAE-GL), que prestou a segurança orgânica necessária para um exercício operacional fora de sede. Contou, ainda, com a participação do Esquadrão Carajá (4º ETA), o que possibilitou o intercâmbio de experiências e conhecimentos.

A modernizada aeronave Bandeirante realizou lançamento de fardos com uma aeronave Bandeirante original. (Foto: Tenente Carvalho / FAB)

O grande destaque da manobra foi a utilização do FAB 2332 – primeiro Bandeirante modernizado da Força Aérea Brasileira. A tecnologia de ponta instalada no C-95 CM contribuiu para que as missões realizadas obtivessem um grau de precisão superior às realizadas em anos anteriores, demonstrando a total adaptabilidade e ampla capacidade na realização das missões operacionais de transporte aeroterrestre.

Fonte: 3º ETA

 

Engenharia da Helibras realiza desenvolvimento brasileiro no programa EC725

As equipes de Integração Elétrica da Helibras realizaram a primeira entrega de um Datapack para a fabricação de cablagens elétricas no âmbito do programa EC725. Oficina de cablagem da Helibras, em Itajubá, MG. (Foto: Helibras)

As equipes de Integração Elétrica da Helibras realizaram a primeira entrega de um Datapack para a fabricação de cablagens elétricas no âmbito do programa EC725.

Ele foi desenvolvido a partir de uma nova metodologia, acompanhada de ferramentas inovadoras desenvolvidas em conjunto com a Eurocopter. Fizeram parte do processo a confecção dos diagramas elétricos projetados em novos softwares e a etapa de fabricação e testes das cablagens em modernos equipamentos.

O trabalho já foi auditado e aprovado pela Eurocopter, resultado do esforço das equipes técnicas e de engenharia do Brasil, cada vez mais capacitadas para atender às demandas que vão surgindo por conta da expansão da empresa.

Em conjunto, as equipes de Integração Elétrica e de Integração Mecânica EC725 realizam a conexão entre os sistemas de missão das aeronaves do Programa e também aprimoramentos para as caixas de comando, de relés e módulos de interconexões, entre outros itens.

“De uma forma didática, este trabalho consiste em fazer com que os diversos equipamentos do helicóptero ‘conversem’ entre si, em conformidade com as normas aeronáuticas. Além de permitir à Helibras configurar as aeronaves de acordo com as especificações dos clientes, também caminhamos para desenvolver e instalar novos equipamentos que venham a ser solicitados, o que representa um grande avanço tecnológico para a empresa”, explica Walter Filho, diretor do Centro de Engenharia da Helibras.

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
Aumentando a “realidade” do seu simulador com o A-29 Super Tucano e o Track IR
Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

Virtual Marcelo Magalhães
Um Boeing 707 voando há mais de 50 anos
Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

Virtual Oswaldo Claro
Sempre alerta
Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

Notice: Undefined offset: 0 in /home/content/05/8942405/html/blog/wp-content/themes/ifeaturepro/core/actions/twitterbar-actions.php on line 90

No tweets to display