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Aeronaves de combate da Rússia deixam Japão em alerta

Bombardeiros Tu-95MS estiveram sobrevoando regiões próximas ao Japão nessa quinta-feira.

O Japão colocou caças em alerta nesta quinta-feira, dia 9, depois que cinco aviões militares da Rússia se aproximaram do seu território, informou o Ministério da Defesa japonês. Segundo fonte da defesa citada pela agência Kyodo Tsushin, dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, uma aeronave de alerta aéreo A-50 e dos aviões de combate e reconhecimento Sukhoi Su-24 sobrevoaram as águas próximas à costa norte das ilhas de Hokkaido e Honshu, do lado do Pacífico, e o mar do Japão. O departamento militar do Japão qualificou essa aproximação como um caso sem precedentes.

Uma aeronave A-50 Mainstay de alerta aéreo antecipado acompanhou o voo dos bombardeiros russos. (Foto: 331/332-Squadron of the Norwegian Air Force/Scanpix, HO)

O porta-voz da Força Aérea Russa (FAR), o coronel Vladimir Drik, afirmou que todos os voos foram realizados sem violação das fronteiras de outros Estados, em acordo com as normas internacionais que regulamentam o uso do espaço aéreo sobre as águas neutras.

As tripulações dos TU-95MS treinaram práticas de sobrevoo de áreas não referenciadas e de reabastecimento no ar a partir de dois aviões reabastecedores Il-78. A missão de patrulhamento durou cerca de 16 horas.

Drik também comentou que os bombardeiros estratégicos Tu-95MS cumpriram com êxito nesta quinta-feira, dia 8, uma missão planificada de patrulhamento aéreo e que a trajetória de voo atravessou as águas neutras do Pacífico ao norte do Japão. “Missões deste tipo contribuem para aumentar o nível de relacionamento entre os pilotos, principalmente os jovens”, explicou.

Fontes: Diário da Rússia e A Voz da Rússia – Adaptação do texto: Cavok

 

Uzbekistan Airways recebe a sua primeira aeronave Boeing 767-300ER

Publicado em 09/02/2012 por em Comercial

O primeiro Boeing 767-300ER entregue para a Uzbekistan Airways. (Foto: Boeing)

A Uzbekistan Airways recebeu seu primeiro novo 767-300ER, coincidindo com o 20º aniversário da companhia aérea. Este é o primeiro dos quatro Boeing 767-300ER encomendados pela companhia aérea em 2008. A Uzbekistan Airways, com sede em Tashkent, Uzbequistão, também tem dois 787-8s encomendados.

“As viagens aéreas domésticas e internacionais da nossa região estão aumentando e o 767-300ER, com sua excelente eficiência de combustível e flexibilidade operacional, nos permitirá cumprir com êxito a crescente demanda”, disse Valeriy Tian, diretor-geral da Uzbekistan Airways.”

 
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IMAGENS: Os helicópteros russos Mi-171E da Força Aérea Argentina.

Um dos dois novos helicópteros Mi-171E que foram adquiridos pela Argentina. (Foto: Rustam Bogaudinov / Cavok)

Dois helicópteros russos Mi-171E fabricados pela Fábrica de Aviação Ulan-Ude JSC, que faz parte da Russian Helicopters, foram entregues em dezembro, a Força Aérea da Argentina (FAA). Esta é a primeira compra de equipamentos militares de produção russa feita pela Argentina.

Os Mil Mi-171E da Força Aérea da Argentina serão operados nas missões na Antártida. (Foto: Rustam Bogaudinov / Cavok)

O contrato entre o Ministério da Defesa da Argentina e a Rosoboronexport foi assinado no final de agosto de 2010. A escolha do lado argentino pelo Mi-171E, deve-se pela resistência quando operando em ambientes complexos. A previsão é que as principais tarefas do Mi-171E da Argentina serão no apoio as bases na Antártida, como a entrega das mercadorias, alimentos, combustíveis e outras necessidades para suporte a vida polar. Além disso, eles estarão envolvidos na realização de missões de busca e salvamento. A este respeito, ambos os helicópteros estão pintados na cor laranja brilhante e cinza.

Os helicópteros estão especialmente equipados para as complicadas operações em ambientes gelados. (Foto: Rustam Bogaudinov / Cavok)

Para superar as grandes distâncias, os helicópteros estão equipados com tanques de combustível extras, que permitem levar 6,2 toneladas de combustível. Na modificação também foi prevista a instalação de guinchos de salvamento e flutuadores de emergência.

O contrato também prevê a formação dos pilotos e técnicos argentinos. Na primeira fase, está incluido simulador, aulas teóricas e treinamento prático sendo realizado em Ulan-Ude. A segunda fase – no país do comprador – é oferecido treinamento para as equipes dentro das características operacionais, com o treinamento sendo concentrado no tipo de serviço, as características de armazenamento no inverno, início dos motores em baixas temperaturas, o comportamento da tripulação em caso de situação de emergência.

Os pilotos argentinos estão passando por treinamento na Rússia, antes de começarem a operar os novos helicópteros. (Foto: Rustam Bogaudinov / Cavok)

Junto com os helicópteros, chegaram à Argentina um grupo de 18 especialistas russos da Fábrica de Aviação Ulan-Ude JSC. Além do comissionamento, está envolvido na base, em Buenos Aires, uma infra-estrutura adequada para atender os helicópteros.

Texto: Rustam, direto da Rússia – Tradução: Cavok

 

China Express Airlines é a cliente chinesa para até 11 aeronaves Bombardier CRJ900 NextGen

Publicado em 09/02/2012 por em Comercial

Concepção artística de uma aeronave Bombardier CRJ900 NextGen nas cores da China Express. (Foto: Bombardier)

A Bombardier Aerospace identificou hoje a China Express Airlines como a cliente chinesa não divulgada na transação anunciada anteriormente para aeronaves CRJ900 NextGen no dia 26 de outubro de 2011. A encomenda condicional para seis aeronaves CRJ900 NextGen e opções adicionais de cinco CRJ900 NextGen vai ser melhor aproveitada com a frota existente da China Express de aeronaves CRJ200, servindo para aumentar ainda mais a rede regional da companhia aérea.

A divulgação foi um dos vários anúncios feitos durante o Fórum Empresarial Canadá China realizado hoje em Beijing, com a presença de Stephen Harper, primeiro-ministro canadense, Pierre Beaudoin, Presidente e CEO da Bombardier.

Conforme anunciado anteriormente pela Bombardier, com base no preço de lista, um pedido firme para seis aeronaves CRJ900 NextGen estaria avaliado em cerca de US$ 264 milhões. Se todas as cinco opções forem convertidas em encomendas firmes, o valor do contrato aumentará para US$ 491 milhões.

“Nossos jatos regionais Bombardier CRJ200 de 50 assentos têm nos servido muito bem desde que iniciaram suas operações em 2006, e estamos confiantes de que as aeronaves CRJ900 NextGen, que oferecem excelente economia, apoiarão a demanda crescente de capacidade maior em nossas rotas”, disse Hu Xiaojun, presidente da China Express.

“À medida que a fabricante de aeronaves possui apenas três famílias distintas e otimizadas de aeronaves no segmento entre 60-149 assentos, a Bombardier está bem posicionada para apoiar o crescimento das companhias aéreas da China, e estamos muito satisfeitos que a China Express tenha selecionado o CRJ900 NextGen para suas operações”, disse Andy Solem, vice-presidente de Vendas para China e Norte da Ásia da Bombardier Commercial Aircraft. “A aeronave CRJ Series é o programa que mais vende aeronaves regionais na história, e estamos ansiosos para recebê muitos operadores adicionais na China.”

A China Express, que é a primeira companhia aérea privada regional da China, está baseada em Guiyang, Guizhou, e atualmente presta serviços regionais de passageiros com sua frota de cinco aeronaves Bombardier CRJ200.

Mais de 80 aeronaves produzidas pela Bombardier, incluindo as aeronaves comerciais CRJ Series e Q-Series, bem como jatos executivos Learjet, Challenger e Global, estão atualmente operando na China.

A Bombardier prevê que nos próximos 20 anos, a frota chinesa de aviões comerciais deve crescer à medida que se torna o segundo maior mercado do mundo para entregas de novas aeronaves, logo atrás dos Estados Unidos. A Bombardier prevê uma demanda de quase 2.400 aviões comerciais nos segmentos de mercado entre 60-149 assentos na China, e está trabalhando estreitamente com as companhias aéreas locais, fornecedores e partes interessadas para ajudar na expansão da frota e infra-estrutura.

 

Voa o segundo P-3N Orion modernizado para Real Força Aérea da Noruega

Publicado em 09/02/2012 por em Militar

A segunda aeronave modernizada P-3N Orion, da Real Força Aérea da Noruega, decola de Halifax, Canadá. (Foto: Thor Stromsnes, NDLO)

A segunda aeronave Lockheed P-3N Orion da Real Força Aérea Norueguesa a receber o kit de modernização MLU (Mid-Life Update) decolou pela primeira vez em Halifax, Nova Scotia, Canadá, no dia 8 de fevereiro de 2012. Vôos de teste adicionais estão agendados antes da aeronave ser retornada para o Esquadrão 333 da Base Aérea de Andoya, em Andennes, Noruega.

O kit MLU foi construído nas instalações da Lockheed Martin, em Marietta, Georgia, e foi instalado na unidade da IMP Aerospace, em Halifax. A IMP irá instalar os kits, que apresentam novas asas e estabilizadores horizontais, na frota de seis aeronaves P-3 da Noruega. Este P-3N recebeu o nome “Bernt Balchen”, para homenagear o famoso pioneiro da aviação norueguesa e líder militar.

 

Rússia nega projeto conjunto com a China para fabricar helicóptero Mi-2

Os helicópteros de transporte leve Mi-2 não estão mais na linha de produtos da Russian Helicopters.

A Russian Helicopters não vai participar em nenhum projeto em conjunto com a China para a produção de um helicóptero ligeiro da classe ou tipo do Mi-2. Isto foi relatado nessa semana e negado pela Russian Helicopters.

Conforme destacado nos meios de comunicação da Rússia e de outros países no dia 6 de fevereiro, inclusive reproduzido aqui, com referência à agência de notícias oficial do governo da China, a Xinhua, foi relatado que seria estabelecida uma nova empresa conjunta russo-chinesa para construir o helicóptero russo Mi-2. No entanto, nem a Rostvertol, que faz parte da Russian Helicopters, e referida no noticiário como uma parceira em um projeto conjunto, nem a própria Russian Helicopters da Rússia, ou qualquer uma de suas empresas afiliadas estão envolvidos em algum projeto colaborativo na China para a fabricação e organizações que pretendem construir helicópteros, ou em qualquer projeto similar sobre o Mi-2.

O helicóptero Mi-2 não é produzido por empresas da Russian Helicopters e não está incluído na atual linha de produtos da companhia, além de não estar previstos uma nova co-produção no exterior.

No entanto, a China e os tradicionais clientes parceiros de helicópteros russo na China estão trabalhando junto com a Russian Helicopters atuando como antes e continuando a cumprir os contratos existentes para o fornecimento de helicópteros de diferentes classes e diferentes propósitos.

Em dezembro de 2011, a Russian Helicopters e o Escritório de Segurança Pública de Ordos (na região inferior autônoma da Mongólia, na China) assinaram um acordo para o fornecimento de 20 helicópteros civis com motores coaxiais para combate a incêndios Ka-32A11BC. O helicóptero está equipado com um sistema horizontal de extinção de incêndios Simplex, e unidade de canhão de água VSU-5. A Russian Helicopteros venceu o concurso para os helicópteros de combate a incêndios em agosto de 2011. A entrega dos helicópteros para o Escritório Central de Segurança Pública de Ordos está agendada para Setembro de 2012.

Anteriormente, em setembro de 2011, a Unidade de Aviação Ulan-Ude da JSC (U-UAP), parte da holding Rússian Helicopteros, concluiu a entrega de 32 helicópteros Mi-171E na China. O contrato para o fornecimento de helicóptero de transporte civil Mi-171E foi assinado em dezembro de 2009. Os helicópteros multimissão médios do tipo Mi-8/17 estão sendo operados com sucesso na China, realizando uma ampla gama de tarefas: indispensáveis ??no transporte de cargas e passageiros, exploração e patrulhamento, combate a incêndios, transporte offshore.

Fonte: Rustam, direto da Rússia – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Frota de aeronaves CC-130J da Força Aérea Canadense atinge a marca de 5.000 horas de voo

Publicado em 09/02/2012 por em Militar

Uma das aeronaves CC-130J Super Hercules da Força Aérea Canadense em operação na Líbia. (Foto: Cpl. Tina Gillies / CAF)

A frota de aeronaves CC-130J Super Hercules da Real Força Aérea Canadense atingiu a marca de 5.000 horas de vôo no último dia 3 de fevereiro de 2012. A unidade, o 436º Esquadrão, recebeu sua primeira aeronave na Base Aérea de Trenton, Ontario, em junho de 2010. Seis meses depois, as tripulações do esquadrão foram enviadas ao Afeganistão, em apoio à Operação Athena.

Em março de 2011, seis dos sete aviões CC 130Js, então na frota canadense, foram sendo levados em apoio às operações na Líbia. Em Trenton, a frota foi levada em várias operações e exercícios conjuntos, incluindo assistência na evacuação dos canadenses nos incêndios florestais no Verão de 2011 e apoiando o Exército canadense com treinamento paramilitar. A décima sétima e última aeronave CC-130J, atualmente encomendada, está prevista para ser entregue em maio de 2012.

 

Primeiro F-35 da Força Aérea da Holanda recebe seu motor Pratt & Whitney F135

Publicado em 09/02/2012 por em Militar

O primeiro caça F-35 destinado a Real Força Aérea da Holanda no momento que recebe o motor F135. (Foto: Ministério de Defesa da Holanda)

Com o primeiro F-35 do Reino Unido ficando pronto no ano passado, o segundo país fora dos EUA a receber a aeronave, a Holanda, também está prestes a ver um de seus aviões ficar pronto. Nessa semana o  primeiro F-35 da Real Força Aérea da Holanda recebeu o motor F135.

O Ministério da Defesa da Holanda divulgou a imagem de seu primeiro F-35 (F-001) recebendo o motor Pratt & Whitney F135, que tem 5,5 metros de comprimento e 1,5 metro de diâmetro, na instalação da Lockheed Martin, em Fort Worth.

O primeiro caça F-35 Joint Strike Fighter da Holanda será usado para testes no solo no final de março. Caso os sistemas de combustível e o radar funcionem bem, os voos então serão conduzidos.

A aeronave deverá ser entregue este ano, seguido por um segundo em 2013.

 

Dedicação recoloca caça F-15E em operação na USAF e economiza milhões

Publicado em 09/02/2012 por em Militar

Após quase um ano de restauração, depois de atingir um pássaro em voo, um caça F-15E retornou aos militares da Base Aérea de Seymour Johnson, Carolina do Norte. (Foto: Sue Sapp / U.S. Air Force)

A dedicação e determinação dos trabalhadores na Base Aérea de Robins, Georgia, economizou milhões de dólares da Força Aérea dos EUA. Após cerca de um ano de trabalho árduo, Robins recolocou um F-15E de volta para a operação militar no dia 6 de fevereiro de 2012.

“O atual escopo do que fizemos para este avião é enorme”, disse Ed Fuller, planejador do 561° Esquadrão de Manutenção que gerenciou o projeto do F-15. “Foi um esforço incrível feito por um monte de gente.”

O caça bombardeiro F-15E Strike Eagle, da Base Aérea de Seymour Johnson, Carolina do Norte, foi danificado durante um exercício, quando um pássaro atingiu o motor esquerdo, causando um grande dano devido ao fogo. O caça ficou tão danificado, que não podia voar novamente, e então foi transportado para Robins sobre um caminhão.

Fuller disse que a equipe de manutenção teve que separar a aeronave a fim de instalar uma nova fuselagem traseira. Eles essencialmente removeram e substituiram a metade posterior da aeronave.

“Foi algo que nunca havia sido feito antes”, disse Fuller. “O fato de que fomos bem sucedidos fala muito sobre a habilidade de nossos mantenedores e mecânicos.”

Ele disse que todos os envolvidos comemoraram quando a aeronave passou pelo seu segundo vôo de verificação funcional.

“Isso é algo que estamos extremamente orgulhosos, considerando todo o trabalho duro que fizemos ao desmontá-lo e montá-lo novamente”, disse Fuller. “Nós salvamos a Força Aérea da perda de uma aeronave.”

Texto: Kendahl Johnson, 78th Air Base Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

 
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Falha dos pilotos pode ter sido a causa da queda de dois F-5 em Taiwan em 2011

O caça F-5F "5401" que caiu em Taiwan em setembro de 2011. (Foto: TaiwanAirPower)

A falha dos pilotos em permanecer atentos ao solo onde estavam voando pode ter sido a causa com dois aviões F-5 no nordeste de Taiwan em setembro passado, disse o Ministério da Defesa do país nessa terça-feira, num relatório preliminar sobre o acidente.

O porta-voz do Ministério da Defesa Nacional Luo Shou-he disse que as autoridades da Administração de Aeronáutica Civil e Conselho de Segurança em Aviação e acadêmicos em campo examinaram o relatório e concordaram que “a perda de consciência situacional do terreno por parte dos pilotos” pode ter causado o acidente.

As duas aeronaves, um caça bilpace F-5F e um avião de reconhecimento RF-5E, cairam em incidentes separados nas montanhas do condado de Yilan, durante uma missão de treinamento noturno no dia 13 de setembro de 2011.

Os três pilotos, das duas aeronaves, morreram nos acidentes.

Na sequência do acidente, o ministério tomou uma série de medidas para reforçar a segurança da aviação, incluindo indicando os planos de voo e adicionando as elevações de vários marcos geográficos em Taiwan para os monitores dos radares em terra nos centros de comando, para melhor guiarem os pilotos, disse Luo.

O Controle de Yuan, a agência fiscalizadora do governo de Taiwan, também lançou uma investigação sobre os acidentes aéreos, acrescentou Luo.

Questionado sobre se o ministério vai punir os militares que podem ser responsáveis pelos acidentes, Luo disse que irá aguardar o relatório antes do Controle de Yuan tomar outras medidas.

Quanto à colisão aérea de dois aviões de treinamento AT-3 no sul de Taiwan no dia 03 de fevereiro, Luo disse que o ministério criou uma força-tarefa para investigar o acidente.

Ninguém ficou gravemente ferido no acidente com os dois treinadores, com dois tripulantes ejetando e os outros dois conseguindo trazer o avião de volta para a base aérea em Kaohsiung.

Fonte: Focus Tawian – Tradução: Cavok

 

Aeronave P-8A Poseidon participa do primeiro exercício operacional da Marinha

A aeronave multimissão marítima P-8A Poseidon realiza uma passagem baixa sobre o porta-aviões USS Enterprise durante o exercício Bold Alligator 2012. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Daniel J. Meshel / U.S. Navy)

A aeronave multimissão marítima P-8A Poseidon fez a sua primeira aparição num exercício operacional da frota, no dia 3 de fevereiro, quando começou a voar em missões de apoio ao Exercício Bold Alligator, o maior exercício anfíbio em uma década, e que ocorreu ao longo das costas da Virginia e Carolina do Norte.

O P-8A voou 20 missões de apoio ao porta-aviões e seu grupo de ataque, e outras 14 surtidas juntamente com o grupo de ataque anfíbio e das forças expedicionárias do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, de acordo com o Comando das Forças Navais dos EUA, em Norfolk, Va.

Isso é um desvio dos extensos ensaios de voo do programa P-8A que estão sendo realizados pelo Esquadrões de Testes e Avaliações Aéreas 1 e 20 (VX-1 e VX-20) da Estação Naval de Patuxent River, Maryland

Ostentando um logotipo de um submarino afundando na sua cauda, ??o P-8A do VX-1 foi fotografado a partir do porta-aviões USS Enterprise, e é conhecido como “T-6″, o último dos seis aviões de teste e avaliação entregue à Marinha pela Boeing. Foi aceito pela Marinha e chegou a Patuxent River no dia 17 de janeiro, disse LaToya Graddy, um porta-voz do Comando de Sistemas Aéreos da Marinha.

A aeronave também será usada nos próximas exercícios de teste operacionais definidos para começar este verão, acrescentou.

O P-8 está em desenvolvimento pela Marinha para substituir o venerável turboélice P-3 Orion.

Fonte: Navy Times – Tradução: Cavok

 

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