Facebook Twitter Gplus Flickr Pinterest LinkedIn YouTube E-mail RSS
magnify

Embraer

Alemanha vai oferecer 8 caças Eurofighter usados para Bulgária

Publicado em 04/01/2012 por em Militar

A Bulgária estaria interessada em caças Eurofighter usados da Alemanha. (Foto: Jamie Hunter / Aviacom)

Espera-se que, durante sua visita à Alemanha no final de janeiro, o Primeiro Ministro da Bulgária, Boyko Borissov, receberá uma atraente oferta atraente de caças usados Eurofighters, segundo apurou a publicação Standart. A primeira visita do premier da Bulgária em 2012 será para a Alemanha entre os dias 17 e 18 de janeiro. Ele se reunirá com a chanceler Angela Merkel e durante as conversas privadas, todas as questões bilaterais serão discutidas. Durante as reuniões, os detalhes sobre a oferta alemã dos caças será esclarecida. De acordo com informações não-oficiais, a proposta inclui a formação dos pilotos da Bulgária.

A Alemanha é um dos quatro países que fabricam os caças Eurofighter Typhoon. Esta é uma das mais modernas aeronaves militares do mundo. As habilidades de Eurofighter foram demonstrados durante o show aéreo perto da cidade de Plovdiv, em setembro do ano passado. Em fevereiro de 2011, o ministério de defesa da Bulgária solicitou propostas de todos os fabricantes do caça Eurofighter para a entrega de 8 caças.

O consórcio EADS que fabrica o Eurofighter fez uma oferta de 80 milhões de euros para um caça novo. Mais tarde, outro fabricante do Eurofighter, a Itália, fez uma oferta de 35 milhões de euros para um caça de segunda mão.

Fonte: Standart News – Tradução: Cavok

 

VÍDEO: Pouso de emergência de caça F-5E da Força Aérea Iraniana

Em época de divulgações de notícias sobre o Irã, após a captura de uma aeronave não tripulada RQ-170 Sentinel e do bloqueio do Estreito de Ormuz, parece que os caças iranianos também estão com problemas. No vídeo acima, divulgado no YouTube no começo de 2012, um caça F-5E da Força Aérea Islâmica do Irã (IRIAF) realizou um pouso de emergência na Base Aérea de Dezful, conhecida como Base Aérea de Vahdati, no sudoeste do país. Ao que tudo indica a aeronave apresentou problemas ainda em voo, pois a pessoa já estava preparada filmando o pouso e a equipe de emergência, mesmo demonstrando falta de prática, estava ao lado da pista. O piloto nada sofreu, e aparece no final do vídeo já do lado de fora da aeronave.

Dica do amigo Anderson Lamarca. Obrigado ;-)

 

Destacamento de aviação dos Fuzileiros Navais dos EUA pintam helicóptero AH-1J em cores retrô

A equipe de mantenedores do Destacamento de Aviação dos Fuzileiros dos EUA (MAD) em China Lake pintaram o helicóptero AH-1J nas cores retrô usadas na época da Guerra do Vietnã. (Foto: U.S. Navy)

O Destacamento de Aviação dos Fuzileiros Navais dos EUA (MAD) em China Lake completou dois principais projetos de restauração para o Centenário da Aviação Naval (CONA), um Harrier AV-8A e um helicóptero modelo AH-1J. Ambas as aeronaves estão colocadas na frente da sede do MAD na Naval Air Weapons Station(NAWS), em China Lake.

Em 2010, os membros e voluntários do MAD repintaram o Harrier, que eles completaram um pouco antes do Marine Corps Ball em novembro de 2010. Este esforço replicado de dois meses e meio resultou na excelente aeronave pintada em estilo retrô que está em exibição na frente à sede do MAD. Aproveitando a culminação bem sucedida desse projeto, os fuzileiros navais viraram seus olhos para uma aeronave de asa rotativa. Eles então falaram com Jay Kovar, o chefe do Naval Air Warfare Center Weapons Division (NAWCWD) Weapons Survivability Laboratory (WSL). O WSL adquire e utiliza várias “sucatas” da aeronaves para realizar avaliações de sobrevivência com ataques de armas. Eles também usam estruturas de aeronaves para comparar os modelos mais antigos com aplicações das estruturas atuais.

O helicóptero AH-1J estava guardado no Weapons Survivability Laboratory (mostrado acima ainda com as fitas de preservação). (Foto: U.S. Navy)

O anterior oficial comandante do MAD, o coronel Nicholas Hall, o diretor executivo, o tenente-coronel James Coppersmith e Chief Warrant Officer Three (CW03), Michael Osilla procuraram no “cemitério” do WSL e encontraram um tesouro – um modelo AH-1J, envolto em fitas de preservação. A aeronave DD250, conforme “nota fiscal de venda” do governo, mostrou que o Corpo de Fuzileiros Navais assumiu a propriedade da aeronave em fevereiro de 1975. Foi danificada em vôo em 1993 e, em seguida, enviada para a base da Força Aérea de Davis-Monthan, onde permaneceu por cerca de 18 anos. A estrutura foi valiosa para o WSL, de modo que a comprou em abril de 2008 e foi transportada para China Lake.

De acordo com Coppersmith, “quando encontrei-a em WSL, o interior da aeronave foi lacrado e preservado, por isso os registros (as placas da aeronave) estavam intactas. Quando inspecionados os registros, descobrimos que Hall tinha realmente voado essa aeronave em 1990, quando ele era um piloto instrutor para o esquadrão Marine Helicopter Training (HMT 303) em Camp Pendleton.”

O MAD encontrou uma fotografia de 1975 do Vietnã que era de um helicóptero do VX-5 em China Lake e utilizou essa imagem para duplicar o esquema de pintura retro – incluindo as marcas e a faixa Kelly verde na cauda. Os voluntários do MAD trabalharam noites e fins de semana durante três meses para completar o projeto do CONA com o plano de terminar a aeronave junto com a aposentadoria de Hall, no dia 30 de março. O NAWCWD apoiou os esforços do destacamento baseado em China Lake durante os dois projetos; o Comando de Artefatos forneceu o material e Paul Carpenter, que trabalha em exposições e prêmios, criou os decalques para ele.

Após três meses de trabalhos, o helicóptero AH-1J com pintura retrô foi levado do VX-9 para seu novo local na sede do MAD em China Lake. (Foto: U.S. Navy)

Quando Hall se aposentou, após 29 anos e seis meses, ele tinha acumulado 6.400 horas de vôo. Depois de sua voo final, Hall ficou surpreso ao ver todos os três modelos de aeronaves (incluindo o AH-1) que tinha voado parados na linha de voo do VX-31. Seu destacamento arrumou a exposição estática como um presente de despedida para seu comandante.

Coppersmith continuou, “a equipe foi a responsável. Mudamos o AH-1 para a área de Barefoot Bar Lanai para a mudança de comando e depois para as rochas adjacentes à sede do MAD após a cerimônia.”

O helicóptero AH-1J foi pintado em homenagem ao Centenário da Aviação Naval dos EUA e a um comandante do esquadrão. (Foto: U.S. Navy)

A pintada retrô do helicóptero AH-1 é a única exibição de asa rotativa no NAWS neste momento. O livro de registo original indica que o helicóptero tinha 4.895 horas de vôo e 18.823 pousos durante sua vida. Passou em serviço pela Estação Naval de Atlanta, Geórgia.

 

EADS CASA vai realizar revisão em três aeronaves de caça F-18 Hornet da Força Aérea da Espanha

Publicado em 03/01/2012 por em Militar

Um caça EF-18A Hornet (C-15) da Força Aérea da Espanha. (Foto: Pablo Blanco)

A companhia aeroespacial EADS-CASA recebeu um contrato de manutenção (Lote 4) avaliado em 3,9 milhões de euros para três caças EF-18 Hornet, designados C-15 na Força Aérea espanhola.

O contrato, negociado sem publicidade, está definido dentro de dois anos. Para 2011, a quantidade é de 3,7 milhões de euros e para 2012 de 200 mil euros.

O Comando de Apoio Logístico da Força Aérea da Espanha aceitou o trabalho no dia 02 de dezembro e definiu que o contrato deve ser encerrado no dia 30 de novembro de 2012.

O programa salienta que os técnicos da EADS-CASA terão que apontar um relatório de defeitos nas três aeronaves e proceder à sua correção.

Fabricado pela McDonnell Douglas nos EUA, depois Boeing, o F-18 entrou em serviço na Força Aérea Espanhola em novembro de 1996 e estão servindo nas alas 46, 12 e 15, bem como no Centro de Logística de Armamento e Experimentação. A última missão internacional em que participaram foi na zona de exclusão aérea sobre a Líbia.

Fonte: Infodefensa – Tradução: Cavok

 

Força Aérea da Índia finaliza avaliações das novas aeronaves de reabastecimento aéreo

Publicado em 03/01/2012 por em Militar

A Airbus EADS compete na Índia com sua aeronave A330 MRTT.

Os testes da Força Aérea da Índia, envolvendo as empresas que competem para venda de seis aeronaves de reabastecimento aéreo/transporte (MRTT) avaliadas em US$ 2 bilhões, a gigante europeia EADS e a russa Rosonboronexport, foram concluídos recentemente e os lances comerciais devem ser abertos no início de 2012.

Fontes oficiais disseram que os ensaios com a aeronave A330 MRTT fabricada pela EADS-Airbus Military e a russa Ilyushin IL-78 – das quais a Força Aérea da Índia havia adquirido seis em 2004 – foram concluídos em Gwalior, no mês passado.

Os aviões tanques rivais exibiram sua capacidade de reabastecimento em operação com caças Su-30MKI, Mirage 2000H e MiG-29 da Força Aérea da Índia, cuja faixa operacional se estenderia de forma significativa para as operações fora da área de contingência, uma vez introduzido no serviço.

Esta avaliação da capacidade em Gwalior ocorreram após os testes na Espanha e na Rússia em julho, após a proposta ter sido re-emitida em setembro de 2010, nove meses após um contrato semelhante para duas aeronaves tanques MRTT avaliados em cerca de US$ 1,06 bilhão ter sido encerrado.

A Boeing dos EUA, que também tinha sido incluída na solicitação de proposta em setembro de 2010, optou por não concorrer no novo concurso.

A Força Aérea da Índia já opera seis aeronaves de reabastecimento aéreo Il-78 Midas. (Foto: IAF)

A exigência da Força Aérea da Índia – que precisa desesperadamente de reabastecimento aéreo na sua avançada tarefa regional – é que o ministro da Defesa AK Antony não cancele o negócio MRTT após objeções do Ministério das Finanças que o custo do A330 é “excessivamente” alto e por isso foi sumariamente rejeitado.

No momento Antony sustentou que o Ministério da Defesa enviou o contrato de aviões tanques para o Ministério das Finanças três vezes para liberação, mas sem sucesso.

Antony declarou que o Ministério das Finanças havia declarado categoricamente que não apoiaria a compra do MRTT no Comitê do Gabinete de Segurança cuja depuração era obrigatória antes da aquisição.

Na época, o Ministério das Finanças havia afirmado que, desde que a Força Aérea da Índia já estava operando uma frota de IL-78, uma ordem adicional para esta plataforma mais barata era a preferência.

Em sucessivas edições de Procedimentos de Aquisições em Defesa da Índia só lance mais baixo – ou L1 – é considerado aceitável para compra. Mas ao pressionar sua preferência pelo A330, a Força Aérea da Índia acredita-se que tenha argumentado que o custo do ciclo de vida das aeronaves da Airbus não tinham sido consideradas, tornando elas mais competitivas num longo prazo.

O ex-Chefe da Força Aérea, Marechal Fali H Major também tinha publicamente declarado há vários anos que o A330 MRTT teve “pontuações acima do Il-78″, mas que a decisão de aquisição final seria do governo.

Major também admitiu que o IL-78 em fase de avaliação falhou em cumprir as exigências da Força Aérea da Índia. A Força Aérea da Índia sustentou que a aeronave A330 MRTT não era apenas tecnologicamente superior ao Il-78, mas também mais eficiente no consumo de combustível.

Além disso, muitos de seus sistemas poderiam ser revisados localmente já que várias linhas aéreas domésticas operavam vários modelos Airbus, reduzindo o seu custo a longo prazo.

Ao optar pelos A330 MRTTs a Força Aérea da Índia pode também expressar o seu descontentamento de longa data com equipamentos russos e tentando diversificar seus equipamentos predominantemente soviéticos e russos. Fontes oficiais indicaram que os custos de ciclo de vida seriam considerado em relação à nova proposta MRTT que levaria pelo menos dois anos se não mais para concluir as negociações de preços a seguir.

A exigência da Força Aérea da Índia para novas aeronaves de reabastecimento aéreo é urgente, uma vez que está adquirindo entre 200-300 aviões de combate adicionais ao longo das próximas duas décadas.

Fonte: Rediff.com – Tradução: Cavok

 

Helibras divulga chegada de mais uma aeronave EC 725 ao Brasil e andamento da nova fábrica

A mais nova unidade do EC725 que chegou ao Brasil e que deve inaugurar a linha de montagem em Minas Gerais. (Foto: Helibras)

Mais uma unidade do EC725 – helicóptero militar que a Helibras vai produzir para as Forças Armadas brasileiras – chegou esta semana ao país. Produzido em Marignane, na França, veio de navio até o porto de Sepetiba, RJ.

Trata-se da quarta unidade dentre as 50 contratadas pela Marinha, Exército e Aeronáutica para entrega até 2020, com produção local e 50% de nacionalização.

As três primeiras, produzidas na França, foram entregues em dezembro de 2010. Este quarto helicóptero, produzido, testado e voado na França, será utilizado como plataforma de integração de sistemas e desenvolvimento das versões operacionais, de responsabilidade da Helibras.

Também já está no país o conjunto de partes e peças daquela que será a primeira unidade a inaugurar a linha de produção brasileira do modelo EC725, em Itajubá (MG), e a 17ª a ser entregue para as Forças Armadas.

Outras partes, componentes e sistemas para esta mesma aeronave serão produzidos por fornecedores brasileiros, e permitirão a adequação dos processos para o pleno funcionamento da linha de montagem da nova fábrica.

“Embora seja uma operação de alta complexidade, estamos cumprindo cada etapa do contrato com o Ministério da Defesa rigorosamente dentro dos prazos estabelecidos. Com isso, vamos avançando, a cada dia, com a transferência de tecnologia e no desenvolvimento de fornecedores e mão-de-obra brasileiros, tornando realidade o sonho de produzir uma aeronave de grande porte no Brasil”, afirma Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.

Ao mesmo tempo em que a estrutura necessária à produção dos EC725 com 50% de conteúdo nacional vai sendo implantada, a Helibras segue com o cronograma de entrega das demais unidades.

Em 2012 outros quatro helicópteros serão entregues para o Governo brasileiro, sendo um para cada uma das Forças e outro para uso da Presidência da República.

Eduardo Marson, presidente da Helibras, comenta que o helicóptero que acaba de chegar ao país permite implantar e desenvolver os conteúdos nacionais. (Foto : Helibras)

“Estes helicópteros continuam chegando já prontos para cumprirmos os prazos contratuais estabelecidos com as Forças Armadas. Além disso, a produção dessas unidades está sendo utilizada também para o treinamento “on the job training” de 96 técnicos e engenheiros brasileiros, que depois compartilharão o conhecimento adquirido com a equipe local para a produção dos helicópteros aqui no Brasil”, esclarece Marson.

“Com o helicóptero que acaba de chegar ao país avançamos na implantação e desenvolvimento dos conteúdos nacionais, que farão parte de todas as unidades a serem entregues a partir de 2014. Sempre, vale destacar, com o acompanhamento e treinamento por parte dos clientes militares, o que garante o domínio e o conhecimento das tecnologias utilizadas nas aeronaves pelo Governo brasileiro”, completa Eduardo Marson.

Construção da nova fábrica entra na reta final

O novo prédio que está sendo construído em Itajubá. (Foto: Helibras)

Com mais de 200 operários trabalhando em dois turnos, já está concluída a construção das novas instalações para a fabricação dos helicópteros militares EC725, na cidade de Itajubá (MG), distribuídas por 12.700 m² da área principal e 14.400 m² de área de piso externo.

Foram 10 meses de obras e consumidas 175 toneladas de cimento, 1.000 toneladas de aço na fundação, superestrutura e estrutura metálica e 19.000 toneladas de concreto – levados por 1.142 viagens de caminhões.

Também foram servidas 50.000 refeições nos restaurantes da região para atender aos trabalhadores envolvidos com desta obra.

“Neste momento, estamos fechando as novas instalações e já iniciando a fase de acabamento. A expectativa é que em fevereiro a empreiteira nos entregue os prédios para que em março possamos iniciar as operações”, explica Carlos Moraes, gerente de infraestrutura da Helibras

Os demais prédios de apoio também estão em estágio avançado de construção. A instalação que vai acomodar os produtos inflamáveis está concluída e os prédios de TI e de pintura estarão concluídos ao longo do primeiro semestre de 2012.

O prédio do banco de testes, um dos principais para o início das operações do novo complexo também está pronto. E já foi homologado pela Eurocopter.

O banco de testes também entrará em operação em março de 2012 com o teste da caixa de transmissão principal dos primeiros equipamentos que irão ser fabricados no Brasil.

Outras obras auxiliares desenvolvidas, como ampliação da área de restaurante para abrigar os mais de 600 empregados da Helibras em 2012 também já estão concluídas. Elas já foram desenvolvidas prevendo a movimentação de mais de 1.000 pessoas por dia, que é o número estimado de trabalhadores até 2015.

“Estamos cumprindo integralmente o cronograma de obras para início da fabricação de mais um modelo de helicóptero em Itajubá. Isso está permitindo avançarmos, ao mesmo tempo, com os demais programas de capacitação tecnológica da Helibras, para que, até 2020, sejamos um dos pilares de produção da Eurocopter e capazes de conceber e projetar um helicóptero aqui no Brasil”, afirma Eduardo Marson Ferreira, presidente da empresa.

 

Hawker Beechcraft comenta vitória do Super Tucano na competição LAS da USAF

Publicado em 03/01/2012 por em Militar

A Hawker Beechcraft ainda luta para tentar parar o processo do programa de Aeronave de Apoio Leve (LAS) da USAF. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft teve conhecimento durante a conferência de status inicial nesta semana no Tribunal de Ações Federais de que a Força Aérea dos EUA entregou o contrato de Light Air Support (LAS) para a empresa Sierra Nevada Corporation e a fabricante brasileira Embraer na semana passada.

Durante a audiência, o governo revelou que o contrato aparentemente foi definido no dia 22 de dezembro de 2011, pouco depois do Government Accountability Office recusar-se a revisar o protesto da Hawker Beechcraft contra a sua exclusão da competição LAS. Por normas federais, as agências federais devem geralmente realizar um anúncio público do vencedor do contrato até às 17:00hs no dia da premiação.

“Este é mais um exemplo da falta de transparência da Força Aérea dos EUA em toda esta competição”, disse Bill Boisture, presidente e CEO da Hawker Beechcraft. “Com este ocorrido, agora parece ainda mais claro que a Força Aérea pretendia entregar o contrato à Embraer desde o início deste processo.”

Durante a audiência no dia 28 de dezembro, a Hawker Beechcraft solicitou que o tribunal concedesse uma liminar para impedir que a Força Aérea avançasse no processo de contrato. O tribunal concordou em estabelecer um cronograma acelerado para briefings sobre a ordem de restrição temporária e os méritos legais do caso. A decisão sobre o pedido da Hawker Beechcraft para uma ordem de restrição temporária está sendo esperado para ocorrer até o dia 11 de janeiro.

A empresa ainda não tem as razões concretas por ter sido excluída da competição com sua aeronave Beechcraft AT-6, tendo sido negado a explicação por parte da Força Aérea dos EUA em duas ocasiões. O contrato LAS em andamento está beneficiando uma empresa fora dos EUA, e está avaliado em quase US$ 1 bilhão com dinheiro do contribuinte.

O AT-6 é uma aeronave de ataque leve de classe mundial, que teve a capacidade avaliada e comprovada através de um programa de avaliação plurianual, financiado pelo Congresso e liderado pela Guarda Aérea Nacional. A Hawker Beechcraft e seus parceiros industriais trabalharam em estreita colaboração com a Força Aérea por dois anos para desenvolver os parâmetros para a competição LAS e investiu mais de US$ 100 milhões se preparando para cumprir os requisitos específicos da Força Aérea para uma aeronave de ataque leve.

Os benefícios do AT-6 superam o solicitado para a competição, incluindo os seguintes importante fatores:

  • O AT-6 é projetado e fabricado nos EUA para ser usado pelos EUA e seus aliados.
  • Manter este contrato nos EUA ajuda a preservar cerca de 1.400 empregos domésticos em 181 empresas em 39 estados.
  • O AT-6 baseia seu projeto numa estrutura do avião de treinamento número um no mundo, o Beechcraft T-6. A empresa já construiu mais de 725 aviões T-6, que são usados ??para treinar todos os pilotos militares de asa fixa nos Estados Unidos e que são operados com sucesso por seis forças aéreas aliadas ao redor do mundo. A graduação para o avião de ataque leve AT-6 seria uma progressão natural.
  • O AT-6 é a soma dos comprovados sistemas da Força Aérea T-6, A-10C e MC-12W com seus conjunto de sensores, que oferecem ao Departamento de Defesa uma eficiência em logística e custos que nenhuma outra aeronave na competição pode igualar.
  • As armas e sistemas de aviônicos incluídos no AT-6 são familiares aos aliados da OTAN e tem se mostrado eficazes em muitos continentes e em outras aeronaves da OTAN.

Fonte: Hawker Beechcraft Company – Tradução: Cavok

 

Elbit Systems vende mais um UAV Hermes 900 para cliente nas Américas

A Elbit vendeu mais um UAV Hermes 900 para um cliente não identificado nas Américas. (Foto: Elbit Systems)

A Elbit Systems ganhou um contrato de US$ 50 milhões para fornecer o seu veículo aéreo não tripulado (UAV) Hermes 900 para um país das Américas. A empresa não revelou o nome do cliente, que irá utilizar o UAV para missões de segurança de fronteira. A entrega será feita durante 2012.

O multi-missão Hermes 900 é uma atualização do Hermes 450 da Elbit Systems, a espinha dorsal das operações de UAV das Forças de Defesa de Israel, e que também é usado pelos militares em todo o mundo. O Hermes 900 pode alcançar uma altitude de 30.000 pés, e tem mais resistência e maior capacidade de carga do que o Hermes 450. O sistema Hermes 900 inclui uma Estações de Controle Universal no Solo (UGCS), sistema de sensores El-Op DCoMPASS e sistemas de comunicações via satélite. Ambos os UAVs utilizam os mesmos sistemas de controle no solo.

O gerente geral da Divisão de UAS da Elbit Systems, Elad Aharonson, disse: “Estamos muito orgulhosos de que mais um cliente escolheu o Hermes 900, seguindo as encomendas feitas pelas Forças de Defesa de Israel e do Chile.” Ele acrescentou que o novo UAV é usado para missões de inteligência, bem como em missões de segurança e de controle de fronteira.”

 

Helicóptero não tripulado K-MAX realiza primeira missão de ressuprimento em combate no Afeganistão

O helicóptero não-tripulado K-MAX realiza sua primeira missão de ressuprimento durante operação no Afeganistão. (Foto: NAVAIR)

Uma nova era na aviação não tripulada começou no início deste mês, quando o 1º Esquadrão de Veículos Aéreos Não Tripulados dos Fuzileiros Navais dos EUA operou um helicóptero não tripulado K-MAX durante seu vôo histórico de 90 minutos histórico, no dia 17 de dezembro. Durante seu vôo inaugural, o K-MAX com sucesso entregou cerca de 3.500 quilos de alimentos e suprimentos para as tropas numa base de operações avançadas no Afeganistão, sem risco para os pilotos.

O K-MAX é o primeiro helicóptero não tripulado do U.S. Marine Corps projetado para o reabastecimento de tropas em locais remotos. Saiba mais sobre a operação aqui.

 

Vendas de caças dos EUA disparam em época de campanha presidencial

Publicado em 03/01/2012 por em Militar

A venda de 84 caças F-15SA para Real Força Aérea da Arábia Saudita foi a maior venda única militar já feita pelos EUA, e ngloba ainda a modernização de outros 70 caças F-15. (Foto: Chief Master Sgt. Gary Emery / U.S. Air Force)

O crescimento de compras do Oriente Médio de jatos de combate EUA será um ponto brilhante no que está sendo esperado como uma economia lenta em 2012, possivelmente pagando os dividendos da aposta do presidente Barack Obama para um segundo mandato.

Dentre os beneficiários dessas compras incluem a Lockheed Martin e a Boeing, cujos respectivos caças F-16 e F-15 que estão em produção estão sendo mantidas com vendas do governo dos EUA no Iraque, Arábia Saudita e Omã, entre outros ricos negócios militares anunciados nas últimas semanas.

Essas vendas externas devem ajudar a compensar os cortes esperados em compras de grande valor pelo Departamento de Defesa, que está definido para diminuir em pelo menos US$ 450 bilhões em financiamento anteriormente projetado até 2021 como parte de um esforço de redução do déficit. Os cortes adicionais, totalizando mais US$ 500 bilhões a US$ 600 bilhões durante o mesmo período estão programados para ocorrer no ano que vem, a menos que um novo plano de redução do déficit seja adotado pelo Congresso.

As vendas de caças, mísseis e outras armas avançadas dos EUA irá ajudar a oferecer postos de trabalho enquanto os Estados Unidos caminham para uma campanha eleitoral que deve se concentrar na economia doméstica. Essa economia vem crescendo a apenas metade do ritmo necessário para colocar a taxa de desemprego para baixo de 8,6 por cento, um problema para Obama sendo ele o titular.

A administração Obama anunciou na semana passada que havia concluído uma venda de US$ 29,4 bilhões de caças Boeing F-15 para a Arábia Saudita, superando as vendas anteriores de armas dos EUA e apoiando os empregos através de crescentes exportações.

As entregas dos 84 dos mais avançados caças F-15 estão previstas para começar em 2015 com atualizações para outras 70 aeronaves previstas para começar em 2014, disse a administração. O congresso tinha cancelado a venda no outono de 2010, preparando o terreno para as negociações recém-concluídas no contrato entre os dois governos.

Josh Earnest, porta-voz da Casa Branca, disse que o acordo é retratado como o apoio a defesa aérea saudita numa região abalada pelo polêmico programa nuclear do Irã, bem como para apoiar mais de 50.000 empregos nos EUA num momento de elevado desemprego.

O acordo foi assinado no dia 24 de dezembro e revelado pela Casa Branca na quinta-feira, no Havaí, onde Obama está de férias.

O programa envolve cerca de 600 fornecedores em 44 dos 50 estados dos EUA e oferece à economia norte americana um impulso de 3,5 bilhões dólares anuais, disse o secretário de Estado adjunto para Assuntos Político-Militares Andrew Shapiro, durante uma coletiva do Departamento de Estado.

“Isso vai apoiar o emprego, não só no setor aeroespacial, mas também na nossa base de fabricação e cadeia de fornecedores, que são cruciais para sustentar a nossa defesa nacional”, disse ele.

O negócio vale cerca de três vezes mais do que qualquer outra única venda de armas dos EUA até hoje, de acordo com um relatório do dia 10 de março do Serviço de Pesquisa Congressional apartidário entre os laços EUA-Arábia Saudita, escrito por Christopher Blanchard.

A linha de produção dos F-15 da Boeing se estenderá por cerca de cinco anos, até o final desta década, disse Dennis Muilenburg, chefe dos negócios militares, espaciais e de segurança da Boeing.

“Ter essa linha de produção aberta nos dá a base para investir em avanços tecnológicos para que essa plataforma siga em frente”, disse ele. “Obviamente, isso cria um grande impulso para nós em nosso crescimento internacional”.

Novas encomendas de F-16

O Iraque confirmou a compra de 18 caças F-16IQ e solicitou a compra de mais 18.

Os trabalhadores na linha de produção do caça F-16 da Lockheed Martin, em Fort Worth, Texas, também receberam uma boa notícia para as suas perspectivas de emprego. O Departamento de Defesa concedeu a Lockheed um contrato de US$ 600 milhões no dia 14 de dezembro para construir 12 caças F-16 para Omã, a segunda encomenda da empresa em duas semanas.

A Lockheed havia recebido um contrato de US$ 835 milhões do Pentágono no dia 5 de dezembro para construir 18 jatos F-16C/Ds para o Iraque. Apenas poucos meses antes, a empresa, número 1 no fornecimento de armas para o Pentágono, tinha avisado que teria que começar a fechar sua base de fornecedores no final do ano devido a falta de novos pedidos de F-16.

Em cima dos contratos com o Iraque e Omã, a administração Obama disse ao Congresso dos EUA em 12 de dezembro que ele estava propondo vender ao Iraque mais 18 caças F-16, munições e equipamentos avançados relacionados avaliados em cerca de US$ 2,3 bilhões. Analistas questionaram se a adição de armas dos EUA para o Iraque poderia aumentar as tensões na área cada vez maior desde que os EUA haviam completado a retirada das tropas no mês passado.

Os aviões de combate não são os únicos negócios ricos, que mantém os postos de trabalho, que levam a uma conclusão da administração Obama, enquanto o presidente se prepara para balançar mais para o modo da campanha. Na sexta-feira, o Departamento de Defesa disse que os Estados Unidos chegaram a um acordo de US$ 3,5 bilhões para fornecer um avançado sistema de intercepção antimísseis para os Emiratos Árabes Unidos.

O Congresso dos EUA havia sido notificado da proposta de venda do sistema da Lockheed Martin – conhecido como Theater High Altitude Area Defense (THAAD) – em setembro de 2008 pela administração do ex-presidente George W. Bush.

Nada de vendas de novos F-16 para Taiwan

Taiwan terá que se contentar em modernizar seus 145 caças F-16A/Bs ao invés de receber novos caças F-16C/Ds. (Foto: Staff Sgt. Michael B. Keller / U.S. Air Force)

A Lockheed e os seus apoiantes haviam procurado jogar no campo eleitoral ao tentar atender o pedido de Taiwan, apesar das objeções da China, para 66 caças novos F-16C/Ds avaliados em mais de US$ 8 bilhões.

Empurrando a venda para outubro, Rupert Hammond-Chambers, presidente do Conselho Empresarial dos EUA em Taiwan, um grupo comercial que inclui a Lockheed, escreveu que os empregos associados aos F-16 “poderiam ter um importante impacto positivo nas comunidades locais em todo o país – especialmente na Califórnia, Connecticut, Florida, Maryland, Ohio, Texas e Utah,” possíveis estados que balançariam a campanha eleitoral.

Mas o governo Obama, aparentemente num esforço para aceitar a solicitação de Pequim, não está disposto a atender esse pedido de Taiwan. Em vez disso, o presidente ofereceu um upgrade de US$ 5,3 bilhões para 145 jatos F-16A/Bs existentes em Taiwan.

O caça F-16 desempenhou um papel numa eleição anterior nos EUA. George H.W. Bush anunciou durante a campanha presidencial de 1992 que ele iria vender 150 caças F-16A/Bs para Taiwan. Ele sinalizou a intenção de fazê-lo durante um comício na fábrica da General Dynamics Corp, e em seguida produzi-los no Texas, onde os trabalhos estavam em perigo.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

 

Helibras inicia nacionalização do EC 725

Os helicópteros EC 725 serão fabricados pela Helibras em Minas Gerais.

A Toyo Matic, empresa brasileira especializada em usinagem de peças complexas, produziu a primeira peça crítica do helicóptero EC 725, versão mais recente da família Super Puma/Cougar, que será fabricado no Brasil para as Forças Armadas Brasileiras. Trata-se do punho que segura as pás na cabeça do rotor do helicóptero, feito em material de titânio.

O desenvolvimento da peça no Brasil, segundo o presidente da Helibras, Eduardo Marson, marca o início do processo de nacionalização gradual do helicóptero, que prevê 50% de conteúdo nacional até 2020. “A Eurocopter [empresa do grupo controlador da Helibras] está transferindo tecnologia e capacitação ainda não disponíveis no mercado brasileiro, em áreas como materiais estruturais compostos, sistemas aviônicos e integração dos sistemas de armamento do helicóptero”, informou. O desenvolvimento da primeira peça levou dois anos, e contou com o suporte técnico da Eurocopter.

Outra empresa que integra o processo de absorção de tecnologia do EC 725, a Inbra Aerospace, de Mauá (SP), está desenvolvendo a parte de capôs e carenagens do cone de cauda e estrutura intermediária em material composto. Em São José dos Campos, a Akaer foi selecionada para fazer projetos de engenharia na integração e instalação de sistemas mecânicos e elétricos do helicóptero.

O presidente da Helibras diz que a seleção das empresas parceiras locais ainda não está concluída e destaca que o processo não se aplica apenas ao EC 725. “Nosso objetivo é integrar os fornecedores locais à cadeia global de fornecimento da Eurocopter”. Até o momento, 14 empresas brasileiras já se integraram ao projeto do EC 725 e participarão do fornecimento de mais de 150 partes e peças da aeronave.

Dos 50 helicópteros contratados, três foram entregues em dezembro de 2010. O quarto helicóptero, que chegou na semana passada ao Brasil, será utilizado como plataforma de integração de sistemas e desenvolvimento das versões operacionais, a cargo da Helibras. A empresa também recebeu o conjunto de partes e peças do helicóptero de número 17, que irá inaugurar a linha de produção do modelo EC 725, em Itajubá (MG).

Nos últimos 12 meses, a Helibras contratou mais de 50 engenheiros para trabalhar no desenvolvimento da engenharia de integração de sistemas dos novos helicópteros. Segundo Marson, cerca de 100 engenheiros e técnicos deverão ser treinados nas instalações da Eurocopter na França em 2012.

A Helibras também vem tentando acelerar o crescimento dos cursos universitários e técnicos de Aeronáutica e tecnologia aeroespacial no Brasil, fundamental para viabilizar o processo de transferência tecnológica em helicópteros. Em outubro, entidades federais e mineiras de fomento e pesquisa assinaram convênio para o financiamento do projeto de um Centro de Tecnologia de Helicópteros (CTH) em Itajubá.

A Helibras também está duplicando sua fábrica de Itajubá e contratando novos funcionários. Nos últimos dois anos, o quadro de empregados aumentou de 290 para 600 e a previsão é que atinja 1000 até 2015. Segundo Marson isso é fundamental para cumprir os programas como o da modernização dos modelos Pantera e Esquilo do Exército, e para o crescimento da oferta de serviços em todas as regiões do Brasil. Na semana passada a FAB assinou contrato de suporte logístico da frota de EC 725 para as Forças Armadas, a avaliado em R$ 149 milhões.

Previstas para serem entregue no próximo mês, as novas instalações de fabricação dos EC 725 tiveram investimento de R$ 420 milhões. O contrato dos 50 helicópteros das Forças Armadas está avaliado em € 1,8 bilhão.

O prédio do banco de testes, um dos principais para o início das operações do novo complexo, está pronto e vai permitir criar um polo de manutenção, reparo e revisão completa de helicópteros no Brasil. “Também estamos ampliando a área de serviços e suporte ao cliente, que já responde por 27% da receita. Nosso objetivo é que esse segmento represente 50% dentro de três anos”.

A Helibrás quer aproveitar sua nova capacidade de produção para fornecer o EC 225, uma versão civil do EC 725, para os mercados offshore regional e de segurança pública. “A Helibras vai se tornar uma exportadora estratégica na América Latina e outros países onde o Brasil possui vantagens geopolíticas e econômicas, vendendo produtos e serviços a preços melhores do que os que a Eurocopter poderia conseguir”, afirmou.

A Helibras fechou o ano com entrega de 33 aeronaves e 35 vendidas. Em 2010, as entregas somaram 42. A diferença para este ano, segundo Marson, se deve ao efeito pós-crise, que provocou um acúmulo de demanda reprimida. A Helibras lidera o mercado brasileiro de helicópteros a turbina, com participação de 53% e mais de 550 aeronaves em operação no país.

Fonte: Virginia Silveira – Valor Econômico, via NOTIMP

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
Aumentando a “realidade” do seu simulador com o A-29 Super Tucano e o Track IR
Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

Virtual Marcelo Magalhães
Um Boeing 707 voando há mais de 50 anos
Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

Virtual Oswaldo Claro
Sempre alerta
Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

Notice: Undefined offset: 0 in /home/content/05/8942405/html/blog/wp-content/themes/ifeaturepro/core/actions/twitterbar-actions.php on line 90

No tweets to display