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Caça F-35C atinge a marca de 100 voos de testes

Publicado em 06/12/2011 por em Militar

A aeronave F-35C "CF-01" decola para seu voo de teste de número 100 na Base Aérea de Patuxent River, Maryland. (Foto: Lockheed Martin)

O primeiro caça Lockheed F-35C Lightning II, a variante embarcada em porta-aviões, no último dia 29 de novembro decolou para seu 100º voo de teste com o piloto do U.S. Marine Corps tenente-coronel Matthew Taylor nos controles. Em 2011, a força de testes integrados F-35 concluiu os testes de defletores de gases do escapamento e dos lançamentos com catapultas.

Em 2012, a equipe vai continuar testando a adequação do caça no porta-aviões com os testes embarcados previstos para ocorrer em 2013.

 

Beriev entrega última aeronave Tu-142ME modernizada para Marinha da Índia

Publicado em 06/12/2011 por em Militar

A Beriev entregou no dia 5 de dezembro a última aeronave Tu-142ME modernizada para Marinha da Índia. (Foto: Ministério de Defesa da Índia)

A Beriev Aircraft anunciou no dia 5 de dezembro que concluiu uma grande reforma dos últimos oito aviões de combate anti-submarino Tu-142ME Bear-F da Força Aérea Indiana. Em adicional aos trabalhos de manutenção, as aeronaves passaram por um serviço de programas de extensão da vida, incluindo algumas atualização de equipamentos, que deve manter eles em serviço até 2020.

A aeronave Tupolev Tu-142ME Bear-F "IN312", da Marinha da Índia, se prepara para decolar na unidade de Beriev em Taganrog, no dia 5 de dezembro. (Foto: Beriev)

A aeronave final, IN312, já completou todas os testes necessários de vôo após a conclusão do trabalho e foi formalmente entregue para a Marinha da Índia, nas instalações da Beriev, em Taganrog. Foi então levado de volta à Índia, para ser reintegrado no Esquadrão Naval 312 “Albatross” da Marinha da Índia, na Estação Naval Rajali, em Arrakonam, que opera toda frota de aeronaves Tu-142ME indiana.

As oito aeronaves Tu-142ME foram fabricadas em Taganrog, no final da década de 1980, e foram entregues à Marinha indiana. A parte indiana vem cooperando estreitamente com a Rosoboronexport e a Beriev Aircraft Company nas questões de extensão de vida útil, reparo e revisão.

 

Lockheed recebe contrato para fabricar 18 caças F-16 para Força Aérea do Iraque

Publicado em 06/12/2011 por em Militar

Quatro caças F-16 Block 52, recentemente adquiridos pela Real Força Aérea do Marrocos, durante o voo de entrega em 2010. (Foto: Major Krista DeAngelis / U.S. Air Force)

A Lockheed Martin recebeu um contrato da Força Aérea dos EUA no programa FMS (Foreign Military Sales) no dia 05 de dezembro para a produção de 18 caças multifunção F-16C/D para a Força Aérea iraquiana. O negócio, avaliado em US$ 835 milhões, abrange 12 aeronaves monoplace F-16C e seis do modelo biplace F-16D. Ele também inclui o fornecimento de equipamentos de apoio, o envio de técnicos, apoio logístico e apoio logístico da contratante. A execução do contrato está prevista até 30 de maio de 2018.

A Força Aérea iraquiana estava procurando uma nova aeronave de combate há algum tempo e acabaram por escolher as novas aeronaves F-16 Block 52. No entanto, no dia 14 de fevereiro de 2011, o Governo iraquiano anunciou que estava adiando o acordo para permitir que os fundos alocados para a compra fossem utilizados para programa nacional de ração do país, devido à grave escassez de alimentos. Mais recentemente, o programa começou a avançar mais uma vez, e no dia 26 de setembro, a Carta de Oferta e Aceitação foi assinada entre os Governos iraquiano e dos EUA para a aquisição das 18 aeronaves.

Em antecipação a compra, um acordo já havia sido anunciado no dia 15 de julho de 2010, onde dez pilotos da Força Aérea Iraquiana seriam treinados nos EUA. Isso envolve a formação em aeronaves T-6 Texan II e T-38 Talons, além de uma introdução para o curso de fundamentos de caça, que, na conclusão, vai permitir que se desloquem imediatamente para o treinamento de voo nos F-16.

 

Eurocopter revela o primeiro helicóptero EC725 para Força Aérea da Malásia

O primeiro helicóptero EC725 da Real Força Aérea da Malásia sai da linha de produção da Eurocopter em Marignane. (Foto: Eurocopter)

A linha de produção da Eurocopter finalizou o primeiro helicóptero EC725 para a Real Força Aérea da Malásia, o qual foi mostrado hoje, com uma transmissão de vídeo ao vivo desde Marignane, na França, local da unidade da Eurocopter, e foi passado para a plateia que assistia na Langkawi Maritime & Aerospace Exhibition (LIMA), incluindo o primeiro-ministro da Malásia, Datuk Seri Najib Tun Razak e o ministro da Defesa, Ahmad Zahid Hamidi.

Este é o primeiro de 12 helicópteros EC725s que foram adquiridos pela Malásia para missões de busca e salvamento e utilitárias nos termos de um contrato assinado em 2010. A Eurocopter mantém dentro do cronograma este importante programa de aquisição, com um total de oito helicópteros já em fase de produção – e com a 1ª aeronave prestes a entrar na fase de testes de vôo. A entregas dos EC725 para Malásia vão começar no início do próximo ano e continuar até o começo de 2014.

Como parte do contrato EC725, um acordo para 13 projetos de cooperação estratégica foi assinado – incluindo a integração da indústria da Malásia na cadeia de fornecimento global da Eurocopter, e o desenvolvimento de joint ventures com empresas locais para estabelecer uma instalação de MRO (manutenção, reparo e reforma) no país, um centro de completo de simulador de voo regional dos modelos EC725/EC225, e outras capacidades. A MRO e as instalações do simulador de vôo estão sendo criados em conjunto com o Grupo BOUSTEAD, e todos os 13 projetos de cooperação serão alinhados com as metas da Malásia de melhorar as suas capacidades industriais e de força econômica por meio de transferência de tecnologia e parcerias estratégicas.

 

Resultado Cavok Foto Quiz 14-2 – Hawker Sea Fury

O Hawker Sea Fury (FB-10) particular (C-FGAT). (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

Parabéns a todos acertadores que descobriram a aeronave, o Hawker Sea Fury. A aeronave Sea Fury foi desenvolvida para a Marinha Real Britânica durante a Segunda Guerra Mundial. Desenvolvido como um sucessor do Hawker Typhoon e do Tempest, foi o último caça naval a hélice da Marinha Real, tendo operado até 1953 no Reino Unido, e até 1956, junto a Marinha Real Canadense, um dos maiores operadores do Sea Fury, o qual teve 860 unidades fabricadas. Dentre os operadores também estavam a Austrália, Birmânia, Cuba, Egito, Iraque, Holanda, Marrocos e Paquistão. Várias aeronaves foram preservadas tanto na América do Norte como na Europa, e permanecem em voo em shows aéreos, inclusive com alguns modelos especialmente preparados para as corridas aéreas em Reno, Nevada. Durante a Guerra da Coreia, um Sea Fury da Fleet Air Arm abateu um jato MiG-15, um dos raros casos de uma aeronave a hélice que conseguiu abater um jato durante um combate real. Parabéns aos que participaram, e segue a lista parcial dos primeiros colocados.

Em primeiro lugar, com 11 acertos, Marcelo e Wolfpack. Em segundo, com 10 acertos, Alberto Ferreira. Em terceiro, com 7 acertos, estao o Berna, o JCP e o Vinícius. E depois vem o Kbeca e o Luciano, com 5 acertos. A lista foi conferida, e se alguém tiver dúvida, posso passar mais detalhes.

 

Saab diz que a competição na Índia ainda não acabou para o Gripen

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

O caça Gripen NG, nova geração do caça Gripen C/D, que compete no MMRCA da Índia. (Foto: Saab)

Há celebrações em Linkoping, lar do caça Gripen NG, que fica apenas duas horas de trem de Estocolmo. Na terça-feira, o governo suíço anunciou a seleção do caça Gripen para a Força Aérea da Suíça, afastando os caças Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale Dassault. Se confirmada, a vitória na Suíça (de acordo com a Constituição da Suíça, isso pode até mesmo exigir um referendo nacional) dará um impulso muito necessário para o status da Saab, como fabricante de caça, após o seu caça Gripen ser eliminado em outra competição de alto nível na Índia.

A Índia decidiu de forma diferente, e colocou como finalistas o Typhoon e o Rafale, deixando de fora o Gripen NG na seleção que pretende adquirir 126 aeronaves multimissão de combate médio (MMRCA). Mas, visitando Linkoping, se vê pouco desânimo. Com o Ministério de Defesa da Índia desconfortável com a forma como ele precisará se desdobrar para conseguir os US$ 10,5 bilhões para os caças pesados, o Gripen não está sendo considerado fora da competição MMRCA.

“Não acabou até que acabe”, disse Eddy de la Motte, Diretor de Exportação do Gripen. “Nós temos sido e ainda estamos confiantes de que o Gripen é a combinação perfeita para a Força Aérea da Índia, bem como para a defesa e para a indústria da aviação indiana.”

A Saab também ofereceu uma versão do Gripen naval, o Sea Gripen para Marinha da Índia. (Foto: Saab)

Eddy de la Motte também aponta que o Gripen tem fornecido detalhes de sua versão Sea Gripen (que ainda está sendo desenvolvida), em resposta a um pedido de informações da Marinha indiana.

Executivos em Linkoping todos insistem que o Gripen NG – a versão de nova geração do atual caça JAS39 Gripen D proporcionaria para Índia um caça que possui um valor de aquisição e custo operacional muito menor. Eles dizem que seria um terço do custo do Typhoon e do Rafale, calculado como base a vida operacional.

As instalações da Saab em Linkoping, foram criadas em 1930, quando a Suécia foi incapaz de comprar caças por causa do embargo que precedeu a Segunda Guerra Mundial. Ao longo das oito décadas seguintes, um forte foco em pesquisa e desenvolvimento na indústria aeroespacial – 20 por cento das receitas retornam para pesquisa – tem impulsionado o desenvolvimento de aeronaves campeãs mundiais em Linkoping. Dentre essas estão o Saab-21A, que em 1945 foi a primeira aeronave do mundo com um assento ejetável; o Saab 29 Tunnan, a primeira aeronave com asas enflechadas; e o Viggen, que a Força Aérea da Índia havia selecionado em 1970 como aeronaves de ataque ao solo. Os EUA, furioso com os experimentos nucleares da Índia em Pokhran, vetou o fornecimento dos motores de origem norte americana para a Índia. A Força Aérea da Índia então decidiu comprar o Jaguar em seu lugar.

Hoje, Linkoping está dedicada ao Gripen. Mais de 200 Gripens atualmente voam com cinco forças aéreas – Suécia, África do Sul, Tailândia, República Tcheca e Hungria – e a Suíça será a sexta. O Gripen é também um dos principais (junto com o Rafale) na competição F-X2 da Força Aérea Brasileira, junto também com o F/A-18 Super Hornet.

Mas a Índia exigiu uma aeronave mais capaz do que o atual Gripen D; e a Saab ofereceu o seu caça futuristas Gripen NG, do qual existe apenas um único protótipo.

Alojados num hangar isolado, o Gripen NG é visivelmente maior do que o Gripen D. Os caças Gripen anteriores são caças leves, ágeis, que podem pousar e decolar a partir de 800 metros de trechos de rodovias. Uma capacidade cuidadosamente integrada para ser reabastecido em voo e podendo ser rearmado em apenas 10 minutos depois do pouso, permitem que um pequeno número de Gripen Ds possam voar significativamente mais surtidas que um número de caças com manutenção mais pesada. Mas, junto com a baixa manutenção, a Índia queria um lutador mais pesado, com mais armas e um maior alcance e resistência. Surge então o Gripen NG.

Com tanques externos, a autonomia do Gripen NG é de 4.100 km. (Foto: Saab)

“O NG é essencialmente um Mark III do caça Gripen. O Gripen A/B, um caça leve de 12 toneladas, foi o Mark I. Este subiu para 14 toneladas no Gripen C/D, que pode ser considerado o Mark II. Nosso mais recente desenvolvimento, o Gripen NG, será um lutador médio de 16,5 toneladas”, explica de la Motte.

No peso extra está incluído uma tonelada adicional de combustível. Juntamente com dois pods de 450 litros de combustível nas asas, isso permite que o Gripen NG possa voar por distância de até 4.100 km. Somente com o combustível interno, ele voa 2.500 km. Isso excede o alcance das aeronaves muito maiores, como o Typhoon.

Mover o trem de pouso para as asas, para ampliar os tanques de combustível, também criou espaço para mais dois pontos duros (onde as armas são instaladas). O Gripen NG tem agora dez estações, extraordinário para um caça de 16 toneladas. Voando em combate, normalmente transporta dois mísseis ar-ara IRIS-T nas pontas das asas, que podem derrubar aviões inimigos a 25 km de distância, dois mísseis ar-ar BVR (além do alcance visual) Meteor, preciso e mortal em distância que excedem os 100 km, dois pods de combustível com 900 litros de combustível, três bombas guiadas de precisão GBU-12 para alvos no solo, e um pod de reconhecimento.

Para poder ter todo esse peso, o motor General Eletric F-404 do Gripen D está sendo substituído por um motor avançado F-414, uma atualização que é comum no caça leve Tejas da Índia. Com impulso maior, de 18.000 libras para 22.000 libras, o Gripen NG pode atingir velocidades de super cruzeiro, ou seja, voa em velocidades supersônicas em modo de economia.

Detalhes do cockpit do Gripen. (Foto: Saab) Clique para ampliar.

Mas a força real do NG é no cockpit, que é feito para o prazer de um piloto de caça. Usando a capacidade reconhecida de link de dados da Saab, as informações são apresentadas de vários sensores localizados dentro e fora da aeronave, incluindo satélites. Telas de computador com um terabyte de capacidade descarta informações supérfluas, proporcionando ao piloto somente as informações mais importantes em cada categoria para o piloto. Isto permite que ele se concentre na batalha, ao invés do tratamento da informação.

E, finalmente, o piloto tem um sistema de comunicações via satélite, permitindo que ele se comunique através do globo. Em uma situação delicada – como um ataque que poderia começar, ou escalar para uma guerra, ou mesmo numa missão de ataque nuclear – o piloto pode precisar ter permissão antes de lançar armas. Isso poderia ser feito através do rádio via satélite.

“Durante os ensaios com os indianos, quando o Gripen com sucesso decolou de Leh, o piloto chamou Linkoping via rádio satelital para dizer que estava tudo bem”, disse um dos pilotos do Gripen NG.

Fonte: Business Standard – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

 

Bell recebe cinco encomendas de helicópteros Bell 412 da Indonésia

A Bel recebeu cinco encomendas firmes da Indonésia para seu helicóptero Bell 412EP. (Foto: Bell Helicopters)

A Bell Helicopters recebeu cinco encomendas firmes e duas potenciais encomendas follow-on de helicópteros Bell 412EP da empresa PT Dirgantara Indonesia. Os helicópteros serão entregues a agências do governo indonésio e devem ser entregues até o final do ano, disse a Bell.

“A Bell Helicopter possui uma longa parceria com a PTDI na Indonésia,” disse Larry D. Roberts, vice presidente senior de negócios comerciais da Bell Helicopter. “A venda destes helicópteros faz parte de um projeto de colaboração industrial em andamento entre as duas empresas. Nós acreditamos que nossa parceria continuará a crescer e eventualmente se expandir no futuro.”

A PTDI vai transportá-los para Bandung, na Indonésia, onde os equipamentos locais e de missão específica do cliente serão instalados antes da PTDI entregar as aeronaves para os clientes finais.

A Bell anunciou uma série de upgrades em 2010 para os helicópteros 412 que incluem cockpits no conceito glass e controle eletrônico do motor para aumentar a potência. As modernizações estarão disponíveis para os clientes em 2012.

 

Boeing 747-8 Intercontinental inicia testes pré-entrega com a Lufthansa na Alemanha

Publicado em 05/12/2011 por em Comercial

A segunda aeronave Boeing 747-8 Intercontinental (RC021) que será destinada para a Lufthansa, participa de testes pré-entrega na Alemanha.

A Boeing e a Lufthansa estão iniciando os testes de pré-entrega da nova aeronave de passageiros 747-8 Intercontinental na principal base operacional da Lufthansa, no Aeroporto de Frankfurt, entre os dias 6 e 9 dezembro de 2011. Essa será a primeira visita do 747-8I na Alemanha.

A Lufthansa vai realizar uma série de testes para ajudar a assegurar uma integração harmoniosa do Boeing 747-8 Intercontinental nas operações da companhia aérea. O pessoal de manutenção e engenharia da Lufthansa vão poder ensaiar processos de assistência em escala para o 747-8 Intercontinental dentro das instalações da companhia e nos seus locais no aeroporto.

Além disso, as equipes irão verificar como os seus equipamentos de apoio no solo funcionarão com a nova aeronave. Estas verificações vai ajudar a Lufthansa garantir uma entrada suave em serviço para as tripulações e passageiros no início de 2012, de acordo com a Boeing.

A aeronave está programada para chegar no aeroporto de Frankfurt na tarde tarde do dia 6 de dezembro, após um voo sem escalas de aproximadamente nove horas desde Seattle. Os três pilotos da Lufthansa vão se juntar a dois pilotos da Boeing na tripulação do voo.

Depois de completar os testes, a aeronave partirá de Frankfurt no início da tarde no dia 09 de dezembro, retornando para os EUA.

A aeronave que vai visitar a Alemanha, conhecida pela designação interna da Boeing como RC021, é um dos três que vai operar na frota de teste de voo do 747-8 Intercontinental. Essa aeronave será usada especificamente para testar os sistemas de interior, tais como ar condicionado e aquecimento, a iluminação da cabine e nos sistemas da galley.

Esta aeronave está pintada de branco, com a parte inferior em cinza e a cauda azul – esquema de pintura padrão da Lufthansa, mas sem os logos e adesivos da companhia aérea – e será a quinta aeronave 747-8 Intercontinental entregue para Lufthansa, quando for entregue no terceiro trimestre de 2012.

O primeiro 747-8 Intercontinental destinado para Lufthansa esté em processo de montagem final da unidade da Boeing em Everett, Washington.

A Lufthansa encomendou um total de 20 jatos Boeing 747-8 Intercontinental.

 

Dois primeiros caças Mirage 2000 da Índia partem para modernização na França

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

Os dois primeiros caças Mirage 2000 da Força Aérea da Índia partiram para modernização na França na manhã dessa segunda-feira, dia 5 de dezembro.

O primeiro lote de dois jatos de combate Mirage 2000 da Força Aérea Indiana (IAF) partiu para atualização nas instalações da Thales, a gigante aeroespacial de defesa da França, como parte de um acordo de US$ 1,35 bilhão para a frota de 51 aviões do tipo na Índia.

“Dois aviões – um monoplace e um biplace – decolaram nessa segunda-feira para Base Aérea de Istres, na França, devendo chegar na terça-feira, dia 6 de dezembro, depois de escalas em dois países no golfo e duas paradas na Europa”, disse o diretor da Thales no país, Eric Lenseigne.

“A atualização vai começar imediatamente após a chegada da equipe do projeto, de 22 membros da Força Aérea indiana e da Hindustan Aeronautics Ltd (HAL). Isso é o que chamamos de uma Mid-Life Update (MLU). Levará alguns anos,” disse Lenseigne.

Segundo fontes, os pilotos e alguns membros da equipe não poderiam ter pedido por um caminho melhor de vôo, e destino. Suas escalas foram encaixadas para o Qatar, Egito, Turquia e Grécia, antes de chegar em Istres, na Riviera Francesa, a noroeste de Marselha.

Lenseigne explicou que durante a atualização das duas aeronaves em Istres, uma pequena equipe de especialistas da Thales também deve visitar Bangalore para a atualização de outros dois jatos Mirage 2000 nas instalações da Hindustan Aeronautics.

“As datas de entrega não foram fixadas ainda. Poderia ser a qualquer momento no primeiro semestre de 2013. Tanto em Istres como em Bangalore, também haverá uma transferência simultânea de tecnologia, de modo que as atualizações restantes podem ser feitas pelo lado indiano”, disse ele.

A Índia anunciou um contrato no final de julho com as duas empresas de defesa da França – a Thales e a Dassault – para modernizar a sua frota de 51 jatos de combate Mirage 2000, que foram adquiridos entre 1982 e 1986. Os detalhes sobre o tamanho do negócio não foram divulgados.

Mas funcionários do ministério haviam dito que iriam trabalhar num valor acima de US$ 4 bilhões, se forem considerados outros investimentos, como US$ 500 milhões para uma nova unidade em Bangalore para a Hindustan Aeronautics e US$ 1 bilhão para novas armas e adições relacionadas.

Em Istres, a aeronave vai receber uma atualização de aviônicos, sistemas de combate, eletrônica de capacidade militar, cockpit de visão noturna, sistemas avançados de navegação, sistema de identificação amigo ou inimigo (IFF), radares e as suites guerra.

De acordo com Lenseigne, a Thales também está trabalhando em projetos que realizará como parte dos offsets para modernizar os Mirage 2000. A Índia, como muitos países, pede aos fornecedores de defesa que invistam parte do dinheiro do projeto localmente para componentes fontes ou como investimento.

“Temos em mente cerca de 15 propostas importantes cobrindo o exército, a marinha e a força aérea. Estes são, em grandes áreas de defesa aérea, equipamentos de nova geração para aviões de combate, como sensores e radares marítimos. Nossos parceiros estão sendo selecionados”, acrescentou.

Uma gigante de US$ 16,5 bilhões em mercados de defesa, segurança, aeroespacial e de transportes, a Thales tem hoje 68 mil funcionários em 50 países. Na Índia, iniciou suas operações ao longo de cinco décadas atrás e também tem joint ventures com a Rolta e a Samtel, e um braço de software global em Chennai.

Fonte: Economic Times – Tradução: Cavok

 

Eurocopter demonstra o helicóptero Tiger na LIMA 2011

O helicóptero de combate Tiger da Eurocopter se apresentará em voo durante a LIMA 2011 na Malásia. (Foto: Eurocopter)

A Eurocopter está preparada para enviar uma proposta da sua mais recente geração de helicópteros de ataque Tiger para reforçar a capacidade de defesa da Malásia, quando a empresa apresenta o helicóptero de combate provado em combate durante as demonstrações de vôo que acontecem na Langkawi Maritime & Exhibition Aerospace (LIMA) 2011, na Malásia.

Em um forte sinal de seu compromisso em atender as necessidades operacionais dos setores militar e civil da Malásia, a Eurocopter vai destacar o Tiger e outros membros da sua linha de produtos de helicópteros durante o evento LIMA desta semana no International Exhibition Center Mahsuri. Em particular, o Tiger vai participar na exibição diária de vôo, mostrando as suas capacidades que oferecem exatamente aquilo que a Malásia pretende no seu plano de defesa, se antecipando a um futuro pedido de proposta (RFP) de helicópteros de ataque que o país deve divulgar em breve.

 

Holandeses preocupados com mais atrasos no programa JSF

Publicado em 05/12/2011 por em Militar

A Holanda é uma das nações parceiras do JSF e vai decidir no começo de 2012 a quantidade a ser adquirida do novo caça. (Foto: Lockheed Martin)

Um possível atraso na primeira série dos aviões Joint Strike Fighter não vai necessariamente afetar a entrega dos dois aviões de teste holandeses, segundo o Ministério da Defesa da Holanda. O chefe do programa JSF disse que deve ser abrandado. A Lockheed Martin deverá entregar o primeiro avião de teste da Holanda em agosto de 2012 e a segunda em março de 2013.

O Vice-Almirante da Marinha dos EUA, David Venlet, disse que a produção do oficialmente chamado F-35 Lightning II (Joint Strike Fighter) deve ser diminuída após os testes dos últimos 12 meses terem revelado potenciais rachaduras e pontos fracos na fuselagem do avião de caça.

“A maioria deles são pequenos, mas quando você unir todos eles e empacotá-los e olhar onde eles estão no avião e quão difícil foi para descobrir de comprar o jato, o custo é que asfixia o projeto”, disse o vice-Almirante Venlet.

Ele ressaltou que a segurança e o desempenho não foram comprometidos. As irregularidades significam que partes da estrutura do avião deverão durar menos tempo. O vice-almirante chamou de um erro os primeiros aviões já estarem sendo produzidos, enquanto os modelos ainda estarem sendo testados.

O Pentágono encomendou 30 aviões este ano. O número deve aumentar a cada ano, de modo que até 2017 cerca de 200 aviões serão entregues à Força Aérea dos EUA. Os EUA planeja comprar mais de 2.400 F-35s num custo de 283 bilhões de euros. A Holanda está se preparando para tomar uma decisão final se deseja substituir sua frota de F-16s pelos modernos JSFs depois de 2015.

A congressista do partido trabalhista holandês Angelien Eijsink quer mais clareza sobre um possível atraso. “Há problemas com os sensores e o assento ejetor e eu posso listar mais dez problemas.” Ela disse que já estava ciente dos problemas com a estrutura do avião.

O ministro da Defesa Hans Hillen deve visitar o Pentágono e a Lockheed Martin no próximo ano, quando ele vai descobrir mais sobre os desenvolvimentos. O programa JSF tem sido marcada por atrasos e problemas técnicos.

Fonte: Radio Netherlands – Tradução: Cavok

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
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Histórias da Aviação Comercial

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Asas Antárticas

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