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Força Aérea da Rússia recebe três aviões An-124 modernizados

Publicado em 18/05/2012 por em Militar

Três aviões de transporte pesado An-124 foram modernizados e entregues para Força Aérea da Rússia.

A Força Aérea Russa recebeu três modernizados aviões de transporte super pesado Antonov An-124-100 como parte de um programa de atualização para a sua frota de transporte, disse nessa quinta-feira o porta-voz da Força Aérea, coronel Vladimir Drik.

“A força aérea tem três An-124-100 Ruslans modernizados e mais quatro estão sendo atualizados na fábrica Aviastar Ulyanovsk”, disse ele.

Os principais componentes do programa de modernização para o An-124 é um novo conjunto de aviônicos e sistema de navegação, aumento da autonomia para 5.400 km, e uma estrutura reforçada. A aeronave também irá receber um novo sistema de freio que lhe permite fazer pousos mais curtos em 30 por cento. Ele também irá receber um novo sistema de aviso contra impacto no solo SRPPZ-2000.

“Pretendemos modernizar outra dezena de aeronaves An-124s para o padrão An-124-100M”, disse Drik, acrescentando que o serviço também deve adquirir “até 10 novos aviões de transporte An-124-300 com um aumento na carga para até 150 toneladas.”

A maior aeronave de transporte em serviço militar no mundo, o An-124, é o principal avião de transporte pesado de longo alcance da Rússia, e é capaz de transportar cargas fora do padrão graças ao seu imenso nariz e portas traseiras. Ele também é capaz de aterrissar em pistas de pouso semi-preparadas.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

 

Russian Helicopters apresenta o novo Ka-62

O novo helicóptero Kamov Ka-62 apresentado nessa sexta-feira, dia 18 de maio, na HeliRussia 2012. (Foto: Russian Helicopters)

A Russian Helicopters apresentou hoje o novo helicóptero multimissão médio Ka-62 na 5ª Exposição Internacional de Helicópteros HeliRussia 2012.

Construído através da utilização de novas tecnologias e materiais, o Ka-62 é um projeto de rotor único, com um rotor de cauda fechada e com a estrutura das lâminas e hélice consistindo em mais de 50% de materiais polímeros compósitos. O Ka-62 será produzido na empresa Progress Arsenyev Aviation no Extremo Oriente da Rússia. O primeiro vôo está previsto para agosto de 2013, com a certificação pela Comissão Interestadual de Aviação e as primeiras entregas previstas para 2015. A Russian Helicopters também planeja receber o certificado do tipo pela Agência Europeia da Segurança Aérea (EASA) para o Ka-62.

A versão apresentada hoje pode ser equipada com dois motores Turbomeca Ardiden 3G, fornecendo 1.680 hp. O design modular e o FADEC dual channel tornam o Ardiden 3G altamente confiável e fácil de usar, com o benefício do consumo de combustível excepcionalmente baixo. O helicóptero vai também incluir uma cabine no conceito glass desenvolvida pela empresa Transas baseada em São Petersburgo.

Outras características incluem um rotor de cinco lâminas, um circuito hidráulico secundário, rodas do trem de pouso com eficiência energética, fuselagem reforçada e pontos de fixação na fuselagem e assentos com absorção de choque para a tripulação e passageiros.

O Ka-62 foi concebido para operações de transporte de carga, MEDEVAC e busca e salvamento, e também pode ser utilizado no setor offshore para as empresas de petróleo e gás.

 

Empresa mexicana Interjet pretende aumentar encomenda do jato Sukhoi Superjet 100

Publicado em 18/05/2012 por em Comercial

Uma das aeronaves Sukhoi Superjet 100 em operação com a Aeroflot. (Foto: Artyom Anikeev / Superjet International)

A companhia aérea mexicana Interjet pretende aumentar a sua encomenda de aeronaves regionais Sukhoi Superjet 100 em 20 aviões, conforme anúncio do chefe do conselho de administração de transportes, Miguel Alemán Velasco, que afirmou que o acidente do avião russo na Indonésia não influenciou os planos do conselho. Segundo ele, a companhia deve receber o seu primeiro SSJ 100 em novembro deste ano.

Segundo a agência de notícias Astro, as 20 aeronaves seriam adicionais aos 15 aviões SSJ 100 que a Interjet adquiriu da fabricante russa Sukhoi em janeiro de 2011. A empresa já possui uma opção de compra para adicionais 5 aeronaves.

O custo da transação das 15 aeronaves encomendadas em 2011 está avaliado em US$ 650 milhões. Os principais fatores pelo escolha foram qualidade e preço da aeronave.

O Superjet 100 é um avião de passageiros regional desenvolvido pela Sukhoi em cooperação com empresas norte americanas e europeias, incluindo a Boeing, Snecma, Thales, Messier Dowty, Liebherr Aerospace e Honeywell.

A Sukhoi já recebeu mais de 200 pedidos firmes para os aviões Superjet 100, o qual já recebeu o Certificado de Tipo da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) no início de fevereiro. No México, a aeronave foi certificada em abril desse ano.

 

Tripulações do bombardeiro B-1 fazem história ao empregar JDAMs guiadas a laser

Um bombardeiro B-1B Lancer da Base Aérea de Ellsworth pousa no dia 15 de maio após uma missão que fazia parte do Combat Hammer. (Foto: Airman 1st Class Zachary Hada / U.S. Air Force)

As tripulações dos bombardeiros B-1 Lancer da Base Aérea de Ellsworth, Dakota do Sul, empregaram pela primeira vez as Munições Conjuntas de Ataque Direto guiadas a laser (LJDAMs) contra alvos em movimento durante um programa de exercícios de avaliação do sistema de armas (WSEP) entre os dias 14 e 16 de maio.

As tripulações do 37º e do 34° Esquadrões de Bombardeiros empregaram seis GBU-54 JDAMs a laser contra alvos na Faixa de Teste em Utah, nas proximidades da Base Aérea de Hill, Utah, como parte WSEP ar-solo da Força Aérea dos EUA, conhecido como Combat Hammer.

“O Combat Hammer nos proporcionou a oportunidade única de utilizar armas em cenários do mundo real e avaliar a arma e a inteface das aeronaves com a arma com grande detalhe, devido aos kits de telemetria das armas”, disse o tenente-coronel Stuart Newberry, o comandante do 37° Esquadrão de Bombardeiros. “Esses dados, quando combinados com cenários normalmente indisponíveis para nós, exceto em situações de combate, nos fornece uma oportunidade para validar e refinar nossas táticas, técnicas e procedimentos…, bem como ajustar os planos de formação e as normas de combate.”

O objetivo do exercício foi avaliar a eficácia, facilidade de manutenção, adequação e precisão das munições guiadas e outras armas ar-terras avançadas de precisão. Todo o processo de manuseio de armas foi avaliada do início ao fim durante o Combat Hammer.

O major Michael Ballard, o lider avaliador do bombardeio Combate Hammer, disse que desta vez, o WSEP foi voltado para a avaliação do berço ao compratimento para o LJDAM.

As tripulações no solo preparam um carga de seis GBU-54 LJDAMs para carregar em três bombardeiros B-1. (Foto: Airman 1st Class Zachary Hada / U.S. Air Force)

O LJDAM é uma arma de 500 libras guiado de modo duplo. Está equipado com um buscador laser, o que ajuda na sua capacidade de demonstrar uma precisão notável, e pode ser empregado para envolver ambos os alvos estacionários e móveis em terra.

“Nós não fizemos nada de diferente por causa do WSEP – nosso foco principal é sempre voltado para um carregamento seguro e confiável em primeiro lugar, de cada vez”, disse o sargento. Josué Klotz, o responsável pela de Manutenção e Carga das Aeronaves do 28° Esquadrão NCO. “Nós qualificamos mensalmente as equipes atribuídas em todos os bombardeiros B-1 e as munições são necessárias para completar a proficiência do carregamento a cada mês.”

A liderança estava consciente no processo de seleção das tripulações para o Combat Hammer, garantindo que os aviadores que tinham menos experiência foram colocados com os aviadores experientes.

“Tentamos oferecer uma mistura de experiência durante as missões no Combat Hammer”, disse Newberry. “Todos os tripulantes foram totalmente qualificados, mas é importante permitir que os aviadores jovens – aqueles sem muita experiência – tenham a oportunidade de construir a confiança em suas habilidades e sistema de armas, enquanto eles são supervisionadas por tripulação mais experientes.”

Newberry observou que as tripulações estavam limitadas nas oportunidades de formação com o LJDAM a menos que elas participem de um cenário como o Combat Hammer.

Desde as LJDAMs, nunca havia sido empregado um esquadrão operacional de B-1, e a Base Aérea de Ellsworth foi a primeira a ser avaliada em táticas e procedimentos ao empregar as LJDAMs.

Newberry acrescentou que a equipe Combat Hammer procura continuamente diferentes cenários que poderiam ocorrer durante situações de combate, incluindo o bloqueio do GPS, alvos móveis mais lentos ou mais velozes, e depois tentar reproduzi-los durante as missões.

“Os avaliadores serão capazes de recuperar os dados a partir dos kits de telemetria nas armas e construir uma imagem de como a arma foi ou não foi afetada em vários cenários,” disse Newberry. “Esses dados são inestimáveis para aprimorar e ajustar nossos planos de treinamento.”

A Base Aérea de Ellsworth é o lar de dois dos três esquadrões de combate de B-1 dos EUA e está encarregado das tarefas de implantações envolvendo o B-1. Desde 2007, os B-1s da Base Aérea de Ellsworth foram implantados 12 de cada 18 meses em apoio as missões na área de responsabilidade do Comando Central dos EUA. Além disso, as tripulações de missões da base podem deslocar rapidamente grandes quantidades de armas de precisão e não precisão contra os adversários.

Armstrong disse que a adição das LJDAMs ao arsenal já diversificado do B-1 só vai aumentar a taxa de eficácia já notável da missão que a Base Aérea de Ellsworth teve em operações atuais ao redor do globo.

Texto: Airman 1st Class Hrair H. Palyan, 28th Bomb Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

 

Coreia do Sul pretende adquirir oito novos helicópteros MH-60R Seahawk

A Coreia do Sul está interessada em adquirir oito helicópteros MH-60R Seahawk para guerra anti-submarina. (Foto: U.S. Navy)

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa notificou o Congresso dos EUA nessa quinta-feira de uma possível Venda Militar Estrangeira para o Governo da República da Coreia para oito helicópteros multimissão MH-60R Seahawk, peças associadas, equipamentos, treinamento e apoio logístico, num custo estimado de US$ 1 bilhão.

O Governo da República da Coreia solicitou uma possível venda de oito helicópteros MH-60R Seahawk, 18 motores T-700 GE 401C (16 instalados e 2 de reserva), equipamentos de comunicação, sistemas de guerra eletrônica, equipamentos de apoio, bancadas dos motores de reposição, peças de reposição e reparação, ferramentas e equipamentos de teste, dados técnicos e publicações, formação de pessoal e equipamentos de formação, engenharia contratante, serviços de apoio logístico e técnicos, e outros elementos relacionados à logística e programas de apoio.

O Governo da República da Coreia é uma das principais potências políticas e econômicas na Ásia Oriental e Pacífico Ocidental e um parceiro chave dos Estados Unidos para garantir a paz e a estabilidade na região. É vital para o interesse nacional dos EUA ajudar o aliado coreano no desenvolvimento e manutenção de uma forte e pronta capacidade de auto-defesa, o que contribuirá para um equilíbrio militar aceitável na área. Esta venda proposta é coerente com esses objetivos.

A proposta de venda dos helicópteros MH-60R SeaHawk irá melhorar a capacidade da Coréia do Sul para enfrentar as ameaças inimigas atuais e futuras de guerra Anti-Superfície (ASW). A venda destes helicópteros MH-60R servem para incrementar a interoperabilidade com as forças Navais dos EUA, e adicionar à estabilidade militar da região. A Coreia não terá dificuldade em absorver estes helicópteros em suas forças armadas.

A proposta de venda do sistema e apoio não vai alterar o equilíbrio militar básico na região.

Os principais contratantes serão a Sikorsky Aircraft Corporation, em Stratford, Connecticut; a Lockheed Martin em Owego, New York, e a General Electric, em Lynn, Massachusetts. Não há acordos de compensação propostos em relação a esta potencial venda.

 

Força Aérea da Rússia deve receber lote experimental de caças T-50 até 2013

Publicado em 18/05/2012 por em Militar

Dois caças T-50 (PAK FA) estão atualmente realizando testes em Zhukovsky.

A Força Aérea da Rússia deve receber até 2013 um lote experimental de caças de quinta geração T-50, conforme informou para a publicação Diário da Rússia o assessor do Ministro da Defesa e até pouco tempo comandante da Força Aérea da Rússia, coronel Alexandr Zelin.

Segundo Zelin, o projeto do T-50 avança de acordo com o planejado, com uma terceira aeronave próxima de realizar seu primeiro voo. A Rússia está desenvolvendo o novo caça através da fabricante Sukhoi com o protótipo PAK FA há quase 20 anos. O projeto também conta com a participação da Índia, com seu programa FGFA.

Juntos, os dois países pretendem adquirir mais de 400 unidades do caça, que realizou seu primeiro voo em janeiro de 2010.

 

Força Aérea dos EUA se recusa a adquirir caças F-35B para substituir os A-10

Publicado em 18/05/2012 por em Militar

A USAF não pretende substituir seus jatos A-10 pelos novos F-35B. (Foto: Lockheed Martin)

A Força Aérea dos EUA abandonou a ideia de substituir seus jatos de ataque Fairchild A-10 Thunderbolt II por aviões mais avançados F-35B Lightning II, de decolagem curta e pouso vertical (STOVL). O chefe do Estado-Maior da Força Aérea dos EUA, general Norton Schwartz, afirmou que os F-35B são incapazes de garantir a frequência necessária de voos.

O general continuou que a Força Aérea precisa de um avião capaz de executar rapidamente missões em todo o teatro de operações, e não apenas em algumas operações. Ao mesmo tempo, Schwartz destacou que os F-35B satisfazem plenamente as necessidades da Marinha dos EUA, e deve continuar sua busca de integrar cada vez mais as forças armadas norte americanas, como parte do novo conceito de batalha AirSea do Departamento de defesa dos EUA.

“O F-35B é bem adequado para apoiar a Força Tarefa Aérea Terrestre dos Fuzileiros (MAGTF) em locais muito austeros”, disse o Chefe de Estado Maior General Norton Schwartz, falando num evento organizado pelo Brookings Institution, em Washington, DC. “Mas a realidade é que o cenário não é de alto númeto de surtidas”.

A USAF e a Marinha dos EUA precisam de uma maior taxa de geração de surtidas que o F-35B pode proporcionar, disse Schwartz.

“Nós pensamos que é necessário uma geração alta de surtidas, a fim de fornecer persistência sobre o alvo e envolver a variedade de alvos que possam existir”, disse ele. “Não numa batalha confinada, mas mais numa base do teatro.”

O F-35B é uma aeronave interessante, disse Schwartz. Mas, já que Força Aérea teve um tempo para considerar a variante como um potencial substituto para o A-10, dadas as restrições fiscais que enfrentam os serviços e a necessidade de gerar mais ataques, a USAF não vai comprar o F-35B, disse ele.

As aeronaves A-10 Warthog ainda permanecem sem substitutos na Força Aérea dos EUA. (Foto: Senior Airman Christina D. Ponte / U.S. Air Force)

O aposentado Tenente-General George Trautman, um ex-vice comandante de aviação dos Fuzileiros Navais dos EUA, contesta a afirmação de Schwartz de que o F-35B não pode gerar tantas saídas como as versões A e C.

“O F35B tem uma maior taxa de geração de surrtida entre os três modelos do JSF (Joint Strike Fighter”, disse Trautman. “Pode haver outros motivos pela Força Aérea não querer o B, mas a taxa de surtidas não é um fator.”

Na verdade, o conceito de operações dos fuzileiros depende da variante STOVL, gerando mais ataques de forma mais rápida do que outros modelos do JSF, disse o aposentado Tenente General Emerson Gardner, um ex-aviador naval dos fuzileiros.

Os principais parâmetros de desempenho chave para o F-35 é de uma necessidade maior de taxa de surtidas para o modelo B, pelo menos quatro saídas por dia. Os modelos A e C precisam apenas gerar três saídas por dia.

“Até agora, nos Sistemas de Demonstração e Desenvolvimento (SDD), todas as três variantes estão a caminho de superar seus parâmetros de desempenhi na conclusão do programa SDD”, disse Gardner. “O B está visando atingir cerca de seis missões por dia. A versão A cerca de 3,5 e a C cerca de quatro.”

Já que a USAF não irá considerar a compra do F-35B, o serviço está totalmente empenhado em comprar o seu próprio F-35A de decolagem e pouso convencionais. Os caças furtivos como o F-35 não estão correndo o risco de serem substituídos por aviões de combate não tripulados num futuro próximo, porque essas máquinas ainda não são capazes de voar no espaço aéreo protegido por avançados sistemas integrados de defesa aérea.

“A realidade é que pelo menos na atual geração, um avião pilotado remotamente não pode sobreviver no espaço aéreo contestado”, disse Schwartz.

Os caças furtivos de quinta geração, o bombardeiro Northrop Grumman B-2, o recém divulgado Bomabrdeiro de Ataque de Longo Alcance (LRS-B) da USAF, são os recursos críticos para os militares dos EUA para operar dentro de ambientes anti-accesse/área negada (A2/AD).

Esses tipos de aeronaves “vão nos permitir operar no espaço aéreo fechado e fazer valer o nosso acesso”, disse Schwartz, “que são a base para nosso conceito de batalha AirSea.”

O novo conceito de batalha AirSea, ainda integrando o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e o Exército dos EUA, é impulsionado principalmente pela Marinha e Força Aérea dos EUA. No seu nível mais básico, o conceito exige a integração dos ativos da marinha e força aérea para que as aeronaves, navios, submarinos e meios espaciais das duas forças trabalham juntos, disse o chefe de operações navais da Marinha dos EUA, Almirante Jonathan Greenert.

A USAF pretende seguir com os planos de operar a versão F-35A (na parte de cima da imagem), enquanto os Fuzileiros devem operar a versão F-35B (parte de baixo da imagem. (Foto: F-35)

“Nossos links precisam ser semelhante”, disse Greenert: “Ou minimamente compatíveis.”

Eventualmente, se tudo correr de acordo com a visão da USAF e da USN, o Boeing E-3 Sentry da USAF ou o Northrop Grumman E-2D Hawkeye da USN poderiam facilmente compartilhar uma imagem comum com um cruzador Aegis e caças F-22 ou F/A-18 Boeing ao mesmo tempo.

Os dois serviços já estão trabalhando numa nova geração de link de dados para compartilhar toda essa informação, disse Schwartz. Mas para plataformas legadas existentes, haverá a necessidade de existir “gateways”, como o Battlefield Airborne Comunicações Node (BACN).

Mas há o perigo de sobrecarga de informação. Ao nível da liderança sênior, os comandantes aéreos e marítimos ou comandantes de componentes comuns podem não precisar saber toda a informação detalhada que de outras necessidades. De imediato, poderá haver muitos dados externos, disse Greenert. No futuro, a informação terá de ser filtrado adequadamente.

“Eu não quero tudo o que o comandante do componente aéreo sabe”, disse ele. “Nós já estamos quase sobrecarregados a partir dessa perspectiva de querer compartilhar.”

Fonte: FlightGlobal – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Dica do amigo Wagner. Obrigado ;-)

 

SHOW AÉREO: Os 60 anos da Esquadrilha da Fumaça (105 imagens)

A Esquadrilha da Fumaça comemorou seus 60 anos com uma grande festa em Pirassununga. (Foto: Lucas Dresdi Delcaro / Cavok Brasil Team))

No último final de semana, dos dias 12 e 13 de maio, participamos das festividades dos 60 anos da Esquadrilha da Fumaça, um grande evento realizado na Academia da Força Aérea, em Pirassununga, interior de São Paulo. O show aéreo foi o ponto máximo do dia, aliás, os dois dias foram somente de shows aéreos, contando com as presenças muito esperadas dos caças Super Hornet da Marinha dos EUA, dos Hornets da Força Aérea Canadense e dos Halcones do Chile. Acompanhe conosco as fotos que preparamos para vocês dos dois dias que realmente marcaram a história dos shows aéreos no Brasil, e mostraram como é possível realizar um evento desse tipo no Brasil.

A chuva caiu no sábado de manhã, mas não atrapalhou a apresentação do Super Hornet. (Foto: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

A decolagem do caça norte americano Boeing F/A-18F super Hornet.

O sábado, dia 12 de maio, começou com muita chuva em São Paulo. Apesar de uma previsão otimista de tempo bom pela manhã, a chuva parecia que iria estragar todo evento. Mas, por volta das 10:30, mesmo com chuva e teto baixo, o caça F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA resolveu voar, e o piloto chefe de testes da Boeing, Ricardo Traven, realizou manobras espetaculares com a aeronave com uma condição meteorológica realmente desfavorável para voos de demonstração.

As apresentações eram constantes, incluindo aeronaves Super Tucano, C-105 Amazonas e da esquadrilha Extreme.

A wingwalker Marta Bognar com seu piloto Coronel Crespo, durante uma passagem na aeronave Stearman.

A partir daí, estava aberto oficialmente as demonstrações aéreas do aniversário do EDA. A programação seguiu de forma ininterrupta, mesmo com alguns momentos de chuva e sempre tempo nublado, contando com as apresentações das aeronaves C-105 Amazonas, que lançou paraquedistas; decolagem do Super Tucano; show aéreo da esquadrilha de T-6 da Extreme Produções Aéreas; passagens da wingwalker Marta Bognar com uma bela aeronave Stearman; o preciso voo da esquadrilha Halcones, da Força Aérea do Chile e a belíssima apresentação do CF-18 Demonstration Team, da Força Aérea Canadense.

A decolagem do caça CF-18 Hornet da Força Aérea do Canadá. (Foto: Fernando Valduga / Cavok Brasil Team)

As manobras do CF-18 Hornet fizeram com que a apresentação canadense fosse a melhor do final de semana. (Foto: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

O CF-18 Demonstration Team utiliza um caça CF-18 Hornet da Força Aérea Canadense. Durante o voo, o Capitão Patrick “Paco” Gobeil, um ex piloto dos Snowbirds, a equipe de demonstração do Canadá, realiza uma fantástica apresentação em voo, com o caça especialmente pintado. A pintura desse ano tem o nome de “The True North, Strong and Free” (O Norte Verdadeiro, Forte e Livre). O voo na Academia da Força Aérea foi a primeira apresentação oficial do esquadrão de demonstração canadense com a nova pintura, e o voo de estreia da temporada 2012.

O Hornet canadense apresentava uma pintura especial. (Foto: Fernando Valduga / Cavok Brasil Team)

O Capitão Patrick “Paco” Gobeil mostra a bandeira do Brasil após a sua apresentação. (Foto: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

A oficial de relações públicas, Capitã Holly Anne Brown, sempre muito atenciosa, explicou cada detalhe do caça, incluindo o número 14 e sua presença no Demo Team: No Canadá são 14 etnias e povos diferentes, também são 14 tipos diferentes de flocos de neve (cada um representado no CF-18), além da equipe do CF-18 Demo Team ser de 14 pessoas ao total. Em cada floco de neve do CF-18 havia um desenho diferente, em referência á algo. Por exemplo, um tinha as pontos com desenhos do Canadair CF-114 Tutor que foi um dos principais caças canadenses, já em outro floco de neve tinha um desenho de escaladores escalando cada ponta do floco de neve.

O caça CF-18 é uma das mais importantes aeronaves no Canadá, realizando diversas tarefas.

A capitã ainda disse que o caça CF-18 Hornet é um dos principais vetores canadenses, realizado missões de patrulha, reconhecimento, ataque terrestre, treinamento avançado e o principal que é a superioridade aérea. E complementou dizendo que o CF-18 serve muito bem o Canadá, e que o substituto dele (F-35) também fará o mesmo, um caça multi-função. E que isso seria ótimo para o Brasil caso ele escolhesse o Super Hornet no FX-2.

As aeronaves comerciais da Azul e da Passaredo estiveram presentes no evento.

Na expsoição estática, aeronaves da FAB como o helicóptero H-60L Black Hawk, A-1B, P-3AM, além de um helicóptero Esquilo do Exército Brasileiro.

O evento contou também com a participação de duas aeronaves comerciais, um ERJ-145 da Passaredo, pintado especialmente para os 60 anos da Fumaça, e um Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas, pintado nas cores do Brasil. No solo, diversas aeronaves da FAB, como um P-3AM Orion, o C-105 Amazonas, C-99, helicópteros Puma e Black Hawk, um caça F-5EM e uma aeronave A-1B, além dos diversos T-25 e T-27 da Academia da Força Aérea.

A Esquadrilha da Fumaça como sempre encantou o público.

Mas os anfitriões do evento não podiam deixar passar o dia em branco, e a apresentação da Esquadrilha da Fumaça ocorreu no final da tarde, com as sete aeronaves T-27 desenhando o céu e encantando mais uma vez o público presente, dessa vez com um sabor especial de aniversário.

O CC-130J da Força Aérea Canadense realizou a última apresentação no sábado.

Encerrando o dia, as passagens do CC-130J da Força Aérea Canandense, que taxiou com a bandeira do Brasil tremulando sobre o cockipt, arrancando os aplausos do público. O locutor oficial da Força Aérea Canadense é nascido no Rio Grande do Sul e de certa forma agradeceu o carinho do povo brasileiro, que realmente encantou a equipe canandense.

As crianças se divertiram com os brinquedos do projeto Kero Voar. (Foto: Susana Sampaio / Cavok Brasil Team)

Dentro do hangar uma homenagem a Fernando de Arruda Botelho.

As crianças que estiveram presentes no evento, não foram esquecidas, e um espaço especial foi montado num dos hangares da AFA, contendo pequenos aviões e locais de recreação, onde os baixinhos realmente se divertiram. Um dos projetos, chamado de KeroVoar, foi o que mais chamou a atenção das crianças, e vale a pena a visita ao site: www.kerovoar.com.br. Dentro do hangar do EDA, um Phenom 300 da Embraer, e uma homenagem ao empresário Fernando de Arruda Botelho, que faleceu no final de abril num acidente aéreo.

No sábado a noite foi a oportunidade de fazer essas belíssimas imagens dos caças Hornets e Super Hornets. (Fotos: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

Após o show de sábado, participamos de uma janta com o pessoal da Esquadrilha da Fumaça e seus convidados, e conseguimos conversar com os atuais e ex-fumaceiros sobre diversos assuntos. Ao mesmo tempo, nos preparávamos para um domingo que tinha previsão de mais chuva.

Apresentação do H-60L Black Hawk do 5°/8° Grupo de Aviação da Base Aérea de Santa Maria, o Esquadrão Pantera. (Foto: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

Passagem baixa do Mirage 2000B do 1° GDA. (Foto: Carlos Gabriel Martins / Cavok Brasil Team)

Várias equipes de demonstração realizaram apresentações no final de semana.

No domingo, as apresentações se repetiam: Super Hornet da Marinha dos EUA, com suas turbinas F414 ensurdecendo o público, as manobras espetaculares do CF-18 Demo Team, a precisão dos Halcones, e a Esquadrilha da Fumaça, que realizou duas apresentações no dia. Como surpresa, um Mirage 2000B do 1ºGDA apareceu no evento, e fez duas passagens baixas, mas logo em seguida foi embora.

Coletiva de Imprensa

Durante o meio-dia, a Esquadrilha da Fumaça realizou a coletiva de imprensa, onde as perguntas e dúvidas sobre o esquadrão foram esclarescidas ao público.

Integrantes da Esquadrilha da Fumaça receberam a imprensa para responder perguntas.

A primeira pergunta já esperada era sobre o A-29 Super Tucano no esquadrão. A resposta oficial dada pela Esquadrilha, pelo Fumaça #1, o Tenente Coronel Aviador Esteves foi que “a fumaça realizou em Fevereiro testes com o Super Tucano no Recife, e que os testes foram satisfatórios, mas o avião está passando por outras avaliações, não existindo um prazo para o A-29 vestir as cores da Fumaça”. O Cavok Brasil, em abril, divulgou a informação das chegadas das aeronaves este ano, através de uma fonte junto a FAB. A notícia ainda não está oficializada pelo CECOMSAER, que disse aguardar uma confirmação de Brasília sobre o envio das aeronaves A-29 ao esquadrão de demonstração aérea. Ao que tudo indica, serão novas aeronaves, de um lote que ainda está sendo fabricado para FAB. Mas caso o Comando da Aeronáutica não confirme o Super Tucano, a Fumaça estaria sem opções num curto prazo. Portanto, com a informação da avaliação positiva por parte do esquadrão, e a não existência de outra solução, confirma a informação recebida durante a FIDAE 2012. Vamos então aguardar a Aeronáutica confirmar a notícia.

Também uma questão levantada pelo jornalistas era se o Super Tucano estaria apto para realizar a manobra “Lancevack” que foi tirada da lista de manobras da Fumaça em 1998, após um acidente em 96 que quebrou uma pá da hélice do T-27. Essa manobra exige muita força no motor e a Embraer efetuou testes e concluiu que não é segura no Tucano. Porém, segundo o Tenente Esteves, o A29 está inicialmente pronto para essa manobra, ainda faltando alguns testes, e se tudo correr bem, não há motivo para que a manobra não volte a ser realizada pelo Esquadrão, já que o Major Caldas realizou a manobra num A-29 em Recife, durante a avaliação do novo avião.

O Cavok Brasil perguntou sobre a possibilidade da Esquadrilha adotar um avião de apoio próprio, pois segundo o SO Loureiro, a Força Aérea Brasileira sempre ajuda o Esquadrão dispobinilizando um Bandeirante, Amazonas ou um Hércules para apoio lógistico. Mas como a Esquadrilha normalmente faz deslocamentos curtos, nem sempre é necessário um avião para os equipamentos. Apenas para os deslocamentos internacionais que é totalmente necessário uma aeronave de apoio.

Ainda segundo Loureiro, com possível vinda do Super Tucano para o esquadrão, essa possibilidade será reavaliada, e se caso se faça a necessidade não há porque algum avião de apoio ser pintado nas cores da Fumaça.

A Esquadrilha da Fumaça apresentou seu novo uniforme agora na cor azul.

Para finalizar, foi questionado sob o novo uniforme da Fumaça, que agora passa a ser azul, num tom parecido ao usado pelos pilotos na época dos Tucanos com pintura vermelha e branca. Segundo o Major Aviador Alexandre Ribeiro, a decisão da troca de uniforme foi levantada pelo aniversário de 60 Anos e também pela diferenciação de outras unidades da Força Aérea.

“Com esse novo uniforme, o contato com o público fica mais fácil. Além disso, na sua maioria as esquadrilhas de demonstração aérea do exterior usam uniformes de cores diferenciadas das outras divisões, na maioria das vezes azul. Também colocamos o nome do piloto e sua posição na frente como destaque, além do nome Força Aérea Brasileira atrás para evidenciar de onde são os fumaceiros,” adiciona o major Alexandre.

O pouso do caça Super Hornet da Marinha dos EUA.

O piloto de demonstração Ricardo Traven da Boeing mostra a bandeira do Brasil após seu voo no Super Hornet.

Os Halcones da Força Aérea do Chile sobrevoam o novo Hangar do EDA.

Após a entrevista, o sol começou a aparecer para alegria de todos, e o Super Hornet estava começando a taxiar, conseguindo realizar sua primeira apresentação com tempo bom. Porém, no momento que o caça americano começou os procedimentos para pouso, o sol começou a desaparecer novamente sendo encoberto pelas nuvens, assim atrapalhando um pouco a apresentação dos Halcones, que fizeram um show que o público adorou, com as manobras de um Coração com uma flecha e uma estrela de 5 pontas.

Os Halcones vieram ao Brasil com cinco aeronaves Extra 300L.

Uma aeronave A-1B do Esquadrão Poker da Força Aérea Brasileira.

A decolagem do caça F-5EM e do A-1B.

Logo após os Halcones, os caças F-5EM e A-1 decolaram praticamente juntos, o “Mike” na cabeceira 02C e o AMX na cabeceira 02L, e nessa corrida o Tiger ganhou fácil. Assim que os caças brasileiros foram para Santa Cruz, o Super Hercules Canadense pousou, e durante o táxi, mais uma vez a bandeira do Brasil foi levantada no cockpit, e na porta de carga traseira que estava aberta, um Canadense levava a bandeira de seu país. Enquanto o CC-130J finalizava o taxi, o CF-18 já decolava para a sua última apresentação, com o piloto “Paco” também mostrando a bandeira brasileira após o seu show aéreo.

As apresentações finais do domingo, a Esquadrilha da Fumaça, o CF-18 e CC-130J do Canadá.

Após isso a Esquadrilha da Fumaça fecha o dia, escrevendo no céu “Feliz Dias das Mães”, mas que ainda estava encoberto e pode ser visualizado completamente.

Os "Anjos da Guarda" da Esquadrilha da Fumaça.

O Cavok Brasil gostaria de agradecer a especial atenção e organização realizada pela equipe da Esquadrilha da Fumaça, que demonstrou mais uma vez seu profissionalismo e capacidade para atender um público tão grande (cerca de 100 mil pessoas nos dois dias de evento). A imprensa foi tratada com todo respeito e teve um acesso quase irrestrito nos dois dias, podendo registrar com facilidade as apresentações aéreas, como deve ser em qualquer evento de aviação, pois são esses profissionais que ajudam a divulgar a Força Aérea Brasileira.

Gostaria também de deixar os parabéns do Cavok Brasil pela passagem do aniversário de 60 anos da Esquadrilha da Fumaça ocorrido no dia 14 de maio de 2012. Que a nossa Fumaça comemore muitos outros aniversários, e que a festa de 70 anos seja muito maior que essa realizada.

Obrigado também aos dois fotógrafos colaboradores do Cavok Brasil, Carlos Gabriel Martins e Lucas Dresdi Delcaro, que de forma ímpar, registraram belíssimas imagens da festa, e cederam as imagens para essa especial cobertura. O fotografo Carlos gostaria de agradecer a Boeing pela ajuda durante a apresentação do Super Hornet e aos colegas Alana Pereira e Santiago Nicholas.

A todos amigos do Cavok Brasil… FUMAÇA JÁ!!!

 

Holanda pretende adquirir 11 novos helicópteros CH-47F Chinook

O primeiro helicóptero CH-47F da Real Força Aérea da Holanda realizou seu primeiro voo em janeiro de 2011. (Foto: Boeing)

O Ministério da Defesa da Holanda quer mudar seus planos de aquisição de Chinook e comprar 11 novos modelos da versão ‘Foxtrot’. Numa carta ao Senado Holandês, o Ministro da Defesa Hans Hillen está pedindo que o governo compre os novos modelos CH-47Fs para substituir sua frota cada vez mais antiga de CH-47Ds, ao invés de atualizar os atuais helicópteros com o padrão do modelo ‘F’.

Atualmente, a Holanda tem seis helicópteros CH-47Fs encomendados, o primeiro dos quais voou em janeiro de 2011. Estes helicópteros foram requisitados para complementar a frota atual de 11 CH-47Ds, mas principalmente para apoiar as operações das forças especiais.

O plano original era depois trazer o resto da frota até o padrão CH-47F.

Hillen argumentou que a substituição dos CH-47Ds com as novas aeronaves permitirá que as forças armadas holandesas voem com os novos modelos até 2045, enquanto a atualização só lhes permitiria voar até 2035.

Hillen disse: “Este é realmente um maior custo de investimento do que a modificação dos Chinooks atuais, mas a diferença é mais do que compensada pela eficiência operacional e vantagens de custo.”

Ele também apontou a redução do risco associado com o programa de modificação, e que toda a frota CH-47D continuaria disponível para as Forças Armadas, algo que não aconteceria com aeronaves no programa de modificação.

Hillen disse ao Senado que o projeto custaria € 250 milhões e permitirá que o Ministério da Defesa possa vender na frota existente de CH-47Ds.

A frota de helicópteros Chinook da Holanda originalmente possuia 13 unidades, mas dois acidentes no Afeganistão reduziram o número para os atuais 11. Eles consistem de sete aeronaves CH-47C adquiridos do Canadá em 1974 e posteriormente atualizados para o padrão ‘Delta’, enquanto a outras quatro aeronaves CH-47Ds foram adquiridas em 1995.

Fonte: Shephard – Tradução: Cavok

 

IMAGENS: Primeiro voo do segundo protótipo do caça chinês J-20

Publicado em 17/05/2012 por em Militar

O segundo caça stealth chinês J-20 decolou pela primeira vez no dia 16 de maio. (Foto: fyjs.cn)

O segundo protótipo do caça chinês de quinta geração, o J-20 Mighty Dragon, com o número 2002 pintado na fuselagem, realizou seu primeiro voo no dia 16 de maio, a partir da unidade da fabricante Chengdu na China. A aeronave permaneceu em voo por 20 minutos, tendo decolado às 14:48 hora local e pousado às 15:08. hora local.

A segunda aeronave de testes J-20 tem pequenas modificações em relação ao primeiro protótipo.

Na semana psssada, divulgamos uma foto do que seria os primeiros testes de táxi e um vídeo dos testes de motores do caça, indicando que o primeiro voo não estava longe de ocorrer. O voo inaugural do primeiro protótipo, número 2001, ocorreu em dezembro de 2010, e agora 16 meses depois a China coloca duas aeronaves J-20 em voo.Segundo informações, o caça passou cerca de um mês realizando testes no solo antes desse voo.

O segundo caça chinês J-20 libera seu paraquedas após o pouso.

A China pretende colocar o caça J-20 em serviço entre os anos de 2017 e 2019. Essa semana um relatório comentou sobre a real capacidade do J-20 sobre os caças stealth dos EUA.

 

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