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Cirrus SF50 será uma realidade em 2015

Publicado em 20/04/2012 por em Executiva, VLJ

O VLJ Cirrus SF50 Vision. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Cirrus Aircraft recebeu autorização do seu novo proprietário para acelerar o desenvolvimento do seu VLJ (Very Light Jet) Vision SF50.

Adquirida no ano passado pela China Aviation Industry General Aircraft (CAIGA), a fabricante de aviação geral baseada em Duluth, Minnesota, prometeu que teria a aeronave de sete lugares no mercado necessitando de um investimento de US$100 milhões.

“O Vision deverá estar disponível daqui a três anos,” afirma Ian Bentley, vice presidente e diretor geral de vendas internacionais da Cirrus.

“Estamos empenhados neste projeto desde que o lançamos há seis anos atrás. Quando fomos atingidos pela crise financeira fomos forçados a desacelerar significativamente o projeto, mas mesmo assim temos conseguido avançar com o desenvolvimento de maneira a que sejamos capazes de potencializar qualquer problema técnico que possamos encontrar durante o processo de certificação do SF50.”

A Cirrus já investiu no SF50 mais de US$4 5 milhões, que realizou o seu voo inaugural em julho de 2008. Até à data, o protótipo completou mais de 600 horas de voo, tendo sido acertados alguns detalhes no design, verificação dos sistemas e o teste completo do envelope de voo, afirma Bentley.

Neste momento a Cirrus encontra-se construindo a linha de produção e toda o ferramental necessário para as três primeiras aeronaves de produção, que deverão voar pela primeira vez num espaço de 15 meses.

“Uma mão cheia de pequenas modificações deverão ser introduzidas nas aeronaves de produção. Por exemplo, a cabine será um pouco mais larga e o ângulo de inclinação dos lemes da cauda será levemente reduzido,” afirma Bentley.

Atualmente a Cirrus tem encomendas para 500 Vision. “Em 2008 tinhamos recebido cerca de 400 encomendas. Quando tivemos que desacelerar o programa perdemos cerca de 100 pedidos mas a partir desse momento já recebemos mais 200 encomendas, das quais 60% são de clientes americanos,” afirma Bentley.

O SF50 tem uma velocidade de cruzeiro de 300kt (555 k/h) e um alcance de 1.000 mn (1.850km). Até 30 de Junho tem um preço tabelado de US$ 1,71 milhão, após essa data aumentará para US$ 1,94 milhão. A Cirrus prevê produzir 77 Visions no primeiro ano de produção, com um aumento previsto para as 125 unidades/ano,” afirma Bentley.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

 
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Boeing promove o CH-47 Chinook para Israel

A Boeing está oferecendo seu helicóptero de transporte pesado CH-47 Chinook para Israel. (Foto: Boeing)

A Boeing está oferecendo uma versão do seu helicóptero de transporte CH-47 Chinook como possível substituto da frota de Sikorsky CH-53 da Forca Aérea Israelense, enquanto esta força militar continua a demonstrar um elevado interesse no tiltrotor Bell-Boeing V-22.

Anteriormente a Forca Aérea Israelense delineou um plano para continuar a operar os existentes CH-53 até ser possível a aquisição da nova geração Sikorsky CH-53K, atualmente em desenvolvimento para o Corpo de Fuzileiros Navais Americanos (USMC).

A promoção da Boeing do Chinook é definida como uma “apresentação da sua capacidade”, com a fabricante alegando que este modelo representa o melhor substituto possível para os CH-53 modernizados israelenses. Fontes disseram que o modelo oferecido seria o CH-47G, sugerindo que as suas capacidades poderiam ser comparáveis aos MH-47Gs do Comando de Operações Especiais (SOC) do Exército Americano.

Nesta fase, a Forca Aérea Israelense não dispõe do orçamento necessário para o substituto do CH-53, mas fontes do setor dizem que uma decisão terá de ser tomada nos próximos três a quatro anos devido à aproximação do fim da vida útil da frota atual.

A Forca Área Israelita tem também um requerimento operacional para o V-22, com o seu comandante, Major General Ido Nehushtan, tendo inclusive voado num Osprey durante uma visita aos Estados Unidos.

Pilotos e mecânicos israelenses completaram uma avaliação do V-22 numa base dos Fuzileiros Navais Americanos durante o ano passado, com o resultado sugerindo a compra de um numero indeterminado de aeronaves para missões de operações especiais.

Brevemente será criado um novo plano plurianual para as forças de defesa de Israel e a aquisição do V-22 Osprey estará incluída. O plano ainda não foi aprovado, devido a uma dificuldade na chegada a um consenso entre o ministro das finanças e o ministro da defesa.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

 

VÍDEO: Voo inaugural do primeiro F-35B do Reino Unido

A Lockheed Martin divulgou o vídeo onde o caça BK-01, o primeiro F-35 Lightning II de produção para o Reino Unido, fez o seu vôo inaugural no dia 13 de abril. A bordo da aeronave estava o piloto de testes da Lockheed Martin, Bill Gigliotti, que executou uma série de verificações no F-35B, serial ZM135, durante o voo de 45 minutos. A aeronave deve seguir para Base Aérea de Eglin antes do final do ano. O Reino Unido, embora tenha desisitido da versão F-35B em 2010, agora estuda reverter a decisão.

 

Programa de extensão da vida dos helicópteros Puma da RAF continua na Romênia

A Eurocopter vai modernizar 16 helicópteros Puma no padrão Mk2 para a Força Aérea Britânica.

A Eurocopter iniciou os testes de corrida no solo do primeiro helicóptero Puma Mk2 modernizado para RAF que será montado na Romênia, conforme revelado. De acordo com Markus Steinke, diretor da Eurocopter UK, 16 helicópteros já foram introduzidos no Programa de Extensão da Vida Puma até o momento. Destes, 11 estão sendo trabalhados nas instalações da Eurocopter em Brasov, Romênia.

Quatro estão submetidos a atualização nas instalações da empresa em Marignane, perto de Marselha, enquanto o 16° foi desmontado na Eurocopter UK em Kidlington, pronto para ser transportado para a Romênia.

O primeiro vôo de um Puma com a atualização Mk2 foi realizado em Junho de 2011, em Marignane. Esse primeiro protótipo já foi acompanhado por uma segunda aeronave do vôo. Steinke disse que a Eurocopter e o Ministério da Defesa ainda estavam em negociações sobre o cronograma para as entregas das aeronaves. Pelo menos um ou dois exemplares terão de ser enviados para Boscombe Down, em Wiltshire, para ensaios e serem objetos de certificação militar.

Steinke também revelou uma série de programas técnicos empreendidos pela Eurocopter UK, incluindo a exportação de um par de helicópteros EC12o com configurações VIP para um cliente russo. Além disso, dois helicópteros EC135T1s que eram usados para tarefas policiais foram vendidos para as autoridades da Guiné Equatorial para utilização na segurança civil já que o país se prepara para realizar conjuntamente em 2013 o torneio de futebol da Taça das Nações da África.

Os engenheiros da Eurocopter do Reino Unido estão também dispondo um EC135 com equipamento especializado, incluindo uma câmera EO/IR projetada pela Swesystem para a tarefa de inspeção elétrica, e que acabará por sendo entregue a empresa francesa de transporte de electricidade RTE (Réseau de Transport d’Électricité).

Fonte: Shephard – Tradução: Cavok

 

Aumento nos custos do F-35 pode forçar a Noruega a reconsiderar o programa

Publicado em 19/04/2012 por em Militar

A Noruega disse que não vai mais permanecer no programa F-35 caso os custos continuem aumentando. (Foto: Lockheed Martin)

Se houver mais aumentos significativos nos custos do Lockheed-Martin F-35 Joint Strike Fighter (JSF), a Noruega irá reconsiderar a sua participação no programa.

“Se realmente acontecer algo que influencie os custos do programa nos próximos meses, ou nos próximos anos, todas as nações incluindo a Noruega irão, claro, reconsiderar todo o programa,” afirmou o secretário de estado da defesa Norueguês, Roger Ingebrigtsen. “Não tenho motivos para acreditar que isso vá acontecer. Estava mais reticente há dois anos atras do que estou hoje.”

Mas se algo de errado entretanto acontecer, a Noruega será forçada a repensar a sua participação, afirma. Mas a Noruega precisa do F-35.

“O melhor que podemos arranjar é o F-35,” afirma Ingebrigtsen. É essa a razão pela qual um país como o Japão, entrou no programa comparativamente tarde, selecionaram um caça stealth de quinta geração para o seu arsenal, afirma. Mas o apoio dos Estados Unidos é fundamental.

“Espero que os políticos nos Estados Unidos continuem confiantes no programa F-35,” afirma.

A Noruega pretende adquirir 52 caças F-35. Mesmo com o aumento da riqueza devido à produção de petróleo, este país nórdico não tem capacidade financeira para pagar todas as aeronaves de uma só vez. Portanto terá que parcelar a sua compra.

“É sem duvida muito dinheiro,” afirma Ingebrigtsen. “Portanto teremos que prolongar o seu pagamento.”

Segundo Ingebrigtsen, para a Noruega, o F-35 é o maior contrato militar até hoje realizado, seguido pelo seu antecessor, também da Lockheed, o F-16, que foi adquirido em 1977.

Manter o programa F-35 norueguês dentro do prazo previsto é extremamente importante para o país porque os F-16 atingirão o fim da sua vida útil entre 2020-2022. A Noruega iniciará a primeira aquisição para quatro aeronaves em 2015, que serão utilizadas para instrução. Mais seis serão compradas em 2017. Os últimos jatos serão comprados entre 2022 e 2023, mas poderão ser adiados para 2024 se necessário.

Mas a Noruega deseja que a integração do míssil Kongsberg Joint Strike Missile no F-35 seja efetuada conjuntamente com os Estados Unidos, e segundo Ingebrigtsen, quer que essa integração seja inserida no programa do F-35. Este míssil pode ser bastante útil para os Estados Unidos para ataques contra navios e alvos terrestres. Após uma série de reuniões com representantes americanos, Ingebrigtsen mantem-se confiante no apoio americano relativo a esta questão.

Outro problema que afeta a aquisição norueguesa do F-35 é a instalação do paraquedas para frear a aeronave em pistas com gelo no norte do país. O F-35 norueguês precisa desse sistema na sua frota e se o problema não for solucionado até 2015, poderá atrasar a aquisição norueguesa.

“A Lockheed Martin tem que resolver isto,” afirma. “Precisamos dos paraquedas nos primeiros caças que comprarmos.”

Entretanto continuam as negociações para a substituição do C-130J Hercules acidentado no inicio do ano. As causas do acidente ainda não foram identificadas, e a investigação não pode ser finalizada até o verão quando o tempo estiver mais quente.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

 

Programa MMRCA da Índia passa por momento de inatividade

As negociações entre a Dassault e a Índia referente a venda dos caças Rafale deram uma pausa e preocupam os militares indianos. (Foto: Armée de L'Air)

No sistema indiano de aquisição de defesa, na corrida para o prêmio de US$ 12 bilhões no programa de Aeronave de Combate Médio Multimissão (MMRCA), a piada era que a única coisa pior do que perder seria ganhar. Para a Dassault, essa realidade não está assim tão longe.

Após a oferta do Rafale que colocou o Eurofighter Typhoon para fora da competição em janeiro, sendo a concorrente de menor custo para o programa MMRCA, tem havido muita conversa sobre o destino do projeto, mas muito pouca ação. As conversações pararam desde o final de fevereiro, com consultas departamentais sobre alegações de que o processo de seleção final foi manipulado para favorecer o Rafale.

Semanas após a incerteza, o ministro da Defesa, AK Antony revelou na semana passada que o programa iria avançar somente após todas as investigações serem feitas e o ministério estava convencido de que o processo de seleção não havia sido corrompido. Mas isso pode não acontecer tão cedo.

“Há pelo menos mais sete a oito níveis de controle e de processo antes do contrato MMRCA poder ser assinado”, disse Antony. “O contrato tem que ser investigado em vários níveis, incluindo no Ministério das Finanças e pela comissão do gabinete de segurança. Agora um inquérito foi iniciado. Só depois de recebermos o relatório do inquérito, estudá-lo e estarmos convencidos de que todos os processos foram seguidos infalivelmente, o trabalho de aquisição poderá seguir para o próximo nível.”

Menos de um mês após o Rafale ser escolhido, o ministro da Defesa recebeu uma carta de MV Mysura Reddy, um membro da comissão permanente de defesa do parlamento indiano, pedindo uma investigação sobre o processo de seleção.

O caça francês Dassault Rafale foi o escolhido pela Índia por ter a melhor proposta financeira frente ao consórcio Eurofighter. (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Dassault)

As alegações de favoritismo não são novas na contratação de equipamentos de defesa na Índia, e a carta poderia ser a primeira de muitas voltas numa viagem que dificilmente sofre com a falta de drama e intriga. Inicialmente, as autoridades indicaram que a questão possivelmente só receberia um olhar superficial para satisfazer as preocupações do legislador, mas o processo pode agora ser mais extenso.

Formalmente, as negociações entre a Comissão de Contratos da Índia e a Dassault começaram, mas na realidade as duas partes não se encontraram realmente uma só vez, como resultado da queixa, de acordo com autoridades próximas ao processo. O ministério se recusou a divulgar a natureza das suas investigações, embora em março, reconheceu que as questões internas levantadas sobre o custo do ciclo de vida do Rafale havia sido analisadas mas depois deixadas de lado.

Um funcionário da Dassault disse: “Estamos esperando para ver se nós podemos ajudar com qualquer informação. Nós trabalhamos com a força aérea indiana e o Ministério da Defesa há anos, e estamos confiantes de que nós fornecemos todas as informações necessárias e que estão totalmente compatíveis com o processo de seleção. O Rafale foi escolhido porque era a melhor aeronave apoiada por um pacote industrial melhor.”

No entanto, os atrasos estão começando a preocupar a eventual cliente. Fontes da Força Aérea Indiana disseram que o líder da Força Aérea da Índia, Marechal do Ar Norman Browne, que se reuniu com o ministro da Defesa na semana passada como parte de uma reunião do Conselho de Aquisição de Defesa (DAC), levantou questões preocupantes tanto sobre o programa MMRCA e como de atrasos num contrato final para um treinador básico.

O governo indiano negou a especulação de que a Índia e o Brasil negociam em conjunto com a Dassault por um preço melhor em comum do Rafale. “Isso é impossível e nunca pode acontecer”, declara AK Anthony. O Brasil deve fazer uma seleção do tipo entre o Rafale, Boeing F/A-18E/F e o Gripen da Saab. A visita do ministro da Defesa Celso Amorim à Índia, logo após a seleção do Rafale, deu origem a especulações de que uma parceria estava iminente, mas que foi descartada como mera coincidência. Além disso, a presidente brasileira, Dilma Rousseff esteve em Washington, e a competição de caças F-X2 também foi levantada.

A empresa mais ansiosa para ver problemas nas negociações do MMRCA é a vice-campeã Eurofighter. Funcionários da EADS, a parceira da aeronave Typhoon encarregada da campanha indiana, tem sinalizado que eles vêem o concurso como ainda valendo. “À medida que fomos L2 [segunda licitante mais baixa], levamos nossa responsabilidade a sério”, disse um funcionário da empresa durante a recente mostra de defesa Defexpo em Nova Delhi. “Há uma preocupação maior que a força aérea indiana não deve sofrer de qualquer maneira, como resultado de atrasos. Eles precisam de sua aeronave o mais rápido possível.”

A perda na Índia também deu origem a um interesse renovado na Europa para os principais governos do Eurofighter em avançar com uma atualização do radar para adicionar uma antena de varredura eletrônica ativa (AESA) no caça. Os parceiros industriais do Eurofighter têm auto-financiado o desenvolvimento, na ausência de apoio do governo. Isso criou incerteza sobre a colocação do novo radar em operação, embora os funcionários do setor insistem que poderiam responder a um objetivo de 2015. Em contraste, o primeiro radar AESA de produção para o Rafale, o RBE2 da Thales, deve voar este ano; sendo o primeiro radar recentemente entregue a Dassault para instalação no Rafale C137, o avião que será utilizado para a campanha de teste no centro de testes de voo de Istres, no sul da França. A França viria a ser a primeira Força Aérea da Europa a colocar em operação um caça com radar AESA quando o sistema estiver operacional.

Embora as negociações estejam paradas, a HAL continua avançando para o começo da fabricação sob licença de 108 caças na Índia. (Foto: Sebastien Rande / Dassault)

Essa situação de incerteza também levou a uma contínua pressão política na Índia ao longo do programa. O Chanceler britânico George Osborne, que visitou a Índia na semana passada, ao que tudo indica fez mais uma pressão para o governo indiano escolher o Eurofighter. A delegação francesa também pediu ao seu vice ministro da defesa para ver se ele poderia ganhar mais informações sobre o inquérito.

No entanto, nem todas as atividades do programa estão congeladas. A Hindustan Aeronautics, que vai construir sob licença 108 caças MMRCAs, solicitou propostas para um novo projeto e nova fábrica da linha de produção em Bangalore.

Fonte: Aviation Week – Tradução: Cavok

 

Caças F-35s de Israel vão poder levar mísseis israelenses

Israel deverá usar armas desenvolvidas no seu país nos caças F-35A que foram adquiridos. (Foto: Lockheed Martin)

Os caças Lockheed Martin F-35 da Força Aérea de Israel poderão ser armados com uma mistura de armas e sistemas fabricados nos EUA e Israel, conforme confirmaram fontes.

“Pelo menos um sistema de armas principal” para os F-35A da nação será de origem israelense, disseram no dia 17 de abril fontes relacionadas com a questão. A força aérea israelense já havia manifestado seu desejo de equipar o modelo com uma nova geração de mísseis ar-ar desenvolvimento no país.

Um candidato potencial é da empresa Rafael. A empresa já está trabalhando no “Stunner”, um novo míssil como parte do foguete interceptor “David’s Sling”, que está sendo desenvolvido em cooperação com a Raytheon. O mesmo tipo podem também ser adaptado ser utilizado como uma arma ar-ar.

A entrega do primeiro lote de cerca de 20 caças F-35 para a Força Aérea israelense é aguardado para o começo de 2017. As negociações sobre um outro contrato de 20-25 aeronaves adicionais está prevista para começar no próximo ano.

Enquanto o primeiro lote de aeronaves vai receber o sistema integrado de guerra eletrônica que será fornecida através do programa Joint Strike Fighter da Lockheed, espera-se que este seja mais tarde “reforçado” por unidades adicionais desenvolvidos em Israel.

 

General Atomics propõe aumento de alcance para o Predator B

Um sistema aéreo não tripulado (UAS) Predator B em uso pela Força Aérea dos EUA (USAF). (Foto: General Atomics)

O sistema não tripulado (UAS) Predator B poderá receber um aumento do seu alcance de voo para mais 10-15h extras com umas modificações reveladas no dia 18 de Abril pela General Atomics Aeronautical Systems.

Com a utilização de dois pods de combustível e um trem de pouso redesenhado mais robusto, permitirão ao Predator B voar 37h em missões de vigilância sem ser reabastecido, afirma uma fonte da empresa.

Em alternativa, a General Atomics pode acrescentar mais 5h de voo com a instalação de novas asas com 26,8m de envergadura, substituindo as atuais de 20,1m utilizadas na aeronave.

Ambas as alterações foram resultado de um estudo subsidiado por fundos próprios da empresa. De acordo com a General Atomics, estas alterações podem ser efetuadas sem haver a necessidade de modificações substanciais à aeronave e num curto espaço de tempo e com um orçamento reduzido.

Com o aumento da robustez do trem de pouso, o peso máximo de descolagem do Predator B poderá aumentar para 4.762kg a 5.307kg.

Em Fevereiro, a Forca Aérea Americana (USAF) revelou um novo orçamento propondo durante os próximos cinco anos a redução para metade do orçamento de produção do MQ-9. O MQ-9 é a designação da USAF para o Predator B, também utilizado pelo Reino Unido, Itália, NASA e pela agência US Customs and Border Protection.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

 

Força Aérea Suíça recebe o primeiro Super Puma modernizado

Um dos dois primeiros Super Pumas modernizados pela RUAG e entregues para a Força Aérea da Suíça. (Foto: RUAG)

A Força Aérea Suíça recebeu os dois primeiros helicópteros de transporte Super Puma modernizados. As duas primeiras aeronaves foram entregues pela RUAG durante uma cerimônia nas suas instalações em Emmen, Suíça, no último dia 2 de Abril.

Os Super Puma modernizados receberam a designação TH06, substituindo a designação anterior TH89 em uso na Forca Aérea Suíça.

Apesar das aeronaves terem sido adquiridas em 1987 para missões utilitárias e de transporte, esta modernização oferece ao Super Puma uma capacidade polivalente. As aeronaves foram modernizadas com torres de EO/IR permitindo a realização de missões SAR (Busca e Salvamento). O sistema EO/IR pode ser utilizado juntamente com o projetor de busca, também conectado ao console instalada na parte traseira da aeronave.

Esta modernização incluiu também a instalação de um novo pacote de aviônicos e um glass cockpit, virtualmente idêntico ao layout já utilizado na frota Suíça de Cougars introduzida inicialmente em 2001.

A modernização dos sistemas de navegação torna o Super Puma compatível com o novo regulamento internacional de navegação. Atualmente, os Super Puma mais antigos já não pode efetuar voos por instrumentos no espaço aéreo alemão, com esta nova modernização foram instalados um novo sistema de navegação GPS-INS, um sistema de gestão de voo (FMS) e um sistema de aviso de colisão TCAS.

Foi também instalado pela RUAG um novo sistema HMD (helmet mounted display) que fornece informação crítica ao piloto durante operações noturnas ou em pousos com baixa visibilidade.

Futuramente será também instalado um novo sistema de rádio que permitirá as tripulações efetuarem comunicações com a Policia Suíça e com unidades da Guarda de Fronteira e também um novo sistema de comunicações por satélite. Esta modernização acrescenta cerca de 200 kgs ao peso da aeronave.

A modernização de todas as 15 aeronaves está prevista para ser completada no final de 2014, permitindo à frota de Super Pumas voar por mais 15 anos no serviço com a Forca Aérea Suíça.

Fonte: Rotorhub – Tradução: Cavok

 

Equipe F-35 atinge importante etapa nos testes de armas

Uma bomba guiada por GPS GBU-32 é liberada de um F-35B de testes na NAVAIR, em Patuxent River, Maryland. (Foto: Lockheed Martin)

Depois de “lançar” uma bomba de 500 libras do avião de testes F-35B “BF-3″, a equipe de teste do JSF tomou fôlego, e viu como ela caia em direção à plataforma de concreto. Caindo na espuma que cobre o fundo do poço, a queda da bomba no dia 29 de março marcou o fim de duas semanas de testes com nove combinações diferentes de armas de dentro dos dois compartimentos internos de armamentos do Joint Strike Fighter.

“A conclusão dessas liberações de armas dentro do fosso nos aproxima da liberação de armas em voo do F-35″, disse o capitão da Marinha Erik Etz, diretor de teste e avaliação para as variantes navais do F-35. “É mais um passo na expansão das capacidades de combate do F-35.”

A coleta de dados dos testes de liberação de armas medem as tensões sobre a estrutura e compartimentos adjacentes, e garante a funcionalidade da arma e dos equipamentos de fixação, e valida os modelos de separação para as características de liberação das munições, incluindo as trajetórias e velocidades.

“Nós levamos a equipe ao limite, exigindo todos tipos de testes”, disse John Fahnestock, engenheiro líder do governo em armamentos. “Nós vamos passar algum tempo analisando os dados para validar os modelos, mas até agora parece tudo bem.”

Várias armas, incluindo bombas e mísseis, foram liberadas de um F-35B para testes no solo. (Foto: Lockheed Martin)

A partir do cockpit, o lançamento das armas demonstraram efeitos mínimos na aeronaves F-35 a partir dos compertimentos internos de armas da esquerda e direita.

“Ter os armamentos de teste a bordo não é realmente perceptível a partir do assento”, disse os pilotos de testes dos fuzileiros navais, o tenente-coronel Matthew Taylor. “Mas o que realmente importa sobre a realização da equipe é que estamos fazendo progresso em direção à entrega de uma aeronave de combate à frota.”

O teste incluiu versões inertes da bomba guiada a laser GBU-12, uma Joint Direct Attack Munition de 1.000 libras GBU-32 e o míssil ar-ar AIM-120 AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missile).

Mais testes de armas nos F-35B e F-35C estão em andamento na Estação Naval de Patuxent River. Os eventos atuais de teste, incluindo lançamentos no fosso, cargas de armas e os voos instrumentados de armas, são fases anteriores dos testes de lançamento em voo previstos para este ano..

Fonte: NAVAIR – Tradução: Cavok

 

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