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VÍDEO: O ‘Super Star’ da Lufthansa

O Lockheed L1649A "Super Star" da Lufthansa, operado entre 1957 e 1968.

Para quem admira a aeronave Lockheed Super Constellation, o comercial de 1958 da Lufthansa mostra como era voar a bordo em um dos ‘Connies’ da companhia aérea alemã, num L1649A ‘Super Star’, entre Hamburgo, na Alemanha, e Nova York, EUA. Veja o vídeo a seguir.

Dois aviões L-1649A Super Stars (N7316C c/n 1018 e N8083H c/n 1038), ex-TWA, estavam estacionados numa área privativa próximo ao Aeroporto Municipal de Lewiston-Auburn, em Auburn, Maine. As duas aeronaves foram adquiridas num leilão pela Deutsche Lufthansa Berlin Foundation. A Lufthansa Technik North America então contruiu um hangar no aeroporto, o qual será usado para restaurar o N7316C para colocá-lo em condições de voo. A data prevista para finalizar a restauração é 10 de outubro de 2010. Após a restauração, os pilotos e os voos de testes serão feitos nos EUA, para então transladar em voo a aeronave para a Alemanha.

Somente 44 aeronaves L1649A ‘Super Star’ foram fabricadas, através do nome “Super Constellation Starliner”, e fabricadas durante meados da década de 50.

Entre 1955 e 1967 a Lufthansa operou com até sete Super Constellations na sua frota. Em 1956 a companhia encomendou quatro Lockheed L1649A Super Stars – com uma envergadura de 45 metros, quatro motores radiais Curtiss-Wright de 18 cilindros em fileiras duplas, cada um com uma força de 2.540 kW. A aeronave tinha capacidade para 37.000 litros de combustível, quantidade essa que  permitia um alcance de quase 10.000 km, carregando cerca de 3,5 toneladas. Foi com as aeronaves Super Star que a Lufthansa intriduziu os serviços de longa distância sem escalas em 1958, inaugurando o Serviço Senator na mesma época.

 

A Luftwaffe recebeu seu primeiro Tornado ECR modernizado no padrão ASSTA 2

Publicado em 10/04/2010 por em Militar

O primeiro Tornado ECR ASSTA 2 da Luftawaffe. (Foto: EADS)

A Força Aérea da Alemanha (Luftwaffe) recebeu sua primeira aeronave Tornado ECR (Electronic Combat and Reconnaissance) modernizado e equipado com o Sistema de Software de Aviônicos EADS (ASSTA 2).

O ASSTA 2 aumenta a sobrevivência da aeronave contra os mais avançados sistemas de defesa aérea baseados no solo e também moderniza todo software e hardware, tais como a unidade de telas visuais do painel, mais modernas e coloridas, um display com mapas digitalizados, um melhorado aviso radar para o Subsistema de Auxílios Defensivos do Tornado (TDASS), um avançado sistema de navegação, e computadores mais potentes.

Todos 85 Tornados serão modernizados, com 62 aeronave sendo completadas no Centro de Sistemas Militares Aéreos da EADS em Manching, e as outras 23 aeronave no 1° Regimento de Manutenção da Força Aérea Alemã (Luftwaffeninstandhaltungsregiment 1) em Erding. A Divisão de Treinamento 61 em Manching será responsável pelo treinamento dos pilotos da Luftwaffe nos novos sistemas.

O ASSTA 3 está agora sendo testado em Manching, o qual pretende intalar um padrão de troca de dados Link 16 e adicionais sistemas de armas de alto desempenho.

 

Presidente da Polônia morre em acidente com Tupolev Tu-154

Tupolev Tu-154M Careless da Força Aérea da Polônia.

Um acidente com uma aeronave Tu-154 da Força Aérea da Polônia causou a morte do Presidente polonês, Lech Kaczynski, juntamente com outros 87 passageiros. A aeronave caiu a cerca de 2,5 km do aeroporto de Smolensk, na Rússia, às 10:56 horário local (04:56 horário de Brasília).

A cauda do Tu-154 da Polônia no meio dos destroços no local da queda.

O Presidente da Polônia estava voando de Varsóvia para Rússia, para marcar o aniversário de 70 anos do massacre de Katyn, quando soldados soviéticos mataram milhares de em 1940. Informações oficiais da Rússua dizem que a aeronave caiu em meio a árvores durante uma tentativa de pouso em Smolensk, quando havia nevoeiro no local. O piloto havia sido orientado a alternar para Minsk ou Moscou, devido à névoa, mas o piloto preferiu fazê-lo perto de Smolensk. O acidente ocorreu quando o piloto tentava aterrissar pela quarta vez.

Informações do Ministério de Emergência da Rússia dizem que haviam 96 pessoas a bordo, incluindo a tripulação. O governo polonês reportou 88 pessoas. A “caixa-preta” da aeronave já foi recuperada.

O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, em foto de janeiro deste ano. (Foto: AP)

A agência ainda informou que todo a base do governo polonês estava a bordo, juntamente com o Presidente, a primeira-dama, Maria, e as famílias de outras autoridades. Também estavam a bordo o comandante do Exército, general Franciszek Gagor, o presidente do Banco Nacional, Slawomir Skrzypek, e o vice-chanceler Andrzej Kremer, segundo a chancelaria.

Os corpos das vítimas da tragédia serão levados a Moscou para serem identificados, declarou o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, citado pelas agências russas.

A Força Aérea da Polônia opera dois Tupolev Tu-154M Careless utilizados em missões VIP com o Regimento de Transporte Especial 36, na Base Aérea de Warszawa-Okecie. Em operação desde 1990, o governo polonês estava considerando substituir as aeronaves fabricadas na Rússia por um modelo da Airbus ou Boeing.

 

Dois caças F-16 da ANG quase colidem com uma aeronave CRJ700 sobre o Estado de Ohio

Dois caças F-16 da 178ª Ala de Caça da Guarda Aérea Nacional de Ohio.

Dois caças F-16 Fighting Falcon quase colidiram com uma aeronave comercial regional CRJ700 durante um voo sobre o sul do Estado de Ohio essa semana, onde o alarme do TCAS do avião regional chegou a disparar, e os pilotos puderam ver os dois caças bem próximos, informaram as autoridades nessa sexta-feira.

Bombardier CRJ700 da Atlantic Southeast Airlines (ASA).

Um Bombardier CRJ700, da Atlantic Southeast Airlines (ASA), do Voo 5202, uma aeronave para setenta passageiros, estava voando de Cleveland para Atlanta na quinta-feira, dia 8, à 30.000 pés quando os dois pilotos avistaram os caças F-16 se aproximando, informou a companhia aérea.

A aeronave com 58 passageiros e quatro tripulantes permeneceu no seu plano de voo e pousou no horário previsto, informou nessa sexta-feira Kate Modolo, porta voz da companhia aérea baseada em Atlanta.

“Nossos pilotos fizeram um bom trabalho e executaram o voo apropriadamente e levaram nossos passageiros em segurança para Atlanta,” ela disse.

O radar mostrou os dois caças F-16, da 178ª Ala de Caça, da Guarda Aérea Nacional de Ohio, voando a 30.000 pés quando eles não deviam estar numa altirude maior que 29.000 pés, disse o porta voz da Federal Aviation Administration, Tony Molinaro.

A aeronave comercial “encontrou dois caças F-16 e eles quase colidiram em voo”, disse Molinaro.

O sistema de aviso de proximidade com outra aeronave (TCAS) do jato CRJ700 foi acionado, e os pilotos comerciais puderam ver os dois F-16, eles disseram, mas eles não puderam dizer o quanto próximo eles chegaram. Os pilotos contataram os controladores, que os liberaram para subirem para a altitude de 36.000 pés como precaução.

A FAA forncerá as informação para os militares investigarem o incidente, informou Molinaro.

Oficiais da Base Aérea de Columbus, de onde partiram os caças, informaram que somente comentarão o caso durante as investigações.

 

ABSA Cargo adquire duas novas aeronaves de carga da Boeing

Boeing 767-300ERF da ABSA Cargo. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

A ABSA Cargo Airline anunciou hoje a compra de duas aeronaves da Boeing pelo valor de US$ 450 milhões. O primeiro modelo, 767-300F, entrará em operação no quarto trimestre de 2010 e reforçará as operações internacionais da companhia.

O segundo modelo, o primeiro 777-200F do país, estará na frota da empresa em meados de 2012. Alexandre Silva, gerente de vendas internacionais da ABSA, afirmou que três fatores motivaram o investimento. “Queremos continuar crescendo no mercado doméstico, onde já fazemos a rota Manaus-Guarulhos.

Além disso, temos a intenção de passar a atender mercados crescentes, como Europa e Ásia. Por fim, queremos acompanhar o crescimento da carga internacional nos países em que já atuamos”, explicou.

Silva afirmou também que a empresa espera aumentar o volume interno de tranportes, que hoje é de 33% do total, com o aumento da venda de televisões por conta da Copa do Mundo da África do Sul. “O mercado de importação em Manaus, teve em março maior volume de carga da história, com 7,2 mil toneladas desembarcadas, em sua maioria LCD para montagem de televisões. A carga aérea doméstica que a Copa provoca vai aumentar a quantidade de transporte para outros centros”, completou.

O executivo destacou que o volume de cargas aéreas dentro do Brasil só deve retomar os níveis anteriores à crise econômica em 2011. E o preço do frete, só deve chegar ao valor anterior, em 2014.

Fonte: Agência IN – Humberto Domiciano

 

A USAF pretende adquirir aeronaves C-130J para substituir os AC-130H Spectre

Publicado em 10/04/2010 por em Militar

Um AC-130H gunship do 16° Esquadrão de Operações Especiais, da Base Aérea de Hurlburt Field, Florida, dispara flares como contramedida infravermelha durante uma formação de treinamento. (Foto: Senior Airman Julianne Showalter / U.S. Air Force)

A nova aeronave “gunship” para U.S. Air Force e o Comando de Operações Especiais dos EUA parecerá muito com a antiga, apesar de anteriormente ter havido uma visão mais ambiciosa que incluia uma aeronave com característica stealth equipada com um canhão laser.

As guerras no Afeganistão e no Iraque forçaram a USAF a se ajustar a uma aquisição mais realista para acelerar o processo, e a aeronave de transporte militar C-130J se encaixa no orçamento, de acordo com a requisição do orçamento para USAF de 2011.

Um AC-130H Spectre gira numa curva para esquerda próximo a Hurlburt Field e começa a disparar o canhão de 105mm.

A USAF planeja adquirir 16 aeronaves C-130J para substituir os oito últimos Gunship da época do Vietnã – convertidos para C-130H e chamados de AC-130H Spectres.

A decisão de seguir com as aeronaves C-130J veio depois de duas décadas de debate sobre o desempenho das requisições para uma nova geração de aeronaves gunship.

A USAF planeja pôr de lado cerca de US$1,6 bilhão até 2015 para comprar as 16 aeronaves C-130J, de acordo com o orçamento proposto pela USAF, enviada ao Congresso no dia 1° de fevereiro. O Comando de Operações Especiais dos EUA pagaria pelas aeronaves de transporte para serem equipadas com sensores de pontaria e armas de ataque ao solo. O custo de conversão poderá ultrapassar o preço básico das aeronaves de transporte.

Os C-130J poderia expandir a frota de aeronaves gunships para 33, adicional aos 17 aviões AC-130U Spooky gunship que foram introduzidos na USAF à 16 anos atrás. A entrega dos novos gunships estão planejadas para 2017.

Nessa imagem pode-se ver os canhões de 105mm e 40mm montados do lado esquerdo da aeronave AC-130H Spectre.

O chefe da USAF, o General Norton Schwartz, que supervivionou as operações dos AC-130 gunship ocomo comandante de Ala na metade da década de 90, disse que os novos gunships deveriam ter um único canhão e uma nova capacidade para lançar munições guiadas de precisão. Atualmente os gunships possuem dois canhões — 105mm e 40mm — mas não podem disparam mísseis ou bombas guiadas. Sensores embarcados no novo gunship permitiria que a tripulação encontrasse e rastreasse alvos durante o dia ou a noite, o mesmo que os existentes gunships, disse Schwartz.

Enquanto o C-130J parece com os antigos C-130, o modelo “J” possui um cockpit digital e isso significa que os engenheiro devem criar novos softwares para atender a necessidade de controlar o canhão e as armas guiadas com sensores e controles de voo no painel.

Os planos também estão em andamento para equipar as aeronaves MC-130W Combat Spear de operações especiais com um pacote que poderia incluir um canhão de 30mm, sensores de pontaria e a habilidade para disparar armamento guiado como o míssil Hellfire. O U.S. Marine Corps (Fuzileiros dos EUA) estão buscando um pacote similar para seus KC-130J.

 

Embraer e Austral concluem acordo para 20 jatos Embraer 190

Embraer 190 nas cores da Austral, da Argentina.

O contrato para a venda de 20 jatos EMBRAER 190 para a Austral Líneas Aéreas, da Argentina, foi efetivado. O acordo anunciado em maio de 2009 estava condicionado ao cumprimento de determinados requisitos, que foram finalizados.

Dos 20 jatos do pedido, três já estavam incluídos na carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer do primeiro trimestre de 2010 como “Cliente não divulgado”.

Os jatos EMBRAER 190 encomendados pela empresa aérea argentina são do modelo AR (Advanced Range), de maior alcance, e podem voar 4.400 km (2.400 milhas náuticas) sem escalas. A configuração da cabine de passageiros, com quatro assentos por fileira, é muito confortável e terá um total de 96 assentos divididos em duas classes, com oito na executiva e 88 na econômica. Além disso, todos os passageiros contarão com um moderno sistema de entretenimento a bordo equipado com monitores individuais.

A Austral utilizará as aeronaves principalmente para substituir jatos mais antigos em rotas domésticas, intensificar freqüências de vôos atuais e atender a novas cidades. Os modernos e confortáveis E-Jets permitirão à empresa aérea voar qualquer rota dentro do território argentino sem escalas.

O EMBRAER 190 é um dos quatro modelos que compõem a família EMBRAER 170/190 de E-Jets e entrou em operação em 2005. A ampla base de clientes é composta por 56 empresas em 39 países. Com mais de 620 unidades em operação, essas aeronaves já transportaram 200 milhões de passageiros em todo o mundo.

Fonte: Embraer

 

A aeronave A330-200F recebeu a Certificação do Tipo pela EASA

A aeronave Airbus A330-200F recebeu hoje a certificação do tipo da EASA. (Foto: P. Masclet / Airbus)

A aeronave cargueira Airbus A330-200F recebeu hoje a Certificação do Tipo pela European Aviation Safety Agency (EASA), o órgão regulador de aviação na Europa, após uma campanha de sucesso de 200 horas de testes em voo. Os testes foram efetuados por duas aeronaves, operando com os dois tipos de motores que estão sendo oferecidos: o Pratt & Whitney PW4000 e o Rolls-Royce Trent 700.

Essa aeronave exclusiva de carga, a qual é derivada do modelo de passageiros A330-200, foi certificada através de uma emenda na existente Certificação do Tipo da EASA para o A330-200 concedida para Airbus em 1998. Essa certificação da EASA será seguida pela Certificação do Tipo concedida pela Federal Aviation Administration (FAA), o órgão norte americano.

As características do A330-200F de uma seção de fuselagem otimizada, oferece flexibilidade para transportar uma ampla variedade de tamanhos de pallets e containers. A aeronave oferece 30% a mais de volume do que qualquer outra aeronave cargueira na sua classe, e é baseada na provada e tecnologicamente avançada plataforma do A330, na qual a Airbus possui cerca de 1.000 pedidos e já colocou em operação mais de 650 aeronaves.

Mais de 3.400 aeronaves cargueiras serão necessárias nos próximos 20 anos para atender a uma taxa média de crescimento anual de 5,2% no setor de carga aérea. Isso inclui cerca de 1.600 cargueiros de tamanho médio, os quais as aeronaves A330-200F terão uma importante missão a ser cumprida.

 

Força Aérea dos EUA conduz testes do novo sistema ARAI para aeronaves KC-135

Publicado em 09/04/2010 por em Militar

O caça F-16 Fighting Falcon equipado com etiqueta RFID se aproxima do NKC-135 com o sistema ARAI durante testes realizados sobre a Base Aérea de Edwards, na California, no dia 7 de abril. (Foto: Chad Bellay / U.S. Air Force)

Na Base Aérea de Edwards na California, o Centro de Testes de Voo da U.S. Air Force (Força Aérea dos EUA) está conduzindo testes no sistema de Identificação Automática da Aeronave Receptora (ARAI – Automatic Receiver Aircraft Identification) que está sendo desenvolvido para as aeronaves de reabastecimento aéreo KC-135 em operação.

Com o sistema ARAI/RFID, a aeronave de reabastecimento pode identificar automaticamente o modelo, matrícula e esquadrão da aeronave receptora. (Foto: Chad Bellay / U.S. Air Force)

No dia 7 de abril foi iniciada a segunda fase do projeto, utilizando uma aeronave reabastecedora de teste NKC-135 com o sistema ARAI instalado, e um caça F-16 equipado com uma etiqueta identificadora por rádio frequência (RFID) que está sendo usado para verificar se as antenas ARAI podem reconhece-lo e medir com precisão a quantidade de combustível a ser transferido. Atualmente o operador da mangueira tem que confirmar visualmente o modelo da aeronave, a matrícula e o esquadrão, uma tarefa um pouco complicada nas operações noturnas ou operando em modo de “silêncio rádio”.

“Esse é um sistema de controle de inventário similar ao utilizado em grandes lojas de produtos,” disse Steve Walden, gerente do projeto. “E um processo similar ao de quando você passa por um sistema passivo numa porta, e a etiqueta na parte de trás de um CD ou DVD são automaticamente inventariado. Isso que é o ARAI na aeronave reabastecedora, um controle de inventário aéreo.”

Com o sistema ARAI, as aeronaves receptoras com as etiquetas RFID podem ser escaneadas e registradadas num computador com os custos de combustíveis alocados de acordo com a necessidade.

A Fase 2 dos testes do sistema ARAI no KC-135 é parte de uma “prova de conceito” do processo de teste, o qual inclui os testes aéreos. Uma vez que a Fase 2 esteja completa, os resultados dos testes e as informações serão encaminhadas para o Comando de Material da Força Aérea dos EUA para revisão.

 
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British Airways e Iberia entram em acordo sobre fusão

Publicado em 09/04/2010 por em Comercial

British Airways e Iberia decidem se unir para diminuir os prejuízos. (Foto: OneWorld)

A companhia aérea do Reino Unido, British Airways, e a espanhola Iberia concordaram em se unir num negócio de US$8 bilhões (£5,3 bilhões) para criar a terceira maior companhia aérea do mundo, que será chamada de International Airlines Group.

Através da nova companhia, as duas marcas manterão suas identidades corporativas mas racionalizarão as rotas e tentarão economiar cerca de US$ 1 bilhão por ano somando as duas empresas.

Os acionaistas da British Airways irão controlar a empresa com 56% de participação nas ações, enquanto que a Iberia ficará com os outros 44%. Provavelmente o chefe da British Airways Willie Walsh seja declarado o novo CEO da nova companhia, a qual deverá ser baseada em Londres. Espera-se que a fusão seja finalizada em dezembro, conforme divulgou a agência de notícias Reuters.

A British Airways está no meio de uma ação industrial intermitente vinda das tripulações de cabine, mas a união dos trabalhadores Unite não é contra a fusão. “Nós aceitamos a lógica da fusão num clima econômico desafiador para a   para enfrentar aWe accept the logic of the maviação”, disse Steve Turner, do escritório nacional para aviação civil da Unite. “Nós apoiamos esse movimento – mas não a qualquer custo.”

A única questão pendente que pode aniquilar a fusão é o déficit de US4 5,6 bilhões de pensões que a British Airways possui – a Iberia possui o direito de cair fora do acordo se os órgãos reguladores de pensões do Reino Unido decidirem por tomar esse valor da British.

 

VÍDEO: Testes no trem de pouso do Lockheed F-35C Lightning II para pouso em porta-aviões

O primeiro Lockheed F-35C, o modelo naval, durante testes de resistência do trem de pouso. (Foto: Vought Aircraft)

A aeronave F-35C Lightning II, o modelo naval do novo caça da Lockheed Martin, chamada de CG-1 (carrier ground-test), efetua testes no trem de pouso na Vought Aircraft em Dallas – um dos 53 testes planejados para o CG-1 na Vought. Veja o vídeo a seguir.

No dia 27 de março, a aeronave CG-1, foi lançada de uma altura de 241 centímetros, a uma velocidade de 22 km/h, com um ângulo de inclinação de 8.8° no eixo longitudinal, e 2° no eixo lateral, numa velocidade de 133 kts nas rodas do trem de pouso, simulando um pouso no convés de uma porta-aviões. Durante o teste, 500 sensores foram monitorados, com 2.500 pontos coletados por segundo.

O F-35C será o primeiro caça stealth da U.S. Navy (Marinha dos EUA). Adicional aos testes no solo, os testes de voo continuam, com mais de 170 voos de testes já registrados nas outras aeronaves F-35.

Durante o primeiro trimestre de 2010, os três caças de teste F-35B na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, efetuaram os requerimentos de testes de voo, completando 33 voos comparados aos 29 que foram solicitados. Desses, 28 foram feitos em Patuxent River, com os cinco restantes sendo conduzidos na unidade da Lockheed Martin em Fort Worth, Texas.

 

Aviação Virtual

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Asas Antárticas

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