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Embraer

VÍDEO: C-17 presta apoio de navegação para bombardeiro B-1 que estava sem informações de localização

As tripulações dos esquadrões de mobilidade aérea da USAF rotineiramente entregam suprimentos e pessoal para as diversas áreas de atuação dos militares norte americanos, mas uma tripulação de uma aeronave C-17 Globemaster III recentemente realizou uma tarefa adicional: servir de meio de navegação para a tripulação de um bombardeiro B-1 Lancer sobre o Afeganistão. Durante uma missão de lançamento de carga aérea de rotina no Afeganistão, um C-17 atribuído ao 816º Esquadrão de Transporte Aéreo Expedicionário recebeu um chamado de emergência de um B-1, e serviu como apoio de navegação que tinha perdido todo sistema de navegação e estava sem saber sua exata localização. Graças ao apoio do C-17, que foi informado pelo rário do problema no B-1, a tripulação do bombardeiro conseguiu retornar com segurança para base.

 

Embraer seleciona Hispano-Suiza para programa do jato KC-390

A aeronave de transporte e reabastecimento aéreo KC-390 em desenvolvimento pela Embraer. (Foto: Embraer)

A Embraer selecionou a Hispano-Suiza (Grupo Safran), de Colombes, França, para fornecer o Sistema Emergencial de Geração de Energia Elétrica (EEPGS) para o jato de transporte militar e reabastecimento KC-390.

“Confiamos o desenvolvimento deste sistema crítico de missão à Hispano-Suiza devido à experiência da empresa em fornecer soluções para o mercado de aviação”, disse Eduardo Bonini Santos Pinto, Vice-Presidente de Operações & COO, Embraer Defesa e Segurança. “Seja para situações de transporte ou reabastecimento militar ou humanitário, o KC-390 garantirá vôos seguros ou alternativas de pouso em situações de emergência.”

A Hispano-Suiza se junta à Messier-Bugatti-Dowty, outra empresa do Grupo Safran, no programa KC-390 e fornecerá o sistema de geração de energia elétrica a partir de uma turbina eólica (RAT), possibilitando vôos seguros e alternativas de pouso em situações de emergência. O sistema é composto pela RAT, gerador elétrico com unidade de controle e sistema atuador (mecanismo de abertura e fechamento para liberação e recolhimento da turbina eólica).

“Temos a satisfação de iniciar uma nova parceria com a Embraer neste inovador e ambicioso programa e de contribuir para o sucesso desta iniciativa com nossas soluções para atender à demanda dos clientes”, afirmou Olivier Horaist, Presidente do Conselho de Administração e CEO da Hispano-Suiza.

Gérald Farrenc, Vice-Presidente Sênior de Programas Brasil da Safran, acrescentou: “Esta demonstração de confiança da Embraer confirma a capacidade das empresas do Grupo Safran em atender aos requisitos da Embraer e reforça a parceria entre as duas empresas.”

A Hispano-Suiza é uma das principais empresas de geração de energia elétrica para aplicações embarcadas. Especializada em transmissão de energia e gerenciamento e conversão de energia elétrica, a empresa do Grupo Safran é líder mundial na transmissão de energia de motores, com cerca de 60% de participação no mercado de jatos com mais de 100 assentos. Como pioneira no projeto, desenvolvimento e produção de controladores eletrônicos de potência para aplicações embarcadas, a Hispano-Suiza participa dos principais programas de aeronaves, em conjunto com outras empresas do grupo, e lidera as iniciativas do grupo para o desenvolvimento de aeronaves “mais elétricas”.

 

Lockheed Martin entrega quatro aeronaves C-130J Super Hercules para o Qatar

Publicado em 28/09/2011 por em Militar

As quatro aeronaves C-130J-30 Super Hercules da Força Aérea do Emirado do Qatar no pátio da Lockheed Martin em Marietta, Georgia. (Foto: Lockheed Martin)

Numa cerimônia realizada hoje na unidade da Lockheed Martin em Marietta, Georgia, foi oficialmente entregue quatro aeronaves de transporte aéreo C-130J Super Hercules para o Estado do Qatar de uma só vez.

Um contrato de US$393,6 milhões foi assinado com o Governo dos EUA para essas aeronaves no dia 26 de julho de 2008, com a Lockheed confirmando no dia 7 de outubro de 2008 que havia recebido a ordem para produzir as quatro aeronaves.

Os novos Super Hercules da Força Aérea do Emirado do Qatar são da versão com a fuselagem maior ou a variante “esticada” do C-130J. As aeronaves serão utilizadas para ajuda humanitária e missões militares para a defesa do Estado do Qatar. A frota de transporte aéreo novo ferry para o Catar, em outubro.

A quarta aeronave de transporte C-130J Super Hercules entregue pela Lockheed Martin para a Força Aérea do Emirado do Qatar decola da unidade em Marietta, Georgia. (Foto: Lockheed Martin)

“É um dia histórico tanto para as Forças Armadas do Qatar como para a Lockheed Martin, enquanto damos as boas vindas do Qatar na família mundial do C-130″, disse Lorraine Martin, vice-presidente dos programas C-130 na Lockheed Martin. “Esta aquisição de uma frota de C-130Js fornece ao Qatar uma capacidade de transporte aéreo altamente flexível. Como o maior operador de C-130J no Oriente Médio, o Qatar ocupa um lugar único na história do C-130.”

Esta é a primeira experiência do Qatar com o C-130 e a Lockheed Martin está oferecendo um pacote de solução completa. “O pacote inclui as quatro aeronaves; tripulação e treinamento de manutenção; peças sobressalentes; apoio em terra e equipamento de teste, e uma equipe de especialistas técnicos que ficará baseada no Qatar, durante um período de apoio inicial.

 

Boeing entrega o primeiro 737-900ER da Somon Air

Publicado em 28/09/2011 por em Comercial

Funcionários da Boeing carregam a primeira aeronave 737-900ER da Somon Air com ajuda humanintária ao Tajiquistão. (Foto: Boeing)

A Boeing entregou o primeiro 737-900ER Next-Generation com o novo Boeing Sky Interior para a companhia aérea Somon Air baseada no Tajiquistão, tornando-se a primeira operadora aérea da Ásia Central a operar uma aeronave com o inovador interior da Boeing. A entrega também marca a primeira compra direta de um 737 pela Somon Air.

“Este novo interior irá colocar a Somon Air Somon muito a frente de outras operadoras regionais, trazendo uma nova experiência inigualável de voo para os nossos clientes”, disse Jamshed Rahmonberdiev, diretor executivo da Somon Capital, que é dona da Somon Air. “A confiabilidade e a eficiência no consumo de combustível são os principais benefícios e os aviões 737-900ER irão contribuir para nosso desempenho financeiro, bem como ajudar-nos a manter os nossos elevados padrões de segurança em conformidade com as normas internacionais de transporte aéreo.”

“Parabenizamos a Somon Air por se tornar a primeira operadora na Ásia Central a oferecer a experiência da avançada cabine interior do 737 aos seus passageiros”, disse Marty Bentrott, vice-presidente de Vendas para o Oriente Médio, Rússia e Ásia Central da Boeing Commercial Airplanes. “Estamos ansiosos para desempenhar um papel importante no futuro da Somon Air enquanto ela continua a expandir a sua rede.”

O Boeing 737-900ER é o mais novo membro da família de aviões Next-Generation 737 e é também a aeronave de mais alta capacidade e de maior alcance na frota da Boeing de corredor único. O Boeing 737 Sky Interior leva a experiência dos passageiros para um novo patamar com novos compartimentos de bagagens internos, iluminação em LED, e os novos desenhos para a janela e nas paredes laterais.

Como parte do programa de Ajuda Humanitária nos Voos de Entrega da Boeing, uma parceria da Boeing, Somon Air, o programa humanitário do Departamento de Estado dos EUA e do Projeto HOPE para o transporte de suprimentos médicos para Dushanbe, a capital do país. O embarque de 2.852 libras de ajuda com material médico irá melhorar a qualidade da assistência médica para os menos privilegiados no Tajiquistão e ajudar a aliviar a escassez de medicamentos necessários para a oncologia, saúde psiquiátrica e no tratamento de doenças infecciosas.

“A Boeing, por meio de sua organização Cidadania Corporativa Global (GCC), apoia os esforços humanitários no mundo todo em parceria com agências não-governamentais e organizações sem fins lucrativos como o projeto HOPE”, disse Liz Warman, diretora da GCC para a Região Noroeste. “Nosso programa de Voos Humanitário de Entrega é uma outra maneira que podemos continuar alavancando nossos recursos para ajudar aqueles que tem necessidade.”

 
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Marinha do Equador solicita compra de dois helicópteros SH-2G modernizados

Um helicópteros de guerra anti-submarina Kaman SH-2 Sea Sprite se prepara para pousar no convés do destróier USS NICHOLSON (DD-982). O Equador solicitou a compra de dois helicópteros do tipo que serão modernizados. (Foto: U.S. Navy)

O Equador solicitou aos EUA uma venda de 2  helicópteros modernizados Kaman SH-2G Seasprite e equipamentos associados, peças, treinamento e apoio logístico. O Governo do Equador solicitou essas aeronaves através de uma Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) a ser executado como concessão de Artigos de Defesa Excedentes (EDA) para serem então modificados para uso operacional, num custo avaliado de cerca de US$ 60 milhões. O documento emitido pela DSCA pode ser visto aqui(em PDF).

Os dois helicópteros também serão modificadas para incluir os seguintes equipamentos: Dipping Sonar HELRAS, Visor Frontal Infravermelho (FLIR) AAQ-22, Radar AN/APS-143C(V)3, Rádio UHF ARC-210, Transponder APX-72, VOR/ILS AN/ARN-147, Receiver (ADF) AN/ARN-149, Rádio HF HF-9000, Conjunto de Navegação Tática ASN-150, peças de reposição e reparação, apoio e equipamentos de teste, publicações e documentação técnica, treinamento de pessoal e equipamento de treinamento, engenharia contratante, serviços técnicos e de apoio logístico, e outros elementos relacionados.

A proposta de compra dos helicópteros modernizados vai aumentar a capacidade da Marinha do Equador para enfrentar as atuais e futuras ameaças navais. Os helicópteros realizarão guerra anti-submarina (ASW), guerra anti-navios, busca e salvamento (SAR), e missões de apoio logístico para Marinha Equatoriana.

A principal empresa contratada será a Kaman Corporation de Bloomfield, CT.

 

Gripens húngaros “interceptam” aeronave Saab 340 da Suécia

Publicado em 28/09/2011 por em Militar

Caças da Hungria realizam exercício de Alerta de Reação Rápida (QRA) com um turboélice Saab 340 (Tp100) da Força Aérea da Suécia. (Foto: Hakan Brandt / Forças Armadas Suecas)

Durante um vôo para o grupo de apoio sueco em Kecskemét, na Hungria, o comandante de um avião de transporte TP100 (Saab 340) recebeu um pedido da Força Aérea da Hungria, pedindo permissão para realizar um exercício com o avião sueco como alvo. O exercício é parte de uma missão chamada de Alerta de Reação Rápida, ou QRA.

Pouco tempo após a entrada no espaço aéreo húngaro, dois caças Gripen húngaros são destacados para voar de encontro ao turbohélice TP100 sueco pelo seu centro de controle aéreo de combate. Eles cuidadosamente abordam o avião de transporte pela parte traseira. Um dos Gripens permanece a uma distância considerável, onde ele pode agir com seus sistemas de armas, caso as aeronaves que estão sendo identificadas não tem intenções amigáveis. As abordagens do outro piloto e seu caça Gripen é de identificar a aeronave e, geralmente, fotografá-lo, em grande parte para fins de documentação. Após a conclusão da atividade do exercício, os Gripens húngaros liberam o avião de transporte sueco, que continua seu vôo para Kecskemét.

O exercício foi soliictado pela Força Aérea da Hungria para treinar os pilotos dos caças Gripen nesse tipo de operação. (Foto: Hakan Brandt / Forças Armadas Suecas)

O QRA é equivalente a preparação de incidentes suecos. Para a Suécia, a preparação do tipo de incidente tem sido realizada desde 1952, quando um DC-3 sueco foi abatido por caças soviéticos em espaço aéreo internacional sobre o Mar Báltico. Esta preparação de incidente é parte da preparação territorial da Suécia e também uma parte das operações da missão das Forças Armadas da Suécia.

O que a tripulação e os passageiros puderam observar durante este exercício é parcialmente o resultado da cooperação entre a Suécia, Hungria, República Tcheca e Tailândia. Os pilotos Gripens húngaros, os controladores de combate aéreo e técnicos da aeronave foram treinados na Suécia. Na Hungria, República Tcheca e Tailândia, possuem também o pessoal da Suécia no local que presta aos seus colegas internacionais um apoio para as operações das aeronaves JAS 39 Gripen. A Ala 7 da Força Aérea Sueca tem a responsabilidade de interceptar e o dever de conduzir operacionalmente esses grupos.

 

Programa da aeronave Boeing KC-46 Tanker completa importante etapa de análise do projeto

Publicado em 28/09/2011 por em Militar

Concepção artística de uma nova aeronave de reabastecimento aéreo KC-46 Tanker da Boeing durante operação de REVO com um bombardeiro B-2. (Foto: Boeing)

O programa Boeing KC-46 Tanker concluiu com êxito a sua análise integrada básica (IBR) com a Força Aérea dos EUA no dia 24 de agosto na sede do programa da Boeing em Mukilteo. A avaliação, com a participação de altos funcionários do programa na Força Aérea dos EUA, validaram o âmbito técnico do programa e finalizaram marcos importantes para a fase de projeto e desenvolvimento da próxima geração de aeronaves de reabastecimento aéreo da Força Aérea dos EUA.

“Nós estamos dentro do plano com o programa de desenvolvimento do KC-46 nos quesitos de cronograma, técnico e custos”, disse Maureen Dougherty, vice-presidente da Boeing e gerente do programa KC-46 Tanker. “O processo de IBR reforça que estamos com a base técnica correta na abordagem do projeto e gestão, e com o pessoal nos níveis exigidos para executar esse contrato. Nós estamos bem posicionados para entregar nossos primeiros 18 aviões tanques prontos para o combate em 78 meses.”

Com a IBR completa, o programa agora irá se concentrar em marcos que incluem uma Revisão Preliminar do Projeto no primeiro trimestre de 2012, uma revisão crítica do projeto no terceiro trimestre de 2013, e o primeiro vôo do KC-46 de reabastecimento aéreo no começo de 2015.

Desde a assinatura do contrato no dia 24 de fevereiro, o programa KC-46 Tanker da Boeing concluiu o Sistema de Revisão de Requisitos da Força Aérea, bem como a Definição da Configuração e Revisão Preliminar de Design do Cargueiro Provisório 767-2C. A última revisão marca o fim da fase preliminar de desenvolvimento da configuração do avião comercial da Boeing no qual o KC-46 tanque é baseado.

A Boeing recebeu um contrato para construir a próxima geração de 179 aeronaves tanques de reabastecimento aéreo, que começará a substituir a frota da Força Aérea dos EUA de 416 aeronaves de reabastecimento KC-135 Stratotanker. O contrato exige que a Boeing projete, desenvolva, fabrique e entregue 18 aeronaves iniciais prontas para o combate até 2017.

 

Novas tecnologias transformam Boeing 787 em avião dos sonhos

Publicado em 28/09/2011 por em Comercial

A primeira aeronave 787-8 Dreamliner entregue pela Boeing para a companhia aérea ANA. (Foto: Boeing)

O Boeing 787 Dreamliner, que chegou ao mercado oficialmente nesta segunda-feira, é o tipo de lançamento que só se vê a cada 50 anos. A aeronave representa a primeira mudança drástica desde o Boeing 747, lançado na década de 1960. É mais leve, polui menos, é mais econômico, consegue voar mais longe e faz menos barulho. Nada modesta, a empresa decidiu batizá-lo de Dreamliner, ou avião dos sonhos, um trocadilho com a palavra airliner (termo em inglês para aviões comerciais). Veja aqui o vídeo da aeronave quando partia para o Japão.

A nova aeronave da Boeing consegue avançar em várias áreas graças ao material utilizado na construção (veja gráfico abaixo), aos motores de última geração e a uma série de novos recursos eletrônicos. De acordo com Fernando Catalano, chefe do departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP), a utilização de materiais compostos, como a fibra de carbono, para a construção da fuselagem do avião, causou um efeito em cascata.

“Como o avião é 20% mais leve e tão resistente quanto os da geração anterior, construídos basicamente com alumínio, ele consegue carregar mais peso e economizar combustível, além de permitir mudanças na aerodinâmica”, explica em entrevista ao site de VEJA. Por causa dos materiais compostos, os engenheiros conseguiram fazer com que a ponta da asa do 787 fosse curvada para cima. “Em velocidade de cruzeiro, esse formato deixa a nave mais rápida e economiza combustível”, afirma Catalano.

Outra inovação que aumenta a economia da aeronave é a quantidade de novos componentes eletrônicos. “Eles permitem que sejam usados menos sistemas hidráulicos e pneumáticos e faz com que o próprio avião possa produzir energia durante o voo”, explica o engenheiro. “Além disso, os circuitos eletrônicos ajudam a reduzir a emissão de poluentes.”

A Boeing também apresentou motores mais silenciosos e mais econômicos no 787. Catalano explica que as turbinas do novo avião são dotadas de algo chamado caixa de redução, um dispositivo que reduz a velocidade das hélices. “Como elas são muito grandes, as lâminas da turbina podem superar a velocidade do som”, disse o professor. As caixas de redução ajudam a diminuir essa velocidade, reduzindo o consumo de combustível e o barulho da turbina.

Fonte: Veja, via NOTIMP

 

Protótipo do LCA Tejas Naval aciona o motor pela primeira vez

Publicado em 28/09/2011 por em Militar

O primeiro acionamento do motor no solo do primeiro protótipo do Tejas Naval NP1. (Foto: Frontier India)

O sonho do primeiro esforço da Índia para construir uma aeronave que possa operar embarcada em porta-aviões, seu caça naval Tejas, teve um novo impulso ao atingir mais um marco significativo ao acionar pela primeira vez o motor da aeronave no solo (EGR), ocorrido em Bangalore na segunda-feira, dia 26 de setembro de 2011, com o primeiro protótipo do LCA Tejas da Marinha, o NP1.

A equipe de direção do projeto LCA da Marinha Indiana compreende, membros da Marinha da Índia, da Força Aérea da Índia, da HAL, do DRDO, CEMILAC, DGAQA, dos Laboratórios CSIR, Instituições de Ensino, e outros parceiros do setor público e privado.

O EGR da primeira aeronave NP1 foi realizado por volta das 18:30hrs do dia 26 dentro do cronograma, e teve o objetivo principal de verificar a integração da aeronave com o motor, além da ativação de vários sistemas como controle de vôo, hidráulica, combustível, elétrica, aviônicos, entre outros, que foi alcançado com sucesso.

A aeronave irá agora passar por uma fase de detalhamento com base nas informações colhidas durante o teste realizado e também observado durante o EGR, seguido por uma série de verificações de integração final e ensaios de táxi antes de seu vôo inaugural que deve ocorrer breve.

 
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Termina treinamento de pilotos instrutores iraquianos realizado pela USAF nas aeronaves T-6

Publicado em 28/09/2011 por em Militar

Pilotos iraquianos e norte americanos voam em formação com aeronaves T-6 Texan II da Força Aérea Iraquiana no último voo de treinamento realizado pelo 52º Esquadrão de Treinamento de Voo Expedicionário da USAF. (Foto: Senior Airman Tyler Placie / U.S. Air Force)

“O poder aéreo iraquiano começa aqui”, são as palavras escritas acima da porta de Esquadrão 203 da Força Aérea Iraquiana, uma unidade de treinamento de voo com aeronaves T-6A Texas II na Base Aérea de Tikrit, Iraque. As palavras soam verdadeiras, em parte, por causa dos esforços do 52º Esquadrão de Treinamento de Voo Expedicionário (EFTS) da Força Aérea dos EUA, que voou a sua última missão de treinamento no Iraque sob o atual acordo de segurança junto ao Esquadrão 203 no dia 05 de setembro. Onze iraquianos qualificados como pilotos instrutores de T-6 surgiram a partir do programa conjunto, criando uma capacidade de formação orgânica de piloto dentro da força aérea iraquiana.

“Eles são a base do treinamento de pilotos iraquianos da força aérea”, disse o tenente-coronel Andy Hamann, o comandante EFTS 52.

Um cadete instrutor iraquiano se prepara para mais um voo de treinamento a bordo de uma aeronave T-6 Texan II na Base Aérea de Tikrit, Iraqu. (Foto: Senior Airman Perry Aston / U.S. Air Force)

Aviadores do 52º EFTS estavam trabalhando com a força aérea iraquiana nos últimos 21 meses nos T-6, realizando o treinamento de vôo primário e o treinamento dos pilotos instrutores. A aeronave T-6, monomotora e com dois lugares, é utilizada por mais de seis países como treinador de asa fixa, incluindo a Força Aérea dos EUA e da Marinha dos EUA.

O esquadrão recebeu o primeiro de seus T-6 no dia 16 de dezembro de 2009 e realizou sua primeira missão duas semanas depois. Um pouco mais de um ano mais tarde, o tenente-coronel Hamid, da força aérea iraquiana, comandante do Esquadrão 203 iraquiano, se tornou o primeiro piloto instrutor totalmente qualificado no Iraque.

Uma equipe de manutenção prepara as aeronaves T-6 Texan II da Força Aérea Iraquiana antes da última missão de treinamento conjunto com a USAF. (Foto: Staff Sgt. Mike Meares / U.S. Air Force)

Demora cerca de 18 meses e mais de 280 horas de vôo e em simuladores para preparar um piloto instrutor. Agora, o esquadrão tem 11 pilotos instrutores totalmente qualificado prontos para liderar sua força aérea para ensinar os outros. Começando do zero, a força aérea iraquiana desenvolveu módulos de treinamento totalmente funcionais que vão desde a padronização, treinamento, avaliação, segurança, comando de vôos, e de suporte de vida.

“Eles realmente se aproximaram do desafio de administrar o seu próprio esquadrão”, disse o capitão Aaron Knight, um piloto-instrutor. “Eles são brilhantes exemplos de bons pilotos e bons oficiais. Estou extremamente impressionado com a maturidade que demonstraram.”

Um piloto instrutor norte americano realiza uma verificação pré-voo antes de realizar um voo de treinamento com pilotos iraquianos numa aeronave T-6. (Foto: U.S. Air Force)

O padrão de vôo que havia sido definido é um outro aspecto da missão que os conselheiros disseram que têm trabalhado duro para manter.

“O padrão que temos realizado aqui, como nós treinamos os iraquianos, é o mesmo padrão que usamos em nosso treinamento de pilotos da Força Aérea, bem como o treinamento de piloto-instrutor”, disse Hamann. “Estou confiante de que eles são capazes de assumir esta missão.”

Um instrutor norte americano, no assento traseiro, inicia um voo de treinamento de um piloto iraquiano, numa aeronave T-6 Texan II da Força Aérea do Iraque. (Foto: U.S. Air Force)

Na cerimônia de formatura dos pilotos instrutores de T-6 da força aérea iraquiana realizada no dia 05 de setembro, Hamann disse: “Espero que no céu em torno desta região e em todo o mundo, as nossas duas forças aéreas… E os nossos pilotos possam voar juntos em missões além das missões de treinamento que estamos fazendo aqui; potencialmente missões de assistência humanitária e de paz; missões de manutenção em aeronaves de carga, operações de coalizão e exercícios de treinamento em aeronaves de caça e de mobilidade e, assim como outras missões ”

Além de sua missão de treinamento, formação e assistência para a força aérea iraquiana crescer as capacidades fundamentais e duradouras no treinamento de vôo, os militares da Força Aérea dos EUA estabeleceram duradouros relacionamentos pessoais e profissionais com os seus homólogos iraquianos.

“O que estou mais orgulhoso são que as relações deste esquadrão foram construídas em conjunto”, disse Hamann. “Tivemos mais de 50 pessoas que vieram através do 52º EFTS nos últimos dois anos para treinar os iraquianos. A camaradagem na linha de vôo, nas salas de briefing e nas áreas de suporte de vida é realmente forte.”

Dez alunos adicionais estão nesse momento em treinamento, e possivelmente 15 a 20 estarão até o final do ano, disseram autoridades. O objetivo é eventualmente ter 30 pilotos instrutores, dois para cada aeronave T-6 no inventário.

“Eu tive uma boa experiência ao trabalhar com o esquadrão de treinamento 52 e ao receber a aprendizagem dos pilotos especialistas americanos”, disse Abood, um dos primeiros pilotos instrutores certificados da da força aérea iraquiana. “(Agora) eu vou tentar transferir o que eu aprendi no novo treinamento de pilotos iraquianos. Vamos manter sempre os padrões bem altos. Nosso objetivo é ajudar a construir uma força aérea forte e eu acho que é o começo do que vai acontecer no Esquadrão 203. ”

Fonte: U.S. Air Force (Senior Airman Patrick McKenna contribuiu nesse artigo) – Tradução: Cavok

 
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