Facebook Twitter Gplus Flickr Pinterest LinkedIn YouTube E-mail RSS
magnify

Embraer

Resultado Cavok Foto Quiz 22 – Gates Learjet R-35A

A aeronave Gates Learjet R-35A da Força Aérea Brasileira, chegando para pouso no Aeroporto Internacional dos Guararapes, Recife. (Foto: Rafael Nunes / Cavok)

A resposta do Foto Quiz dessa semana é o jato de reconhecimento fotográfico Gates Learjet R-35A (RC-35A). O jato “FAB 6001″ da imagem acima faz parte do 1°/6° Grupo de Aviação, o Esquadrão Carcará, da Força Aérea Brasileira (FAB), baseado em Recife, Pernambuco. A FAB atualmente opera com três aeronaves do modelo, equipadas com modernos sensores de reconhecimento no casulo localizado na parte de baixo da aeronave. Lembrando que está valendo um DVD do documentário Fighter Pilot para quem mais acertar o Foto Quiz até o final de julho. Boa semana a todos e até o próximo Quiz.

Nota do Editor:
Vou divulgar uma atualização desse post amanhã com o resultado parcial.

 

VÍDEO: Endeavour faz a última viagem ao espaço

A nave espacial Endeavour partiu para sua última missão na manhã dessa segunda-feira, do Cabo Canaveral, na Florida. (Foto: NASA)

Foi lançado com sucesso na manhã desta segunda-feira (16) de Cabo Canaveral, na Flórida, o ônibus espacial Endeavour para a última missão no espaço. Veja a seguir o vídeo do lançamento.


A espaçonave partiu às 09h56, horário de Brasília, e levou ao espaço seis pessoas. A missão STS-134 é liderada pelo comandante Mark Kelly. Também fazem parte do grupo o piloto Gregory Johnson e os especialistas de missão Michael Fincke, Greg Chamitoff, Greg Chamitoff e Roberto Vittori, da Esa, agência espacial europeia.

A tripulação fará diversos experimentos científicos, e levará um detector para o estudo da física das partículas nos raios cósmicos.

Além disso, os astronautas preencherão os radiadores com amoníaco e instalarão ganchos e plataformas de suporte no braço robótico da nave, entre outras operações.

Durante os 16 dias da missão, também serão realizadas quatro excursões de trabalhos exteriores, que serão as últimas “caminhadas espaciais” programadas para astronautas das naves.

O Endeavour não pôde levantar voo na primeira data prevista – 29 de abril – devido a um problema com dois aquecedores da unidade de potência auxiliar.

Posteriormente, no dia 2 maio, data anunciada pela Nasa, agência espacial americana, para a nova decolagem, foi adiada outra vez por problemas técnicos.

Essa é a missão número 25 e a última do Endeavour, que até o momento completou 4.429 órbitas e esteve no espaço por mais de 280 dias.

A “aposentadoria” completa da atual frota de ônibus espaciais da Nasa acontece em junho, quando deve ser lançada a nave Atlantis.

 

 

Piloto da Reserva da Força Aérea dos EUA atinge 5.000 horas de voo em caças F-16

Publicado em 16/05/2011 por em Militar

O Coronel Lenny Dick, junto de sua equipe de apoio da 162ª Ala de Caça posam para foto junto a seu caça F-16 no dia 9 de maio, no Aeroporto de Tucson, Arizona. (Foto: Master Sgt. Dave Neve / U.S. Air Force)

Um piloto da Reserva da Força Aérea dos EUA, baseado no Aeroporto Internacional de Tucson, Arizona, tornou-se a quarta pessoa a atingir a marca de 5.000 horas de voo num caça F-16 Fighting Falcon, durante um voo realizado em Tucson, no dia 9 de maio.

O Coronel Lenny Dick, vice comandante do Comando do Centro de Testes da Guarda Aérea Nacional da Reserva da Força Aérea dos EUA, iniciou sua carreira em caças multi missão em 1984. Sua importante marca foi alcançada durante uma missão sobre o deserto do Arizona, num testes de voo da Modernização da Capacidade de Software 8 – um novo software que está sendo desenvolvido para melhorar as capacidades dos caças F-16 da Guarda Aérea e da Reserva da Força Aérea..

O Coronel Lenny Dick taxia sua aeronave após ultrapassar a marca de 5.000 horas de voo em caças F-16. (Foto: Master Sgt. Dave Neve / U.S. Air Force)

Por comparação, a maioria dos pilotos de F-16 acumulam cerca de 3.500 horas de voo durante a carreira. Ele credita seu raro momento as tarefas atribuídas e aos membros da USAF que apoiam suas missões de voo.

Em sucessão, 5.000 horas de voo siginificam quase sete meses. Cada hora de voo, requer aproximadamente 8 horas de manutenção e trabalho no solo, uma quantia que significa 40.000 horas homem. As surtidas queimam em média 4.000 a 5.000 libras de combustível por hora, significando aproximadamente 20 a 25 milhões de libras de combustível consumido durante a carreira do coronel.

O Coronel Lenny Dick operou como piloto no Iraque, na Bósnia, e diversas outras operações, totalizando 12 destacamentos, com cerca de 300 horas de voo em combate em caças F-16.

 
Tags: , ,

O helicóptero híbrido Eurocopter X3 excede sua meta de velocidade

O helicóptero demonstrador de tecnologia X3 da Eurocopter durante seu voo recorde. (Foto: Eurocopter / Anthony Pecchi)

O helicóptero híbrido demonstrador X3 da Eurocopter cumpriu a promessa de ampliar as fronteiras da aviação de asa rotativa, superando a meta original de velocidade de 220 kts, demonstrando que a aeronave é compsota de desempenho, capacidade e maturidade.

A meta de velocidade do X3 foi alcançada no dia 12 de maio durante um voo estável e nivelado – com o modelo híbrido mantendo a velocidade real de 232 kts (430 km/h) durante vários minutos. Isso ocorreu durante a terceira missão depois de uma atualização programada que integrou as definitivas gearboxes do X3, permitindo que ele operasse a plena potência.

“As equipes da Eurocopter, uma vez mais demonstraram a sua capacidade de aplicar a inovação como um pilar da estratégia junto a líder da indústria de helicópteros”, disse Lutz Bertling, presidente e CEO da Eurocopter. “Os futuros helicópteros a incorporar a configuração X3 vão ofercer aos nossos clientes uma velocidade de cruzeiro de 50% maior e com custos muito acessíveis, além de definir o futuro das aeronaves de alta produtividade de asa rotativa.”

A bordo da aeronave da Eurocopter estavam o piloto de testes Hervé Jammayrac e engenheiro de voo de teste Daniel Semioli. “Ficamos impressionados com a facilidade com que este objetivo de velocidade foi atingido”, explicou Jammayrac. “O X3 lida extremamente bem, demonstrando notável estabilidade em alta velocidade – mesmo com o piloto automático desligado. Estamos muito orgulhosos desta conquista, que resulta da dedicação de todos aqueles que trabalharam no projeto. ”

A Eurocopter começou os voos de testes com o X3 em do ano passado em um programa que combina as excelente capacidades de decolagem e pouso verticais com as velocidades de cruzeiro do tipo de aeronaves de mais de 220 kts. Após o X3 ter alcançado o verdadeiro objetivo inicial de velocidade de 180 kts (333 km/h) em novembro, numa potência reduzida do motor, o X3 passou pela atualização planejada na sua gearbox numa inspeção de segurança.

Desde o retorno ao voo na semana passada, o X3 rapidamente demonstrou a sua performance com a potência completa do motor, incluindo subidas e descidas impressionantes, bem como uma excelente manobrabilidade, além de confirmar excepcionais capacidades do sistema de propulsão híbrida para aceleração e desaceleração.

No programa de testes até a data, as características do X3 para a aeronavegabilidade e estabilidade base foram validados ao longo dos testes de envelope de voo da aeronave, sem a necessidade de um sistema de aumento de estabilidade, o que foi confirmado em teste realizado com o piloto automático desligado e engajado. Além disso, o avião híbrido tem baixos níveis de vibração sem a utilização de sistemas passivos ou ativos de anti-vibração, oferecendo características de vôo comparáveis aos melhores helicópteros com design tradicional actualmente em serviço.

A empresa vislumbra uma ampla gama de utilizações para este conceito, incluindo missões de busca e salvamento (SAR) de longa distância, tarefas para guarda costeira, missões de patrulhamento de fronteiras, transporte de passageiros, operações offshore e serviços de transporte inter-cidades. Também poderia ser bem adaptada para missões militares em operações de forças especiais, transporte de tropas, SAR de combate, e evacuação médica – beneficiando a combinação de aeronaves híbridas de maiores velocidades de cruzeiro com decolagem vertical e excelente desempenho de operações de embarque/desembarque.

Os voos de testes do X3 estão sendo realizados a partir do Centro de Testes de Voo da DGA, em Istres, França. O programa de ensaios em voo continuará ao longo de 2011 para explorar o envelope do helicóptero híbrido em pleno voo e avaliar todas as possibilidades oferecidas por esta nova tecnologia.

 

RAF anuncia novo esquadrão Reaper

Uma aeronave não-tripulada de ataque Reaper, da Real Força Aérea Britânica (RAF). (Foto: MoD UK)

O chefe da Força Aérea Britânica (RAF) anunciou nessa sexta-feira, dia 13, que um novo esuqadrão de aeronaves não-tripuladas Reaper será formado na Base da RAF de Waddington, em Lincolnshire, o que siginifica que as aeronaves que voam sobre o Afeganistão serão contradas pelo Reino Unido pela primeira vez.

Falando sobre o fechamento do Esquadrão Número XIII de aeronaves Tornado na Base da RAF de Marham, o Air Chief Marshal Sir Stephen Dalton anunciou que o esquadrão acima será agora responsável pela tarefa de manter o segundo Esquadrão Reaper no ano que vem. As aeronaves remotamente pilotadas continuarão baseadas no Afeganistão.

Com uma grande quantidade de sensores e capacidade para disparar armas de precisão, o Reaper pode executar uma ampla gama de misões atualmente realizadas pelo Esquadrão 39 a partir de uma base localizada do outro lado do mundo, na Base Aérea de Creech, em Nevada. O Reaper pode utilizar seus sensores de espionagem durante o dia ou noite contra atividades insurgentes durante horas de uma só vez num alcance que não pode ser detectado do solo.

 

Malásia interessada em modernizar seus caças Hornets

Publicado em 15/05/2011 por em Militar

Um caça F/A-18D Hornet da Malásia durante o Exercício Militar Bersama Shield 2010. (Foto: MoD Malaysia)

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou o Congresso dos EUA sobre uma possível Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) para o Governo da Malásia, relativo a modernizaçãos nas existentes aeronaves de caça F/A-18D Hornet, bem como equipamento relacionado, peças, treinamento e apoio logístico.

O Governo da Malásia solicitou a aquisição e integração de uma MLU (Mid Life Upgrade) nos existentes F/A-18D Hornet incluindo seis pods (6) AN/ASQ-228 ATFLIR. Também está incluido desenvolvimento de software, integração de sistemas e testes, conjuntos de testes, treinamento dos tripulantes e pessoal de apoio, equipamento de apoio, peças sobressalentes e de reparo, publicações, documentação técnica, além de apoio logístico.

A Malásia solicitou esse tipo de equipamento para manter a interoperabilidade com os EUA e outros parceiros regionais durante as operações da coalisão. Essa modernização vai melhorar os atuais pods de FLIR para uma configuração atualizada, reduzindo as questões de antiguidade, e aliando a Marinha da Malásia com uma funcionalidade similar a da U.S. Navy.

 

Esquadrilha da Fumaça comemora seus 59 anos

As aeronaves Embraer T-27 Tucano do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) completa, neste sábado (14/5), 59 anos de existência. Como parte integrante das comemorações, a Esquadrilha da Fumaça, como é carinhosamente conhecida, fará uma apresentação especial ao público na Academia da Força Aérea (AFA) às 16h30.

Um T-27 Tucano, aeronave que acompanha a Esquadrilha da Fumaça a quase 30 anos. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

“Convidamos o público para comemorar conosco essa data, porque para nós ele faz parte do nosso efetivo. Sem o  público a Esquadrilha não teria sentido”, diz o Major Aviador Alexandre de Carvalho Ribeiro. (Ouça aqui a entrevista)

O Esquadrão de Demonstração Aérea leva a bandeira do Brasil nas apresentações que realiza pelo mundo. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A história da Esquadrilha da Fumaça começou de forma despretensiosa, na hora do almoço, na Escola de Aeronáutica, no Rio de Janeiro. Era o início da década de 50. Depois das instruções da manhã, no Campo dos Afonsos, aviões de treinamento avançado tomavam o céu da Barra da Tijuca num balé acrobático. A bordo de monomotores North American T-6 Texas, instrutores motivavam seus cadetes com um show de perícia e técnica. Liderado pelo então Tenente Mário Sobrinho Domenech, os chamados “cambalhoteiros” executavam à exaustão manobras da aviação de caça. Primeiro com duas aeronaves, depois com quatro. Veja aqui fotos históricas da Esquadrilha da Fumaça.

A Fumaça já esteve várias vezes nos Estados Unidos, e se apresentou para milhares de norte americanos. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Assunto nas rodas de conversa da escola, a equipe obteve autorização para a primeira demonstração sobre os Afonsos graças à intervenção do futuro ministro da Aeronáutica, o então Tenente-Coronel Délio Jardim de Mattos, fascinado por acrobacias aéreas. O show realizado em maio de 1952 marcou o nascimento do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a Esquadrilha da Fumaça. A partir daquele momento, o grupo passou a se apresentar em solenidades importantes da escola.

Em 1955, a esquadrilha ganhou cinco aeronaves exclusivas que receberam pintura especial. “Mesmo com mau tempo, fizemos todas as acrobacias, o público vibrava quando os aviões saíam do meio das nuvens com os faróis ligados”, lembra-se o hoje Coronel da Reserva João Luiz Moreira da Fonseca, líder da Esquadrilha na época, ao falar de uma demonstração no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Com a marca de “fumaceiro” na alma, ele que tem hoje 86 anos, ainda realiza manobras a bordo de um ultraleve todo fim-de-semana no Clube da Aeronáutica, na Barra da Tijuca (RJ).

As apresentações da Fumaça empolgam pessoas de todas idades. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Nos primórdios, conta o Coronel João Luiz, os aviões demoravam muito para ganhar altura e isso dificultava a visão e o acompanhamento pelo público. Para facilitar a observação dos espectadores, o EDA desenvolveu um equipamento para que os aviões produzissem fumaça e incluiu na apresentação uma aeronave isolada. Enquanto um piloto realizava acrobacias, outros quatro ganhavam altura para a próxima sequência de manobras em grupo. Logo os mecânicos começaram a chamar o esquadrão de “Esquadrilha da Fumaça”. Em seguida, o Brasil inteiro já conhecia o EDA pelo apelido.

A Esquadrilha da Fumaça detém o recorde de maior número de aeronaves voando em formação com as aeronaves em voo invertido. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Por causa do sucesso das apresentações também no exterior, o grupo recebeu o título de Embaixadores do Brasil nos céus. As acrobacias estão no Guinness Book of Records, o livro dos recordes mundiais. O voo de dorso em formação com dez aviões durante 30 segundos foi registrado em 1999. A marca recorde foi quebrada mais duas vezes pela própria Esquadrilha, em 2002 e 2006.

Ao longo de sua trajetória, a  Esquadrilha da Fumaça já realizou 3448 demonstrações, sendo 261 no exterior. Países como Alemanha, Argentina, Bolívia, entre tantos outros, já puderam apreciar a destreza e as manobras dos “fumaceiros”, reconhecidos como “embaixadores do Brasil no céus”.

A Equipe

No total são treze pilotos que integram o Esquadrãode Demonstração Aérea da FAB. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Esquadrilha da Fumaça é formada por treze pilotos, que se revezam em sete posições de voo a cada demonstração. Toda apresentação conta com 7 aeronaves. Quando não há aeronave de apoio, ou seja, em circuitos breves, a equipe se desloca normalmente com 16 militares, sendo 8 pilotos (Oficiais) e 8 mecânicos (Suboficiais e Sargentos). Apenas um dos pilotos não participa da demonstração, pois fica responsável pela locução, juntamente com um auxiliar (mecânico).

A famosa "bomba" realizada com quatro aeronaves T-27 Tucano. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Os pilotos, formados na Academia da Força Aérea (AFA), localizada em Pirassununga, interior de São Paulo,  podem se candidatar para ingressar no Esquadrão após completar 1500 horas de voo, sendo 800 delas como instrutores de voo da AFA. Além disso, para fazer parte do grupo, o oficial deve ser voluntário e precisa ser aprovado por um Conselho Operacional, composto por todos os oficiais do Esquadrão.

Durante as apresentações são utilizadas sete aeronaves Tucano. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A posição de voo número 7, o isolado, é revezada pelos pilotos que estão em seu terceiro ou quarto ano no EDA, por períodos de aproximadamente um ano ou de acordo com a necessidade operacional.

Para que os aviões possam voar com o máximo desempenho e total segurança, uma equipe de técnicos altamente especializados trabalha incansavelmente. Esses técnicos, formados pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), localizada na cidade de Guaratinguetá/SP, são os responsáveis pela eficiência das aeronaves, empregando todos os seus conhecimentos para que a apresentação da Esquadrilha seja cercada da maior segurança. Tamanha é a confiança na qualidade de seus trabalhos que os pilotos os batizaram como Anjos da Guarda.

Algumas manobras são exclusivas da Esquadrilha da Fumaça, como o Espelhão. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A tradicional apresentação da Esquadrilha da Fumaça tem duração de 35 minutos, na qual são exibidas aproximadamente 22 sequências de manobras (equipe) com 55 acrobacias (individuais).

Texto: Agência da Força Aérea

Nota do Editor: O Cavok Brasil parabeniza os pilotos, “anjos da guarda” e equipe de apoio da Esquadrilha da Fumaça pela passagem de mais um ano repleto de majestosas e impressionantes apresentações. Fumaça… Já!!

 

Maiores implicações para venda do Super Tucano aos EUA

Publicado em 14/05/2011 por em Brasil, Militar

A aeronave Embraer EMB-314 Super Tucano que participa da competição para um novo modelo de combate contra insurgência nos EUA.

Apesar do Super Tucano estar ainda na competição para novas aeronaves contra insurgência (COIN) nos EUA, nessa semana, o Early Warning Blog, do Lexington Institute, divulgou um artigo feito por um de seus colaboradores dizendo quais as razões pelas quais os EUA não deveriam adquirir a aeronave brasileira e escolher o modelo desenvolvido pela pela Beechcraft. O artigo, divulgado pelo site Defence Professionals, está traduzido abaixo, com o original no link no final do post.

A aeronave Beechcraft AT-6 Texan que participa da competição LAAR nos EUA. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Força Aérea dos EUA está planejando comprar aeronaves de “ataque leve e reconhecimento armado” para uso pelos pilotos dos EUA e estrangeiros na guerra de contra-insurgência. Por cerca de US$ 10 milhões por avião, provavelmente é o avião de combate mais barato em serviço que será comprado neste século – que é uma razão pela qual poucos políticos ou especialistas estão prestando atenção. Mas a concorrência para selecionar uma aeronave vencedora levanta questões mais amplas sobre a forma como a compra de armas militares, em especial, se os responsáveis ??políticos do Pentágono entendem a gravidade do recente declínio econômico da América.

Existem apenas dois candidatos credíveis para o contrato: um avião americano feito pela Hawker Beechcraft designado AT-6, e um avião brasileiro feito pela Embraer designado EMB-314. São ambos aviões turbohélices, multi-missão, e seus preços de tabela são semelhantes. Mas como a oferta da Beechcraft seria desenvolvida e montada nos Estados Unidos, iria gerar mais de 1.000 postos de trabalho aqui. O avião brasileiro seria desenvolvido em outros lugares, e a montagem final que ocorreria nos EUA provavelmente geraria menos de uma centena de postos de trabalho.

Então aqui vai a pergunta óbvia: por que os militares de um país com os maiores déficits orçamentários e comercial da história consideram a compra de um novo caça leve de um fabricante estrangeiro quando há um plano em perfeito estado e já disponível a partir de fontes internas? Sabemos que a oferta americana funciona bem, porque a mesma plataforma foi usada pela Força Aérea e ma Marinha para treinamento de pilotos ao longo dos últimos dez anos, e centenas deles são utilizados a partir de seis localidades nacionais. Isso provavelmente faz com que o avião americano seja o candidato com melhor relação custo-benefício na concorrência, pois já existe uma infra-estrutura de treinamento e manutenção no lugar e que os pilotos do avião também o conhecem bem.

A aeronave Super Tucano que participa da competição de nova aeronave de ataque leve e reconhecimento armado (LAAR) nos EUA.

Mas o fato de a Força Aérea estar estudando uma oferta do Brasil nos diz que o Pentágono está fora com as realidades econômicas. Deixemos de lado o fato de o governo do Brasil, muitas vezes não concorda com as políticas de defesa dos EUA em países como Irã e Venezuela, e tentaremos ignorar o disposto no Estatuto Social da Embraer, permitindo que o governo corte o fluxo de peças de reposição e acessórios, se não gostar da maneira como o avião está sendo usado em algum lugar. Em vez disso, considere o que aconteceu com a economia americana ao longo dos últimos dez anos. Na manhã do dia 11/09, os Estados Unidos estavam gerando 32% de toda a produção econômica global. Hoje, caiu para 23 por cento, e se o Congresso se recusa a aumentar o limite da dívida poderia diminuir ainda mais, a 20% da produção mundial, porque o empréstimo federal ultrapassa atualmente os 10% do produto interno bruto.

É este o perfil de um país que pode dar ao luxo de passar para trás mil novos postos de trabalho e comprar no exterior só porque alguns estados são influenciados pela empresa estrangeira que pode oferecer-lhe um negócio um pouco melhor em um turboélice militar? Eu não penso assim! A Força Aérea dos EUA deve começar a pensar mais claramente sobre suas responsabilidades para com os contribuintes, durante um período de perigo fiscal e econômico. Talvez o que significará reduzir a quantidade de dinheiro que gastam em guerras em outros países. No mínimo, porém, significa a compra de aviões norte-americanos, sempre um produto adequado disponível para atender as necessidades militares. Isso é o que a China faz – compra de fontes chinesas, sempre que possível – e agora ele está subindo tão rápida quanto a América está diminuindo. Independentemente do tipo de “negócio” que a Força Aérea acha que ela poderá ser capaz de receber do Brasil, é uma perda líquida para a América se não comprar o avião dos EUA.

Fonte: Loren B. Thompson, Ph.D. – Early Warning Blog, Lexington Institute, via DefPro.com

Dica do amigo Ozéias. Obrigado ;-)

Nota do Editor: Nessa semana a aeronave Super Tucano das imagens acima foi entregue para a empresa Tac-Air que presta serviços na área de defesa e segurança nos EUA. Veja o artigo aqui.

 

Lockheed Fort Worth envia última seção central da fuselagem do F-22 Raptor

Publicado em 14/05/2011 por em Militar

A última seção central da fuselagem de um caça F-22 Raptor (a peça preta dentro da caixa) sendo embalada logo após a cerimônia na unidade da Lockheed Martin em Fort Worth, Texas. (Foto: Fred Clingerman)

Na última quinta-feira, o pessoal da unidade da Lockheed Fort Worth, no Texas, embalou e enviou a última seção central da fuselagem de um caça F-22 Raptor. A peça foi colocada num container que seguiu para a unidade da Lockheed Martin em Marietta, Georgia, onde ocorre a montagem final dos caças Raptors da USAF.

Foi realizada uma pequena cerimônia em Fort Worth, onde agora será desativada a linha de produção da seção central. Essa foi a 195ª seção central de fuselagem produzida em Fort Worth, incluindo das aeronaves de desenvolvimento e produção.

 

Helicópteros Apache britânicos disparam mísseis Hellfire pela primeira vez sobre o mar

Um helicóptero Westland Apache realiza um disparo de um míssil Hellfire no ambiente marítimo pela primeira vez. (Foto: MoD UK)

Helicópteros Apache do Exército Britânico recentemente dispararam mísseis Hellfire pela primeira vez voando a partir de um navio de guerra da Royal Navy, a Marinha Real do Reino Unido.

Um helicóptero Westland Apache do Army Air Corps durante realização de disparos sobre o mar. (Foto: MoD UK)

Em um marco significativo para demonstrar a capacidade do Apache em operação e atacando a partir do mar, disparos do canhão de 30mm e mísseis Hellfire foram feitos com sucesso contra alvos marítimos num exercício bem planejado perto de Gibraltar.

No total, 550 rodadas de 30 milímetros e nove mísseis Hellfire guiados por radar foram disparados, atingindo uma taxa de sucesso de 100%. Esta foi a primeira vez que Hellfire foi lançado no ambiente marítimo.

As duas últimas semanas viram uma sucessão de inovações para a Força de Ataque do Army Air Corps (AAC) com os helicópteros no mar.

O navio de guerra britânico HMS Ocean, utilizado na operação com os helicópteros Apache do Army Air Corps. (Foto: MoD UK)

Atualmente implantado a bordo do HMS Ocean, o maior navio de guerra da Royal Navy, o 656 º Esquadrão do 4° Regimento do AAC passou as últimas semanas realizando treinamento intensivo que lhes permitam funcionar eficazmente durante o dia e à noite.

 

Boeing vai modificar mais helicópteros CH-47F Chinook para o Exército dos EUA

Um helicóptero Boeing CH-47F Chinook do Exército dos EUA. (Foto: Boeing Company)

A Boeing vai realizar modificações através do programa de Apoio de Produção em Campo em 49 helicópteros CH-47F Chinook do U.S. Amry no Centro de Modificação da Boeing de Millville. A duração do contrato estende o trabalho atual de modificações das aeronaves Chinook nas instalações da Boeing de Millville por mais um ano, de maio de 2011 a abril de 2012.

Após os Chinooks serem entregues para o Exército dos EUA a partir da linha de produção na Filadélfia, eles são levados para Millville, onde os funcionários da Boeing especializados nas áreas estruturais e elétrica instalam os aviônicos e fazem as alterações estruturais na fuselagem de acordo com as novas exigências do Exército. Em fevereiro de 2010, a Boeing inaugurou as instalações de Millville no aeroporto local e recebeu o contrato inicial do exército, que incluiu modificações para 35 helicópteros. Essas modificações foram concluídas no início deste mês.

O seguimento do contrato também inclui o suporte de treinamento para as unidades de Chinook do Exército para as novas atualizações. A Boeing está implantando duas novas equipes de treinamento nos novos equipamentos, que consiste de mecânicos e técnicos nos CH-47F. Durante o período do contrato, as equipes vão prestar apoio as unidades do Exército nos Estados Unidos e no exterior.

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
Aumentando a “realidade” do seu simulador com o A-29 Super Tucano e o Track IR
Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

Virtual Marcelo Magalhães
Um Boeing 707 voando há mais de 50 anos
Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

Virtual Oswaldo Claro
Sempre alerta
Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

Notice: Undefined offset: 0 in /home/content/05/8942405/html/blog/wp-content/themes/ifeaturepro/core/actions/twitterbar-actions.php on line 90

No tweets to display