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Embraer

Indonésia encomenda 16 jatos de treinamento avançado T-50 da KAI

Publicado em 27/05/2011 por em Militar

Um jato de treinamento avançado KAI -T-50 Golden Eagle. (Foto: KAI)

A Indonésia colocou um pedido para 16 jatos avançados de treinamento Korea Aerospace Industries T-50 Golden Eagle, sendo a primeira exportação do modelo.

Notícias divulgadas na Coreia do Sul informam que a KAI foi escolhida como a oferta preferida, vencendo as propostas da concorrentes Aero Vodochody da República Tcheca com o jato L-159, e da russa Yakovlev, com o modelo Yak-130, além do italiano Alenia Aermacchi M-346 e do inglês  BAE Sytems Hawk 128 Advanced Jet Trainer.

O contrato de compra dessas aeronaves está avaliado em US$ 400 milhões, e define que as aeronaves serão entregues 18 meses após a assinatura, ocorrida na quarta-feira pelos governos dos dois países.

O anúncio ocorreu após o anúncio do 12 de abril da intenção do governo da Indonésia relativo a compra dos jatos sul coreanos, conforme divulgado no Cavok.

As aeronaves T-50 com motores General Electric F404 serão produzidos na unidade da KAI em Sacheon, Coreia do Sul. As aeronaves serão enviadas para Indonésia parcialmente desmontadas, e depois serão montadas por completo na fabricante estatal da Indonésia, a PT Dirgantara Indonesia/Indonesian Aerospace (IAe).

 

Pane levou a decisões que causaram queda do voo 447

O Airbus A330-203, prefixo F-GZCP, da Air France, que caiu durante a realização do Voo AF447. (Foto: Bruno Delliére)

Uma falha técnica, combinada às decisões dos pilotos, esteve na origem do acidente do voo 447, da Air France, ocorrido em 31 de maio de 2009, no Oceano Atlântico. A confirmação foi feita pelo relatório preliminar sobre o conteúdo das caixas-pretas do Airbus A330-200, revelado hoje em Paris pelo Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil (BEA).

Segundo o documento, por uma pane no aferimento da velocidade, a aeronave apresentou aos pilotos duas informações diferentes. “Houve uma incoerência entre as velocidades verificadas do lado esquerdo e no instrumento de socorro (ISIS). Ela durou um pouco menos de um minuto”, diz o relatório.

Apenas os tubos de pitot, as sondas de velocidade, situadas na lateral esquerda da aeronave tiveram os dados registrados pelo Flight Data Recorder (FDR), segundo o comunicado do BEA. O terceiro sensor, situado no lado direito, não foi registrado.

Os problemas no voo tiveram início às 23h10min05s (horário de Brasília), quando o piloto automático do avião se desligou. Nesse instante, um dos copilotos assumiu o comando da aeronave. “Eu tenho o controle”, afirmou, de acordo com as gravações feitas pelo Cockpit Voice Recorder (CVR), a caixa-preta que registra o diálogo dos pilotos e os sons da cabine.

Com base nos dados incongruentes, as primeiras decisões foram tomadas pela tripulação. As 23h10min16s, o copiloto afirma: “Nós perdemos as velocidades, então”. A seguir, ele completa: “Modo alternativo”. Em “modo alternativo”, ou “direto”, os sistemas eletrônicos de proteção contra perda de sustentação são desligados.

O avião ganha inclinação de 10 graus e toma trajetória ascendente. Neste momento, confirma o BEA, o piloto da aeronave, Marc Dubois, não estava em seu assento. Isso, entretanto, não representa nenhuma falha no comportamento do comandante, porque pausas de repouso são regulamentadas por convenções internacionais em voos de longa duração. Às 23h10min50s, os copilotos tentam chamar Dubois.

Às 23h10min51s, o alarme de perda de sustentação é acionado mais uma vez. Ao término de um minuto, a incoerência de velocidade desaparece. Às 23h11min40s, o comandante entra na cabine e reassume seu posto. “Nos segundos que se seguem, todas as velocidades registradas tornam-se inválidas e o alarme de perda de sustentação para”, explica o documento, detalhando mais à frente: “As ordens do copiloto foram principalmente para ”empinar” (levantar o nariz do avião)”. Essa decisão teria sido determinante para que o avião perdesse sustentação.

Fonte: Agência Estado – Andrei Netto

Dica do amigo Symon. Obrigado ;-)

 

F-X2: Dassault também mostra interesse na região do ABC

Caça francês Dassault Rafale durante exercício militar nos Emirados Árabes Unidos.

A empresa francesa Dassault, outra interessada em participar da licitação FX-2 do governo federal na compra de 36 caças supersônicos para renovar a frota da Força Aérea Brasileira (FAB), apresentou nesta quarta-feira (25) para servidores municipais e universidades locais o projeto “Cidade Digital”. Projeto desenvolvido para criação de aplicativos tecnológicos nos serviços públicos, educação infantil e também no planejamento urbano. A implantação do programa na cidade só ocorrerá se os franceses vencerem a disputa que tem como objetivo reequipar o setor de defesa aeronáutico nacional.

O anúncio ocorreu durante o seminário “As Oportunidades do Consórcio Rafale para São Bernardo, região do ABC e Brasil”, realizado na Pinacoteca municipal e contou com a presença do prefeito Luiz Marinho (PT)

De acordo com o representante do consórcio francês no Brasil, Jean-Marc Merialdo, o projeto proposto visa desenvolver tecnologicamente São Bernardo em diversos setores. “É uma forma de poder encontrar soluções tanto para o planejamento urbano municipal como também para o trânsito local e regional. Acredito que esse programa pode vir a ser aplicado na área de educação e de habitação”, disse.

Já o secretário de Relações Internacionais de São Bernardo, Evandro de Lima (PT do B), ponderou que o “Cidade Digital” certamente pode contribuir para evitar o crescimento desordenado que ocorre muitas vezes nas cidades. “Será uma forma de digitalizar toda a planta da cidade. Caso ele venha a ser implantado em São Bernardo acredito que nossa cidade poderá ser ainda melhor planejada. De fato é um jeito de prevenir os problemas que possam acontecer no futuro.

O grupo francês segue a parceria com São Bernardo e nos próximos meses devem ocorrer novas reuniões com integrantes da secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo.

A Dassault planeja para o próximo semestre realizar outros seminários pelo País. Porto Alegre e Rio de Janeiro estão entre as mais cotadas para receber o evento. Comenta-se nos bastidores que São Paulo também pode vir a receber o seminário ao longo do segundo semestre

Briga por espaço

O prefeito Luis Marinho junto ao CEO da Saab. (Foto: Saab Group)

Tradicional polo industrial nos anos 70 e palco de boa parte das conquistas trabalhistas brasileiras, a região do ABC não foi escolhida pela sueca Saab e pela francesa por acaso.

A boa estrutura para desenvolvimento industrial e a localização privilegiada, entre portos e com fácil acesso às principais rodovias do País influíram para que as gigantes da aviação mundial olhassem para a região.

De acordo com José Alvares Campos, professor de Engenharia Aeronáutica do ITA, a escolha do ABC não poderia ser melhor. “O Brasil precisa de muito tempo e tecnologia para competir com as grandes nações mundiais no quesito construção aeronáutica. Mas, dentro desse cenário, se há uma região com pessoal capacitado, infraestrutura e possibilidade no País, é o ABC”, ressaltou o professor.

A empresa sueca Saab inaugurou ontem, no bairro de Nova Petrópolis, em São Bernardo, o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (Cisb), fruto de acordo de cooperação bilateral entre o Município de São Bernardo e a cidade sueca Linköping.

O projeto envolve investimento de US$ 50 milhões em cinco anos por parte do Grupo Saab, fabricante do avião-caça Gripen e detentor da montadora de caminhões Scania.

De acordo com o prefeito da cidade, Luiz Marinho (PT) a chegada de novos players da indústria aeronáutica é um grande marco para a cidade.

“Quem ganha com esse tipo de iniciativa é o cidadão e a economia de São Bernardo”, afirmou o chefe do executivo.

Fonte: DCI – Juliana Cristina

 

Programa JSF: um grande problema, mas existe alternativa?

Publicado em 27/05/2011 por em Militar

A primeira aeronave F-35A de produção, o AF-07, durante seu voo de entrega para Base Aérea de Edwards, no dia 6 de maio de 2011. (Foto: Lockheed Martin)

Ao longo de toda a história do desenvolvimento do F-35 Joint Strike Fighter (JSF), com seus altos e muitos, comentaristas e analistas têm sempre sido absolutamente unânimes em um ponto central: o programa é “um grande fracasso”, e nem a descoberta repetida de graves problemas técnicos, nem os aumentos contínuos de custos , vieram a ameaçar seriamente a sua viabilidade.

Mas então, os auditores do Lehman Brothers, também. E neste contexto, pode-se começar agora a se perguntar se a auditoria sobre o programa F-35 que iniciou dia 19 de Maio virá a representar uma espécie de divisor de águas, o momento em que tem que começar a pensar o impensável, ou seja, considerando as possíveis alternativas para o JSF.

Pessoas como o senador Carl Levin, presidente SASC; Ashton B. Carter, o subsecretário de Defesa para Aquisição, Tecnologia e Logística; H. Christine Fox, o diretor do Escritório de Custo de Avaliação do Programa (o escritório CAPE), Michael J. Gilmore , Diretor Operacional e Teste de Avaliação, o Sr. David M. Van Buren, Serviço de Aquisição e execução do programa JSF, o vice-almirante David Venlet, Executivo para o programa JSF, Michael Sullivan, diretor de aquisição e gestão de Sourcing (GAO); e o senador John McCain não abrem suas bocas em público apenas para ventilar suas amígdalas respectivos.

A aeronave F-35B (BF-02) durante o voo de número 79, quando realizou o primeiro pouso vertical. (Foto: Lockheed Martin)

Afirmações como:

• “Esta Comissão tem sido um forte apoio ao programa JSF desde o início. No entanto, as pessoas não deveriam concluir que estaremos dispostos a continuar esse tipo de apoio, sem respeito ao aumento dos custos resultantes da falta de foco na acessibilidade “(Levin);

• “Os fatos sobre este programa são verdadeiramente preocupantes [...] depois de quase 10 anos no desenvolvimento e quatro anos de produção, o projeto da aeronave ainda não é estável, processos de produção ainda precisam melhorar e o sistema de armas em geral ainda não tenha sido comprovado ser confiável. Nenhum programa deve esperar para ser continuado com esse tipo de trajetória – especialmente em nosso clima fiscal atual”(McCain);

• “A acessibilidade para os EUA e os parceiros é desafiada por uma quase duplicação do preço unitário médio desde o início do programa e maiores custos estimados do ciclo de vida [...] testes de desenvolvimento mostram que ainda é cedo para demonstrar que a aeronave irá funcionar como pretendido e atender aos requisitos de combate” ( Sullivan);

• Os custos previstos para o programa são “inaceitaveis e insustentável [...] Nós queremos, mas tem que ser acessível. No momento em suas projeções, não é “(Carter, falando junto com Van Buren e Venlet); e outras emissões para o mesmo efeito não podem ser julgadas, mas uma espécie de preleção. O programa JSF está em grandes apuros, não há como negar as coisas ou tentar varrer para debaixo do tapete.

A segunda aeronave F-35C (CF-02) durante o primeiro voo no dia 29 de abril de 2011. (Foto: Liz Kaszynski / Lockheed Martin)

Embora as questões relacionadas com a imaturidade técnica e os atrasos são sérios o suficiente, não há dúvida de que nas atuais circunstâncias financeiras dos EUA a explosão dos custos é de longe o elemento mais importante para ameaçar o futuro do programa. O financiamento do desenvolvimento total está estimado em 56,4 bilhões dólares para encerrar em 2018, um aumento de custos de 26% e uma alteração de cronograma de cinco anos a partir da linha de base atual do programa (que já está bem acima das previsões iniciais “). O custo médio de um F-35 aumentou para 95 milhões cada em 2002 para 133 milhões de dólares em 2011, contra uma estimativa inicial de 80 milhões. E, as novas estimativas de “ciclo de vida” do F-35 custa, incluindo o funcionamento, desenvolvimento e manutenção, agora 1 trilhão de dólares.

Como e por que o programa chegou em tal situação completamente preocupante no final, e o que poderia ser feito para tentar salvá-la?

A maioria, quando nem todos os participantes da audiência juntaram-se em apontar o dedo direto para a Lockheed Martin (LM). De acordo com o senador McCain, a empresa “tem feito um trabalho abismal em relação ao objetivo do contrato original”. Paradoxalmente, ele realmente deve ser esperado que este é realmente o caso, e que a gestão malfeita da LM e o sobreaquecimento são os únicos culpados. Se a LM é responsável, então ele pode ser razoavelmente esperado que após ter recebido tal aviso de popa, a empresa irá mudar seus caminhos e apressar os trabalhos para trazer rapidamente o programa de volta aos trilhos. A LM pode ceder à sugestão do senador McCain para o efeito que ela deva absorver pelo menos parte dos aumentos de custo, e mesmo a meta altamente preocupante dos custo do programa e do ciclo de vida em pelos “20% a 50%”, isso pode começar a soar viável.

É claro que tal previsão otimista implica necessariamente que se a Lockheed Martin pode agora salvar o programa, então eles poderiam ter feito isto de uma forma melhor e mais rentável desde o início, mas ignoraram isso enquanto Departamento de Defesa mantinha um alto investimento no programa. O Pentágono e o seu fornecedor monopolista da nova geração de aviões de combate, e à evolução futura de tais relações, mas nunca mente.

De longe o pior é a hipótese alternativa de que a LM realmente fez o melhor que podia, e todo o bafafá, na audiência, nada mais é do que a busca frenética por um bode expiatório conveniente. E se os problemas do JSF não são provenientes de uma má gestão industrial, mas sim ainda mais grave de problemas estruturais, por exemplo, tecnológicos e as necessidades operacionais a serem estabelecidas em níveis ambiciosos demais, as novas tecnologias sendo imposta sobre o programa, que são muito menos maduras do que se assumiu?

É assustadoramente claro que se este é realmente o caso, então, nenhuma quantidade de pressão a ser aplicada na Lockheed Martin poderia trazer o tão esperado resultado. A LM certamente poderia tentar definir o programa em um ritmo de desenvolvimento acelerado, mas isso inevitavelmente implica em custos mais elevados, que são por definição não aceitáveis. Se a LM não pode realmente ser culpada de ter sobrecarregado o DoD, reduções significativas de custos, só poderiam ser obtidas através de um cronograma que amplia ainda mais o tempo de desenvolvimento, ou inferiorizar as especificações, que também não é aceitável.

E depois? Carter afirmou que “não há alternativas ao JSF”, e isso é realmente muito verdadeiro em relação ao desempenho esperado da aeronave , e o previsto no total da frota de aviões de combate da Força Aérea. Mas enquanto verdade, a declaração de Carter também é totalmente irrelevante. A questão não é se os EUA e sua Força Aérea poderiam encontrar uma alternativa válida para o F-35, mas sim saber se podem pagar nas circunstâncias atuais.

A resposta não é tão simples e intuitiva como pode parecer

Fonte: Defense & Professional – Tradução e Adaptação: Angelo D. Nicolaci/ Plano Brasil

 
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Primeiro A330MRTT para RAAF já está a caminho para ser entregue

Publicado em 27/05/2011 por em Militar

A primeira aeronave de reabastecimento em voo/transporte Airbus A330 MRTT (KC-30A) para Real Força Aérea Australiana já está voando em direção à Austrália onde será entregue no dia 30 de maio. (Foto: Airbus Military)

O primeiro avião de reabastecimento aéreo/transporte Airbus A330 MRTT Militar para a Real Força Aérea Australiana (RAAF) deixou Madri hoje às 10h00 hora local, no voo de traslado para a Austrália. Designado como KC-30A em serviço RAAF, a aeronave está programada para chegar na Base da RAAF de Amberley, Queensland, no dia 30 de maio, e será formalmente entregue ao cliente nos próximos dias.

Em seu voo de translado, o primeiro A330 MRTT da RAAF está sendo conduzido pela tripulação da Airbus Military e da RAAF, e fará o trajeto por McCarran (Nevada) e Hickam (Hawaii) nos EUA. O avião é o segundo convertido pela Qantas Defesa e Serviços em Brisbane, que foi devolvida para Madri para a pintura e acabamento. Ele será acompanhado pelo segundo avião da RAAF em junho, e duas outra aeronaves até o final do ano.

A quinta e última aeronave encomendada pela Força Aérea Australiana, que chegou em Brisbane para a conversão apenas alguns dias atrás, será entregue em 2012. A chegada da aeronave na Base da RAAF de Amberley segue um desenvolvimento intensivo e um programa de teste para para o que é hoje a primeira aeronave de nova geração de reabastecimento em voo e transporte aéreo. O Certificado Civil de Tipo Suplementar foi obtido em março de 2010, e a certificação militar em outubro.

Em operação na RAAF, o A330 MRTT será equipado com dois pods de reabastecimento sob as asas, e uma sonda de reabastecimento aéreo do tipo Boom System (BRA) controlada por fly by wire desenvolvida pela Airbus Military, além de possuir um receptáculo Universal de Reabastecimento em Voo que permite que as aeronaves KC-30A possam tabém  receber combustível em voo. Ele é alimentado por dois motores General Electric CF6-80E. É equipado com um conjunto abrangente ajudas defensivas (DAS) podendo ser configurado com 270 assentos de passageiros.

 

Cessna vence contrato para fornecer aeronaves para o Afeganistão

Publicado em 27/05/2011 por em Militar

Um Cessna 208B Caravan utilizado pela Força Aérea Iraquiana, que também utiliza o modelo para ala de Treinamento de Voo. (Foto: Lt. Col. Scott Voskovitch / U.S. Air Force)

A Cessna Aircraft Co recebeu um novo contrato de cerca de US$ 88,5 milhões para o fornecimento de aeronaves no programa de Sistemas de Família de Treinadores Básicos/Leves do Afeganistão. Através do novo contrato, a Cessna irá fornecer seis aeronaves leves Cessna T-182T, 26 aeronaves Cessna 208B Caravan, além de equipamentos de treinamento para tripulação, como simuladores fixos.

Acompanha o pacote todo apoio para implantação das aeronaves e dos dispositivos de treinamentos no Afeganistão.

 

Airbus oferece duas opções de aeronaves para o projeto Saucepan da Força Aérea da África do Sul

Publicado em 26/05/2011 por em Militar

A Airbus Military tem interesse em participar da competição Saucepan da Força Aérea da África do Sul, ofertando as aeronaves CN235 e C295 (foto acima) para as missões de patrulha marítima e transporte. (Foto: Airbus Military)

A Airbus Military provavelmente vai propor duas opções de aeronaves para o Projeto Saucepan da Força Aérea da África do Sul (SAAF), a qual requer novas aeronaves de patrulha marítima e de vigilância.

A proposta da Airbus seria das aeronaves CN235 e C295. O projeto Saucepan está sendo acelerado devido ao crescente foco de piratas nas águas sul africanas, que estão escapando das fortes vigilâncias em águas da Somália.

A Airbus disse que apesar de ainda não saber a real necessidade e também maiores detalhes sobre o requerimento da África do Sul, acredita que a necessidade seria para 10 a 14 aeronaves. Mas o orçamento da África do Sul talvez não possa permitir tal número de aeronaves.

O Chefe Executivo da Airbus Military Domingo Ureña disse: “Eu pesno que nós temos o melhor produto do mundo e acredito que nós podemos vencer esse programa se nos derem a chance de competir.”

O Projeto Saucepan visa substituir as antigas aeronaves Douglas C-47 Dakota que estão a 68 anos da Força Aérea da África do Sul, e que atualmente são utilizadas para missões de vigilância marítima.

A Força Aérea da África do Sul recebeu seus primeiros C-47s em 1943, e esses estão destacados junto ao Esquadrão 35, baseado na Cidade do Cabo, de onde realizam as tarefas de patrulha marítima e transporte, de acordo com o site Defenceweb.

Caso a Airbus vença o contrato, as aeronaves poderão ser entregues em 24 meses na configuração de patrulha marítima, e em 12 meses na configuração padrão de transporte. A África do Sul já opera com aeronaves CN235 na função de transporte aéreo.

 

Saab vai finalizar trabalhos de design do Sea Gripen no Reino Unido

Publicado em 26/05/2011 por em Militar

Concepção artística da versão naval do caça Gripen proposta pela Saab. (Foto: Saab)

A Saab está recrutando uma pequena equipe de engenheiros para compor um centro de desenvolvimento com a finalidade de prosseguir os estudos da vesão naval do caça Gripen. Denominado de programa Sea Gripen, a iniciativa faz parte de um esforço que poderá levar à construção de uma aeronave demonstradora de tecnologia da aeronave. A empresa anunciou a novidade após uma reunião mantida na terça-feira, dia 24, com emoregados do Ministério da Defesa do Reino Unido em Londres, local onde deverá ficar sediada a equipe de projeto contratada.

A iniciativa, cujos movimentos vêm sendo encabeçados pelo presidente-executivo da Saab, Hakan Buskhe, revela a estratégia da Saab para expandir significativamente a presença da empresa no Reino Unido em busca de oportunidades para desenvolver novos negócios. “O MoD está esperando por competição”, disse Buskhe.

Uma fonte da Saab informou que o novo centro de projetos será ativado nos próximos meses, após a contratação de aproximadamente 10 funcionários especializados. A organização deverá capitalizar a capacidade britânica no campo da engenharia voltada para a atividade de desenvolver jatos de emprego naval. “O primeiro projeto a ser desenvolvido pelo grupo será o Sea Gripen, uma versão naval multi-missão do Gripen NG, cuja característica principal sera a capacidade de operar a bordo de porta-aviões. Esses estudos vão ocorrer após as etapas já completadas pela Saab em seu país de origem”,  explicou a mesma fonte.

A fase de concepção do Sea Gripen deverá durar entre 12 e 18 meses, após a qual a Saab poderá optar pela construção de um protótipo demonstrador de conceito, este construído provavelmente na fabrica da divisão aeronáutica do grupo em Linköping, Suécia. A companhia espera estabelecer parcerias com empresas do Reino Unido para dar mais impulso ao projeto, a exemplo do que já esta acontecendo com o Gripen NG, cujo índice de participação da industria britânica alcança 28% do total da aeronave.

A Saab esta apresentando o Programa Sea Gripen destacando suas potencialidades para substituir modelos atualmente em operação em algumas partes do mundo. Brasil e Índia aparecem como mercados promissores para o novo avião de combate. O conceito do Sea Gripen foi colocado em discussão há cinco anos, e as fontes pesquisadas avaliaram que a aeronave seria adequada para operar em navios-aeródromos de tonelagem relativamente baixas, em torno de 25 mil toneladas. Concluída a fase de desenvolvimento do Sea Gripen, a previsão da Saab é para que as primeiras entregas aconteçam a partir de 2018.

A Saab possui cerca de 200 empregados no Reino Unido, mas de acordo com Buskhe, “não existem razões pelas quais nós nào poderemos crescer 10 vezes o nosso tamanho no Reino Unido. Nós acreditamos que o Reino Unido é um bom local para fazermos uma expansão. Nós acreditamos ter um buraco a preencher, e isso nos molstra que é possível desenvolver produtos de boa qualidade que são acessíveis.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

VÍDEO: Pouso do caça chinês J-20 após o 8º voo de teste

Nessa última terça-feira, dia 24 de maio, o caça chinês J-20 realizou mais um voo de testes, o oitavo desde o primeiro voo em fevereiro. Um spotter chinês conseguiu registrar a chegada para pouso na unidade em Chengdu, conforme visto acima.

 

Real Força Aérea Saudita participará do Exercício Militar Anatolian Eagle 2011

Caças F-15 da Arábia Saudita participarão do Execício Militar Anatolian Eagle 2011 na Turquia. (Foto: Anthony Osborne)

A Real Força Aérea Saudita (RSAF) participará do Exercício de Treinamento Militar Anatolian Eagle 2011, previsto para começar no mês que vem, na região central de Anatolian, província de Konya, Turquia.

A Real Força Aérea Saudita participará juntamente com a Jordânia, Paquistão, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Turquia, no exercício que vai ser realizado entre os dias 13 e 24 de junho de 2011, de acordo com o jornal Al Jazirah da Arábia Saudita.

O jornal citou o Ministro da Defesa Príncipe Khaled Bin Sultan que disse, “esses exercícios executados pelos árabes, muçulmanos e países amigos nos oferece uma significativa contribuição para as forças aéreas em relação as capacidades de combate.”

O exercício Anatolian Eagle, o qual é um treinamento militar conjunto internacional, foi mudado para um exercício militar nacional em 2009 num movimento para excluir a participação de Israel.

Um atraso na entrega dos veículos aéreos não-tripulados (UAVs) para Turquia vindos de Israel teria sido a causa da exclusão.

 

Boeing e ANA vão conduzir testes de operação com o 787 no Japão

Publicado em 26/05/2011 por em Comercial

Um Boeing 787 Dreamliner nas cores da companhia aérea japonesa All Nippon Airways. (Foto: Boeing)

A Boeing e a All Nippon Airways (ANA), uma das maiores companhias aéreas do Japão, anunciaram hoje que irão testar a operacionalidade da nova aeronave 787 Dreamliner no Japão, com o objetivo de verificar o serviço comercial nos aeroportos japonenses.

Os testes devem ocorrer durante a semana que começa em 4 de julho, entre os aeroportos de Haneda, em Tóquio, e Osaka (Itami e Kansai), Okayama e Hiroshima.

A ANA possui 55 aeronaves 55 Dreamliners encomendadas, as quais serão destacadas para operar nas existentes rotas, com a primeira entrega prevista para agosto ou setembro desse ano.

As equipes de manutenção também estarão praticando as atividades de serviço no solo e outras operações rotineiras de manutenção.

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
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Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

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Asas Antárticas

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