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TAM e TRIP assinam carta de intenções para fortalecer aliança estratégica

Um Boeing 777 da companhia aérea TAM. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

A TAM S.A. e a TRIP – Linhas Aéreas mantêm tratativas, tendo assinado nesta terça-feira (29 de março de 2011) uma carta de intenções, sem nenhum efeito vinculante, com o objetivo de identificar eventuais oportunidades para o fortalecimento e a expansão dos seus negócios, por meio do desenvolvimento de uma aliança estratégica complementar ao Acordo de Codeshare existente entre as duas companhias. Nos termos da carta de intenções assinada, uma vez celebrados os contratos definitivos e verificadas as condições precedentes a serem acordadas (inclusive com relação à aprovação pelas autoridades competentes), a TAM poderá adquirir, ao final, uma participação minoritária no capital social da TRIP, representativa de 31% do seu capital social total, sendo 25% do seu capital social votante e o restante em ações preferenciais.

A TAM procura capturar o crescimento do mercado e ter uma exposição mais significativa no mercado de rotas de média densidade. As rotas atuais da TAM e da TRIP, em sua grande maioria, são complementares. A melhoria da conectividade poderá gerar um fluxo de passageiros ainda maior para as duas companhias.

Não é possível, neste momento, fornecer nenhuma previsão acerca do desfecho das tratativas, uma vez que as mesmas são ainda preliminares e não vinculam ou obrigam as companhias, que poderão desistir da negociação a qualquer momento sem que possa ser pleiteado, por qualquer das partes, direito de indenização a qualquer título.

A TAM manterá seus acionistas e o mercado em geral informados a respeito da eventual conclusão desses entendimentos e voltará a comentar o assunto caso seja concretizado qualquer fato que deva ser divulgado, de acordo com a lei e a regulamentação da CVM.

 

Sistema de geração de oxigênio de aeronaves da USAF sob investigação

Um caça Lockheed Martin F-22 Raptor da Base Aérea Conjunta Elmendorf- Richardson. (Foto: U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA está investigando se o Sistema Gerador de Oxigênio a Bordo (OBOGS – On-Board Oxygen Generating System) encontrado em diversas aeronaves da Força Aérea dos EUA, incluindo o F-22 Raptor, pode estar com defeito. Essa pode ter sido a causa do acidente com um Raptor no Alasca, em novembro de 2010.

Segundo o site de defesa DefenseNews, O comando da Força Aérea restringiu temporariamente as operações de voo do F-22 a uma altitude igual ou inferior a 25.000 pés para missões de treinamento de rotina, disse o Coronel William Nichols, um porta-voz do comando, que é responsável por treinar e equipar a Força Aérea.

O Comando da USAF está conduzindo uma investigação para avaliar o sistema de geração de oxigênio em diversas plataformas, incluindo o F-22, disse Nichols. O inquérito foi aberto para a prevenção de acidentes e é uma medida prudente para garantir que o OBOGS continue operando com segurança.

Uma fonte da USAF disse que uma avaria no OBOGS pode ter sido responsável pelo incidente que resultou na morte do capitão Jeffery Haney, piloto do F-22 designado para no 525º Esquadrão de Caça, da Base Conjunta de Elmendorf, no Alasca.

“Uma avaria no OBOGS pode ser potencialmente letal”, disse Hans Weber (analista do Centro de Avaliação Estratégica e Orçamentária de Washington, e um ex-piloto da Força Aérea dos EUA).

“Em 50.000 pés, o ser humano tem menos de 10 segundos de consciência útil”, disse ele. “A restrição de 25 mil pés de altitude permitiria ao piloto rapidamente mergulhar abaixo de 18.000 pés, onde a atmosfera tem oxigênio suficiente para garantir a sobrevivência prolongada em caso de emergência”.

Weber disse também que equipamentos como o OBOGS são padronizados em vários tipos de aeronaves, o que significa que os outros aviões F-22 provavelmente também estejam afetados, reconhece o comando da USAF.

Agradecemos a preciosa dica enviada pelo colaborador Fabrício Botelho Leocádio. Muito obrigado ;-)

 

IMAGENS: Helicópteros Super Pumas das Forças Armadas da Suécia são levados para o Afeganistão

Os helicópteros HKP 10B (Super Puma) das Forças Armadas da Suécia foram embarcados numa aeronave An-124 e levados para o Afeganistão. (Foto: Forças Armadas da Suécia)

No último dia 23 de março, foram carregados no Aeroporto de Kallax-Lulea dois helicópteros Super Puma das Forças Armadas da Suécia com destino ao Afeganistão. Os helicópteros designados HKP 10B na Suécia vão apoiar as missões da ISAF, e devem estar operacionais no Afeganistão no dia 1º de abril.

A Suécia enviou dois helicópteros Super Puma para operações de evacuação médica no Afeganistão. (Foto: Forças Armadas da Suécia)

Os dois helicópteros seguiram para o Afeganistão a bordo de uma aeronave de transporte pesado Antonov An-124 da companhia russa Volga-Dnepr.

Os helicópteros estarão operacionais no Afeganistão no dia 1º de abril. (Foto: Forças Armadas da Suécia)

As aeronaves HKP 10Bs foram especialmente modificadas para o tipo de missão que serão realizadas, como transporte e evacuação médica durante o destacamento no Camp Marmal, próximo a Mazar-e-Sharif, norte do Afeganistão. Compõem o destacamento junto aos helicópteros, cerca de 30 membros de diversas áreas das Forças Armadas da Suécia, incluindo médicos e técnicos.

Dentre as modificações estão uma nova proteção balística, medidas para reduzir o calor emitido pelos motores, suite de contramedidas de defesa, filtros nas entradas de ar dos motores e metralhadoras de auto-defesa, além de completo equipamento médico a bordo.

 

Caças Gripen passam a marca de 150.000 horas de voo

Publicado em 30/03/2011 por em Militar

Um caça Saab Gripen da Força Aérea Sul Africana, equipado com o motor Volvo RM12. (Foto: Gripen International)

As aeronaves de caça Gripen agora já voaram mais de 150.000 horas sem uma única aeronave Gripen ter sofrido uma falha ou um grave incidente relacionada ao motor durante essas 150.000 horas, disse a Volvo Aero num comunicado a imprensa. Esse é um feito único dentre as forças aéreas do mundo.

De acordo com a companhia, a equipe de testes da Saab acompanha de perto cada hora de voo que os caças Gripen fizeram desde o voo inaugural. Monitoramento similar tem sido efetuado pela Força Aérea da Suécia e pelos clientes do Gripen da  Hungria, República Tcheca, treinamento de pilotos no Reino Unido e na África do Sul.

“Eu acredito que este será um recorde que dificilmente será batido por uma aplicação de motor único,” disse Rune Hyrefeldt, Gerente de Programas Militares da Volvo Aero. O caça Gripen é equipado com o motor Volvo RM12, baseado no motor General Electric F404 e adaptado por engenheiros da Volvo Aero e GE na década de 80 para atender as exigências do caça Gripen.

Leia o press release da Volvo no site da Volvo Aero

 
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Boeing e GECAS finalizam encomenda para 10 jatos 777-300ERs

Publicado em 30/03/2011 por em Comercial

Concepção artística do jato Boeing 777-300ER nas cores da GECAS. (Foto: Boeing)

A maior empresa de leasing de aeronaves do mundo, a GE Capital Aviation Services (GECAS), finalizou um encomenda de mais 10 jatos 777-300ER com a Boeing para atender sua satisfatória crescente demanda. A encomenda está avaliada em aproximadamente US$ 2,8 bilhões pelo preço de tabela.

Com o anúncio feito hoje, a GECA contabiliza 53 encomendas de jatos 777s, incluindo 41 do modelo 777-300ERs.

 

VÍDEO: Bombardeiro Vulcan XH558 retorna para o antigo lar da V-Force da RAF

O Vulcan XH558/G-VLCN ficará no Aeroporto Robin Hood, Doncaster Sheffield pelos próximos seis meses. (Foto: Glenn Beasley)

A última aeronave Vulcan em condições de voo, o XH558, deve passar o próximo semestre baseado no aeródromo que uma vez serviu para as missões de Alerta de Reação Rápida (QRA) durante a época do Guerra Fria. Agora o mais recente aeroporto comercial do Reino Unido, o Doncaster Sheffield, ou Aeroporto Robin Hood, é a antiga Base da RAF de Finningley, uma vez ‘lar dos Vulcans’. Veja a seguir o vídeo (sem som) da chegada em Doncaster.

O acordo para basear o Vulcan em Doncaster durante o próximo verão no hemisfério norte poderá se o primeiro estágio no desenvolvimento de um centro de visitantes que eventualmente estará ligado a uma unidade que inspire a próxima geração de engenheiros e técnicos. “Nós estamos empolgados que o último Vulcan tenham retornado para sua casa,” disse o CEO da Vulcan to the Sky Trust, Dr. Robert Pleming. “Nós todos sentimos que algo muito especial poderá ser criado aqui mas eu devo enfatizar que estes são dias iniciais nas discussões.”

Amplamente reconhecido como um ícone da inivação tecnológica dos britânicos e um importante foco educacional para engenheiro e na educação sobre a Guerra Fria, o XH558 foi recolocado em condições de voo pela Vulcan to the Sky Trust após um colossal esforço de arrecadação de verba em mais de 10 anos. Hoje o Vulcan é o único do mundo em condições de voo e a mais complexa aeronave histórica britânica a ser operada fora da RAF. Ela custa cerca de £2 milhões por ano para ser operada e não recebe verbas do governo, tornando ela totalmente dependente de suporte público.

O Vulcan se apresenta e é mantido em voo apenas com doações de entusiastar da aviação. (Foto: Glenn Beasley)

No ano passado, o XH558 atingiu o recorde de disponibilidade, muito maior que jatos militares modernos, permitindo que mais de dois milhões de espectadores pudessem ver ele voar. Esse ano, se conseguir arrecadar fundos suficientes, a organização espera que mais de três milhões de pessoas possam se deliciar com suas incríveis apresentações enquanto o bombardeiros viaja para mais shows aéreos, em mais locais pelo Reino Unido.

O Avro Vulcan XH558 já parado no pátio do Aeroporto Doncaster. (Foto: Mike Kerr)

O Avro Vulcan XH558 foi fabricado em Woodford, próximo a Manchester, pintado numa cor branca ‘anti-flash’ e entregue para Base da RAF de Waddington, Lincolnshire, em julho de 1960. Um ano depois ele foi transferido para Finningley onde ficou baseado pelos próximos oito anos. O piloto chefe do Vulcan to the Sky, o Squadron Leader Martin Withers voou os bombardeiros Vulcans (incluindo o XH558) a partir dessa base entre 1972 e 1982, mas ficou conhecido como o “Black Buck One”, comandante da famosa primeira missão do Vulcan em 1982 para as Ilhas Falklands. No ponto alto da famosa viagem de 8.000 milhas entre a base a as Falklands, onde eram exigidos onze reabastecimentos em voo com aeronaves Victor, Withers e sua tripulação lançaram as bombas que sinalizaram o começo do fim da Guerra das Falklands/Malvinas.

 

Suécia aprova envio de 8 caças Gripen para Líbia

Oito caças Gripen da Força Aérea Sueca devem partir em breve para participar da operação militar contra Líbia.

O governo sueco deu luz verde para o envio de oito caças JAS39 Gripen para operação na Líbia, após receber um pedido do Secretário Geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, para a assistência sueca. A decisão foi tomada nessa terça-feira, dia 29, onde foi proposto que a Suécia contribua com a OTAN na intervenção militar contra Líbia.

Segundo o Primeiro Ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt, a contribuição sueca será na condição de que os caças Gripen sejam usados “apenas para manter a zona de exclusão aérea, e não para atacar alvos terrestres.”

Reinfeldt disse que o durante a votação, muitos parlamentares queriam que os caças suecos fossem autorizados a atacar alvos terrestres e não somente participar de voos de patrulhas.

O governo propôs enviar oito caças JAS39 Gripen, juntamente com uma aeronave de transporte Hercules e uma aeronave AEW Saab 340 para missões de reconhecimento.

Além das aeronaves, cerca de 130 militares, incluindo pilotos e pessoal de apoio em terra estarão envolvidos na missão. No entanto, o número de pessoal de serviço poderá ser aumentado até um máximo de 250.

O governo propõe a mobilização das aeronaves inicialmente por três meses. O custo para a Suécia não será superior a US$ 31 milhões.

A Suécia não é membro da OTAN, embora tenha sido em parceria da OTAN
para a Paz desde 1994 e participa da aliança International Security Assistance Force (ISAF) no Afeganistão, com uma força de cerca de 500 soldados.

A última vez que caças suecos estiveram em ação foi no início da década de 1960, em uma operação sob mandato da ONU no antigo Congo Belga.

Os caças Gripen são fabricados pelo grupo de defesa sueca Saab, a qual disputa com a francesa Dassault e a norte americana Boeing um contrato de vários bilhões de dólares para fornecer novos caças para a Força Aérea Brasileira.

Uma pesquisa publicada na semana passada mostrou que 65% dos suecos queriam que seus país participasse da missão na Líbia.

Fonte: The Local – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

 

Boeing está pronta para retomar os voos de testes do 747-8I

Publicado em 30/03/2011 por em Comercial

O Boeing 747-8 Intercontinental (RC001) durante seu primeiro voo no dia 20 de março. (Foto: Liz Matzelle)

A Boeing prevea retomada dos voos de testes da aeronave de passageiros 747-8 Intercontinental nessa quarta-feira, dia 30 de março, após completar as inspeções intermediárias e verificações de sistemas.

A primeira aeronave 747-8I, RC001, está em Boeing Field desde o final de seu primeiro voo de 4 horas e 25 minutos no dia 20 de março, realizado com os pilotos Mark Feuerstein e Paul Stemer nos controles. A Boeing inicialmente previa retomar os voos de testes no dia 27 de março, mas a ampliação dos testes duraram dois dias a mais para completar a calibração dos equipamentos de comunicação, ângulo de ataque e dos sistemas de arfagem.

Se tudo correr bem, os planos da Boeing incluem a condução de dois voos de testes separados – o primeiro o mais próximo possível da entrega do perfil padrão pré-entrega Boeing B1. O segundo será focado no ajuste do sistema de gerenciamento de voo. Os testes serão realizados baseando-se nas lições aprendidas durante o primeiro voo o qual ajudou a conhecer as características de pilotagem.

Fonte: Aviation Week – Tradução: Cavok

 

Cessna apresenta em Sun ‘n Fun o novo Corvalis TTx

Durante o Sun'n Fun 2011, a Cessna apresentou sua nova aeronave Corvalis TTx. (Foto: Cessna Aircraft)

A Cessna Aircraft Company, representada no Brasil pela TAM Aviação Executiva, anunciou hoje em Lakeland, na Florida, onde ocorre a Feira Internacional de Aviação Sun ‘n Fun, o Corvalis TTX, o mais novo modelo desse monomotor de alta performance e que deve começar a ser entregue em 2012. Único monomotor do mundo comandado por tela touch-screen e primeiro avião a pistão da Cessna sem qualquer instrumento analógico, o Corvalis TTX traz novos equipamentos de série e opcionais, interior totalmente redesenhado, novas opções de pintura e apresenta o Intrinzic – conceito de cockpit desenhado pela Cessna que reúne os últimos desenvolvimentos em ergonomia e experiência de usuários à aviônica da Garmin G2000 para criar ambientes que tornam o voo mais simples e agradável.

 

O novo Cessna Corvalis TTX apresentado nessa terça nos EUA.

O painel touch screen Garmin G2000 no cockpit do Corvalis TTX.

“A Cessna pegou um avião com um desempenho fantástico e tornou o seu voo ainda mais natural e instintivo com o Intrinzic. No coração do novo Corvalis TTX existe o primeiro painel touch-screen já desenhado para uma aeronave a pistão. Você tem a sensação de estar operando um tablet, dentro de um carro esportivo”, diz Leonardo Fiuza, diretor Comercial da TAM Aviação Executiva, presente à Sun ‘n Fun, acrescentando que o Garmin G2000 representa uma nova geração em aviônica avançada – simplificada, organizada, intuitiva: “Esta interface é tão moderna que é como se você estivesse no cockpit do novo Citation Ten”, afirma Fiuza, referindo-se ao mais moderno jato executivo da Cessna que está sendo desenvolvido para substituir o Citation X.

Portas do estilo "asa de gaivota", já existentes no modelo anterior.

A aviônica G2000 do Intrinzic é baseada em duas telas de LED wide-screen de 14 polegadas controladas por toque e sensíveis a uma gama de infra-vermelho maior do que as telas tradicionais para se obter uma resposta melhor sob uma maior variedade de condições. Com resolução de 1280 x 800, as telas podem se dividir em duas para facilitar o trabalho do piloto, exibindo, ao mesmo tempo, mapas e cartas de aproximação, por exemplo. O controlador Garmin GTC 570 permite uma navegação multi-função, além de controlar som e condições de temperatura.

Canine interna do Cessna Corvalis TTX.

Os equipamentos de série incluem um painel de áudio digital com silenciador e imunidade a ruídos, dual AHRS, sistema de controle de voo automático GFC 700, sistema de tráfego Garmin GTS800, transponder Garmin GTX 33ES com provisões para capacidade In e Out ADS-B e Proteção de Estabilidade Eletrônica da Garmin para ajudar a manter a estabilidade do voo e auxiliar o piloto a evitar stalls, spins, excesso de velocidade e outras situações de voo.

Detalhe do painel touch-screen no console central.

A Cessna oferece quarto novos esquemas de acabamento para o interior do Corvalis TTX: Stealth, Tranquility, Classic and Twilight. O cliente pode optar ainda por remover os bancos traseiros e ganhar mais espaço para carga. A fuselagem, que não recebe decalques, mas é toda pintada, tem agora dois novos padrões de pintura à disposição dos clientes.

O Corvalis TTx é equipado com um motor Continental TSIO-550-C.

Impulsionado por um Continental TSIO-550-C, um motor seis cilindros turbo dual-intercooler a injeção de combustível, o TTX mantém o título do Corvalis de mais rápida aeronave monomotor a pistão com trem de pouso fixo do mundo, capaz de atingir a velocidade máxima de cruzeiro de 235 nós (435 km/h) e, na versão com quatro assentos, cobrir uma distância de 2.315 km.

 

VÍDEO: REVO de Rafale durante operação na Líbia


O Ministério de Defesa da França divulgou nessa terça-feira o vídeo acima, do reabastecimento em voo de um caça Rafale, feito por uma aeronave C-135, durante a Operação Odisseia do Amanhecer na Líbia, no dia 24 de março. Os caças Rafale da Força Aérea e da Marinha Francesa estão participando dos ataques as tropas do Coronel Kadhafi desde o dia 20 de março junto as forças da coalizão empregadas na implantação da zona de exclusão aérea sobre a Líbia.

 

Aeronaves P-3C Orion da U.S. Navy e A-10 da USAF atacam embarcações líbias

Uma aeronave de ataque A-10C Thunderbolt II da U.S. Air Force.

Uma aeronave de patrulha marítima P-3C Orion da U.S. Navy, uma aeronave de ataque A-10 Thunderbolt II da U.S. Air Force, e o destróier USS Barry (DDG-52), atacaram a embarcação Vittoria da Guarda Costeira da Líbia e duas pequenas embarcações nessa segunda-feira, dia 28 de março.

As embarcações foram atacadas após relatos confirmados que a Vittoria e as duas pequenas embarcações estavam disparando indiscrimadamente contra navios mercantes no porto de Misrata, Líbia.

A aeronave P-3C Orion disparou no Vittoria com mísseis AGM-65F Maverick, deixando a embarcação depatrulha de 12 metros totalmente inoperante e forçando ela a ficar encalhada após múltiplas explosões serem observadas na vizinhança do porto.

As duas pequenas embarcações líbias foram atacadas pela aeronave de ataque A-10 que utilizou o canhão de 30mm GAU-8/ Avenger, destruindo uma e forçando a outra a ser abandonada.

O destróier Barry ofereceu avaliação situacional para as aeronaves gerenciando o espaço aéreo e mantendo uma imagem marítima do local.

As duas aeronaves militares e a embarcação de guerra dos EUA estão atualmente apoiando a Força Tarefa Conjunta da Operação Odisseia do Amanhecer.

Fonte: Joint Task Force Odyssey Dawn Public Affairs

Nota do Editor: A aeronave A-10C envolvida na operação acima faz parte do 81º Esquadrão de Caça, da 52ª Ala de Caça (USAFE), da Base Aérea de Spangdahlem.

 

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