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Custo unitário do JSF tem várias estimativas, mas nenhum número sólido

Publicado em 12/09/2011 por em Militar

A aeronave F-35A "AF-02" durante voo de testes sobre a Califórnia. (Foto: JSF)

Qual é o custo unitário real do caça F-35 Lightning II Joint Strike Fighter? Embora tanto o escritório do programa JSF como o Gabinete do Pentágono de Avaliação de Custos e Avaliação de Programas terem estimativas dos custos de produção do F-35, eles não podem compartilhar esses dados, pois as duas estimativas ainda têm que ser conciliadas, conforme disse um membro do programa JSF. Além disso, como o Departamento de Defesa está analisando vários números de produção total, enquanto o Pentágono desenvolve seu orçamento fiscal de 2013, essas estimativas podem mudar.

E isso está acontecendo, enquanto o Pentágono pesa vários cortes possíveis no programa, que possam surgir durante as deliberações do orçamento.

O funcionário também disse que, enquanto eles têm estimativas, não há nenhuma maneira de saber o custo real da aeronave, até que o programa começe a construir os jatos.

Uma coisa é clara: o preço de um modelo de produção da versão da Força Aérea, o F-35A, não é necessariamente os US$ 65 milhões de 2010, conforme funcionários da Lockheed Martin têm repetidamente afirmado.

“A média estimada do custo unitário fly away do caça F-35A é de aproximadamente US$ 65 milhões em 2011″, disse a porta-voz da Lockheed Laurie Quincy, reiterando a afirmação da empresa num e-mail datado de 31 de agosto de 2011.

“Isto está de acordo com os atuais custos de um caça de quarta geração, que não incluem pods de designação, bloqueadores, os sistemas de contramedidas, suites de guerra eletrônica, tanques de combustível, sistemas de busca e rastreamento infra-vermelho, dispositivos de visão noturna, capacete e outros sistemas”, escreveu ela .

No entanto, de acordo com um relatório do Teal Group de Fairfax, Virgínia, a partir de 2011, o escritório de avaliação de custos do Pentágono estimou um custo unitário de US$ 92 milhões em 2002, o que equivaleria a cerca de US$ 111 milhões em 2011.

Um funcionário do escritório do programa JSF disse que os 65 milhões dólares americanos que a Lockheed informa sendo o preço é “falso” porque o número não inclui o motor Pratt & Whitney F135 que equipa o jato.

Além disso, ele disse que o escritório do programa pediu repetidamente a empresa para parar de usar a cifra de US$ 65 milhões.

Mas uma fonte da indústria negou a declaração do oficial do JSF, e disse que o valor informado pela Lockheed de 65 milhões dólares não inclui o motor, mas é uma média calculada caso os EUA adquira as 3.163 aeronaves projetadas.

O motor custa cerca de 11 milhões dólares uma vez em taxa plena de produção, disse o analista do Grupo Teal, William Storey.

“O objetivo é fazer com que os preços unitários chegem a US$ 10 milhões, dos US$ 11 milhões atuais, e parece razoável no longo prazo”, disse ele.

No orçamento fiscal de 2011, o custo do motor está informado em US$ 13 milhões.

A porta voz da Pratt & Whitney, Stephanie Duvall, se recusou a confirmar o preço do motor, dizendo que os dados são “informações confidenciais compartilhadas entre a Pratt & Whitney e os nossos clientes.”

Fonte: NavyTimes – Tradução: Cavok

 

Força Aérea da Suíca vai decidir seu novo caça ainda este ano

Publicado em 12/09/2011 por em Militar

Um caça Dassault Rafale decola na Suíça para uma demonstração.

O Conselho Federal Suíço quer tomar a decisão de seu novo avião de caça no próximo trimestre. Os resultados da avaliação ainda permanecem confidenciais. No entanto, o resultado acabou de vazar para imprensa, de acordo com a publicação Tages Anzeiger. Concorrem os caças Rafale da França, o sueco Gripen e o Eurofighter Typhoon da EADS.

A compra de novos caças para as forças armadas suícas longo e complicado. Três fornecedor de caças foram convidados para a competição. Após a avaliação estar concluída, a decisão de aquisição foi adiada por anos. Agora a decisão ficou apenas com duas aeronaves que estão competindo de igual para igual.

O caça mais barato, portanto, claramente teria perdido a competição. Com os caças Rafale, a fabricante francesas Dassault ganhou o processo. Logo em segundo lugar veio o caça Eurofighter do grupo europeu de defesa EADS, que envolve os países da Grã-Bretanha, Itália, Alemanha e Espanha.

Aquisição Acelerada

Um caça Eurofighter Typhoon da Luftwaffe. (Foto: KEYSTONE/Sigi Tischler)

O órgão de avaliação da armasuisse (Forças Armadas da Suíça) emitiu notas entre um e dez. O Gripen sueco recebeu apenas a metade dos pontos recebidos pelos caças Eurofighter e Rafale. As notas exatas permanecem em segredo.

Um caça suexo Saab JAS39 Gripen. (Foto: KEYSTONE/Urs Flueeler)

Durante os debates no Conselho Nacional realizados na quarta-feira, relativos a aquisição acelerada dos aviões de combate, os três fornecedores agora intensificaram os esforços de sua publicidade. A empresa de defesa sueca Saab destacam o preço mais barato, que é substancialmente menor do que os cerca de cem milhões de francos, que a EADS e Dassault exigem por aeronave.

A Dassault reabriu seu escritório de ligação em Berna, depois de ter fechado ela há um ano. E a EADS decidiu a curto prazo participar de um show aéreo em Valais.

O Conselho Federal deve declarar oficialmente a decisão já no mês de outubro, sobre qual será a nova aeronave adquirida em 2012 e que será apresentada na proposta ao Parlamento.

Fonte: Tages Anzeiger – Tradução: Cavok

Dica do amigo Justin Case. Obrigado ;-)

 

Irã declara operacional seu primeiro esquadrão de caças Saeqeh fabricados no país

Dois caças Saeqeh, fabricados no Irã, para Força Aérea Iraniana.

O primeiro esquadrão da Força Aérea iraniana composto por jatos jatos Saeqeh(Thunderbolt), produzidos no país, iniciou suas operações durante o grande exercício aéreo de combate chamado de “Fadaeeyan-e-Harim e Vellayat III”, em andamento no noroeste do Irã.

“Os aviões de caça Saeqeh entraram em operação durante os treinos”, disse o porta-voz dos exercícios, o Comandante da Força Aérea Iraniana, Brigadeiro General Hossein Chitforoush. “Os caça F4 e F5 Saeqeh, de diferentes partes do país, estão realizando voos em missões de reconhecimento para obter informações sobre a região geográfica dos treinos”.

Em setembro de 2010, o Irã exibiu o primeiro esquadrão de caças Saeqeh (Thunderbolt) produzidos por suas indústrias de defesa durante um show aéreo realizado durante os desfiles militares no início da Semana Sagrada de Defesa, marcando os sacrifícios iranianos “durante os 8 anos de guerras entre o Irã e Iraque na década de 80.

Diferentes aeronaves, equipamentos, munições e táticas serão testados durante as quatro fases do exercícios.

Uma série de aviões de combate, caças, aviões de carga e transporte, incluindo jatos F-4, F-5, caças bombardeiros Sukhoi Su-24, MiG-29 e aeronaves de transporte C-130, serão usados ??nos exercícios.

O Irã recentemente fez um bom progresso na indústria aérea e conseguiu ganhar o conhecimento técnico para a produção de aviões stealth e drones.

O Irã testou com sucesso um UAV furtivo com capacidade de bombardeio. Também em 2008, as indústrias de defesa do país iniciaram a produção de dois caças bem conhecidos fabricados no país, as aeronaves Saeqeh (Thunderbolt) e Azarakhsh (Lightening).

Fonte: FARS News Agency – Tradução: Cavok

 
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Rússia prevê venda de 1.000 caças T-50, incluindo para o Brasil

Publicado em 12/09/2011 por em Brasil, Militar

Um caça Sukhoi T-50 PAK FA durante a realização de um looping no MAKS 2011. (Foto: Bernardo Malfitano / Cavok)

A Rússia está projetando que poderá vender até 1.000 aviões de combate T-50 (PAK FA) nas próximas décadas.

Além das vendas para os dois países que já assinaram contrato para o programa, Rússia e Índia, o centro de análise Tsamto associado com o Ministério da Defesa da Rússia prevê, pelo menos, 274-388 aeronaves que serão vendidas para outros dez países.

Argélia, Cazaquistão e Síria são vistos como potenciais compradores da primeira exportação do caça de quinta geração da Sukhoi, atualmente em testes de vôo. As vendas para estes três países poderia ocorrer antes de 2025. Duas aeronaves estão agora participando do programa de ensaios em vôo.

Na América Latina, Tsamto prevê perspectivas de vendas para o Brasil, Venezuela e Argentina. A Venezuela é vista como o primeiro comprador em potencial, no período entre 2027-2032, mas no entanto, a China também tem oferecido vendas de caça à Venezuela.

O Irã é visto como uma perspectiva, assumindo agora que o embargo de armas sobre o país seja retirado.

Quanto à China, Tsamto também acredita que um acordo poderia acontecer, mas com algumas ressalvas não especificadas. Uma das preocupações é a provável incapacidade de proteger a propriedade intelectual da Rússia, dada a experiência do país com a venda de Sukhoi Su-27 para a China, que somente viu eles se transformarem em cópias de seus modelos.

Indonésia, Malásia e Vietnã são vistos como outros potenciais mercados de exportação na Ásia para o T-50.

Tsamto especula até mesmo que países da Europa Ocidental podem tornar-se compradores de uma versão da aeronave.

Fonte: Aviation Week - Tradução: Cavok

 

Começa mais um exercício Green Flag na Base Aérea de Nellis

Um bombardeiro B-1B Lancer, do 9º Esquadrão de Bombardeiros da USAF, decola da Base Aérea de Dyess, no Texas, rumando para Base Aérea de Nellis, Nevada, onde participará do Green Flag. (Foto: Airman 1st Class Jonathan Stefanko / U.S. Air Force)

Mais de 130 militares do 9º Esquadrão de Bombardeiros e da 9ª Unidade de Manutenção de Aeronaves da Base Aérea de Dyess, partiram no dia 8 de setembro para participar do Exercício Militar Green Flag que vai ocorre entre os dia 8 e 23 de setembro na Base Aérea de Nellis, Nevada.

O exercício Green Flag é destinado a preparar a Força Aérea e o Exército dos EUA para as futuras implantações nas zonas de conflito. No exercício de 2 semanas e meia, os pilotos dizem que ele simula de forma realista as situações de combate e de guerra irregular encontradas nas áreas de contingência no exterior, de responsabilidade dos EUA, e dá aos pilotos um exercício de batalha improvisado e uma formação não disponível em qualquer outra base.

Durante o Green Flag o esquadrão vai aprimorar as operações de reabastecimento aéreo, perícia no uso dos sniper pods e demonstração de força.

 

Caças Su-27 voam na Russian Arms Expo 2011

Caça Su-27 em exibição acrobática da esquadrilha Falcões Russos, em Nizhny Tagil, nos Urais.

A cidade russa de Nizhny Tagil, nos Urais, está sediando a 8.ª Mostra Internacional de Armamento, Munição e Equipamento Militar – Russian Expo Arms –, promovida desde 1991. Mais de 300 fabricantes russos e estrangeiros apresentam seus modelos de armamentos e munições. A mostra conta com um total de mais de 3 mil modelos.

A atração especial da exposição são os canhões lança-mísseis Tunguska M-1. A empresa Motovilikhinskie Zavodi apresenta uma nova série do lança-mísseis múltiplos Smertch, que já foi distinguida com o prêmio nacional Ideia de Ouro. A gigante automobilística KamAZ mostra veículos versáteis, de grande potência.

Fonte: Diário da Rússia

 

Voa o terceiro protótipo do helicóptero Sikorsky S-76D

O terceiro protótipo de testes do helicóptero Sikorsky S-76D, realizado em Coatesville, PA. (Foto: Sikorsky)

Melhor desempenho, mais potência, e um padrão de silêncio “Grand Canyon” que oferece uma redução substancial do ruído externo são todos os novos requisitos que a Sikorsky apresenta no seu terceiro protótipo de testes do helicóptero S-76D, conforme apresentado pela Sikorsky Aircraft Corp nesse domingo.

O “D3″, o terceiro protótipo, recentemente voou pela primeira vez, oficialmente assumindo seu lugar no programa de ensaios em vôo para servir como o principal exemplar para certificar os aviônicos e sistemas elétricos. O programa de ensaios de voo do helicóptero S-76D alcançou mais de 500 horas de vôo até o momento com seus dois primeiros protótipos. Todos os três protótipos foram montados na unidade da Sikorsky Helicopters Global em Coatesville, Pennsylvania.

Os testes de certificação no “D3″ começará no 4º trimestre de 2011. Além disso, os dados de vôo de teste para o trabalho de certificação está sendo registrado com as aeronaves “D1″ e “D2″. Um teste de operações com relâmpagos também foi concluído em agosto na unidade da Sikorsky Helicopters Global em Coatesville. Este teste de certificação simula a queda de raios próximo a aeronave para demonstrar que os aviônicos essenciais e equipamentos elétricos estão totalmente protegidos.

A aeronave continua a demonstrar uma resposta melhorada e a potência de seus motores Pratt & Whitney Canada PW210S.

“Como o programa de ensaios em vôo tem crescido, temos oferecido aos clientes a oportunidade de voar na aeronave”, disse Tim Fox, gerente de programa sênior no programa do helicóptero S-76. “O helicóptero S-76D oferece um aumento de 14 por cento na potência de decolagem e uma eficiência de combustível de 8 por cento sobre o seu antecessor. É uma diferença que os clientes têm notado.”

O S-76D também será totalmente certificado para o voo em locais conhecidos de formação de gelo – o primeiro para a família de helicópteros S-76.

“Continuamos a construir um legado notável de segurança e desempenho da família de produtos S-76 à medida que amadurecemos o S-76D através dos testes. Estamos confiantes de que o ‘D’ será um forte concorrente em sua classe quando entrar em serviço no próximo ano,” acrescentou Fox.

O programa do helicóptero S-76D foi lançado oficialmente em 2005, depois de um período de 18 meses de estudo para identificar os principais atributos que os clientes queriam num novo produto. “O reforço da segurança, novos aviônicos e desempenho ampliado foram os grandes pedidos”, disse Fox.

O S-76D oferece um sistema totalmente integrado de aviônicos da Thales, que inclui avançados mapas digitais e sistemas de voo aprimorados para oferecer uma aeronave que reduz a carga de trabalho do piloto.

A certificação da aeronave está prevista para o primeiro trimestre de 2012, com as primeiras entregas também previstas para 2012.

A nova geração do helicóptero S-76D irá realizar uma série de missões civis, incluindo o transporte executivo, transporte offshore, serviços médicos de emergência, e um papel multi-missão.

 

Caças F-15E de Seymour Johnson partem novamente para o Afeganistão

Caças F-15E Strike Eagle da Base Aérea de Syemour Johnson se preparam para mais uma missão no Afeganistão. (Foto: Airman 1st Class Micaiah Anthony / U.S. Air Force)

Centenas de pilotos de aeronaves de ataque F-15E Strike Eagle da 4ª Ala de Caça da Base Aérea de Seymour Johnson, na Carolina do Norte, partiram num deslocamento para o Afeganistão no dia 10 de setembro numa rotação de seis meses para apoiar a Operação Liberdade Duradoura. Dentre o pessoal envolvido estão os membros do 335º Esquadrão de Caça “Chiefs”, juntamente com o 4º Esquadrão de Manutenção de Aeronaves, o 4º Grupo Médico, o 4º Grupo de Apoio a Missão e os especialistas de explosivos aéreos.

Durante os últimos quatro meses ou mais, o esquadrão “Chiefs” estava realizando um detalhado e exigente treinamento para se preparar melhor para o futuro destacamento. Isso incluiu a participação no Exercício Green Flag West na Base Aérea de Nellis, Nevada, e um programa de avaliação do sistema de armas (WSEP) na Base Aérea de Hill, Utah, onde foram empregadas mais de 300 bombas e 20 mil cartuchos de munição em conjunto com forças conjuntas do Exército e dos fuzileiros navais. Estes deveres temporários têm permitido aos “Chiefs” trabalharem com os mesmos soldados que irão operar no Afeganistão.

Além dos exercícios, os Chiefs voaram mais de 1.000 missões a partir da Base Aérea de Seymour Johnson, onde eles praticaram Apoio ao Combate Aérea, Voos de Combate Defensivos, Interdição Marítima e Interdição Aérea em áreas de operação militar sobre Carolina do Norte e do Oceano Atlântico.

“O programa tem sido muito exigente, com as missões em constante mudança, no entanto, os resultados têm sido extraordinários e me sinto muito bem preparado para a futura implantação”, afirmou o Primeiro Tenente Clifford Moore, um dos mais jovens alas no “Chiefs” . Todo esse treinamento culminou com um exercício final local onde os “Chiefs” e as múltiplas forças conjuntas foram capazes de praticar operações de combate.

Durante esse exercício, o 335º operou em conjunto com caças F-16s da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul e da Base da Guarda Aérea Nacional de McEntire, também da Carolina do Sul, com caças F-18s da Estação Naval de Oceana, com aeronaves de reabastecimento aéreo KC-135s da 916ª Ala de Reabastecimento Aéreo, aeronaves E-3 AWACS da Base Aérea de Tinker, Oklahoma, e helicópteros de ataque AH-64 e AH-1 do U.S. Army, a partir de Fort Bragg, Carolina do Norte, bem como com forças especiais do Exército e da Marinha a partir de bases locais. Esses ativos permitiram que os “Chiefs” tivessem um cenário realista de treinamento para a prática de proteção de tropas terrestres, enquanto se integravam com outros meios aéreos.

Durante os quatro meses que antecederam a partida para o Afeganistão, os caças F-15E de Seymour Johnson se preparam exaustivamente com outras unidades aéreas da USAF e também com unidades do Exército e da Marinha dos EUA. (Foto: Senior Airman Rae Perry / U.S. Air Force)

Além de praticar o apoio aéreo aproximado, o “Chiefs” também realizou buscas práticas de dispositivos explosivos improvisados ??(IEDs). O 4º Esquadrão de Engenharia Civil da equipe de explosivos (EOD) implantaram IEDs simulados no sudoeste da base para as tripulações dos F-15Es poderem pesquisar, enquanto escoltavam comboios no solo. Semelhante à Operação Liberdade Duradoura, as tripulações dos F-15E eram muitas vezes encaminhados para novas tarefas durante a sua missão, partindo em voo para outra missão.

“O treinamento que fizemos foi excelente e não poderia ter sido realizado sem a coordenação com as agências em todo a 4ª Ala de Caça”, afirmou o Tenente-Coronel David Moeller, comandante do 335º Esquadrão de Caça. “Desde os tripulantes do “Chiefs” até o grupo de manutenção e os especialistas do grupo EOD ne apoio às missões e os controladores de tráfego aéreo no grupo de operações, que receberam treinamento em controle das aeronaves em voo, todos estão bem preparados para operações no Afeganistão.”

As aeronaves F-15E da 4ª Ala Aérea haviam completado um destacamento anterior na Base Aérea de Bagram, no Afeganistão, no dia 16 de março de 2011, quando os F-15E do 336º Esquadrão Caça “Rocketeers” retornaram para Seymour Johnson após um destacamento de seis meses. Eles foram substituídos por caças F-15E dos “Thunderbolts”, do 389º Esquadrão de Caça da 366ª Ala de Caça da Base Aérea de Mountain Home, Idaho.

 

Companhia aérea UNI Air de Taiwan encomenda 10 aeronaves ATR 72-600

Publicado em 12/09/2011 por em Comercial

Concepção artística da nova aeronave ATR 72-600 da companhia aérea UNI Air de Taiwan. (Foto: ATR)

Sediada em Taiwan, a UNI Air, uma subsidiária da EVA Air, assinou um contrato com a ATR para 10 aeronaves ATR 72-600. As entregas estão programadas para começar no terceiro trimestre de 2012.

A UNI Air usará seus novos ATRs para substituir progressivamente a sua frota de turboélices Bombardier Dash-8300. Os novos ATRs da transportadora regional serão equipados com um novo painel com aviônicos no conceito glass e uma cabine interna completamente redesenhada.

Em nome do fabricante da aeronave, o CEO da ATR Filippo Bagnato acrescentou: “Estamos honrados em receber a UNI Air entre nossa família ATR que está em constante crescimento. Este contrato confirma a atratividade de nossos aviões na região asiática de rápido crescimento. No últimos anos, a Ásia e a região do Pacífico representaram cerca de 50% de nossas encomendas totais”.

 
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Aeronave C-130 da FAB voa para combater incêndios no DF

A aeronave de transporte C-130 Hercules equipada com o sistema de combate a incêndios. (Foto: Terra)

Um Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira iniciou neste sábado, 10 de setembro, uma série de missões de combate aos incêndios florestais que atingem o Distrito Federal. A Aeronave equipada com um sistema aéreo de combate ao fogo pode lançar 12 mil litros de água em uma área de 500 metros de extensão e 50 metros de largura. O trabalho inicial concentrou-se nos arredores do aeroporto de Brasília, onde a fumaça dos focos de incêndio poderiam atrapalhar o tráfego aéreo.

“Além do aeroporto, nós também vamos atuar nas áreas críticas que os bombeiros indicarem”, revela o Tenente Coronel Aviador Marco Aurélio de Oliveira, comandante do  Primeiro Grupo de Transportes de Tropa (1ºGTT), e um dos pilotos das missões.

Para realizar corretamente a missão, a aeronave tem que sobrevoar a área do incêndio numa altitude de 50 metros e acionar o equipamento. O lançamento por meio de pressão dura poucos segundos e a própria inércia se encarrega de espalhar a água sobre o fogo. Após o lançamento a aeronave volta para Base Aérea, onde recebe um novo carregamento de água. O processo de recarga dura doze minutos se não for necessário reabastecer o combustível da aeronave.

A cidade de Brasília enfrenta uma série de incêndios florestais provocados pela estiagem de mais de 91 dias de duração e pela baixa umidade do ar. Segundo o Corpo de Bombeiros do DF, mais de 50 focos de incêndio foram identificados nos últimos dias e alguns deles atingiram grandes proporções. As áreas mais afetadas foram a região do aeroporto, o Jardim Botânico e a Floresta Nacional. Na manhã de sexta-feira o aeroporto teve de atuar por instrumentos por causa da baixa visibilidade provocada pela fumaça do incêndio.

“O apoio da FAB com essa aeronave C-130 é fundamental para evitarmos que os focos de incêndio se alastrem”, afirma o Major Helon Florindo do Corpo de Bombeiros do DF. Segundo ele, o grande volume de água lançado pelo C-130 vai ajudar as equipes de terra a alcançarem pontos importantes dentro da mata. “O trabalho do avião não só combate as chamas, como também resfria a temperatura do incêndio e permite o avanço da equipe de solo. São ações que se complementam”, revela o major Florindo.

O C-130 Hércules do 1ºGTT, sediado na Base Aérea dos Afonsos (RJ), chegou a Brasília na noite de sexta-feira e começou a fazer os voos de combate aos incendios logo ao nascer do sol deste sábado.

A operação de combate ao fogo não tem data para acabar. As condições meteorológicas continuam contribuindo com os incêndios, uma vez que as previsões não apontam para a possibilidade de chuva antes do dia 20 de setembro no Distrito Federal.

Veja: vídeo da FAB combatendo os incêndios florestais.

 

Fonte: Agência Força Aérea

 
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Aviação Virtual

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