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Embraer

Autoridades indianas visitam a Sukhoi e veem apresentação do PAK FA

Publicado em 25/05/2011 por em Militar

O PAK FA durante apresentação para autoridades indianas nessa segunda-feira, dia 23 de maio. (Foto: Sukhoi OKB)

Na segunda-feira, dia 23 de maio, no Instituto de Pesquisa de Voo Gromov, em Zhukovsky, perto de Moscou, foi apresentado e demonstrado em voo a nova aeronave de caça de quinta-geração (PAK-FA) para a delegação indiana liderada pelo comandante da Força Aérea Pradeep Vasant Naik.

As autoridades indianas puderam ver a apresentação do PAK FA durante visita na Sukhoi. (Foto: Sukhoi OKB)

Pela parte russa, participaram do evento o presidente da United Aircraft Corporation, o diretor-geral da Sukhoi e da MiG RSK, Mikhail Pogosyan, além de representantes da Rosoboronexport, e da Força Aérea Russa.

O caça russo PAK FA, durante apresentação para militares indianos no Centro de Testes de Voo de Gromov. (Foto: Sukhoi OKB)

O programa russo-indiano para o desenvolvimento de uma avançado caça multifunção (FGFA) será o maior projeto na área da cooperação técnico-militar entre os dois países. O trabalho para a sua implementação deve se basear em um contrato assinado no dia 18 de outubro de 2007 em Moscou, durante a sessão da 7ª comissão russo-indiana intergovernamental sobre acordo de cooperação técnico-militar entre o Governo da Federação da Rússia eo Governo da República da Índia para cooperação no desenvolvimento e produção do futuro caça multimissão.

O comandante da Força Aérea Indiana pode conhecer de perto o caça russo PAK FA desenvolvido pela Sukhoi. (Foto: Sukhoi OKB)

Em dezembro de 2010, durante a visita do presidente russo Dmitry Medvedev à Índia, as empresas Rosoboronexport, a companhia Hindustan Aeronautiks Limited (Hindustan Aeronautics Limited) e a Sukhoi, assinaram um contrato para desenvolver um esboço do projeto técnico da aeronave. Este é o primeiro de uma série de documentos que regulam as obrigações das partes nas diferentes fases do programa. O caça indo-russo vai ser desenvolvido com base no atual protótipo PAK FA (Sukhoi T-50), o qual pode ser observado em voo pelo atual comandante da Força Aérea Indiana. Os dois protótipos do PAK FA já realizaram até o momento 60 missões.

A visita também serviu para discutir sobre a compra dos caças MiG-29UPG de um contrato assinado em março de 2008, que agora estuda-se a modernização dos MiG-29 da Força Aérea Indiana. As seis primeiras aeronaves Fulcrum serão reparadas e modernizadas na Rússia, nas instalações da JSC “RSK” MiG “. E depois, cerca de 90% das aeronaves restantes serão finalizadas imediatamente na Índia, numa das instalações de reparação da Força Aérea, utilizando kits fornecidos pela MiG.

A modernização das aeronaves MiG-29 inclui a instalação de uma aviônica avançada, integrada com o mesmo conjunto de equipamentos utilizados nos caças MiG-29K/KUB da Marinha da Índia. A composição dos equipamentos de bordo dos atualizados MiG-29 também contará com modernos sistemas fabricados na Índia pelas empresas Hindustan Aeronautics Ltd e Dinâmica Bharat Ltd. Ele também utilizará os sistemas e dispositivos feitos na França e outros países. A entrega do primeiro avião atualizado vai ocorrer em 2011.

“Para a United Aircraft Corporation a cooperação russo-indiana – uma parceria estratégica de longo prazo, baseada em mais de meio século de cooperação, não oferece aos nossos colegas indianos os melhores exemplos de nossas aeronaves, mas um produto acabado, através da dedicação de nosso trabalho com empresas russas e indianas, e partilha recursos de engenharia para desenvolver os sistemas de aviões mais avançados que têm alto potencial para o mercado mundial. Estou confiante de que o programa comum em aviões de combate e de transporte será uma plataforma de lançamento para a expansão da cooperação na implementação de programas para criar aeronaves civis “, resumindo o encontro, disse Mikhail Pogosyan, o presidente da United Aircraft Corporation, director-geral da Sukhoi e MiG RSK.

 

Comunicado da Boeing sobre a decisão da Suprema Corte no caso A-12

Publicado em 25/05/2011 por em Militar

Vistas da aeronave Boeing/General Dynamics A-12 Avenger II. (Foto: Boeing)

O Vice Presidente Executivo e Conselheiro Geral da Boeing, J. Michael Luttig, emitiu um comunicado nessa terça-feira após a Suprema Corte dos EUA divulgar sua opinião a favor da Boeing e General Dynamics na a muito tempo pendente processo sobre a aeronave A-12:

“Nós estamos satisfeitos com a vitória na Suprema Corte e da decisão unânime da Corte para anular a decisão do governo de terminar o programa A-12. Sempre vou nossa visão que o cancelamento do projeto foi inapropriado.”

A questão no processo foi a maneira na qual o governo terminou o programa militar A-12 em 1991. O A-12 Avenger II deveria ter sido a próxima geração de caça tático embarcado da Marinha dos EUA, utilizado avançada tecnologia furtiva de baixa observação radar.

 

Parceria nos EUA para vender Super Tucano à USAF

Publicado em 25/05/2011 por em Brasil, Militar

A equipe da Embraer e Sierra Nevada junto ao Super Tucano que está sendo testado nos EUA. (Foto: Sierra Nevada)

Em associação com a americana Sierra Nevada, a Embraer vai disputar contrato para venda de 20 aeronaves turboélice Super Tucano a Força Aérea norte-americana (Usaf). Os aviões serão usados para treinamento avançado de pilotos e em operações de contrainsurgência no Afeganistão, dentro do programa conhecido como LAS (Light Air Support). O contrato está previsto para ser anunciado nos próximos meses e a Embraer concorre com a americana Hawker Beechcraft, fabricante do modelo AT-6, que ainda está em fase de desenvolvimento.

“Se ganharmos, vamos montar os aviões nos EUA e o site preferencial para abrigar a linha de montagem do Super Tucano será Jacksonville, na Flórida, onde já tivemos um contato preliminar para avaliar a viabilidade desse projeto”, disse o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado.

Em 2004, a Embraer chegou a anunciar o início da construção de uma fábrica no mesmo local, onde planejava desenvolver programas de defesa e segurança nacional nos EUA. O primeiro projeto da unidade seria o programa Aerial Common Sensor (ACS), do Exército americano, que inicialmente escolheu a plataforma do jato Embraer 145 para implantar um sistema de nova geração para vigilância de batalha. Na época liderado pela Lockheed Martin, no entanto, o projeto não foi adiante.

Na nova concorrência, da qual participa o Super Tucano, a Embraer precisou se associar a uma empresa americana, em atendimento à lei “Buy American Act”, que também exige a instalação de uma linha de fabricação das aeronaves no país. “A empresa Sierra Nevada não é um “prime contractor” americano, mas tem muita experiência em logística e em pós-venda e acabou sendo um sócio interessante, porque o programa é muito pequeno”, explicou.

O Super Tucano, segundo Curado, é uma aeronave bastante competitiva e que atende bem à especificação técnica do contrato, além de já ter sido testada por cinco Forças Aéreas da América Latina. O executivo acredita, no entanto, que a decisão transcende a questão técnica, pois existem fatores geopolíticos envolvidos e que deverão ser respeitados.

“Outro ponto a nosso favor é o prazo de entrega. Temos capacidade de fabricar e de entregar rapidamente. No caso da Beechcraft, ainda tem um período de desenvolvimento. Essa variável tempo será importante se os EUA quiserem uma coisa muito a curto prazo”, comentou.

A aeronave, segundo a Embraer, acumula até o momento um total de 180 encomendas, das quais 152 já entregues. A receita obtida com a venda do modelo até agora, de acordo com a fabricante brasileira, é da ordem de US$ 1,6 bilhão. A Embraer projeta um mercado de US$ 3,5 bilhões para a classe do Super Tucano, algo em torno de 300 aeronaves.

A aeronave já foi vendida para a Colômbia, Equador, Chile, Indonésia, República Dominicana, Guatemala e para dois clientes na África. “Nosso principal foco com o Super Tucano não são os países desenvolvidos, que já têm seus próprios aviões de treinamento. O Sudeste da Ásia, África e América Latina são os nossos mercados alvo”, disse. O modelo está configurado para missões de treinamento avançado, vigilância de fronteiras, ataque leve e contrainsurgência.

Fonte: Valor Econômico, via NOTIMP

 

F-X2: Atraso na escolha do fornecedor de caças é compreensível, diz Dassault

Caça Dassault Rafale parte do porta-aviões francês Charles de Gaulle. (Foto: Marinha Francesa)

O diretor da Dassault Aviation, Jean Marc Merialdo, minimizou a demora da presidente Dilma Rousseff em escolher a fabricante que vai vender caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). Merialdo considerou o atraso compreensível na medidade em que o Brasil passa por um momento de inflação e aperto fiscal. “Estamos com pressa de ver a decisão, mas entendemos a situação. Por outro lado, sabemos que o Brasil precisa aprimorar sua capacidade de defesa”, afirmou Merialdo, após participar do Seminário As Oportunidades do Consórcio Rafali para São Bernardo do Campo, região do ABC e Brasil.

“De qualquer maneira, estamos otimistas quanto ao desfecho visto o que fizemos e apresentamos ao governo”, acrescentou. Merialdo disse que a compra de caças costuma gerar competição acirrada entre fabricantes, sendo natural a demora do governo. “São contratos de 30 anos. Ninguém pode falhar”, ressaltou.

Na semana passada, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, garantiu que a escolha dos 36 caças que serão comprados pela FAB será decidida em 2012. O avião Rafali da empresa Dassault compete com o F18 Super Hornet, da americana Boeing e com o Gripen, da sueca Saab. A Dassault aposta na transferência total de tecnologia para vencer a disputa contra as concorrentes.

A decisão ficou para o ano que vem, depois que o ministro Mantega anunciou cortes no Orçamento e informou que o governo brasileiro não tem recursos disponíveis para realizar as compras em 2011.

Enquanto o governo não decide, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho aproveita o lobby das fabricantes que estão na licitação federal para atrair investimentos para o município. O prefeito é considerado pelas empresas como um importante aliado da presidente Dilma e do ex-presidente, Lula.

Por isso, a Dassault assumiu hoje o compromisso de ajudar o prefeito a instalar sistemas de segurança por meio de monitoramento digital. Isso faz parte de um compromisso de cooperação de projetos de gestão urbana que ainda serão escolhidos. Além disso, foram firmados acordos para o fornecimento de peças para empresas de tecnologia e transferência da mesma para universidades.

Do contato com a Saab, Marinho conseguiu a instalação de um centro de pesquisa no município. “Entrei no debate dos caças por que nossa região tem riqueza intelectual e cultura industrial. Não sei quem será o vencedor da licitação. O que posso dizer é que, por meio das parcerias que firmamos, podemos ver como as empresas assumem seus compromissos a partir do relacionamento com empresas e universidades”, afirmou.

Fonte: Valor Econômico – Fernando Taquari

 

BAE Systems entrega a 100ª aeronave de produção do Eurofighter Typhoon

Publicado em 25/05/2011 por em Militar

O 100º Eurofighter Typhoon entregue na unidade da BAE Systems para a RAF. (Foto: Eurofighter)

O Reino Unido, Espanha, Alemanha e Itália se uniram na celebração realizada na BAE Systems em Lancashire, Inglaterra, nessa semana para marcar a entrega da 100ª aeronave de produção do caça multimissão Eurofighter Typhoon.

Essa aeronave é o 35º Typhoon a ser entregue para RAF e a 100ª aeronave de produção fabricada pelo consórcio das quatro nações.

Chris Boardman, diretor do setor aeronáutico da BAE Systems disse: “Este é um dia significativo para a Royal Air Force e para cada uma das forças aéreas parceiras. O programa Eurofighter é um complexo e intenso projeto qye requer os melhores talentos de cada uma das quatro nações e produz uma aeronave que nós acreditamos ser a melhor. Os pilotos adora a aeronave – e estas capacidades criaram um respeito em todo globo.”

 

Segredos da Área 51: exército americano usou aviões falsos de papelão para enganar os russos

Uma maquete do caça A-12 colocada de cabeça para baixo para testar o quanto ele era visível ou invisível aos radares. (Foto: Arquivos da National Geographic)

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Vários documentos sobre as ações da Área 51 durante a Guerra Fria foram abertos, e a National Geographic descobriu que os militares americanos usavam um método de baixíssima tecnologia para enganar os russos. O truque envolvia papelão, o calor ocasional e satélites infravermelho.

A Área 51 era o centro do projeto OXCART, um avião espião. Os russos também usavam a mesma tecnologia. Eles sobrevoavam a base com satélites espiões para saber o que os EUA andavam aprontando. Só que o exército americano acabou descobrindo a espionagem sobre sua base, permitindo que os militares fizessem os testes mais críticos na hora certa. Quando um satélite russo sobrevoava o local, a equipe movia o avião secreto para um galpão protegido.

No entanto, a parte mais interessante aconteceu quando os russos conseguiram um desenho do projeto OXCART por meio de satélites infravermelho. Quando um avião era estacionado no deserto quente da Área 51, sua sombra criava uma silhueta mais fria por causa da sombra, e o formato ficava visível por meio de infravermelho quando ele era removido do local. Assim, os americanos bolaram um plano bem criativo:

Para despistar os satélites infravermelho, a equipe da Área 51 começou a construir aviões falsos e cheios de curvas com papelão e outros materiais comuns para criar sombras incorretas para os soviéticos. (Os aviões verdadeiros, que não deveriam ser vistos, eram movidos antes da chegada dos satélites.) Em alguns casos, a equipe chegava a ligar aquecedores perto das naves imaginárias para passar a imagem de que o avião acabara de decolar.

Fonte: National Geographic, via Gizmodo

 

VÍDEO: Voo de translado do F-35C “CF-2″ para Patuxent River

Quase na mesma semana que o terceiro caça F-35C efetuou seu primeiro voo, dias antes, no dia 17 de maio, o segundo caça F-35C Lightning II, o CF-02, voou para a Estação Naval de Patuxent River, Maryland. O caça permanecerá na Estação Naval de Patuxent River junto com a primeira aeronave, a CF-01, para continuar os voos de testes. No último final de semana, essa mesma aeronave realizou a primeira apresentação pública durante um sobrevoo na Base Aérea de Andrews, também em Maryland.

 

Acidente com caça F-15 da Real Força Aérea da Arábia Saudita

Um caça F-15C Eagle da Real Força Aérea da Arábia Saudita, similar ao que caiu no dia 23 de maio. (Foto: Jean-Marc Poincin)

Um caça F-15C Eagle da Real Força Aérea da Arábia Saudita (RSAF) caiu nessa segunda-feira, dia 23 de maio, no leste do país, matando na queda o piloto, conforme informações divulgadas hoje pelo Ministério da Defesa da Arábia Saudita.

A aeronave estava numa “missão de treinamento” na Província Leste quando caiu no final da noite de segunda-feira, disse o comunicado emitido pela agência de notícias estatal SPA.

O piloto Saif bin Abdullah havia partido da Base Aérea de King Abdul-Aziz, e minutos após a aeronave sumiu dos radares, quando voava na região leste da Arábia Saudita. Uma investigação está em andamento para determinar as causas do acidente.

Em outubro do ano passado, os Estados Unidos anunciaram um mega acordo de armas com a Arábia Saudita, avaliado em US$ 60 bilhões, incluindo caças F-15, helicópteros, mísseis e outros equipamentos.

 

Korean Air recebe seu primeiro Airbus A380

Publicado em 24/05/2011 por em Comercial

O primeiro Airbus A380 da Korean Air no momento que chegava em Toulouse, na França. (Foto: Airbus)

A companhia aérea Korean Air celebrou hoje a entrega do primeiro Airbus A380 numa cerimônia especial realizada em Toulouse, na França. A cerimônia contou com a presença do Presidente da Korean Air Yang Ho Cho, do CEO e Presidente da Airbus Tom Enders, e do CEO da EADS Louis Gallois. A Korean Air é a sexta companhia aérea a receber o A380, e ela encomendou 10 aeronaves do tipo.

A Korean Air inicialmente irá utilizar seu A380 a partir de Seul para destinos na Ásia, e depois para voos sem escalas para América do Norte e Europa. A companhia aérea especificou o modelo com um interior super espaçoso, acomodando com o máximo de conforto 407 passageiros em três classes. Características especiais a bordo da aeronave incluem o primeiro duty free exclusivo, um completo bar e um lounge no andar superior para os passageiros premium.

O Airbus A380 da companhia aérea sul coreana Korean Air. (Foto: Airbus)

“A Korean Air foi a primeira companhia a adquirir um jato Airbus fora da Europa e elas agora fazem parte essencial da nossa frota,” disse Yang Ho Cho, CEO daKorean Air. “O excepcional, com ótimo consumo de combustível e ecologicamente correto A380 que nós recebemos hoje é perfeito para auxiliar a Korean Air a avançar rumo ao objetivo de tornar-se uma respeitada companhia aérea líder globalmente.”

Normalmente configurada para 525 passageiros num configuração de três classes, o A380 é capaz de voar distâncias de 8.300 milhas náuticas (15.300 quilômetros). Isso permite que o A380 possam voar rotas com carga total de Seul para qualquer destino na Europa, além de poder alcançar a costa leste dos EUA.

 

Última aeronave F-35 de testes realiza o primeiro voo

Publicado em 24/05/2011 por em Militar

O caça Lockheed Martin F-35C "CF-03", decola pela primeira vez no dia 21 de maio. (Foto: Angel DelCueto / Lockheed Martin)

A última aeronave F-35 Lightning II de testes de voo, um modelo F-35C de pouso embarcado em porta-aviões, designado CF-03, decolou pela primeira vez da Estação Naval da Base Conjunta da Reserva de Fort Worth, no Texas, no dia 21 de maio.

A aeronave CF-03 em breve será transladada para a Estação Naval de Patuxent River, Maryland, de onde partirão os próximos voos de testes até o final do ano. Uma vez em Patuxent, ela se juntará as outras duas aeronaves F-35C e às quatro aeronaves de decolagem curta/pouso vertical (STOVL) F-35B, para dar andamento ao programa de testes de voo.

 

Acidente com caça Mirage 2000D da França no Afeganistão

Um caça francês Dassault Mirage 2000D em operação no Afeganistão, similar ao que caiu na manhã do dia 24 de maio. (Foto: SIRPA Air)

Um caça francês Dassault Mirage 2000D caiu no oeste do Afeganistão nessa terça-feira. Os dois tripulantes conseguiram ejetar em segurança. A aeronave, ao que tudo indica, teve problemas mecânicos, conforme informação oficial do Exército Francês. O caça pertence ao Esquadrão BA133 da Base Aérea de Nancy.

“Um caça Mirage 2000D caiu a cerca de 100 quilômetros ao oeste de Farah,” disse o porta voz do Exército da França, Tenente Coronel Eric de Lapresle.

Ele excluiu a possibilidade da causa da queda ter sido um disparo feito pelo inimigo. O acidente é o primeiro do modelo de caça francês durante o conflito de 10 anos no Afeganistão. O caça francês estava acompanhando um comboio da ISAF no momento do acidente.

“A tripulação está bem e já foi resgatada,” adicionou Eric.

A Força de Assistência de Segurança Internacional (ISAF), na qual as Forças Armadas Francesas operam no Afeganistão, também confirmou a queda da aeronave.

“Uma aeronave da ISAF caiu no oeste do Afeganistão nessa manhã de terça-feira,” disse a ISAF num comunicado.

A França possui seis caças Mirage 2000 baseados no Aeródromo de Kandahar, no sul do Afeganistão.

 

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