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F-X2: Ministro francês vai questionar Brasil sobre caças Rafale

Dois caças Dassault Rafale M da Marinha Francesa.

O ministro francês do Comércio Exterior, Pierre Lellouche, chegou ao Brasil nesta segunda-feira para uma visita de três dias. O objetivo é tentar promover negócios em setores considerados estratégicos para a França, como agroalimentar, moda, energia, infraestrutura e defesa, mas o ministro deve também aproveitar a ocasião para conversar com o governo brasileiro sobre os caças Rafale. Pierre Lellouche tem encontro previsto com o ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim. Em entrevista à RFI, o ministro francês disse que vai questionar o governo brasileiro sobre a licitação da FAB.

Fonte: RFI – Ana Carolina Dani

 

Caças Su-24 do Irã adquirem capacidade de disparar bombas guiadas a laser

Publicado em 26/04/2011 por em Militar

Dois caças Sukhoi Su-24 Fencer da Força Aérea da República Islâmica do Irã (IRIAF). (Foto: Babak Taghvaiee)

Um alto comandante da Força Aérea Iraniana anunciou nessa segunda-feira que os especialistas iranianos conseguiram reativar as capacidades das aeronaves estratégicas Sukhoi Su-24 do país, incluindo as suas capacidades de disparos de mísseis guiados a laser.

“Nossos especialistas têm revivido capacidades importantes dos jatos Sukhoi Su-24, incluindo o uso de mísseis guiados a laser, mísseis ar-terra guiados por radar e mísseis de longo alcance”, disse o tenente-comandante da Força Aérea iraniana para operações gerais Seyed Mohammad Alavi.

“Recentemente, os mísseis da aeronave laser em um bem-sucedido teste de fogo, acertar o alvo com zero-zero erro”, acrescentou Alavi.

Ele disse ainda que a Força Aérea da República Islâmica do Irã (IRIAF) possui planos para as aeronaves dispararem mísseis guiados por radar de alta precisão e longo alcance num futuro próximo.

“Uma série de mísseis de alta precisão guiados já foram testados com bons resultados”, observou o comandante.

Na semana passada, a IRIAF exibiu uma ampla gama de sua frota operacional, incluindo os seus aviões de combate estratégico, num show aéreo que foi realizado durante o desfile militar anual.

Em agosto de 2010, o Exército iraniano equipou sua frota de Sukhoi Su-24 com a capacidade de operações noturnas através do desenvolvimento recente de sistemas que permitem que os aviões de combate cumpram missões a noite.

“Os jatos Sukhoi foram otimizados pelos peritos da força aérea e agora tem a capacidade de atingir e destruir alvos com alta precisão na escuridão absoluta”, disse Alavi na época.

Também em agosto, um comandante iraniano anunciou que a Força Aérea do país tinha equipado todas seus caças com novos sistemas de radar e aparelhos eletrônicos para melhorar seu desempenho em operações noturnas.

“Novos sistemas eletrônicos e de radar têm sido utilizados pela Força Aérea para vôos noturnos”, disse o general Amir Hossein Chitforoush na época.

“Esses sistemas foram atualizados e otimizados durante o ano passado e estamos usando-os agora”, acrescentou.

Chitforoush explicou ainda que os voos de combate e bombardeiros noturnos são realizados na absoluta escuridão, utilizando apenas a ajuda de sistemas de radar altamente avançados, assim, para realizar voos noturnos e de bombardeio, os jatos do país ainda devem receber equipamentos mais atualizados e novos sistemas .

Fonte: FARS News – Tradução: Cavok

 

Pluna confirma aquisição de 3 novos jatos Bombardier CRJ 900

Publicado em 26/04/2011 por em Comercial

Um Bombardier CRJ 900 da companhia aérea uruguaia Pluna. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

A Bombardier anunciou nessa segunda-feira que a companhia aérea Pluna, do Uruguai, finalizou uma encomenda de US$ 129 milhões para 3 novas aeronaves CRJ 900.

Atualmente a Pluna possui uma frota de 10 jatos Bombardier CRJ 900, sendo a maior operadora das aeronaves regionais da Bombardier na América do Sul. Os CRJ 900 da Pluna estão configurados para 88 assentos.

Até o momento a Bombardier possui 265 encomendas do jato, dos quais 244 já foram entregues.

 

Resultado Cavok Foto Quiz 19 – Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18C Hornet

O caça Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18C Hornet do Esquadrão Aggressor VFC-12 da U.S. Navy, visto em Oshkosh. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Muitos acabaram sendo enganados pela cor do caça, similar pelo padrão de cores agressor utilizado pela U.S. Navy, mas a foto dessa semana era de um caça Boeing (McDonnell Douglas) F/A-18C Hornet (cn 1090/C284) do Fighter Squadron Composite Twelve (VFC) 12, esquadrão aggressor “Fighting Omars”, um esquadrão da Reserva da U.S. Navy, baseado na Estação Naval de Oceana, Virginia, o qual é utilizado no treinamento de combate aéreo, simulando uma aeronave Sukhoi Su-27 russa, motivo este pelo qual ostenta um padrão de cores da Força Aérea Russa. A aeronave acima foi recebida em 2006, vindo do Esquadrão de Caças da Ataque VFA-87. O atual Esquadrão “Fighting Omars” foi criado em setembro de 1973, e já possuiu aeronaves A-4 Skyhawk, F/A-18A Hornet e agora os modelos F/A-18C.

 

Último helicóptero MH-47G Chinook é entregue ao Exército dos EUA

O helicóptero Boeing MH-47G Chinook. (Foto: Boeing)

O último helicóptero remanufaturado MH-47G Chinook foi entregue pela Boeing Military Aircraft Mobility Division de Ridley Park, PA, para o Depósito do Exército de Lexington Bluegrass, em Kentucky, no dia 14 de março, por uma tripulação da Agência de Gerenciamente de Contratos de Defesa da Boeing Philadelphia.

O helicóptero foi o 62º MH-47G Chinook produzido pela Boeing Company e marca a finalização do Plano de Extensão da Vida Operacional que existia a mais de 10 anos. Após a produção e dos contratos de voos iniciais, a aeronave foi testada em voo, aceita e entregue pela equipe da Boeing.

O tempo de remanufatura para cada MH-47G leva aproximadamente 16 meses. O processo começa na Summit Aviation em Middletown, Delaware, e continua na unidade fabril da Boeing em Ridley Park. A equipe da DCMA Boeing Philadelphia mantém a supervisão nas duas operações.

Na Summit Aviation, os helicópteros CH-47D e MH-47E são desmontados, preparados e embarcados para Ridley Park onde o processo de remontagem e modernização é iniciado. Uma vez finalizado o processo de remanufatura e após passar pela aceitação do voo de testes, o MH-47G voa para o Depósito do Exército de Lexington Blue Grass, onde modificações pós-produção são feitas na aeronave. Devido as modificações exigirem que uma grande parte das aeronaves seja desmontada, as aeronavessão entregues pela fábrica com um padrão único de pintura de uma camada amarela de primer. Elas recebem a camada final de pintura preta momentos antes da entrega ao Exército, uma vez que a modificações sejam feitas.

 

Peça cai de um caça Hornet sobre um veículo nos EUA

A Marinha dos EUA informou que uma pequena peça de um míssil de treinamento caiu de uma aeronave de caça F/A-18C Hornet enquanto a aeronave sobrevoava uma interseção entre as ruas Lynnhaven Drive e Viking Drive em Virginia Beach, nessa quinta-feira. A peça atingiu uma camionete que estava parada, sem pessoas dentro.

De acordo com membros da U.S. Navy, a parte foi identificada como sendo uma aleta de direcionamento de um míssil de treinamento (Captive Air Training Missile – CATM). Um CATM não leva explosivos ou motor. O míssil não chegou a se desprender da aeronave, a qual pousou normalmente na Estação Naval de Oceana.

A aeronave estava atribuída ao Esquadrão de Caças de ataque (VFA) 131, “Wildcats,” baseado em Oceana, e retornava de uma missão de treinamento.

Em novembro de 2007, um similar incidente aconteceu próximo a London Bridge Road. Nesse incidente, um Hornet soltou uma bomba de treinamento a qual caiu num depósito.

Depois em maio de 2008, um caça de Oceana largou uma bomba guiada a laser de 500 libra a uma milha fora do alvo na Florida. Caiu num parque nacional e queimou próximo a 250 acres da reserva.

Nos três casos não houve feridos.

A Marinha disse que está investigando o caso.

Fonte: WAVY-TV – Tradução: Cavok

 

VÍDEO: Operações dos caças CF-18 das Forças Armadas do Canadá sobre a Líbia

No mais recente vídeo liberado pela OTAN, pode-se ver as operações de ataques a pontos de defesa da Líbia feito pelos caças CF-18 Hornet das Forças Armadas do Canadá. As imagens feitas pelas aeronaves canadenses mostram diversos ataques e também as operações de decolagem a partir de uma base da OTAN no sul da Itália. Na semana passada os ataques na Líbia começaram a ser feitos por aeronaves não-tripuladas Predator.

 

Primeira aeronave P-3K2 Orion modernizada chega na Nova Zelândia

Publicado em 25/04/2011 por em Militar

A primeira aeronave P-3K2 Orion modernizada para a Real Força Aérea da Nova Zelândia. (Foto: RNZAF)

A primeira de seis aeronaves de patrulha marítima P-3K2 Orion modenrizadas nos Estados Unidos foi entregue nesse sábado para a Força Aérea da Nova Zelândia, durante cerimônia na Base Aérea de Whenuapai.

Durante a modernização, os sistemas de navegação e comunicação tiveram todos instrumentos analógicos substituídos por sistemas digitais.

Também foram modernizados os sistemas radares, câmeras e sensores infravermelhos, e as aeronaves agora podem realizar operações de vigilância sobre a terra e não apenas sobre água.

A Real Força Aérea da Nova Zelândia disse que as melhorias nos sistemas de vigilância possibilita que as aeronaves possam localizar alvos como alguém perdido no mar ou barcos de pescas ilegais, de uma distância muito maior do que atualmente era utilizado, aumentando a velocidade e a efetividade das buscas.

As modificações foram executadas no Texas e demoraram três anos a mais do previsto.

O chefe da Força Aérea da Nova Zelândia, o Air Vice Marshall Graham Lintott, disse que o atraso foi devido a complexidade do equipamento que teve que ser instalado e aos problemas estruturais e de motores com a aeronave.

As outras cinco aeronaves Orion da frota passarão pela modernização na unidade da Safe Air em Woodbourne, Blenheim, pelos próximos três anos.

O custo total do processo das seis aeronaves está avaliado em US$373 milhões.

 

Ratos danificam três aeronaves PC-9 da Eslovênia

Publicado em 25/04/2011 por em Militar

Um das aeronaves Pilatus PC-9 da Força Aérea da Eslovênia que ficou danificada pela ação de ratos.

Ratos podem ter danificado seriamente três aeronaves de treinamento Pilatus PC-9 da Força Aérea da Eslovênia, conforme disse um porta-voz das Forças Armadas Eslovenas, Simon Korez, ao canal POP TV.

Os roedores danificaram seriamente o cabeamento das aeronaves, deixando perdas de 5.000 Euros (cerca de US$7.000).

As três aeronaves foram colocadas para fora do hangar no ano passado para liberar espaço no hangar para um jato governamental.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

 

República Tcheca poderá vender jatos de combate ao Iraque

Publicado em 25/04/2011 por em Militar

Jatos de combate Aero L-159 ALCA, da Força Aérea da República Tcheca. (Foto: Tomas Sousek)

A República Tcheca está planejando vender um número de aeronaves de ataque leve para o Iraque e também modernizar a frota de helicópteros iraquiana, informou o Ministro das Relações Exteriores Karel Schwarzenberg.

“A República Tcheca oferecerá as aeronaves de combate L-159 para o Iraque, e nós também estamos prontos para modernizar a frota de helicópteros do Iraque,” adicionou ele.

A aeronave L-159 ALCA é um jato de combate leve multimissão projetado pela Aero Vodochody para executar uma ampla gama de missões ar-ar, ar-solo e de reconhecimento.

A aeronave pode ser equipada com um radar avançado multimodo e transportar armas do padrão OTAN que incluem mísseis ar-ar e ar-solo além de bombas guiadas a laser.

Cerca de 36 jatos L-159 ALCAs estavam sendo planejados para serem vendidos pelo Ministério de Defesa da República Tcheca em janeiro, mas que os militares tchecos desistiram da compra, de acordo com a agência de notícias RIA Novosti.

O Primeiro Ministro Tcheco visitará o Iraque nos dias 23 e 24 de maio para promover um pacote de cooperação econômica entre os dois países.

 

IMAGENS: Dia da Aviação de Caça na Base Aérea de Santa Cruz, RJ – Parte 2

Um caça F-5EM do 1° Grupo de Aviação de Caça da Base Aérea de Santa Cruz acompanha a aeronave Embraer 195 da companhia aérea Azul Linhas Aéreas durante a celebração do Dia da Aviação de Caça no dia 22 de abril. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

No sábado mostramos a primeira parte das imagens das celebrações do Dia da Aviação de Caça realizado na Base Aérea de Santa Cruz (BASC). Hoje, divulgamos a segunda parte, a qual foi um presente que recebemos do amigo e colaborador Peter Adamovich, que esteve a convite da Azul a bordo da aeronave Embraer 195, que chegou na base aérea acompanhada por dois caças F-5EM da FAB. O texto a seguir, divulgado pela Agência da Força Aérea, serve para ilustrar as belíssimas imagens que Peter deixou de presente para os leitores do Cavok Brasil. Aproveitem.

Na manhã do dia 22 de abril, dois caças escoltaram o voo do Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas até a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

A trajetória de heroísmo dos pilotos brasileiros na Segunda Guerra Mundial foi mais uma vez ressaltada em solenidade, no dia 22 de abril, no berço da Aviação de Caça, a Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no Rio de Janeiro (RJ). Nesta data, em que se comemora o Dia da Aviação de Caça, os pilotos brasileiros realizaram o maior número de missões em solo italiano: foram 11 missões em um só dia.

O jato Embraer 195 PR-AYS que recebeu o nome "Jambock Azul". (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

Neste ano, a empresa Azul Linhas Aéreas homenageou a Aviação de Caça e os 70 anos da FAB batizando um dos seus aviões de Jambock Azul. A palavra de origem sulafricana Jambock, que significa chicote, identificava o Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GavCa) na guerra.

O Comandantes Miguel Dau recebe as boas vindas na Base Aérea de Santa Cruz. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

As simáticas e belas comissárias do voo da Azul Linhas Aéreas. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

A aeronave Embaer 195 da empresa apresenta na fuselagem o brasão do Primeiro Grupo de Aviação de Caça e chegou a BASC escoltada por dois caça F-5. Os veteranos do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, o Vice-Presidente Técnico-Operacional da Azul, Miguel Dau e o Comandante Kleber Marinho, pilotavam o avião.

Visão geral do Hangar Zeppelin, onde estavam expostas diversas aeronaves da FAB. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

“Todos os anos eu compareço à festividade do Dia da Aviação de Caça e este é um dia muito especial por ser uma das páginas mais belas da aviação brasileira: a participação do Primeiro Grupo de Aviação de Caça na campanha da Segunda Guerra Mundial”, disse o Comandante Dau.

Os pilotos do 1° GAVCA posaram defronte ao P-47 Thunderbolt. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

A cerimônia do Dia da Aviação de Caça lembra os pilotos e heróis da campanha do Brasil na Segunda Guerra e os novos caçadores.  Houve homenagem para os veteranos, a entrega da medalha Brigadeiro Nero Moura aos pilotos mais antigos e de troféus para os destaques da nova geração. A novidade deste ano foi o batismo do Jambock Azul pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Juniti Saito, pelos veteranos do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, o Major Brigadeiro do Ar José Rabelo Meira Vasconcelos e o Major Brigadeiro do Ar Rui Barbosa Moreira Lima, pelo comandante da BASC, Coronel Aviador Arnaldo Silva Lima Filho, pelo Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça, Tenente Coronel Aviador Marco Antonio Fazio e pelo Vice-Presidente Técnico-Operacional da Azul, Miguel Dau.

Aeronaves F-5EM participaram de simulações de ataques. (Foto: Peter Adamovich / Cavok)

Além do batismo do avião, a solenidade teve ainda a exposição de caças F-5EM e A-1, e uma simulação de ataques com armamentos reais em um estande de tiro próximo da pista de pouso da base aérea.

“Esta cerimônia já existe há muitos anos. A Aviação de Caça faz uma justa homenagem aos seus pilotos. É uma unidade que representa muito bem o país”, lembrou o Major Brigadeiro do Ar José Meira, um dos veteranos da campanha na Segunda Guerra Mundial do Primeiro Grupo de Caça (1º GAvCa).

O Brasão

- “Senta a Púa!” é o grito de guerra do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira.
– As faixas externas verde e amarela representam o Brasil.
– O quepe do avestruz lembra o piloto da Força Aérea Brasileira
– O escudo fala da robustez do avião P-47 Thunderbolt, que tinha oito metralhadoras calibre .50.
– O fundo azul e estrelas representam o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul
– A nuvem lembra o espaço aéreo
– A fumaça e os estilhaços traduzem a artilharia antiaérea inimiga
– O fundo vermelho homenageia o sangue derramado pelos pilotos na guerra

(Explicação do Major-Brigadeiro do Ar Fortunato Câmara de Oliveira, Comandante da Esquadrilha Azul).

Texto: Agência da Força Aérea – Adaptação do Texto: Cavok – Fotos: Peter Adamovich / Cavok

 

Aviação Virtual

Virtual Marco Ferreira
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Saiba como ter o addon do Super Tucano no seu FSX e conheça o dispositivo Track IR para aumentar a realidade de seu voo virtual.

Histórias da Aviação Comercial

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Um Boeing 707 voando há mais de 50 anos
Conheça a trajetória de mais de 50 anos de operação de um Boeing 707-138B que atualmente está voando na África.

Asas Antárticas

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Vocês sabiam que a FAB mantém equipamento e pessoal em alerta 24 horas em TODOS os seus esquadrões? Saiba mais aqui.

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