A Força Aérea Brasileira opera o caça bombardeiro Alenia-Aermacchi-Embraer AMX, designado na força como A-1. A Marinha do Brasil opera o caça bombardeiro embarcado McDonnell Douglas A-4 Skyhawk, designado na força como AF-1 Skyhawk. Afinal, é possível saber qual dos dois modelos é melhor?

O artigo a seguir se propõe a fazer este comparativo. Não irei abordar a modernização das naves, uma vez que estes novos aviônicos pouco ou nada mudaram o pacote aerodinâmico dos aviões ou a potência dos motores, então nada mais lógico do que usar somente dados brutos.

Embraer AMX A-1

O projeto ítalo-brasileiro tem como principal missão o ataque ao solo em apoio às forças navais ou terrestres. Também é capaz de executar missões de reconhecimento, apesar de subsônico, mas isso não é um problema para aviões que voam em missões de ataque a baixa altitude com pesada carga de armas externa. Suas asas são particularmente pequenas para mínimo arrasto e boa resposta a toda potência a baixa altitude e apesar de diminutas são bem equipadas com poderosos dispositivos de hiper-sustentação, com grandes slats em toda a envergadura do bordo de ataque e grandes flaps de fenda dupla que se deslocam para trás, lembrando em muito o flap tipo Fowler, o que permite ao AMX ser capaz de utilizar estradas e pistas não preparadas na linha de frente do combate. O AMX, segundo o folhetim do fabricante, é capaz de puxar 8G em baixa altitude, algo muito importante para um avião de ataque, ainda mais quando for preciso manobrar forte para se esquivar da AAA inimiga.

McDonnell Douglas A-4 Skyhawk

O A-4 é aquele tipo de avião que quando pronto se tornou uma grata surpresa. O Skyhawk começou sua vida como uma aeronave peso-leve de ataque nuclear diurno, operando a partir de porta-aviões da marinha dos EUA. Suas asas são construídas em uma única unidade, com um tanque de combustível integrado, sendo dessa forma desnecessárias as asas dobráveis (e todo aquele peso morto das engrenagens) por causa das reduzidas dimensões. Com o passar dos anos e a excelência do projeto, muitas versões foram desenvolvidas. A história do A-4 na marinha do Brasil começa em 1998 quando um acordo foi firmado com o Kuwait para a aquisição de 23 unidades, sendo que nem todas se destinavam a linha de frente. A versão adquirida pela MB foi o A-4KU (A-4M – versão projetada especificamente para o USMC).

AMX A-1

AF-1 Skyhawk

TIPO Aeronave monoplace de ataque com capacidade limitada de combate Aeronave monoplace leve de ataque baseada em terra ou porta-aviões.
DIMENSÕES
  • Comprimento: 13,57 m
  • Envergadura: 8,87 m
  • Altura: 4,57 m
  • Área alar: 21 m²
  • Comprimento: 12,3 m
  • Envergadura: 8,38 m
  • Altura: 4,47 m
  • Área alar: 24,15 m²
PESO
  • Vazio: 6.000 kg
  • Máximo: 11.500 kg
  • Vazio: 4.747 kg
  • Máximo (embarcado): 11.113 kg
  • Máximo (em terra):12.437 kg
PROPULSÃO Um turbofan Rolls-Royce Spey Mk 807, sem pós queimador, desenvolvendo 5.003 kg de empuxo seco. Um turbojato Pratt & Whitney J52-408A, sem pós queimador, desenvolvendo 5.080 kg de empuxo.
DESEMPENHO
  • Velocidade máxima:1.160 km/h ao nível do mar
  • Velocidade de cruzeiro: 950 km/h
  • Teto de serviço: 13.000 m
  • Alcance: 3.336 km
  • Raio de combate: 570 km (hi-lo-hi); 370 km (lo-lo-lo)
  • Velocidade máxima: 1.040 km/h ao nível do mar
  • Velocidade de cruzeiro: 955 km/h
  • Teto de serviço: 14.935 m
  • Alcance: 3.306 km
  • Raio de combate: 620 km (hi-lo-hi); 450 km (lo-lo-lo)
ARMAMENTO Dois canhões DEFA de 30 mm, cabides de carga para um total de 3.500 kg de armas entre mísseis, bombas e foguetes. Dois canhões Colt Mk12 de 20 mm, cabides externos para uma carga máxima de 4.135 kg de armas entre mísseis, bombas e foguetes.
HISTÓRICO Primeiro voo (no Brasil): 1985
  • Primeiro voo (A-4A): 1954
  • A-4KU(A-4M): 1970

 

Analisando-se friamente o quadro acima, percebe-se que é praticamente limitado todo e qualquer comparativo entre as aeronaves. Existe um hiato de 15 anos entre os projetos e se formos considerar o projeto original, então teremos 31 anos de diferença. Praticamente uma geração!

Embraer A-1
Embraer A-1

A tarefa de um avião de ataque pode ser definida como sendo a de acertar o alvo velozmente e com precisão, utilizando a munição conduzida, seja ela qual for, e retornando são e salvo à base, ou seja:

  • As defesas do inimigo devem ser penetradas, tanto na ida quanto no retorno
  • O alvo deve ser localizado e corretamente identificado
  • A pontaria deve ser precisa

Ambos os aviões, por serem de ataque, executam uma penetração em baixa altitude. O AMX A-1 parece levar vantagem neste ponto, pois é uma aeronave construída especificamente para este perfil de voo, com uma estrutura muito mais robusta que a do AF-1. A penetração em baixa altitude possui vantagens e desvantagens. Algumas vezes ela pode evitar totalmente a detecção. Por outro lado, ela contribui para dificultar a navegação e a localização de alvos. A pontaria torna-se um problema. A modernização dos projetos, elevando-os a categoria “M”, certamente trará benefícios para este tipo de missão. Por fim, o alto consumo de combustível neste perfil restringe o alcance e a carga.

Em altitude ultra baixa, o avião de ataque voa num corredor invisível, mas com fronteiras bem definidas, formadas por altitude e velocidade. Este corredor tende a variar para diferentes aeronaves. O perfil Hi-Lo-Hi (alto-baixo-alto) sempre será o mais indicado, com uma aproximação em altitude elevada e velocidade de cruzeiro sobre o território amigo, seguida de uma descida para a baixa altitude e uma rápida penetração subsônica. Ambos os aparelhos estão bem capacitados para este tipo de missão. O caminho de volta será o oposto, porém, se forem encontrados caças inimigos e o combustível permitir, o AF-1 parece estar mais capacitado para se defender do que o AMX A-1. Giro Sustentado é uma taxa de giro e raio que podem ser mantidos por longos períodos. Naturalmente, ela varia com a altitude. Giro Instantâneo é a taxa de giro e raio que um caça pode suportar sob exatamente um único conjunto de condições, e variará à medida que a velocidade diminuir. O Giro Instantâneo é geralmente superior ao giro sustentado e será mais prontamente útil em situações de emergência. Com base no folhetim do fabricante, o AMX A-1 é inferior no GI, pois o caça é mais pesado, mas a potência do motor praticamente se equipara com a potência do motor do AF-1, porém este é mais leve.

McDonnell Douglas A-4 Skyhawk. Na MB designado de AF-1, tem a ingrata tarefa de prover a defesa da frota.
McDonnell Douglas A-4 Skyhawk. Na MB designado de AF-1, até a retirada do A-12 São Paulo, tinha a ingrata tarefa de prover a defesa da frota.

O AF-1 não foi desenvolvido para o combate ar-ar, mas ele se provou muito bom nessa arena, tanto que foi largamente utilizado pelas unidades “Agressoras” da Marinha dos EUA, ainda mais em médias e baixas altitudes, onde os caças maiores não podem fazer uso de sua velocidade. A Marinha do Brasil outorgou-lhe a difícil tarefa de prover a defesa aérea da frota, algo para o qual o Skyhawk jamais foi pensado. É questionável, uma vez que ele definitivamente não oferece uma capacidade de defesa da frota como realmente deve ser. Porém, o AF-1 já é capacitado no lançamento de armas ar-ar, algo que o AMX brasileiro só alcançou com a modernização. Com o advento do combate BVR (Beyond Visual Range – além do alcance visual), tanto o AMX A-1 quanto o AF-1 tendem também a se equiparar.

Comparar as naves mostrou-se um verdadeiro jogo de super trunfo, aonde cada nave tem o seu ponto forte e fraco.

O AF-1 é um projeto consolidado, já testado com sucesso em vários conflitos ao redor do Mundo. Lutou no Vietnã, no Oriente Médio e no Atlântico Sul, porém, é um projeto ultrapassado, que não tem mais nada a oferecer, mas é um avião que o seu operador sabe que pode contar, como foi comprovado pelos argentinos em 1982.

O AMX A-1 por outro lado, é um projeto relativamente novo, ainda está na meia idade, apesar de já ser considerado obsoleto na moderna guerra aérea, onde caças 4G++ e 5Gs puros cada vez mais tomam os céus. A modernização deu ao AMX brasileiro uma segunda vida. Vinte anos depois a FAB irá operar o caça como deveria ter sido desde o início. O AMX, com a Força Aérea italiana foi provado em combate, no Kosovo e no Afeganistão, mas nem de longe pode se comparar estes teatros com os que o A-4 já enfrentou.

O Calcanhar de Aquiles do AF-1 é o seu tamanho. Quando ele foi repotencializado, suas dimensões obrigatoriamente tiveram de aumentar, algo que justamente, por ele ser operado em porta-aviões, tornou-se proibitivo.

O Calcanhar de Aquiles do AMX A-1 é o seu motor. Não interessa aqui os motivos que levaram a escolha¹ deste, mas a repotencialização para este caça é totalmente proibida, uma vez que os custos seriam astronômicos.

A-1
A-1

CONCLUSÃO

Dizer se A ou B é melhor é puro Super Trunfo. O certo é que ambos os aviões são injustiçados. O AF-1 por cumprir um papel² da qual ele não pode fazer e o AMX A-1 por ser capaz de levar a longa distância o terror ao inimigo, uma vez que não há na Força Aérea Brasileira um avião de alta performance capaz de prover a cobertura aérea necessária, ou seja, o A-1 iria sozinho para o combate, assim como foram os A-4 argentinos em 1982.

Mas se este editor tivesse que ir à guerra e fosse obrigado a escolher um, apenas um uma única vez na vida, certamente que seria o Skyhawk!

 


FONTE DE PESQUISAS: Guia de Armas de guerra – Aviões de Caça e Ataque; Aviação Naval; McDonnell Douglas, Boeing, Embraer, AMI.


NOTA DO EDITOR: E você amigo leitor do CAVOK, acha que é possível saber qual deles é o melhor?


¹Quando o AMX foi projetado, os italianos optaram pelo Rolls-Royce Spey Mk 807, embora não fosse o ideal para o tamanho e peso do caça proposto, foi mais para preservar a capacidade do parque italiano de manutenção.


²A matéria foi escrita antes da desativação do A-12 São Paulo.


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74 COMENTÁRIOS

  1. É…chega a ser triste, mas esse sentimento perdura em nossas forças armadas há muito (desde sempre), então vale mais a pena falar da matéria: Excelente e bem explicativa, não to curta e nem tão longa. Um belo trabalho 🙂

  2. Eu como um grande "expert" em aviação militar dou meu voto para o AMX-m, e explico:

    Sua pintura ficou linda, o outro não.

    No mais é empate, "cada um no seu quadrado".

  3. Geralmente nesses "empates" ganha o que tem o custo menor.
    Tem outro lado tb, que o AMX ajudou a desenvolver a industria aeronautica brasileira. Então, pro Brasil, ganhou o AMX!

  4. Caro Giordani, olha aí "minha" idéia aí do "embate" entre eles. rs.
    Excelente matéria. Sucinta porém altamente esclarecedora. Aprendi bastante.

  5. Gio ,onde vc pegou este comparativo?
    O AMX tem 2 canhões DEFA e não 1.E esta velocidade máxima do AMX tambem parece estar errada.
    A relaçaõ peso potencia do A-4 é melhor .Se o A-4 conseguir ter a mesma avionica do AMX,me parece ser que o A-4 leva uma pequena vantagem.

  6. Em todas as fotos ilustradoras do artigo, o A-1 está “armado” com os pitoquinhos azuis (“roupa de domingo, para tirar foto”). Mesmo assim, está com mísseis, de manejo, mas mísseis!

    As imagens foram manipuladas por computador? Pois os aviões da FAB parecem não poder ser fotografados armados, nem com faca de borracha, ou dá escorbuto nos militares e no “retratista”…

    E a MB: quantos AIM-9H, perto de vencer, ela deve ter disparado dos AF-1/AF-1A? Não sei se é o caso da foto, mas que disparou dos brinquedos, uns 10 anos atrás, disparou… Era só para gastar? E contra o que, ar-ar?

    • As imagens do A-1 armado eu retirei de um vídeo do youtube, aonde o caça-bombardeiro aparece sempre armado.
      Quanto ao AF-1 disparando um 9H, bom, também é de um vídeo da própria MB que não encontro mais no youtube, um lástima! Os disparos (sim, OS, pois foram mais de um) eram contra alvos de calor lançados de C-130 da FAB! Que coisa, a FAB não disponibiliza um mísero vídeo e daí vem a MB…e mostra como se faz!!! Hehe…

  7. Ah, acho o A-4 levemente superior ao A-1, no geral.

    É Uno S 1984 vs. Uno Mille 1990…

  8. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  9. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  10. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  11. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  12. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  13. Dois excelentes vetores , ambos já testados em combate, inclusive no Atlântico Sul (Skyhawk), agora modernizados e com certeza poderão operar mísseis A-Darter, MAR 1 e Exocets entre outros, podem fazer uma diferença muito grande , comparando- que tinhamos e agora temos.
    Não me diga que poderia ser melhor, pois poderia ser pior se comprássemos um FX-2 Xipado/embargado

    Não se esqueça desse vídeo …
    http://www.youtube.com/watch?v=oqKsJbObjYE

    …pois será contra eles e seus aliados que lutaremos …

    Mas se vc estiver com diarréia só de ver fecha com eles ou pede pra sair meu chapa.
    http://www.youtube.com/watch?v=mpWGkGMQYuc

  14. Ops! Já corrigi a informação dos canhões…esses teclados…hehehe…
    Também acho que o AF-1M é superior ao A-1M.

  15. Caro Symon, isso. Já dizia Vinícius de Morais, em parceria com Carlos Drummond de Andrade e a Dercy Gonçalves: “ado/a-a-do/cada um no seu quadrado”…

  16. Caro Symon, isso. Já dizia Vinícius de Morais, em parceria com Carlos Drummond de Andrade e a Dercy Gonçalves: “ado/a-a-do/cada um no seu quadrado”…

  17. Os dois aviões são iguaizinhos….

    Não servem para o Brasil.

    E no caso do A-4, ele ficaria lindo espetado aqui na praça da minha cidade com as cores US Navy, nas cores de Israel ou até nas cores da Argentina. Mas na cores da nossa Marinha nem pra isso ele serve. Qual a história mesmo do A-4 na MB?

    Estamos igualzinho a Bolivia. Lá eles voam T-33 e aqui voamos A-4. Peças de museu fantásticas. Deviam ser convidados para Oshkosh… apesar que lá eles com certeza estarão presentes nas cores em que realmente fizeram história.

  18. Jogo duro, eu ia dizer "cada um no seu quadrado" mas os Argentinos nos mostraram que quando não tem organização, usa-se o que tem, da mesma forma que sobraria tudo para os Amx caso tivéssemos uma guerra iminente.

    Eu gosto do Amx, mesmo sem a modernização ele faria o que os A4 argentinos fizeram e com louvor, ambos lados treinam o mesmo perfil de voo.
    Eu não acho que o "calcanhar de Aquiles" do Amx seja a baixa potencia do motor mas sim a incapacidade de se defender a curta distância ar-ar e atacar ar-mar e claro usar bombar guiadas mesmo as iniciantes da déc. de 80/90.

  19. Apesar de ambos serem aeronaves de ataque, o Skyhawk modernizado contará com um radar superior que permitiria ao mesmo maior capacidade ar-ar.

    Skyhawk vence o AMX por pequena margem. 🙂
    []'s

  20. Galileu,
    O A-1 não usa o Piranha da ponta da asa para defesa?
    Pelo menos nas fotos indicam isso.
    Na minha modesta opinião o A-1 deveria ser supersonico.

  21. Usa por questão de vibrações na asa, assim como no forevis5 parece que as vibrações diminuem com mísseis nas pontas das asas.
    O Amx nunca foi pensado pra ser supersônico, a Itália já tinha o seu Tornado e o Brasil nem sabia fazer a asa direito, por isso tinha que ser um projeto simples para ambos lados.

  22. Amigos,
    O AMX foi pensado desde o inicio com a capacidade de usar AAM para autodefesa, mas ele não é um caça para dogfight, ou melhor, ele nem deveria ser chamado de caça, mas enfim…
    Ocorre a que o modelo italiano foi entregue pronto, conquanto que o modelo brasileiro ficou sem radar. O sidewinder é um AAM de calor, mas não sei se o avião tinha o sistema de refrigeração para poder usá-lo, ao que eu me lembre, não…
    Li certa vez que os pilotos de A-4 preferiam voar com os tanques, pois, diziam eles, o voo se tornava mais agradável. Talvez seja a mesma situação do F-5, que quando armado com mísseis nos trilhos, havia um ganho na área alar e o avião voava melhor.

  23. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  24. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  25. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  26. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  27. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  28. Nossa, que matéria brilhante.

    Nas especificações técnicas até os números de dimensões, pesos estão próximos…apesar de um ser embarcado e o outro baseado em terra vejo eles como equivalentes dada a missão de ataque e apoio aéreo em comum.

    O AMX tem vantagem por ser mais "novo" e dispor de equipamentos mais modernos, mas o AF-1 com os mesmos sistemas realizaria o mesmo tipo de missão e, ainda, é mais manobravel em combate a curta distância.

    Difícil escolher, mas eu ficaria com o AMX pelo conjunto de sistemas embarcados.

    Um artigo sobre o Embraer AMX A-1 com imagens do avião em miniatura. http://www.maquinasdecombate.com.br/2013/06/embra

  29. Haveria alguma possibilidade de se "criar" um A1-Naval , tipo A1-N , sei lá com um motor melhor (e não esse de learjet), que permiti-se pousos e decolagem em um Na do porte do Opalão?

  30. Só construindo um novo. A estrutura do A-1 não suportaria o uso em NAe. A única possibilidade de um A-1 "naval" seria a de basear ele em bases na costa do país, reforçar a estrutura contra a maresia em alguns pontos( sim, pois ele passaria a maior parte do tempo voando baixo e num ambiente salitre), assim como um Buccanner.

  31. Galileu,
    Mais isso ao meu ver não impede de ele usar o Piranha.
    Se fosse assim o AMX Italiano não dispararia o AIM-9.
    Se ele não usa o Piranha deve ser por outro motivos.
    Concordo que ele até pode usar por causa da vibração na asa.Mais se o AMX Italiano dispara pq tbm os nossos não podem?
    Abs

  32. Ta aí uma coisa que eu não entendo kkkkk.
    Sempre li que os enormes tanques externos aumentam o arrasto do avião,assim prejudicando o desempenho.Ja ouvi muito falar no arrasto causado pela posição dos cabides do F 18 ,imagina de um tanque daqele tamanho.

  33. Bill,
    Usar o Super Hornet como referência não vale. O SH tem um arrasto previsto e tolerável, uma vez que não dava mais para modificar o projeto (do SH), devido aos custos e ao tempo.

  34. super trunfo é sempre complicado… acho que o A-4 por ter um raio de combate maior, poder carregar + peso e ainda ser mt bom obrigado, no ar-ar, cumpre melhor sua função que o A-1 (ataque ao solo). Assim como também acho que o A-4 vs A-1 num dogfight a curta distancia tbm deve levar a melhor. Num BVR talvez pelo A-1 ter materiais compostos na estrutura, seja + dificil de se visto no radar que o A-4, dai o A-1 venceria kkk. isso tudo super trunfo, diga-se. Mas acho que na função ataque ao solo + sair-se muito bem na auto-defesa, o A-4 ganha.

    • O A-4 AF-1 não terá capacidade BVR e pra te falar a verdade, não sei se o A-1 AMX terá…já não se sabe nem se os demais serão modernizados…

      • oo Gio, o novo radar do A-4 não garante nenhuma capacidade bvr não? vixeee eu tinha esquecido q a coisa tá feia aqui na terra brasilis…

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