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Fotos do Bandeirante “FAB 2305” acidentado na Base Aérea de Canoas começaram a circular no final da tarde de hoje.

Na tarde de hoje, dia 21/10, a aeronave Embraer EMB-110 (C-95BM) Bandeirante “FAB 2305”, pertencente ao 5º Esquadrão de Transporte Aéreo (5º ETA) “Esquadrão Pégaso” da Força Aérea Brasileira, sofreu um acidente na Base Aérea de Canoas, Rio Grande do Sul, sede do esquadrão. A FAB deu maiores detalhes sobre o ocorrido.

14813505_10208913935140351_1956169334_nA imagens nas redes sociais mostram a aeronave ao lado da pista da BACO. De acordo com informações da FAB, a aeronave saiu da pista da Base Aérea de Canoas durante o procedimento de decolagem. Pelas imagens é possível ver que o bandeirante sofreu os maiores danos nas asas e no trem de pouso.

A aeronave C-95BM "FAB 2305" após sair da pista da Base Aérea de Canoas.
A aeronave C-95BM “FAB 2305” após sair da pista da Base Aérea de Canoas.

O CECOMSAER (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica) entrou em contato conosco hoje pela manhã para informar que a bordo estavam três tripulantes, que não se feriram e passam bem. A aeronave foi removida do local ainda no final da tarde de ontem.

O acidente aconteceu quando a aeronave estava decolando para uma missão de treinamento sobre a região.

14800691_10208913934620338_353934165_nO “FAB 2305” foi o primeiro Bandeirante modernizado recebido pelo 5° ETA, e o segundo recebido pela FAB. As aeronaves foram modernizadas no Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (PAMA-AF).

A aeronave foi removida do local no final da tarde e levada para o hangar do 5° ETA, onde serão avaliados os danos.
A aeronave foi removida do local no final da tarde e levada para o hangar do 5° ETA, onde serão avaliados os danos.

file1A Base Aérea de Canoas realizou nessa sexta-feira uma homenagem ao Dia do Aviador, e uma cerimônia para entregar as medalhas da “Ordem do Mérito Aeronáutico”, a maior comenda concedida pela FAB para reconhecer serviços prestados à Aeronáutica por cidadãos civis e militares.

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13 COMENTÁRIOS

    • É isso aí. Quando nos pedíamos graxa patente para o Almox, bahh! Sani-Pak, Glyco-San e Biozyme EX3 era coisa de outro mundo, era frescura não precisava nada, nunca tinha verba, parecia que as aeronaves eram auto-manutenidas em todos escalões, a chuva lava os manuais pedem muita coisa. Parecia que estavámos cometendo um crime. Faltava pouco responder a Revista do Recolher ou ficar de Pernoite. Há 24 anos atrás, imaginem hoje.
      É triste.

  1. Lamentável! Felizmente não houve perda de vidas humanas.

    Será que pela segunda vez foi o trem de pouso principal?

    CM

  2. Sucessivos cortes orçamentario , menos horas voadas , gerando muitos problemas . Infelizmente o pessoal da ativa tem que tirar leite de pedras para manter a organização funcionando no minimo .

  3. A gente fala dos indianos, creio que se a FAB botar para voar, pra valer, toda essa velharia, muita coisa despencaria também. Nossa salvação é a falta de grana, voa-se pouco.

  4. A culpa da FAB, EB e marinha estarem como estão é unicamente dos oficiais.

    O orçamento das forças armadas não é pequeno, mesmo com cortes ainda é um orçamento que em outros países manteria frotas de combate com equipamento de ponta, aqui todo esse orçamento mantém salários e provem renda para pessoas que nunca se quer pisaram em um unidade militar.

    • Fico surpreso e admirado ao mesmo tempo com a capacidade humana de falar/escrever tanta bobagem em pouco espaço e com tanta falta de conhecimento.

      • Infelizmente o Rodrigo está (em parte) correto!! A culpa não é EXCLUSIVA dos oficiais comandantes, mas cabe a eles BOA PARTE da culpa. A má administração dos recursos das forças armadas brasileiras é FATO, não tem o que se discutir.

  5. Não adianta ter um orçamento enorme e destinar quase tudo para o pagamento de aposentadorias..
    Atualmente, não sobra quase nada para manter as forças ativas nem para o desenvolvimento de novos dispositivos de defesa.

  6. Segundo acidente do tipo em poucos dias… não seria questão de groundear a frota?

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