Um caça Su-30MKI durante demonstração de poder de fogo no exercício Iron Fist.
Um caça Su-30MKI durante demonstração de poder de fogo no exercício Iron Fist.

Nessa terça-feira, dia 19 de fevereiro, um caça Sukhoi Su-30MKI Flanker da Força Aérea da Índia caiu por volta das 19:20 hora local na área de treinamento de Pokhran, em Rajasthan. Os dois tripulantes, JPS Chauhan e A.R. Tamta conseguiram ejetar em segurança.

O caça estava realizando uma missão de treinamento noturno durante o exercício militar Iron Fist, que terá um aumento no número de voos no dia 22 de fevereiro.

O Ministério de Defesa da Índia criou um comitê para investigar o acidente.

Desde a entrada em serviço no final da década de 1990, este é o quarto acidente com aeronaves Su-30MKI da Força Aérea da Índia, com o último ocorrido em dezembro de 2011. Este ano, este é o segundo acidente com aeronaves de caça da Força Aérea da Índia.

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14 COMENTÁRIOS

  1. Tava demorando… No quesito "ataque ao solo" a Índia é sensacional!

  2. É impressionante a quantidade de acidentes na Força Aérea da Índia. Deve ser algum problema de manutenção pois cai todo tipo de aeronave.

  3. Talvez, e só talvez, o problema seja a insistência de colocar peças da industria local quando essas não tem a mesma qualidade das originais. A independência tecnológica que eles buscam é algo louvável, mas a presa e o trabalho porco é algo condenável, estão jogando dinheiro no ferro-velho.

    • E esse diz que é um problema nos aviões russos, o uso de BOGUS spare parts, peças de procedência duvidosa ou falsificadas.
      É só reparar a diferença de quedas da Força Aérea Russa pras outras que da pra ver relação que isso acontece.

  4. É realmente estranha a incidência deste tipo de ocorrência por lá. O mais estranho é que 'me parece' que eles encaram com naturalidade este tipo de coisa.

    Bom, 'eles tem' quantidade suficiente de aparelhos pra derrubar alguns por ano….

  5. A própria Rússia já denunciou o uso de peças não originais pela India na manutenção das aeronaves ( no caso foi no Mig-21) e que seria o motivo de tantos acidentes. Agora acho burrice querer fazer o mesmo nos SU-30 ( se for o caso também ) que são bem mais caros e compõe a primeira linha de defesa da India.

  6. A força aérea da Índia tem na verdade um histórico de incompetencias. Ja apanharam pro Paquistão diversas vezes, inclusive com o record de aeronaves abatidas no menor tempo, num dogfight um piloto paquistanês de F-86 abateu 5 hawkers hunters indianos em segundos.

    Por incrível que pareça eu acredito que num embate nesse momento, o Paquistão levaria vantagem sobre os indianos, apesar de terem um menor número de caças o treinamento é melhor.

    • Relojoeiro,

      Os indianos superam os paquistaneses em pelo menos 3 para 1 no ar… Suas aeronaves mais avançadas, os F-16, são em número muito reduzido… E me arrisco a dizer que os indianos voam tanto ou mais que os paquistaneses…

      Esse caso do F-86 nunca pode ser inteiramente comprovado. Os relatos de ambos os lados são muito divergentes…

  7. Eis um dos grandes problemas de se adotarem diversos tipos distintos: sobrecarrega-se a logística e dificulta-se a manutenção… Por isso que as atuais tendencias apontam para a racionalização de meios. No meu entender, Os indianos virar-se-iam muito bem com apenas Su-30 e Rafale. Não haveria a menor necessidade de outros tipos de categoria similar, como Mig-29, ou um caça como o Tejas. Hoje, opera naquele país o Su-30, Mig-27, Mig-29, Mig-21, Jaguar, e está se introduzindo o Tejas, com uma adoção do Rafale prevista para ocorrer ainda nessa década… É de se esperar que os custos de manter tantos tipos obsoletos e novos convivendo lado a lado seja exorbitante. E com tantos tipos a disposição, as equipes de manutenção ( limitadas em número ) são obrigadas a treinar para manter e dispersar-se entre todos esses tipos… E o resultado previsível é que acaba havendo gente de menos para avião demais… A rigor, com uma melhor padronização, seria possível um melhor gerenciamento da frota, concentrando esforços de manutenção e minimizando custos…

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