Brad Mottier, vice-presidente de negócios da GE e unidades de negócios de sistemas integrados, disse que a GE assinou um “acordo definitivo” com a Aerion para um estudo conjunto para definir os requisitos para os três motores turbofan que irão impulsionar o jato executivo AS2 para Mach 1,5. O acordo acontece após dois anos de discussões entre as partes.

Esses caras são visionários“, disse Mottier, acrescentando que está animado para estar com eles no programa. “O mundo precisa de um jato de negócios supersônico e um trabalho considerável está à frente.

Os motores usarão ou adaptarão muitas peças e tecnologias existentes dos motores comerciais e militares da GE. Os requisitos de impulso, limitações de ruído, consumo específico de combustível, manutenção, suporte técnico e custo estão entre as questões.

Nós podemos fazer isso. Temos uma grande caixa de ferramentas. Nós estamos construindo motores para aeronaves supersônicas há décadas“, disse ele.


FONTE: Aviation Week

 

8 COMENTÁRIOS

  1. E botaria mais fé se fosse um projeto de um grande fabricante do setor, como a Dassault que fabrica com sucesso aeronaves executivas e aeronaves militares supersónicas a décadas.
    Mas que tentem, se conseguirem fazer um bom protótipo e não tiverem capacidade de ativar uma linha de produção podem vender o projeto a uma grande e embolsar uma boa grana.
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    . http://www.aerionsupersonic.com

    • Muito avião com pouca asa = alta carga alar para altas velocidades.
      O que vai exigir treinamento específico como o do Mitsubishi MU-2, um turbohélice com alta carga alar que detinha récorde de velocidades e acidentes no pouso até ministrarem treinamento específico para sua operação.
      Um piloto acostumado ao dócil Beech King Air quebrava o MU-2 no pouso, ele tinha carga alar superior a aviões militares de combate.
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      Na aviação civil existem 2 tipos de avião, o Tipo e o Classe.
      Uma avião Tipo prescisa de curso e instrução homologada e cheque na ANAC para cada tipo utilizado, por exemplo, se vc é proprietário de um Lear Jet e comprar um Phenom 300 seu piloto vai ter que fazer um curso teórico(Ground School) , receber instrução e fazer um cheque prático na ANAC.
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      Para um avião classe basta estudar o manual em casa e receber uma rápida adaptação e sair voando. Por exemplo, um proprietário de um Piper Seneca comprava um MU-2 e seu piloto dava uma estudada no manual e algum colega lhe dava umas aulas e ele estava pronto para voar.
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      Aviões menores do que um Emb-110 Bandeirante normalmente eram classe, o piloto que checava quaquer multimotor cono um Seneca, Navajo, MU-2, Cessna 310, Beech Baron etc, estava apto a pilotar todos os da classe.
      O Mitsubishi MU-2 era classe mas pela alta velocidade com alta carga alar se mostrou difícul de pilotar sem curso e formação específica por qualquer piloto de multimotor. No Brasil voam vários MU-2.
      . http://www.geocities.jp/hamamatsuab/s-IMG_1587.jp
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      Pouso no MU-2, notem a alta velocidade pela pouca asa.
      . https://m.youtube.com/watch?v=gqyrw_-CPdk
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      Decolagem, nunca vi tanta criança brincando na pista no Haiti, parece aerodromo do interior do Nordeste, é parecido.
      . https://m.youtube.com/watch?v=tGRBzbmwJxQ

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