A aeronave anfíbia chinesa durante corrida de decolagem no lago de Jingmen, na China.

A aeronave anfíbia chinesa AG600 está passando pelos testes de corrida de decolagem na água, com um primeiro voo a partir de uma superfície com água podendo ocorrer a qualquer momento.

A aeronave AG600, chamada de Kunlong, e desenvolvida pela Aviation Industry Corporation (AVIC) vem realizados os testes durante as duas últimas semanas, com a aeronave mantendo a posição de decolagem durante as corridas realizadas no Reservatório de Zhanghe, onde está o lago Jingmen, bem conhecido pelos testes de voo de outros hidroaviões construídos na China.

A tripulação refletiu que a aeronave permaneceu em boas condições, a água se manteve estável e os vários sistemas funcionaram normalmente.

A aeronave deve decolar do lago mas não se sabe se a aeronave pousará novamente na água ou em terra firme.

Nos testes anteriores foram verificadas as características de controle de taxiamento da aeronave na água, a legibilidade dos instrumentos de voo durante a baixa velocidade, o estado normal de funcionamento do sistema da aeronave, e o estanqueamento.

A aeronave AG600 foi transferida para o lago localizado em Jingmen, província de Hubei, no dia 26 de agosto.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Beriev xing-ling.

    Já que os russos não tem dinheiro, os chineses levam à frente essa fantástica aeronave. Quem sabe os russos comprem uma.

    • É uma evolução do Harbin SH-5 que fez seu primeiro voo nos anos 70.

  2. Sempre que eu vejo uma aeronave anfíbia desse porte, ou o Beriev 200 e tantas outras, fico pensando porque não existe aviação regional anfíbia na Amazônia? O governo fala tanto em desenvolver a aviação regional da Amazônia, cria normas, subsídios, constrói pista (curtas e estreitas) sendo que a região concentra o maior número de rios do planeta. Acho que a aviação anfíbia do Canadá tem muito a ensinar ao Brasil, e perceba que lá, as condições meteorológicas são muito mais adversas. Saudações,

    • O custo desta aviação é muito alto, teria que ser subvencionado pelo governo e nunca nestas grandes aeronaves, no máximo no Twin Otter anfíbio com a capacidade de um EMB-110 Bandeirante que era o avião que teve os custos de operação subvencionados para viabilizar a Embraer e a aviação regional no Brasil, não deu certo, quando tiraram o subsídio o número de cidades atingidas pela aviação regional caiu de 400 para 150. O plano era que depois de uns anos com subsídio de 50% e outros anos com 30%, depois de retirado o subsídio o sistema conseguisse andar sozinho, não deu certo.
      No auge da era Lula se cogitou voltar a subsidiar a aviação regional, mas por sorte desistiram, seria dinheiro jogado fora.

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