O piloto do Bandeirante do 5° ETA sobrevoa a baixa altura sobre a embarcação da Marinha Brasileira. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)

O Esquadrão de Transporte Aéreo (5º ETA), sediado em Canoas, no Rio Grande do Sul, lançou neste domingo (25/11) uma carga de equipamento para a Força Naval que participa da Operação Atlântico, no mar territorial entre Santa Catarina e o Espírito Santo. Veja a seguir o vídeo da missão de ressuprimento.

A tripulação do C-95 Bandeirante encontrou a Esquadra da Marinha depois de seguir as coordenadas por mais de uma hora em alto mar. “No oceano, a missão fica mais desafiadora, porque diferentemente do continente, você não tem a referência do relevo”, explica o Comandante da Missão, Tenente Aviador Rodolfo Giacomelli.

A carga de ressuprimento foi lançada próxima do navio. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)

Uma equipe da Agência Força Aérea acompanhou o treinamento a bordo da aeronave que sobrevoou a região a pouco mais de 100 metros de altura.

Fonte: Agência Força Aérea

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Fernando Valduga

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4 COMENTÁRIOS

  1. Isso mostra uma evolução na Comunicação da Força com a sociedade. Pelo visto profissionalizaram o pessoal envolvido. Quem sabe um dia ainda veremos o lançamento de um AAM por um Forevis-5 ou um A-1M? Desse tipo…mesmo que seja AIM-9H…década de 70…philco…
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embed

  2. Dá pra ver que a BAFL continua pequena. A área total é imensa, mas a área do hangar… pelo que se ve no fim do vídeo o pátio está lotado (nao é exagero, eu servi lá). Os P 111 devem estar todos espremidos dentro do hangar, prá variar. Aiás, essa base estava pra ser fechada. Alguma novidade sobre o assunto? Abs

    • Eu particularmente acredito que essa decisão deva ser repensada, eu acho que esta base é importante para a FAB, pena que é subutilizada. Gastando-se pouco dinheiro daria para se fazer uma boa reforma e ampliação e sonhando um pouquinho, quem sabe um segundo esquadrão de P-3 ou outra aeronave similar, pois acho os 5 Bandeirantes bem fraquinhos, apesar da modernização.

      • Esta Base não tem utilidade, a transferencia do 2/7 para Canoas está sendo estudada a tempo, mas tem muita gente fã da BAFL que não quer falar no assunto.

        O P-95BM com certeza dará conta do trabalho de esclarecedor marítimo, não precisa mais do que isso. O P-3AM deve ficar concentrado em Salvador mesmo, ficaria muito caro dividir os nove em outra sede.

        Não esqueça que o serviço de Guarda Costeira no Brasil é feito pelas Forças Armadas, e como a MB ainda não pode ter seus aviões de esclarecimento, fica para a FAB fazer com os P-95 de Belem e Florianópolis.

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