Acidente com helicóptero de ataque Tiger na Alemanha suspende os voos do modelo nas forças armadas alemãs.
Acidente com helicóptero de ataque Tiger na Alemanha suspende os voos do modelo nas forças armadas alemãs.

Os helicópteros de ataque Tiger das forças armadas alemãs estão com seus voos suspensos, disseram nessa terça-feira as autoridades, um dia depois que uma das aeronaves caiu durante um exercício de treinamento.

O deputado conservador Bernd Siebert, um membro do comitê de defesa do parlamento, foi citado pela agência de notícias local DPA, dizendo que “naturalmente todos os helicópteros desse tipo permanecem sem voar” até que a causa do acidente seja conhecida.

Fontes próximas ao Ministério da Defesa disseram que os Tigers estavam programados para não voar nessa terça-feira, mas que nenhuma decisão oficial havia sido tomada para suspender os voos.

O Tiger, fabricado pela Eurocopter, uma filial da EADS, é usado pelas forças armadas alemãs no Afeganistão, e também foi implantado por forças francesas no Mali.

Um helicóptero Tiger caiu e explodiu em chamas perto de Ettal, nos Alpes da Baviera, na segunda-feira, informou o Ministério da Defesa.

Seus dois tripulantes conseguiram sair do helicóptero e ficaram levemente feridos, disse o porta-voz do ministério, acrescentando que uma investigação estava em andamento.

Fonte: AFP – Tradução: Cavok

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24 COMENTÁRIOS

  1. E ainda tem quem faça criticas aos nossos veneráveis Mi-35…

    • Sem essa Ilya! Acho que o Mi-35 é uma das poucas unanimidades aqui. Todo mundo elogia, inclusive eu. Minha crítica atual é que os russos estão provocando um fraticídio em casa apostando tanto no Mi-28 como no Ka-52.

  2. Ilha,

    Segundo os engenheiros projetistas formados nos blogs da vida e nos cursos de piloto, não era o ec 725 ( a combosa ) que iria cair e matar todo mundo ?

    • Não se está diiscutindo aqui o EC-725 meu caro MAV, que por sinal é uma excelente máquina. O que se discutiu com merecido ceticismo foi a promessa de um helicóptero nacional tendo em vista ser a Helibrás uma subsidiária da Eurocopter

      • HMS, eu penso que não importa, hoje em dia, muito de onde é a empresa (nacionalidade), mas sim onde ela produz e o que ela produz, claro que seria bom termos a maior parte dos lucros…, mas infelizmente somos atrasados demais… veja a EMBRAER, uma montadora, que deve ficar com muito pouco para si, de cada aeronave produzida… pois o recheio e muito da fuselagem/asas são de fora! porém o financiamento é brasileiro!!!! de estatal… a EMBRAER sem o GF e o BNDES não existiria!… não é o sonho que muitos aqui acreditam! gera prestígio, empregos de qualidade e renda fiscal, mas consome grande recurso em subsídios também… e, no final das contas, isso é muito bom! pior se fizessem lá fora! a Helibrás está aqui a muito tempo, gerando renda e fisco ao Brasil, não vejo muitos vociferando contra as montadoras, que drenam daqui dinheiro "roubado", através de lucros descabidos, colocando a culpa somente na carga tributária… mas prefiro que produzam os carros aqui do que "lá"… mesmo não sendo tão bons, e custando mais… fosse diferente, os carros vindo do Mexico, sem tributação, deveriam ser bem mais baratos, mas a ganância das montadoras não muda só pq ele foi fabricado fora do Brasil e internalizado… O que temos que nos perguntar é: "vamos ficar parado esperando a honestidade total dos "operadores" do sistema (poder publico e empresas privadas)? ou vamos incentivar que se invistam? pq inocente é aquele que acredita em "desenvolvimento" sem jabá!!!!!!!! é errado? claro, mas ou vai ou não vai… se for, terá estes "percalços"….

        • Francisco AMX,

          A rigor, o que diz que algo é de alguém nesse caso é a sua propriedade intelectual; ou seja, a empresa que cria. Penso que dentro desse contexto, nacionalidade torna-se secundário, haja visto que as grandes empresas hoje tem "pedaços" de propriedades diferentes espalhados por todos os cantos… Agora, o que é fato é que a Helibrás é um empresa com a maior parte de seu capital estrangeiro, o que significa a propriedade intelectual de tudo o que for desenvolvida por ela termina "rachada", e não fica no Brasil. Para um equipamento ser 100% nacional, ele teria que ser 100% produzido aqui, desde os parafusos até os itens mais sensíveis e por empresas com capital 100% nacional… Mas é claro que uma forma de "nacionalizar" a coisa seria desenvolver todos os trabalhos no Brasil, com equipamentos criados por especialistas locais, utilizando uma infraestrutura que foi construída no Brasil, emprestando-se somente o nome do conglomerado que permitiu isso… Por tanto, sob esses termos, moralmente falando, será um produto nacional…

          • pois é RR, é assim que todos usam o termo "nacional"…. o gol da VW é um exemplo bem claro disso.

          • Tem nada a ver com propriedade intelectual… o produto é considerado "Nacional" por lei onde tenha o minimo de 65% de suas partes produzidas no Brasil, não tem nada a ver com propriedade intelectual, a patente pode ser de onde for, o que importa é a produção interna!

            Bem, isso na prática do dia a dia das empresas, do governo e do fisco… o resto é filosofia!

            Onde o termo "NACIONAL" é usado nas vias de fato??

            Segundo a lei fiscal sobre os produtos importados, será considerado nacional, para produtos de complexidade industrial, montado com varias partes e componentes, o produto final onde que NO MINIMO 65% de suas partes foram produzidas dentro do território nacional!

            Se não é assim paga mais imposto, entra no IPI e paga-se muito mais… e isso são fatos jurídicos não considerações ou crenças politicas!

            Link de exemplo:
            http://consultor-juridico.jusbrasil.com.br/notici

            Valeu!!

          • E empresa pode ter a maior parte de seu capital nas mão de grupos estrangeiros, mesmo assim vai continuar obedecendo as leis econômicas do território onde está instalada fisicamente, seja sua sede, onde houver, ou seu centro produtivo, e ainda suas instalações de armazenamentos ou demais formas de fins econômicos, não podendo a empresa controladora exercer poder além daquele concedido pelas leis do território onde esta instalada…

            Então o poder da empresa controladora é sempre limitado… e serão as leis do território onde a mesma existe a definir o que pode fazer ou não.

            Isso foi aprovado em corte internacional reconhecido pelos países signatários da OMC… o resto fora disso é balela!!

            link com a noção jurídica de uma empresa nacional:
            https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:ol

            Quanto a tecnologias de empresas nacionais e multinacionais…

            LEGALMENTE PELAS REGRAS JURÍDICAS E FISCAIS DO BRASIL: Somente poderá ser produzido no Brasil produto industrial onde projeto for registrado no órgão de patentes nacionais, com suas ressalvas de defesa nacional, onde todos devem passar por analise dos respectivos centros de estudos estratégicos das forças armadas e ministério da defesa, mesmo que de procedência internacional, desde que a instituição de registro de patentes estrangeira seja reconhecida oficialmente pela Republica Federativa do Brasil! E o Brasil tem um acordo de reconhecimento de patentes e propriedades intelectuais com o registro internacional de patentes, localizado na Suíça, e com mais de 190 países!

            Fundo de quintal não entra nessas regulamentações, mas Helibrás com certeza!!!

            Então tudo o que a Eurocoopter decidir produzir aqui, seja o que for, será registrado o projeto no órgão de patentes brasileiro, e poderá em qualquer momento ser usado pelo Brasil, desde que:

            – Pague royaltes de uso por 20 anos, que é o prazo de duração de uma patente pelo órgão internacional que o Brasil reconhece, aquele na Suíça, podendo ser revogado esse prazo a qualquer tempo, por questões de emergência nacional, como uma guerra por exemplo, ou por acordo com o órgão internacional de patentes…ou ainda:

            – Comprando diretamente o projeto registrado, pagando por isso obviamente,

            – Ou nacionalize sem mais delongas o projeto internacional registrado por aqui, devido a alguma necessidade das forças armadas, ou por decreto ou Lei em qualquer tempo!

            Se o Governo e as forças armadas não fizeram nada do gênero, a Helibrás sendo controlada pela Eurocoopter pode usar os projetos registrados sem custo ou pagamento algum, mas as patentes devem ser registradas por uma empresa presente no território nacional, a Helibrás no caso, como já falei na parte acima, o poder sobre o que é empresa nacional ou não!

            E TENHO CERTEZA, o governo do Brasil pagou alguma coisa além da construção da fabrica, pois a Eurocoopter (EADS) não registraria projetos em nosso órgão de patentes assim de graça, pois o Brasil poderia usa-los quando quisesse ou pudesse, isso por lei regional hein!

            Espero ter ajudado na discussão sobre nacionalidade e propriedade intelectual de forma prática! VALEU!!

            • Dei uma conferida aqui nas regras de patente industrial, e essa OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO DE PATENTES é uma obrigatoriedade para fins de segurança jurídica, não para fins de produção industrial ou de transformação de materiais, como erroneamente coloquei, então:

              – "Somente poderá ser produzido no Brasil produto industrial onde projeto for registrado no órgão de patentes nacional, COM FINS NA SEGURANÇA JURÍDICA DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL, com suas ressalvas de defesa nacional, onde todos devem passar por analise dos respectivos centros de estudos estratégicos das forças armadas e ministério da defesa, mesmo que de procedência internacional, desde que a instituição de registro de patentes estrangeira seja reconhecida oficialmente pela Republica Federativa do Brasil!""

              Está ai o remendo na minha postagem, precisão é necessária, sempre!!

              valeu!!

          • Devo lembra que a Patente da Helibrás registrada por aqui obrigatoriamente, é a do projeto do Helicóptero em si, um desenho técnico com medidas em sistema métrico decimal dizendo onde cada coisa vai, cada componente, cada rebite, e também cada e qualquer coisa que fabrique sob o CNPJ da própria Helibrás para compor o projeto!

            E obviamente, os componentes montados no Helicóptero que sejam fornecido por outras empresas terceirizadas, deverá ser registrado no órgão de patentes brasileira por elas mesmas, CASO SEJAM FABRICADO NO BRASIL, não pela Helibrás!

            Então se dizem que teremos nacionalização de 51 % é porque já devem ter vendido os projetos dos componentes para o Brasil, para empresas nacionais financiadas pelo Brasil, talvez alguma empresa financiada pelo BNDS ou BB, certamente não dariam de graça aqueles projetos que não fabricamos… mas isso é secreto por ser segurança nacional, então levará tempo pra saber o que é registrado no Brasil e o que não!

            E se alguém quiser comprar um EC-725… bem, vai pagar caro no IPI, pois ele não tem o minimo de 65% de partes "nacionais" como já expliquei antes!!

            E como sempre, isso tudo não é nem politica, nem crença, nem ponto de vista, é assim na realidade, na pratica do dia a dia das empresas, do governo, do fisco, da lei e da economia!

            Valeu, espero ter ajudado!!

            • Francorp,

              Prezado… Definição de propriedade intelectual: monopólio concedido pelo Estado. Em miudos, é um direito de propriedade que o Estado concede com vistas a proteger a propriedade desenvolvida pela atividade humana e industrial. Ou seja, ela é a base de uma patente… Como você diz que não tem nada a ver…?
              http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelect

              Em qualquer regra comercial que se preze, existe a necessidade de se ter as patentes para se ter direito de uso de qualquer coisa… E isso não é posse; é concessão. Ter uma patente, portanto, garante a quem a possui o direito de explorar o produto registrado sob determinada propriedade e não garante a posse da propriedade em si. Até que se tenha a propriedade intelectual devidamente comprada, o item em questão pertence a outro…

              • Amigo está claro o que eu disse… por ser muito técnico pode gerar desentendimentos… Disse tem nada a ver com ser nacional… lembrando o ponto!

                Pra ser considerado nacional, o produto tem que ter o minimo 65% de suas partes produzidas aqui no Brasil, foi sobre isso que eu disse que não tem nada a ver com propriedade intelectual, que pode ser estrangeira desde que reconhecida e registrada a concessão de uso por aqui…

                A propriedade intelectual do produto industrial produzido aqui, pode ser de país estrangeiro, basta que seja reconhecida a entidade estrangeria de registro de propriedade intelectual (patente) pelo nosso órgão oficial de registro de patentes, sendo autorizado o uso do projeto mediante pagamento, compra, doação, etc… E devem ser signatários do Strasbourg Agreement Concerning the International Patent Classification, e como pode constatar o Brasil faz parte deste acordo:
                http://www.wipo.int/treaties/en/ShowResults.jsp?l

                E depois coloquei até partes da legislação de patentes do Brasil e reconhecimento de patentes estrangeiras pelo Brasil … QUE VALEM MAIS DO QUE WIKIPÉDIA QUE EU MESMO POSSO MODIFICAR SE QUISER, comprovando o que é, para que serve a propriedade intelectual, como reconhece-la … ISSO na Pratica Legal, não em entendimentos vários!

                E pra deixar claro, as patentes "PIPELINE" são inconstitucionais, pois não é reconhecido no Brasil a renovação depois do prazo de vencimento, de 20 anos, então não entra no que falamos!

                Mais claro que isso eu não consigo explicar mais passo a passo que isso, sugiro ser mais aberto para entender o que dizem os parâmetros legais PRATICADOS NO BRASIL!

                Sobre o que disse nessa frase abaixo:

                "Em qualquer regra comercial que se preze, existe a necessidade de se ter as patentes para se ter direito de uso de qualquer coisa…"

                já tem resposta nas minhas postagens acima, mas copio e transcrevo aqui novamente para o amigo ler:

                ""Somente poderá ser produzido no Brasil produto industrial onde projeto for registrado no órgão de patentes nacional, COM FINS NA SEGURANÇA JURÍDICA DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL, com suas ressalvas de defesa nacional, onde todos devem passar por analise dos respectivos centros de estudos estratégicos das forças armadas e ministério da defesa, mesmo que de procedência internacional, desde que a instituição de registro de patentes estrangeira seja reconhecida oficialmente pela Republica Federativa do Brasil!""

                Então o amigo está repetindo o que eu já disse… e até verifiquei para fazer um remendo, na minha postagem!!

                Está distinguindo a Patente da Propriedade Intelectual, é isso? A propriedade intelectual SOMENTE SERÁ COMPROVADA OFICIALMENTE COM O DEVIDO REGISTRO DA MESMA NO ÓRGÃO DE REGISTROS DE PATENTES… Isso passa em tribunal, mas a tua teoria não, essa tua interpretação de que tenho a propriedade intelectual sem o registro de patente é FALHA E LEVIANA segundo qualquer tribunal de marcas e registros!! Pois legalmente a patente registrada é a base para a comprovação jurídica da propriedade intelectual!

                Eu posso conceder a minha patente pra você fabricar o projeto de minha propriedade intelectual, e isso também eu já coloquei nas postagens anteriores… pagando Royaltes, comprando, etc, basta ler e entender…

                A propriedade do bem produzido é de quem compra, mas a do Projeto do bem produzido vem confirmada pela patente registrada!

                Espero ter ajudado na compreensão… VALEU!!

              • RR,

                Existe uma maneira pratica de constatar que a propriedade intelectual não tem nada a ver com "Produto Nacional", te um exemplo que você mesmo pode seguir!!

                Faça um projeto industrial(desenho industrial), com todas as medidas, e definindo onde vai cada coisa, como é feita a estrutura e tudo mais…

                Depois leve essa sua propriedade intelectual para o órgão de registro de patentes do Brasil, para comprovar que é tua… certamente deverá esperar a liberação da mesma pelo órgão, pode levar meses…

                Depois que estiver com o comprovante do registro de patente em mãos, comece a produção da tua invenção ou produto………. E MONTE MAIS DE 35% dos componentes ou partes importados, ou seja, não fabricadas no Brasil pra ver o que te acontece…

                O Fisco vai te cobrar o IPI na venda do produto, IMPOSTO SOBRE PRODUTOS IMPORTADOS, o seu produto não será considerado "Nacional" pois não possui o minimo de 65% de componentes ou partes fabricadas no Brasil, mesmo que a Patente seja registrada, estudada e comprovada como Brasileira!

                Faz ai na tua garagem, com CNPJ obviamente, e confira você mesmo!! Verá que não é uma questão de entendimento, mas de prática mesmo!

                Valeu!!

      • e o amigo considera o Gol um carro nacional? eu poderia dizer que sim, foi projetado e concebido aqui… ms de quem é de fato? e isso no final importa? estamos a quanto tempo com a VW aqui? que bem ou mal ajudou, junto a GM e Ford nossa economia… "quer rir tem que fazer rir", pode parecer injusto, mas é assim que a "roda gira"! seria melhor se o Gol chegasse aqui vindo de fora?

        • E o Gol só tem aqui… lá fora eles tem o Golf e o Polo.. nada de Gol da Volkswagen!!!

      • Certo….

        Mas os tem a ver o fato de a helibras ser subsidiaria da eurocopter.?

        O que importa é o fato de ter engenheiros brasileiros no projeto

        Quem desenvolve tecnologia são os técnicos, e não a pessoa jurídica

        Entenda isso

        • Então tá! Chega um belo dia e a Eurocopter encerra as operações e leva a fábrica embora. E aí?

          • Obviamente deve ter algum acordo por baixo pra evitar isso, o governo não seria tão estupido como alguns pensammmmmmmm… hahaha

      • Certo….

        Mas os tem a ver o fato de a helibras ser subsidiaria da eurocopter.?

        O que importa é o fato de ter engenheiros brasileiros no projeto

        Quem desenvolve tecnologia são os técnicos, e não a pessoa jurídica

        Entenda isso

    • Rafael… Dia desses um dos primeiros EC-725, em dos estados do norte, não me lembro agora qual deles, encheu de jornalistas e num ambiente quente e úmido, onde sabidamente as Makilas sofrem, fez um vôo normal sem sobressalto algum, até uma pista de pouso clandestina destruída pelas nossas FFAA…
      Ou seja, vinte pessoas voando em um helicóptero, que segundo alguns iria despencar do céu…
      Sabe como é, né?
      Abs.

      • Ainda não existem EC-725 aqui no norte Ilya! A versão operada é uma anterior a atual. Digamos até que seja um pouco mais austera. E desconheço a informação de que os Makila teriam problema de desempenho visto que movem muito bem a frota de Atlas Oryxs dos Sul Africanos

  3. Camaradas,

    O que se sabe é que um helicóptero caiu… E nada mais…

    A suspensão dos voos nada mais é que uma medida preventiva nesses casos… E tanto faz o modelo. Qualquer operador responsável suspende os voos diante de uma situação dessas, cujas causas ainda estão sendo apuradas…

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