Dois caças A-1 da Base Aérea de Santa Maria (BASM) preparam-se para decolar. (Foto: LUís André Ribas Werlang / Cavok)

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (7) uma operação de crédito externo no valor de 85 milhões de euros, entre o Brasil e um consórcio formado pelos bancos BNP Paribas e Hapoalim, para modernização de 43 aeronaves AMX. Esses aviões de ataque, que no Brasil se chamam A-1, equipam a Força Aérea Brasileira como resultado de um acordo assinado em 27 de março de 1981 entre os governos brasileiro e italiano, com a participação da Embraer, que na época era uma empresa estatal.

O primeiro protótipo voou em 15 de maio de 1984 e, durante o quinto vôo, caiu, matando o piloto. A produção em série foi iniciada na metade de 1986, com os primeiros exemplares entregues à Força Aérea Italiana e à Força Aérea Brasileira em 1989. Desde então, cerca de 200 AMXs foram construídos.

Em 1999, os esquadrões italianos de AMX realizaram 252 missões de combate sobre o Kosovo, como parte da operação das Forças Aliadas, sem nenhuma aeronave perdida.

Como sócio minoritário no projeto, o Brasil teve problemas na assistência técnica e nos custos de reparos desses aviões de combate, mas adotou soluções tecnológicas que agora dispensam a dependência de fornecedores externos.

As aeronaves modernizadas receberão o nome de A-1M. Para esse novo empreendimento, a Força Aérea Brasileira recorreu ao apoio da empresa israelense Elbit, com sede em Haifa.

O empréstimo, aprovado pela CAE na manhã desta terça-feira e levado a Plenário em regime de urgência, corresponde a 85% do valor do projeto, de US$ 187,43 milhões. O Tesouro Nacional vai desembolsar US$ 20,46 milhões, referentes aos restantes 15%.

Fonte: Agência Senado, via NOTIMP

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29 COMENTÁRIOS

    • Contrato foi firmado entre o Comando da Aeronáutica e a Embraer Aviation International, tanto a EAI como o Banco Paribas possuem a sua sede em Paris, além do Banco Hapoalim que é a maior instituição bancária de Israel.

  1. E a Agência Senado vende o peixe com o maior orgulho…podia ter escrito também que só sai do chão graças a curvatura da Terra…

    Forma correta de ler o texto;

    "Como sócio minoritário no projeto, o Brasil teve problemas na assistência técnica e nos custos de reparos desses aviões de combate PORQUE O GOVERNO CORTOU AS VERBAS NECESSÁRIAS, mas adotou soluções tecnológicas, COMO DEIXAR OS AVIÕES ESTOCADOS E SUBUTILIZÁ-LOS, que agora dispensam a dependência de fornecedores externos."

  2. Na minha humilde opinião, acho que, na hora certa, Dilma dará sua canetada, tão esperada pelos que realmente admiram este País, autorizando investimentos massivos e imprescindíveis para o fortalecimento da segurança do território nacional e, porquê não dizer, para a segurança de toda a américa latina.

    • Toda america latina ???

      Caracas, a canetada vai ser forte mesmo entao, vai ser acima dos 50 bi R$ … (pelo menos)

      Pra defender quais latino-americanos esta proposta se põem ?

  3. Amx e Gripen possui a mesma problemática…. pra sair do hangar e voar, precisa de váaaaaarias peeeeças estrangeeeeiras…..kkkkkkkkkkkkk 😆 😆
    Modernização pelo menos ameniza este constrangimento !!!

  4. Gastar nesse avião é o fim da picada… vão modernizar um avião que já está sendo canibalizado e será, dentro em breve, usado apenas pelo Brasil… de onde sairão as peças de reposição? dos que não serão modernizados? e quando acabar? o Brasil vai comprar os AMX italianos?

    Este avião custa quase preço de Mirage para operar, logo custará o de um Typhoon… rsrsrs

    Eu sinceramente, por mais que me esforce, não consigo ver vantagem alguma em modernizar A-1, A-4, F-5… são aviões que por mais que se faça, vaõ continuar tendo problemas de disponibilidade e de capacidade de combate adequada aos dias de hoje…

    Não seria de a o Brasil ir aos estoques americanos ou seja lá onde for, comprar F-16 e modernizar? poderíamos trocar estas velharias todas defasadas por um caça com capacidade de carga, velocidade, alcance, capacidade de sobrevivência, agilidade acima da média… e que tem mais de 4500 unidades produzidas!
    O Chile recentemente comprou F-16MLU por 15 milhões a unidade! estes F-16 mesmo sem uma atualização contemporânea, são mais capazes que F-5M e que os futuros A-1 e A-4…. onde está a vantagem de se pagar 15 milhões para modernizar F-5, A-4 e AMX? não precisam responder! mais uma vez a FAB dança enquanto "outros" contam os lucros…
    comprar MLU não traria money para ninguém!

    Sds!

    • Concordo plenamente. O Tempo do AMX foi perdido. Cada unidade custou algo em torno de US$ 50 milhões, mas na época se justificava, era para o país adquirir conhecimento tecnologico e tudo o mais…mas a irresponsabilidade de uns matou o projeto.

      Gastar com F-5/A-1/A-4 é justamente ir contra tudo aquilo que se "apregoa nefte pais"…ou seja…da contenção de gastos…de que o rafaele é muito caro e tal…

      O brasil já teve sua oportunidade de ouro. Só quem se beneficiou foi a área civil da EMBRAER. A nação de chuteiras não merece produzir nada além de café e "muler-melancias" para o mundo. Antes tivesse assumido sua condição de mero operador de sistemas e teríamos uma força aérea capaz de dissuadir qualquer aventura militar…

      Nelson Jobim é o cara! Quando ele disse que o F-35 era de mais pra nós, ele foi franco e verdadeiro!

    • Caro Chicão,

      Concordo que F-5EM , A1-M e A4 modernizados não é a melhor solução. O ideal talvez fosse comprar F-16 usados, mas com as células em bom estado, fazendo toda a modernização que foi feita nos F-5 E, nos mesmos moldes, ou seja sendo feita na Embraer, com participação da Elbit, que deve ter algum conhecimento em modernização de F-16…….

      O problema todo foi o de sempre: $$$$, que impediu a compra do FX-1, o desenvolvimento pleno do programa AMX, que teria entregado os A-1 em condições muito melhores(só ver os AMX italianos) e os F-5 EM que deveriam ser apenas caças de apoio, acabaram virando o principal vetor da FAB.

      []'s

    • Me desculpe Francisco, mas devo discordar de você.

      Concordo que a melhor opçaõ seria a compra de aeronaves novas e não a modernização das existentes. Mas a respeito dos F5, A4 e A1 há alguns fatores que devem ser levados em conta antes de se condenar a modernização.

      – F5 – Na época em que foi decidida a modernização, a cerca de 10 anos, não havia a opção de compra de outras aeronaves de caça por um preço aceitável para substituir os F5. Também era dada como certa, na época, o cancelamento do FX1, com a decisão sendo deixada para o Governo Lula que posteriormente cancelaria o FX1. O primeiro protótipo voou em 4 de Dezembro de 2003. O custo de modernização do primeiro lote foi de US$ 285 milhões para 46 aeronaves, que incluiam, revisão geral da célula, motores e modernização de todos os aviônicos. Posteriormente em 2007 foram comprados mais 11 F5 da Jordânia por US$ 1,9 milhões a unidade. Também foi assinado um contrato de modernização deste 11 aviões por US$ 85 milhões para modificações semelhantes ao contrato anterior. Resumindo, por cerca de US$ 392 milhões, hoje a FAB conta com 57 F5 modernizados. Quanto a compra dos F16 pelo Chile, vale lembrar que uma mudança de vetores, como a feita pelo Chile, não acarreta apenas gstos com as aeronaves em si. Há gastos também com treinamento de pessoal, mudanças na logística, peças de reposiçao para o novo modelo, simuladores, aviões para REVO (visto que o F16 não pode ser abastecido pelos nossos KC 130 e B 707). No caso Chileno, estes gastos foram irisórios já que o país havia encomendado um lote de F16 novos de fábrica, com simuladores, treinamento de pessoal e pilotos,encomenda de 2 aviões KC 135 que tornaram a opção de compr dos F16 MLU da Holanda extremamente compensadora.

      – A4 – Neste caso a modernização dos A4 se torna obrigatória. O porta aviões São Paulo só pode lançar aeronaves de até 20t de peso máximo. Esta limitação de peso das catapultas de lançamento e dos elevadores só torna possível a utilização de pouquíssimos modelos de aeronaves. As unicas opções existentes seriam o próprio A4 e Super Etendard. Qualquer outra aeronave não operaria "full" no A12. Caso não modernizássemos os A4 a única opção seria transformar o A12 em Porta Helicópteros ou fazer grandes modificações em suas catapultas, aparelho de parada e elevadores, oque seria extremamnte caro.

      – A1 – A modernização dos A1 foi decidida após o cancelamento do FX1 e os constantes adiamentos do FX2. Seria muito mais interessante a compra de novas aeronaves para substituir toda nossa aviação de caça, porém mesmo que o vencedor do FX2 fosse definido em 2010, as primeiras aeronaves só seriam entregues em 2015/16. Como a urgência maior está em substituir os M2000 e os F5 (muitos já possuem hoje cerca de 8 anos de uso após a modernização e terão cerca de 12/13 anos nó início das entregas do FX2), a substiuição dos A1 ficaria para um segundo lote de caças do programa FX2, a qual não se tem nem previsão, a medida que nem o primeiro lote de 36 aeronaves ainda não foi contratadoe nem o vencedor decidido. Corre-se o risco de a FAB não ter aeronaves para cumprir sua missão. Os M2000 devem ser retirados de serviço a partir de 2012/2013 e seu sucessor não está definido, podendo até mesmo ser substituido pelos próprios F5. Acabou-se decidindo pela modernização dos A1 para poder diminuir o GAP tecnológico, manter os esquadrões voando e por ser economicamente viável.

      A questão principal não é se devemos ou não modernizar determinada aeronave e sim se temos verbas para comprar e operar as aeronaves que precisamos. Estes programas de modernização só se tornaram possiveis devido a falta de verbas e vontade política para comprar novos vetores. Oque a FAB e a MB estão fazendo é tentar se manter operacional com as verbas de que dispõe.

      Um abraço!

      • Não se deprecie amigo Zorann, discordar ou concordar com argumentos como vc postou, da forma que postou, é o que mais aprecio nos colegas! fique sempre a vontade camarada!
        vamos lá…:

        1 – O problema do F-5 não é sua modernização cara (as últimas unidades sairam por 15.000.000 USD) mas sim o próprio avião! incapaz de prover disponibilidade no teatro de operações do nosso país, ele tem perna curta, baixa capacidade de carga, e sua suite moderna de guerra é classe C entre os caças modernos (radar de 70km de alcance por exemplo), ele é capaz de carregar apenas 2 BVRs… sem falar na disponibilidade inerente a sucatas… sou prova viva do que vi, por 2 vezes, na BAC, 80% dos F-5M indisponíveis!… e olha que foram recém modernizados – para pensar: recentemente estiveram aqui no sul, 6 M2000 para exercícios de tiro de canhão, 2 estavam em prontidão em Anáplois… de 12 aeronaves, 8 estavam em plenas condições… cabe salientar que nossos M2000 nunca receberam modernização alguma… desde 1984…
        O F-16, apesar de exigir mais "energia" do Brasil, mesmo um modelo MLU, nos colocaria em outro patamar! claro que há um preço! mas ele nos daria benefícios reais, não apenas para dizermos que temos uma FA…
        lembrando que um F-16 MLU como os holandeses, sem modernizações, são máquinas mais capazes que os F-5M em tudo!

        2 – O que o amigo entende/afirma por operar full de fato? O SP pode operar um F-18C/D com alguma restrição, porém, quando decolar com estas pequenas restrições de carga (F-18 está na faixa de 18.500kg) ele será muito mais capz do que um A-4 carregando tudo que pode 2x! entende? logo, não operar full não quer dizer muita coisa não!

        3 – Para os A-1 uso o mesmo argumento do F-16 acima…

        Abraço Zorann!

        • Vamos lá Francisco!

          O Porta Aviões São Paulo A-12 possue as seguintes caracteristicas no que se refere ás operações aéreas:

          – Peso máximo de lançamento nas catapultas de 20t. O Rafale possue um peso máximo de decolagem de 24,5t e pesa vazio 9,5t. O Super Hornet possue um peso máximo de decolagem de 29,3t e pesa vazio 14,5t. Portanto para lança-los o Rafale deveria decolar com 4,5t a menos de armas ou combustível oque representa uma redução de 30% em sua carga paga. O Super Hornet poderia ser lançado com menos 9,3t de armas ou combustível, oque representa uma redução de 60% em sua carga paga.

          – Peso máximo para pousar, enganchar no São Paulo é de cerca de 15t. Na época em que o A-12 foi construido as bombas e mísseis carregados nos aviões eram em sua maioria burras e portanto baratas. Desta forma se qualquer avião tivesse que retornar ao navio antes da missão, tinha que alijar as bombas, tanques externos e muitas vezes parte do combustível para poder pousar no Porta Aviões. Hoje isto é diferente, as armas são caras e nao podem ser alijadas. Portanto para pousar no São Paulo, o Rafale já tendo decolado com 20t, terá que se desfazer ainda de mais 5t para poder pousar, podendo portanto pousar com uma carga paga maxima de 5,5t. No caso do Super Hornet, também tendo decolado com 20t, terá que se desfazer de mais 5t, podendo pousar praticamente vazio com uma carga para de 0,5t, oque torna impossivel seu uso.

          -Os elevadores do São Paulo são 2 sendo um central com dimensões de 17X13m e outro lateral com 16x11m , ambos com capacidade de elevar até 15t. Avaliando estes números e tendo em mãos as dimensões das aeronaves, o Super Hornet poderia ser elevado vazio para o convoo, mas isto se ele coubesse no elevador, visto que possue um comprimento de 18,3m e envergadura de 13,6m. Mesmo sendo possivel dobrar as asas, oque diminuiria sua envergadura, ele não caberia nos elevadores. No caso do Rafale, o mesmo poderia ser elevado com ate 5,5t de armas ou munição e as restantes 5t de combustivel ou armas para poder ser lançado, seriam colocadas no convoo. As sua dimensoes, comprimento de 15,3m e envergadura de 10,8m, permitiriam que o mesmo fosse elevado em qualquer um dos dois elevadores. Mas vale lembrar que o comum é as aeronaves subirem do hangar completamente abastecidas e armadas, prontas para decolagem. Com o Rafale isto não seria possivel. Ele teria que ser parcialmente armado ou abastecido no hangar com até 5,5t de carga e após estar no convoo, ter sua carga completada com mais 5t.

          Portanto ter o Rafale em serviço na MB equivale a se dizer que o mesmo terá que operar com 60% de sua capacidade e para pousar, terá que se livrar obrigatoriamente de até 5t. O Super hornet está descartado, é impossível de operar no São Paulo.

          Um abraço!

          • Zorann não falei em SH e Rafale amigo… leia denovo o que escrevi…., antes até achei que o rafale para defesa aérea poderia ser considerado no SP… mas não sei mais se acho isso bom…

            Sobre alijar as armas (bombas), não tem jeito Zorann… olha eu nunca vi os caças americanos voltando de missões frustradas e pousando com sua carga de bombas… claro que um míssil sofisticado como harpoon… exocet.. apache… devem ser preservados….mas aí os tanques subalares (já vazios claro) e as outras armas provavelmente seriam descartadas…. um F-18 C/D, por exemplo, pode decolar com 2 Harpoons e 4 AA (2 BVR e 2 IRs) e + um tanque ventral certo? no caso de guerra, hoje (saliento ao amigo que hoje em dia, com toda a informação precisa, uma missão de ataque só é cancelada praticamente por politica ou por pane na aeronave! caso haja pane, a prudência seria pousar quase que totalmente vazio! se for uma pane que apenas não permita conduzir a missão, mas que deixe intacto os comandos do caça, pode-se alijar tudo que for menos danoso ao orçamento e a estratégia… logo um F-18 poderia pousar com os 2 Horpoons e os 2 BVRs.. estando ele com pouco combustível, estaria pesando menos que 14 toneladas….

            Agora vamos combinar Zorann, que se nós, um dia precisássemos defender nossa soberania contra um invasor mais equipado, o amigo preferiria estar num F-18C/D com 20% de capacidade de carga reduzida ou num A-4 full? qual seria o maior uso de um caça no SP? na minha opinião seria defesa aérea/naval da frota… um A-4/F-18/Rafale/SE/ seja lá qual for o bendito, certamente decolaria com um misto de mísseis AA e AS… colocando o caça, naturalmente, em carga paga moderada!

            O amigo certamente irá considerar, uma vez no ar, que um F-18 C terá muito mais chance de completar a missão e se defender das ameaças…

            é disso que estou falando Zorann!

            Abraço cara!

          • Zorann, nada desta características do SP poderiam ser ampliadas com alguma reforma menor…?

            Abraço!

            • Ola Francisco!

              Eu citei o Rafale e o Super Hornet porque a MB se comprometeu a escolher o mesmo modelo que a FAB escolher para seu FX2 em versões navais. O Gripen NG e sua provável versão naval, eu não citei, porque a aeronave está em sua fase de projeto e todos os valores são estimados. Segundo estes valores estimados, o NG Naval poderia operar full no A12.

              Quanto as reformas no A12, recentemente as duas catapultas foram revisadas, sendo que uma delas foi inteiramente refeita. Segundo a revista T&D a catapulta de vante teria tido sua capacidade de lançamento aumentada para 24t ( contra as 20t originais anteriores), porem esta informação parece ser especulação e não consegui confirmação com alguns conhecidos da MB no Rio De janeiro. Oque todos dizem é que a catapulta teria que ser maior para poder atingir velocidade suficiente para o lançamento de aeronaves mais pesadas.

              A reforma que talvez poderia ser feita, seria a de aumentar a capacidade de peso dos elevadosres, porém suas dimensões não poderiam ser alteradas, e portanto o Super Hornet está de fato descartado, já que ele não cabe nos elevadores.

              Como a MB se comprometeu a adquirir o mesmo modelo escolhido pela FAB e com estas informações, as melhores opções entre os candidatos do FX2 seriam o Rafale e o NG, por estarem aptos (o Rafale com restrições) a operar no A12.

              Quanto a construção de um novo PA, duvido que de fato se concretize. Até mesmo as novas escoltas, que são mais baratas, já estão praticamente canceladas. A MB estuda a compra das 4 Type 22 B3 recentemente retiradas de serviço na Inglaterra. Inclusive segundo alguns, uma equipe da MB já está na Inglaterra avaliando os navios e a compra é praticamente certa. Acredita-se que das 4 B3, 1 seria destinada a fonte de peças para as outras 3 B3 que entrariam em serviço. A Bosidio seria retirada de serviço e a MB contaria com 5 Type 22, sendo 2 B1 e 3 B3.

              Voltando ao assunto, a questão principal é qual aeronave "tampão" modernizada e que possa operar no A12 estaria disponivel para podermos descartar os A4, como você sugeriu. Esta é minha pergunta

              Um abraço!

            • Zorann, um F-18A/BC/D dos estoques da USN, bem retrofitado em sua parte estrutural e modernizado seria interessante… estes modelos não passariam de 10 milhas… gasta-se + 20 e teria-se um vetor realmente efetivo!

              Sobre o NG… ainda mais o Naval… prefiro não comentar… rsrsrsrs

              Abraço bro!

      • Uma pergunta retorica…

        Quando você vai comprar uma televisão, você compra aquelas de tubo ou as de LCD ou plasma ?

        É na teoria a mesma coisa, as duas passam a imagem, agora pergunto, opções de tecnologia mais avançada você consegue por em uma TV de antigamente ?

      • Em tempo: E ainda pegar financiamento bancário para fazer essa modernização quando estamos dando dinheiro a vontade ao chaves para comprar armas aos montes..

    • Oi Francisco AMX. Não entendi sua conta:
      Cada F-16 por US$ 15 milhões, contra US$ 4,83 milhões para retrofit dos AMX ? (US$ 187,43 milhões, mais US$ 20,46. Está claramente escrito acima).
      O A1 já foi, dependendo da arena, páreo muito duro para o F-16. Assim como foi um dos melhores vetores de ataque da OTAN. Modernizado, ele poderá voltar ao seu antigo status.
      Abraços.

      • Afonso, pode escrever… no final cada A-1 vai ter valor semelhante ao retrofit do F-5M que custa hoje 15 milhas… os Chilenos pagaram algo parecido pelos F-16 MLU holandeses…
        Quanto ao amigo considerar o AMX pareo duro contra o Falcon, me desculpe, sugiro ao amigo ler mais sobre o Falcão e comparar os números reais dos 2…
        O A-1 tem sérios problemas para se defender de uma aeronave com F-16, Gripen, Rafale… e estes que te falei fazem tudo, com o pé nas costas, que faria/fará um AMX, quiçá, um dia… AMX é treinador com "cara" de avião de ataque…

        Abraço

  5. Srs,

    este gasto tem varias componentes e interpretaçoes, alias de tao extensas para explicar q nao haveria espaço para tanto.

    So lembrando e nao comparando OK…..Nos EUA ainda hoje existe um centro de manutençao, recuperaçao e atualizaçao para o A10 e vejam q este ja eh bem velhinho tbm. O q significa ????? significa q o A10 ainda eh muito importante no cenario de conflitos atuais e eles nao tem substitutos a altura ate hoje.

    Concordo q o A1 nao seja aquela maravilha sob varios aspectos, porem com essa atualizaçao espero q ele atinja sua plena capacidade operacional para a qual foi projetado…pelo q ja li, na Italia q tem o A1 plenamente operacional, atualizaçoes continuam ocorrendo, significando q eles tenham esse aviao como muito bom no seu cenario e ainda possam utiliza-los por mais uns 15 (eles tbm tem dezenas de unidades numa reserva ) , o futuro dira.

    O aspecto mais importante desses trabalhos tvz seja a cada vez mais capacidade da Embraer e outras no aperfeiçoamento da INTEGRAÇAO de seus sistemas e manutençao (o cerebro). Saibam q este eh um enorme passo para se conseguir auto suficiencia na construçao de qualquer aeronave e dificilmente algum fabricante oferece este conhecimento.

    Qto a peças, penso q o mesmo foi construido em parte aqui no Brasil e se nao me falha tbm pela ENAER, os ferramentais sao de uso comum aos da Italia e estao na Embraer. Sua turbina tem sua manutençao aqui na RR e ainda eh mundialmente utilizada por dezenas de paises em outras utilizaçoes (geraçao de força em equipamentos navais por ex; ).

    Nao entro em detalhes pois entendo nao ser de minha alçada plena, porem respeito e ate admiro certas criticas q estao em sintonia com minhas opinioes, mas as vezes certos assuntos merecem uma reflexao mais moderada para enriquecer a discussao.

    Sds

    • Celso, parabéns. Por não entender, você sabe muito mais que qualquer outro aqui (inclusive eu).

    • Os A-1 italianos quase já foram para aposentadoria… logo logo vão de vez…

  6. O pior não é a atualização dos caças A-1. Mas sim a FAB precisar de pegar um empréstimo com um banco lá de fora pra poder fazer isso.

    Realmente…. é o fim da picada.

  7. Não sou fã do A-1, longe disso…Mas sou totalmente favoravel à modernização.

    Em minha opinião uma vez que já foi gasto muito dinheiro com esse projeto, nada mais justo que colocá-lo em estado de arte para poder cumprir, finalmente, as atribuições para as quais foi desenvolvido.

    Obviamente que eu adoraria ter um vetor mais moderno na FAB, mas não vamos esquecer que depois da reforma os A-1 poderão dar um bom caldo por, no mínimo, 15 aninhos. E o preço da modernização é baixo no final das contas.

    Finalmente os A-1 poderão fazer ataques e interdição marítima e terão muito mais precisão para ataques ao solo.

    E como vivemos no Brasil temos que entender que não adianta sonhar com 120 caças de primeiríssima linha num curto/médio período de tempo.

    Além disso creio que depois que o programa for contemplado as equipes de manutenção, pilotos e a própria FAB como um todo estará muito mais adequada, treinada e com melhores capacidades para operar equipamentos mais modernos dentro das doutrinas que norteiam as mais modernas técnicas e táticas de combate, em especial nas ações de ataque.

    Só para ter uma idéia até hoje o A-1 teria que fazer um ataque contra um hipotético navio inimigo voando rente ao mar e subindo próximo ao alvo para atacar com bombas de queda livre. E sem radar que identificasse o alvo. Ou seja, puro suicídio.

    Depois da reforma operarão com radar, links com aviões de alerta e mísseis.

    Ou seja, muito mais moderno e eficaz.

    Repito que não sou fã dos A-1, mas já que temos 53 deles, pq não transformar 43 em caças úteis para alguma coisa, afinal hoje não servem para absolutamente quase nada….

    E, na minha opinião, o correto seria ter continuado a produção de uma versão de treinamento para substituir os Xavantes….Já que isso não foi feito, o que baratearia não só o que foi gasto mas os custos atuais de operação, paciência e bola prá frente….

  8. Sempre tem um bancario no meio pra ganhar os juros.
    "CADE OS IMPOSTOS QUE PAGUEI"
    paga esta p… a vista e pede desconto, assim como eu mesmo faço na minha vida pessoal, e eu sou só um, e não 200.000.000 de Brasileiros.

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