O Exército da Guatemala confirmou que aviões Pampa III adquiridos não podem abater os aviões a serviço do narcotráfico.

Inicialmente o Exército da Guatemala disse que os dois jatos Pampa III adquiridos da Argentina foram comprados para combater o narcotráfico que reina na região. No entanto, o Exército agora confirma que os aviões não são capazes de abater os “narco-aviões” por não estarem armados.

Além disso, o Vice-Ministro da Defesa, Jorge Ortiz, disse no Congresso que o país não será capaz de abater aeronaves do crime organizado. Apesar disso, ele disse que poderá colocar mísseis e várias armas para o combate, mas que no momento a compra dos aviões não contempla armas incluídas.

Os dois Pampa III foram adquiridos pela Guatemala a um custo de US$ 28 milhões. No entanto, o Controlador Geral de Contas já havia antecipado que essa compra não é legal, uma vez que os mecanismos estabelecidos na Lei Contratante não foram utilizados.

No entanto, o Vice-Ministro explicou que o acordo assinado com a Argentina foi modificado um mês antes para que a referida “aquisição” pudesse ser realizada.


Com informações de Soy502.com  


Dica do Amigo Rodrigo Riedel Ghigonetto. Obrigado! 😉

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24 COMENTÁRIOS

  1. Críticas infundadas e injustas: ninguém impede o piloto guatemalteco-teco de abrir o canopi e sentar bala no alvo.

    • Já há estudos para uma versão avançada na qual o copiloto terá uma portinhola para usar o 38tao ou jogar pedras.

      • Ou talvez uma adaptação no canopy para que o copiloto atue como artilheiro acionando, quando necessário, uma metralhadora externa como nos Stukas, por exemplo.

  2. Achei engraçado o ministro falar que é "só colocar mísseis" sendo que até onde eu sei não tem qualquer míssil homologado pro Pampa III, apenas foguetes sem guiamento qualquer de uso ar-superfície. Quer dizer, ele acha que é só comprar um IRIS-T, aparafusar e sair usando, e é ministro da Defesa o caboclo.

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