capa #1Quando da eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914, poucos se atreveriam a prever que aquelas gaiolas de arame, madeira e tecido, nas quais pessoas corajosas voavam, se transformariam em potentes e versáteis armas de combate. Mas, já no final do conflito, aeronaves como o Bristol F.2B Fighter inauguravam uma nova geração de caças.

As táticas de combate aéreo até hoje utilizadas surgiram e se desenvolveram basicamente durante os quatro anos da Primeira Guerra Mundial. No princípio, os aviões eram usados apenas para reconhecimento, sobrevoando as áreas inimigas. Quando os soldados perceberam que não conseguiam atingir esses aparelhos, que voavam além do alcance de suas armas leves, estabeleceram-se patrulhas aéreas para expulsá-los. Os pilotos dessas patrulhas carregavam armas pessoais para a eventualidade de se aproximarem das aeronaves invasoras. As forças aliadas tiveram grande êxito em seus vôos de observação — tanto, que os alemães, em 1915, começaram a produzir aviões especiais, com o fim exclusivo de impedir as incursões aéreas inimigas. Esta primeira geração de aviões de guerra ficou conhecida como “caças de observação” (fighting scout).

Para os aliados, o passo seguinte consistiu em providenciar escolta para seus biplanos de observação, pois a potência dos motores não comportava a adaptação de uma arma defensiva na aeronave. Já em meados de 1915, verdadeiros combates aéreos ocorriam acima da frente ocidental. Os primeiros protagonistas dessa nova etapa da guerra aérea foram os monoplanos Fokker e Morane, alemães, logo seguidos pelo Airco D.H.2, britânico. Devido a sua superior capacidade de manobra e a sua arma dianteira, o “flagelo Fokker” dominou os céus por um ano.

Nenhum avião de combate foi mais famoso que o Fokker triplano de Richthofen, o Barão Vermelho. Seu modelo foi muito reproduzido.
Nenhum avião de combate foi mais famoso que o Fokker triplano de Richthofen, o Barão Vermelho. Seu modelo foi muito reproduzido.

Grandes avanços tecnológicos ocorreram durante a segunda metade da guerra. O mecanismo de sincronização das armas virtualmente pôs fim ao combate dos antigos biplanos, em que o armamento ficava localizado atrás do piloto (evitando-se, assim, que atingisse as próprias hélices). Um armamento duplo, de metralhadoras sincronizadas à frente, passou a ser o padrão.

Modelos como Sopwith Pup, Halberstadt D I e D II, Albatros D I e D II, Fokker D II e D III e Nieuport XI fizeram parte de uma geração que definiu os elementos básicos do combate aéreo. Mas, em meados de 1917, todos eles já estavam obsoletos; durante o último ano da guerra, homens que passaram para a história como pilotos heróicos lutavam em aeronaves clássicas; por exemplo: Sopwith Camel e Triplane, Royal Aircraft Factory S.E.5a, Fokker D VII e o triplano Dr I, Pfals D III, Siemens-Schuckert D III, Nieuport XVII e XXVIII e SPAD XIII.

A partir dessa época, o termo “observação” foi abandonado, pois não correspondia mais ao propósito para o qual as aeronaves eram desenvolvidas. O Bristol F.2B Fighter inaugurou a nova geração de caças, pois vinha dominando, havia dois anos, o espaço aéreo francês.

A evolução do combate aéreo

Os pilotos foram obrigados a se aprimorar para acompanhar o desenvolvimento dos aeroplanos. Qualquer falha significava, quase sempre, acabava em morte.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o aprimoramento dos combates aéreos — logo apelidados de dogfights (briga de cães), termo consagrado internacionalmente e ainda utilizado — resultou tanto da experiência adquirida pelos pilotos como da melhora das aeronaves. No início, não havia técnicas e estratégias preestabelecidas, e os pilotos tentavam derrubar o inimigo de qualquer forma. Certa vez, o russo Kazakov chegou a empregar uma âncora na tentativa de remover a asa superior do avião de seu adversário.

Quando surgiram as metralhadoras fixas, as táticas do combate aéreo foram sistematizadas. A primeira delas veio a ser a aproximação por trás (stern stalk). O atacante se aproximava por baixo da cauda do avião ini-migo. Não podendo ser visto, conseguia atingi-lo em sua parte inferior.

Com a introdução da metralhadora sincronizada, as possibilidades do combate aéreo aumentaram sensivelmente. Agora os pilotos podiam fazer pontaria e abrir fogo contra aparelhos voando a sua frente, pois as metralhadoras com interruptor atiravam por entre as pás da hélice em movimento. Os alemães, com seus monoplanos Fokker dotados desse dispositivo, dominaram a frente ocidental até 1916.

Fotografia de 1918: o capitão Eddie Rickenbacker, da 94.ª Esquadrilha Aérea americana. Seu SPAD XIII ostentava como insígnia uma cartola dentro de um círculo, na fuselagem.
Fotografia de 1918: o capitão Eddie Rickenbacker, da 94.ª Esquadrilha Aérea americana. Seu SPAD XIII ostentava como insígnia uma cartola dentro de um círculo, na fuselagem.

Uma das táticas favoritas era praticada em dupla. Enquanto o inimigo estava distraído com um chamariz, o segundo atacante aproximava-se, um pouco acima e por trás, e o abatia. Essa manobra era feita de forma que o segundo atacante pudesse se posicionar com o sol atrás de si, para que os raios de luz impedissem a visão do piloto-alvo, caso ele olhasse para trás.

Com a chegada de novas aeronaves como a Albatros D II e a Pup, bem mais potentes, as possibilidades de manobra aumentaram. Tornaram-se exeqüíveis, por exemplo, as voltas ascendentes. Foi nessa época que Immelmann, com seu Fokker E III, introduziu a meia volta a partir do ápice de um looping.

Muito mais prática era a volta repentina (snap turn), manobra fácil de ser realizada, tanto para a esquerda como para a direita, devido ao torque giroscópico dos novos motores. À medida que o combate aéreo se tornou, mais e mais, uma função direta de destreza de pilotagem, reações exatas, visão aguçada e capacidade para julgar os momentos certos de atacar ou de fugir, o desenvolvimento de manobras básicas passou a ser vital. A split-S e a Lufbery passaram a ser empregadas por pilotos mais experientes. Embora essas manobras não tenham definições específicas, devido a variações individuais, eram basicamente extensões da snap turn: o aeroplano perseguido executava voltas oportunas a fim de se posicionar na retaguarda do atacante, que agora passava a ser o alvo. A Lufbery empregava ainda uma volta ascendente ou mergulho. Na opinião geral, o SPAD XIII, pilotado por muitos ases americanos, era o avião perfeito para executar esse tipo de manobra.

01Ases da Primeira Guerra Mundial

As notícias da frente ocidental eram de muitas baixas e pouco progresso. Mas estavam em cena os “cavaleiros do ar”, pilotos cujas proezas, embora mínimas no contexto da guerra, foram aplaudidas com entusiasmo.

Em sua esmagadora maioria, os primeiros grandes ases dos combates aéreos foram extremados individualistas. Eram homens que viam a si próprios como “cavaleiros do ar”. De acordo com a antiga tradição das justas e dos torneios medievais, sua coragem pessoal superava o discernimento e a habilidade, e suas proezas podiam ser — e foram — minuciosamente medidas pelo número de aviões inimigos abatidos em combate individual. No entanto, logo houve quem reconhecesse que as façanhas isoladas pouca importância teriam no conjunto da guerra aérea.

Depois que a primeira geração de lutadores do ar caiu em combate, vítima de sua própria audácia, uma nova elite de pilotos de guerra emergiu, apoiada por aviões de caça mais mortíferos, especialmente projetados para a luta. Embora ainda fossem essencialmente individualistas, reconheciam o valor da tática desenvolvida com cuidado, do uso de uma formação de aviões, do treinamento e da experiência adquirida em muitas horas de combate.

02Os alemães orgulhavam-se do Barão Vermelho, com sua insuperável marca de oitenta aviões inimigos abatidos. Em contrapartida, os franceses entusiasmavam-se com as vitórias de René Fonck, cuja perícia mortífera lhe dava freqüentemente a possibilidade de destruir um inimigo com meia dúzia de tiros.

O uso do termo “ás” para designar tais heróis originou-se na França, onde um piloto foi citado como “ás” numa publicação especializada. Na Alemanha, existia a prática de premiar com condecorações específicas o piloto que atingisse certo número de vitórias aéreas. Não havia uma fórmula rígida, mas a gratidão da pátria pode ser reconhecida no epitáfio dedicado a Max Immelmann:

Tenente da Reserva Real da Saxônia Herr Max Immelmann, Comandante da Ordem de Santo Henrique, Cavaleiro da Ordem por Mérito, Cavaleiro de Primeira e Segunda Classes da Cruz de Ferro, Cavaleiro da Ordem Militar de São Henrique, Cavaleiro com Espadas da Ordem de Alberto, Cavaleiro com Espadas da Ordem Bávara do Mérito Militar, Detentor do Crescente de Ferro, Detentor da Medalha de Prata Imbian, Detentor da Medalha de Prata Frederico Augusto e Detentor da Cruz Hanseática de Hamburgo.


FONTE: Máquinas de Guerra

20 COMENTÁRIOS

  1. "Canhões de Agosto" de Bárbara Tuchman, um livro que todo o entusiasta de história militar e política deve ler. Esse livro relata o início da 1°GM, de maneira bem crítica, mostrando como todos os lados estavam equivocados com suas estratégias, pois se baseavam nas guerras anteriores. Kennedy, após ler esse livro, tomou decisões contrárias aos conselhos de seus militares, evitando a 3°GM na crise do mísseis, em Cuba. Pois fez um paralelo entre os dois conflitos.
    Para mim, a 1°GM foi desnecessária, porém inevitável, devido as tensões irreversíveis para a política da época. Sendo a 1°GM a filha do Imperialismo Europeu, e consequentemente , a 2°GM a neta… Parece papo de esquerdista, mas não é. Assim como a "Guerra dos Trinta Anos" marcou o declínio da Holanda e Espanha, ascendendo França, Inglaterra e Áustria. Esse período que convergem as duas guerras mundiais do séc. XX, marca o declínio dos estados europeus, ascendendo a URSS e EUA. Ou seja, assim como o conflito entre Espanha e Holanda, foi a ruína para os dois (apesar da Holanda garantir sua existência), beneficiando outros. As guerras mundiais foram a ruína para a Europa.
    Basta ver como a Grã Bretanha, vencedora dos dois conflitos, perdeu seu Império para poder ganhar a guerra. A meu ver, uma Vitória de Pirro.

    • Errata, onde se lê Holanda, na verdade o prejudicado foram os "estados alemães". Que se dividiram em muito. Desculpe pela confusão.

    • Interessante a sua análise. Você já leu "Nada de novo no front" de Erich Remarque? Dá uma visão bem realista do que foi a 1ªGM para quem era obrigado a estar nas trincheiras.

      • Sim, já li. Com o nome traduzido "Oeste, nada de novo", porque era um livro muito velho.
        Esse livro mostra a realidade do soldado. Um livro que fez muito sucesso e muitos inimigos. Hitler proibiu e mandou queimar esse livro, pois o livro prega o anti-nacionalismo, na interpretação dos nazistas.
        O personagem era voluntário, mas a guerra tirou toda a utopia nutrida pelos ideais "germânicos".

    • Rudel41,

      Boa analise.

      Apenas acrescento a Guerra Franco Prussiana de 1870, que botou mais uma pilha nesse imbróglio, sendo considerado um agente catalisador do conflito mundial de 1914. A derrota humilhante da França, com a perda dos territórios da Alsásia-Lorena, consolidou o Império Alemão no centro da Europa, tornando esse "embrião" da Alemanha uma potência a nível global e acirrando todos os ânimos. Salvo engano, houve um jornal inglês no final do século XIX que chegou a publicar: "…se a Alemanha fosse destruída hoje, não haveria um só inglês que não fosse rico amanhã…"

      Fazendo uma analise um pouco mais profunda, o plano de invasão dos alemães para a França empregado na Primeira Guerra ( plano Schilieffen ) beirou a perfeição. Embora não fosse executado em sua plenitude, garantiu, pela surpresa que proporcionou, um avanço muito além do que os franceses ou britânicos previam… Os alemães realmente estavam muito próximos da vitória no inicio de Setembro de 1914… Não fosse a resistência no Marne, e seria mais uma "derrota épica" da França…

      Ha de se colocar também que os alemães, depois dessa "corrida" pela França, estavam totalmente extenuados, e é questionável se tinham mesmo as condições de forçar uma vitória. As linhas de suprimento estavam muito estendidas e as baixas até então já podiam ser ignoradas… Pouco antes do encontro no Marne, forças consideráveis também foram movidas rumo ao fronte leste, onde os russos se aproximavam da Prússia.

      Saudações.

      • Obrigado, e lhe parabenizo pela ótima argumentação.
        O Plano Schlienffen era tão minucioso, que após dada a ordem, ele funcionavá sozinho, como uma máquina burocrática automática. Algo incrível para a época. Porém, a execução desse plano colocou a Grã Bretanha na guerra, devido a invasão da Bélgica, o que prolongou a guerra.
        Houve a possibilidade de evitar a guerra no fronte ocidental, com o uso de diplomacia. A França poderia não honrar o acordo com a Rússia. Mas o chefe do Estado Maior Alemão, von Moltke, foi intransigente quanto a possibilidade de transportar as tropas para o fronte oriental.
        Aliás, o Plano Schlienffen era baseado na Batalha de Cannas, em que Anibal envolveu as tropas romanas, na segunda guerra Punica. Entretanto, o plano alemão, só teria movimento de pinça da ala direita.

  2. Eles atiravam através das hélices com um mecanismo sincronizdor sem problemas, enquanto o softwear para o canhão do F-35 demora 15 anos pra ficar pronto. E os dois só atiram reto para frente.

    Parabéns ao Cavok pela matéria.

  3. Interessante como estes rankings podiam ser (e eram!) ilusórios! Por exemplo, no rank dos maiores ases americanos da primeira guerra, o Rickenbacker figura como o maior deles, e Lufbery é apenas o terceiro. Mas muitos historiadores dizem que Lufbery abateu uma quantidade muito maior de aeronaves, o problema é que ele era o tipo lobo solitário que gostava de caçar atrás das linhas alemãs, e o alto comando francês só remexia o abate se houvesse comprovação de solo. Ou seja, tinha que haver os destroços ou o testemunho de alguma unidade terrestre aliada.

    • Assista ao filme Crepúsculo das Águias (The Blue Max), com George Peppard (o Hannibal da série Esquadrão Classe A). Ele é um soldado alemão que luta dois anos nas trincheiras e consegue se tornar um piloto. Como ele não pertence a aristocracia alemã, ele tem dificuldade em provar seus abates…

    • Nightwing, Giordani,

      Muita coisa era pra efeito de propaganda mesmo…

      Trabalhos mais recentes, que cruzam dados das diversas potências em conflito, reduzem consideravelmente esses escores, em todos os conflitos.

      Mesmo os ases alemães passam por esse olhar mais crítico. Erick Hartmman, por exemplo, cruzando dados russos com alemães, não chegaria a ter mais que 80 vitórias confirmadas em pesquisa mais recente ( lembrando que a quase totalidade das ações desse piloto fora no leste )…

      E ha casos de simples enganos mesmo… Li ao menos um caso interessante na Guerra da Coréia, quando um piloto russo mais esperto entrou em um parafuso com seu Mig quando sob fogo, dando a ilusão de que havia sido atingido, para depois controlar mais uma vez sua máquina e retornar a base. E o piloto americano foi creditado com essa "vitória" que absolutamente não ocorreu… Aliás, esse conflito é pródigo em "causos"… O que tem de aeronave perdida por "falha de motor" não tá no gibi… Aliás, ler relatos dos dois lados dá a impressão de que se tratam de dois conflitos diferentes…

      • Pierre Clostermann menciona esse fato, sobre o exagero de abates creditados aos bombardeiros americanos. Ele menciona no livro, quando participava dos preparativos para a Operação Overlord. Ele relata que o comando inglês estimava as perdas de aeronaves alemãs para eles no inverno de 43-44 em mais ou menos 800 aeronave. Isso contando todos os tipos de abate. Já o comando americano mencionava mais de 2000 abates só de bombarderos. O que era um enorme exagero. Um único abate podia ser creditado a vários bombardeiros em uma formação.
        Os EUA creditavam os abates pela palavra de cavalheiro do piloto. Os ingleses e alemães tinham um critério de homologação mais rígido. Sendo que os abates alemães foram investigados no pos-guerra, e para alguns historiadores, pode ser até maiores do que o informado.
        Porém reconheço a dificuldade para tanto, por causa da propaganda e porque, todos tentam minimizar suas perdas. Um alvo de muitas controversas para mim, é o próprio Patton, pois seus números tb não batem.
        Infelizmente, em se tratando de História, não existe uma verdade absoluta, existem versões e interpretações. E todas tem seu cunho de verdade e inverdade.
        Abraço, gosto muito de debater contigo…

        • Rudel41,

          Muito bom também conversar contigo! 🙂

          No meu entender, a única maneira de se chegar perto da verdade é realmente cruzar os dados dos dois lados, com provas documentadas, testemunhos, etc. E depois, é ver o que bate. O mais, vai realmente pro campo da "achologia"…

          Na prática, acredito que se for feita uma pesquisa ampla nesse sentido, a esmagadora maioria dos escores se reduzirão, tanto na SGM quanto em outros conflitos. E vale lembrar que nem todos os arquivos acerca do assunto estão hoje acessíveis ( e muita coisa certamente foi registrada, mas se perdeu ).

  4. Mais uma excelente matéria, Giordani. Parabéns.

    É comum as pessoas acreditarem que a Segunda Guerra foi o conflito mais importante do século XX. Mas o fato é que a geopolítica que dominou todo o século passado teve sua origem na Primeira Guerra, com a destruição dos impérios Alemão, Russo, Turco-Otomano e Austríaco, além do início do declínio dos demais grandes impérios, propiciando a ascensão dos EUA como potência e tendo servido de agente catalisador para o surgimento da URSS ( propiciando assim a consolidação e expansão do marxismo a nível global ).

  5. Excelente registro histórico!
    Para os amantes da aviação de combate, a 1ª Guerra Mundial é de suma importância, haja vista foi onde tudo começou. O que existe hoje nada mais é do que a mera evolução deste processo, e qualquer pessoa tente entender o presente ou vislumbrar o futuro sem compreender o passado está fadada ao equívoco.

  6. Mais uma curiosidade, a insígnia do 94° esquadrão, um chapéu dentro de um círculo "Hat in the ring", era bem simbólica mesmo. Antigamente, nas universidades americanas havia o costume de lutar boxe, e se você quisesse aceitar o desafio de alguém, você jogava seu chapéu no ring. Quando os primeiros voluntários americanos chegaram para lutar na França eles escolheram este símbolo para seu esquadrão, sinal, estavam " aceitando o desafio" de seus adversários alemães. Outra coisa interessante desses primeiros embates era o fato de que os pilotos tinham muita liberdade para customizar as pinturas de seus aviões.

  7. Se o cara tiver uma garagem grande e um bom ferramental, da pra fazer o Fokker E3 em casa!!!

    Como evoluímos…

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