A BAE Systems começou os trabalhos de integração dos mísseis Meteor e SPEAR nos caças F-35 do Reino Unido. (Foto: MBDA)

Uma equipe da BAE Systems, da Lockheed Martin e dos engenheiros da MBDA, aprimorando a capacidade da frota de aviões F-35 Lightning do Reino Unido, iniciaram o trabalho na integração de armas da próxima geração.

A BAE Systems recebeu um contrato de financiamento inicial da Lockheed Martin, principal empreiteira do programa F-35, para iniciar os esforços de integração do míssil ar-ar além do alcance visual Meteor da MBDA e o míssil de ataque de superfície SPEAR.

Sob este pacote inicial de trabalho, a BAE Systems e a Lockheed Martin também completarão o trabalho de integração com a MBDA para o ASRAAM e com a Raytheon para a bomba guiada de precisão Paveway IV, inicialmente integrado no suporte ao fornecimento da Capacidade Inicial de Operação para o Reino Unido.

Configuração do compartimento interno de armas do F-35 com os mísseis SPEAR e Meteor.

Tom Fillingham, Vice-Presidente Sênior dos Programas dos EUA com a BAE Systems, disse: “Os engenheiros da BAE Systems desempenharam um papel crucial no apoio ao Reino Unido para alcançar a Capacidade de Operação Inicial para sua frota de F-35. Agora, trabalhando ao lado de nossos parceiros, incluindo a Lockheed Martin e a MBDA, estamos usando nossa expertise para levar essa capacidade ainda mais adiante com sistemas de armas avançados, como o Meteor e o SPEAR. Estamos extremamente orgulhosos da contribuição crítica que os engenheiros do Reino Unido estão desempenhando tanto para o Reino Unido quanto para a frota global do F-35 através do desenvolvimento, produção e manutenção da aeronave.”

Cliff Waldwyn, Chefe de Combate Aéreo, Desenvolvimento de Negócios do Grupo da MBDA, disse: “Este é um marco significativo para a capacidade de Combate Aéreo do Reino Unido. Este pacote inicial de trabalho oficialmente começa a integração do Meteor e SPEAR e irá melhorar a capacidade operacional da Força Lightning do Reino Unido no futuro; também é um passo positivo para ampliar o mercado do F-35 para a empresa, pois adiciona opções adicionais de capacidade para clientes internacionais. A equipe de integração da MBDA tem trabalhado bem com nossos colegas da BAE Systems e da Lockheed Martin e planejamos construir essa excelente base para o futuro neste trabalho de modernização subseqüente.”

Caça F-35B com os mísseis Meteor, SPEAR e ASRAAM expostos na frente.

No ano passado, um piloto do 17º Esquadrão, o Esquadrão de Teste e Avaliação do F-35 da RAF na Base Aérea de Edwards, Califórnia, decolou pela primeira vez com novas armas em um F-35 do Reino Unido, incluindo mísseis ASRAAM e bombas Paveway IV.

Isso seguiu o trabalho realizado durante a fase inicial de testes do Sistema de Desenvolvimento e Demonstração (SDD) do programa F-35 para desenvolver e certificar as capacidades de armas por uma equipe de testes integrada. Essa equipe inclui a Lockheed Martin, a BAE Systems, a Raytheon e a MBDA, trabalhando em conjunto com o Centro de Guerra Aérea do Reino Unido para liberar armas para testes operacionais por pilotos da RAF e também da Marinha Real britânica.

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4 COMENTÁRIOS

  1. F-35 + Meteor = Usaf + USN + Marines ficaram para trás no quesito ar-ar.

  2. Pela foto nessa configuração o F35 levaria 2 míssil meteor e 8 míssil Spear, assim o f35 ficaria uma arma com grande potencial para destruir armas em solo, podendo usar o suprender os inimigos com seu RCS baixo e destruindo sistemas de defesa ou até mesmo blindados.

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