O primeiro caça F-22 a decolar na Base Aérea de Tyndall, Florida, no dia 19 de novembro, às 7:45 hora local. (Foto: Lisa Norman / U.S. Air Force)

A 325ª Ala de Caça, da Base Aérea de Tyndall, Flórida, retomou as operações de voo normais com o comandante da ala, Coronel David Graff, voando uma das primeiras missões com o F-22 Raptor no dia 19 de novembro, logo no começo da manhã.

No total, oito aeronaves F-22 completaram as missões de treinamento no período da manhã e outras seis voaram na parte da tarde. O comandante da ala havia suspendido as operações de voo da ala após um acidente com um F-22 na base no dia 15 de novembro.

“Eu tenho total confiança no F-22. Vamos continuar a cumprir nossa missão enquanto continuam as investigações do Conselho de Segurança sobre a causa do acidente da semana passada”, disse Graff.

Destroços do caça F-22 que caiu no dia 15 de novembro. (Foto: U.S. Air Force)

Numa declaração anterior, o Comando de Combate Aéreo da Força Aérea dos EUA informou que os sintomas de hipoxia sentidos por pilotos e os problemas detectados nos trajes dos pilotos dos Raptors não estavam entre as causas do acidente ocorrido na semana passada.

No acidente ocorrido na manhã do dia 15 de novembro, um caça F-22 do 43° Esquadrão de Caça caiu minutos após a decolagem, com o piloto conseguindo ejetar. As equipes de resgate chegaram dois minutos após a queda, resgataram o piloto e isolaram a área.

Imediatamente após o acidente do dia 15 de novembro, uma investigação do Conselho de Segurança interino foi estabelecido com os membros locais, com a tarefa de garantir a preservação da cena e de todas as provas. O conselho oficial composto por membros especialmente treinados de diferentes instalações militares chegaram esta semana e assumiram a investigação.

Os resultados da investigação do Conselho de Segurança nunca são liberados para o público, mas são realizados para evitar acidentes futuros. As Investigações de segurança dos sistemas de armas, como aviões, mísseis e plataformas espaciais também avaliam possíveis amplas implicações na prontidão para esses sistemas de combate.

Um Conselho de Investigação de Acidentes se reunirá após a concluisão do conselho de segurança. O objetivo do conselho de investigações é de apresentar um relatório para o público sobre os fatos e circunstâncias do acidente para incluir uma declaração de opinião sobre a causa ou causas do acidente. Nenhum calendário para a realização de um ou outro relatório está definido neste momento.

O caça Lockheed F-22 Raptor realiza tanto missões ar-ar como ar-terra que permitem a plena realização de conceitos operacionais vitais para a defesa aérea dos EUA. O caça de US$ 143 milhões é projetado para implantar o domínio aéreo rapidamente e para derrotar as ameaças à segurança nacional e à segurança dos EUA e seus aliados.

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Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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6 COMENTÁRIOS

  1. Caro TiagoJL,

    É verdade mas é bom ter os dados gravados de vôo. Pode ter sido uma barbeiragem…. 🙂

    []'s

  2. Se depender dos próprios gringos eles já começam o ano de 2013 com poucos caças varios acidentes assim todos os meses se continuar nesse ritimo no final de 2014 eles já estaram se os caças F-22 ou com meia duzias deles se tiverem sorte é claro.

  3. Os caças 5G são de geometria instável devido ao seu design que privilegia a furtividade_
    Assim são muito dependentes da assistência fly-by-wire_
    Poderia este ser o motivo da queda?

    • Edson,

      Desde o desenvolvimento do que seria a terceira geração de caças, já se faz uso de desenhos aerodinamicamente instáveis… Se houver deficiência no fly-by-wire, é chão… Contudo, normalmente o sistema é redundante; isto é, tem mais de um canal de utilização e é controlado por pelo menos dois ou três computadores ( um servindo de back-up para o outro ). E há ainda ( na suprema maioria dos casos ) um sistema de controle analógico, para o caso de tudo o mais falhar. Ou seja, a chance de o sistema de condução de manobrar falhar como um todo é remotíssima.

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