Os testes possibilitam que o V-22 Osprey possa disparar foguetes e mísseis. (Foto: Bell Helicopter)
Os testes possibilitam que o V-22 Osprey possa disparar foguetes e mísseis. (Foto: Bell Helicopter)

A Bell Helicopter, anunciou a demonstração bem sucedida da capacidade de disparo frontal de foguetes com o Bell Boeing V-22 Osprey. O exercício de testes ocorreu no mês passado no Campo de Provas do Exército dos Estados Unidos em Yuma, Arizona. Veja a seguir um vídeo do momento do lançamento.

“A demonstração de disparo de foguete foi um grande sucesso”, disse Vince Tobin, vice-presidente e gerente de programa com o Bell Boeing V-22. “Nós mostramos que o V-22 pode ser armado com uma variedade de munições apontadas para a frente, e pode atingir seus alvos com um alto grau de confiabilidade. Parabéns para a equipe que tem trabalhado desde o projeto inicial até a conclusão desta demonstração.”

Durantes os testes realizados em novembro de 2014, o MV-22 Osprey dos Marines disparou foguetes. (Foto: Bell Helicopters)
Durante os testes realizados em novembro de 2014, o MV-22 Osprey dos Marines disparou foguetes. (Foto: Bell Helicopters)

O Bell Boeing V-22 é uma das aeronaves mais seguras operadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais. Desde a sua implantação, em 2007, o V-22 alcançou notável sucesso em missões implantadas no Afeganistão, no Golfo Pérsico e no Mediterrâneo. O Osprey oferece aos operadores uma ampla gama de capacidade de missão, incluindo inserções, evacuação de feridos, recuperação tática de aviões e pessoal, assistência humanitária em desastres, reabastecimento, transporte VIP e cooperação de segurança no teatro de operações.

“A integração da capacidade de disparo frontal no Osprey vai aumentar seu conjunto de missões”, continuou Tobin. “Essas armas, uma vez instaladas, irão fornecer poder de fogo e reduzir a dependência dos postos avançados de ataque e abastecimento (FARPs), que são, muitas vezes, necessários para abastecimento de helicópteros de ataque de curto alcance em apoio as operações dos V-22. Sem a necessidade dos FARPs, o V-22 pode ser lançado com mais freqüência, e num prazo mais curto.”

Os testes com o MV-22B Osprey ocorreram no campo de provas de Yuma, no Arizona. (Foto: Bell Helicopters)
Os testes com o MV-22B Osprey ocorreram no campo de provas de Yuma, no Arizona. (Foto: Bell Helicopters)

Até o final do terceiro trimestre de 2014, a Bell Boeing entregou 242 tiltrotores MV-22 para o Corpo de Fuzileiros Navais e 44 CV-22 para o Comando de Operações Especiais da Força Aérea (AFSOC). A Bell Helicopter começou a trabalhar no projeto inicial da capacidade de disparo de armas frontais em meados de 2013.

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14 COMENTÁRIOS

  1. Aumenta suas capacidades e possivelmente novos interessados. Máquina espetacular. O que impressiona também é a quantidade de unidades já entregues aos fuzileiros navais. Enquanto nós suamos para adquirir poucas dezenas de Gripens, em quase uma vida de espera, só dessa modalidade eles já têm quase 10 vezes. Dá inveja! Rss..

  2. Não só leva tropas no ventre e agora carrega a faca entre os dentes… Nossaa !

  3. Eu tenho filmado o primeiro uso de arma fronta no Osprey…foi no Filme ''Esquadrão Classe A"

  4. Ehhh….quem pode pode……quem não pode…..

    Tá nevando nas paginas do cavok…..natal?! rs..

  5. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  6. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  7. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  8. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  9. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  10. "Propulsão
    Como mencionado anteriormente, o Osprey tem dois rotores com hélices de 11,6 metros e três lâminas. Cada hélice é controlada por um motor turboeixo Allison AE 1107C capaz de produzir mais de 6 mil cavalos de potência. Cada motor impulsiona seu próprio rotor e transfere uma quantidade de energia para uma caixa de mudanças, que é a responsável pelo controle do mecanismo de inclinação. Caso haja alguma falha no motor, a Osprey consegue continuar seu vôo com somente um motor, pois há a redistribuição da energia do motor restante para os dois rotores através de um eixo de transmissão interconectado."
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/aeronave-v-22-ospre

  11. O caro Celestiano lembrou uma coisa muito interessante: o bicho pode ficar sem um motor funcionando, que o outro assume a rotação das hélices desse…

    Outra coisa de interesse: os caras pararam de cair dos Ospreys em vôo? Qualquer loadmaster iniciante anda atado, com cinto paraquedista, até na hora de tomar banho. Arranjaram um Técnico em Segurança do Trabalho para os Marines? 😀

  12. Ai estah um forte candidato a ser TANKER no navio aerodromo indiano , sendo o abastecedor de todos os caças ( tejas e migs ) lançados com pouco combustivel para otimizar a carga belica total !

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