Com a frota europeia de aeronaves de patrulha marítima ficando obsoleta, a Boeing propôs a criação de uma frota conjunta de P-8 para OTAN.

A Boeing continua ambiciosa com sua aeronave de patrulha marítima P-8 Poseidon propondo a criação de uma frota conjunta de aeronaves P-8 da OTAN para mitigar a antiga frota de aviões de patrulha marítima europeia.

O P-8 já foi selecionado pelos Estados Unidos, Índia, Austrália, Noruega, Nova Zelândia e Coreia do Sul.

A Boeing acredita que as capacidades anti-submarinas da OTAN estão atualmente limitadas porque as aeronaves em serviço são antigas e muitas nações não possuem aeronaves de patrulha marítima, mesmo com a atividade submarina russa retornando aos padrões da Guerra Fria. A OTAN tem um programa chamado M3A para atualizar esses recursos, mas a Boeing diz que o novo sistema não estará disponível até 2035.

A Boeing, portanto, propõe a construção de uma frota da OTAN como uma solução intermediária para preencher a lacuna de capacidade a curto prazo. A OTAN já possui frotas de aeronaves de alerta aéreo antecipado AWACS, aeronaves de transporte C-17 e em breve terá uma frota de reabastecedores A330 MRTT.

A Boeing produz 18 aviões P-8 por ano e as últimas entregas estão programadas para 2023. O Reino Unido encomendou novos P-8, o primeiro dos quais será entregue em outubro de 2019.

A França, por sua vez, lançou um programa de renovação de seus ATL2 para permitir que os dispositivos permaneçam em vigor até a aquisição de um novo sistema. Deve ser desenvolvido em cooperação com a Alemanha como parte do programa MAWS.

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