A proposta da Boeing para o programa MQ-25 Stingray da Marinha dos EUA. (Boeing Phantom Works)

A Boeing revelou pela primeira vez o que acredita ser o sistema de aeronave não tripulado (UAS) mais adequado para o reabastecimento de jatos da Marinha dos EUA que operam a partir de porta-aviões.

Através de sua competição MQ-25 Stingray, a Marinha dos EUA está buscando capacidades de reabastecimento não tripuladas que estenderiam o alcance de combate dos caças Boeing F/A-18 Super Hornet, Boeing EA-18G Growler e Lockheed Martin F-35C. O MQ-25 também terá que se integrar perfeitamente com os sistemas de catapulta e lançamento e recuperação de um porta-aviões.

“A Boeing vem entregando aeronaves embarcadas para a Marinha por quase 90 anos”, disse o Don ‘BD’ Gaddis, um almirante aposentado que lidera o programa do sistema de reabastecimento para a organização de tecnologia Phantom Works da Boeing. “Nossa experiência nos dá confiança em nossa abordagem. Estaremos prontos para testes de voo quando o contrato de desenvolvimento de engenharia e fabricação for premiado”.

O UAS está completando os testes do motor antes de se dirigir para a rampa de voo para demonstrações de manobra no início do ano que vem.

A Marinha emitiu o seu pedido final de propostas em outubro. As propostas devem ser apresentadas em 3 de janeiro.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Tudo será não tripulado? Que graça terá um céu com robôs? E onde fica a nostalgia e a 'magia' de voar? Seremos meros espectadores em solo?

    • Este tipo de aeronave representa uma substancial diminuiçao dos custos operacionais e aumento de desempenho, disponibilidade e capacidades, já que o desempenho da aeronave nao estará atrelado aos limites fisicos suportáveis do corpo humano, e sem o piloto e sistemas de controle manual, de oxigenio, assento ejetor, etc, haverá mais espaço para sistemas embarcados, combustível, armamentos, e consequente queda nos custos de manutençao. Como até helicopteros e drones taxi já sao testados, deve ser uma tendencia irreversível.

  2. Um tanker não tripulado parece uma boa ideia, seu único limite de voo será o combustível. Mas acredito que um Drone como poder de ataque só é valido em guerras assimétricas. Digo pois me parece relativamente simples 'Jammear' o alvo e interromper uma comunicação com a Base.

    Um drone de combate 100% autônomo poderia superar essa deficiência, mas não sei se estamos preparados para aceitar máquinas de combate não tripuladas guiadas apenas po IA.

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