A terceira aeronave de testes de voo do jato executivo Global 7000 (FTV3). (Foto: Bombardier)

A Bombardier Business Aircraft anunciou hoje que um terceiro veículo de teste de voo Global 7000 (FTV3) completou com sucesso seu voo inaugural. O jato executivo designado FTV3 junta-se a um programa de testes que tem demonstrado excelente confiabilidade do sistema e inovação desde que começou os voos em novembro de 2016.

Apenas cinco meses após o teste, a aeronave Global 7000 estabeleceu um recorde como o maior jato de negócios a operar tão perto da barreira do som, atingindo uma velocidade máxima de Mach 0,995.

“O jato executivo Global 7000 é um avião altamente sofisticado e de última geração, e estamos satisfeitos que nossos veículos de teste de voo têm mostrado um alto grau de maturidade”, disse Michel Ouellette, vice-presidente sênior dos programas Global 7000 e Global 8000. “Nosso programa de testes de desenvolvimento e cronograma de certificação está no bom caminho, e a adição do nosso terceiro veículo de teste de voo está em linha com o nosso compromisso de certificação em 2018 enquanto nós acumulamos mais horas de voo.

O FTV3, apelidado de “The Navigator”, será usado para testar os aviônicos avançado da aeronave e o desempenho do sistema elétrico. É a primeira aeronave de produção a ser equipada com duplos head-up displays (HUD). O HUD duplo melhora significativamente a eficiência operacional e a segurança, com boa ou má visibilidade, enquanto reduz a carga de trabalho do piloto.

O Global 7000 FTV3 decolou das instalações da Bombardier em Toronto sob o comando do Capitão Logan Lamping, auxiliado pelo seu co-piloto Derek Thresher e os engenheiros de testes de voo Duane Moore e Matthew DiMaiolo.

1 COMENTÁRIO

  1. Este programa capacita a Bombardier a utilizar o sistema FBW e o novo motor GE Passport no Global 7000. Assim, uma atualização do CRJ 900, competidor do E175, se tornaria realidade a um baixo custo já que o Global 7000 utiliza vários componentes comum com o CRJ. Calculando que o E2-175 só estaria disponível em 2021, os 02 últimos anos de transição podem trazer problemas à Embraer.