A Jazz Aviation LP será a primeira operadora canadense da cabine AIMOSPHÈRE junto da marca Air Canada Express. (Foto: Bombardier)

A Bombardier Commercial Aircraft anunciou que uma subsidiária da Chorus Aviation finalizou um contrato de compra firme para nove aeronaves CRJ900. Essas aeronaves serão operadas pela Jazz Aviation LP, uma subsidiária da Chorus Aviation, sob a bandeira Air Canada Express, tornando-se a primeira operadora canadense da nova cabine ATMOSPHÈRE para jatos regionais da Série CRJ.

Com base no preço de lista da aeronave CRJ900, o pedido está avaliado em aproximadamente US$ 437 milhões nos EUA.

“Estamos muito satisfeitos que a Chorus e a Jazz tenham escolhido os produtos da Bombardier para o crescimento e renovação de sua frota. Ele reafirma sua confiança no valor que a série CRJ fornece às companhias aéreas”, disse Fred Cromer, presidente da Bombardier Commercial Aircraft. “A aeronave CRJ900 é ideal para mercados em crescimento e é reconhecida por seu desempenho superior, economia e conforto para os passageiros.”

“A adição dessas novas aeronaves CRJ900 é parte da modernização contínua da nossa frota da Jazz”, disse Joseph Randell, presidente e diretor executivo da Chorus. “Essas aeronaves proporcionam custos unitários de operação que estão entre os mais baixos de qualquer aeronave regional, permitindo-nos competir de forma mais eficaz ao mesmo tempo em que atende à demanda de mercado em mudança.”

A Jazz, sob a marca Air Canada Express, operará o CRJ900 em uma configuração de cabine de duas classes com 76 assentos. A companhia aérea pretende receber a primeira aeronave com a mais recente melhoria dos jatos regionais da série CRJ – a cabine ATMOSPHÈRE no primeiro semestre de 2020.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Seria um recomeço da Bombardier? Uma venda ‘tímida’ para quem já figurou como a terceira maior produtora de jatos.

  2. Detalhe, a Airbus não levará um único centavo do negócio. Diferentemente dos que pregoam informações inverídicas, a Airbus não comprou a Bombardier. Já o contrário…….. A Boeing levará 80% de tudo que a Embraer vender na sua aviação comercial, além de poder criar empecilhos na aviação executiva e militar, já que alguns dos seus produtos são oriundos das plataformas comerciais.

    Nossa, como brasileiro é "ixperto". rsrsrs

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