O General Joaquim Silva e Luna assegurou verba para operações e exercícios militares.

Apesar do contingenciamento decorrente de cortes no orçamento, as operações conjuntas e exercícios militares não serão prejudicadas em 2019. A garantia foi dada na quinta-feira (26) pelo ministro da Defesa, General de Exército Joaquim Silva e Luna, que esteve em visita ao Comando Militar do Sul, em Porto Alegre.

Não pode, pois sacrificaria o adestramento do nosso pessoal e a prontidão operacional”, lembrou. “O orçamento reduzido afeta, mas o esforço das Forças Armadas é investir o máximo”, assegurou, acrescentando que os números dos recursos disponíveis para o próximo ano ainda não foram divulgados, mas reconhece que deverão ser inferiores às necessidades.

O ministro da Defesa também destacou o emprego do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), o primeiro desta natureza no país e destinado ao uso militar e civil através das respectivas bandas X e K que são independentes. O equipamento foi construído por meio de parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Esse satélite foi concebido a partir de 2011 e foi lançado em 2017. É um projeto exitoso. Desde sua concepção trata de comunicação e defesa”, afirmou. Em relação ao emprego militar na faixa X, o General de Exército Joaquim Silva e Luna enfatizou que a “governança total desse satélite está completamente nas mãos do Ministério da Defesa”.

A operação e monitoramento encontra-se com a Força Aérea Brasileira. Já a banda K, operada pela Telebrás, foi liberada a utilização na semana passada. “Foi lançado em Roraima e a partir da semana que vem no Piauí”, revelou. “A ideia é que se instale telefonia de banda larga em todo o país. Tem localidades que não falam em celular. Todos os hospitais e escolas terão telefonia de banda larga”, disse.


FONTE: Correio do Povo


NOTA DO EDITOR: Nada de novo. No início de cada ano o governo anuncia com pompas o orçamento das FAs, todo mundo bate palmas, sorri para a fotografia, degusta um coquetel e dias depois começa o dilapidar. Nada de novo.

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9 COMENTÁRIOS

  1. A mentalidade das forças armadas brasileiras é equivocada. Pode colocar o dinheiro que for, o resultado será nulo.

    Um monte de programas mirabolantes, onde as empresas dos amigos com consultoria de militares da reserva faturam muito.

  2. Só teria solução se as contas fossem submetidas a uma auditoria internacional isenta e as punições fossem tomadas por um tribunal de contas isento é um tribunal civil e criminal isento. Ou seja, nunca.

    • Que país contrataria uma auditoria internacional para fiscalizar as contas de suas Forças Armadas?

  3. Muitas despesas com pessoal e processos – e com GTE e caviar – e pouca para investimento.
    Tomando tudo isso, é memorável o que se conseguiu.

      • Não tem o menor valor a comparação entre orçamento de países diferentes, sem comparar o que este orçamento engloba, muitos países tem os inativos e pencionistas em orçamento separado, não tem instituições de ensino como ITA e Colégios Militares inclusos no orçamento direto das Forças Armadas, tem saúde só de campanha militar incluso nas Forças Armadas, o atendimento médico dos militares ativos e aposentados e familiares em tempo de paz é terceirizado ou feito em bons hospitais públicos dentro do sistema de saúde nacional etc. Até a comida do dia é dia é terceirizada em alguns países, só a de campanha é militar.

        • Nada disso deveria estar no orçamento, mais um motivo para mudança.

          No Brasil, existe um ministério da educação.

      • Se vc fala de Israel, como vc disse, vem a desculpa do território. Por isso, sempre dou o exemplo do Canadá e da Austrália que são países territorialmente grandes.

  4. papel aceita tudo,orçamentos ministeriais estão mais para peças de ficção….

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