CH-47 Chinook (Imagem: walpapershddownload.com)
CH-47 Chinook (Imagem: walpapershddownload.com)

A Boeing confirmou que o Exército brasileiro mostrou interesse em adquirir um pequeno número de helicópteros CH-47.

O Exército Brasileiro tem manifestado interesse em comprar um punhado de helicópteros Boeing CH-47 Chinook, disse a empresa na quarta-feira (15), dizendo que ela continua vendo o Brasil como um parceiro importante para projetos de defesa e comerciais.

“Tivemos algumas discussões iniciais sobre o Chinook com o Exército Brasileiro”, disse o porta-voz da Boeing Scott Day, quando perguntado sobre uma potencial venda CH-47 para o Brasil. Day se recusou a dar detalhes, mas disse que a potencial venda “não era grande.”

Os laços entre os Estados Unidos e o Brasil estão começando a se recuperar a partir de profundas tensões causadas no ano passado após documentos vazados pelo ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional Edward Snowden aonde revelou que Washington havia espionado a presidecia do Brasil e outros líderes mundiais.

Após o incidente, a presidente Dilma Roussef cancelou uma visita de Estado aos Estados Unidos e descartou a compra do Boeing F/A-18, mas a líder brasileira, desde então, indicou que ela está pronta para seguir em frente.

O Departamento de Estado já aprovou várias outras possíveis vendas de armas dos EUA para o Brasil neste ano, chamando o país de “uma força importante para a estabilidade política e o progresso econômico na América do Sul”.

O Chinook daria ao Exército uma capacidade singular no transporte de cargas.
O Chinook daria ao Exército uma capacidade singular no transporte de cargas.

Os negócios potenciais de armas incluem um acordo de 169 milhões dólares para 16 mísseis AGM-84L Harpoon, 40 kits de atualização para obuses autopropulsados M109A5 e três helicópteros UH-60M Black Hawk, num negócio avaliado em cerca de US$ 145 milhões.

“Nós vemos o Brasil como um país muito importante para a Boeing”.

Chris Raymond, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da divisão de defesa da Boeing, não quis comentar sobre a possível venda Chinook para o Brasil. Ele ressaltou o compromisso contínuo da empresa para o mercado brasileiro, com destaque para um acordo de parceria ampla que a empresa assinou com a fabricante brasileira de aeronaves Embraer e sua decisão de abrir um escritório em São Paulo.

FONTE: Reuters – Tradução e edição: CAVOK

NOTA DO EDITOR: Sem sombra de duvidas, em se concretizando, o Chinook dará ao EB um grande salto de qualidade no transporte de tropas e cargas.


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136 COMENTÁRIOS

  1. não teve um comentarista aqui dizendo que o governo atual não se importava com a defesa do pois uma vez que não tinha dado atenção a oferta da boeing? será que ele vai se retratar? duvido!

  2. Não julgue os outros por si mesmo, Blaya!
    O comentarista tem nome. Fui eu mesmo quem disse. E, caso o negócio se concretize, me retrato com o maior prazer e satisfação. Não me demérita em nada fazê-lo, aliás. Quisera eu, inclusive, poder passar a elogiar esse governo.

  3. O comentarista tem nome. Fui eu mesmo quem disse. E, caso o negócio se concretize, me retrato com o maior prazer e satisfação. Não me demérita em nada fazê-lo, aliás. Quisera eu, inclusive, poder passar a elogiar esse governo.

  4. Deveriam comprar um punhado de Mi-26, que é bem mais poderoso.
    Em se falando dos Mi-35 da FAB, li em algum lugar que estão sofrendo com a manutenção deles. alguem sabe até que ponto essa noticia é verdade? Quero muito saber a quantas anda a satisfação da FAB com o equipamento russo.

  5. Reza a lenda que a carta de intenções prevê um número de 08 a 12 Anv's. Sem dúvidas que dariam uma capacidade de desdobramento inédita para a força!

    PS: De acordo com um grande amigo, do meio, este contrato encontra bastante resistência dentro do próprio EB.

    Sds

  6. A manutenção e operação de uma belezinha dessas não é proibitivo para nós não?!

  7. Só me limito dizer que acho bom essa relação com a Boeing, eles podem nos ajudar em muito com relação á parceria do projeto do KC-390.
    Se por um lado não conseguiram vender o F-18, ainda podem ganhar dinheiro de uma outra forma e pensando bem, tio san vai dar algum projeto grande para a Boeing mais cedo ou mais tarde e enquanto isso não acontece, nós podemos barganhar melhor com eles, daí a chance de sermos espertos e ficarmos com o Chinook no precinho camarada.

  8. Blzeni, o MI-26 deve ter a manutenção mais difícil e demorada entre todos helicópteros, se a FAB está tendo problemas com o MI-35 eu não sei, mas se for verdade imagina então o MI-26… Sem chace pro grandalhão russo.

  9. Uma duvida aqui….essa compra se sair vai ser bancada pelo governo federal ou pelo Exercito?!

  10. se eu julgasse por mim mesmo seria mais rigoroso em meus comentarios!

    o mais curioso e que vc fala que somente se retrataria caso o negocio seja concretizado, ou seja o governo tem que comprar os aparelhos, independente das condições do negocio serem boas ou não, somente assim vc entenderia que realmente o governo demonstrou interesse na oferta da boeing e que se preocupa com a segurança do pais! vc acha isso coerente?

    me diga se eu oferecer para vc uma van de 10 lugares e sua familia e de 04 pessoas, vc tem que obrigatoriamente compra-lo para provar que se preocupa com o conforto de sua familia?

  11. o Peru usa o MI-26, e não tem reclamado, tanto que deve estar negociando outro lote! mas o problema da manutenção tem que ser bem analisado!

  12. Blaya…
    Não vou iniciar uma nova argumentação com o amigo. Cada um de nós tem sua forma de pensar, e, mutuamente, vamos respeitar isso, ok?

  13. o F-18 era o favorito, a perda do negocio foi responsabilidade do governo americano, as relações com a boeing se mantiveram, o caso e o seguinte, 03 finalistas reuniam caracteristicas que atendiam as necessidades da FAB, optar pelo gripen (eu preferia o Rafale) foi uma decisão politica, mas tecnicamente apoiada pelo estudo da propria FAB!

  14. Poxa, velho!e muito dificil digitar sem cometer infraçoes ortograficas,acho que esta aeronave vai dar grande capacidade ao exercito e seria muito bom velo "morcegando"em céus tupiniquins.
    o exercito brasileiro e meio dificil de "mexer" com eles,compraram um tanke ruim(leopard 1a5)enquanto se foi oferecido opiçoes melhores,mas por causa do peso eles recusaram,e melhor eles aproveitarem que o governo esta bonzinho e comprando arma pra todo mundo, mesmo eles nao tendo infraestrutura para operar certos equipamentos,acho que e por isso que eles recusam certas coisas,no caso dos tankes,e por que as pontes nao aguentariam um de 70 toneladas entao tiveram que optar por um de 50.

  15. Blzeni,

    concordo que se for o caso do EB adquirir helicópteros desse tamanho deveria ser o Mi-26. mas a minha visão vem mais de encontro com a nossa política externa.

    Se o Brasil tem interesse em fortalecer os BRICS seria a melhor escolha.
    Eu lí, (não me lembro aonde, desculpa) que a Rússia, depois dos acontecimentos com a Ucrânia não tem mais interesse em trabalhar com a Antonov e que Moscou estaria interessada em um outro avião de transporte, no caso o KC-390.

    Se eu encontrar a matéria outra vez, eu posto aqui.

    ABS 🙂

  16. MJBlaya, sendo bobo agora com uma pergunta mais boba ainda… Você acha que há chance de o KC-390 entrar para uma concorrência ou ainda que há a minima possibilidade dos americanos se interessar por esta aeronave? Pergunto isso pois a Boeing é grande e seus grandes projetos militares estão acabando, então, temos boas relações com a empresa e ela é "simpatizante" do nosso cargueiro. Será que é possível uma parceria mais aprofundada com a Boeing no que se refere à oferecer esta aeronave num futuro para os americanos?

  17. Muito boa notícia. Tomara que os 'ventos' políticos não atrapalhem.

  18. Jose,
    Você é da onde?

    Isso é lenda da internet e repetido em alguns blogs ignorantes.
    Não tem dessa de ponte…
    Não tem dessa de governo bonzinho…ahah

    O leo1 A5 foi escolhido pela qualidade, preço, e bom relacionamento com a Alemanha.

  19. Caro Lamarca,

    eu sei que tenho esse jeito meio estupido de ser! e pelas "muito poucas" vezes que passo dos limites, peço desculpas! mas quero saiba que nossas diferenças de opinião, graças a Deus nos temos nossas opiniões, não mudam o bom conceito que tenho de ti, como tenho pelo Gio, RR e mais um ou dois que pretendo não citar para que não fiquem convencidos.

  20. e mais facil eles desenvolverem um proprio que comprarem o KC-390!

    eu tenho uma duvida, e gostaria que alguem me explicasse, porque KC e não apenas C! KC não identica aviões de reabastecimento!

  21. "Quisera eu, inclusive, poder passar a elogiar esse governo." acho que este é o sentimento que mais aperta o coração das pessoas que não concordam com o que acontece, e falo no sentido ideológico mesmo.

  22. Taliban, o Brasil precisa de um heli como o Chinook e não um que carregue o Chinook! 🙂

  23. Siglas da FAB:

    A – avião de ataque.
    C – avião de transporte.
    F – avião de caça (combate, interceptação, superioridade aérea).
    H – helicóptero.
    K – avião de reabastecimento aéreo.
    L – avião de ligação e observação.
    P – avião de patrulha.
    R – avião de reconhecimento, alerta antecipado, sensoriamento remoto, levantamento aerofotogramétrico.
    S – avião de busca-e-salvamento.
    T – avião de treinamento.
    U – avião de emprego geral (utilitário).
    Z – planador.

    K(avião de reabastecimento aéreo) C(avião de transporte)

  24. O colega disse que seria até 12 aeronaves, quanto custaria isso e daria para comprar quantos EC735, não tem lógica … e argumentar que é de outra categoria num resolve.
    Prestigiemos o que sendo feito por aqui .

  25. Na boa. As três forças necessitam de helis deste porte. Não só o Exército. Mas começando pelo EB seria uma excelente aquisição.

  26. As forças armadas precisam se reequipar, toda noticia de compra , mesmo que seja de 1º de Abril é bem vinda.
    O Chinook seria uma ferramenta valiosíssima para o exército, que de certa forma conseguiria uma pequena independência em certas ocasiões da disponibilidade de aviões da FAB com a capacidade semelhante e, com a vantagem do pouso e decolagem vertical.

  27. Com tanto problema as forças armadas vão comprar chinooks? A variedade de equipamentos e a falta de outros vai acabar mal, eu acho, mas, opinião de português pelo que não peço que concordem

  28. Sorry, mais não resisti…

    Ao ver a foto acima, entendo que a FAB é que deve comprar uns 20 ou 30 Chinooks, pois todos reclamam que não tem verbas para hrs de voo dos tigers, poww com os Chinooks dáh para fazer os F-5 voarem com custo mais barato. kkkkkkkkkkkkkkkkk

  29. Sugestão ao Cavok Gio.

    Fazer um concurso para escolher um nome para o KC390.

  30. Pergunta

    Esses Chinook não são os mesmos que foram utilizados no Iraque e usados até o osso?

  31. Dado que o Exercito não é uma entidade com renda própria e não gera o seu próprio dinheiro.
    Esta compra será inevitavelmente bancada pelas verbas do orçamento federal destinadas a pasta defesa, verbas que por sua vez são formadas com o dinheiro dos nossos impostos…Em última instancia, quem estará pagando pelos helicópteros é você ,eu, nós…

  32. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  33. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  34. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  35. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  36. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  37. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  38. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  39. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  40. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  41. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  42. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  43. jose_davi,

    galileu,

    Creio que essa história, de que o terreno ou pontes no Brasil não aguentam carro de combate pesado, deve ser aprofundada… Até porque, no Brasil existe praticamente todo o tipo de solo, e as principais localidades costumam ter vias que permitem tráfego de caminhões levando quarenta toneladas ou mais…

    Simplificando o que quero dizer…

    O que ocorre é que o peso de um carro de combate é melhor distribuído sobre suas lagartas do que o seria em um veículo sobre rodas, de modo que ele exerce menos pressão no solo do que estes últimos. Essa, aliás, é uma das razões pelas quais esses veículos se dão melhor em terrenos mais difíceis… Por tanto, creio que os maiores problemas estariam com a infraestrutura necessária para o transporte desse equipamento pelo País, mas associadas principalmente as dimensões dos novos MBTs, e não somente peso… Enfim eu realmente não acredito em grandes limitações com relação a peso no que diz respeito a MBTs.

    Contudo, lembremos que os MBTs são levados a grande distância por transportes sobre rodas. A tendencia é os carros de combate não irem até seus destinos por si mesmos. Imaginem um regimento de MBTs saindo em um deslocamento, por exemplo, de São Paulo em direção ao Rio Grande do Sul… Receio que alguns ficariam pelo caminho… Sem falar no combustível ( e haja combustível com aquela coisa consumindo um litro por trezentos metros rodados… ). Enfim, teremos caminhões pesados trafegando com tanques igualmente pesados em carretas. É aí que talvez se encontrasse alguma dificuldade, pois entendo que deveria haver um transporte realmente adequado, que distribua bem o peso do carro de combate por sobre seus eixos.

    Por tanto, creio que nem tudo acerca desse assunto é lenda, se observarmos do ponto de vista acima…

    Tem esse vídeo com um transporte de Abrams. Observem quantos eixos tem a carreta e o caminhão: http://www.youtube.com/watch?v=TWXnkUuEEEc
    Tem esses também: http://www.youtube.com/watch?v=zYRHZmpD9iQ http://www.youtube.com/watch?v=zCA3Kn-Y5Gw

    Por fim, as FAs tem feito as compras com bastante lógica. O Leopard 1A5 é um excelente carro de combate. Bastante sólido e confiável, é muito provavelmente o melhor de sua geração. O canhão de 105mm ainda é bom o bastante ( ainda mais tendo em vista o que dispõe os vizinhos do Brasil ) e até agora não li nada de extraordinariamente ruim sobre esse CC no Brasil ou em outra força armada.

  44. stadeu,

    Dependendo de como se dará a compra, pode realmente não haver uma diferença gritante… O preço fly away do CH-47 gira em torno de 40 milhões de dólares.

    O Chinook sai do chão com o dobro de peso do EC… Não há comparação cabível, posto que o EC não faz, e nunca fará, o que o Chinook faz…

  45. as chances do KC-390 vender nos EUA e a mesma do A-400, lembre que os americanos dificilmente compram aviões de outros paises, veja o caso escandaloso dos novos aviões tanques, inicialmente a Airbus tinha vencido a licitação, ai cancelaram ela e a refizeram com condições favoráveis a Boeing!

    as chances são minimas, mas existem! até porque eles fabricam o Hercules! mas acho que o mercado americano não é o alvo do kc-390

  46. Blaya, um avião do porte do KC390 (um hércules a jato) não seria interessante aos americanos? fabricação soblicença… também acho que as chances são poucas… mas que ele ficaria bem na USAF ah ficaria.. mas claro, precisa provaa a que veio ainda…

  47. Será um salto gigantesco em capacidade para o EB, finalmente seria equipado com uma aeronave de grande capacidade e comprovada em combate a mais de 4 décadas em todos os cantos do mundo.

    Caso realmente a compra se concretize será o segundo país da América Latina a operar este modelo de aeronave depois da Argentina que chegou a utilizar seus Chinook's nas Falklands/Malvinas entre outros cenários Sul Americanos.

    Uma categoria carente em nosso país que precisa de vetores deste tipo sem sombra de dúvidas e não só para operações militares mas também para atendimentos a população em estado de calamidade, apoio científico e assim por diante.

    Mas temos que levar em consideração é que não adianta apenas adquirir novos equipamentos se a força está em estado de "alerta" quanto a sua situação financeira, o Brasil necessita de uma nova diretriz quando o assunto é defesa nacional, que o debate seja mais aberto e que a população realmente entenda a sua necessidade e missões. O que vemos nos últimos anos é que comprar/modernizar virou a febre do momento de certa forma é sim necessário que isso ocorra mas de forma que outros setores recebam a mesma atenção governamental.

    FAB com aeronaves no solo,EB com blindados obsoletos, e MB dando baixa em navios comprados "recentemente", todas tem importância além de suas missões militares, o apoio a população civil em todos os cantos do país,auxilio no desenvolvimento e pesquisa em várias frentes e assim pode diante.

    Recursos se bem alocados o Brasil tem e de sobra, basta organização e vontade.

  48. então Gio, o aparelho não está sendo projetado para ser apenas um reabastecedor, mas sim um avião de transporte, eu não entendo a insistencia em chama-lo apenas de KC-390, para mim o correto era C-390!

  49. Parece que vc não quis entender a pergunta…….

    Mas refaço para ficar mais explicito….

    caso ocorra a compra, o dinheiro sairá do orçamento que é destinado ao exercito ou o governo federal vai adicionar um extra nisso aí, como foi o caso dos EC-725….

  50. Em 1982 quando os argentinos afundaram o Atlantic Conveyor os britânicos perderam seus Chinooks, ficando apenas com um aparelho que foi usado até o osso! Logo os britânicos capturaram, usaram e levaram como butim um chinook argentino! Isso exemplifica o quanto essa aeronave é importante.

  51. confesso!nao li tudo o que voce escreveu!mas o que li deu pra entender e e tudo verdade,porem eu acho que vi isso no youtube ha muito tempo ,mas parece que o peru tem cc t-90's .
    ha blindagem deles sao ecelentes e nao acho que um canhao de 105 mm ''cavaria'' a blindagem dele,talves se usasem muniçao especial,mas tambem nao importa muito,meu porfessor de geogrfia ele e muito conpetente e se aprende muito com ele,o brasil e pacifico,nao precisa de super equipamentos,para a força aerea,12 caças de superioridade aerea(podia ser o f-15 eu acho ele muito lindo ,competente,e, na minha opniao,e o melhor de todos os tempos,mais uns 24,ou 36 caças menores,pode ate ser gripen,legal se fosse de fabricaçao nacional,seria um hi-low perfeito

    para a marinha,30 fragatas boas,20 navios anfibios de apoio ,quem sabe 2 porta elicopteros,ums 24 p-3(ja penso p-8,uuuutttooopppiiicoo,acho que nem precisa de porta avioes,por exercito,um tanke que seja conpetente e barato,baterias antiaereas e superficie-superficie,fuzis,muniçoes e comida,alem d epaga a roupa pros cadetes,pq eles tem que comprar,

    pelo brasil ser um pais pacifico ,manter este esuqema sempre atualizado seria muito decente ,talves um equipamento a mais que eu nao citei,alem de manter uma reserva ae quem sabe vaga na paradinha de segurança da onu.

    akilo do lado do rotor do chinok sao turbofans?

  52. a6tiago,

    No caso da corveta Frontin.

    Por incrível que pareça, não é incomum que as unidades mais novas de uma classe terminem retiradas de serviço e canibalizadas primeiro. E isso não seria exclusividade da MB…

    Não raro, quando as ultimas unidades de uma classe se aproximam de seu tempo para fazer as grandes modernizações, uma nova classe já está sendo concebida ou até mesmo com as primeiras unidades já sendo construídas. Por tanto, trabalhos maiores em unidades que logo já poderão ser consideradas obsoletas, podem simplesmente não compensar… Questão de custo/benefício. Vale lembrar que as outras Inhaúmas também estão passando por manutenção, em diferentes níveis. Mesmo se fosse possível que a Frontin fosse submetida agora a uma manutenção ao nível das demais, muito provavelmente estaria pronta somente na segunda metade dessa década, quando teoricamente já seria desnecessária. Enfim, a capacidade de reparo também é limitada.

    Lembremos que o que importa é manter em atividade uma determinada quantidade de navios que se julgue necessária e/ou que condiga com o orçamento para opera-los de forma eficiente. De fato, olhando desse ponto de vista, a retirada da Frontin pouco ou nada muda em relação ao atual estado da frota, pois espera-se que ela seja substituída por uma das escoltas ora em manutenção, o que manteria o número regular de escoltas na ativa ( entre 12 e 13, eu creio ).

    Enfim, se as ultimas unidades da classe não apresentam nenhuma característica em específico que justifique sua permanência em serviço, então, caso realmente não haja mais nenhuma justificativa, o certo é mesmo retira-las para que sobrem recursos para se investir em algo que irá atender melhor as necessidades atuais e futuras; ainda mais sabendo que os recursos são limitados. Por tanto, julgo que a MB pensou certo…

    Por fim, basta observar o que acontece com outras marinhas pro aí para se perceber que a coisa não está fácil pra ninguém… Não é exagero dizer que, atualmente, a MB é a marinha em melhores condições ao sul dos EUA…

  53. Não, aqueles foram desmontados e vendido no ferro velho, tem alguns no deserto e outros foram vendidos para a aviação civil, fazem transporte de passageiros em países pobres, (tipo Peru).

    Esse são modernos e no estado de arte.

  54. RR, o que me impressiona não é a corveta ser desativada e sim sua compra ser efetuada, não compramos algo que em pouco tempo poderemos estar desativando, mas aparentemente foi o ocorrido.

    Estas comprar de oportunidade que acredito neste caso mostra o despreparo no pensamento futuro da força, não sou especialista em navios trabalho com aviação mas de qualquer forma o conceito é o mesmo. Planejar o futuro do seu equipamento é levar em conta até que ponto ele é viável e estimar sua expectativa de vida operacional.

    Não sei a idade das corvetas da classe da Frontin mas é algo a se analisar.

  55. RR,
    Claro que existe limitações quanto ao peso, como você lembrou muito bem no transporte por exemplo.
    Como você sabe país sério tem linhas férreas, o que não é nosso caso. Trem é o melhor meio de transporte desses MBT. No nosso caso é feito por caminhões e em algumas poucas regiões na sul por exemplo, alguns trechos há linhas férreas capazes.

    O que eu quis dizer é o seguinte, dizer que um Abrams ou Leo2 A6 não vem pra cá por somente fator peso é o mesmo que aquela outra insanidade dita por muitos alienados blog a fora, de que o Su35 não entrou no FX porque não cabe nos hangarestes….

    Tirando o estado de SP, poucos estados tem pontes que aguentam 70 ton +, ao menos é o que os caminhoneiros falam. Se o EB for levar tudo isso em consideração, não poderia ter MBT.

  56. Chicão, Eu acho q a Boeing que conhece todos meandros do mercado de aeronaves (guerra e civil) sabe do potencial das aeronaves da Embraer, por isso fez o movimento de aproximação (que eu entendi no começo como um movimento para comprar a Embraer e errei).

    Acho q o KC-390 vai ser um sucesso de vendas, se for isso mesmo que estão anunciando.

  57. Em Tempo: USAmericanus só compram de parceiros, comprou alguns helis russos na época que namoravam.

  58. Posso estar enganado… mas todos os KCs tem a capacidade de transporte… como as siglas FA-18.. fighter Attack… logo, as letras se compõe… mesmo que nem todos os aviões venham ter a capacidade de reabastecedor… e como ainda não "nasceu" nenhum protótipo, utilizar a sigla KC seria uma forma de propagar as capacidades futuras… acho "justo"… talvez, depois de "nascerem" cada unidade receberá a justa sigla… alguns KCs… outros somente C…, mas se todos tiverem mesmo, o que acho difícil se concretizar, o KC seria o correto…

  59. Posso estar enganado… mas todos os KCs tem a capacidade de transporte… como as siglas FA-18.. Fighter/Attack… logo, as letras se compõe… mesmo que nem todos os aviões venham ter a capacidade de reabastecedor… e como ainda não "nasceu" nenhum protótipo, utilizar a sigla KC seria uma forma de propagar as capacidades futuras… acho "justo"… talvez, depois de "nascerem" cada unidade receberá a justa sigla… alguns KCs… outros somente C…, mas se todos tiverem mesmo, o que acho difícil se concretizar, o KC seria o correto…

  60. Deus te "ova"!!!! rsrsrs…. mas falando sério, eu até hoje me pergunto se a EMBRAER já não vem costurando o KC-390 com os americanos através e com a Boeing… a não escolha do SH deve ter deixado os ligados ao KC390 bem nervosos…

  61. a6tiago,

    As corvetas da classe Inhaúma foram todas construídas no Brasil. Compõem uma classe de quatro vasos de guerra, sendo que a Frontin é a ultima unidade concluída, tendo sido incorporada em 1994.

    No caso específico de navios, no final das contas, quase sempre haverá somente um porcentual da frota em atividade ao mesmo tempo, com o restante passando por alguma manutenção ou modernização. De fato, são poucas as vezes nas quais se terão todos os navios de uma mesma classe disponíveis para ações. E até onde sei, muitas marinhas normalmente incorporam unidades a mais para que se tenha uma determinada quantidade de embarcações operacionais em um dado momento, em número que se julgue necessário para cumprir com suas tarefas.

    Grosso modo, pode-se dizer que as ultimas unidades de uma classe acabam sendo o "quebra galho" das primeiras, substituindo-as quando estas estão em modernização e mantendo o número necessário de escoltas em atividade, e ao final podendo servir de fonte de peças para manter as demais… Sei que parece um tanto ilógico que as ultimas unidades da classe, que são mais novas, terminarem desincorporadas antes. Contudo, fazer a manutenção e modernização custa caro… E quando as primeiras unidades realizam sua modernização e manutenção, são elas que cobrem o porcentual de unidades que normalmente permanece em atividade até que a classe substituta apareça, de modo que não seria economicamente atrativo financiar a manutenção e modernização das ultimas. Realmente, as ultimas unidades somente são contempladas se sobra algum…

    Não há, em primeira instância, qualquer problema particular com compras de oportunidades, desde que elas atendam aos requisitos das FAs. É o caso das patrulhas da classe Amazonas, que agora podem render uma classe de navios a ser construída no País e que é absolutamente necessária, posto que não se pode exigir muito das escoltas para tarefas como patrulha oceânica. Afinal de contas, uma fragata faz patrulha por custo de fragata…

  62. josé davi,

    O Peru tem, em sua maioria, carros de combate T-55 e remanescentes do AMX-13.

    No continente, creio que o maior adversário que o Brasil poderia enfrentar seriam os T-72 venezuelanos. Mas ainda assim, os Leopard 1 seriam páreo duro…! Existem os Leopard 2 chilenos, mas não seriam ameaça em primeira instância…

    "Aquilo" do lado do rotor do Chinook são sim seus motores.

  63. Entendi, mas de certa forma isso é minha opinião acho muito estranho tais ações mas enfim sou apenas um "sem força" opinando.

    A cadeia de fornecedores poderia ser uma boa solução mas nos períodos de manutenção concordo contigo que é necessário ter elementos a mais. Quando me refiro a compras de oportunidade é em relação a navios usados já encostados e colocados a venda por seus antigos operadores. Muitas destas vendas são alvo de controvérsia e assim por diante.

    Valeu pela explicação .

  64. Galileu quanto as linhas férreas ACHO que tens que rever teus conceitos.
    O Atual governo faz uma revolução não só construindo linhas já planejadas a décadas e novas linhas como também novos trechos integrando as ferrovias existentes.
    Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!
    E um eixo leste oeste está em curso igualmente, de modo que o modal ferroviário também vai poder ser considerado para deslocamentos do MBTs…

  65. n seria necessaria a fabricação sob licensa, uma vez que a embraer possui fabricas nos EUA tbm, creio que ela faria como fez com o A-29

  66. Não gosto desta compra, o Chinook é um projeto VETUSTO de tão antigo. Estes fanboys yankees não tem um pingo de vergonha nesta cara BRASICANA sem vergonha…

    O Chinook foi introduzido no serviço 2 anos ANTES do F-5E em 1962 o ano em que EU nasci a 52 anos atrás !!!

    Ainda mais que, me PARECE, que a compra não é de modelos novos. Apesar de sua produção não estar OFICIALMENTE terminada até onde consta as últimas unidades do CH-47F Chinook para o Exército americano foram entregues em 2012 e desde então nenhuma nova foi produzida.

    DUVIDO que a Boeing vá reabrir sua linha de produção para atender a 12 unidades para o Brasil e usamericanus tem uma AMPLA tradição de nos fufar oferecendo equipamento do pior e mais surrado lote disponível (como no caso dos P-3As)

    Vejo aqui um monte de cara babando por FERRO-VELHO yankee.

    Se for uma compra DE VERDADE com aeronaves NOVAS, aviônicos modernos e da variante F, OK retiro que disse.

    Mas do contrário para Chinooks usados e surrados no Afeganistão, Iraque e adjacências…

    Vão se catar…

    NÃO MUITO OBRIGADO TIO SAM… Eu passo…

  67. Na minha opinião, das três forças o Exército é o que tem mais os pés no chão. Infelizmente não tem a autonomia necessária para avançar sobre aeronaves de asas fixas ou embarcações de transporte, mas é, sem dúvida a Força mais capaz, a que podemos dopositar a esperança de defesa deste território. Força Aérea sempre querendo ser mais real que o rei assim como a Marinha, sem contar as relações estranhas entre estas e empresas e empreiteiras. O exército aposta no Black Hawk e torço para este um dia operar os AH-64 LongBow. Ai teríamos os guri de prédio da FAB subindo nas tamancas.

  68. a6tiago,

    Disponha!

    Também concordo que essas oportunidades de equipamentos usados podem ser controversas as vezes. Seja como for, é questão de estudo; de avaliação, tanto da máquina pretendida quanto da necessidade de se te-la.

  69. concordo, se forem equipamentos novos e modernos tudo bem

    ate aceitaria um leasing de vetores usados até os novos chegarem e treinarem os operadores da maquina

  70. Gilberto, a produção não esta encerrada encomendas da Inglaterra,Marrocos,Índia,Itália estão em andamento e largos processos de modernização estão sendo feitos na frota em atividade.

    O CH-47 ainda é uma aeronave de expressão na sua categoria e por mais que seja um cinquentão, pode realizar suas missões como poucos, mas gostaria de propor a você as possíveis alternativas a este aparelho para podermos ampliar o debate.

    Sobre os P-3AM a opção de compra foi da FAB pelo seu curto orçamento e não apenas que os EUA empurram ferro velho, se for assim vários membros da OTAN estão passando por processos parecidos com o mesmo tipo de aeronave, que além do mais ainda podem executar a sua missão vide os programas de modernização em andamento para que várias nações elevem o padrão não apenas deste modelo como de seus sensores.

    A US.NAVY já tinha em seu planejamento a substituição pelos P-8A há anos e agora é chagado o momento mas a substituição total dos P-3C vai demorar uns 10 anos ainda, até lá quem sabe a Embraer não possa desenvolver em uma plataforma da família E-jets focada neste nicho de mercado.

    Voltando ao Chinook sabemos o quanto o EB necessita de uma aeronave deste ti´po para dar maior mobilidade a sua força e que independente de novos ou modernizados vão ser um salto significativo na doutrina operacional. Caso futuramente apareça a necessidade de uma versão focada para forças especiais ele também pode ser modificado atendendo aos requisitos.

    Muito se fala sobre as aeronaves usadas que os EUA colocam a venda antes ou depois de irem para o AMARG mas temos que lembrar que nem todas as nações tem condições de adquirir versões novas de fábrica mas que existe a necessidade de termos tais meios.

    Se formos usar o contexto histórico vamos ver que as alternativas são poucas no mercado de "grandes" helicópteros e os que aparecem como opção são de idade de projeto similar ou um pouco mais novos caso cite o EH-101 a concepção é dos anos 80 ou seja tem três décadas nas costas sendo pouco mais de uma operacional. Outro peso pesado que esta sendo "reconstruído" é o CH-53K outro Tiozão em re-desenvolvimento.

    Se formos para os Russos vamos parar no MI-26 e outra opção seria o Chinês Changhe Z-8KA baseado no Europeu Super Frelon mas melhorado com aviônica digital entre outras melhorias.

    De novo em termos de operação ai temos o V-22 Osprey mas ai os recursos para seu emprego teriam que ser bem mais dispendiosos ou seja muita grana.

    Então são pontos de vista uns acham uma vantagem (sou um destes priorizando novas unidades) e outros acreditam numa desvantagem, células usadas tem várias mundo afora mas todas com quase 40 anos de uso ou próximo disso, e querendo ou não ainda é uma aeronave que tem uma importância e tanto nos campos de batalha e em outras missões que nem sempre são de combate.

    Mas como disse são pontos de vista cada um defende o lado que lhe agrada mais.

  71. a6tiago só duas observações os P-3As (que só uma década depois viraram M) foram "opção de compra" não foi pela FAB mas sim pela então diretriz da época do FHC que foi IGUAL para a aquisição dos A-4K e do Foch, o mais barato possível.
    E segundo Jesuiss os P-3AM vão todos sair de serviço como moscas em 2015 por algo que não quis adiantar/revelar…
    E na época nos empurraram os P-3As mais surrados, inclusive 3 países mais amigos que "adquiriram" P-3s posteriormente receberam variantes B e C mais novas. Para os Brazucas foi A e sem alternativa nem choro e nem vela.

    A MB eu sei está muito mais enamorada dos V-22 Osprey e por ser uma aeronave única, moderna, tecnológica e veloz, para o meu gosto, eu preferiria uma compra conjunta de 24 V-22 para o EB/MB com uma dúzia para cada. Mas conhecendo a MENTALIDADE TACANHA dos azulzinhos fabianos eles simplesmente SURTARIAM se a MB e o EB se juntassem num plano conjunto para operar um brinquedinho melhor que os deles. Assim acabaria o MdD do B sendo obrigado a fazer um "novo programa EC-725" com uma dúzia de V-22 para cada força e duas unidades para o GTE presidencial.

    ISTO SIM valeria a pena mesmo que de prateleira e sem TOT…

    Como disse Chinook só NOVOS e de fábrica, e as encomendas que citaste não são firmes, são só intenções de compra (e até por isso a linha não foi oficialmente fechada) que EU saiba não há produção real de Chinooks novos no momento na Boeing. Se tem outra informação ou se tem produção licenciada no Japão é outra história.

  72. Wolf estás desatualizado na informação, desde agosto do ano passado (Boletim do Exército nº 32/2013, PORTARIA Nº 155-EME, DE 6 DE AGOSTO DE 2013) o EB foi autorizado pelo MdD do B a formar uma comissão para estudar a viabilidade de implantação da aviação de asa fixa no EB.
    Só não acho que seja EB pé no chão fazer toda sua aviação com vetores YANKEES, eles foram os primeiros a detonar o antigo acordo militar com os EUA. Não vejo porque o EB não ter sua aviação de transporte com frota própria de KC-390 para seus deslocamentos, operações e seus PQDs…

  73. Se formos discutir a capacidade de transporte ai o Mi-26 leva grande vantagem mas os custos de operação de uma aeronave desta são muito grandes e os mesmos não receberam "grandes modernizações" tem uma tripulação de "voo" grande para qualquer aeronave moderna é mais lento.

    Mas em qualquer caso poderia ser uma opção mas…

  74. Concordo, espero ver o EB independente da FAB e MB na defesa da tropa em solo e transporte da mesma. O KC390 seria muito bem vindo ao EB, assim como helicópteros de ataque. Para mim não precisa de mais nada além de blackhawk, chinooks e longbows, além do EC, e só.

  75. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  76. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  77. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  78. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
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  79. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  80. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  81. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  82. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  83. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
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  84. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  85. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  86. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  87. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  88. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  89. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  90. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
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  91. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  92. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  93. Sendo ou não da época do FHC a real é que compramos o que dava, lógico que os militares da FAB preferem um vetor novo e com maior capacidade mas foi o que apareceu. Segundo a sua informação "todos" os P-3 vão sair de serviço em 2015, então os países que estão realizando a modernização para ampliar a vida útil de seus aparelhos são bem burros juntando com a Lockheed Martin que reabriu a linda de produção de novas asas e assim por diante. Incoerente né???

    Nem todos os atuais operadores do P-3 tem as condições ($$$) de substituírem suas aeronaves em curto prazo em favor do P-8A que eu saiba até o momento tirando os EUA apenas a Índia começou a receber seus vetores.

    Quando você disse que a alternativa da versão "A" foi sem choro e nem vela discordo novamente, opa poderíamos ter dito não mas a necessidade foi maior. Tivemos a opção de escolher que sistema seria instalado a bordo o Europeu FITS, entre outros incrementos.

    Longe de ser o vetor ideal poderíamos ter aeronaves mais novas e bem equipadas mas a defesa nacional nunca é pauta para nenhum candidato a eleição, e quando os eleitos estão no poder tudo vira desculpa para postergar mais e mais a compra de equipamentos.

    Não vejo problema algum na compra compartilhada de aeronaves como aconteceu com os EC-725 pelo contrário acho que ela tem que ser praticada mais aliviando os custos mas separando as necessidades de cada força, o V-22 é a aeronave do momento no segmento mas seus custos ainda são muito altos, o CH-47 é mais acessível tanto quanto a compra de unidades quanto aos custos para mantelas.

    Com relação a procedência lógico que aeronaves novas são melhores em todos os aspectos mas temos que levar em consideração que compramos usadas também e não é de hoje, mas a torcida é sempre por "0Km".

    A produção do CH-47 continua na Itália através da Agusta, tanto para o exército Italiano quanto para a RAF, e programas de modernização estão em andamento nos dois países, quanto a Boeing ela tem sua linha de produção garantida até a entrega do último CH-47 modernizado para o US.ARMY e outros operadores que optaram por uma revitalização ou produção de novos aparelhos como o Canadá que encomendou alguns, pelo que andei lendo a produção licenciada no Japão já foi encerrada. Acredito muito que só será encerrada por volta de 2020 isso caso não ocorram novas encomendas.

    Dê uma olhada na página da Boeing que lá tem algumas noticias interessantes sobre o andamento do programa CH-47D/F.
    http://www.boeing.com/boeing/rotorcraft/military/

  94. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  95. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  96. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  97. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  98. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  99. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  100. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  101. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  102. "Assim em menos de 3 ou 4 anos poderá se cruzar o país de Rio Grande/RS até Belém do Pará DE TREM !!!"

    Na boa….essa revolução férrea que tu fala é balela, cada companhia brasileira de transporte férreo adota um padrão diferente de espaçamento de trilhos, ao todo são cinco padrão em utilização no Brasil, ou seja é uma verdadeira bagunça….

    Há trechos mistos…..mas são muitos poucos…então mesmo que houvesse essa vontade de integração….na prática hoje isso é impossível….

    Esse negocio de pegar uma carga no sul e levar até o norte no mesma locomotiva ou nos mesmos vagões é uma lenda propagada aos quatros cantos da terra da Jaboticaba….
    http://www.transportarcargo.com.br/artigo/trilhos
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bitola
    http://vfco.brazilia.jor.br/historia/bitesc/bitol

  103. Gilberto, a Boeing recebeu um contrato para produzir 155 Chinooks, com opção para mais 60:

    "Boeing was awarded a $4 billion multi-year contract in June 2013 that included 155 CH-47Fs and options for an additional 60 aircraft. Deliveries for this contract are expected to continue through 2019. International customers on contract to receive this advanced configuration include Australia, Turkey and the United Arab Emirates."

    Como se vê ainda é possível, caso queira, encomendar Chinooks.

  104. HMS_TIRELESS

    Ainda tem muito querosene para queimar por ai!hahahaha

    Os céticos vão dizer que são latas velhas os práticos reconhecem como eficientes e de grande futuro ainda.

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