Para o Ministro, a base é o melhor local de lançamento do hemisfério sul.O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, conheceu na quarta-feira (12/04) o trabalho e a estrutura do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). A unidade da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada no Maranhão, executa atividades de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais e de coleta e processamento de dados das cargas úteis, além de testes e experimentos de interesse da instituição.

A visita foi acompanhada pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, por uma comitiva do Ministério da Defesa e membros do alto comando da FAB.

Este Centro tem as melhores condições geográficas e também em termos de equipamento é o melhor do hemisfério sul. O Brasil tem muito a lucrar com Alcântara“, afirmou o ministro. É a primeira vez que Jungmann conhece o CLA desde que assumiu o Ministério da Defesa em 2016.

Jungmann ressaltou a importância do CLA para o desenvolvimento do País. “Dado o mercado hoje e o valor de um lançamento, que pode girar de 30 a 120 milhões de dólares, nós temos condições aqui de gerar recursos da ordem de 1,2 a 1,5 bilhão de dólares ao ano para o Brasil“. O ministro também falou que poderá haver parcerias com outros países para a expansão do projeto em Alcântara. “Rússia, França, Israel e Estados Unidos já demonstraram interesse. Também garantiremos a participação de empresas e órgãos nacionais“, destacou.

O ministro visitou o Centro de Controle – local que coordena as atividades de lançamento; o Centro de Controle Avançado – instalação mais próxima à área de lançamento, onde trabalha a equipe responsável pela integração do motor-foguete à carga útil dos veículos e pela segurança terrestre; e a Torre Móvel de Integração – plataforma de lançamento do principal foguete de fabricação nacional, o Veículo Lançador de Satélites (VLS), e futuramente do VLM (Veículo Lançador de Microssatélites).

Após conhecer as instalações, o ministrou realizou um sobrevoo de helicóptero sobre a área do CLA. “Para trazer ganhos aos setores envolvidos com o espaço, é preciso explorar toda a extensão existente. Afinal, as comunicações, a defesa, o meio ambiente estão relacionados com a área espacial, enfim, uma infinidade de atividades importantes para o Brasil estão atreladas ao espaço”, pontuou.

O Centro de Lançamento de Alcântara opera há 34 anos, desde sua criação, em 1º de março de 1983. Ao todo, 475 veículos já foram lançados pelo CLA. A unidade possui em torno de 900 militares e servidores civis, que atuam nas áreas de lançamento e no apoio e suporte às atividades que envolvem as operações realizadas pelo CLA, como administração, logística, pessoal, saúde, segurança, entre outras.


FONTE/IMAGENS: Força Aérea Brasileira

 

20 COMENTÁRIOS

  1. http://spotniks.com/7-estatais-que-deveriam-ser-p

    5. Alcântara Cyclone Space

    A Base de Alcântara, no Maranhão, tem uma localização privilegiada. Por ser muito próxima ao Equador, os foguetes que são lançados dali precisam de menos energia. O que permite que missões realizadas a partir de lá possam transportar mais itens do que as realizadas em latitudes mais altas.

    No início dos anos 2000, o governo brasileiro planejou alugar a base para outros países realizarem seus lançamentos. As tratativas com os Estados Unidos estavam avançadas, mas foram paralisadas quando o país ao norte da fronteira se negou a transferir tecnologia e deixar os brasileiros inspecionarem lançamentos sigilosos.

    Com a explosão da Base de Alcântara que vitimou 21 tecnologistas do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em 2003, o governo brasileiro voltou a procurar um parceiro para a sua aventura espacial. Curiosamente, resolveu assinar um acordo bastante parecido com o negado aos americanos, mas, desta vez, com a Ucrânia.

    O acordo, tido como “comercial”, também não previa a transferência de tecnologia na fabricação de foguetes. Na joint-venture criada entre os dois países e batizada de Alcântara Cyclone Space (ACS), o Brasil entraria com a construção do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), e a Ucrânia com o foguete Cyclone-4. O lucro dos sócios deveria vir do transporte de cargas e o lançamento inaugural seria em 2010.

    Nada do planejado saiu do papel. O foguete não ficou pronto e hoje a Ucrânia enfrenta uma guerra civil. O CLA não tem ao menos uma previsão de quando suas obras terminarão, e a União foi condenada a pagar R$ 60 milhões às construtoras Camargo Corrêa e Odebrecht pelos serviços já feitos.

    Após R$ 500 milhões serem investidos pelo Tesouro brasileiro, o governo cancelou a parceria no meio de 2015. Nos termos do acordo, Ucrânia ainda pode obrigar o Brasil a indenizá-la por encerrar o contrato.

    Desde 2013, antes mesmo do acordo ser rompido, o Brasil vem negociando com o governo americano um novo contrato para o uso da Base de Alcântara. Assumindo de vez as negociações neste ano.

    Nesse meio tempo, o investidor sul-africano Elon Musk fez a SpaceX, sua empresa de exploração espacial, conseguir reaproveitar foguetes que já foram lançados, pousando-os em bases instaladas no mar, em vez de simplesmente descartá-los. A tecnologia promete poupar milhões de dólares por cada voo espacial.

    • Tu leu os comentários na matéria?

      Foi só falar em privatização que apareceu uma horda com todo tipo de argumento falacioso, principalmente o da soberania nacional…

      Achei interessante a opinião 'de fora'. Infelizmente, toda discussão disso em fóruns militares tem um viés bem específico e acaba se perdendo o todo, o grande quadro. Discuti-se sabotagem, alianças estratégicas, competência (disputa eterna entre a FAB e órgãos de ciência), mas não qual a real intenção por trás de um programa espacial, seus ganhos concretos para a sociedade, como se dará o financiamento e gerenciamento, etc.

  2. Essa melhor posição geográfica já está virando chavão e logo logo vai se tornar piada junto a do "petróleo é nosso". Mesmo nos anos 70-90 o incremento na velocidade radial lançando do Equador já não valia tanto o investimento e era tema de muito debate na NASA, o propelente sempre foi muito barato, a maior velocidade radial no Equador compensaria apenas por aumentar a carga útil e amortizar um pouco o custo do foguete que na época custava uma valor absurdo, apesar de lançar do Equador aumentar outros gastos. Hoje, com os foguetes descartáveis custando bem menos graças a ganhos de escala de produção e automação, além de muito mais flexíveis (modulares) e eficientes, graças aos motores russos, esse ganho já fica bem questionável.
    Pra piorar, o custo dos foguetes no futuro tente a cair vertiginosamente com os foguetes reutilizáveis custando uma fração dos custos de hoje e os novos motores americanos mais eficientes que os russos que estão sendo desenvolvidos, e aí o ganho questionável provavelmente se tornará irrisório.

    Resumindo, a vantagem em diminuir custos ao lançar do Equador vai se tornar cada vez menor a medida que corresponde cada vez mais a apenas uma redução do custo do combustível e não do custo do foguete, reduzindo sua atratividade e possivelmente sua viabilidade já que transportar um foguete/satélite milhares de quilômetros só pra economizar algumas centenas de quilos de propelente é loucura.

    O único motivo que vejo pra essas nações continuarem a insistir em Alcântara hoje é geopolítica, não econômica, no caso dos americanos em especial, bloquear o uso pelos russos que teriam mais a ganhar com Alcântara se comparado a seus centros de lançamento em alta latitude (que é uma diminuição de velocidade radial exponencial) e sua tecnologia ainda mais antiga, embora também caminhem a passos largos no sentido de utilizar foguetes reutilizáveis.

    Sem necessidade real, mesmo com um acordo, Alcântara jamais se desenvolverá economicamente como um centro de desenvolvimento de tecnologia e indústria como sonharam.

    Realidade é que as dis****s ideológicas sepultaram o futuro de Alcântara e perdemos o bonde da história, se sair um acordo agora, independente de com quem, é extremamente provável que seja muito prejudicial pra nós.

    • Ainda existem vantagens no uso de bases de lançamento próximas da Linha do Equador, a França tem um alto custo transferindo seus foguetes para a Guiana Francesa, mas vale a pena e não estão cigitando desistir.
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      A famosa Base Americana de Morotai da II Guerra foi reativada pela Indonésia com a construção de uma pista no lugar da antiga e será a sede do seu centro de lançamento, estão procurando parceiros com $$$, por ser praticamente em cima da Linha do Equador em área desabitada, está sendo disputada por EUA, Rússia e China.
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      Morotai na Ii Guerra.
      . https://br.pinterest.com/yeslulu/morotai-wwii/
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      Morotai hoje com pista reativada para apoiar construção do centro de lançamento.
      . http://userdisk.webry.biglobe.ne.jp/008/106/61/N0

      • WRStrobek, não cogitam desistir mas não sei se esse tipo de ideia é improvável não. Kourou deixou de ter papel comercial há muito tempo, são décadas operando no vermelho, o governo francês além de bancar a manutenção do centro ainda subsidia os lançamentos da Ariane Space em quase 30 milhões de dólares por lançamento só pra manter a empresa funcionando (e ainda assim são muito mais caros que a concorrência), isso sem contar os subsídios das agências europeias e o direcionamento de contratos.

        Resumindo, só continua a operar pois possui uma importância tecnológica imprescindível pra uma potência nuclear que é a França e pros europeus em geral.

        E mesmo assim, essa greve em Kourou dá sinais que no futuro essa postura pode ruir. Os protestos, fruto de privatizações de hospitais e serviços por lá, ocorrem principalmente pela incapacidade do governo francês de manter o pesado estado francês e a galopante dívida pública, gerando cortes de gastos nas colônias como forma de pagar as dívidas do continente. Com um déficit anual de 90 bilhões de euros, até quando vai sustentar a Ariane Space? O projeto do Ariane 6, focado na reutilização e com custos drasticamente menores, pode ser o primeiro indício que o governo francês vai parar de financiar essa loucura e aí talvez considerem uma opção mais barata mesmo fora do Equador.

        E o detalhe, Kourou tem toda infraestrutura pronta desde os anos 70, nosso case comercial não tem nem isso, ou seja, é pouco atrativo economicamente e demanda um investimento de alguns bilhões. Por conta disso que toda oferta para Alcântara joga a construção do posto de lançamento no nosso colo, o risco de assumir o elefante branco é sempre nosso como já ocorre com o esqueleto da base de lançamento do Cyclone. Os "parceiros" se eximem da base já imaginando a necessidade de abandonar o barco no futuro, foi assim com americanos, russos e ucranianos.

        Entretanto, essa situação de Kourou talvez mostre o mapa da mina pra Alcântara, precisamos é de alguém que não se importe com o modelo comercial mas sim com o projeto estratégico.

        Israel por exemplo precisa lançar seus foguetes no sentido do Mediterrâneo, contra a rotação da Terra, e com isso gasta muito combustível além de limitar seus testes, Alcântara reduziria consideravelmente os custos de seus lançamentos, só não sei se eles tem bala na agulha pra um projeto desses.

    • Moisés, você acredita na viabilidade das plataformas marítimas para os lançamentos? Elas acarretam alguma limitação para o veículo lançador?

      No caso da praticabilidade deste sistema, seria possível/interessante uma plataforma permanente no oceano, em região equatorial, para receber os VLS dos países que não contam com esta vantagem geográfica?

      • É viável mas depende muito do uso, tem uma empresa chamada SeaLaunch, uma joint venture americana e russa, que só faz lançamentos do oceano, em especial do Equador. Eles tem dois navios autopropulsados, um lançador e um com controle/radar, os custos de manutenção dos navios são bem altos mas era um negócio viável até ter problema na relação entre russos e americanos, e também algumas falhas dos foguetes russos, o que gerou muito tempo sem lançamento é um acúmulo de dívidas por conta disso. Os custos são menores que uma base pelo menos.
        https://youtu.be/dQXE9ar0S3Y http://www.russianspaceweb.com/sealaunch.html

        A SeaLaunch por usar uma plataforma móvel que vai a qualquer lugar do mundo tem que levar o foguete deitado e erguer no mar, então isso limita o tamanho do foguete, mas imagino que uma plataforma fixa tenha custo menores, sendo possível levar o foguete até ela, embora pra isso seja necessário mais um navio nessa equação.

  3. Não li, só "passei os olhos" e vi: 475 veiculos lançados…. kkkkk

    Isso é um sucesso, chupa mundo!

    Se eu fosse um quilombola, iria organizar uma manifestação nessa base, fazer o inferno, até que a fab perdesse as terras, consequentemente o "centro" kkkk

  4. O Brasil, por conta da falta histórica de recursos meio que acabou "dando sorte" tentando investir no nicho dos Nano / Micro Satélites… Mas já é mais um trem que está passando e não vamos embarcar… Brazilzilzil…

    Se fosse um país que desse liberdade a iniciativa privada neste setor, a questão do equador poderia ser ainda bem aproveitada e o CLA poderia se tornar quem sabe, referência no lançamento de pequenas cargas. Certamente poderíamos firmar algumas Startups no ramo se o ambiente fosse propício, já que o investimento seria de menor escala e atrairia e muito Acadêmia, não só em um aspecto nacional.

    Existe este mercado e futuro para pequenos Satélites, existe um CLA parado, existiria gente interessada no Brasil e fora dele para investir neste meio. E isto poderia ser um verdadeiro embrião para que no futuro se progredisse para cargas de maior massa e programas mais ousados, já contando com mão de obra e maior experiência no setor de lançamentos… Mas, como eu disse, é mais um trem que não vamos pegar.

    Enfim, é o que eu penso.

    • Calma, Bardini!

      Hoje apareceu um pequeno feixe luminoso no buraco que o Brasil se enfiou. Aparentemente, a proibição de importação de armas leves cairá, faltando agora alguns trâmites burocráticos. Ainda não está perfeito, mas foi um forte golpe na malfadada R-105 e no ignóbil monopólio da CBC.

      Talvez, os iluminados possam aceitar joint adventures, parcerias ou concessões em Alcântara ou na Barreira do Inferno, sem utilizarem o argumento de perda da soberania nacional…

      Ps: mas como ainda piorará antes de melhorar: http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/n

      • Eu acho que o problema nunca foi a importação de armas. O problema sempre foi não criar um ambiente e condições de concorrência e investimentos aqui dentro.

        Do jeito que está, essa importação de armamento só vai matar o que já tem aqui via custo Brasil, o que também não é grandes porcaria se você parar pra pensar. Mas pegando aquele exemplo batido da Tauros, ela perde o domínio, mas vai ganhar indo de vez pra fora e só vai mandar o restolho de lá pra cá custando a mesma fortuna… Vai ser o mesmo absurdo, vai se criar o mesmo cartel que vende carros a preços fora da realidade.

        O problema que eu enxergo é que se você se forma em engenharia e decide montar um empresa, para tentar começar a fabricar um leque de armas diferenciadas no país e etc, você não consegue!

        Talvez com essa modificação ai você passe a conseguir… Montar fora do pais e trazer seus produtos para vender aqui. Mas não esta certo. Não deveria ser assim.

        Não vejo como liberar a importação vá melhorar nossos reais problemas. Se fosse assim, nossos carros não seriam o absurdo que são, por exemplo. Mas eu espero/quero estar errado… Seria bom.

        • Pessoalmente, não considero que o Brasil e as empresas brasileiras devam ser uma ilha no mundo, encalacrados, dentro de um casulo que impeça qualquer comércio internacional. A era do mercantilismo já passou e não deixou saudade. Também não entendo seu ideal de concorrência, do que que escreveu aparenta que ela só é possível se o Estado interceder pelos players pequenos.

          Não acho que nada vai morrer. Não sei o que você teme que morra também. Com a provável queda do estatuto do desarmamento, acredito que haverá um enorme incremento do mercado consumidor, mesmo que em razão da demanda reprimida. Sem contar as novas licitações que se farão necessárias para substituir as porcarias atuais das forças de segurança pública. Também será uma enorme oportunidade para engenheiros nacionais e empresas se unirem a marcas estrangeiras de renome, parcerias que serão muito proveitosas. Uma industria do oriente médio já se instalou em Goiás. Me surpreende alguém que apoia o PROSUB e a Helibrás, desconfiar tanto da abertura no mercado de armas leves.

          A questão é que agora a CBC e a Imbel não forneceram mais trambolhos impunemente. Mesmo que não haja queda nos preços, será clara a melhora na qualidade dos produtos ao acesso do cidadão brasileiro. Mas se você acredita que a população brasileira deva viver sendo espoliada pelo Estado e por empresas em situação beneficiada, em troca da segurança/soberania nacional ou geração de empregos, encerro aqui a discussão.

          Ps: quanto ao mercado automotivo, concordo que o custo brasil e o lucro brasil são abomináveis. Mas ainda é melhor que o quadro anterior, onde além do preço, não havia variedade e era tudo porcaria.

          • Caraca… mercantilismo?
            Fala sério. Você realmente não me entendeu.

            Eu estou falando que, na minha visão não adianta grandes porcaria "liberar" a importação se você não der condições para que indivíduos brasileiros possam conceber e produzir um produto, semelhante aos estrangeiros e competir pela demanda que existe aqui. Esse é o nosso problema. Importação é o Gambiarra Way, a opção "fácil" para tentar concertar um problema muito mais complexo.

            Até nos EUA existe reserva de mercado para não fortalecer competidores estrangeiros por pura importação de armamentos, como Rússia. Não é uma jabuticaba. A diferença é que lá os produtores tem as condições para dar origem a produtos fenomenais.

            A importação de armamento por aqui vai ser só mais uma forma do governo comer o consumidor por uma perna, cobrando impostos fora da ralidade. Some a isto ainda a margem de lucro do cartel empresarial ( como ABIMDE) que vai revender produtos por aqui e você tem uma outra bela porcaria como a indústria automobilística. Décadas de "tradição" no setor e nenhuma marca nacional surge para competir, pq será?

            Os produtos podem ficar melhores? Podem… Podemos ter mais opções? Sim… Mas e dai?
            Vamos continuar pagando 50 mil num carro bem "meia boca" enquanto lá fora, no país onde existe uma liberdade econômica mais estruturada (não essa liberdade gambiarra ai) esse carro não custa a metade… E ainda é produzido por lá, abocando a demanda deles e parte da nossa consequentemente. Quem ganha com isso? Eles.

            Quanto ao defender PROSUB e Helibras… Só pode ser sacanagem.

            O que eu defendo é a necessidade pelos Submarinos, incluindo o Nuclear. O contrato é que é uma bela de uma porcaria, que só não é pior do que o do HX-Br, se é a isso que você se refere.

            Enfim, estamos no Brasil, não dá pra acreditar em papai noel, contrato livre de pixuleco e "liberdade econômica" by Gambiarra way.

            • o problama é que o estado atrapalha a atividade produtiva local mais do que a concorrencia externa, mas quanto ao exemplo dos carros, um carro fabricado no brasil custa mais barato no exterior do que aqui, a nossa gasolina custa mais barato no exterior do que aqui, ovo de páscoa da nestle custa mais barato no japão do que na cidade em que é fabricado no ES