Um caça F-16AM da Real Força Aérea Dinamarquesa decola da Base Aérea de Siginella, na Sicília, para uma missão de ataque no Iraque. (Foto: Reuters)
Um caça F-16AM da Real Força Aérea Dinamarquesa decola da Base Aérea de Sigonella, na Sicília, para uma missão de ataque no Iraque. (Foto: Reuters)

Os quatro aviões de combate F-16 dinamarqueses que foram enviados para lutar contra o grupo militante ISIS já entraram em combate na Síria, e pela primeira vez atingiram alvos na capital auto-intitulada do grupo islâmico, Raqqa, nessa sexta-feira, dia 5 de agosto.

“Nós podemos confirmar que os caças dinamarqueses pela primeira vez atacaram alvos em território sírio,” disse Jan Dam, que dirige as operações internacionais da Força Aérea Dinamarquesa, para agência de notícias Ritzau da Dinamarca.

Os quatro jatos, que estão destacados na Base Aérea de Incirlik, Turquia, desde o dia 17 de junho, estavam até agora voando missões de vigilância e reconhecimento sobre a Síria, com missões de combate limitadas ao Iraque.

Embora ele não tenha entrado em detalhes, Dam disse que os ataques recentes na área de Raqqa tiveram, entre outros objetivos, foram direcionados a instalações de comando e controle do ISIS.

Os F-16 dinamarqueses já lançaram 93 bombas em um total de 67 missões desde 17 de junho.
Os F-16 dinamarqueses já lançaram 93 bombas em um total de 67 missões desde 17 de junho.

O Comando de Defesa da Dinamarca, o centro de comando para as forças armadas da Dinamarca disse à Reuters que os ataques também tinham como alvo os estoques de armamento e o pessoal inimigo.

Os quatro aviões dinamarqueses já voaram missões nas províncias de Al Anbar, Nínive, Dohuk, Erbil e Salah Ad Din do Iraque, lançando 93 bombas em um total de 67 missões desde 17 de junho.

De acordo com um comunicado de imprensa, recentemente 100 soldados dinamarqueses também chegaram na base aérea de Al Asad, na província de Al Anbar do Iraque para treinar as forças de segurança iraquianas, substituindo um grupo já existente que estava no local durante seis meses.

A Força Aérea Dinamarquesa sublinhou que, apesar do maior risco de baixas civis na Síria, que “não há indícios de que as missões dos F-16 dinamarqueses na Operação Inherent Resolve fossem responsáveis por mortes de civis não intencionais.”

Fonte: Local.dk

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1 COMENTÁRIO

  1. Sei q a situaçao das verbas nao anda muito boa, mas. hipoteticamente, ta ai um modo d enviar nossos pilotos a missoes no exterior, um pequeno efetivo q desse algum tipo d ajuda direta. Que aeronave sera q a FAB mandaria?? Bom isso me lembra o pesadelo do exercito no Haiti… pensando bem…

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