Um F-35B Lightning II do Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 211 é lançado do USS Essex (LHD 2). (Foto: U.S. Navy / Mass Communication Specialist Seaman Sabyn L. Marrs/Released)

Um caça F-35 dos EUA foi usado contra um alvo do Talibã no Afeganistão nesta quinta-feira, marcando o primeiro uso do avião furtivo em combate pelos Estados Unidos. O F-35B Lightning II do Corpo de Fuzileiros Navais realizou seus primeiros ataques de combate na área de responsabilidade do Comando Central dos EUA em apoio a Operação Freedom’s Sentinel no Afeganistão.

O F-35B Lightning II decolou do navio de assalto anfíbio USS Essex, no Mar da Arábia, e durante esta missão realizou um ataque aéreo em apoio às operações de liberação do solo, e o ataque foi considerado bem sucedido pelo comandante da força terrestre.

“O F-35B é uma melhoria significativa na capacidade anfíbia de teatro e de combate aéreo, na flexibilidade operacional e na supremacia tática”, disse o vice-almirante Scott Stearney, comandante do comando da Força Naval das Forças Armadas dos EUA. “Como parte do Essex Amphibious Ready Group, esta plataforma apoia as operações no terreno a partir de águas internacionais, ao mesmo tempo que permite uma superioridade marítima que aumenta a estabilidade e a segurança”.

A 13ª Unidade Expedicionária da Marinha (MEU) é a primeira MEU de combate implantada a substituir o Harrier AV-8B pelo F-35B Lightning II. Os F-35Bs do Esquadrão de Ataque de Caça dos Fuzileiros (VMFA) 211 estão atualmente embarcados no navio de assalto anfíbio USS Essex (LHD 2) da classe Wasp, como parte do Essex Amphibious Ready Group.

Em maio, Israel se tornou o primeiro país a usar o caça furtivo F-35, fabricado nos EUA, em combate.

“A oportunidade de sermos a primeira equipe do Corpo de Fuzileiros Navais a empregar o F-35B em apoio às forças de manobra no terreno demonstra um aspecto das capacidades que essa plataforma traz para a região, nossos aliados e nossos parceiros”, disse o Coronel Chandler Nelms, oficial comandante da 13ª MEU.

Os Estados Unidos e 10 nações parceiras pretendem aumentar a frota do F-35 para mais de 3.000 jatos e aproximar o preço unitário do F-35A de US$ 80 milhões em 2020, por meio de ganhos de eficiência obtidos em quantificações maiores.

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7 COMENTÁRIOS

  1. "Usados a primeira vez em combates " kkkkkkkk
    Piada ….igual os Su57 em combate na Síria…pelo menos na Síria o ambiente e mais contestado…

    • "pelo menos na síria o ambiente é mais contestado"….

      De fato, esqueci que os Barbudinhos operam mísseis SAM da categoria do Pantsyr, do Buk e também do S-300 assim como caças Su-35, e não andam de sandália com AK-47 e RPG-7 a tiracolo….

    • Sim na Síria o ambiente é mais contestado e os F-35 israelenses entraram lá, detonaram os neandertais e sairam ilesos. O abandonado inacabado SU-57 voou na Síria escoltado e lançou um míssil de bem longe do perigo….

    • Su-57 não é operacional e é só propaganda comuna russa. O F-35A da IAF atacaram alvo dos seus xiitas na Síria. Espero o S-300 chegar para ter um bom duela entre esses

  2. espero que os paquistaneses não tenham ficado chateados. Sucesso do 1ª missão de combate do F-35 decolando do USS Essex mostrando que o avanço em relação do AV-8B é imensa. Será que a defesa aérea do Paquistão foi avisado ou foi furtivo mesmo? Com armamento ou tanques esterno não mesmo.

  3. Quando você olha no mapa entende a importância do feito….

    O F-35B decolou do USS Essex no Oceano Índico e voou até o Afeganistão, o que não deixa de ser uma distância considerável. Como comparação os AV-8 do USMC operam de bases aéreas no país asiático. Ou seja, resta claro que o novo vetor coloca o USMC em uma nova dimensão

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