Um cliente não identificado chinês encomendou seis aeronaves regionais CRJ900 NextGen da Bombardier, com opções para cinco aeronaves adicionais. (Foto: Bombardier)

A Bombardier Aerospace anunciou hoje que uma companhia aérea chinesa, que pediu para permanecer no anonimato por enquanto, assinou um contrato de compra condicional para seis aeronaves CRJ900 NextGen. A transação, que é a primeira para aeronaves CRJ900 na China, inclui opções para mais cinco aeronaves CRJ900 NextGen.

Com base no preço de tabela para as aeronaves CRJ900 NextGen, caso o acordo condicional para as seis aeronaves seja convertido num pedido firme, o contrato estará avaliado em aproximadamente US$ 264 milhões. Se todas as cinco opções também forem convertidas em pedidos firmes, o valor do contrato aumentaria para US$ 491 milhões.

“Desde o lançamento do Canadair Regional Jet original em 1992, os aviões CRJ Series da Bombardier tornaram-se um dos programas best-seller de aeronaves regionais na história e estamos ansiosos para receber mais operadores na China”, disse Guy C.Hachey, Presidente e Chief Operating Officer da Bombardier Aerospace. “A Bombardier Aerospace está posicionada como uma fabricante de aeronaves com apenas três famílias distintas de aeronaves e otimizadas num segmento de mercado de 60 a 149 assentos. Estamos bem posicionados para crescer o nosso negócio de aeronaves comerciais na China. ”

Mais de 80 aeronaves Bombardier produzidas, incluindo aeronaves comerciais CRJ Series e Q-Series, bem como jatos executivos Learjet, Challenger e Global estão atualmente operando na China.

“A Bombardier prevê que nos próximos 20 anos, a frota chinesa de aviões comerciais vai crescer à medida que se torna o segundo maior mercado do mundo para entregas de novas aeronaves, logo atrás dos Estados Unidos”, disse Andy  Solem, vice-presidente de Vendas de aeronaves comerciais da Bombardier na China. “Prevemos uma demanda de quase 2.400 aviões comerciais nos segmento de mercado de 60 a 149 assentos na China e estamos trabalhando em estreita colaboração com companhias aéreas locais, fornecedores e partes interessadas para ajudar na expansão da frota e na infra-estrutura.”

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