A Vistara adquiriu um número adicional de aeronaves A320neo, aeronaves que a empresa já possui em serviço.

A companhia aérea indiana Vistara fez pedidos firmes para seis jatos Boeing 787 e 13 Airbus A320neos, avaliados em US$ 3,1 bilhões, a preços de tabela, à espera de acrescentar mais voos domésticos e lançar rotas internacionais mais tarde neste ano.

O pedido dos 787s da Boeing marca um novo revés para a Airbus em uma intensa batalha por encomendas widebody, enquanto a fabricante de aviões europeia procura fortalecer a carteira de encomendas de seu jato de passageiros A330neo atualizado.

A Boeing divulgou nesta terça-feira números mostrando uma liderança significativa em novas encomendas de sua concorrente europeia, impulsionada pela demanda do 787 após uma série de confrontos contra o A330neo.

A Airbus disse na semana passada que viu uma boa demanda pelo jato atualizado e deverá anunciar os pedidos em breve. O Farnborough Airshow, que normalmente atrai um grande número de pedidos de companhias aéreas, será realizado na Grã-Bretanha na próxima semana.

A Vistara escolheu as aeronaves Boeing 787 Dreamliner ao invés dos renovados A330neo da Airbus.

A Vistara se une à rival Jet Airways e às companhias de baixo custo IndiGo e SpiceJet, que têm planos de expandir suas operações internacionais para compensar um mercado doméstico altamente competitivo e sensível nos preços.

“A posição da Índia como o mercado de aviação doméstico que mais cresce no mundo e seu impressionante crescimento no tráfego aéreo de passageiros que mais do que dobrou na última década nos deixa confiantes em nossos planos agressivos de expansão doméstica e incursão internacional”, disse o CEO da Vistara, Leslie Thng.

A joint venture entre a indiana Tata Sons Ltd e a Singapore Airlines Ltd disse que compraria outros 37 A320neos de empresas de leasing e também tinha direitos de compra em mais 4 787-9 e mais 7 aeronaves A320neos.

Os jatos da Airbus adquiridos e alugados, equipados com motores CFM International LEAP, serão entregues entre 2019 e 2023. Os jatos da Boeing, a serem alimentados por motores GE e utilizados para voos de médio e longo curso, são esperados entre 2020 e 2021.


Fonte: Reuters

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