Um caça F-35B na unidade da Lockheed em Fort Worth, Texas. (Foto: Neal Chapman / Lokcheed Martin)
Um caça F-35B na unidade da Lockheed em Fort Worth, Texas. (Foto: Neal Chapman / Lokcheed Martin)

O escritório no comando do programa Joint Strike Fighter junto ao Departamento de Defesa dos EUA suspendeu as operações de vôo na variante F-35B (STOVL), por razões de precaução, após um problema foi ter sido descoberto com o sistema hidráulico de combustível no jato, disseram nessa sexta-feira os militares.

Todas aeronaves operacionais da variante STOVL na Base Aérea de Eglin, na Flórida, na Estação Aérea dos Fuzileiros de Yuma, no Arizona, e de produção na fábrica da Lockheed em Fort Worth, Texas, devem permanecer no solo, enquanto equipes de engenheiros revisam os dados no jato.

O escritório tomou a decisão depois que um vôo realizado as 10:00 hora local em Eglin foi abortado pelo piloto durante a corrida de decolagem convencional. Não houve feridos com o piloto ou com a tripulação.

A decolagem abortada ocorreu por causa de uma falha numa linha hidráulica do sistema de combustível junto ao motor, que permite o movimento nos atuadores para o sistema de escape do motor de sustentação STOVL.

As variantes F-35A (convencional) e F-35C (embarcado) não foram afetados.

“A implementação de uma suspensão cautelar das operações de voo é uma resposta prudente, até que as equipes de engenharia, técnicas e de segurança dos sistemas do F-35B compreendam plenamente a causa da falha”, escreveu o porta-voz do programa Joe DellaVedova, num comunicado.

“Uma vez que os fatores causais e contribuintes forem compreendidos, uma determinação será feita para então retirar a suspensão e restabelecer as operações de voo do F-35B”, escreveu DellaVedova. Ele acrescentou que o impacto sobre as operações de teste de voo estão sendo avaliados, e as operações no solo para o F-35B vão continuar.

Um porta-voz da Lockheed Martin, principal contratante na quinta geração de caças, dirigiu as perguntas a Pratt & Whitney, que projetou o motor no JSF. A Pratt & Whitney entregou 87 motores do F-35, incluindo 40 da variante STOVL.

“Uma inspeção inicial descobriu uma linha hidráulica de combustível isolada na parte de trás do compartimento do motor, perto do módulo giratório do rolamento”, escreveu o porta-voz da Lockheed, Matthew Bates. “Este componente não é usado nas versões CTOL ou na aeronave embarcada CV. Uma equipe de engenheiros da Pratt & Whitney e da Rolls-Royce está investigando a causa do incidente e trabalhando em estreita colaboração com a Lockheed Martin e com o Escritório Conjunto do Programa F-35 para resolver a questão.”

Bates também observou que os motores P&W concluíram com êxito quase 25.000 horas de testes, incluindo 4.270 horas de voo.

O sistema hidráulico do combustível foi destacado como um potencial problema no relatório anual para o Congresso divulgado esta semana pelo Gabinete de Avaliação e Teste Operacional do Pentágono (OT&E). O relatório observou que parte do sistema hidráulico de combustível foi removido em 2008 para economizar 9 quilos.

Os testadores advertiram que o sistema hidráulico de combustível deixa em aberto a possibilidade de um fogo sustentado se for exposto, mas observou que o escritório do programa “está aceitando o aumento da vulnerabilidade associada ao sistema hidráulico de combustível e não está considerando restabelecer os fusíveis hidráulicos do combustível na configuração da aeronave de produção.”

Fonte: Air Force Times – Tradução: Cavok

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41 COMENTÁRIOS

  1. Em troca de menos 9 quilos retiraram uma peça que, caso estivesse presente, teria evitado o problema. Isso sim é burrice.

    • Parece igual eu que quando vou "concertar" alguma coisa sempre sobra peças…. Vai ver eles chamaram alguém igual eu e boa.. aeoihaeioae

      • Silvestro, somos 2 então… 🙂 e tem uma desvantagem… as coisas que eu conserto afetam a industria de parafusos…. rsrsrs

        • Pois é né Broe! Mas no caso do F-35, não teria sido mais inteligente indagar a PW sobre a possibilidade de mais 9kgs de empuxo?..rs!

      • Opa.
        Alguém aí falou em CONCERTO?
        Permitam uma licencinha.
        Quando nos ensaios eu errava uma nota, ou tocava fora de hora, estragava tudo, as vezes tinha que recomeçar a música ou o trecho em questão.
        Mas a música tinha que sair, por que já estava no programa, e já havia sido dedicado um bom tempo ensaiando.
        Mais ou menos o que aconteceu com o F-35, nas suas versões.
        Já deram o tom, anunciaram aos quatro ventos suas benesses, investiram tempo e dinheiro (considerado que tempo=dinheiro, a coisa fica mais feia), acho que não dá para voltar atrás.
        E como já dito aqui mesmo muita vezes, os EUA não tem em plano B.
        Pelo que pude aprender com vocês, eles saíram da 4G direto para 5G, njão tendo algo no meio do caminho,algo como Typhoon, Rafale, SU-35.
        Por favor, me corrijam se estiver errado.
        Estou aqui para aprender.
        Um abraço.

        • celestiano,

          Na verdade, houveram sim intermediários… A USN, temendo justamente o tamanho da conta do Avenger ( seu projeto de quinta geração ), decidiu-se pelo F-18E, uma aeronave boa o bastante para a maior parte dos cenários que teriam que enfrentar, e que poderia ser desenvolvida imediatamente… A USAF, também fez um "meio passo" ( chamemos assim… ), quando colocou em cena o F-15E, que também é um multifuncional, embora voltado para a função de ataque.

          No mais, concordo integralmente contigo… O F-35 é uma estrada única. Muito dinheiro já foi investido nesse projeto para simplesmente abandona-lo agora… Ademais, a pré-produção já está saindo, com os primeiros exemplares destinados aos parceiros sendo montados ( os ingleses já receberam dois e os holandeses um, creio que para fins de testes )…

          • Tens razão.
            Havia me esquecido do F-18E (e do Avenger) e do F-15E.
            O F-15 pelo fato de ser um projeto um pouco mais antigo do que aqueles que citei, e o F-18E por ser uma "evolução" das versões anteriores.
            Coloquei evolução entre aspas devido indecisão se ele realmente é uma evolução ou um novo avião.
            Já li textos defendendo os dois pontos vista e dando as mais diversas explicações.
            Eu acho que é o mesmo, só que anabolizado. rs.
            Obrigado pela resposta.

    • broe, eu ia ficar contente se me tirassem 9 kg… principalmente da região "abdominal"…. rsrsrs

    • Ola amigo Tireless…
      Pensei que não fosse viver para vê-lo criticar algo nos programas 5G americanos….

      Abç.

      • Eu sou justo amigo Edson! Se fosse um problema ocasionado por um sistema que estivesse sendo desenvolvido agora, algo que fosse pioneiro e inovador, eu não criticaria. Pelo contrário, eu seria o primeiro a defender. Agora, retirar uma peça de meros 9Kg, cuja ausência pode ocasionar a perda de uma aeronave de mais de 100 milhões de dólares, é de fato burrice, quando talvez fosse mais lógico aumentar o empuxo do motor.

        • Começa assim Tireless…
          Primeiro os 9kg… depois descobre alguma outra burrice… então vc pega gosto pela coisa e vai ficar um crítico pior que eu…
          Abç.

  2. Peço que me desculpem falar de música, sei que aqui não é o lugar apropriado, mas quando eu vejo que posso explicar algo com a música, e um pézinho como deixado pelo colega R_Silvestro, é como acionar uma bomba com apenas dois segundos.
    Um abraço a todos.

    • Legal celestiano!… Sua explicação foi boa ,também estou aqui para aprender, embora sou fã de aviação desde Criança….Lembrando que quando eu concertava minha bicicleta, sobrava tantas peças que eu não entedia como ela andava…hauhauahaua

      abraços

      (:

      • kkkkkkkk.
        Sendo assim, acho que vai ganhar uma boa grana dando umas aulas na Lockheed.
        Abraço.

    • O que é isso Celestiano? Acho que a sua comparação com a música foi perfeita amigo…cabe perfeitamente no caso do F-35…

  3. E mais problemas…

    Se queriam um bom aviao para os marines, pq não fizeram uma versao avançada do Harrier II, um Harrier III ?

    Um harrier III cheio de Aesa e demais sistemas avançados, mais potente, com um sistema de decolagem vertical ja consagrado…

    mais barato, pratico, fácil…

    nããão, ele tinham que investir 400 Bi nessa piramide que agora NEM SEQUER CONSEGUE decolar verticalmente, ora, não era para isso que foi desenvolvida ??

    Somando-se aos fracassos midiáticos e histriônicos do Boeing 787, eu creio que a industria norte americana APRESENTA OS PRIMEIROS SINAIS DE DECADêNCIA…

    (ps: aah eu adoro irritar….KKKKKKKKKKKK !! 🙂 🙂 )

    • Adora mesmo amigo…..mas os problemas do 787 são bem diferentes, e são fichinha se comparar aos do F-35.

    • Wagner,

      O Harrier por si só já é um desenho obsoleto, aproveitado ao limite… Dificilmente teria-se como avançar mais… Somente um novo projeto atenderia as necessidades dos Marines…

      Sinais de decadência…? Wagner, uma peça com defeito não é exatamente um sinal de decadência de toda uma industria… As causas de um incidente podem ser diversas, que vão desde material não adequado até mesmo a um erro individual; ainda mais sistemas hidráulicos, que sempre foi algo problemático em qualquer instância… Ademais, pré-serie e protótipos também servem para isso; para se identificar defeitos que ocorrem durante as operações e corrigi-los… É assim nos EUA, Europa, Rússia… Por tanto, nada de anormal no caso do F-35. E casos como o 787 são mais corriqueiros do que se pensa.

  4. Sim, eu sei, so falei para atazanar aqueles que, quando vem essas noticias sobre aviões russos, falam exatamente isso…

    🙂

  5. Se há um FRACASSO CERTO no programa JSF é esta mal-nascida variante B – STOVL.

    Esta variante é o exemplo MÁXIMO da arrogância tecnológica americana e a subserviência e decadência britânica.

    O seu design fundamental de dois propulsores separados recria os insucessos anteriores dos protótipos STOVL americanos perante o genial design britânico Pegasus-Olypus do Harrier Britânico.
    PIOR que os britânicos se deixaram convencer a adotar esta bobagem, foi eles terem visto a LUZ resolvendo desistir e adotar o STOBAR nos seus futuros NAe e por subserviência aliada a incompetência, incapacidade ou falta de coragem frente ao custo desta DECISÃO voltam a comprometer seu futuro apostando neste DESIGN FALHO. Sabem disso e qual avestruz os súditos de sua majestade enfiam a cabeça no buraco. E vendem seus Harrier remanescentes (prematuramente aposentados) para os Marines americanos…

    MESMO que chegue a ser produzido a variante B é uma versão modificada de uma aeronave já naturalmente limitada nas variantes "normais" por seus requisitos furtivos por grande necessidade do espaço interno de suas baias de armamento e com a necessidade adicional do enorme propulsor vertical e seus sistemas. Esta situação obriga limitações críticas de projeto e é um sistema criticamente perigoso, principalmente pela proximidade ao piloto e que será exponencialmente pior conforme estas aeronaves aumentarem sua idade operacional.

    Em suma APOSTO que esta variante SE chegar a ter uma vida operacional, esta VIDA será mais:

    INTENSA, SANGRENTA e CURTA que a das outras duas variantes A e C…

    • Tem que torcer contra né Giba afinal, se o F-35 vingar o "Super-Hiper-mega-omni-role"simplesmente não vao vender…..e aquela história da carochinha segundo a qual a RN estava interessada no Rafale, a quantas anda?

      • F-35B é a idéia piorada de uma idéia já infeliz…

        A verdade é que a crise ATUAL dos ingleses é que fez com que eles "desistissem de desistir" do F-35B.

        Não pela RACIONALIDADE mas pelo MEDO do custo adicional AGORA de se converter o projeto dos NAes classe Queen Elizabeth para CATOBAR (seja com o Rafale ou um Eurofighter embarcado).

        Como AGORA o único STOVL disponível é o F-35B, bom ou ruim os futuros NAe britânicos dependerão operacionalmente EXCLUSIVAMENTE do produto da Louca-de-rir Martin VINGAR…

        Uma situação no mínimo desconfortável e que pode potencialmente MATAR os futuros NAes da Royal Navy se der errado..

        • Giba:

          Como se tornou um costume você faz afirmações que são absolutamente incoerentes com a verdade. O Problema em questão não aconteceu por problema de projeto mas sim por uma, a meu ver, imprudência visto que determinada peça foi retirada do aparelho no intuito de economizar míseros 9Kgs de peso. Não foi à toa que o evento mereceu minha pesada crítica. Agora a partir daí conecturar sobre o fracasso do aparelho e da estratégia de projeção de poder da RN já é delírio PTremens terceiro-mundista. Não vai ser dessa vez que você irá comemorar a tomada das Falklands pelos hermanos capitaneados pela louca embotocada meu caro Giba!

    • "Esta variante é o exemplo MÁXIMO da arrogância tecnológica americana e a subserviência e decadência britânica. "

      Com todo o respeito mas essa frase traduz aquele típico rancor e ressentimento terceiro-mundista e em especial latinoamericano, especialmente quando esse sentimento se mistura à falsa sensação de que o Brasil, em que pese os concretos sinais em contrário, virou "PuTênfia"……

      • Não, é uma observação que NADA tem a ver com o BRASIL ou o que penso do nosso país, e sim de 40 anos de história aeronáutica MUNDIAL onde o design do F-35 FALHOU e em vários lugares e o único STOVL realmente válido e que teve uma vida operacional longa e profícua foi o Harrier britânico.

        Impor o design STOVL do F-35 aos britânicos e por MÁXIMA ironia impor a fabricação da turbina de elevação justo a RR inglesa para mim foi o ponto alto da subserviência tecnológica britânica aos YANKEES na área da aviação militar.

        Para os britânicos que operaram o Harrier, submeter-se desta forma e no futuro receberam um produto limitado e perigoso, quanto mais o F-35B ficar aquém do prometido pior vai ser o sentimento de revolta interior britânico de ter desistido do SEU AVIÃO.

    • Sem dramatizar tanto, concordo que a opção do motor vertical central para variante STOVL do F35 foi um erro…
      Este conceito se não me engano, foi adquirido do Yak38 russo, que devido as mesmas limitações logo foi abandonado…

      Penso que poderiam estudar alguma evolução no desenho consagrado dos Harriers…

      Mas acho que na verdade, aviões de asa fixa devem decolar e aterrissar na pista de rolagem…
      Essa história de voo vertical é para aparelhos de asas rotativas…

      • Edson:

        Eu sou fã do conceito do Harrier e de fato a utilização de um fan elevador colecionou inúmeros fracassos no ocidente, especialmente com o Mirage Balzac. Mas ao que tudo indica os russos conseguiram aperfeiçoar a tecnologia, tanto que a patente foi adquirida da Yakovlev. Mas cabe lembrar que o X-32 utilizava solução parecida com a do Harrier.

        • So citando, Tireless, tem no youtube um video de um prototipo de um Yak russo, sei la qual o numero, fazendo testes de pouso no Então cruzador-porta aviões Admiral Gorshkov.

          O aviao explodiu bem no pouso… tragico…

          Nada dava certo naquela época na URSS :. Chernobyl, colheitas desastrada, terremoto, economia em colapso, preço do petroleo em U$10,00 , as sondas em Marte atacadas por Discos Voadores ( !!), o yak explodindo, Separatistas, terrorismo, pressao infernal norte americana, rebelioes no pais inteiro…

          Tudo entrou em colapso… inclusive o Yak…

  6. giltiger,

    O motor Pégasus de fato é uma obra genial, mas ainda assim tem suas limitações, que são justamente os seus bocais direcionais, algo de manutenção complexa e custosa… O motor fixo, por tanto, veio para baratear os custos. Um outro ponto: sem os bocais direcionais que teriam que ficar nas laterais ( contando apenas com o bocal direcional do motor horizontal ), o desenho da fuselagem fica mais limpo, contribuindo certamente para a redução da sua assinatura/radar. E ainda, é provavel que jamais seria possível um desempenho adequado de velocidade exclusivamente com os bocais direcionais. Um sistema como esse por si só é muito delicado e as variações de temperatura exigiriam um sistema bastante robusto para garantir que se concebesse um motor vetorado capaz de sustentar velocidades supersônicas, de modo que motores com os pequenos bocais, como os do Pégasus, não se aplicariam nesse caso…

    Por fim, a idéia não é nova… Aeronaves russas, como o Yak-38 ( contemporâneo do Harrier e que permaneceu quase duas décadas em operação ) utilizavam um sistema similar…

    • As mesmas SUPER TECNOLOGIAS que os americanos DIZEM que vão fazer o F-35B "funcionar" se aplicadas a tecnologia das turbinas Pegasus-Olympus as fariam superar suas limitações subsônicas…

      Os metamateriais hoje disponíveis poderiam superar as dificuldades "intransponíveis" dos jatos direcionais traseiros (mais quentes) numa turbina supersônica com o design do Harrier.

      Em qualquer situação o F-35B que na volta do combate TEM QUE POUSAR VERTICALMENTE dependerá de uma turbina que não será usada durante toda a missão e só na final se joga todas as fichas num equipamento só. E ao ligá-lo o piloto TERÁ DE SE ACOSTUMAR com o barulho e vibração de um monstro girando a milhares de RPM a CENTIMETROS das suas costas separadas por uma chapa blindada.

      Eu DETESTARIA ser piloto desta aeronave INFELIZ de engenheiro…

      • giltiger,

        Mesmo que seja possível a utilização de materiais extremamente caros como esses na concepção de bocais laterais, ainda assim a natureza delicada do sistema traria uma verdadeira enxaqueca em manutenção… E não há mágica… Independente do material aplicado, a durabilidade de um sistema como esse, ainda que com os materiais mais refinados, seria menor do que se fosse aplicado em um sistema mais robusto como o do F-35B…

        Sobre barulho, não é nada que um isolamento acustico apropriado não resolva…

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