O sistema de aeronave remotamente pilotada Falco EVO está sendo usado amplamente pela guarda costeira italiana.

A guarda costeira italiana utilizou um drone Falco EVO para seguir uma traineira suspeita de transportar imigrantes no Mar Mediterrâneo.

No dia 20 de junho, o sistema aéreo pilotado remotamente Falco EVO da Leonardo desempenhou um papel fundamental no monitoramento de um caso envolvendo imigrantes irregulares no mar Mediterrâneo como parte das atividades de monitoramento da Frontex, a Agência Europeia de Guarda Costeira e de Fronteira.

Numa operação lançada a partir da ilha italiana de Lampedusa, o Falco EVO trabalhou com outros ativos da Frontex para identificar uma traineira, pois 81 migrantes ilegais foram transferidos para barcos mais pequenos, uma técnica cada vez mais utilizada por organizações criminosas.

“Após a transferência, as cargas de vigilância do Falco EVO ficaram de olho na embarcação até que uma operação de fiscalização fosse iniciada pelas autoridades italianas para tomar o barco”, disse um comunicado da guarda costeira.

O sistema Falco EVO implantado no aeroporto de Lampedusa já voou por mais de 280 horas em nome da Frontex, com uma missão no dia 26 de junho de 17 horas e 21 minutos de duração.

Esta missão extra longa aconteceu quando a Frontex recebeu um pedido das autoridades italianas para ajudar a monitorar dois barcos na área de Lampedusa.

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