A EADS aumentou sua propostas de 30 para 48 aernoves fabricadas por empresas sul-coreanas. (Foto: EADS)
A EADS aumentou sua propostas de 30 para 48 aernoves fabricadas por empresas sul-coreanas.

EADS, fabricante do Eurofighter Typhoon , ofereceu a Coreia do Sul a fabricação por empresas sul-coreanas de 48 das 60 unidades. A EADS concorre, juntamente com a Boeing e a Lockheed Martin, num contrato que pode chegar a US$ 7,3 bilhões para substituir a frota de envelhecidos caças F-4 e F-5 a partir de 2016.

A DAPA (Defense Acquisition and Procurement Agency) já completou a primeira rodada de negociações com a Boeing e a EADS sobre os preços, informaram autoridades sul-coreanas, enquanto que a Lockheed Martin, que oferece o F-35, através do programa FMS (Foreign Military Sales), ainda está em consultas.

Com as negociações sobre outras condições, incluindo a transferência de tecnologia e tempo de entrega, em fase de conclusão, a EADS propôs recentemente aumentar o número de Eurofighters a serem construídos na Coréia do Sul.

“A DAPA e a EADS já estariam negociado sobre o número de aeronaves a serem produzidas no país por quase dois anos”, disse uma fonte militar, citando as negociações em curso. “A EADS, havia proposto inicialmente a fabricação de 30 aviões na Coréia do Sul, decidiu recentemente aumentar o número.” Funcionários da EADS confirmaram que a empresa fez a maior oferta de transferência de tecnologia necessária para construir os aviões. Isso significa que apenas 12 caças serão importados, enquanto que 48 unidades serão construídas, se a Coreia optar pelo Eurofighter Tranche 3, num  acordo que deve impulsionar o mercado de trabalho. “Cerca de 10.000 empregos foram criados na europa com a fabricação dos Eurofighters”, disse um oficial sênior da EADS. “Se a Coreia do Sul produzir Eurofighters, poderia criar cerca de 20.000 postos de trabalho nos próximos cinco anos. Se selecionado, os analistas prevêem a expansão da produção local e também é esperado uma ajuda (da EADS) num projeto local para desenvolver jatos de caça.

Lançado em 2002, um plano ambicioso de Seul para desenvolver jatos de combate para próxima década, foi adiado para revisão de projeto e especialistas questionam a viabilidade do projeto, de vários bilhões de dólares, bem como os aspectos técnicos para internamente produzir aviões e atender a demanda no exterior. Existe uma dúvida se vale o risco, de tomar a decisão de avançar com o projeto de desenvolvimento em grande escala do avião ou pisar no freio se for considerado economicamente insustentável. Os líderes militares, sob o atual governo, comprometeram-se a prosseguir com grandes projetos de aquisição de armas sem demora, para lidar com a crescente ameaça da Coréia do Norte.

Enquanto isso, o Departamento de Defesa dos EUA, informou que aprovou a venda de qualquer F-35 ou F-15 Silent Eagle para a Coreia do Sul.

FONTE: Yonhap News – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK


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16 COMENTÁRIOS

  1. "Enquanto isso, o Departamento de Defesa dos EUA, informou que aprovou a venda de qualquer F-35 ou F-15 Silent Eagle para a Coreia do Sul."

    Em tempos de vacas magras, qualquer venda é muito bem vinda. Agora, se os EUA perderem essa concorrência será o fim da picada.

    • Você é um ótimo piadista mesmo….os EUA são os maiores vendedores de aviões de combate do mundo e você vem dizer que as vendas ao estrangeiro estão mal…..cada uma que aparece….

      • Mas as últimas notícias dizem respeito a entregas para a própria força aérea, Austrália, Arábias Saudita, Egito e por aí. Os mesmos de sempre. O fato é que alguns desses 'aliados' já estão comprando em outros mercados.

        • Que aliados estão comprando de outras fontes meu caro? Aqueles que sempre compraram aviões americanos continuam comprando e outros novos se juntaram como o Marrocos e Omã. Quem compra caça xing-ling, os seus preferidos, são países sem grana para comprar aparelhos norteamericanos ou quem levou um embargo na cara!

          • Poderia citar vários, mas de maneira geral a América do Sul inteira (exceto o Chile que é um capacho hitórico dos EUA), outros antigos aliados anti-comunistas como Indonésia (avião novo, só russo mesmo, usado é F-16) se não me engano Catar não quer mais avião americano. África do Sul que SU-35 e espero que o Brasil também. Ia esquecendo o narco-governo da Colômbia que também compra dos EUA. Esse é cliente forte.

            • Africa do Sul quer o SU-35??!! Não conseguem nem manter os Gripens voando vão querer o SU-35!!!

              • É…essa foi dose dupla de vodkca! Groundearam os Gripens, por falta de grana, e querem Su-35…é ruim, hein!!!

                • Se não me engano, li essa reportagem sobre a África do Sul aqui no blog. Mas eu já li, tenho certeza absoluta.

                  Retificiando: Seriam SU-30 e helicópteros multi-funcões (até cerca de 100). Acabei de ver na reportagem.

            • Antoniokings1,

              Polônia ( um ex membro do Pacto de Varsóvia!!! ), Egito, Iraque e Omã ( clientes de carteirinha dos russos e/ou franceses! ); todos esses estão adquirindo ou já adquiriam o F-16. Os indianos, também compradores de tudo quanto é equipamento russo, abriram suas FAs a equipamentos de origem americana.

              Quanto a América do Sul, exceto pelos Su-30 venezuelanos e alguns Mi-17 e Mi-35, não há qualquer aquisição de peso vinda da Russia nesse século… Aliás, exceto pelos F-16 comprados pelo Chile, os Su-30 da Venezuela, e os 50 ECs no Brasil, não há qualquer aquisição realmente relevante feita por país algum!

    • É bem dificil a Coreia do Sul não optar por caças Americanos, ainda mais sendo os EUA, o maior parceiro militar a mais de 50 anos, concordo EADS já perdeu!

  2. A Coreia tem mais de 150 F-5s. Cingapura também quer se livrar dos deles. E algo me diz que podemos esquecer do tal de FX-2…

  3. Advinha pra onde vai todos esses forevis5 sul coreanos ahahahah, a divi$ão lata velha da fab/embraer agradece!

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