Somente esse ano, a Força Aérea cumpriu 81 missões desse tipo.

No dia 26 de junho, uma aeronave C-97 Brasília, do 7° Esquadrão de Transporte Aéreo (ETA) – Esquadrão Cobra, localizado em Manaus (AM), foi acionada para cumprir mais uma missão de Transporte de Órgãos, Tecidos ou Equipes (TOTEQ), ultrapassando a marca de 80 transportes especiais para transplantes realizados em 2019.

A tripulação, composta por quatro militares da Unidade Aérea, decolou da capital amazonense com destino a Porto Velho (RO) para buscar a equipe médica responsável pelo órgão que seria transplantado em Brasília (DF). O pouso no destino final ocorreu às 23h10, com um novo fígado para um paciente.

Um dos pilotos da aeronave, o Tenente Aviador Rafael Felix Raposo da Costa Pereira, fala sobre a alegria ao concluir esse tipo de transporte. “Sinto-me lisonjeado por ter essa oportunidade ímpar de participar de missões que levam esperança a brasileiros que necessitam de uma segunda chance”, declara.

Fígado foi embarcado em uma aeronave do 7° Esquadrão de Transporte Aéreo.

Só no ano de 2019, a Força Aérea Brasileira (FAB) já transportou 81 órgãos a brasileiros que necessitavam de transplante. A FAB mantém permanentemente disponível uma aeronave para o transporte de órgãos, de acordo com o Decreto nº 9175, Artigo 55, de 18 de outubro de 2017, em atendimento às necessidades do Ministério da Saúde.


Fonte: 7° ETA, por Tenente Nijelschi – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme – Fotos: Arquivo 7º ETA e Sargento Johnson/CECOMSAER

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5 COMENTÁRIOS

  1. Pra isso eu pago impostos com gosto. Pra transportar ministro não.

    • Já pensou para quem foram movidos esses órgãos?

      Para pobres?!

      Sabe nada do estado/sistema hein brother.

      • Se você tivesse a curiosidade de fazer uma rápida pesquisa antes de ceder à impulsividade ideológica estilo ujs, poderia se poupar de falar besteiras com acusações levianas caro SU-27 fanboyski.
        Segundo o Decreto que determina que a FAB deve disponibilizar pelo menos uma aeronave para transporte de órgãos, estes órgãos são todos direcionados para pacientes na fila de espera do SUS, e assim tem sido feito. E existe um controle muito sério sobre isto com dados transparentes e disponíveis.
        Ricos não se submetem à gigantesca fila do SUS, eles pagam para resolver o mais rápido possível suas necessidades em Hospitais caros e alugam UTIs aéreas.

      • No Brasil, há uma fila para transplantes. Ricos preferem hospitais americanos.

  2. Isso ai, ao menos alguém fez uma Lei que presta pois se não fosse isso nada ia mudar na fab, aeronave exclusiva para carregar padres a eventos anuais e nenhuma "disponível" para transporte de órgãos, esse foi um dos motivos/escândalo para a criação da Lei.

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