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Embraer 190 (Foto: Michael Durning)

A Embraer considera aumentar o ritmo de produção de seus aviões comerciais em 2016. É o que revelou o vice-presidente de marketing da fabricante, Rodrigo Silva e Souza, ao site norte-americano Air Transport World.

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Linha de montagem dos E-Jets (Foto: Divulgação / Embraer)

Neste ano, a brasileira já recebeu encomenda de 131 E-Jets, tanto da família atual como da E2, segunda geração que ainda está desenvolvimento. Esse número, porém, deve subir até dezembro e até mesmo ultrapassar as 149 vendas de 2014. “Temos algumas oportunidades de venda e esse número [de 131] pode subir substancialmente”, confirmou o executivo.

A expectativa da Embraer é que sejam produzidos entre 95 e 100 E-Jets neste ano, mas se novas encomendas forem confirmadas, a empresa garante estar preparada para aumentar o ritmo no ano que vem. “Um pequeno aumento no ano que vem é possível. Já produzimos cerca de 150 aviões por ano no passado. E se planejarmos bem, podemos chegar ao mesmo nível”, completou Silva e Souza.

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O primeiro Embraer E190-E2 deve voar em 2016 (Foto: Divulgação / Embraer)

O atual número de encomendas por aeronaves da Embraer está em 531. Um dos motivos para essa boa carteira é que a fabricante tem dois produtos para oferecer ao mercado. As companhias aéreas que precisam de aeronaves mais rapidamente têm optado pela atual família dos E-Jets. As que podem planejar a médio e longo prazo têm escolhido os E2.

O primeiro voo do E190-E2 tem previsão para acontecer no segundo semestre de 2016, com a primeira entrega em 2017.

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FONTE: Gazeta do Povo (Aviões em Foco) – EDIÇÃO: Cavok

IMAGEM: Meramente ilustrativa

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3 COMENTÁRIOS

  1. Ótima notícia! Ao menos uma perspectiva positiva em se tratando de BraZil.

  2. Tem gente que acha que a Embraer deve bancar o resto do desenvolvimento do KC 390.

    O E2 tem centenas de pedidos firmes. O KC 390 só tem a encomenda da FAB com ritmo de entregas incerto por causa do pagamento. Fora as dívidas dos outros programas.

    Ou aparece um cliente de verdade para o KC ou ele cai pra terceiro plano. A Embraer já deve estar realizando os estudos para o sucessor do E2 e manter o foco na aviação civil.

  3. a Embraer deveria tirar o bra do nome, pois não se enquadra nos padrões atuais do nosso Paif!

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