Concepção artística do Embraer E175-E2. (Foto: Embraer)
Concepção artística do Embraer E175-E2. (Foto: Embraer)

A CPI Aerostructures informou que foi selecionada pela Embraer para fornecer vários componentes estruturais utilizados na fabricação das carenagens dos motores para a aeronave Embraer E175-E2. A CPI Aero recebeu a autorização para iniciar a fabricação do primeiro shipset a ser entregue à Embraer durante o primeiro trimestre de 2017.

Douglas J. McCrosson, presidente e CEO da CPI Aero comentou: “Esta assinatura do contrato para o novo E175-E2 reforça nossa forte existente relação com a Embraer, e é uma prova de nosso desempenho no fornecimento das carenagens das entradas do motor do jato executivo Phenom 300, pela primeira vez em 2012. Até o momento, nós entregamos peças para mais de 300 jatos executivos Phenom 300 e estamos ansiosos para uma relação igualmente bem sucedida nos E175-E2”.

Em 2013, a Embraer lançou o E-Jet E2, composto de três novos aviões – E175-E2, E190-E2 e E195-E2 – com configurações de assentos de 70 até mais de 130 passageiros. Desde que os E-Jets E2s foram lançados, o programa já registrou 670 compromissos das companhias aéreas e empresas de leasing, que consiste de 272 pedidos firmes e 398 opções e direitos de compra.

4 COMENTÁRIOS

  1. quando li CPI no título achei que fosse outra noticia relacionada com o escandalo de propina

    • Pior que eu também tive de ler a chamada 2 vezes pra entender que não envolvia politica. Kkkkkk

    • Você não foi o único… Acho que já virou uma síndrome tupiniquim.

  2. A Embraer comunicou aos empregados nesta segunda-feira (8) que vai abrir um Programa de Demissão Voluntária (PDV) no Brasil. A medida, motivada pela crise, faz parte de um pacote ações que a fabricante de aeronaves vai adotar para reduzir em cerca de US$ 200 milhões ao ano as despesas da companhia.
    No último trimestre, a Embraer sofreu prejuízo de R$ 337,3 milhões, revertendo resultado positivo, de R$ 399,6 milhões obtido no mesmo período do ano passado. A companhia também cortou estimativas para entregas de aviões executivos e comerciais.
    Com isso, a projeção de receitas líquidas neste ano teve queda para o intervalo de US$ 1,6 bilhão a US$ 1,75 bilhão ante previsão anterior de US$ 1,75 bilhão a US$ 1,9 bilhão. Nos últimos seis meses, o consumo de caixa da companhia foi de US$ 600 milhões.

    MEDO DA CONCORRÊNCIA
    "O cenário nos negócios em que atuamos tem se mostrado cada vez mais desafiador, principalmente para os próximos anos, com demanda global em declínio, acirramento da competição, além de instabilidades econômicas e políticas em mercados importantes", diz trecho do comunicado divulgado aos trabalhadores.

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