O jato de transporte militar KC-390 da Embraer terá no cockpit o moderno painel Pro Line Fusion da Rockwell Collins. (Foto: Rockwell Collins)

A Embraer Defesa e Segurança selecionou o sistema aviônico Pro Line FusionTM, fabricado pela Rockwell Collins, para equipar a aeronave de transporte militar KC-390.

“A Embraer escolheu a melhor solução de aviônica de última geração disponível no mercado, o que trará maior eficiência operacional para o KC-390. O já profundo relacionamento comercial e técnico entre a Embraer e a Rockwell Collins será fortalecido com mais esta parceria, agora na área de defesa e segurança”, disse Eduardo Bonini Santos Pinto, Vice-Presidente de Operações da Embraer Defesa e Segurança.

“A escolha do nosso sistema integrado de aviônicos pela Embraer disponibilizará aos pilotos a mais avançada capacidade em aviônica comercial, robustecida para atender aos requisitos de missões militares”, disse Dave Nieuwsma, Vice-Presidente e Diretor-Geral de Mobilidade e Soluções para Asas Rotativas da Rockwell Collins. “Os pilotos contarão com uma consciência situacional aprimorada e carga de trabalho reduzida para cumprir com sucesso as missões.”

O sistema Pro Line FusionTM da Rockwell Collins incorpora ao KC-390 o que há de mais moderno em aviônicos e atende às necessidades atuais e futuras da aeronave em termos de comunicação, navegação e vigilância. A ferramenta atende aos mais recentes requisitos de CNS/ATM (Communication, Navigation and Surveillance for Air Traffic Management, ou Comunicação, Navegação e Vigilância para Gerenciamento do Tráfego Aéreo), com avançada interface homem-máquina, capacidade de reconfiguração automática em caso de avarias e barramento de troca de dados de alta capacidade.

O início dos ensaios em vôo do KC-390 com os novos aviônicos está previsto para 2014 e a entrada em serviço da aeronave para o final de 2015.

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11 COMENTÁRIOS

  1. Bom agora falta escolher os motores que na minha opinião é uma decisão mais crítica, mas acho que o a GE/Safran CFM leva uma certa vantagem sobre a Pratt & Whitney e a Rolls Royce.

    • Jr. quem é essa turbina GE/Safran CFM…não conheço????…ah lembrei, deve ser aquele motor que a General Eletric desenvolveu e fabrica e a CFM leva seu nome pra falar que sabe fabricar motor aeronáutico né!!!!

  2. A partir dessa notícia já sabemos que não venderemos nada para a Venezuela, e outros países "não-alinhados".

  3. Posso estar enganado, mas parece que boa parte do recheio eletronico do KC é norte americano. Pelo jeito a Embraer não tem medo de boicote!

  4. Mas não seria mais cabível que aeronaves que serão usadas pela FAB, fabricadas no país usassem aviônicos da Aeroeletrônica?

  5. Não vejo a hora do KC390 estar prontinho e voando.

    Muita ansiedade, haja paciência em esperar..rs

  6. Curiosamente a Rockwell Collins esteve presente em matérias e anúncios de revistas de aviação e defesa publicadas recentemente.

    . .

    É ótimo ver o marketing funcionando.

    . .

    Ivan.

  7. Eu não acho que a FAB, EMBRAER tem que dispensar o que é melhor só por que não é feito aqui.

    Contanto que venha a tecnologia, o que é um dos requisitos, está valendo.

    a Bombardie também usa esses avionicos.

  8. Curiosidade, alguém pode dizer qual a diferença entre estes aviônicos (pelo que lêe rescentemente homologado) difundido na aviação civil para o de uso militar em especial cargueiros? Existe emprego de alguma tecnologia que diferencie os dois (proteção para a aeronave)?

  9. Que a Rockwell Collins é uma baita empresa e está entres as lideres no setor, e que produz excelentes produtos isso é fato. O inconveniente é que agora será vendido para nós e no futuro? Será? E aos possíveis clientes futuros, algum que não seja do agrado deles. Exemplos estão ai para todo lado, um recente é dos Super Tucanos. Outro exemplo se a Lockheed em um futuro comprar a Rockwell Collins? Como será o fornecimento de material. Não tenho nada contra a Embraer ou Rockwell inclusive são velhos parceiros mas até hoje foram muito bem no setor de aviação cívil vamos ver como será nesta nova fase. O que questiono é porque uma empresa como a Embraer que há muito tempo vem desenvolvendo aeronaves de ponta não cria um setor de planejamento e investimento em sistema críticos ou parcerias com outras empresas nacionais, em um projeto grande como KC-390 a Embraer, FAB, MD, Ministério Ciência e Tecnologia, conseguisse financiamento público e privado exemplo (BNDES e Fundos e privados) como sócios no projeto com garantias do GF; sei que as coisas não surgem do dia para noite mas já seria um grande começo e em pouco tempo frutos começariam a aparecer.

  10. Uma excelente variante do KC-390 e/ou kit de adaptação, seria tmb para combate em incendios diversos principalmente nas nossas florestas estamos totalmente a merce desta situação…

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