Sem títuloCom o trágico evento ocorrido no último dia 17 de julho, onde o Boeing-777 da Malaysya Airlines (voo MH17) caiu em território ucraniano, tendo, muito provavelmente, sido abatido por um míssil terra-ar lançado desde uma área controlada por separatistas anti-Kiev/pró-Rússia, o mundo inteiro reviveu um pesadelo vivido nos tempos da guerra fria, quando eventos como esse chocaram a humanidade.

1978 – Korean Air Lines, voo 902 (KAL 902)

Boeing 707 da Korean Airlines (semelhante ao do evento ocorrido em 1978)
Boeing 707 da Korean Airlines (semelhante ao do evento ocorrido em 1978)

Em 20 de abril de 1978, o Boeing 707 (prefixo HL7429), pilotado pelo Comandante Kim Chang Ky, com 97 passageiros e 12 tripulantes, decolou de Paris, França, com destino a Seul, Coréia do Sul. Na rota utilizada, a aeronave faria uma escala para reabastecimento em Anchorage, Alasca, e de lá partiria para o seu destino final.

A aeronave decolou normalmente e tudo parecia correr bem ao longo do voo, quando a apenas 400 milhas (640 km) do Polo Norte, a estação de controle do espaço aéreo do Canadá os avisou que eles precisariam corrigir o curso, pois voavam muito mais ao norte do que necessitavam.

Visando corrigir o curso da aeronave, que não era dotada de sistema de navegação inercial, o Comandante Kim Chang Ky, não tendo notado que o Sol estava 180° equidistante da posição que deveria estar, alterou erroneamente a trajetória do Boeing 707, rumando, ao sul, em direção à Murmansk (URSS) e não Anchorage (EUA) conforme programado.

Rota original e a realizada pelo voo KAL-902 em 1978
Rota original e a realizada pelo voo KAL-902 em 1978

Ao entrar no espaço aéreo da União Soviética pelo Mar de Barents, na península de Kola (região de Murmansk), junto à fronteira com a Finlândia, o KAL 902 foi inicialmente identificado por radares de defesa antiaérea soviética como sendo um Boeing 747. As baterias antiaéreas estavam preparadas para o abate, entretanto foram enviados dois caças Sukhoi Su-15TM para interceptar a aeronave intrusa.

Su-15TM da PVO (Forças de Defesa Aérea Soviética), que era um “braço” a parte da VVS.
Su-15TM da PVO (Forças de Defesa Aérea Soviética), que era um “braço” a parte da VVS.

Quando o piloto interceptor informou que o intruso era um Boeing 707 e não um 747, como foi inicialmente pensado, os comandantes militares soviéticos imaginaram que se tratava de uma aeronave de reconhecimento RC-135 da USAF, e deram a ordem para o abate.

RC-135 da USAF
RC-135 da USAF

Logo na sequência da ordem para o abate, um dos pilotos soviéticos, o Capitão A. Bosov, se aproximou o suficiente da aeronave, tendo constatado que se tratava de um voo comercial, e, apesar dele ter passado essa informação para seus comandantes em terra, a ordem de abate fora deliberadamente mantida.

Representação artística da interceptação do KAL 902.
Representação artística da interceptação do KAL 902.

De acordo com os registros, foram lançados 2 mísseis R-60, dos quais um acertou o KAL 902, tendo atingido a aeronave do lado esquerdo, destruindo a extremidade externa da asa e também perfurando a fuselagem do 707. Estilhaços, decorrentes da explosão, mataram instantaneamente 2 passageiros. Houve súbita descompressão da aeronave e a mesma, logo em seguida, veio a pique, não tendo sido, momentaneamente, localizada pelos radares de defesa antiaéreos soviéticos.O piloto interceptor também perdeu a aeronave de vista, nas nuvens.

Por aproximadamente uma hora, o Piloto do KAL 902 conseguiu manter sua aeronave voando ao longo da península de Kola, procurando um local seguro para aterrissagem. Nesse meio tempo, o piloto do segundo Su-15TM, Anatoly Kerefov, localizou a aeronave, tendo escoltado o 707 até seu pouso no lago congelado de Korpijärvi, localizado a 250 milhas ao sul de Murmansk, cerca 20 milhas da fronteira com a Finlândia.

Os 107 sobreviventes foram resgatados através de helicópteros soviéticos.
Os 107 sobreviventes foram resgatados através de helicópteros soviéticos.

Os passageiros foram libertados depois de 2 dias, enquanto a tripulação fora retida para investigação e liberada depois de uma desculpa formal. Os pilotos sul-coreanos reconheceram (ou foram forçados a reconhecer) que deliberadamente não obedeceram aos comandos dos interceptadores soviéticos.

Abril de 1978 – KAL 902 sobre o gelo, no Lago Korpijärvi.
Abril de 1978 – KAL 902 sobre o gelo, no Lago Korpijärvi.

Durante a investigação do incidente, a URSS se recusou a cooperar com os especialistas internacionais, e recusou-se a apresentar as “caixas pretas” da aeronave. Posteriormente, o avião foi desmontado e, em partes, retirado do lago.

KAL 902 sendo desmontado pelos soviéticos.
KAL 902 sendo desmontado pelos soviéticos.

Alguns anos mais tarde, em 1º de setembro de 1983, o Sukhoi Su-15TM também seria o protagonista de outro evento trágico, de maiores proporções, envolvendo também uma aeronave da Korean Airlines, dessa vez um Boeing 747 com 269 pessoas a bordo, sendo 240 passageiros e 29 tripulantes (algumas fontes informam 246 passageiros e 23 tripulantes), incluindo um congressista americano, o deputado Lawrence McDonald, que era o membro mais conservador e anticomunista do congresso dos EUA.

1983 – Korean Air Lines, voo 007 (KAL 007)

Boeing 747 da Korean Airlines, prefixo HL7442, abatido pelos soviéticos em 1º de setembro de 1983.
Boeing 747 da Korean Airlines, prefixo HL7442, abatido pelos soviéticos em 1º de setembro de 1983.

No dia 31 de agosto de 1983, pouco depois da meia noite, o KAL 007, comandado pelo Capitão Chun Byung-In, decolava do aeroporto internacional John F. Kennedy (JFK) em Nova Iorque, com destino a Seul, com escala técnica (reabastecimento e troca de tripulação) em Anchorage, Alasca. No dia 1º de setembro, às 13:00hs GMT (5:00hs – horário local), a aeronave decolava para seguir seu curso, rumando para o oeste, tendo, em seguida, feito um arco ao sul, rumando em direção a Seul.

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Assim como ocorrera com o KAL 902 em 1978, houve um erro na rota, e o KAL 007 adotou uma trajetória que o levou a voar sobre o território soviético, com altura e velocidade constantes, tendo se desviado de sua rota original em aproximadamente 500 km, passando pela península de Kamchatka, a leste do Mar de Okhotsk, rumando para a ilha Sacalina.

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Em função da intrusão, foram alertadas aeronaves Su-15 e MiG-23. Dois caças Su-15 decolaram da base aérea de Dolinsk-Sokol para interceptar a aeronave sul-coreana. Ao manterem contato visual com o avião, comunicaram à base pedindo instruções, tendo recebido, às 18:26 GMT, ordem expressa para o abate. Sem que qualquer tentativa de contato fosse feita com o KAL 007, um míssil foi disparado, tendo acertado o 747 em cheio.

As 3h30 o radar de Tóquio registrou uma queda de 5.000 metros na altitude do KAL 007 e, por fim, às 3h38 o avião desapareceu dos monitores do radar japonês. Às 4h30 da madrugada, quase 1 hora após o disparo, a base soviética notificou que estava enviando vários aviões e navios para uma “missão de busca e salvamento” na região.

Segundo relatos, a aeronave atingida despencou em espiral, colidindo no mar, distante cerca de 55 km da ilha Sacalina, vitimando todos a bordo.

Os soviéticos tentaram, sem sucesso, argumentar que o KAL 007 havia sido instruído a pousar na ilha Sacalina, tendo ignorado da ordem.

Aquela era uma região extremamente visada. Durante a Guerra Fria, a península foi utilizada como alvo pelos soviéticos para testes de alcance e precisão de mísseis balísticos.

As investigações realizadas pelo ICAO (International Civil Aviation Organization) foram iniciadas logo após o ocorrido, sem maiores conclusões, e retomadas oito anos mais tarde, quando os soviéticos liberaram as transcrições das caixas pretas, recuperadas no local, e mantidas em sigilo militar até então. Concluiu-se que houve um erro na programação do piloto automático e que campos magnéticos interferiram no equipamento. A análise das gravações contidas nas caixas pretas da aeronave mostrou que em momento algum os tripulantes, controladores de voo, e o centro de controle da Korean Airlines, estavam cientes do desvio na rota do KAL 007.

O trágico evento teve grande repercussão internacional.
O trágico evento teve grande repercussão internacional.

Com o passar dos anos, surgiram novos fatos relativos ao ocorrido, que, de certa forma, ajudam a entender a atitude tomada pelos soviéticos (ainda que não as justifique), tendo ordenado o abate, sem que fosse realizada qualquer tentativa de contato com o KAL 007. No dia anterior, um avião de reconhecimento RC-135 da USAF invadiu o espaço aéreo soviético, exatamente na mesma rota do voo da Korean Airlines, tendo deixado a região antes que fosse interceptado pelos caças da URSS. Por uma triste e fatídica coincidência, no dia seguinte, o Boeing da KAL, alegadamente, foi confundido com o invasor do dia anterior, e, apesar de bem iluminado e devidamente identificado por sua pintura (além do logotipo na cauda), foi abatido sem piedade.

O então presidente americano, Ronald Reagan, condenou veementemente o incidente, chamando de “o massacre da linha aérea coreana”, “um crime contra a humanidade que nunca deveria ser esquecido” e um “ato de barbarismo e de brutalidade desumana”. As relações bilaterais entre os EUA e a URSS foram sensivelmente prejudicadas, ainda que, de um modo geral, a opinião pública mundial tenha considerado “leve” a reação americana. Em represália, no dia 15 de setembro, o presidente Reagan ordenou que a FAA revogasse a permissão da Aeroflot para realizar voos dentro e fora dos EUA, em sua área de jurisprudência. O serviço da Aeroflot para os EUA não seria restabelecido até 29 de abril de 1986.

A então embaixadora americana nas Nações Unidas, Jeane Kirkpatrick, fez uma apresentação audiovisual no Conselho de Segurança, usando todos os registros relacionados ao evento, além de um mapa da rota do KAL 007, para demonstrar que o ato cometido pela URSS havia sido brutal e injustificado.

Devido a este incidente, no intuito de evitar futuros problemas de direcionamento e rotas, o presidente Ronald Reagan anunciou que o sistema GPS, até então de uso exclusivo militar americano, passaria a estar disponível para propósitos civis. (FONTE: heninen.net, stratfor.com)

1982 – A Guerra Fria bate as portas do Brasil

Varig_DC-10-30_PP-VMA_LHR_1983-7-10 Na Guerra das Malvinas, um flerte com a morte sobre o Atlântico Sul. Britânicos confundiram avião e quase abateram DC-10 com 188 pessoas – entre elas Brizola.

Aconteceu na tarde de sexta-feira, 23 de abril de 1982. Quem estava sentado do lado esquerdo do avião levou um grande susto: apareceu um jato militar, bem armado e com pintura de camuflagem, junto da asa do DC-10 da Varig. Foi por pouco tempo — o suficiente para provocar tumulto. De repente, o caça deu uma guinada e desapareceu. Deixou perplexidade bastante para animar a conversa a bordo naquele fim de viagem Johanesburgo-Rio.

Ao desembarcar no aeroporto do Galeão, por volta das 19h30m, cada passageiro tinha uma breve história para contar. Um deles era Leonel Brizola, então candidato ao governo do Estado do Rio. “Dava para ver o perfil do piloto”, ele disse ao GLOBO na época. Brizola (1922-2004) e seus companheiros de viagem não podiam imaginar, mas aquilo fora um flerte com a morte.

Quando o DC-10 foi captado na tela dos radares, a frota britânica navegava a dois mil quilômetros de distância das praias do Rio. Avançava na direção do arquipélago Malvinas, invadido por tropas argentinas três semanas antes.

O almirante John Forster “Sandy” Woodward comandava uma operação arriscada, a 13 mil quilômetros das bases europeias, limitada no calendário pelo início do inverno polar. E, também, limitada no tempo, porque o governo da primeira-ministra Margareth Thatcher não sobreviveria se a missão resultasse em fiasco ou numa “viagem inútil a lugar nenhum” — na definição do Bureau de Inteligência do Departamento de Estado norte-americano.

Há quatro dias a esquadra deixara a base da ilha de Ascensão, na altura de Pernambuco, e era frequentemente sobrevoada por um Boeing 707 da Aerolíneas Argentinas. Toda a estratégia de defesa da Junta Militar dependia da localização dos navios para estimativas sobre a data mais provável de chegada da frota à zona de combate.

Incomodado com as missões de “reconhecimento”, Woodward pediu mudanças nas regras de interceptação. Até então, dependia de autorização expressa de Londres para abrir fogo contra aeronaves consideradas como “ameaça”, fora da “zona de exclusão aérea”, mesmo que estivessem desarmadas. Recebeu autonomia na quinta-feira 22 de abril, quando o secretário de Defesa, John Nott, anunciou alterações no sistema de “alerta de defesa” da frota — sob o argumento de que a esquadra já se encontrava ao alcance das Força Aérea argentina.

Na manhã de sexta-feira, 23, um Boeing 707 da Aerolíneas despontou nos radares, e desapareceu — indicam os registros coletados pelo historiador militar britânico Rupert Allason, cujos livros são assinados com o pseudônimo Nigel West.

À tarde, outro alarme: aeronave suspeita a 340 quilômetros de distância, dez mil metros de altitude, em aproximação a 700 quilômetros por hora. O momento não poderia ser pior, descreveu Woodward nas memórias, porque o porta-aviões Hermes estava em meio ao reabastecimento. Preparou-se o lançamento de mísseis.

Um caça Harrier se aproximou do “alvo”. Chegou por trás; passou por cima; ficou à frente; foi para o lado esquerdo; deu uma guinada e sumiu, sem responder às tentativas de contato do comandante do DC-10, Manoel Mendes — segundo ele mesmo relatou aos passageiros curiosos, como Leonel Brizola e o então deputado maranhense Neiva Moreira.

O piloto do caça confirmara o “alvo” como jato comercial regular da companhia brasileira Varig, em voo de rotina e com as luzes de cabine devidamente acesas. Woodward calcula em 30 segundos e Allason (West) estima em 20 segundos o intervalo entre o reconhecimento pelo Harrier e a ordem para abortar o ataque. A bordo do DC-10 da Varig, 188 pessoas não sabiam, mas durante essa fração de tempo flertaram com a morte. E o comandante Woodward escapou de um erro que, certamente, teria mudado a história da guerra no Atlântico Sul. (FONTE: O Globo)

1988 – O abate do Iran Air Flight 655 (IR655)

Voo 655, um avião de passageiros da Iran Air semelhante a este A300B2 foi abatido pelo USS Vincennes, um cruzador da Marinha dos EUA, matando todos os 290 passageiros e tripulantes.
Voo 655, um avião de passageiros da Iran Air semelhante a este A300B2 foi abatido pelo USS Vincennes,
um cruzador da Marinha dos EUA, matando todos os 290 passageiros e tripulantes.

Em 03 de julho de 1988, o voo da Irã Air Flight 655 (IR655) foi abatido pelo USS Vincennes no Golfo Pérsico, resultando na perda de 290 civis inocentes de seis países, incluindo 66 crianças. Havia 38 não-iranianos a bordo.

Na manhã daquele dia desastroso, o capitão e a tripulação do voo 655 estavam em Bandar Abbas, aeródromo no sul do Irã, preparando-se para a segunda etapa do seu voo de 150 quilômetros, de rotina sobre o Golfo Pérsico para Dubai. Era um voo comercial operado pela Iran Air que voava na rota Teerã-Bandar Abbas-Dubai.

O avião, um Airbus A300B2, registro EP-IBU, deixou Bandar Abbas as 10:17, 27 minutos após a sua hora de partida prevista de 9h50. Teria sido um voo de 28 minutos. Nessa mesma época, a Marinha dos EUA havia posicionado no Golfo Pérsico o cruzador de mísseis guiadoso USS Vincennes, equipado com o sistema de combate AEGIS, nas proximidades do Estreito de Ormuz, que o avião comercial pilotado pelo Capitão Mohsen Rezaian, passaria por cima.

O USS Vincennes estava estacionado na Golfo Pérsico durante a guerra Irã-Iraque, a presença dos EUA tinha por missão escoltar e defender os petroleiros do Kuwait registrados sob a bandeira dos EUA e limitar as atividades marítimas iranianas. No comando de Vincennes estava o Comandante William C. Rogers III. Na época do incidente, o Vincennes, em apoio à Operação ‘Earnest Will’, estava dentro de águas territoriais iranianas, após combate com canhoneiras iranianas. O USS Sides e o USS Elmer Montgomery estavam nas proximidades.

Como era uma aeronave mais moderna, o avião de passageiros iraniano foi equipado com um transponder de identificação de aeronaves, uma forma moderna do antigo sistema de “identificação, amigo ou inimigo” (IFF – identification, friend or foe) da Segunda Guerra Mundial. Quando interrogado por um sinal de radar de um adversário em potencial, o transponder emite um sinal de resposta específica em um modo pré-especificado.

Depois de decolar da pista 21, o voo 655 foi dirigido pela torre de Bandar Abbas até ligar o seu transponder e prosseguir ao longo do Golfo Pérsico. O voo foi atribuído rotineiramente para o corredor aéreo comercial Âmbar 59, uma pista de vinte milhas de largura em uma linha direta para o aeroporto de Dubai. Devido à curta distância, o padrão de voo seria uma trajetória simples, saindo de uma altitude de 14.000 pés, cruzando por um curto período de tempo, e depois descendo gradualmente em Dubai.

Por causa do atraso na decolagem, ele apareceu no radar do Vincennes às 10:17 e às 10:19, o Vincennes começou a emitir avisos sobre a frequência de socorro aéreo militar. De acordo com o governo dos EUA, o Vincennes erroneamente identificou o avião iraniano como um caça militar em perfil de ataque, semelhante ao de um F-14 Tomcat da Força Aérea iraniana durante uma corrida de ataque. De acordo com os mesmos relatórios, o Vincennes tentou mais de uma vez entrar em contato com o voo 655, mas não houve resposta. O relatório oficial afirmou que essas tentativas de contato com o Iran Air 655 foram enviadas na freqüência errada e dirigida a um inexistente “F-14”.

Os F-14 iranianos em Bandar Abbas foram definidos para aparecer no transponder no “Modo II”, como um modo que os navios dos EUA pudessem identificar que a aeronave em questão era militar e iraniana. Sendo um voo comercial, o Iran Air 655 foi instruído a usar o transponder no modo III, num sinal de identificação de tráfego civil. Um número único código de transmissão, 6760, neste caso, foi atribuído para diferenciar este voo em particular a partir de outros.

O USS Vincennes (CG-49)
O USS Vincennes (CG-49)

Durante três minutos, o Vincennes emitiu uma série de alertas militares e civis nas frequências de socorro, ele (o Vincennes) identificou o Airbus 320 como uma possível F-14 iraniano, ele (erroneamente) relatou o IFF no modo II e ele (erroneamente) informou que a aeronave, numa descendente em direção ao navio, quando de fato, continuava subindo de acordo com o seu plano de voo.

Às 10:24, o Capitão Rogers, o oficial comandante do Vincennes ordenou o disparo de dois mísseis antiaéreos SM-2ER. Alguns segundos depois, com o Airbus ainda em sua rota, ligeiramente para um dos lados, mas bem dentro do corredor aéreo Âmbar 59, foi interceptado por um ou ambos os mísseis a uma distância de oito milhas náuticas e uma altitude de 13.500 pés. O voo 655, com cerca de 290 pessoas, caiu em chamas no Golfo Pérsico. Todo o voo tinha levado menos de sete minutos. Não houve sobreviventes. Ao meio-dia daquele dia, helicópteros e barcos iranianos começaram a pesquisar a área e recuperar os corpos. Foi só mais tarde, no dia em que os oficiais do Vincennes souberam que o que eles tinham abatido não era um F-14 iraniano mas um voo comercial, civil.

Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

A pergunta a ser feita é: Foi um erro cometido pelo lado os EUA em tudo? A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça. (FONTE: iranchamber.com)


TEXTO: LaMarca/Giordani

 

 

 

 

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78 COMENTÁRIOS

  1. Eu desconhecia o caso da KAL 902, e também a liberação do uso do GPS aos civis somente após o abate da outra aeronave da KAL.

  2. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  3. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  4. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  5. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  6. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  7. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  8. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  9. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  10. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  11. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  12. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  13. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  14. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  15. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  16. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  17. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  18. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  19. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  20. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  21. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  22. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  23. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  24. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  25. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  26. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  27. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  28. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  29. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  30. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  31. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  32. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  33. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  34. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  35. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  36. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  37. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  38. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  39. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  40. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  41. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  42. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  43. Ao analisarmos os fatos, creio que é importante fazermos algumas considerações:

    Com relação ao abate do Iran Air Flight 655 (IR655)
    A Marinha dos EUA, finalmente, afirmou que o capitão Rogers agiu corretamente na avaliação da ameaça.

    Uma vez que a “caixa preta” a bordo do Airbus iraniano foi perdida nas águas do Golfo Pérsico, nunca saberemos exatamente o que seu perfil de voo era, se a tripulação ignorou os desafios americanos ou simplesmente não os ouviram.

    Caso a aeronave iraniana tivesse sido abatida por mísseis lançados de uma embarcação russa, seriam acatados os argumentos de que a caixa preta foi perdida e que o capitão do navio agiu corretamente?

    Em ambos os casos onde as aeronave sul-coreanas foram abatidas, vidas foram covardemente ceifadas e os incidentes desnecessários, mas o que dizer então desse episódio relativo ao abate do Iran Air Flight 655?
    A imprensa internacional é tão tendenciosa que esse evento raramente é lembrado, mas os casos onde a agressão foi cometida pela URSS são maciçamente citados como exemplos em todas as vezes que assuntos desse tipo são abordados.

    Não quero que esse meu comentário seja interpretado como se eu estivesse defendendo a atitude tomada pelos soviéticos, até porque não estou, mas o cinismo americano é emblemático e não pode ser ignorado. Isso pra não entrar no mérito que nos casos soviéticos, ainda que os abates tenham sido atos brutais, houve invasão de seu espaço aéreo por aeronaves não autorizadas.

    Com relação ao abate do MH17, quem quer que tenha cometido esse ato, cometeu um crime bárbaro, semelhante ao dos voos KAL902, KAL007 e IR655. É preciso que haja real transparência nas investigações a fim de que possamos saber realmente o que houve, independente de quem tenha sido o culpado.

    Com relação ao episódio envolvendo o DC-10 da Varig, já havíamos citado rapidamente esse causo aqui no Cavok, nos comentários de um artigo sobre as Malvinas/Falklands. http://www.cavok.com.br/blog/?p=77364
    Semana passada, andaram publicando por aí que esse evento tinha ocorrido, envolvendo um Boeing 707 da Varig, o que é incorreto.

  44. Sempre acompanho seu site e acho ele excelente, mas até o momento, não há evidencia que foi lançado em territorio ocupado pelos rebeldes, ou forças de autodefesa da Republica da Novorrussia.
    Não sou russófilo ou comunista, somente um critico, porém ainda não há nenhuma prova conclusiva, somente especulação, pois logo quando houve a queda, prontamente o governo americano e ucraniano já tinham a resposta, foi os russos.
    Ah algo estranho nessa estória, mas será que vamos descobrir?
    Ou será somente um engano?

  45. Vamos ser honestos e esquecer as paranoias ideologistas por um instante, mas os Americanos são muito coniventes com erros deles e de outros quando lhes é conveniente ! Comentário perfeito caro La Marca !

    Abraço !

  46. Obrigado, CmteEdu_Machado!

    É como se diz num ditado popular: o sujo falando do mal lavado!

    Abs!

  47. Muito válida sua observação… é por isso que usamos o termo "muito provavelmente", fazendo jus ao que tem sido divulgado pela imprensa internacional até o momento. Certeza, entretanto, como frisou bem o amigo, ainda não se há!

  48. Tenho poucas dúvidas de que foram separatistas quem derrubaram o avião da Malaysia. E é praticamente certo que o avião estava no lugar errado e na hora errada.

  49. Lamarca

    Desculpa pela forma como expus, em nenhum momento, quis te ofender ou algo do genero.
    Somente não concordo como as coisas estão sendo colocadas na midia brasileira, assim como na capa da Revista Veja, ou mesmo no jornal O Globo, que já previamente os declararam como os culpados.
    A Rússia não é santa, nunca foi, tem culpa na estória toda, sim tem, não exatemente no caso do acidente mas na guerra separatista.
    Mas convenhamos, o acidente aconteceu num momento onde Israel está massacrando a Faixa de Gaza e a midia está totalmente voltada somente para o acidente.
    Será que quem morreu é melhor do quem morreu na Faixa de Gaza?
    Desculpa pelo longo comentário e parabéns pelo site.
    Abs
    Richard

  50. De forma alguma você foi ofensivo, Richard!
    Esse viés a que você se refere não ocorre somente na mídia nacional. Boa parte da imprensa mundial segue a mesma orientação.
    Eu torço para que esse não seja mais um exemplo onde vão empurrar goela a baixo da opinião pública a versão que eles querem a respeito do ocorrido.

    Você disse muito bem, a Rússia não é santa; assim como sabemos, os EUA também não o são.

    Sobre o massacre israelense na Faixa de Gaza, lamentável que isso esteja ocorrendo debaixo do nariz de todo mundo. As imagens são chocantes!

    Grande abraço!

  51. De forma alguma você foi ofensivo, Richard!
    Esse viés a que você se refere não ocorre somente na mídia nacional. Boa parte da imprensa mundial segue a mesma orientação.
    Eu torço para que esse não seja mais um exemplo onde vão empurrar goela a baixo da opinião pública a versão que eles querem a respeito do ocorrido.

    Você disse muito bem, a Rússia não é santa; assim como sabemos, os EUA também não o são.

    Sobre o massacre israelense na Faixa de Gaza, lamentável que isso esteja ocorrendo debaixo do nariz de todo mundo. As imagens são chocantes!

    Grande abraço!

  52. De forma alguma você foi ofensivo, Richard!
    Esse viés a que você se refere não ocorre somente na mídia nacional. Boa parte da imprensa mundial segue a mesma orientação.
    Eu torço para que esse não seja mais um exemplo onde vão empurrar goela a baixo da opinião pública a versão que eles querem a respeito do ocorrido.

    Você disse muito bem, a Rússia não é santa; assim como sabemos, os EUA também não o são.

    Sobre o massacre israelense na Faixa de Gaza, lamentável que isso esteja ocorrendo debaixo do nariz de todo mundo. As imagens são chocantes!

    Grande abraço!

  53. Muito bom rever esses fatos, boa matéria. Espero que o meu comentário no post " Boeing 777 da Malaysia Airlines pode ter sido abatido " tenha servido de inspiração para colocar o tema em evidência! Como já postei, acredito que os separatistas apoiados pela Rússia são os responsáveis, e provavelmente com operação do equipamento (bateria) pelos militares russos.
    Quanto ao abate de aviões civis, tb já postei que os russos são os principais suspeitos quando isto ocorre, hehehe ( só pelos dois jatos já citados e agora pelo 3º ). e como tb já comentei o Capitão do USS Vincennes estava sobre pressão porque em 17/05/87 uma fragata americana ( a USS "Stark") foi atingida por um Exocet disparado de um Mirage F1 Iraquiano ( amigo na época ), e as causas tb foram várias ( erro de frequência, interpretação da assinatura radar, questionamentos de ordens, demora nas decisões, comunicações sem respostas, alarmes tardios e manobra de proa equivocada, etc. Em consequência, mudanças de protocolo devido a este incidente do fogo "amigo", além dos erros relatados na reportagem, levaram o comandante da USS Vincennes não querer ser mais um capitão da marinha americana a ter o seu navio atingido e depois questionado pq demorou para reagir. Como também já comentei, são momentos de tensão, ameaças, escaramuças, em zona de conflito declarado ou não, com preparo ou despreparo, respeito ou não aos protocolos, basta alguém apertar o botão e civis poderão ser atingidos e mortos, infelizmente. Condeno qualquer ataque semelhante a esses casos, ainda mais naqueles em que envolveu contato visual e as ordens foram mantidas.

  54. Não podemos esquecer deste fato ocorrido na Ucrânia:

    4 de outubro de 2001: um avião modelo Tupolev-154, da companhia aérea russa Sibir, que voava de Tel Aviv, em Israel, para Novosibirsk, na Sibéria, explodiu quando sobrevoava o Mar Negro, a menos de 300 km da costa da Crimeia, no sul da Ucrânia. Todos os tripulantes e passageiros da aeronave morreram: 78 pessoas, sendo a grande maioria israelenses.

    Uma semana depois do incidente, Kiev reconheceu que o desastre tinha sido causado pelo disparo acidental de um míssil ucraniano. Mas apenas em 2003, foi assinado um acordo de compensação entre os governos da Ucrânia e de Israel – o valor não foi informado.

  55. Realmente é exatamente assim que eu penso e se você já não tivesse postado esse comentário, eu iria fazer algo parecido.

  56. Bem ela faz, uma vez que só foi convidada pra fazer volume. Vai dar F-35.

  57. Um dado que pouca gente notou – no caso do KAL 902 – é que dois – DOIS – mísseis foram lançados contra o 707 e apenas um – UM – acertou, parcialmente, o avião. E isso já no início da década de 80, o que vem a corroborar o quanto a URSS era tecnologicamente defasada em relação ao Ocidente. Eles realmente conseguiram se equiparar no início da década de 90. Dois mísseis contra um 707 e um deles não conseguiu engajar?! tsc…tsc…tsc…

  58. Ah para…capaz?! Confundiram um DC-10 com um 707?

    E como era belo o DC-10!

  59. Pois é, Tchê! Confundiram… fica mais elegante dizer que foi isso…
    O mais incrível é que os B707 até já foram utilizados pela Varig, na rota Johannesburgo – Rio de Janeiro, mas, a partir do início de 1982, todos os voos passaram a ser atendidos pelos DC-10.
    Pra uma gente que se diz especialista no assunto, fica sendo um erro grosseiro; e olha que o evento ocorreu em pleno preparativo para a Guerra das Malvinas/Falklands.

  60. A matéria esqueceu de mencionar um fato importante também entre Rússia e Ucrânia:

    4 de outubro de 2001: um avião modelo Tupolev-154, da companhia aérea russa Sibir, que voava de Tel Aviv, em Israel, para Novosibirsk, na Sibéria, explodiu quando sobrevoava o Mar Negro, a menos de 300 km da costa da Crimeia, no sul da Ucrânia. Todos os tripulantes e passageiros da aeronave morreram: 78 pessoas, sendo a grande maioria israelenses.

    Uma semana depois do incidente, Kiev reconheceu que o desastre tinha sido causado pelo disparo acidental de um míssil ucraniano. Mas apenas em 2003, foi assinado um acordo de compensação entre os governos da Ucrânia e de Israel – o valor não foi informado.

    Levando-se em consideração este exemplo, mais a incompetência e o sucateamento das forças armadas ucranianas, além da pressa de Kiev e EUA para apontar dedos na direção da Rússia, antes de qualquer investigação, acho difícil que não tenha sido mais uma cagada das FF AA Ucranianas.

  61. Sim, eu sempre disse aqui o quanto era ruim os mísseis soviéticos.
    O Iraque concorda ahaha.

  62. Já imaginou se o avião da Varig fosse derrubado e o Brasil entrasse na guerra do lado da Argentina O.o

  63. É só uma opinião pessoal, mas eu acho que se o DC-10 da Varig tivesse sido derrubado, geraria muita controvérsia, haveria muita pressão diplomática, pedido de desculpas, compensações, mas o Brasil não entraria na guerra. O então presidente Figueiredo era bem consciente nesse aspecto. Na verdade, todos sabiam que o futuro do governo militar na Argentina dependia do sucesso na guerra das Malvinas e, aqui no Brasil, no início de 1982, os militares brasileiros ainda não cogitavam abandonar o controle sobre o governo federal. Uma participação brasileira nesse conflito teria apenas acelerado esse processo.

    Em 1982, a dívida externa brasileira já havia ultrapassado a marca dos US$ 100 bilhões e o Brasil precisou recorrer ao FMI. Caso entrasse no conflito, era certo que o apoio do Fundo Monetário Internacional seria suspenso.

    Ironicamente, independente de um eventual envolvimento do Brasil no conflito, o governo militar já estava em sua fase final. Em 1983, começava o movimento Diretas Já. Apesar da rejeição da Emenda Constitucional para que o próximo presidente fosse eleito através de voto direto, o país passava por um processo de redemocratização, que culminou com a volta do poder civil em 1985, onde Tancredo Neves foi eleito presidente pelo Colégio Eleitoral.

  64. se o DC-10 tivesse sido abatido, nos somente saberiamos disso daqui à 100 anos quando os arquivos secretos do governo britanico ficariam livres do sigilo! pois nem o piloto nem outros responsaveis na frota diriam alguma coisa a respeito, teria sido uma tragedia aerea que ocorreu no meio do Atlantico, e que pelos recursos tecnologicos da epoca jamais seria desvendado, como ocorreu por exemplo com o avião da Air France!

    mas se por acaso isso vazasse, os ingleses teriam recuado! pois o Brasil e a America Latina reagiriam de forma muito mais dura e unida que o apoio fingido a Argentina! nem o Chile daria apoio aos ingleses! os americanos ficariam constrangidos em oferecer apoio incondicional aos ingleses.

    Bastaria deslocarmos nossos então realitvamente novos Mirages e F-5 para o sul, mais nossas relativamente novas fragatas para buscar submarinos na região, que a vida da marinha real seria bem complicada!

  65. Tenho algo a considerar. 2 lançamentos de míssil não é uma amostra muito pequena para demonstrar ou julgar probabilidade de acerto? Alguém por favor pode comentar com mais detalhes sobre os mísseis utilizados, condições meteorológicas, visibilidade, distância ou qualquer outro fator?

  66. Concordo com o colega que dois mísseis são uma amostra muito pequena para julgar.

    Mas há outros exemplos da baixa eficiência de mísseis russos como na guerra entre Etiópia e Eritreia onde os flankers disparam mais de 20 mísseis R-27 com apenas um ou dois acertos. Também existe depoimentos dos próprios russos e de alemães orientais afirmando a baixa qualidade das armas russas.

    Outro ponto importante é o fato dos russos usarem como tática disparar dois mísseis de cada vez para garantir maior chance de êxito.

  67. Essa tática era justamente por causa da baixa confiabilidade. Um por radar semi ativo e o outro por infravermelho.

  68. E esses R-60 devem ter sido lançados à curta distância… até porque os 2 Su-15 não desgrudaram da aeronave até que houve o acerto do míssil…

  69. Assim como há outros depoimentos da época de absorção do armamento russo pela Alemanha Ocidental após a queda do muro de Berlin dizendo que existiam misseis soviéticos com pelo menos 10 anos de vantagem tecnológica (R-73) em relação ao ocidente. E pelo que eu saiba, nem mesmo a OTAN, em suas guerras contra repúblicas das bananas no Oriente Médio confiam em seus mísseis BVR na atualidade. Toda essa avaliação de capacidades me parece muito nublada, transmitindo uma impressão de que dentro desse cenário eletrônico nada é muito confiável, principalmente a partir de informações do fabricante. O fato é que um Su-27 carregando 12 mísseis, para mim, é uma perspectiva muito mais realista do que um F-15 carregando 8.

  70. Eu creio que essa tática era justamente para não se depender de apenas um tipo de guiagem, obrigando o inimigo a trabalhar simultaneamente com dois tipos de contra-medidas totalmente diferentes. Trabalhar com a hipótese tática de baixa confiabilidade é muito mais vantajoso e seguro do que afirmar uma suposta superioridade impraticável.

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