Objetivo foi a manutenção operacional das tripulações no emprego de armamento.

O Esquadrão Poti (2º/8º GAV), localizado na Ala 6, em Porto Velho (RO), participou, de 5 a 9 de agosto, de um exercício de treinamento e adestramento no Campo de Provas Brigadeiro Velloso, localizado na Serra do Cachimbo, no sul do Pará. O Exercício Técnico Ar-Solo Poti teve como principal objetivo a manutenção operacional das tripulações no emprego de míssil, armamento da aeronave AH-2 Sabre com capacidade destrutiva relevante.

Foram lançados 14 artefatos, proporcionando aos pilotos a oportunidade de explorar todo o potencial bélico da aeronave contra alvos de interesse estratégico, cujas variações incluíam simulacros de artilharia antiaérea e radares posicionados dentro de ambientes restritos e de difícil visualização. As tripulações foram submetidas a diversos cenários, visando o ganho operacional e o desenvolvimento da capacidade técnica e profissional do quadro de tripulantes do Esquadrão. Além disso, o Exercício foi uma oportunidade para a constatação do nível de preparação dos mantenedores e dos militares especializados em material bélico.

“Os resultados obtidos na realização da missão serviram como demonstrativo das capacidades do helicóptero como plataforma de armas, destacado por sua robustez, furtividade e eficácia na utilização de armamento com elevada capacidade bélica e alto nível de precisão”, destacou o Comandante do Esquadrão Poti, Tenente-Coronel Aviador Rômulo Amaral.


Fonte: Ala 6 – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Elias – Fotos: Tenente Mariano

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4 COMENTÁRIOS

  1. A despeito das piores criticas possíveis sobre equipamentos russos, pós venda, manutenção etc… Feitas desde a época da aquisição dessas aeronaves, ao que parece, a FAB tem as utilizado em sua plenitude, inclusive com elogios rasgados como esse do próprio comandante do esquadrão.
    A verdade é que o ideologismo de alguns, destrói qualquer possibilidade de analise da própria aeronave em si, e o tempo neste caso vem provando isso.
    Ao lado do A-10 Thunderbolt II essa é outra maquina que mais parece um tanque de guerra voador do que uma aeronave..

  2. Vc que não sabe a briga que é da FAB com o fornecedor russo para reposição e manutenção do aparelho. Ele é ótimo mesmo mas mante-lo e um sacrifício. A pior fase foi na hora de integrar os sistemas ocidentais nele e traduzir tudo até os manuais para compatibiliza-lo com o que já operamos aqui. Nisso a FAB foi profissa demais outros operadores vizinhos nosso tem muita dificuldade para mante-lo viu.

    • Boa tarde meu caro Tallguiese!

      Não tenho nenhum acesso a essas informações do Estado Maior da FAB, falo apenas por mim.
      Mas há coisa de uns 3 ou 4 anos atrás (não me lembro) estive na BAAN (hoje ALA 2) por ocasião dos "Portões Abertos" em que estavam presentes alguns integrantes do Esquadrão Poti, juntamente com um AH-2 Sabre.
      Nessa oportunidade conversei informalmente com dois pilotos (e um Sargento mecânico se não me engano) e claro que essa questão da logística de operação dos helicópteros foi minha principal pergunta, ao que ambos não me confirmaram toda essa dificuldade que já li em comentários de internet..
      O que no dia de hoje, e pelo comentário do próprio comandante relatado na matéria, reforça essa premissa.

      Obviamente não representa necessariamente a opinião da instituição, mas de qualquer forma foram respostas de quem vive a operacionalidade do esquadrão no dia a dia..
      Enfim.. Sendo assim, enquanto não provarem o contrário, me permito pelo menos o beneficio da duvida neste caso em favor do equipamento.
      Mas caso você tenho acesso a mais informações, documentos etc, e queira informar, agradeço bastante.

      Abraço.

      • Estou de acordo com seu comentário chará..
        Até hoje só ouvir críticas baseada em boatos sobre este helicópteros.. sempre aquela coisa "Fulano falou", "li em algum lugar", etc..
        Mas oficialmente está aí a palavra do Comandante do Esquadrão; e seria muito complicado dizer que manter lo e um sacrifício visto que é um dos helicópteros de ataque mais operado no mundo, países com capacidade financeira dezenas de vezes inferior a do Brasil opera o Mi-24/35 e não reclama..

        Sem contar que Brasil, Peru, Venezuela agora tem centro de manutenção para Helicópteros Russos..