As duas atuais aeronaves do Esquadrão Pégaso, o C-97 Brasilia e o C-95 Bandeirante. (Foto: Rudnei Dias da Cunha / Cavok)

Eles já estiveram em meio a missões das mais gloriosas. O Esquadrão Pégaso (5º ETA), sediado em Canoas, inscreveu, ao longo do tempo, inúmeras histórias de transportes de tropas, de ações de misericórdia e outros tantos apoios em situações decisivas a populações, como durante várias enchentes na Região Sul do Brasil.

No entanto, a unidade aérea chegou, nesta segunda-feira, dia 15, a 42 anos de serviços ao Brasil em respeitoso silêncio. Seis dos oito mortos em um acidente em Santa Catarina, no início de agosto, integravam o esquadrão. “Estamos em luto, mas irmanados para viver este momento”, disse o Comandante interino, Major Robson Alexandre Flores da Silva.

Na semana passada (dia 12, veja foto ao lado), foi realizado um culto ecumênico na sede do esquadrão para homenagear a memória dos falecidos. Consternados, o comandante explica que um militar tem apoiado o outro durante esses dias difíceis.

História – O 5° Esquadrão de transporte aéreo foi ativado em 15 de Agosto de 1969 com três aeronaves C-47, três TC-45T e um C-45. Os Beechcraft TC-45T operaram no 5º ETA até a chegada dos Embraer C-95 Bandeirante, em 11 de março de 1975. Os Douglas C-47 Dakota foram desativados em dezembro de 1977, substituídos pelo C-95A Bandeirante. Além dessa aeronave, o esquadrão conta com aeronaves Brasília C-97.

Os aviões e as próximas missões são inspirações para esses militares. “Seus pilotos são bravos, são nobres. Sua equipe é dinâmica, é de fortes. E T A Cinco é vigor, é ação”, enuncia o hino do esquadrão. Os motores, em meio ao silêncio, continuam acionados como uma das maiores homenagens aos amigos.

Fonte: CECOMSAER

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