O 10º helicóptero H225M entregue ao Exército Brasileiro. (Foto: Helibras)

A Helibras informou na sexta-feira, dia 21, que entregou o 10º helicóptero H225M ao Exército Brasileiro (EB). A mais recente aeronave ficará baseada no 1º Batalhão de Aviação (BAvEx), em Taubaté, interior de São Paulo.

Este helicóptero marca a 32º entrega dentro do programa H-XBR, assinado em 2008, que preve a entrega total de 50 helicópteros H225M para as três forças armadas brasileiras. O programa está previsto para conclusão em 2022. O Exército deverá receber ainda em 2018 mais uma unidade do H225M.

Os H225M das Forças Armadas são fabricados em Itajubá desde a inauguração da nova linha de produção da empresa, em 2012. Com o objetivo de atingir um importante nível de conteúdo nacional, a Helibras desenvolveu uma cadeia de suprimentos e fornecedores locais que atualmente conta com 37 empresas brasileiras, além de seu Centro de Engenharia próprio que desenvolve sistemas de missão específicos para os diferentes helicópteros de cada força.

Antes desta entrega ao Exército, em agosto deste ano, a Força Aérea Brasileira recebeu um novo H225M (designado H-36 na FAB), a primeira aeronave da FAB equipada com o Spectrolab Searchlight, um farol de busca de alta capacidade, que também é compatível com equipamentos de visão noturna, mais conhecido como NVG (no inglês, Night Vision Goggles).

O H225M em uso pelas forças armadas brasileiras está equipado com o sistema de autodefesa modelo IDAS-3. Esse sistema é capaz de detectar e identificar diversos tipos de ameaças por meio de sensores de laser, míssil e radar, permitindo também o disparo de dispositivos de contramedida de maneira automática ou manual.

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12 COMENTÁRIOS

  1. Caramba, em 10 anos após a assinatura o EB recebeu 11 helis contando o que receberá até dezembro. Engraçado que em tudo que você analise, sempre perceberá que ha burocracia, lentidão, afinal se o serviço fosse funcional, se fosse rápido não haveria argumento para mais e mais contratações, mais e mais verbas para "agilizar" o serviço, e assim o estado se torna cada vez mais lerdo e caro.
    E isso não ocorre só aqui, tira o subsídio do governo francês a Dassault por ex. e ela não dura 1 ano.

  2. Eu economizei, mizei.

    Comprei, comprei, comprei

    Uma kombi meia seis,

    De um japonês.

    Ela é ensinada,

    Ela é uma brasa.

    Corre a beça

    E vai sozinha pro ceasa.

    Ela é uma jóia.

    Que lataria!

    Passou de trinta

    Já começa a bateria.

    Eu economizei, mizei.

    Comprei, comprei, comprei

    Uma kombi meia seis,

    De um japonês.

    Mas vou contar prá vocês

    Ela já me aborreceu

    É só ceasa, é só ceasa.

    Tem mais de um mês

    Que eu não volto para casa.

    Eu economizei, mizei.

    Comprei, comprei, comprei

    Uma kombi meia seis,

    De um japonês.

  3. A Camuflagem dos helis do EB é muito bonita, simples por isso bonita, não é o "carnaval" que a fab usa.
    Dizem que é verde oliva mas no sol e na foto parece cinza.

  4. É o que tem, e agora tem que operar. Bom seria se esses números todos fossem de Black Hawks, e aliás, a encomenda já estaria toda entregue. Mas é um bom helicóptero.

    • Helicópteros diferentes, para funções diferentes. E se o EB estivesse precisando de mais Black Hawks, para complementar os 4 que possui, teria dado continuidade naquela compra de 3 unidades, ou sequer teria recebido os 8 Cougars.

  5. Dizem que esse helicóptero, além de ser uma porcaria caríssima e "rainha de hangar", também é odiado pelas forças armadas brasileiras.
    Mas a cada máquina recebida, todo o mundo vai lá tirar foto na frente dela, feliz da vida e orgulhoso.
    Interessante.

    • Dizem que as fotos dele voando e operando embarcado no Bahia são Photoshop

      • E colocando em risco a vida dos seus tripulantes pois até o presente o problema com a MGB não foi resolvido….

  6. interesante que o super puma foi operarado por 29 anos com satisfação e a evolução dele não presta?!
    esse ranso com o caracal não é um pouco ideologico?!

    • Não amigo, não é ideológico e sim um fato concreto senão vejamos:

      – O aparelho é caro de adquirir e operar;

      – Apresenta um problema na MGB que até a presente data (2018) não foi solucionado a despeito de dois acidentes trágicos;

      – Tratou-se aqui no Brasil de escolha meramente política feita ao arrepio dos militares, que segundo consta queriam o Mi-17 e depois embarcar do programa do novo Mi-38.

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