O JPO (Joint Program Office) concedeu à Lockheed Martin US$ 22,7 bilhões para financiar mais de 250 aeronaves F-35, num marco significativo para o programa que reduz custos e demonstra maior maturidade do programa.

No dia 14 de novembro, o JPO do F-35 concedeu uma modificação ao contrato de aquisição antecipada do LRIP 12 (Low-Rate Initial Production Lote 12), anteriormente concedido. Este prêmio direciona a continuação da atividade de produção para todas as aeronaves no contrato LRIP 12 do programa F-35, bem como aeronaves para vários clientes internacionais nos LRIPs 12, 13 e 14 (Anos Fiscais de 2018, 2019, 2020). Essa estratégia de financiamento de contratação fornece estabilidade e uma taxa de produção constante durante um período de tempo definido, o que permitirá que a indústria planeje e faça investimentos que reduzam o custo geral e alcancem maiores eficiências de fabricação.

A ação do contrato de hoje capta US$ 6 bilhões em financiamento das Forças Armadas dos EUA, Parceiros Internacionais e clientes estrangeiros via FMS para 255 aeronaves F-35. Deste total; 106 F-35 serão para os EUA, 89 para Parceiros Internacionais e 60 para FMS. As entregas dos lotes LRIP 12, 13 e 14 começarão em 2020, 2021 e 2022, respectivamente.

Esta ação permite que a produção do F-35 continue de forma eficiente, enquanto as equipes do governo e do setor chegam a um contrato. A redução de custos unitários finais das aeronaves LRIP 12 serão inferiores ao LRIP 11 e permitirão atingir a meta de US$ 80 milhões a unidade do F-35A até 2020. Em paralelo, o JPO e a Pratt & Whitney estão atualmente negociando.

Declaração da Lockheed Martin:

Esta ação fornecerá fundos essenciais para garantir que os esforços de produção e redução de custos do F-35 permaneçam dentro do cronograma. A abordagem de aquisição para os Lotes 12-14 proporcionará economias de custo significativas e é fundamental para alcançar a meta de um F-35A por US$ 80 milhões a partir de 2020. Essa é uma abordagem inteligente para o contribuinte, o avião e para a indústria. Apreciamos a ação proativa e a parceria do governo para manter a estabilidade da cadeia de suprimentos, reduzir custos e garantir que as entregas permaneçam no caminho certo para atender à crescente demanda em todo o mundo”.


FONTE: F35.com

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29 COMENTÁRIOS

    • Não, nos seguiremos pagando 150 milhões de dólares em cada gripen mesmo

      • Nos pagamos esse preço devido a transferência de tecnologia…futuras aquisições nao teram esse custo.

        • Só vale o que está no contrato. O contrato é de 36 aeronaves com participação brasileira.

          Um suposto contrato futuro pode ser mais barato ou mais caro. Não há garantia alguma.

    • A FAB não tem o menor interesse em comprar aparelhos dos EUA, já que tem um longo historico de produtos que a FAB comprou e eram CAPADOS isso quando não era inuteis!

      • Aí vai e compra um jato onde o motor e parte da aviônica é made in USA?

        • Compra ou fica sem nada! Mas no que tiver no alcance de ficar longe de produtos dos EUA, a FAB faz, por isso temos alguns misseis nacionais, pq os que a FAB compraram dos EUA era inutei, sem contar problemas com o F-5, P-3, sensores, etc.

      • Imagina a Dilma com um míssil balístico nuclear?

        Pra ter acesso a armas, o país tem que ser sério primeiro.

      • Hã? Nosso principal componente aéreo é de material dos EUA! Cada vez mais temos comprado material dos EUA!

  1. Esse é o custo fly-away para os EUA, que já pagou bilhões só para desenvolvimento, sem considerar o ciclo de vida, armas, manutenção, etc.
    Considerando tudo isso, caças caros e dispendiosos de manter como Rafale e Typhoon ainda tem mercado, pois o preço final do F-35 Para qualquer cliente será bem maior.

    • O F35 foi projetado para ter menor ciclo de vida que caças 4G. Esse, na verdade, é o foco do programa. Gastar do desenvolvimento e economizar na operação.

      Rafale só pra países sem acesso ao F35 por motivos políticos. Por isso, a Dassault saiu da concorrência da Bélgica e do Canadá. Não tinha a menor chance.

      • Ciclo de vida menor? Acho que é justamente o inverso, um ciclo de vida maior (talvez 40 ou 50 anos) e menos custoso do que os 4G.

        • O assunto é custo.

          menor "custo de" ciclo de vida

          Como o F22 foi considerado caro demais, o JSF sempre teve como premissa o custo geral menor.

    • Não é o que diz a reportagem, o preço de 80 milhões é para todos com os caças financiados divididos entre os EUA e outros países, e a tendência é que não haverá mais $entido em manter caros caças 4.5G. Esta redução de preço derrubará muitas intransigências em vários países e atrairá muitos outros. O F-35 acabará atingindo o mesmo sucesso em termos de vendas e atuação global que o F-16.

  2. Deve haver algum engano. Essa aeronave é uma revolução, segundo a ignoranttsia ela faz tudo e não custa o valor de um forevis 5, não precisará ter Marinha e Exército depois dela porque só a existência do F35 elimina qualquer necessidade de algo que não seja a USAF. Ele é tão multifuncional que vai substituir até o M1Abraams e os USS Nimitz pois em pleno vôo pode virar um tanque ou um barco, tipo Transformers.
    E melhor de tudo: ela é tão revolucionária, mágica e milagrosa que não custa nada. A sua multifuncionalidade e escala de produção mandaram pro espaço a conta de padaria e chegou-se ao milagre do custo zero. Na verdade, a Lockheed certamente está no prejuízo pois essa aeronave é tão barata e econômica que a fabricante não pode vendê-la, ela acaba pagando para os compradores. É o negócio da China em pleno EUA rsrsrsrs
    Caras são as sucatas soviéticas, os xing ling solta pecinha e as porcarias europeias caras, dispendiosas , desnecessariamente complexas e rainhas de hangar.

  3. Esse valor do F-35 torna a vida de Rafale e Typhoon muito difícil no mercado externo e mesmo em seus países! Periga até a própria Luftwaffe acabar comprando o aparelho para substituir o Tornado ainda que seja uma solução mista F-35 e mais exemplares do Typhoon.

    Outrossim a queda do preço coloca em xeque o discurso do governo de extrema-direita (xucra e burra) italiano, que tenciona diminuir a quantidade de aparelhos comprados pelos supostos “altos custos”

  4. Ah esses americanos…
    Esperto mesmo é a fab que pagou quase dois F35A por um caça inferior dos anos 80.

    ps* Lembre-se que a escolha foi da fab e não do governo!

    • A FAB no cenário sul americano não necessita de um 5G e deve se manter longe deste problema voador.

      • Um problema escolhido por 12 países.

        Usaf, USNavy, Raaf, IDF, Raf e Royal Navy escolheram o F35, mas ele não serve para a Fab.

      • Isso não justifica o preço que pagamos, por mais que eu seja defensor do Gripen.
        Tem gente que ainda irá para a cadeia por causa disso.

  5. U$5.4 bilhões daria para comprar 67 F-35 para a FAB

    Tudo bem, teria o contrato de sobressalentes, peças de reposição, armas, etc
    Mas é um número que vai ficar pelo menos 1 década na minha cabeça

    67 aeronaves

    18 para Brasília
    18para RS
    18 para Natal
    13 RJ

    36/ + 36 segundo lote Gripens poderia ser
    12/12 Brasília
    12/12Manaus
    12/12 Natal

    O Brasil está entre as 10 economias do mundo, pode gastar nisso tranquilamente.

    Marinha compra
    12 F-35B

    Pronto meu sonho impossível acabou kkkkk

    • Pois eh ,60 f35 A 120 gripen ng,escolhe 5 pontos estratégicos e coloca 12 f35 com 24 gripen

  6. Bem antes de tudo devo adiantar que não tenho um conhecimento profundo do programa.
    Porem me parece difícil acreditar que haverá transferência de tecnologia (nos termos originalmente esperados) para uma medíocre compra de míseros 36 caças Gripen.
    Acho meio que uma viajem acreditar que a Suécia esteja de fato empenhada em transferir know how para um parceiro tão instável que leva quase um quarto de século para comprar algo e receber este algo e ainda assim em quantidades absolutamente miseráveis.
    Cingapura que é uma cidade estado tem mais caças e de ótima qualidade que a Fab.
    Enfim…rs

    • A Saab subcontratou algumas empresas brasileiras para executar uma parte do contrato. O resto é sonho. Foge a lógica elementar, como vc descreveu.

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