F-35B / Lockheed Martin

Dezoito anos após os engenheiros refinarem seu conceito, e com aproximadamente US$ 400 bilhões investidos no programa, a USMC finalmente declarou a Capacidade Operacional Inicial (IOC) do F-35B.

A primeira unidade operacional da aeronave, que conta com 10 unidades do caça, é a 3ª Ala de Aviação Naval (3rd Marine Aircraft Wing / VMFA-121), baseada em Yuma, no Estado americano do Arizona.

F-35B / Lockheed Martin

A partir de hoje, se os objetivos de segurança nacional exigirem, os aviões podem ser empregados em qualquer parte do mundo.

O F-35 é o programa de armas mais caro da história americana, e o anúncio de hoje representa um importante marco para o projeto. Os Marines pretendem começar os voos operacionais do F-35B devem começar ainda esse ano, seguidos pela USAF (F-35A) em 2016, e a US Navy (F-35C) em 2019.

F-35B / Lockheed Martin

A primeira implantação do F-35B está agendada para 2017, com o VMFA-121 se deslocando para Iwakuni, Japão.


FONTE: Military Times – EDIÇÃO: Cavok

IMAGENS: Meramente ilustrativas

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37 COMENTÁRIOS

  1. Decidiram começar pela versão B talvez porque a justificativa esteja pronta ou porque querem levar a Lockheed ao limite. As demais versões da Marinha e Força Aérea não demandam tanta urgência, pois estão bem servidas com F-16, F-15 e F18EF, e podem esperar amadurecer seus modelos. Estes modelos por sinal que herdam da versão B um cockpit de helicóptero e uma usina gastadora e pesada. Outro fator é a importância de atender demandas externas da Gran Bretanha e Italia, para seus navios aerodromos e os AV8B em seu limite de vida útil. Parabéns ao IOC do pato.

  2. É reconhecido que o esquadrão encontra expressa há um ano e tem uma participação de 10 F-35B versão bloco 2B capaz em um nível básico, executar o seguinte suporte de missão-direta às tropas, direcionando ataques aéreos na parte traseira do inimigo, a regra do ar acima da TVD e reconhecimento armado. Fornece suporte para os seguintes tipos de armas: mísseis, mísseis de médio alcance ar-ar AIM-120, guiado bombas GBU-12 (227 kg laser guiado) e GBU-32 (454 kg guiadas por satélite); tudo no interior o sling.
    Afirmou que neste momento o corpo já treinou mais de 50 pilotos e 500 técnicos. A seguir èskadril′âmi a Comissão, planejando ir em um rearmamento do F-35B são VMA-211 (FY 2016) e conselheiros-122 (2018).
    Um ano mais tarde, de acordo com o plano, a prontidão operacional inicial deve alcançar o primeiro esquadrão RAF. A força aérea, com requisitos semelhantes para executar missões, menos interessados em implantação de estrangeira. Além disso, a prontidão operacional da força aérea será anunciada com uma quantidade mínima de aeronaves na Esquadrilha-12 PCs. e a versão bloco 3I (quando perto 2B para várias diferentes melhor "ferro"). Marinha dos Estados Unidos pretendia declarar uma prontidão operacional inicial apenas na segunda metade de 2018 2019, começando já em versão bloco 3F.
    Na verdade, um dia histórico na história do programa chegou.

  3. 65% de disponibilidade é pouco para um caça, mas é melhor do que muitas forças aéreas conseguem fazer.
    Tem gente penando bem mais para fazer seus a voarem com segurança. E não estão falando de aviões velhos.

  4. Uau!!

    US$ 400 bilhões de investimento…. só no desenvolvimento

    E ainda nao está somado a isto o custo de produção de cada aeronave….

    Portanto, quando chegarem e ter produzido 400 caças (devem produzir mais do que isto) ,cada um terá custado mais de US$ 1 bilhão de dólares!! Baratinho é quase o preço de um Mistral.

    • quando eu vejo esses valores astronômicos dos materias de defesa dos EUA eu me pergunto quanto disso de fato é custo de desenvolvimento e quanto é lucro das empresas, não é atoa que a LM é a empresa de defesa com o maior faturamento do mundo

    • Caro ZorannGCC

      Realmente, se for injetado o valor de P&D no custo unitário das aeronaves a serem produzidas e as efetivamente produzidas a conta fica estratosférica, mas será que é assim que se faz? É uma metodologia aplicável, sem dúvida, mas o que se percebe como gastos em pesquisa e geração de conhecimento normalmente é visualizado como investimento, e isso não entra no custo de produção.

      Mas claro, dependendo do prisma, posso estar errado.

      Saudações.

  5. Que bonito… um novo F 104 ???

    Bom, se eles acham maravilhoso torrar 400 Bi nisso, ok, o dinheiro é deles…

    Mas, boa sorte aos pilotos e que ninguem se machuque.

    • "Mas, boa sorte aos pilotos e que ninguem se machuque."

      Irônico você dizer isso logo no mês em que caíram 5 aviões russos.

      • Perfeito, JPC3…
        Acrescentando ainda o fato do bombardeiro PAK DA estar em vias de ser cancelado.

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