Iniciativa busca o desenvolvimento e a execução conjunta de ações, programas e projetos tecnológicos, bem como incrementar atividades de pesquisa.

O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e a Avibras Indústria Aeroespacial, localizados em São José dos Campos (SP), assinaram, na quinta-feira (11), um Memorando de Entendimento com o objetivo de buscar maior cooperação estratégica para o desenvolvimento e a execução conjunta de ações, programas e projetos tecnológicos.

Ao acordo também visa incrementar atividades de pesquisa e prospecção científico-tecnológica, observando boas práticas de sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e busca pelo desenvolvimento de tecnologias de impacto positivo no alcance das metas estabelecidas pelo país.

O Diretor-Geral do DCTA, Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, explica que o memorando traz a oportunidade de maior aproximação entre as instituições no desenvolvimento de produtos de defesa e até mesmo de uso dual – tecnologias que podem ser utilizadas para fins civis e militares. “Além de possibilitar maior operacionalização dos laboratórios existentes no Departamento, reduzindo, assim, custos de investimento em programas de interesse conjunto”, completa.

“Com uma maior sinergia entre as Instituições Científicas Tecnológicas do DCTA e a Avibras, será possível a identificação e o desenvolvimento de tecnologias de interesse do Brasil, potencializando a geração de aplicações industriais inovadoras e até disruptivas”, enfatizou o Diretor-Presidente da Avibras, João Brasil Carvalho Leite.

Indústria

A Avibras é uma empresa de engenharia detentora de conhecimento no desenvolvimento de tecnologia e soluções para as áreas de Defesa e Civil. No setor aeroespacial é uma das pioneiras no Brasil em construção de aeronaves, desenvolvimento e fabricação de veículos espaciais para fins civis e militares. Entre os projetos desenvolvidos para a Força Aérea Brasileira (FAB), atualmente, estão o míssil A-Darter e o motor S-50, parte do programa Veículo Lançador de Microssatélite (VLM).


Fonte: DCTA, por Capitão R1 Vladmir – Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme – Fotos: Avibras

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8 COMENTÁRIOS

  1. Intenções, memorandos, entendimentos.. papel, papel e mais papel…
    .
    Poses, fotos, tapetes vermelhos, coquetéis e muita bajulação….
    Tudo muito vago, sem um direcionamento específico ou com prazos determinados.
    Quando vamos ter um VLS por exemplo? Daqui 70, 80 anos???
    .
    Muitas firulas, falácias e pouca ação, me desculpem a sinceridade mas isso cansa.

    • VLS? Hj a Índia mandou uma sonda pra Lua. Nos começamos antes delee se bobear gastamos mais $$$

        • Viu só? ahaha..
          Olha o nome das figurinhas envolvidas já nessa época. Nem tenho estômago para comentar.
          .
          O dia que o Brazil,zil,zil tiver um VLS os EUA (e talvez até a Índia) já terão mandado astronautas para o sistema da Próxima Centauri.

          • O sociopata chorou no enterro dos técnicos de Alcântara. Não estou livrando a cara dos militares. Estou com vc 100 porcento.

  2. O setor aeroespacial brasileiro é patético, ridículo, vergonhoso.

    Sei que há pessoas que gostariam de levar isto a sério desde o início, mas as pessoas realmente capazes e bem intencionadas nunca tiveram chance nesta republiqueta bananeira de m&rd@.

    Quem sempre mandou foram os inaptos, ineptos e incompetentes, habilidosos só no vício de direcionar o dinheiro público para satisfazer a gula de grupelhos vorazes.

    Alguns comparam a Índia ao Brasil devido à abundância de corrupção com verbas públicas, porém lá eles Fazem, Avançam, Realizam.
    Já estão enviando uma sonda à Lua.

  3. O que me interessa nesta parceria é:

    Plataforma Astros 2020

    Diretora radar BRADAR (Embraer Defesa)

    Desenvolvimento de versão terra-ar dos seguintes mísseis Piranha, A-Darter e (uma outra POSSIBILIDADE além de desenvolvimento de mísseis novos) seria a negociação com a parceira sul-africana DENEL(parceira no projeto A-Darter) para licenciar a tecnologia de outros mísseis Denel como Umkonto, Umkonto-IR e Raptor II de modo a dotar todos estes vetores anti-aéreos de boosters e com redimensionamento dos seus sistemas visando o seu lançamento terrestre pela plataforma Astros 2020..

    A integração destes 3 elementos visa a integração num sistema anti-aéreo móvel de desempenho similar aos sistemas S-300 e S-400 russos ou ao sistema Patriot americano.

    Melhor que este blá blá blá da nota oficial que fala muito mais não diz NADA de concreto…

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