Um VANT Hermes 450 do Esquadrão Hórus sendo preparado para uma missão de vigilância noturna. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)
Um VANT Hermes 450 do Esquadrão Hórus sendo preparado para uma missão de vigilância noturna. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)

Mais de 50 militares do Esquadrão Hórus (1°/12° GAV) estão no Rio de Janeiro para participar da defesa aérea durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A unidade, sediada na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, opera aeronaves remotamente pilotadas (RPA).

Os Hermes 450 estão operando nas missões de vigilância durante as Olimpíadas. (Foto: Agência Força Aérea)
Os Hermes 450 estão operando nas missões de vigilância durante as Olimpíadas. (Foto: Agência Força Aérea)

Para a missão Rio 2016 serão utilizados os RPA de modelo Hermes 450, que tem capacidade para voar diurna e noturnamente e podem fazer revezamento em voo, o que permite que o esquadrão mantenha a vigilância 24 horas por dia. Eles são responsáveis pelo reconhecimento aéreo. Para isso, os operadores estudaram a geografia e os aspectos populacionais, entre outros, dos pontos de interesse.

“Nós temos condições de detectar qualquer movimentação estranha, como atitudes, objetos suspeitos, manifestações que possam atrapalhar algum comboio”, explica o Capitão Aviador David Inácio Gurgel de Oliveira Junior.

O trabalho é realizado em conjunto com o Exército Brasileiro, por meio da Coordenação Geral de Defesa de Área (CGDA). Assim, as alterações, transmitidas em tempo real pelas aeronaves, servem como base para o acionamento das equipes de segurança em terra.

i168316080582633A operação das aeronaves do Hórus é feita a partir de shelters. Embora os pilotos de ARP não estejam sujeitos às condições físicas de um voo usual, eles acreditam que as missões exijam mais mentalmente. “Os sistemas e procedimentos de controle de tráfego, por exemplo, são os mesmos. Mas, nesse tipo de pilotagem nós temos menos consciência situacional e perspectiva, não sabemos tudo que está ocorrendo à volta do avião”, diz um dos operadores.

“Participar da defesa aérea na Olimpíada é uma responsabilidade muito grande, por ser um evento de abrangência mundial. Mas estamos preparados para assessorar da melhor maneira”, completa o militar.

Fonte: Agência Força Aérea

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2 COMENTÁRIOS

  1. O EB opera VANTS dessa categoria? Sei que eles operam menores, mas gostaria de saber se operam esses em específico…

    Ab~s

  2. Eu acho esse UAV esteticamente disforme demais, caramba!! Ele na primeira foto está todo desconjuntado, coitado, mas na segunda… sei lá, parece que desafia as leis da natureza um trambolho todo torto desse voando por aí.

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